M‰TODOS TRADICIONAIS MILENARES DE FITOTERAPIA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

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  • MTODOS TRADICIONAIS MILENARES DE FITOTERAPIA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA
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  • Smula de aula Conceito de Racionalidade Mdica Medicina Chinesa Histrico QI - XU Yin - Yang Cinco elementos Propriedades dos medicamentos Ao dos medicamentos (movimentos) Afinidade com um canal Toxicidade da droga Aplicao da droga Contra-indicaes Dietoterapia e Fitoterapia chinesa Exemplos de fitoterpicos e folclores Consideraes finais Bibliografia Dvidas
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  • Os dados aqui apresentados so histricos, folclricos, que podem no condizer com os avanos cientficos. Portanto torna-se arriscado o tratamento baseado apenas nesses princpios!
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  • Racionalidade: sf. substantivo feminino 1qualidade ou carter do que racional, lgico 2capacidade de exercer a prpria razo Ex.: carecia da r. dos adultos 3propenso para encarar fatos e idias de um ponto de vista puramente racional Ex.: a estrita r. de alguns no lhes permite tirar proveito das virtualidades do aleatrio 4Rubrica: matemtica. propriedade de um ser racional (falando-se de um nmero, varivel ou funo) Fonte: Dicionrio eletrnico Houais RACIONALIDADE: [Do lat. tard. rationalitate.] Substantivo feminino. 1.Qualidade de racionvel ou de racional. 2.V. raciocnio (3). 3.Filos. Numa perspectiva dialtica, a qualidade, socialmente construda, da atividade humana que adequada s finalidades visadas. [Sin. ger.: racionabilidade.]
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  • Racionalidade mdica, na terminologia proposta por Luz (1988), essencialmente til para quem pretende comparar elementos (o que uma exigncia do mtodo estrutural).
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  • Segundo essa autora, uma racionalidade mdica ou sistema lgico e teoricamente estruturado, tem como condio necessria e suficiente para ser considerado como tal, a presena dos seguintes elementos: 1. Uma morfologia (concepo anatmica); 2. Uma dinmica vital ("fisiologia"); 3. Um sistema de diagnsticos; 4. Um sistema de intervenes teraputicas; 5. Uma doutrina mdica (cosmologia).
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  • Desde o incio da sociedade, os seres humanos tm usado substncias medicinais naturais. Em 2600 a.C., os Babilnios j tinham uma forma primitiva de medicina, expressando a idia de que uma doena era causada pelo ataque imediato de espritos maus.
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  • As bases da MTC j eram citadas no Huang Di Nei Jing (2704-2100 a.C. dinastia Han), sendo formuladas passo a passo em Dinastias futuras (princpio de Yin-Yang, 5 elementos e meridianos na dinastia Xia, Shang, Zhou 2100-1122 a.C.)
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  • De maneira correspondente, durante esse perodo inicial, as pessoas das Dinastias Hsia e Shang (sc. 16 a 18 a.C.) na China empregavam os mesmos mtodos para combater vrias doenas.
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  • A descoberta de 14 clssicos mdicos em Chang-sha, provncia de Hunan, em 1973, abriu as portas para o incio da medicina herbal chinesa.
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  • Estas fontes mencionam 52 doenas, 283 prescries e 247 tipos de drogas inclusive alcauz, Scutellaria, Cnidium, dentre outras ainda usadas hoje em dia.
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  • Em 204 d.C. Zhang Zhing Jing reforava o uso concomitante da acupuntura e ervas medicinais, e aplicao de tratamento de acordo com a diferenciao de sintomas complexos.
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  • Ano (d.C.) DinastiaAutorTtuloVol.Ervas 25HanChang Chi, Hua ToShen nung pen tsao ching4365 500LiangTao Hung-chingShen nung pen tsao ching7730 659TangSu Ching et. al.Hsin hsiupen tsao20850 973SungLiu Hang et. al.Kai pao pen tsao20984 1057SungChang Yu-shi et. al.Chia yu pen tsao201084 1098SungTang Shen-weiCheng lei pen tsao311744 1590MingLi Shih-chenPen tsao kang um521892
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  • A Medicina Tradicional Chinesa, assim como outras racionalidades mdicas orientais, tem uma viso marcante na ateno primria (preventiva) e individualizante, no s na secundria (curativa), onde tambm desempenha uma importante funo, assim como na terciria (reabilitadora). portanto, uma prtica mdica milenar completa, abrangente.
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  • A sua abordagem marcada pela integrao da pessoa com o meio ambiente e vice- versa, assim como a caracterizao do universo pessoal no seu prprio contexto (emoes, valores pessoais, reaes individuais, alm da infinita busca pela longevidade).
