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Projetos de barragens no Xingu: a terceira tentativa Mesa Redonda Barragens no Xingu, Problemas sociais e repercussões , na SBPC regional em Belém, 28 de agosto de 2004 roteiro Prof Oswaldo Sevá

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  • Projetos de barragens no Xingu: a terceira tentativa

    Mesa Redonda Barragens no Xingu, Problemas sociais e repercussões, na SBPC regional em Belém, 28 de agosto de 2004 roteiro Prof Oswaldo Sevá

    Mesa Redonda Barragens no Xingu, Problemas sociais e repercussões, na SBPC regional em Belém, 28 de agosto de 2004 roteiro Prof Oswaldo Sevá

  • 1989 – 90 : 1a. derrota da Eletronorte, conseqüência do Encontro dos Povos Indígenas em Altamira, com grande cobertura da imprensa e tv, e com repercussão internacional; e da publicação do livro “As hidrelétricas do Xingu e os povos indígenas”, pela Comissão Pro-Índio de SP e a Prelazia do Xingu.

    2001 – 2002 : 2a. derrota da Eletronorte, conseqüência de decisão judicial de embargar o processo de licenciamento; originada numa Ação Civil Pública de iniciativa do Ministério Público Federal. Os pontos contestados eram: 1. o estudo de Impacto estava sendo elaborado por equipe da UFPa, por meio de uma Fundação, há pouco tempo envolvida em EIAs considerados enviesados, de má qualidade; 2. a licença seria concedida pelo órgão ambiental estadual, quando o rio é de domínio federal, atravessando dois Estados; 3. De acordo com a Constituição, obras que interferem com terras Indígenas devem ser autorizadas pelos próprios e pelo Senado.

    1980 –A empreiteira paulista Camargo Correa, uma das mais poderosas no período dos generais, acelera o canteiro de obras em Tucuruí, no rio Tocantins. Na prática, não se pode dizer se a empresa está a serviço da Eletronorte ou o contrário: a Eletronorte a seu serviço...

    O escritório de engenharia e projetos da empreiteira, o CNEC, entrega à Eletronorte o Estudo de Inventário hidrelétrico do rio Xingu, onde estão previstas cinco grandes obras nesse rio (a primeira, mais baixa seria Kararaô, depois rebatizada Belo Monte), e mais uma obra no seu afluente Iriri.

    1980 –A empreiteira paulista Camargo Correa, uma das mais poderosas no período dos generais, acelera o canteiro de obras em Tucuruí, no rio Tocantins. Na prática, não se pode dizer se a empresa está a serviço da Eletronorte ou o contrário: a Eletronorte a seu serviço...

    O escritório de engenharia e projetos da empreiteira, o CNEC, entrega à Eletronorte o Estudo de Inventário hidrelétrico do rio Xingu, onde estão previstas cinco grandes obras nesse rio (a primeira, mais baixa seria Kararaô, depois rebatizada Belo Monte), e mais uma obra no seu afluente Iriri.

  • Altamira

    Vitória do Xingu

    A idéia chave desse “aproveitamento hidrelétrico” é a mesma de tantos outros pelo mundo afora: Já que o rio faz uma Volta Grande, já que o meandro não é plano, tem um bom desnível, a obra consistiria em encurtar a Volta do rio,fazer a água cair pelo desnível ( e ser turbinada) antes de completar a sua volta.

    Olhando de cima

    Olhando de perfil

    Altitude 6 a 10 m

    Altitude 97 m

    Belo Monte do Pontal - balsaTravessia da Transamazônica

  • Casa de Força

    Vertedor complementar

    Barragem e vertedor principal

    Como encurtar a Volta Grande? Pegue sete igarapés, faça tres canais, cinco represas; levante mais de vinte diques para impedir que a banheira se esvazie sozinha

  • Afinal, que potência elétrica pode ser obtida pela transformação

    da força hidráulica do rionesses pontos com essas obras?

