20090186 TXT P001 016 - Areal Editores- Areal Editores .2010-09-15 · Esta afirmação significa

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    PREPARAR OS TESTES HISTRIA 8

    1. a) A partir de meados do sculo XV, a populao euro-peia voltou a aumentar.

    b)Os Europeus pretendiam ter acesso directo ao ouroe especiarias.

    c)No incio do sculo XV eram os Muulmanos quecontrolavam o comrcio do ouro e das especiarias.

    2.1. A quantidade de produtos que abundava em Ceuta, jque esta era frtil em po, vinho, carnes, frutas, pesca-rias de variadas espcies de peixes e outras coisas dignasde louvor.

    2.2. Posio estratgica desta cidade que se localiza entreo mar Mediterrneo e o Oceano Atlntico, junto ao es-treito de Gibraltar, j que a sua conquista possibilitavaa Portugal controlar os navios que entravam e saamdo Mediterrneo. Ceuta era igualmente uma impor-tante cidade comercial, passando por l diversas rotascomerciais. A eram armazenadas diversas mercado-rias (especiarias, ouro, por exemplo) que, posterior-mente, eram vendidas para outros locais. Desta forma,os portugueses julgavam conseguir obter grandes be-nefcios econmicos com a conquista desta cidadeafricana. Em Ceuta, abundavam tambm os solos frteis queproduziam elevadas quantidades de cereais, produtoque escasseava, por vezes, em Portugal. Os portugue-ses viam na conquista de Ceuta a possibilidade, tam-bm, de controlarem melhor os ataques dos piratasmuulmanos a embarcaes portuguesas e costa al-garvia e de difundirem a f crist.

    2.3. De facto, os benefcios econmicos que Portugal pre-tendia obter com a conquista de Ceuta no foram al-canados, pois os solos frteis eram constantementeatacados, ficando totalmente destrudos, e os Muul-manos desviaram as rotas comerciais que passavampor Ceuta para outras cidades do Norte de frica. Assim, a manuteno desta conquista obrigou a Coroaportuguesa a um esforo econmico e militar enormeque no foi recompensado.

    3. 1418 Redescoberta de Porto Santo.1434 Passagem do cabo Bojador.1456 Descoberta do arquiplago de Cabo Verde.1458 Conquista de Alccer Ceguer.

    4.1. O documento 2 trata-se da carta enviada por Crist-vo Colombo aos reis de Castela, dando conta da suachegada s ndias. Esta foi uma informao errada, jque na verdade o navegador ao servio da coroa cas-telhana tinha alcanado as Antilhas e no a ndia. Assim, quando correu a notcia desta descoberta, D. Joo II, relembrando o que havia ficado estabelecidono Tratado de Alcovas, informou Castela de que es-tas terras pertenciam ao reino portugus e as disputasentre portugueses e castelhanos reacenderam-se no-vamente. Foi necessrio assinar o Tratado de Tordesi-lhas (1494), explicitado no documento 3, para pr fims disputas por este territrio. Neste tratado ficou esta-belecido que o mundo ficava dividido em duas partes,atravs de um meridiano que passava 370 lguas aoeste de Cabo Verde. Assim, as terras descobertas e a

    descobrir a oriente deste meridiano pertenciam ao ditoSenhor Rei de Portugal e a seus sucessores, j aos Senho-res Rei e Rainha de Castela pertencia tudo o outro assimilhas como terra firme que so ou forem achadas pelos di-tos Senhores Rei e Rainha de Castela e de Arago a oci-dente deste mesmo meridiano.

    5.1. comrcio, feitorias, marfim, ouro, malagueta, escravos,despovoados, Madeira, Aores, agricultura, pecuria,acar, escrava, trfico de escravos.

    5.2. As relaes estabelecidas entre Portugueses e Africa-nos, ao longo dos sculos XV e XVI, foram essencial-mente comerciais. Contudo, a convivncia entre osdois povos resultou numa troca cultural. Assim, os Afri-canos sofreram uma aculturao, ou seja, modificaramalguns aspectos da sua cultura e mesmo a sua religio,devido convivncia e ao contacto com os Portugue-ses. Desta forma, muitos africanos converteram-se fcrist e adoptaram a lngua portuguesa como idiomaoficial, situao que hoje em dia ainda perdura em al-guns pases.

    6. Para desenvolver o comrcio no Oriente, no sculoXVI, os portugueses estabeleceram feitorias. Assim, osprodutos comercializados por cada uma das feitoriaseram enviados para Goa, capital do Imprio Portugusdo Oriente, sendo depois trazidos pelos portuguesespara a Europa, atravs da rota do Cabo.

    7. A Casa da ndia, situada em Lisboa, capital do reinoportugus, detinha uma enorme importncia no s-culo XVI, j que administrava o comrcio entre o nossopas e o Oriente e estava ainda responsvel por expor-tar os produtos orientais para o resto da Europa.

    1.1. Segundo o documento, no incio do sculo XV, os Eu-ropeus apenas conheciam, para alm do continenteonde habitavam, o Norte de frica e a sua costa at aocabo Bojador e parte da sia. A Amrica e a Oceniaeram ainda desconhecidas.

    1.2. Os mapas da poca medieval reflectiam o conheci-mento limitado que os Europeus tinham do Mundo.Deste modo, apenas a Europa era correctamente repre-sentada. J o continente asitico e o africano eram in-correctamente representados, aparecendo este ltimo,na cartografia medieval, bastante alongado para Sul, jque se julgava que os oceanos Atlntico e ndico notinham comunicao entre si. A Amrica e a Oceniano constavam dos mapas medievais, pois ignorava-sea sua existncia.