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  • MEDICINA CHINESA
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  • Indefinida pela sua idade, a fitoterapia chinesa pode datar dos primrdios da histria, com histricos arqueolgicos com mais de 600.000 anos de existncia (homem de Pequim poca Plistoceno), parte integrante da chamada Medicina Tradicional Chinesa.
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  • Acupuntura, massagens, dietoterapia, tcnicas marciais, dentre outras tambm compem essa forma milenar de tratamento.
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  • Os tratamentos com a chamada Matria Mdica Chinesa, so mais difundidos que outros tratamentos como acupuntura, Lian Gong, Qi Gong, e at mesmo a medicina convencional. Dentre a aplicao dessa matria mdica est tambm a dietoterapia chinesa.
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  • Em torno de 90% da MM so substncias fitoterpicas ou substncias nutricionais. Porm ela ainda composta por substncias dos reinos mineral e animal, tipo chifre de cervo, lagartixas, escorpies, testculos animais, cascas de ostras, vsceras de cobras, excrementos animais, urina humana, dentre vrias outras substncias exticas.
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  • Mais fundamentada na racionalidade taosta/confucionista onde existem duas foras interdependentes e contrrias denominadas Yin e Yang, a fitoterapia chinesa aplicada de acordo com os princpios bsicos de 5 elementos, de teorias do Qi, Xu, Jing Ye, Zang Fu, dentre outras.
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  • O campo da Fitoterapia Chinesa - o uso de drogas no quimicamente processadas com finalidade teraputica, segundo os princpios da Medicina Tradicional Chinesa - frequentemente mal compreendido no Brasil devido escassez de material bibliogrfico que trate o assunto com a profundidade necessria.
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  • No raro depararmo-nos com erros bsicos devido uma interpretao superficial de regras gerais que no so sempre aplicveis. Um exemplo comum a tentativa de aplicar diretamente a correspondncia das Cinco Fases (ou Cinco Elementos) da cosmologia chinesa com os chamados cinco sabores, sem levar em considerao as outras propriedades dos compostos.
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  • Alm disso, uma prescrio fitoterpica na maioria das vezes engloba 5 ou mais componentes, sendo um ou dois deles os agentes principais contra a causa do mal mas tendo os restantes papis no menos essenciais, como de impedir um efeito colateral indesejado ou encaminhar o agente principal ao locus da doena.
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  • Qualquer alimento pode ser classificado conforme as propriedades aqui descritas, e esta classificao forma a base da diettica energtica chinesa.
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  • Qualquer um concluir logo que recomendaes do tipo este alimento bom para tal rgo so vazias de significado, do ponto de vista da Medicina Tradicional Chinesa, pois bom no leva em considerao nenhuma anlise das propriedades de um alimento em relao aos vrios padres de desequilbrio que podem manisfestar-se ligados um rgo do corpo.
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  • Qi - XU
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  • o substrato material e mental do homem; Ele pode assumir diferentes formas dependendo de sua funo; existe somente um tipo de Qi.
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  • A transformao e a transmutao constantes so a base da fisiologia do Qi dos seres vivos. Indica a forma fsica e a atividade fisiolgica do organismo. Produz e ordena a atividade do organismo.
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  • O Qi apresenta dois aspectos principais: Indica a essncia aprimorada produzida pelos sistemas internos para nutrir o corpo e a mente (SHEN*). Existem diferentes tipos da essncia (Jing) de acordo com a localizao e funo. Por exemplo; Qi torcico (Zong Qi) que nutre o corao (Xin) e Pulmo (Fei). Indica a atividade funcional dos Zang-Fu (rgos e vsceras). Qi do fgado (Gan) responsvel pelo fluxo suave do Qi. Qi do pulmo (Fei) responvel pela descida do fluxo de Qi. Logo, o Qi desempenha funes orgnicas de aquecimento (Shen Qi ); Proteo (Wei Qi); Movimento (livre fluxo de Qi); atividade de controle (Pi Qi controla o Xu dentro dos vasos; Fei Qi controla a sudorese; Shen Qi controla a diurese, etc); atividade de transformao (Qi Hua) quando ocorrem entre Qi, Xu, Jing, Jin Ye.
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  • Xu foi traduzido como sangue, e desempenha uma funo semelhante, de nutrio; hidratao e serve de base material para a atividade mental.
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  • YIN & YANG
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  • Duas foras antagnicas, interdependentes, devem equilibrar o estado de sade do indivduo.
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  • A primeira idia se associa com as faces sombrias e ensolaradas da montanha. A face ensolarada a yang e a sombria Yin.
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  • Yin e Yang so interdependentes, j que a existncia do Yin depende o Yang e vice versa. Tambm se controlam mutuamente, pois alm de opostos, so complementares. Esse controle exerce um equilbrio dinmico, levando a harmonia e a homeostase do organismo.
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  • Segundo a MTC, o desequilbrio dessas duas foras a base do adoecimento, com a perda da capacidade de auto-regulao, levando ao desequilbrio.