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ISS ISS Territorialidade e Local da Territorialidade e Local da Incidência Incidência O Caso Potenza Leasing O Caso Potenza Leasing ALBERTO MACEDO Bacharel, Mestre e Doutor em Direito Tributário pela USP Professor de Especialização em Direito Tributário da FGV , do Insper e do IBET Pós-Graduando em Gestão Pública Tributária pela Fundação Dom Cabral Auditor-Fiscal e Presidente do Conselho Municipal de Tributos de São Paulo

ISS Territorialidade e Local da Incidência O Caso Potenza Leasing

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ISS Territorialidade e Local da Incidência O Caso Potenza Leasing. A LBERTO M ACEDO Bacharel, Mestre e Doutor em Direito Tributário pela USP Professor de Especialização em Direito Tributário da FGV , do Insper e do IBET Pós-Graduando em Gestão Pública Tributária pela Fundação Dom Cabral - PowerPoint PPT Presentation

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Page 1: ISS Territorialidade e Local da Incidência O Caso  Potenza  Leasing

ISSISSTerritorialidade e Local da Territorialidade e Local da

IncidênciaIncidênciaO Caso Potenza LeasingO Caso Potenza Leasing

ALBERTO MACEDO

Bacharel, Mestre e Doutor em Direito Tributário pela USPProfessor de Especialização em Direito Tributário da FGV , do Insper e do IBET

Pós-Graduando em Gestão Pública Tributária pela Fundação Dom CabralAuditor-Fiscal e Presidente do Conselho Municipal de Tributos de São Paulo

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São PauloRio de Janeiro

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Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre:(...)

III - serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei complementar.

Mais de Um Critério EspacialMais de Um Critério EspacialPossível na ConstituiçãoPossível na Constituição

Estabelecimentoprestador

Prestação do serviço

Local da efetiva

prestação

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Art. 146. Cabe à lei complementar:

I - dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;

II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar;

III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre:

a) definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos discriminados nesta Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes;

b) obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;

(...)

Lei Complementar TributáriaLei Complementar TributáriaPapel FundamentalPapel Fundamental

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Lei Complementar TributáriaLei Complementar TributáriaPapel FundamentalPapel Fundamental

Conflitos de Competência

Três Funções da Lei Complementar Tributária

Limitações Constitucionais

Normas Gerais

Definição defato gerador, base de cálculo e contribuinte

Obrigação, Lançamento, Crédito, Prescrição e

Decadência Tributários

Prevenir

Regular

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Alberto Macedo5

Lei Complementar TributáriaLei Complementar Tributária

III, a) definição dos fatos geradores, bases de cálculo e

contribuintes dos impostos

1ª) Prevenir conflitos de competência entre U, E, DF e M

Fato gerador = hipótese de incidência == c.material + c.espacial + c.temporal

Logo, definir critério espacial também é definir fato gerador

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ELEMENTOS DE CONEXÃO

“É o instituto pelo qual o legislador determina o ‘local’ de certo evento da vida previsto para um

ordenamento tributário, gerando-se efeitos jurídicos para esse evento pela aplicação de tal

ordenamento.”

Alberto Xavier

Critério Espacial =Critério Espacial =Elemento de ConexãoElemento de Conexão

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ELEMENTOS DE CONEXÃO

“(...) embora mantida a expressão ‘territorialidade’, o referido princípio perdeu sua ligação com o

território, passando a ser entendido como exigência de uma conexão com o Estado tributante.”

Luis Eduardo Schoueri

Há que haver uma conexão efetiva (genuine link) entre o fato que se quer tributar e o Estado que pretende

discipliná-lo fiscalmente.

Critério Espacial =Critério Espacial =Elemento de ConexãoElemento de Conexão

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ELEMENTOS DE CONEXÃO NA LC 116/03

- Estabelecimento PrestadorArt. 3º. O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador (...):

- Local da Efetiva PrestaçãoArt. 3º. (...) exceto nas hipóteses previstas nos incisos II a XIX e XXI e XXII, quando o imposto será devido no local: (...)