    1.3. O conhecimento limitado que os Europeus tinham doMundo, no incio do sculo XV, propiciou a criao delendas e mitos acerca dos mares ainda no navegadose dos territrios ainda desconhecidos. Assim, julgava--se que nos mares at a nunca navegados existiammonstros que engoliriam os navios, acreditava-se quenos territrios desconhecidos existiam homens semcabea, estando o rosto embutido no peito, e pessoascom cabea de animal. A expanso martima permitiualargar o conhecimento do Mundo e provar que estaslendas e mitos no passavam disso mesmo, j que nocorrespondiam realidade.

    EXERCCIOS PROPOSTOS PGS. 23-24

    TESTE DE AVALIAO 1 PGS. 25-27

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    PREPARAR OS TESTES HISTRIA 8

    2. a) 4; b) 3; c) 2; d) 5; e) 13. econmicos, Norte de frica, nobreza, terras, cargos,

    burguesia, ouro, africana4.1. O quadro representa o elevado interesse que

    D. Afonso V demonstrou pelas conquistas no Norte defrica. Este elevado interesse de D. Afonso V pelas con-quistas no Norte de frica no permitiu que o mo-narca se empenhasse directamente na explorao dacosta africana, levando-o a assinar o contrato descritono documento 2. Neste contrato ficou estabelecidoque D. Afonso V arrendava a explorao da costa afri-cana por cinco anos a Ferno Gomes, pagando o bur-gus duzentos mil reais cada ano. Todos os anos, Fer-no Gomes deveria descobrir pela costa em diante cemlguas. Em troca, o comerciante burgus teria direitoao comrcio exclusivo da costa africana.

    5.1. Manter o domnio portugus no Oriente.5.2. Os vice-reis deviam governar, em nome do monarca

    portugus, os territrios no Oriente e desenvolver ocomrcio.

    5.3. D. Francisco de Almeida defendia que os portuguesesdeveriam concentrar a sua fora no mar, pois conside-rava que se nele no fossemos poderosos, tudo logo se-ria contra ns. Assim, durante a sua governao, adop-tou uma poltica de domnio dos mares, travandodiversos combates no mar contra aqueles que amea-avam o poderio comercial de Portugal no Oriente. Jo seu sucessor, Afonso de Albuquerque, consideravaque o domnio portugus no poderia estar fundadoapenas no mar. Deste modo, defendia a construo defortalezas e a conquista de certas cidades estratgicaspara manter o domnio portugus no Oriente.

    6.1. Segundo o documento, os habitantes do Brasil erampardos, maneira de avermelhados, de bons rostos ebons narizes, bem feitos. No vestiam roupa e usavamornamentos nos lbios. Quanto ao cabelo era liso e umdeles trazia uma cabeleira de penas de ave amarela.

    6.2. D. Joo III.6.3. No Brasil, aps a diviso em capitanias, intensificou-se

    a explorao do pau-brasil, passou a cultivar-se a ba-naneira e a cana-de-acar. Para intensificar aindamais a produo, os portugueses levaram para o Brasilescravos africanos.

    6.4. D. Joo III iniciou a colonizao do Brasil e decidiuadoptar o mesmo modelo que havia sido usado naMadeira e Aores: a diviso em capitanias. No entanto,o sistema de capitanias no resultou no Brasil. Assim,D. Joo III decidiu adoptar um novo modelo de admi-nistrao: nomeou um governador-geral, que ficouresponsvel pela defesa, administrao e justia detodo o territrio brasileiro.

    7.1. Comrcio intercontinental, ou seja, comrcio efec-tuado entre vrios continentes.

    7.2.

    7.3. Lisboa, Sevilha e Anturpia eram os principais centroseconmicos, nos sculos XV e XVI. A Lisboa chegavamos produtos vindos dos seus domnios dispersos portrs continentes; j Sevilha recebia as mercadorias pro-venientes dos seus domnios americanos. Depois dereunidos em Lisboa e Sevilha, os produtos eram envia-dos para Anturpia, situada na Flandres (actual Bl-gica). A partir da eram distribudos por toda a Europa.

    7.4. Alteraes na agricultura, visto que se introduziramnovas culturas. Ocorreram ainda alteraes nos hbi-tos alimentares das populaes, bem como no vestu-rio utilizado.

    1.1. Renascimento.1.2. O Homem tinha, neste perodo, uma nova viso do

    Mundo e, sobretudo, do seu lugar nesse Mundo. As-sim, ao teocentrismo medieval, sucedia o antropocen-trismo, que defendia que o Homem e as suas capaci-dades estavam no centro do Mundo e do pensamentohumano.

    1.3. Esta afirmao significa que, durante a poca medie-val, a Antiguidade Clssica tinha sido esquecida epouco valorizada. Contudo, no Renascimento, oMundo acordou desse esquecimento e voltou a valori-zar o mundo clssico, passando a repudiar a culturamedieval.

    2.1. O classicismo, ou seja, a redescoberta e revalorizao,atravs do seu estudo, da Antiguidade Clssica; o indi-vidualismo, isto , a ideia da tentativa constante de afir-mao pessoal de cada indivduo, atravs de uma ade-quada educao e da valorizao das suas realizaesao longo da vida; e o esprito crtico, ou seja, a recusadas ideias pr-estabelecidas e no discutidas durante apoca medieval, levando o Homem a desenvolver umesp