CORROSIVIDADE ATMOSFÉRICA - apal.pt ?· teresa cunha diamantino corrosividade atmosfÉrica workshop_qualisteelcoat…

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Teresa Cunha Diamantino

CORROSIVIDADE ATMOSFRICA

WORKSHOP_QUALISTEELCOATAveiro, 22/04/2016

LABORATRIO DE MATERIAIS E REVESTIMENTOS (LMR)

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Corroso: Problema global

Tipos de corroso

Custos da corroso

Classificao da corrosividade atmosfrica

Proteo Anticorrosiva da estruturas de ao e a ISO 12944

Corroso Atmosfrica do Ao

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O que a Corroso?

EFC European Federation of Corrosion / ISO 8044:1999

Interao fsico-qumica entre o metal e o meio envolvente, da qual resultam mudanas nas propriedades do metal, levando frequentemente sua inutilizao ou do sistema tcnico do qual faz parte, ou ainda alterao do meio.

NACE

Deteriorao de um material ou das suas propriedades devida a reao com o meio envolvente.

IUPAC

Corroso a reaco interfacial irreversvel de um material (metlico, cermico, polimrico) com o meio envolvente, que resulta no consumo do material ou na dissoluo para o interior do material de um componente do meio.

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Ciclo de Vida dos Materiais

Em

etal

urg

ia

CO

RR

OS

O

E1

E2

ENERGIA ENERGIA

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http://www.google.co.uk/url?sa=i&rct=j&q=metals&source=images&cd=&cad=rja&docid=bL4cV8JUUh3hoM&tbnid=02Zcos6f0CqQcM:&ved=0CAUQjRw&url=http://electricinnn.blogspot.com/2009/08/metals.html&ei=H2h2UeO1Dcn80QXOnoGYDA&bvm=bv.45512109,d.ZGU&psig=AFQjCNF04Q05oTJUSobmhRd-h4_2P_EUlA&ust=1366800766665270http://www.google.co.uk/url?sa=i&rct=j&q=metals&source=images&cd=&cad=rja&docid=bL4cV8JUUh3hoM&tbnid=02Zcos6f0CqQcM:&ved=0CAUQjRw&url=http://electricinnn.blogspot.com/2009/08/metals.html&ei=H2h2UeO1Dcn80QXOnoGYDA&bvm=bv.45512109,d.ZGU&psig=AFQjCNF04Q05oTJUSobmhRd-h4_2P_EUlA&ust=1366800766665270

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Corroso: Um Problema GlobalINFRAESTRUTURAS

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Colapso da ponte sobre o Rio Mississipi, Minneapolis 2007

Exploso em Gasoduto na China, Qingdao2013

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Corroso: Um Problema GlobalMEIOS DE TRANSPORTE

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http://www.google.co.uk/url?sa=i&rct=j&q=aloha+accident+corrosion&source=images&cd=&cad=rja&docid=ISX4ybpGpkjE4M&tbnid=oBFI2zSxwP0dhM:&ved=0CAUQjRw&url=http://milesobrien.com/?p=3165&ei=rvJ2UfDmCsKlPdGdgOgD&bvm=bv.45580626,d.ZWU&psig=AFQjCNEXzg4psptsZbuP8NCU3kq9Is1KQw&ust=1366836254468993http://www.google.co.uk/url?sa=i&rct=j&q=aloha+accident+corrosion&source=images&cd=&cad=rja&docid=ISX4ybpGpkjE4M&tbnid=oBFI2zSxwP0dhM:&ved=0CAUQjRw&url=http://milesobrien.com/?p=3165&ei=rvJ2UfDmCsKlPdGdgOgD&bvm=bv.45580626,d.ZWU&psig=AFQjCNEXzg4psptsZbuP8NCU3kq9Is1KQw&ust=1366836254468993

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Corroso: Um Problema Global

PRODUO E ARMAZENAMENTO DE ENERGIA

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Corroso: Um Problema GlobalSADE, ALIMENTAO, PATRIMNIO