- Estabelecimento do Tomador- Importação de serviços

- 17.05 – Fornecimento de mão-de-obra

Critério Espacial =Critério Espacial =Elemento de ConexãoElemento de Conexão

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• PAPEL DA LEI COMPLEMENTAR– Prevenir conflitos de competência– (Art.146, I, Constituição). Por quê?

• DIFICULDADE / IMPOSSIBILIDADE de determinação do local preciso em que certos tipos de serviço ocorrem

• NORMA GERAL – critério para local da prestação• PADRONIZAR e UNIFORMIZAR – FEDERALISMO

INTEGRATIVO• FICÇÕES e PRESUNÇÕES para se estabelecerem

CRITÉRIOS OBJETIVOS• PRATICIDADE• ELEMENTOS DE CONEXÃO – para resolver o maior

número de conflitos possíveis

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISSServiço de pesquisa e

desenvolvimento (2.01)

Serviço de nucleação e

bombardeamento de nuvens (7.22)

Aerofotogrametria(7.20)

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A Celeuma no STJ

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

Local do Estabelecimento Prestador

Local da Efetiva Prestação

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Dec.Lei nº 406/68Art 12. Considera-se local da prestação do serviço: a) o do estabelecimento prestador ou, na falta de estabelecimento,

o do domicílio do prestador; b) no caso de construção civil o local onde se efetuar a prestação. c) no caso do serviço a que se refere o item 101 da Lista Anexa, o

Município em cujo território haja parcela da estrada explorada.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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Emb. Div. em Recurso Especial 130.792-CE Rel. para acórdão Min.Nancy Aldrighi – 1ª SeçãoJulg.07.04.2000“Embargos de Divergência. ISS. Competência. Local da Prestação de Serviços. Precedentes.Para fins de incidência do ISS – Imposto sobre Serviços –, importa o local onde foi concretizado o fato gerador, como critério de fixação de competência do Município arrecadador e exigibilidade do crédito tributário, ainda que se releve o teor do art.12, alínea ‘a’ do Decreto-Lei nº 406/68.Embargos rejeitados.”

“Embora o artigo 12, letra ‘a’, considere como local da prestação de serviço o do estabelecimento prestador, pretende o legislador que o referido imposto pertença ao município em cujo território se realizar o fato gerador”. (trecho do voto do Min. Garcia Vieira)

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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ESTABELECIMENTO PRESTADOR - DEFINIÇÃO

EXEGESE DOS ART.3º e 4º da LC nº 116/2003Art. 3º. O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXII, quando o imposto será devido no local: (...)

Art. 4º. Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas.

Art.1.142, Código Civil – TODO COMPLEXO DE BENS ORGANIZADO, por empresário ou por sociedade empresária, para exercício da empresa.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

ESTABELECIMENTO PRESTADOR - DEFINIÇÃO– Configura UNIDADE ECONÔMICA ou PROFISSIONAL, a

conjugação, parcial ou total, dos seguintes elementos:• manutenção de pessoal, material, máquinas, instrumentos e

equipamentos próprios ou de terceiros necessários à execução dos serviços

• estrutura organizacional ou administrativa • inscrição nos órgãos previdenciários• indicação como domicílio fiscal para efeito de outros tributos• permanência ou ânimo de permanecer no local, para a

exploração econômica de atividade de prestação de serviços, exteriorizada, inclusive, através da indicação do endereço em impressos, formulários, correspondências, "site" na internet, propaganda ou publicidade, contratos, contas de telefone, contas de fornecimento de energia elétrica, água ou gás, em nome do prestador, seu representante ou preposto

• (Art.4º, Lei nº 13.701/03 de São Paulo)

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MUDANÇA DE ENTENDIMENTO NO STJ• RECURSO ESPECIAL Nº 1.117.121 - SP• RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON

• Julg.14.10.2009

• EMENTA• TRIBUTÁRIO - ISS - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO - CONSTRUÇÃO CIVIL -

PROJETO, ASSESSORAMENTO NA LICITAÇÃO E GERENCIAMENTO DA OBRA CONTRATADA - COMPETÊNCIA DO MUNICÍPIO ONDE SE REALIZOU O SERVIÇO DE CONSTRUÇÃO - CONTRATO ÚNICO SEM DIVISÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS.

