Cnc Historico

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FUNDAMENTOS DO CNC

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  • Origem das Mquinas CNCs

  • Questionrio histrico dos CNCsQual caracterstica que deu origem a necessidade de mquinas automatizadas?Em que poca aproximadamente surgiram as primeiras mquinas automatizadas?Qual mquina automatizada foi a mais difundida mundialmente?Qual a diferena dos tornos automticos e os tornos CNCs.

  • 1)As mquinas automatizadas, surgiram da otimizao da produo, sendo primariamente aplicados em produes em larga escala e peas relativamente simples.

    2)As primeiras mquinas automatizadas surgiram em meados de 1890, no entanto ainda com mquinas quase que totalmente mecanizadas.

    3) O lendrio a-25 da marca Traub.

    4) Os tornos automticos so mquinas voltadas a produo em larga escala no entanto so mquinas limitadas quanto serem peas relativamente simples.Os Tornos CNCs, so mquinas que j tm em sua caracterstica por padro sensores, servo motores, cpu, software com linguagem especfica para assimilar a linguagem padro dos Comandos numricos.

  • Quando falamos de plano cartesiano, somos levados a nos remeter ao ensino mdio, mas basicamente :Um esquema reticulado necessrio para especificar pontos num determinado "espao" com dimenses. Cartesiano um adjetivo que se refere ao matemtico francs e filsofo Descartes que, entre outras coisas, desenvolveu uma sntese da lgebra com a geometria euclidiana.

  • Obs.: a polarizao de X (+/-) dada em funo da torre de Ferramentas.Ou seja, na nossa mquina Teremos a situao inversa, pois a torre fica pro lado do operador passando a ser X+ fica X- e vice-versa.

  • Basicamente a princpio trabalharemos com duas possibilidades de sistemas de referncia em peas, ou em definio de ponto ZERO.

    Uma das possibilidades a do encosto das castanhas.Outra seria na face da pea

    Obs.: possvel visualizar as duas possibilidades na pg. 23 do livro CNC.

  • Poderemos ter uma noo da mesma, tendo-a como suprema, pois, teremos uma referncia como padro do incio ao fim do programa, ou seja, do comeo ao fim de todas as movimentaes feitas na mquina, teremos como partida somente um ponto em comum.

  • Nesse sistema de coordenadas sempre nos remetemos ao ltimo Posicionamento assumido, ento sempre temos medidas de distncia entre dois pontos prximos.Esse sistema no comumente usado, no entanto possvel aplic-lo em meio a pequenas operaes dentro de um programa.

  • Com o intuito de fixarmos os sistemas de coordenadas, aplicaremos os dois sistemas de coordenadas (absoluta e incremental) nos exerccios propostos, em quadro e os aplicados na pg. 73 e 74 da apostila de exerccios.

  • Consideremos que no Primeiro exerccio teremos o ZERO mquina na face da castanha, na segunda considerao no ltimo ponto.Aplicar absoluta e incremental:

  • Mais adiante veremos que as funes preparatrias G so diversas, no entanto, para que no confundamos nesta aula trabalharemos somente com as funes G00 e G01.

    G00, Avano rpido, ( o maior avano de movimentao dos eixos.

    G01, Interpolao Linear, uma movimentao com velocidade de avano programado. E o mesmo dado pela auxiliar F, que delimita a velocidade da movimentao.

    Sempre que trabalharmos com a funo G01, teremos F como avano, geralmente aplicado como avano por rotao da placa.

  • Agora exercitaremos as informaes contidas na pgina anterior. Programao de movimentao para usinagem de pea proposta em exerccio.Como trabalharemos com a funo preparatria G01, imprescindvel que usemos a F que determina avano.

    NESSE CASO USAREMOS F 0.1, que nada mais que um dcimo de avano por rotao da placa (eixo rvore).

    importante salientar que o ponto de troca da ferramenta X200. e Z200.

  • A penetrao nesse caso ser de 4mm por passo e a cada passo da Ferramenta a mesma retornar 1mm antes do ponto (zero) em Z, tambm retornar no ponto do desbaste anterior.

  • n10G00 X200. Z200. #n20G00 X36. Z1. #n30G01 Z-60. F.1 #n40G00 X40. Z1.#n50G00 X32. #n60G01 Z-60. F.1 #n70G00 X36. Z1. #n80G00 X28.#n90G01 Z-60. F.1 #n100G00 X 32. Z1.#n110G00 X24.#n120G01 Z-30. F.1 #n130G00 X28. Z1. #n140G00 X20. #n150G01 Z-30. F.1 #n160G00 X200. Z200. #

  • As funes para interpolao circular so definidas por G02 e G3, que tm por finalidade gerar arcos (raios), perfis circulares que vo at 180 graus no torneamento, podendo at formar uma esfera completa. Sempre que usarmos a interpolao circular, deveremos estar posicionados no incio do arco, assim informando as coordenadas finais e o raio.

    A instruo G02,caracteriza um arco no sentido horrio.

    A instruo G03, caracteriza um arco no sentido anti-horrio.

