Jornal São Cristóvão

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    11-Mar-2016

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Edio Junho de 2011

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<ul><li><p>Informativo Mensal da Parquia So Cristvo | Ano 3 | N 40 | MAIO de 2011</p><p>VariedadesPgina 14</p><p>Visita e confisso aos doentes Pag 13</p><p>CRISTO RESSUSCITOU, VENCEU A MORTE COM AMOR!</p><p>ALELUIA! ALELUIA!</p></li><li><p>:: Editorial</p><p>2 Parquia So Cristvo | MAIO | 2011</p><p>O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para a Parquia So Cristvo.Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040 Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria, Paulo Cardoso, Vili Maschio, Roberto Martins (RCC) e Nahor Lopes de Souza Jnior.</p><p>Organizao: Pe. Nelson Tachini - Proco | Rita de Cssia dos Santos SilvaDiretor: Carlos Bittencourt Diagramao: Solange Maria Pereira Alves</p><p>EXPEDIENTE Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros - </p><p>Itaja / Fone: 47 3341.1408</p><p>Maio o ms que nos lem-bra a maternidade. E a maternidade o modo de ser da me. Modo de ser que especfico da me. Mes, que tive-mos ao longo de todos os tempos. A humanidade ou ns somos o que nossas mes nos proporcionaram. Voc o que a partir do ato fecun-dador que aconteceu no tero de sua me. </p><p>Por isso em maio comemoramos o dia das mes. Jovem que se tornou me e depois av, sogra. Mes de todas as idades e de todos os jeitos. Mes que apesar de sua fisionomia externa diferenciada, possuem a be-leza da maternidade.</p><p>Mas em maio, os cristos lem-</p><p>bram uma jovem que se tornou a me de Jesus Cristo, me espiritual de todos, admirada, e cantada ao longo de todas as geraes, no dizer de suas palavras: Sim. Doravante as geraes todas me chamaro de bem-aventurada.</p><p>Muitos h que no apreciam o enaltecimento que damos a Maria. Tal elogio no devido somente dos cristos, mas no Alcoro, o livro sa-grado do islamismo, encontramos aluses a Maria.</p><p>Se a me admirada pela sua maternidade que uma mistura de ato procriador e afeto, devotamento e ateno, confiana e espirituali-dade, muito mais a Maria. Nela en-contramos tudo isso, pois esteve em </p><p>Pe. Nelson Tachini scj Proco</p><p>contato com Jesus Cristo desde o ato da concepo at a morte e ressurreio.</p><p>Manifestemos nosso apreo a Maria. Assim como no esque-cemos nossas mes, que tenha-mos presente em nossa mente e em nossos lbios o nome de Ma-ria ao longo deste ms. A Pieda-</p><p>de mariana nos oferece mltiplas formas de lembr-la, honr-la, imit-la e am-la por ser nossa me. </p><p>Estendamos nossa mo a ela e cantemos: Nossa Senhora, me d a mo, cuida do meu corao, da minha vida, do meu destino; cuida de mim. </p><p>ANUNCIE NO JORNAL DA PARQUIA </p><p>SO CRISTVO.(47) 8405.9681</p></li><li><p>Parquia So Cristvo | MAIO| 2011 3 </p><p>marcioantonioreiser@gmail.comhttp://marcioreiser.blospot.com</p><p>Marcio Antonio Reiser O.F.SDicono Vital Feller</p><p>CHAMADOS PARA SERVIR</p><p>No prximo dia 21 de maio de 2011, te-remos a emoo pela segunda vez de termos a ordenao de um padre em nossa comunidade So Cristvo, a ordena-o presbiteral do dic. Elizandro Scarsi.</p><p>Ns que acompanhamos este menino, sabemos das suas alegrias e tambm das suas dificuldades para chegar aonde ele chegou. Por isso eu digo padre no cai do cu, tam-bm no nasceu de um ovo, surge com mui-tas oraes, nasce do meio do povo, vem de nossas famlias, em Jesus se torna um homem novo.</p><p>Padre quer dizer pai. Do Latim, pater/patris = pai - o padre o pai da comunidade. Aquele que acolhe, ouve, aconselha, orienta, adverte, corrige, quando necessrio e alimen-ta de esperana os fiis. O padre tambm conhecido como sacerdote, ou ento, como presbtero.