PROGRAMA DE INTEGRIDADE DO CPqD - s3-sa-east .Participações empresariais. 1. Apresentação

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PROGRAMADE INTEGRIDADE

DO CPqD

Sumrio

1 . Apresentao2 . Objetivos e abrangncia3 . Cdigo de Conduta do CPqD4 . Diretrizes e procedimentos

5 . Deteco e comunicao6 . Consequncias para condutas inadequadas7 . Disposies finais8 . Contatos do Canal de Denncias

I. II. III. IV.V. VI. VII.

Atos lesivos administrao pblicaOferta de presentes e hospitalidadePagamentos por atos de rotinaContribuies polticasIntermediriosManuteno dos registros eda contabilidadeParticipaes empresariais

1. ApresentaoO CPqD uma instituio voltada para a inovao das Tecnologias da Informao e Comunicao, cuja misso contribuir para aumentar a competitividade de seus clientes e do Pas, alm de ajudar a promover a incluso digital da sociedade brasileira. Regido por seu Estatuto Social, o CPqD est centrado nos valores adotados: a inovao, que se traduz numa postura incansvel e cotidiana dos colaboradores e da administrao do CPqD de levar a inovao aos nossos clientes e sociedade brasileira; a excelncia, que se apresenta como um norteador no comportamento dos colaboradores do CPqD, para que todo e qualquer trabalho realizado tenha a excelncia como premissa na sua execuo; o respeito, que, justamente por ser uma palavra ampla, apresenta mltiplos significados: o respeito aos colegas, o respeito com os compromissos, o respeito aos fornecedores, parceiros e concorrentes; a confiana como um atributo que precisa ser cultivado permanentemente entre os colaboradores, os administradores e entre o CPqD e todas as partes relacionadas; a objetividade, de forma a buscar melhores nveis de produtividade e adequ-los permanentemente s necessidades dos clientes; e a parceria na crena de que a inovao mais frutfera quando cultivadas parcerias cujas competncias so complementares quelas existentes no CPqD.

Em 2013, o Governo Federal publicou a Lei N 12.846, conhecida como Lei Anticorrupo, regulamentada no ano de 2015. Em que pese o fato de o CPqD sempre ter pautado sua conduta e incentivado seus colaboradores, fornecedores e parceiros tambm a se pautarem por uma conduta tica, voltada para o estrito cumprimento das leis e, principalmente, pelo desejo permanente do desenvolvimento pleno e sustentvel da sociedade brasileira, a partir da publicao da Lei Anticorrupo, recomendvel que a organizao apresente um conjunto de prticas formais. Nesse sentido, este Manual do Programa de Integridade busca orquestrar os diferentes instrumentos e prticas j existentes no CPqD, tornando-os conformes com os requisitos preconizados na lei e em sua regulamentao.

3.

2. Objetivos e abrangnciaO presente manual busca alinhar as prticas do CPqD quelas preconizadas na Lei N 12.846/13, conhecida como Lei Anticorrupo, e suas regulamentaes. Essas prticas so de conhecimento obrigatrio e devem ser seguidas por todos os colaboradores do CPqD, por todos os que se relacionam com e em nome do CPqD, incluindo fornecedores, parceiros, representantes comerciais, empresas nas quais o CPqD tenha participao, entre outros, e observadas em especial no relacionamento com a administrao pblica e com seus agentes.

4.

Arquitetura do Programa de Integridade

Os colaboradores tomam conhecimento do Programa de Integridade assim que ingressam no CPqD, pelo processo de socializao. J ingressados, todos os colaboradores so treinados quanto ao conhecimento dos procedimentos e das diretrizes aqui descritos, por meio da estrutura de Educao Corporativa do CPqD. Os fornecedores e parceiros so comunicados sempre no ato de formalizao do relacionamento.

Na essncia, o CPqD no tolera nem incentiva qualquer disposio de seus colaboradores, fornecedores e parceiros para oferecer vantagem de qualquer natureza administrao pblica ou a seus agentes, assim como a representantes de instituies privadas, com o propsito de criar qualquer benefcio para o CPqD.

Por administrao pblica, o CPqD entende no s a administrao direta, mas tambm a indireta, como as autarquias e as empresas estatais. Incluem-se tambm os partidos polticos e as instituies de qualquer natureza a eles associados.

Cdigo de CondutaPrevenir

4. Plano de auditoriasinternas

5. Plano de Diligncias esuperviso de terceiros

6. Consequncias paraconduta inadequada

7. Avaliao da efeti-vidade do Programa

Detectar Responder1. Manual do Programa de Integridade

2. Treinamento

3. Canal de Denncias

3. Cdigo de Condutado CPqD

CDIGO DE CONDUTA Estamos construindo um CPqD longevo com nfase na produtividade, na qualidade, na conformidade com a lei e na criao de valor para a sociedade. Para tanto, acreditamos que devemos nos pautar pelos princpios de no discriminao de qualquer natureza, respeito pela dignidade e pelos direitos humanos, sensibilidade s necessidades dos clientes, preservao do meio ambiente e compromisso tico.Ns acreditamos que:

ORGANIZAONossa atuao deve ser sempre em defesa dos interesses da organizao, mantendo sigilo sobre negcios e operaes do CPqD, assim como sobre os negcios e as informaes de nossos clientes e parceiros, protegendo e valorizando o patrimnio.

SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE nosso dever oferecer sociedade solues tecnolgicas que contribuam para o seu desenvolvimento, progresso e bem-estar, com um profundo respeito ao meio ambiente.

EMPREGADOS E DIREITOS HUMANOSNossa conduta deve pautar-se por princpios de respeito dignidade humana, civilidade e boa convivncia social, caracterizada por um clima de integrao e harmonia, valorizando o trabalho coletivo, respeitando a diversidade humana e repudiando atitudes guiadas por preconceitos relacionados a raa, religio, ideologia poltica, orientao sexual, cor e incapacidade fsica ou sensorial, bem como quaisquer outras formas de discriminao. CLIENTESO compromisso com a satisfao de nossos clientes deve refletir-se no respeito aos seus direitos e na busca por solues que atendam aos seus interesses, sempre em consonncia com as diretrizes estratgicas da organizao.

5.

6.

COMUNIDADE CIENTFICA E TECNOLGICAA cooperao do CPqD com a comunidade cientfica e tecnolgica, sem o esprito de competio, uma forma essencial de aumentar a nossa capacitao e a competitividade do Pas.

PARCEIROSA escolha de parceiros para nossos negcios deve sempre ser norteada pelas diretrizes estratgicas da organizao e baseada no respeito s necessidades e s condies dos clientes, na criao de um ambiente de confiana e cooperao mtua entre as partes, e na disposio de envidar esforos conjuntos para ampliar negcios sem cercear a liberdade das partes.

FORNECEDORESA escolha e a contratao de fornecedores devem ser baseadas em critrios tcnicos, ticos e nas necessidades do CPqD, sempre apoiadas por processos transparentes que garantam a melhor relao custo/benefcio para o CPqD e para os seus clientes.

ADMINISTRAO PBLICANosso relacionamento com as instituies da administrao pblica, de qualquer natureza, deve ser pautado pelos princpios do respeito s leis destinadas a coibir a corrupo e da iseno para com as questes poltico-partidrias, e deve ser observado por nossos colaboradores, fornecedores, representantes comerciais e pelas empresas nas quais o CPqD tenha participao.

CONCORRENTESA concorrncia leal deve ser o elemento bsico em todos os nossos negcios. Devemos tratar nossos concorrentes com o mesmo respeito com que esperamos ser tratados.

ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVILDevemos estar sempre abertos ao dilogo e interao com as entidades da sociedade civil ligadas s atividades de atuao do CPqD.

4. Diretrizes e procedimentosI. Atos lesivos administrao pblica

O CPqD no adota, no incentiva e no permite a prtica de qualquer conduta que constitua ou resulte em ato lesivo administrao pblica, a saber:

Prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a um agente pblico ou a terceiros relacionados a ele;

Financiar, custear, patrocinar ou subsidiar a prtica de atos ilcitos previstos na Lei Anticorrupo;

Utilizar-se de terceiros para ocultar ou dissimular a identidade do CPqD ou dos beneficirios dos atos praticados;

Frustrar, impedir ou fraudar, mediante ajuste, combinao ou qualquer outro expediente, o carter competitivo de procedimento licitatrio pblico ou contrato dele decorrente;

Afastar ou procurar afastar licitante, por meio de fraude ou oferecimento de vantagem de qualquer tipo;

Criar, de modo fraudulento ou irregular, pessoa jurdica para participar de licitao pblica ou celebrar contrato administrativo;

Obter vantagem ou benefcio indevido, de modo fraudulento, de modificaes ou prorrogaes de contratos celebrados com a administrao pblica, sem autorizao em lei, no ato convocatrio da licitao pblica ou nos respectivos instrumentos contratuais;

Manipular ou fraudar o equilbrio econmico-financeiro dos contratos celebrados com a administrao pblica;

Dificultar atividades de investigao ou fiscalizao de rgos, entidades ou agentes pblicos, ou intervir em sua atuao, inclusive no mbito das agncias reguladoras.

7.

8.

II. Oferta de presentes e hospitalidade

O CPqD no oferece presentes ou hospitalidades (refeies, viagens, hospedagens e entretenimento) para obter vantagem com a administrao pblica. A oferta de presentes e hospitalidades, como forma de cortesia, no deve ultrapassar o limite do equivalente a US$ 100,00 por pessoa, desde que autorizado pelo gestor imediato e registrado em ferramenta corporativa do CPqD. Deve ser observada a razoabilidade da frequncia na oferta de cortesias e hospitalidades.

III. Pagamentos por atos de rotina

O CPqD no faz nem oferece pagamentos por atos de rotina, entendidos aqui como todos aqueles que possam acelerar, facilitar ou trazer alguma vantagem no desembarao dos afazeres burocrticos tpic