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Tipos de Corroso

UNIFORMELOCALIZADA

MACROSCPICA

MICROSCPICA

GALVNICA

INSTERSTICIAL

PICADAS

SELECTIVA

EROSO

EXFOLIAO

MICROBIOLGICA

INTERGRANULAR

SOB TENSO9

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3 - 4% PIB

EconmicosAmbientais

Sociais

Elevados impactos

20%

1000-1400 milhes

Custos da Corroso

50% CORROSO ATMOSFRICA

10Workshop_QUALISTEELCOATAveiro, 22 de abril de 2016

http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://www.gazetadailha.com.br/wp-content/uploads/2012/12/adutora1.jpg&imgrefurl=http://www.gazetadailha.com.br/2012/12/18/italuis-bairros-estao-novamente-sem-agua-em-sl/&docid=9Qzk4HEEmEz5pM&tbnid=_uHt5ZL5ZUjltM&w=372&h=200&ei=AhxtUZ3CBqeg7Aai_YCwDw&ved=0CAUQxiAwAw&iact=ricshttp://www.google.pt/imgres?imgurl=http://www.gazetadailha.com.br/wp-content/uploads/2012/12/adutora1.jpg&imgrefurl=http://www.gazetadailha.com.br/2012/12/18/italuis-bairros-estao-novamente-sem-agua-em-sl/&docid=9Qzk4HEEmEz5pM&tbnid=_uHt5ZL5ZUjltM&w=372&h=200&ei=AhxtUZ3CBqeg7Aai_YCwDw&ved=0CAUQxiAwAw&iact=ricshttp://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=queda+ponte+entre+os+rios+corros%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=K08-VOU-EEvhbM&tbnid=3UvlCzdSJT4rLM:&ved=&url=http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/atualidade/temi-que-me-caisse-em-cima&ei=6i9tUeqfGuGu7AbQsIDADA&bvm=bv.45175338,d.ZGU&psig=AFQjCNGSul9C4fuDMuN0ATb7Erx17sBIiw&ust=1366196586858754http://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=queda+ponte+entre+os+rios+corros%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=K08-VOU-EEvhbM&tbnid=3UvlCzdSJT4rLM:&ved=&url=http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/atualidade/temi-que-me-caisse-em-cima&ei=6i9tUeqfGuGu7AbQsIDADA&bvm=bv.45175338,d.ZGU&psig=AFQjCNGSul9C4fuDMuN0ATb7Erx17sBIiw&ust=1366196586858754

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AMBIENTESExteriores

Outdoor

Interiores

IndoorAMBIENTES EXTERIORES

Imerso

Sologuadoce

gua do mar

Zona de salpicosLinha gua

atmosfrica

Marinha Industrial Rural

Ambientes

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Corrosividade Ambiental

K.Slamova et al.. Photon. Energy. 2(1), 2012

(http://dx.doi.org/10.1117/1.JPE.2.022003)

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http://dx.doi.org/10.1117/1.JPE.2.022003

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PROJETO SOB CONTRATO EMPRESARIAL (1989-1995)Constitui uma ferramenta atual e fundamental que permite a elaborao de

especificaes de proteco contra a corroso de diferentes metais expostos atmosfera.

http://geoportal.lneg.pt/

Mapas Nacionais de Corroso Atmosfrica

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http://geoportal.lneg.pt/index.php?option=com_content&id=67&lg=pthttp://geoportal.lneg.pt/index.php?option=com_content&id=67&lg=pt

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Projeto Mapa Nacional de Corroso Atmosfrica 1990-1993

COBREZINCOALUMNIO

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M. E. Almeida e M. Ferreira. Corroso Atmosfrica, INETI, 1997

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AO

- Cloretos

- Tempo de humedecimento

- Dixido de enxofre

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Rede de Estaes de corroso dos Projetos MICAT_PATINA