</p><p>O padre sacerdote (em Latim, sacer = sagrado + dos = dom). Ele oferece a Deus o sacrifcio da Eucaristia, memria da Paixo, Morte e Ressurreio de Cristo. presbtero (em Grego, presbyteros, significa ancio, ido-so, experiente) porque como um irmo mais velho, orienta com sabedoria, seus irmos mais novos, sempre buscando conduzi-los para a maturidade da f.</p><p>Ser padre no uma profisso, algo que escolhemos, que depende apenas e exclusiva-mente da deciso da pessoa. Ser padre vo-cao. Deus quem chama os homens para entregarem suas vidas a servio do Reino. O padre chamado para ser no mundo uma presena viva de Cristo. Assim, o padre torna-se um outro Cristo. </p><p>Uma pessoa passa a ser padre a partir da ordenao sacerdotal. o sacramento da Ordem, ministrado pelos bispos. Depois de vrios anos de discernimento vocacional, de convivncia nos seminrios, de vrios anos de estudo, a pessoa se entrega totalmente a Deus, para que seja consagrada. A partir da ordenao, o padre torna-se um cumpridor do mandato de Cristo: Fazei isto em memria de mim (Lucas 22,19). </p><p>Ser padre um mistrio, algo que a razo tem dificuldade de explicar. O padre algum que foi tirado do meio do povo, consagrado e devolvido ao povo para servi-lo. Por meio de suas aes, o padre deve fazer transparecer o modo de agir de Cristo, como se fosse Cristo mesmo agindo no mundo.</p><p>Para fazer com que os fiis cheguem maturidade da f, os padres batizam, per-</p><p>doam os pecados atravs do sacramento da Penitncia, so testemunhas da Igreja nos sacramentos do Matrimnio e da Uno dos Enfermos. Mas o mais importante : a cada dia, os padres renovam o sacrifcio de Cristo, a Eucaristia, alimento para sua vida e para a dos fiis (Decreto Presbyterorum Ordinis, sobre o Ministrio e a Vida dos Presbteros, n. 5).</p><p>No entanto, nunca poderemos nos es-quecer de que o padre passvel de erros, falhas, limitaes e pecados. Enfim, o padre um ser humano! Mas um ser que busca a gra-a de Deus, que quer dividir a alegria do se-guimento de Cristo com seus irmos e irms. </p><p>Rezemos para que Deus nos d sempre bons e santos Padres, segundo o seu Corao: A promessa do Senhor suscita no corao da Igreja a orao, a splica ardente e confian-te no amor do Pai de que, tal como mandou Jesus o Bom Pastor, os Apstolos, os seus sucessores, e uma multido inumervel de presbteros, assim continue a manifestar aos homens de hoje a sua fidelidade e a sua bon-dade.</p><p>Com isso pedimos insistentemente ora-o no somente para Elizandro, mas tam-bm para todos os nossos padres, diconos e religiosos e religiosas.</p><p>Caro afilhado Elizandro, siga a palavra de Jesus Portanto, vo e faam com que todos os povos se tornem meus discpulos, batizan-do-os em nome do Pai, e do Filho e do Esprito Santo. (Mt 28,19).</p><p>Povo de DEUS vamos vibrar com esta beno que DEUS nos deu. Que DEUS te abenoe e te guarde filho desta comunidade Elizandro.</p><p>SER PADRE VOCAONa celebrao dos Santos Reis do ano de 1412, a cidade de Domremy na Lorena, bela colnia de campone-ses da Frana, foi o bero de sua herona e mrtir Joana DArc.</p><p>Filha de pobres e humildes camponeses Jacques DArc e Isa-belle Rome, Joana teve uma edu-cao primorosa alicerada em princpios ticos e piedosos. Eram tementes a Deus!</p><p>A Frana estava dominada pelos ingleses, a situao do Rei Carlos VII era crtica. Deus, porm, vai salvar a grande nao catlica, servindo-se de uma humilde cam-ponesa.</p><p>Quando completou 13 anos, Joana DArc teve suas primeiras experincias msticas, por diversas ve-zes a menina ouviu vozes celestiais e apareceram-lhe o Arcanjo So Miguel e outros Anjos, que prepararam-na para a grande e extraordinria misso para qual Deus a tinha destinado.</p><p>A jovem menina Joana recebe ordens das vozes angelicais que exigem dela a libertao de Orleans, a salvao da Frana e a conduo do Rei a Reims, para ser solenemente coroado.</p><p>Aparentemente esta tarefa parecia impossvel de ser cumprida por uma jovem inexperiente e tmi-da! As vozes tornaram-se cada vez mais insistentes e exigiram de Joana, um pronto cumprimento da vonta-de de Deus. Por vrias vezes teve vises e revelaes de Santa Catarina e Santa Margarida, que ainda mais a convenceram a cumprir os planos de Deus.