    Obs: consultar fichas técnicas e imagens no sítio eletrônico www.fem.unicamp.br/~seva

  • A vazão de água do rio Xingu varia muito ao longo do ano. Muito mesmo:

    No trecho fluvial de Altamira, as séries de vazões mensais médias,mensuradas ou extrapoladas, durante o período de 1931 a 2000 indicam :

    durante o Inverno amazônico, de Fevereiro a Maio as médias máximas ficam entre 25.000 e 30.000 m3 de água por segundoas médias mínimas ficam entre 5.600 e 9.800 m3/ s

    durante o Verão amazônico, de Agosto a Outubroas médias máximas ficam entre 1500 e 2300 m3/ sas médias mínimas foram 444 m3/ s em Outubro, e 477 m3/ s em Setembro

  • Hipótese I) com todas as usinas projetadas funcionando conjuntamente

    ( Jarina, Kokraimoro, Ipixuna, Iriri + Babaquara e Belo Monte )

    No período 1931- 1996, a potência assegurada nas seis usinas seria 11.900 MWNo sub período 1949- 1956, considerado o de melhor hidrologia para os rios brasileiros,

    esta potência teria atingido um total de 12.806 MWPara comparação, eis os números das capacidades previstas para serem instaladas conforme adiretriz de “Aproveitamento hidrelétrico integral” do rio Xingu, e registradas no SIPOT:

    1. Eixo Jarina 620 MW

    2. Kokraimoro 1.490 MW

    3. Ipixuna 1.900 MW

    4. Iriri 770 MW

    5. Babaquara 6.590 MW

    6. Belo Monte 11.000 MW

    ou, na versão reduzida anunciada em outubro de 2003........................ 5.500 MW

    total da capacidade prevista para instalar ................22.370 MW

    ou, total incluindo Belo Monte na versão reduzida ....................... 16.870 MW

  • Hipótese II) com as duas usinas mais baixas, Belo Monte + Babaquara funcionando conjuntamente

    No período 1931- 1996, a potência assegurada nas duas seria de 7.950 MWFazendo a repartição desta potência entre as duas usinas, supondo aproveitamento total da água nas duas usinas ( sem vertimento turbinável ), teríamos:

    31% da potência total seria fornecida pela usina Babaquara 3.078 MW69% da potência total seria fornecida pela usina Belo Monte 4.872 MW

    Para comparação,

    na versão original do Belo Monte, previu-se a instalação de 17.590 MWna versão mais recente, com Casa de Força complementar 17.772 MWe, considerando-se a versão reduzida da potência (out 03) 12.090 MW

  • Hipótese III) com apenas uma usina, Belo Monte, funcionando

    No período 1931 – 1996, a potência mínima assegurada, seria de 1.166 MWNo sub – período 1949 - 1956, a potência assegurada seria de 1.356 MW

    Para comparar, a potência inicialmente prevista para esta usina era 11.000 MW- a utilização assegurada da capacidade instalada seria algo entre 10,6% a 12, 3 %

    Se considerarmos a “nova potência” a instalar na usina Belo Monte, divulgada em Outubro de 2003 pelo MME, de 5.500 MW, então, no mesmo intervalo de tempo,a utilização da capacidade dobraria, para a faixa de 21,2 % a 24, 6 %

    ---------------------------------------------------------------------------------De qualquer modo, nesse tipo de simulação “do passado”,não se faz nenhuma previsão do futuro. Fica apenas a certeza de que

    tudo sempre depende de haver - ou não - água para turbinar.

  • A destinação da eletricidade gerada não estáaté agora (agosto 2004) clara, nem compromissada

    a) atender o Centro Sul e o Nordeste com eletricidade de Belo Monte ?As obras de transmissão para ligar desde o Xingu até as Linhas tronco Norte Sul seriam bastante caras e

    acrescentariam 60% a 70% ao custo de geração (o custo desta transmissão era estimado, em 2001, na faixa de 12 dólares / Megawatt x hora). Teriam que ser feitas obras adicionais de LTs mesmo que fosse para viabilizar

    eventuais despachos de energia excedente, sazonais.

