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MANUAL DE CONVÊNIOS - Sistemas · PDF filecooperação que tenha como partícipes órgãos da administração pública direta, autárquica ou fundacional, empresa pública, sociedade

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  • SERVIO PBLICO FEDERAL

    MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRRIO

    MANUAL DE CONVNIOS

    INFORMAES E ORIENTAES AOS GESTORES E AOS CONVENENTES

    2004

  • Manual de Convnios - MDA fev/2004

    2

    MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRRIO

    Manual aprovado pela Portaria MDA N 003, de 04 de janeiro de 2001

    O presente Manual tem o carter preventivo e pedaggico e visa a auxiliar e dar esclarecimentos metodolgicos aos gestores e interessados para que, nas melhores condies, formalizem e executem os convnios no mbito do Ministrio do Desenvolvimento Agrrio, resguardando os princpios gerais da Administrao Pblica e a legislao vigente. Recomenda-se, portanto, aos proponentes interessados e aos gestores em geral a rigorosa observncia s normas e aos procedimentos estabelecidos neste compndio para que se alcance com esforo comum, de forma regular e com eficincia os planos e projetos colimados.

    Assessoria Especial de Controle Interno e-mail: [email protected] SBN Ed. Palcio do Desenvolvimento, 8 andar Braslia DF CEP: 70027-900 INTERNET: http://www.mda.gov.br/ Misso do MDA: Criar oportunidades para que as populaes rurais alcancem plena cidadania Viso do MDA: Ser referncia internacional de solues de incluso social

    mailto:[email protected]://www.mda.gov.br/

  • Manual de Convnios - MDA fev/2004

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    SUMRIO

    CAPTULO I

    Objetivo, Definies e Conceitos .................................................................................. 4 Fluxo de Transferncias Voluntrias ............................................................................. 9

    CAPTULO II Condies Bsicas para a Solicitao de Recursos....................................................... 10

    CAPTULO III Plano de Trabalho e Plano de Atendimento.................................................................. 11

    CAPTULO IV Outras Exigncias para a Celebrao do Convnio....................................................... 12

    CAPTULO V Formalizao do Convnio ............................................................................................ 14

    CAPTULO VI Procedimentos a Serem Adotados aps o Recebimento dos Recursos........................ 18

    CAPTULO VII Cuidados a serem Tomados Durante a Execuo do Convnio................................... 19

    CAPTULO VIII Prestao de Contas Parcial .......................................................................................... 20

    CAPTULO IX Prestao de Contas Final ............................................................................................. 22

    CAPTULO X Tomada de Contas Especial ........................................................................................... 24

    ANEXOS..MODELOS ANEXO I

    Legislao Correlata............. 27 Decreto-lei n 200/1967 - art. 10........................................................................... 27 Lei n 8.666/1993 art. 116 ................................................................................. 28 Decreto n 93.872/1986 arts. 48 a 57................................................................ 30 Instruo Normativa STN/MF n 01/1997. Atualizada at a edio da IN STN/MF N 01, de 14/01/04 32

    Instruo Normativa STN/MF n 01/2001............................................................ 55 Disposies para Transferncias Voluntrias na LDO 2004 Lei N 10.707/2003 59 Decises do TCU................................................................................................... 62

    ANEXO II Plano de Atendimento/Trabalho..................................................................................... 65

    ANEXO III Relatrio de Execuo Fsico-Financeira....................................................................... 76

    ANEXO IV Execuo da Receita e da Despesa................................................................................ 79

    ANEXO V Relao de Pagamentos.................................................................................................. 81

    ANEXO VI Relao de Bens.............................................................................................................. 83

    ANEXO VII Conciliao Bancria....................................................................................................... 85

    ANEXO VIII Termo de Aceitao Definitiva de Obra e/ou Servio.................................................... 86

    ANEXO IX Relatrio de Atendimento............................................................................................... 87

  • Manual de Convnios - MDA fev/2004

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    Captulo I Objetivo, Definies e Conceitos

    OBJETIVO

    Nos convnios a serem celebrados, no mbito do Ministrio do Desenvolvimento Agrrio-MDA, os proponentes interessados devero observar os procedimentos e dispositivos normativos, aderindo s condies que impliquem em direitos e obrigaes. Somente nos casos de acordos internacionais ou de legislao especfica, por expressa estipulao nos instrumentos, deixaro de prevalecer, no que couber, s normas enunciadas neste Manual.

    O QUE DESCENTRALIZAO DE RECURSOS FEDERAIS?