</p><p>Quando Joana contou aos pais e familiares o que Deus esperava dela, e tambm o teor das vises e revelaes foi um Deus nos acuda. Todos foram unnimes em tentar convenc-la a desistir de seus in-tentos. Tudo foi em vo! Joana segue adiante, hora de falar com o Rei Carlos VII.</p><p>Foi somente, com muita dificuldade que conse-guiu uma audincia com o Monarca. O Rei ouviu com muita ateno tudo que Joana revelava. Percebia-se nele, um misto de dvida e incredulidade, porm se convenceu que a misso era divina, quando a jovem revelou um segredo, s por ele e por Deus conheci-do. </p><p>Joana DArc conquista a confiana do Rei e de toda a corte. Muitas profecias e revelaes foram fei-tas e todos a viam como um ser angelical. A jovem pe-diu autorizao ao Bispo e ao Rei para abrir o altar de Santa Catarina Fierbois, onde segundo revelaes, es-taria a espada de que se serviria para a luta contra os ingleses. L estava a espada para espanto de todos.</p><p>De acordo com o costume da poca, Joana DArc revestida de uma armadura de ao, montada num belo cavalo branco e empunhando a espada e o estandarte com a Cruz de Cristo e nele os santssimos nomes de Jesus e Maria. Mesmo sem nenhum conhe-cimento militar, a jovem com jeito de anjo, chefiou o Exrcito de Carlos VII e reconquistou Orleans das mos dos ingleses.</p><p>Nunca se tinha visto tanta disciplina e respeito num campo de batalha. A jovem Joana acompanhou Carlos VII at Reims para ser coroado Rei da Frana </p><p>Santa Joana DArc30 de maio - Mrtir da ptria e da f</p><p>Chamo de martrio os sofrimenos e as adversidades que sofro na priso e no sei se mais poderei sofrer, mas em tudo eu me confio a Nosso Senhor. (Santa Joana DArc)</p><p>logo aps a coroao e depois de quase um ano de batalha, Joana de-sejou voltar para sua aldeia e para os seus familiares.</p><p>O Rei Carlos VII desejava re-conquistar a cidade de Paris, e para tanto e depois de muita insistncia conseguiu convencer Joana a conti-nuar a chefiar o Exrcito Real.</p><p>A reconquista de Paris foi um fracasso, Joana DArc ferida, caiu nas mos dos adversrios que a entrega-ram a preo de ouro aos ingleses.</p><p>A crueldade dos oficiais ingle-ses e de alguns sacerdotes e prela-dos a submeteram a terrveis hu-milhaes e torturas. Tinham como </p><p>objetivo induzi-la a negar sua misso divina e tambm suas vises e revelaes. Joana su-portou com f, coragem e determinao os deboches e insultos, no renegou sua misso divina. </p><p>Joana DArc foi levada a julgamento, abandona-da inclusive pelo Rei Carlos VII, sofre nas mos do Bis-po Pedro Chuchon de Beauvais, que outro interesse no tinha se no agradar os ingleses. O tribunal que julgaria a jovem Joana fora escolhido a dedo pelo Bis-po (Inquo) Pedro. Joana foi condenada a morte e se-ria queimada em praa pblica. </p><p>-Na sentena lida pelo Bispo;Joana DArc foi considerada como feiticeira, </p><p>blasfema e hertica.Na hora solene da execuo no dia 30 de maio </p><p>de 1431, com apenas 19 anos de idade, Joana DArc em alto e bom tom e ardendo em chamas, pronuncia os nomes de Jesus e Maria. Estamos todos ns perdi-dos! exclamou em voz alta, um nobre oficial ingls, e prosseguiu: Ela uma Santa.</p><p>Depois de algum tempo, a famlia de Joana foi ao Papa Calixto III e este, impressionado com as decla-raes dos familiares de Joana, pediu uma reviso do processo, e constatou-se uma total falta de argumen-tos e provas condenatrias.</p><p>A Santa S e o Papa Calixto III declararam publi-camente que ouve erros gravssimos no processo de Rouen e que Joana DArc era inocente, alm de pro-clamar sua f e suas virtudes hericas.</p><p>O Papa Pio X beatificou Joana DArc em 10 de Abril de 1909 e Pio XI em 1924 a declarou Santa Joana DArc. Para a Frana Joana sua maior herona e para Igreja uma de suas maiores mrtires da f.