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1 FLUIDO DE CORTE Professora: Maria Adrina Paixão de Souza da Silva, Dra. Eng. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS

Fluido de corte

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  • 1. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DECORTE1Professora: Maria Adrina Paixo de Souza da Silva, Dra. Eng.

2. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS FLUIDO DE CORTEINTRODUO 2 3. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS INTRODUOTENDNCIAS DA INDUSTRIAPeasMais sofisticadasCom elevado grau de tolerncia Dimensional Geomtrica Rugosidade superficialBaixo custoSem poluir o meio ambienteCom menor uso de fluido de corte 3 4. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS INTRODUO FLUIDO DE CORTESo aqueles lquidos e gases aplicados naferramenta e no material que est sendo usinado, afim de facilitar a operao de corte.4 5. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISINTRODUO Altas Temperaturas em UsinagemDesgaste acelerado da pea; Dano trmico estrutura da pea;Distoro devido dilatao trmica. 5 6. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISINTRODUO 6 7. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS FLUIDO DE CORTEFUNES DO FLUIDO DE CORTE 7 8. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS FUNES DO FLUIDO DE CORTEO uso de fluidos de corte geralmente justificado por um dosseguintes fatores:1. Gerao excessiva e/ou eliminao deficiente de calor pelosistema ferramenta cavaco-pea.Reduo atravs de eliminao;Reduo do mecanismo gerador de calor;2. Ocorrncia de esforos elevados.Funes bsicas do fluido de corte: refrigerao e/oulubrificao. 8 9. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFUNES DO FLUIDODE CORTE9 10. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA 2.1. FUNES DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISSECUNDRIAS DO FLUDO DE CORTEPreveno contra soldagem cavaco-ferramenta;Retirada do cavaco da regio de corte;Proteo contra corroso;Reduo da dilatao trmica da pea;Evitar danos estrutura superficial e crescimento exageradode tenses residuais na superfcie usinada.10 11. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2. FLUIDO DE CORTE COMO REFRIGERANTEPara que o fluido de corte elimine o calor de forma eficiente,ele deve possuir:Baixa viscosidade;Molhabilidade;Alto calor especfico e condutividade trmica.Atua reduzindo o atrito entre ferramenta e pea e cavacoferramenta (principalmente):Reduo de esforos;Menor gerao de calor.Infelizmente, possui pouca eficincia a altas Vcs (velocidades de 11corte). 12. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS2.3. UM BOMFLUIDO DE CORTEResistir a altas presses e temperaturas;Possuir boas propriedades antifrico e antisoldantes;Possuir viscosidade adequada (baixa o suficiente para que ofluido chegue zona a ser lubrificada e alta o bastante parapermitir boa aderncia.12 13. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA2.4. PROPRIEDADES DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISAUXILIARES DOS FLUIDOSDE CORTEAusncia de odores desagradveis;No corroer pea ou mquina (de preferncia deve protegerambos contra corroso);No tender a originar precipitados slidos; Deposio nas guias da mquina; Entupimento dos tubos de circulao de fluido;No causar danos sadem humana.Fcil eliminao, no causar danos ao meio ambiente.13 14. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DE CORTECLASSIFICAO DO FLUIDO DECORTE14 15. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISCLASSIFICAO DO FLUIDO DE CORTEAquososguaEmulsesleosleos mineraisleos graxosleos compostosleos de extrema pressoArBaixa capacidade de refrigerao e lubrificao.Usado para a remoo do cavaco da regio de corte.Bastante usado na usinagem do ferro fundido emateriais que apresentem cavaco muito curto ou emforma de p. 15 16. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS3.1.AQUOSOS16 17. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.1. 1. GUAPrimeiro fluido de corte utilizado;Excelente capacidade de refrigerao;Preo baixo;Abundante na natureza;Baixa viscosidade;No inflamvel;Pouca ou nenhuma capacidade lubrificante;Baixo poder umectante; 17Provoca corroso de materiais ferrosos. 18. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.1. 2. EMULSESEmulses de leo em gua;Basicamente compostos de gua (1 a 20% de leo);Alto poder refrigerante;Alto poder umectante;Menor ao corrosiva;Melhor ao lubrificante em comparao gua. 18 19. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.1. 2. EMULSESRecomendados para:Mdios ou altas Vcs;No recomendados para:Baixas Vcs;Operaes de desbaste 19 20. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.2. LEOSLEOS PUROSRecomendados quando a gerao de calor provocada por atrito muito grande;Viscosidadeinversamenteproporcional capacidade derefrigerao;leos leves indicados para operaes que necessitem dedissipao de calor (altas Vcs);leos viscosos indicados para operaes pesadas;20Baixo calor especfico (metade do da gua). 21. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA 3.2. 1. LEOS MINERAISDISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISPUROSUsados na usinagem de ao baixo carbono, lato,bronze e ligas leves.Mais baratos e menos sujeitos oxidao que osleos graxos e compostos.21 22. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.2. 2. LEOS GRAXOS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETALBoa molhabilidade;Boa capacidade lubrificante;Facilitam a obteno de um bom acabamento;Mdia capacidade de refrigerao;Aumento de viscosidade e deteriorao com o tempo.Largamente substitudos pelos leos compostos ou pelos leos22EP (extrema presso). 23. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.2. 3. LEOS COMPOSTOS MISTURAS DE LEOS MINERAIS EGRAXOSPossuem vantagens os leos graxos;Estabilidade qumica;Viscosidade ajustada pela quantidade de leo mineral;10 30% de leos graxos;Usados na usinagem de cobre e suas ligas, e parafresamento e furao de diversos metais. 23 24. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3.2. 4. LEOS DE EXTREMAPRESSO (EP)leos com aditivos de extrema presso incorporados esuportam altas Vcs.Podem ser:Ativos aditivos EP reagem com os materiais envolvidos;Inativos aditivos EP no reagem. 24 25. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DE CORTEADITIVOS25 26. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS ADITIVOSAntiespumantes Evitam a formao de espumas, que podemimpedir a viso da regio de corte. Geralmente so ceras especiais ou leos de silicone.Anticorrosivos Protegem pea, ferramenta e mquina contracorroso.So base de nitritos de sdio, leos sulfurados ousulfonados.Suspeita-se que o nitrito de sdio seja cancergeno.26 27. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS ADITIVOSDetergentes reduzem a formao de ldo, lamas e borras. Compostos organometlicos contendo Magnsio, brio e clcio, entre outros.Emulgadores permitem a emulso de leos em gua.Sabes de cidos graxos, gorduras sulfatadas e outros. 27 28. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS ADITIVOSBiocidas inibem o desenvolvimento de microorganismos.EP permitem ao fluido de corte suportar presses etemperaturas elevadas. Reagem com a superfcie usinada,formando compostos de baixa resistncia ao cisalhamento.Matrias graxas e derivados, fsforo, zinco, clorados,sulfurizados inativos, sulfurizados ativos, sulfurados esulfoclorados.28 29. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS FLUIDO DE CORTESELEO DO FLUIDO DE CORTE 29 30. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS SELEO DO FLUIDO DE CORTEExistem 4 fatores a serem considerados na seleo de fluidosde corteMaterial da pea;Material da ferramenta;Condio de usinagem;Processo de usinagem. 30 31. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA5.1. MATERIAL DA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISPEA MATERIAIS FERROSOSFofo: normalmente usinados a seco ou com ar. Fofo. malevel pode ser usinado com leo puro ou emulso. Fofo. branco requer aditivos EP.Aos: maior grupo de materiais usinados, ampla gama decomposies. Qualquer fluido pode ser usado, escolha depende do tipo de operao.Ao inox: leos EP so mais adequados para evitar o31empastamento do material na ferramenta 32. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA 5.1. MATERIAL DAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS PEALIGAS NO-FERROSASAl: deve ser usinado a seco ou com leos inativos sem enxofre.O uso de emulses pode causar combusto devido liberao dehidrognio.Na furao, um fluido lubrificante deve ser usado para evitara aderncia do cavaco nos canais helicoidais (superfcie desada).Mg: Normalmente usinado a seco ou com leos inativos semenxofre (em Vcs muito altas, para refrigerao). Emulses so terminantemente proibidas.32 33. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA5.1. MATERIAL DAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISPEA LIGAS NO-FERROSASCobre: diversos tipos de fluido de corte podem ser utilizados,devido grande quantidade de ligas. Evita-se S (enxofre).Ti, Ni, Co: formam ligas resistentes ao calor. So de difcilusinagem, com altas taxas de encruamento.Escolha do fluido depende da operao, com quase todos ostipos podendo ser escolhidos. S causa descolorao da pea. 33 34. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 5.2. MATERIAL DA FERRAMENTADiretamente ligado s condies de usinagem (e s tenses etemperaturas observadas nestas);Ao rpido possui baixa dureza a quente.Boa refrigerao necessria.Apresenta corroso na presena de gua (aditivos antiferrugemdevem ser usados).Aditivos anti-solda devem ser usados na usinagem de materiaistenazes.Metal duro suporta qualquer tipo de fluido de corte..34 35. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 5.2. MATERIAL DA FERRAMENTAFerramentas cermicas, CBN, PCD muito resistentes ao calor.Geralmente no suportam o uso de fluido de corte (devido poucaresistncia ao choque trmico) ou no necessitam deste para finsde aumento de vida.Usa-se fluido (quando possvel) com o objetivo de diminuir adistoro causada pelas altas temperaturas nas peas produzidas.35 36. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DE CORTEDESVANTAGENSDO USO DEFLUIDOS DE36 37. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DESVANTAGENS DODISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS USO DE FLUIDOS DECORTEAlto custoRelativo aquisio do fluido;Relativo ao tratamento e eliminao deste;Relativo limpeza do cavaco;Varia de 7,5 a 17% do custo de produo por peasegundo estudos.Toxidade Poluio; Doenas de pele e pulmonares37 38. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADESVANTAGENS DO DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISUSO DE FLUIDOS DE CORTE 38Formao da Nvoa de Fluido de Corte 39. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DE CORTEALTERNATIVASAO USO DE FLUIDOS DE39 40. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS ALTERNATIVAS AO USO DE FLUIDOS DE CORTEUsinagem a seco Estudos recentes mostram que possvel ausinagem a seco com vida de ferramenta semelhante obtida como uso de fluido de corte atravs da alterao dos parmetros decorte (menor Vc, maiores f e ap).Deve-se usinar com materiais de ferramenta e condies deusinagem adequadas para no incorrer em queda da vida daferramenta. 40 41. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS ALTERNATIVAS AO USO DE FLUIDOS DE CORTECorte com Mnima quantidade de Fluido (MQF)Procura-se minimizar a quantidade de fluido de corte.Fluido geralmente aplicado juntamente com um fluxo de ar(pulverizados) e direcionado contra uma das reas de atrito.Exemplo: furao de Al. 1. Cavaco adere aos canais helicoidais, podendo causar a quebra da ferramenta. 2. Usando MQL, pulveriza-se leo integral em um fluxo de ar comprimido, lubrificando a regio de corte.41 42. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISFLUIDO DE CORTEMANUTENODO FLUIDO DE CORTE42 43. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS MANUTENO DO FLUIDO DE CORTECusto de parada para troca e descarte poderepresentar de 2 a 17% do custo total da obra;Maior rigor da legislao ambiental;Maior conscincia ecolgica dos usurios. 43 44. SERVIO PBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPAFACULDADE DE ENGENHARIA MECNICADISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS7.1. RESOLUO N.9/93 CONAMATorna obrigatria a coleta de todos os leos usados porempresas credenciadas na ANP e licenciados pelos rgosestaduais de proteo ambiental;Probe descartar leo em solos, guas superficiais, guassubterrneas, no mar ou em sistema de esgoto ou evacuaode guas residuais, ou de modo que represente contaminaoatmosfrica superior ao nvel estabelecido por lei; 44 45. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS7.1. RESOLUO N.9/93 CONAMADetermina que o descarte s pode ser realizado apstratamento prvio;Obriga manter os registros de compra e alienao do leousado por dois anos caso consuma um mnimo anual de 700litros/ano;Crimes capitulados Lei 9605/98 e no Decreto Federal 3179.Integra da Res. 9/93 Conama em www.mma.gov.br/conama. 45 46. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISBibliografias ABREU FILHO, Carlos. Tornearia Mecnica Notas deAula, Belm, 2007. AGOSTINHO, Oswaldo Luis. VILELLa, Ronaldo Castro(In Memoriam), BUTTON, Srgio Tonini. Processos deFabricao e Planejamento de Processos. UniversidadeEstadual de Campinas - Faculdade de EngenhariaMecnica - Departamento de Engenharia de Fabricao -Departamento de Engenharia de Materiais. Campinas, SP.2004 BRAGA, Paulo Srgio Teles, CPM - Programa deCertificao de Pessoal de Manuteno Mecnica -Processos de Fabricao, SENAI/CST, Vitria, ES. 1999. COSTA, der Silva & SANTOS, Denis Jnio. Processos46de Usinagem. CEFET-MG. Divinpolis, MG. maro de 2006 47. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISBibliografias DINIZ, A. E., Tecnologia da Usinagem dos Materiais. 3 ed.So Paulo: Artliber Editora, 2003. FERRARESI, Dino. Fundamentos da Usinagem dosMetais. Editora Edgard Blcher LTDA. So Paulo, SP,1977 INMETRO. SISTEMA Internacional de Unidades SI(traduo da 7 edio do original francs Le SystmeInternational dUnits, elaborada pelo Bureau Internationaldes Poids et Mesures - BIPM). 8 edio Rio de Janeiro,2003. 116 p. INMETRO. Vocabulrio Internacional de TermosFundamentais e Gerais de Metrologia VIM PortariaInmetro 029 de 1995. 3 edio, Rio de Janeiro, 2003. 75p.47 reimpresso. 48. SERVIO PBLICO FEDERALUNIVERSIDADE FEDERAL DO PARINSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAISBibliografias PALMA, Flvio. Mquinas e Ferramentas. Apostila,SENAI-SC, Blumenau, 2005. SECCO, Adriano Ruiz; VIEIRA, Edmur & GORDO, Nvia.Mdulos Instrumentais Metrologia. Telecurso 2000. SoPaulo, SP, 2007 VAN VLACK, L. H., Princpios da Cincia e Tecnologia dosMateriais. Traduo Edson Carneiro. Rio de Janeiro:Elsevier, 1970 4 reimpresso.48