    A descentralizao ocorre quando o Governo Federal, por meio de seus rgos ou entidades, visando melhor gesto de seus programas de governo, transfere recursos alocados a programas de trabalho aprovados na Lei Oramentria para entidades pblicas ou privadas situadas proximamente s populaes assistidas ou atendidas pelo programa, como, por exemplo, secretarias estaduais, prefeituras, conselhos municipais, entidades civis, com o propsito de realizar aes pblicas de interesse comum.

    A descentralizao um princpio administrativo consagrado pelo art. 10 do Decreto-lei n 200, de 1967, que firmou, como uma das prticas principais, descentralizar aes e programas da Administrao Federal para as unidades federadas, quando estejam devidamente aparelhadas e mediante convnio.

    A obrigatoriedade de celebrao de convnio no se aplica aos casos em que lei especfica discipline a transferncia de recursos para execuo de programas em parceria do Governo Federal com governos estaduais e municipais, nos termos do art. 1o, 4o, da IN 01/97-STN.

    O QUE TRANSFERNCIA VOLUNTRIA?

    A Lei Complementar N 101, de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade

    Fiscal) estabelece critrios para as transferncias voluntrias, assim definidos:

    CAPTULO V

    DAS TRANSFERNCIAS VOLUNTRIAS

    Art. 25. Para efeito desta Lei Complementar, entende-se por transferncia voluntria a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federao, a ttulo de cooperao, auxlio ou assistncia financeira, que no decorra de determinao constitucional, legal ou os destinados ao Sistema nico de Sade.

  • Manual de Convnios - MDA fev/2004

    O QUE CON

    execuo decooperao qfundacional, eentidades civ

    O QUE CON

    2004, assim d responsvel oramentrio

    dos governospactue a exeprovenientes

    QUAL A DIST

    A regulamentao do artigo 25 da Lei Complementar N 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) encontra-se disposta na Instruo Normativa STN/MF N 05, de 08/06/2000. E outras regulamentaes relativas mesma Lei encontram-se dispostas na Instruo Normativa STN/MF N 01, de 04 de maio de 2001.

    No se consideram como transferncias voluntrias as descentralizaes de recursos a Estados, Distrito Federal e Municpios que se destinem realizao de aes cuja competncia seja exclusiva da Unio ou que tenham sido delegadas aos referidos entes da Federao com nus para a Unio.

    No so tratadas aqui as transferncias constitucionais, que correspondem aparcelas de recursos arrecadados pelo Governo Federal e repassados s unidades federadas por fora de dispositivos constitucionais e tambm as transferncias legais, que so regulamentadas em leis especficas. As transferncias destas modalidades no so efetivadas via convnio.

    5

    VNIO?

    Instrumento firmado que pactua a transferncia de recursos pblicos visando a programas de trabalho ou aes de interesse recproco, em regime de mtua ue tenha como partcipes rgos da administrao pblica direta, autrquica ou mpresa pblica, sociedade de economia mista, de qualquer esfera de governo, ou

    is devidamente organizadas.

    CEDENTE E O QUE CONVENENTE?

    A Lei n 10.707, de 30/07/2003 Lei de Diretrizes Oramentrias LDO para efine estes conceitos em seu art. 41:

    Concedente, o rgo ou a entidade da administrao pblica direta ou indireta pela transferncia de recursos financeiros ou descentralizao de crditos

    s destinados a transferncia voluntria; e

    Convenente, o rgo ou a entidade da administrao pblica direta ou indireta estaduais, municipais ou do Distrito Federal, com o qual a administrao federal cuo de programa, projeto, atividade ou evento de durao certa com recursos de transferncia voluntria.

    INO ENTRE O CONVNIO E O CONTRATO?

  • Manual de Convnios - MDA fev/2004

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    Quando os partcipes tm interesses diversos e opostos, isto , quando se desejar, de um lado, o objeto do acordo ou ajuste, e de outro lado a contraprestao correspondente, ou seja, o preo, o acordo ou ajuste constitui contrato (Pargrafo nico, art. 48 do Decreto n 93.872/86)

    CONTRATO DE REPASSE

    Alm do termo de convnio, o Contrato de Repasse um instrumento que est sendo muito utilizado para transferncia de recursos financeiros da Unio para Estados, Distrito Federal ou Municpios, por intermdio de instituio ou agncia financeira oficial federal, destinados execuo de programas governamentais. Essa modalidade encontra-se disciplinada pelo Decreto n 1.819, de 16/02/1996.

    O rgo federal competente para a execuo de determinado programa ou projeto firma termo de cooper