</p></li><li><p>4 Parquia So Cristvo | MAIO | 2011</p><p>Av. Reinaldo Schmithausen, 3635 Cordeiros - Itaja - SC</p><p>Horrio de funcionamento: de 2 Sb. das 8 s 12 horas e das 13h30min s 19h30min</p><p>Rua Gustavo Bernedet, 960 | Cordeiros | Itaja</p><p> Confeces Bijouteria Papelaria Utilidades Domsticas</p><p>Brinquedos Flores Doces </p><p>Enfeites </p><p>Sou filho do senhor Joo Augusto Scarsi e da senhora Lucia G. Scarsi, somos trs irmos, sendo eu o filho do meio. Sou natural de La-ranjeiras do Sul, Paran, onde fui batizado, fiz a ca-tequese de preparao para a primeira Eucaristia, Crisma e estudei at a quinta srie do Ginsio, pois onde morvamos era no interior e para continuar os estudos s se fossemos para a cidade, e como na poca no tnhamos condies para estudar na cidade devido distncia e nossa condio finan-ceira, ento eu e meus irmos s estudamos at a quinta srie. </p><p>Nesta cidade vivi at os meus quatorze anos, depois nos mudamos para Itaja no ano de 1995, onde voltamos a estudar. Logo que chegamos a Ita-ja, mais propriamente no Bairro da Murta, come-cei a participar das atividades da comunidade nas celebraes, grupos de jovens e outras atividades da comunidade. No ano de 1998 fui pro-curar o proco da parquia na poca Pe. Joo Elias Antero, para conversar com ele a respeito de como eu faria para entrar no seminrio, sendo que ele me explicou quais seriam os procedimentos para l in-gressar. Como j estvamos quase na me-tade do ano ele pediu para que eu fizesse alguns encontros de acompanhamento no Seminrio Menor em Azambuja durante aquele ano. Tambm o Pe. Antero fez um acompanhamento comigo durante o ano de 1998. </p><p>No ano seguinte ingressei no Seminrio menor em Azambuja, em Brusque, ali cursei o ensino m-dio; foram quatro anos de estudos neste semin-rio. J a faculdade de Filosofia eu cursei na Unisul e morvamos em Barreiros, So Jos. Aps ter con-cludo a faculdade de Filosofia iniciei os estudos na faculdade de Teologia no ITESC, em Florianpolis, e morava no Seminrio Convvio Emas; ali estudei durante quatro anos. Conclui meus estudos no ano de 2010.</p><p>Fui ordenado dicono no dia 12 de Fevereiro de 2011, e atualmente estou trabalhando na par-quia de So Judas Tadeu e So Joo Batista, Ponte do Imaru, cidade de Palhoa. No dia 21 de Maio, s 15: 00 horas, serei ordenado padre na Parquia de So Cristvo, no bairro Cordeiros, Itaja, pelo Bis-po Diocesano de Blumenau, Dom Jos Negri. </p><p>DICONO ELIZANDRO SCARSI UMA SNTESE DA MINHA HISTRIA VOCACIONAL</p></li><li><p>Parquia So Cristvo | MAIO | 2011 5 </p><p>ORDENAO Cu est em festa, a Igreja est </p><p>em festa, a Arquidiocese de Florianpo-lis est em festa, a Parquia So Cristo-vo est em festa, todos ns catlicos que vivemos a f em Jesus Cristo, Se-nhor e Salvador, estamos em festa.</p><p>No dia 21 de maio, na Parquia So Cristovo, pela imposio das mos do Bispo de Blumenau, D. Jos Negri, o Di-cono Elizandro Scarsi, receber o Sa-cramento da Ordem.</p><p>A primeira missa presidida no dia 22 de maio, pelo ento Pe. Elizandro, e ser realizada na Comunidade da Ima-culada Murta s 10hs.</p><p>Elizandro deixou-se conduzir pelas palavras de So Francisco Xavier: Aqui estou, Senhor; que devo fazer? Envia-me para onde for do teu agrado </p><p>Pedimos ao Senhor da Messe, que o escolheu e chamou, que abenoe o seu sacerdcio com todas as graas e bnos necessrias sua misso, onde for chamado a servir Deus, servindo os homens.</p><p>Pe. Silvano Joo da Costa</p><p>Junto com o telogo Dom Bruno Forte, diante deste momento intenso de orao pelas vocaes:</p><p>Senhor Jesus Cristo,Filho de Deus e redentor do homem,</p><p>Manda sobre ns o teu Esprito Santo,Para nos ajudar a viver com fidelidade e liberdade a </p><p>nossa vocao,Seguindo a ti luz da vida,Purifica o nosso corao.Seguindo a ti luz da vida,</p><p>Faz-nos compreender a vontade do Pai.Seguindo a ti luz...</p></li></ul>

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