• 1. A competência para cobrança do ISS, sob a égide do DL 406/68 era o do local da prestação do serviço (art. 12), o que foi alterado pela LC 116/2003, quando passou a competência para o local da sede do prestador do serviço (art. 3º).

• (...)

• 6. Recurso especial decidido sob o rito do art. 543-C do CPC. Adoção das providências previstas no § 7º do art. 543-C do CPC e nos arts. 5º, II e 6º da Resolução STJ nº 8/2008.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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MUDANÇA DE ENTENDIMENTO NO STJ• RECURSO ESPECIAL Nº 1.124.862 - GO

• RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON (Julg.17.11.2009)

• VOTO

• A EXMA. SRA. MINISTRA ELIANA CALMON (Relatora): Esta Corte pacificou entendimento no sentido de que, sob a égide do Decreto-lei 406/68, o ISS deveria ser recolhido no local da prestação do serviço e não no local da sede da empresa.

• Tal entendimento muito foi reclamado pelas empresas,que afirmavam estar o entendimento pretoriano em divergência com a lei, o que me fez proceder a minucioso estudo sobre o tema, quando do julgamento de REsp 399.249/RS, da relatoria do Ministro Peçanha Martins. Na oportunidade consignei os pontos seguintes: (...)

• Assim expostas as razões ficou consignada a tese que prevaleceu até o advento da Lei Complementar 116/2003, quando foi alterada a redação do dispositivo legal e assim consagrada a tese de que é no local da sede da empresa que se deve recolher o ISS.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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O CASO POTENZA LEASING

• RECURSO ESPECIAL Nº 1.060.210 - SC (2008/0110109-8)• RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO• RECORRENTE : POTENZA LEASING S/A ARRENDAMENTO

MERCANTIL Julg.28.11.2012• “[...] INCIDÊNCIA DE ISS SOBRE ARRENDAMENTO MERCANTIL

FINANCEIRO. QUESTÃO PACIFICADA PELO STF POR OCASIÃO DO JULGAMENTO DO RE 592.905/SC, REL. MIN. EROS GRAU, DJE 05.03.2010. SUJEITO ATIVO DA RELAÇÃO TRIBUTÁRIA NA VIGÊNCIA DO DL 406/68: MUNICÍPIO DA SEDE DO ESTABELECIMENTO PRESTADOR. APÓS A LEI 116/03: LUGAR DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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O CASO POTENZA LEASING

• [...] O SERVIÇO OCORRE NO LOCAL ONDE SE TOMA A DECISÃO ACERCA DA APROVAÇÃO DO FINANCIAMENTO, ONDE SE CONCENTRA O PODER DECISÓRIO, ONDE SE SITUA A DIREÇÃO GERAL DA INSTITUIÇÃO. O FATO GERADOR NÃO SE CONFUNDE COM A VENDA DO BEM OBJETO DO LEASING FINANCEIRO, JÁ QUE O NÚCLEO DO SERVIÇO PRESTADO É O FINANCIAMENTO. IRRELEVANTE O LOCAL DA CELEBRAÇÃO DO CONTRATO, DA ENTREGA DO BEM OU DE OUTRAS ATIVIDADES PREPARATÓRIAS E AUXILIARES À PERFECTIBILIZAÇÃO DA RELAÇÃO JURÍDICA, A QUAL SÓ OCORRE EFETIVAMENTE COM A APROVAÇÃO DA PROPOSTA PELA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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Art.2º da Resolução CMN nº 2.309/96

Art. 2º Para a realização das operações previstas neste Regulamento, as sociedades de arrendamento mercantil e as instituições financeiras citadas no artigo anterior devem manter departamento técnico devidamente estruturado e supervisionado diretamente por um de seus diretores.