    b) atender os mercados locais convencionais?as maiores cidades no Pará, Maranhão e Tocantins estão abastecidos, e mesmo que avance a eletrificação rural,

    são modestos o tamanho populacional, a dimensão econômica, mas as distâncias são bem grandes!

    c) atender os grandes clientes atuais(fundições de alumínio, CVRD, siderúrgicas)?

    por enquanto, tais empresas têm seu suprimento elétrico garantido com o acréscimo de geração na etapa II da usina de Tucuruí; já renovaram ou vão renovar proximamente os contratos anteriores, de 1984, considerados por

    muitos como lesivos ao país e aos demais consumidores de eletricidade.

    d) A outra única opção – além do intercâmbio regional - para essa eletricidade adicional a ser despachada por Belo Monte e demais usinas no Xingu, seria para,

    Viabilizar no médio e longo prazo ( dez anos ou mais) as novas ampliações das atividades de mineração e de metalurgia na região?

    Para cada resposta, precisaríamos as radiografias do mercado de eletricidade e dos investimentos das empresas, o quê é bem difícil. Ou, então, precisamos, pelo menos, o

    mapa do funcionamento do sistema que interliga a maior parte do país

  • Esta é uma imagem simplificada, que está na capa do envelope de um mapa do sistema elétrico brasileiro, publicado pela Eletrobrás, em meados de 2000. Estão representados os principais troncos de “bombeamento” de energia elétrica entre as grandes usinas e os maiores centros consumidores, que são as Linhas de Transmissão de grande porte, chamados “ linhões” ;

    nos trechos vermelhos , a tensão é de 500 mil Volts,

    nos verdes, de 230 mil V

    nos azuis, 345 ou 440 mil Volts,

    nos amarelos 139 mil V.

    As ligações pontilhadas eram LTs em obras na época. Em agosto de 2004, algumas já estão transmitindo p.ex. as LTs entre Porto Velho e Rio Branco; a segunda ligação Norte Sul entre Imperatriz e Brasília, a segunda entre Tucuruí e Vila do Conde...

    Esta é uma imagem simplificada, que está na capa do envelope de um mapa do sistema elétrico brasileiro, publicado pela Eletrobrás, em meados de 2000. Estão representados os principais troncos de “bombeamento” de energia elétrica entre as grandes usinas e os maiores centros consumidores, que são as Linhas de Transmissão de grande porte, chamados “ linhões” ;

    nos trechos vermelhos , a tensão é de 500 mil Volts,

    nos verdes, de 230 mil V

    nos azuis, 345 ou 440 mil Volts,

    nos amarelos 139 mil V.

    As ligações pontilhadas eram LTs em obras na época. Em agosto de 2004, algumas já estão transmitindo p.ex. as LTs entre Porto Velho e Rio Branco; a segunda ligação Norte Sul entre Imperatriz e Brasília, a segunda entre Tucuruí e Vila do Conde...

  • d)Viabilizar as novas ampliações das atividades de mineração e de metalurgia na região? Por exemplo, mais mil Megawatts garantidos ao longo do ano seriam um bom reforço:* na transmissão para Vila do Conde, PA e para Ponta da Madeira, São Luiz, MA, onde ficam as fundições de alumínio, que ainda podem ser ampliadas, e / ou * para uso em Açailândia, MA ( ferro-gusas ou ferro-ligas ), se forem ampliados os guseiros e as fundições elétricas de ferro-ligas, ou se vierem a se implantar novas instalações desse tipo na região, ou se um dia se concretizar a sempre falada hipotética usina siderúrgica maranhense; e / ou* para uso em novas atividades de mineração e de concentração de bauxita, ou eventualmente de fundição de alumínio na região próxima de Santarém, do Lago Juruti Velho, ou na margem esquerda do baixo Amazonas; e/ ou •para uso na Serra Norte, PA, na ampliação das minas de ferro, de manganês e certamente nas novas instalações de concentração e de fundição de cobre da CVRD, inauguradas em julho pelo presidente Lula

    Para o empreendedor atual (Eletronorte) e para o governo federal, empenhados nessa terceira tentativa de viabilizar o projeto, não ficaria bem esta “repetição de Tucuruí”:esta eletricidade de alto custo e graves impactos para nós, seria exclusivamente ou principalmente para viabilizar empresas multinacionais de mineração e metalurgia, produzindo para exportação, ganhando extraordinariamente, por causa dos baixos custos, para elas , da eletricidade, subsidiada pelo país todo.