  • Essa funo em todas as programaes ter a mesma competncia.Geralmente empregado em ciclos de furao com objetivo de otimizar o final do processo, num procedimento de limpeza e lubrificao em meio ao processo, que necessite uma eventual parada na usinagem.

    Observao:

    Normalmente se d tempo de espera ou permanncia no final de uma furao ou em canais para melhor acabamento e para que as ferramentas faam todo o percurso do dimetro usinado, ou seja, dar pelo menos uma volta completa.

  • No comando MACH utilizaremos na programao da seguinte maneira:

    G04 D 5.5#Nesse caso estaramos dizendo para mquina que aps uma dada operao em meio ao programa a mquina ficaria inerte no ciclo por cinco segundos e meio, no entanto h uma limitao quanto ao perodo de permanncia, o limite de 99 segundos.

  • Essa funo em outros comandos pode variar na denominao do G.

    Ao usar a funo de interpolao linear G01, mesmo que no programando as quebras de canto, feito um arredondamento de 0,2 mm em cada percurso automaticamente, isto haver um processo de insero.

    A programao com G73 feita exatamente como a programao G01, no entanto ela nos permite uma geometria perfeita da pea, deixando os cantos vivos.

  • No comando Mach:

    Para ativarmos a programao em funo do Dimetro, utilizamos: G 20

    No entanto se o objetivo trabalhar em funo das medidas no raio, utilizamos a funo:G21

  • No comando Mach:

    Para definirmos se a necessidade absoluta ou incremental, usamos as funes: G 90 Programao em coordenadas absolutas.G 91 Programao em coordenadas Incrementais.

  • No comando Mach:

    Para definirmos a unidade de medida do sistema de programao; milmetro ou polegada:

    G70 Ativa a programao em polegadas.G71 Ativa a programao em milmetros.

  • Esse sistema de compensao faz com que a ferramenta considere o contorno da pea, isto , possibilita a programao de acabamento sem a necessidade de clculos auxiliares.

    Os deslocamentos em qualquer tipo de interpolao a efeito de entendimento da mquina ela trabalha com uma lmina cortante com canto vivo, ou seja, desconsiderado um eventual raio da ponta da ferramenta.

    Quando se tm por objetivo compensar o raio externamente em nossa mquina que a torre fica do lado do operador, da direita para a esquerda em sentido de usinagem, usamos a funo G42, se em usinagem interna da direita para a esquerda G41.

  • Furao com descarga de cavacos

    Quando aplicarmos para furao usaremos da seguinte maneira:

    G74 Z __ W__ F___

    Z posio final quanto ao comprimento do furoW Incremento por penetrao ( quebra de cavacos)F Avano, ou velocidade de penetrao da broca.

  • Quando utilizado para ciclo de desbaste em perfil simples usaremos os seguintes endereos:

    X Dimetro final

    Z Comprimento Final

    I Incremento por passada (em dimetro) (penetrao)

    U1 Recuo angular dos eixos

    F Avano

    Obs.: Posiciona-se a ferramenta no dimetro do primeiro passo, descontando o valor do INCREMENTO, (valor da remoo no dimetro).

    A funo U1 ativa o recuo angular da ferramenta, caso descartarmos o uso do mesmo a ferramenta far o recuo com a pastilha em contato com a pea. Se utilizado, o valor do recuo ser igual ao valor do incremento.

  • Quando utilizado para ciclo de faceamento ou de canais, usaremos as seguintes informaes:

    X Dimetro final

    Z Comprimento Final

    K Incremento por passada (em dimetro) (penetrao)

    U1 Recuo angular dos eixos

    F Avano

    Obs.: Posiciona-se a ferramenta no dimetro do primeiro passo, descontando o valor do INCREMENTO, (valor da remoo no dimetro).

    A funo U1 ativa o recuo angular da ferramenta, caso descartarmos o uso do mesmo a ferramenta far o recuo com a pastilha em contato com a face da pea. Se utilizado, o valor do recuo em Z ser igual ao valor do incremento K.

  • Quando utilizado para ciclo de canais, usaremos as seguintes informaes:

    X Dimetro final

    Z coordenada final ( ltimo canal)

    w Incremento por penetrao (quebra- cavaco)

    K Distncia entre os canais

    D Tempo de permanncia em segundos

    F Avano

    Obs.: Os canais devem ser equidistantes.

    Posiciona-se no comprimento do primeiro canal.Se W no for programado, o eixo X avana para o dimetro final em movimento contnuo.

  • X Dimetro de referncia para incio de torneamento EXTERNO ( maior dimetro + 4mm) (subprograma)INTERNO ( menor dimetro 4mm) (subprograma)

    Z Comprimento de referncia para incio do torneamento, do primeiro posicionamento Z+ 2mm (subprograma)

    I Sobremetal para acabamento em X

    K Sobremetal em acabamento em Z

    W Incremento por passada em Diametro

    P Subprograma com dimenses de acabamento

    F Avano

    U1 Pr-acabamento paralelo ao perfil final

  • Esse ciclo permite o desbaste completo da pea e requer somente dois programas, esses denominados:

    Programa principalDeve conter todas as informaes tecnolgicas, como opo, chamada de ferr