Parágrafo único. As sociedades e instituições devem comunicar à Delegacia Regional do Banco Central do Brasil a que estiverem jurisdicionadas o nome do diretor responsável pela área de arrendamento mercantil.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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O CASO POTENZA LEASING

• 6. Após a vigência da LC 116/2003 é que se pode afirmar que, existindo unidade econômica ou profissional do estabelecimento prestador no Município onde o serviço é perfectibilizado, ou seja, onde ocorrido o fato gerador tributário, ali deverá ser recolhido o tributo.

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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SEDE NÃO É ESTABELECIMENTO SEDE = MATRIZ = ESTABELECIMENTO PRINCIPAL

Fácil alteração formal no contrato social da empresa, permitindo sua “flutuação” pelos estabelecimentos da sociedade empresária conforme as suas conveniências.

Isso não ajuda a manter uma verdadeira correlação com o local a partir do qual realmente fossem prestados os serviços.

ESTABELECIMENTOS SECUNDÁRIOS

=FILIAIS, SUCURSAIS, AGÊNCIAS

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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SEDE NÃO É ESTABELECIMENTO

Art. 4º. Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas.

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SEDE NÃO É ESTABELECIMENTO PRESTADOR

No REsp 1.117.121-SP constou que:

“1. A competência para cobrança do ISS, sob a égide do DL 406/68 era o do local da prestação do serviço (art. 12), o que foi alterado pela LC 116/2003, quando passou a competência para o local da sede do prestador do serviço (art. 3º).” (grifo nosso)

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

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SEDE NÃO É ESTABELECIMENTO

No REsp nº 1.060.210-SC, insistiu-se no equívoco:

“5. A interpretação do mandamento legal leva a conclusão de ter sido privilegiada a segurança jurídica do sujeito passivo da obrigação tributária, para evitar dúvidas e cobranças de impostos em duplicata, sendo certo que eventuais fraudes (como a manutenção de sedes fictícias) devem ser combatidas por meio da fiscalização e não do afastamento da norma legal, o que traduziria verdadeira quebra do princípio da legalidade tributária.” (grifo nosso)

• “12. [...] (b) o sujeito ativo da relação tributária, na vigência do DL 406/68, é o Município da sede do estabelecimento prestador (art. 12); [...]” (grifo nosso)

• “[...] o Município do local onde sediado o estabelecimento prestador é o competente para a arrecadação do ISS sobre operações de arrendamento mercantil”. (grifo nosso).

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O CASO POTENZA LEASING

• 3. O art. 12 do DL 406/68, com eficácia reconhecida de lei complementar, posteriormente revogado pela LC 116/2003, estipulou que, à exceção dos casos de construção civil e de exploração de rodovias, o local da prestação do serviço é o do estabelecimento prestador. [...]

• 5. A interpretação do mandamento legal leva a conclusão de ter sido privilegiada a segurança jurídica do sujeito passivo da obrigação tributária, para evitar dúvidas e cobranças de impostos em duplicata, sendo certo que eventuais fraudes (como a manutenção de sedes fictícias) devem ser combatidas por meio da fiscalização e não do afastamento da norma legal, o que traduziria verdadeira quebra do princípio da legalidade tributária.

“24. Observe-se que nem mesmo a LC 116/2003, que sucedeu o DL 406/68, prestigiou em sua integralidade o entendimento externado pelo STJ, de modo que não reputa como competente para a arrecadação do tributo, em todos os casos, o Município em que efetivamente prestado o serviço.

25. A LC 116/2003 adotou um sistema misto, considerando o imposto devido no local do estabelecimento prestador, ou, na sua falta, no local do domicílio do prestador e, para outras hipóteses definidas o local da prestação do serviço, do estabelecimento do tomador ou do intermediário (art. 3o.).”

Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

Page 26: ISS Territorialidade e Local da Incidência O Caso  Potenza  Leasing

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Critério Espacial do ISSCritério Espacial do ISS

REsp

1.117.121-SP

Out.2009

REsp

1.060.210-SC

Nov.2012

Local da Efetiva

Prestação

FG Antes de 2003:

Local da Efetiva Prestação

FG Depois de 2003:Local do

Estabelecimento prestador

Local do Estabelecimento

prestador

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Alberto Macedo 27

[email protected]

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