  • ‘Aspectos Estratégicos para a economia internacional:

    • O que está em disputa? Um bom “pacote” de eletricidade a ser gasta por aqui, fabricando itens para exportação, dentro de uma divisão futura dos custos ambientais. O direcionamento de tal montante de capital será bastante prejudicial para a sociedade brasileira futura, por causa do aumento do endividamento, e depois, por causa das remessas de juros, lucros.

    • O capital elétrico planeja seu futuro: ampliar a dominação da sociedade por meio das redes físicas (networks) e dos serviços com renda tipo pedágios; ampliar a fabricação de materiais eletro-intensivo e o uso das tecnologias “de ponta”, por exemplo a obtenção eletrolítica de hidrogênio, a obtenção de altíssimas voltagens e amperagens para uso industrial (cerâmica refratária e isoladores ultra-resistentes; alumínio, cobre e ligas metálicas especiais, silício para placa fotovoltaica, fibra ótica e chips, fundição por plasma e arco voltaico)

    Pra nós, estão em jogo questões de princípio:• Não barrar o rio Araguaia nem o rio Xingu! Que possam ficar como testemunhos e

    fonte de economia florestal, pesqueira, turística, como meio de vida dos ribeirinhos • Essa região (Altamira, Oeste paraense, a Terra do meio) tem outros projetos e

    expectativas, inclusive vários que são antagônicos, ou incompatíveis com as grandes obras (assentamentos agrícolas e extrativos, demarcação de reservas e áreas protegidas; incentivo ao manejo...) e outros que são bem afinados com elas (grandes desmatamentos, pastagens, agro-negócios, garimpagem descontrolada...)

  • Altamira Porto

    Onde a água vai subir até a cota 97 : na beira rio, o porto dos pescadores e barqueiros de Altamira; na entrada da cidade pelo ramal da Transamazônica, o baixão do igarapé Ambé, e o balneário São Francisco

    Onde a água vai subir até a cota 97 : na beira rio, o porto dos pescadores e barqueiros de Altamira; na entrada da cidade pelo ramal da Transamazônica, o baixão do igarapé Ambé, e o balneário São Francisco

    Onde o rio estaria sempre bem mais baixo: a Ilha da Fazenda, a vila garimpeira da Ressaca

  • O que aconteceria na região durante as obras de Belo Monte... se elas fossem feitas? Uma verdadeira guerra fundiária, e a alteração total da vida regional durante a fase de construção e montagem das obras e das LTs

    O que aconteceria na região durante as obras de Belo Monte... se elas fossem feitas? Uma verdadeira guerra fundiária, e a alteração total da vida regional durante a fase de construção e montagem das obras e das LTs

    # Quatro grandes canteiros de obras: duas barragens (Pimental e Juruá), Casa de Força, e o porto da obra..............................+ 30 diques, + escavação e canalização de dois igarapés c/ 500 m largura# Tráfego fluvial pesado ( máquinas, materiais e peças) no rio Amazonas, entrando pelo Xingu em Porto de Moz # Aumento brutal de tráfego terrestre na BR 230 e nos travessões entre o 18 e o 55, de ambos os lados da rodovia atual; alguns virarão estradas asfaltadas ligando com os canteiros de obras# Novas Linhas de Transmissão ........em 69 e 139 kV para os canteiros de obras# Novos linhões__ __ __ para despachar a eletricidade: - para Santarém e Manaus, -para o Amapá, - para Marabá e o sistema CO – N - NE# Pelo menos 4 novos bairros de alojamentos e vilas residenciais ( aprox. 30 mil pessoas) .........................................