PROTECO ANTICORROSIVA DE METAIS NA ATMOSFERA

Acrnimo: REDE PATINA

Durao: 1995-1999

Entidade financiadora: CYTED/JNICT

Entidades participantes: 15 Pases (Argentina, Bolvia, Brasil,Chile, Colmbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Mxico,Panam, Per, Portugal, Uruguai, Venezuela)

MAPA IBEROAMERICANO DE CORROSO ATMOSFRICA

Acrnimo: MICAT

Durao: 1987-1994

Entidade financiadora: CYTED/JNICT

Entidades participantes: 14 Pases (Argentina, Brasil, Chile,

Colmbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Mxico,

Panam, Per, Portugal, Uruguai, Venezuela)

75 estaes atmosfricas

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Classificao de Atmosferas Corrosivas

REFERENCIAIS NORMATIVOSAtmosferasexteriores

EN ISO 9223:2012 Corrosion of metals and alloys. Corrosivityof atmospheres. Classification, determination and estimation

(ISO 9223:2012).

EN ISO 9224:2012 Corrosion of metals and alloys. Corrosivityof atmospheres. Guiding values for the corrosivity categories

(ISO 9224:2012).

EN ISO 9225:2012 Corrosion of metals and alloys. Corrosivityof atmospheres. Measurement of environmental parameters

affecting corrosivity of atmospheres (ISO 9225:2012).

EN ISO 9226:2012 Corrosion of metals and alloys. Corrosivityof atmospheres. Determination of corrosion rate of standard specimens for the evaluation of corrosivity (ISO 9226:2012).

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Classificar, determinar e estimar

Valores de referncia

Medioparmetrosambientais

Determinao das velocidades de corroso

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Classificao da Corrosividade Atmosfrica

Determinao da corrosividade

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Estimativa da corrosividade

Ao carbono

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Determinao das velocidades de corroso

de materiais de referncia (ISO 9226)

Determinao das velocidades de corroso

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Ao Cobre Zinco Alumnio

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Cat

ego

ria

corr

osi

vid

ad

e

Velocidades de corroso (rcorr) dos metais

Unidades Ao carbono Zinco Cobre Alumnio

C1 g(m2.a)m/a

rcorr10rcorr1,3

rcorr0,7rcorr0,1

rcorr0,9rcorr0,1

Desprezvel-

C2 g(m2.a)m/a

10rcorr2001,3rcorr25

0,7rcorr50,1rcorr0,7

0,9rcorr50,1rcorr0,6

rcorr0,6-

C3 g(m2.a)m/a

200rcorr40025rcorr50

5rcorr150,7rcorr2,1

5rcorr120,6rcorr1,3

0,6rcorr2-

C4 g(m2.a)m/a

400rcorr65050rcorr80

15rcorr302,1rcorr4,2

12rcorr251,3rcorr2,8

2rcorr5-

C5 g(m2.a)m/a

650rcorr150080rcorr200

30rcorr604,2rcorr8,4

25rcorr502,8rcorr5,6

5rcorr10-

CX g(m2.a)m/a

1500rcorr5500200rcorr700

60rcorr1808,4rcorr25

50rcorr905,6rcorr10

rcorr10-

Classificao da Corrosividade Atmosfrica Exterior

1 ano de exposio

1919

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D = rcorr tb

Cintica do Processo de Corroso Atmosfrica

Funo exponencial t tempo de exposio, expressoem anos

rcorr a velocidade corroso (1ano) (g/(m2.a) ou (m/a) (ISO 9223)

b expoente especfico para o tipode atmosfera e a composio do metal (

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Estimativa da Corrosividade Atmosfrica

Parmetros e Contaminantes Atmosfricos

Tempo de Humedecimento (1-5)

Dixido de enxofre (P0-P3)

Cloretos (S0-S3)

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CATEGORIA CORROSIVIDADE AMBIENTES CARACTERSTICOS (OUTDOOR)

C1 muito baixa Zonas secas e frias, ambientes com poluio baixa e baixos tempos de humedecimento ex. certos desertos, Antrtida central