    Após o enchimento das represas: mais de 100 km de barrancas e terras firmes nas margens do Xingu e uns 40 km do rio Bacajá, sujeitas a uma catástrofe hidrológica; e quase 500 km quadrados permanentemente submersos

    Após o enchimento das represas: mais de 100 km de barrancas e terras firmes nas margens do Xingu e uns 40 km do rio Bacajá, sujeitas a uma catástrofe hidrológica; e quase 500 km quadrados permanentemente submersos

  • SE FOR FEITA TAL OBRA, QUAIS CONSEQÜÊNCIAS LOCAIS ?

    1. Os igarapés mais importantes afogados na represa da calha do rio na cidade: o Ambé, o Altamira e o Panelas; e tambem…2. no interior da Volta Grande: o Gaioso e o de Maria, rasgados e canalizados; e o Paquiçamba, o Ticaruca, o Cajueiro, o Cobal, e o Santo Antonio ficariam cortados pelos diques da represa, e com o seu trecho inferior no seco ou intermitente3. Arquipélagos afogados ou semi cobertos4. Catástrofe hidrológica : as vazões diminutas abaixo da Ilha Pimental +o desaparecimento de espécies (borboletas, abelhas, pássaros, peixes, quelônios) e proliferação de outras( mosquito da pedra) 5. Rebaixamento dos lençóis d água subterraneos 6. O maior afluente, rio Bacajá muda o comportamento do meio curso para a sua foz no Xingu:escoaria mais rápido, alagaria menos as margens no inverno7. As maiores cachoeiras, Jericoá até Baleia e Assassina ficariam bastante secas, e aumentariam os bancos de areia e as praias permanentes, morreria boa parte da vegetação de restinga8. Dificuldades no poção da travessia da Balsa da Transmazonica, com o rio sempre mais baixo e as barrancas sempre mais inclinadas.9. Entre Santo Antonio e Vitoria do Xingu, possibilidade de alteração do sentido da correnteza, ou de aparecimento de rebojos, no trecho da saída da água turbinada pela margem esquerda

  • As vazões mínimas de água que – segundo a Eletronorte - seriam liberadas abaixo do paredão da ilha Pimental , durante o Verão, ficariam entre:* 47% da média mensal mínima do mês de Setembro (225 m3/s liberados para 477 m3/s naturais) e * 27,5 % da mínima em Agosto (250 m3/ s para 908 m3/ s), e durante o Inverno, a vazão dita ecológica ficaria entre15,7% da média mensal mínima em Março, (1.500 m3/ s para 9.561 m3/s) e 20, 4 % das vazões mensais mínimas em Abril (2.000 m3/ s para 9.817 m3/ s)

    As vazões mínimas de água que – segundo a Eletronorte - seriam liberadas abaixo do paredão da ilha Pimental , durante o Verão, ficariam entre:* 47% da média mensal mínima do mês de Setembro (225 m3/s liberados para 477 m3/s naturais) e * 27,5 % da mínima em Agosto (250 m3/ s para 908 m3/ s), e durante o Inverno, a vazão dita ecológica ficaria entre15,7% da média mensal mínima em Março, (1.500 m3/ s para 9.561 m3/s) e 20, 4 % das vazões mensais mínimas em Abril (2.000 m3/ s para 9.817 m3/ s)

    Paredão do Vertedor principal nas Ilhas Pimental e da Serra

    em Santo Antonio do Belo Monte Paredão do prédio da casa de força

    Calha natural do rio, que ficaria seca ou quase seca

    Paredão do Vertedor complementardo igarapé Paquiçamba

  • No clã dos Maia, gente pobre dos Juruna, dos Arara e do Brasil

    Na praia da cachoeira Jericoá, a riqueza da colocação de seu Miguelzinho

    dona Miriam e parte de sua famíliaXipaia - Piauiense, na colocação na margemesquerda do furo do Xingu acima da Jericoá

  • “vinha uns estrangeiro de licópito e descia nessa praia aí...”“a vasilha foi os do ceneque que quebrou com as ferramentas deles...”