C2 baixa Zonas temperadas, ambientes com baixa poluio (SO25g/m3)

ex. reas rurais e pequenas cidades

C3 mdiaZonas temperadas, ambientes com poluio mdia (SO2:5g/m

3 a 30g/m3) ou com algum efeito atravs dos cloretos.

ex. reas urbanas, reas costeiras com baixa deposio dos cloretos taiscomo zonas tropicais e subtropicais, atmosferas com baixa poluio

C4 elevada

Zonas temperadas, ambientes com poluio elevada (SO2:30g/m3 a

90g/m3) ou com influncia intensa de cloretos.ex. reas urbanas poludas, reas industriais, reas costeiras, sem nevoeiro

salino, exposio ao efeito severo dos sais de degelo. Zonas tropicais e sub-tropicais, atmosfera com poluio mdia

C5 muito elevadaZona temperada e sub-tropical, ambientes com elevados nveis de poluio

(SO2:90g/m3 a 250g/m3) e/ou grande influncia de cloretos. ex. reas

industriais, reas costeiras, locais de abrigo na costa

CX extrema

Zona sub-tropical e tropical (tempos de humedecimento muito elevados), ambientes com elevados nveis de poluio SO2 (250g/m

3 ) e/ou grandeinfluncia de cloretos.

ex. reas industriais extremas, reas costeiras e reasOffshore com contacto ocasional com o nevoeiro salino

Classificao da Corrosividade Atmosfrica Exterior

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C2 - Baixa

Categoria de Corrosividade

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Zonas temperadas, ambientes com poluio mdia ou com alguma influncia de cloretos.

C3 - Mdia

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Categoria de Corrosividade

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Zonas temperadas, ambientes com poluio elevada ou com influncia intensa de cloretos.

C4 - Elevada

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Categoria de Corrosividade

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Zona temperada e sub-tropical, ambientes com elevados nveis de poluio e/ou grande influncia de cloretos

C5 Muito Elevada

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Categoria de Corrosividade

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Zona sub-tropical e tropical (tempos de humedecimento muito elevados), ambientes com elevados nveis de poluio SO2 e/ou grande influncia de cloretos (CX-M e/ou CX-I).

Categoria de Corrosividade

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Corroso atmosfrica Mapas de Portugal

C2

C3

C4

C5

CX

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MONITORIZAO PERMANENTE

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Corroso Atmosfrica do Ao - DURABILIDADE

A partir de 1/07/2014 obrigatria a marcao CE das estruturas metlicas.

EN 1090 define os requisitos tcnicos e de desempenho a que devem obedecer as estruturas

metlicas, bem como o nvel de exigncia necessrio ao controlo de fabrico interno.

EN 1090-1

EN 1090-2 Estruturas

de ao

EN 1090-3 Estruturas

de alumnio

A marcao CE uma declarao do fabricante de que o produto vai

ao encontro de determinados requisitos.

TRATAMENTO DE SUPERFCIES- Preparao de superfcie antes da aplicao da proteo anticorrosiva- Aos resistentes intemprie- Ligaes galvnicas- Galvanizao- Espaos selados- Superfcies em contacto com beto- Superfcies inacessveis- Reparaes aps corte ou soldadura- Limpeza aps montagem

ISO 12944

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Proteo anticorrosiva da estruturas de ao

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Proteo anticorrosiva da estruturas de ao

Corroso

Materiais

Impacto econmico

Corroso Atmosfrica

Mapas de Corrosividade Atmosfrica

Tcnicas de Proteo contra a Corroso

ProjetoRevestimentos

Especificao

Desempenho/ Certificao

Obras Novas

Inspeo

Manuteno

ISO 12944_1Introduo geral

ISO 12944_2Classificao de Ambientes

ISO 12944_3Conceo e disposies construtivas

ISO 12944_4Tipos de superfcie e de preparao de superfcie

ISO 12944_5Esquemas d...