Ordenamento do Territorio

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Aao antropica sobre a dinamica dos rios, dos mares e das zonas de vertente

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  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Identificar elementos constitutivos da situao-problema.Problematizar e formular hipteses.Testar e validar ideias.Planear e realizar pequenas investigaes teoricamente enquadradas.Reconhecer as contribuies dageologia nas reas da preveno de riscos geolgicos, ordenamento do territrio, gesto de recursos ambientais e educao ambiental.Assumir opinies suportadas por uma conscincia ambiental com bases cientficas.Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes pontos de vista.Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias.Ver na investigao cientfica, tambm, uma via importante que pode contribuir para a resoluo de muitos problemas.Reconhecer as contribuies da geologia nas reas da: preveno de riscos geolgicos, ordenamento do territrio, gesto derecursos ambientais e educao ambiental.Assumir opinies suportadas por uma conscincia ambiental com bases cientficas.Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes pontos de vista.Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias.Ver na investigao cientfica, tambm, uma via importante que pode contribuir para a resoluo de muitos problemas.Observar e interpretar dados.Usar fontes bibliogrficas de forma autnoma pesquisando,organizando e tratando informao.Utilizar diferentes formas de comunicao, oral e escrita.Desenvolver atitudes e valores inerentes ao trabalho individual e cooperativo.Assumir atitudes de defesa do patrimnio geolgico.

    Contedos a desenvolver

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • O registo dos relevos

    Curva de nvel

    Cota

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Carta topogrfica

    Linhas de gua

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Rios de Portugal e Espanha

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Rio Tejo

    Tejo

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  • Plancie aluvionar - lezria do Tejo em cheia

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

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  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Nvel de Base Local

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Fase de Juventude,Fase de Maturidade, ou Fase de Senilidade??

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Aces de um rio - A curva de Hjulstrom

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • 1 e 2 - A gua dos rios cercada por uma grande parede de cimento chamada barragem que forma um grande lago ou represa.3 e 4 - Da barragem saem tubos por onde corre a gua que levada para a fbrica de produo de energia.5 e 6 - A gua cai com muita fora dentro dos tubos e movimenta mquinas chamadas turbinas.7 e 8 - As turbinas possuem palhetas ou ps que rodam rapidamente e produzem energia. Essa fora faz funcionar uma mquina chamada gerador que produz electricidade.9 e 10 - A electricidade passa pelos transformadores. Destes saem cabos e linhas que levam a energia elctrica para as casas, hospitais, ruas, fbricas, etc.

    Produo de energia hidroelctrica

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • A lampreia marinha iniciaa sua migrao reprodutora nas principais bacias de Portugal (Minho, Lima, Cvado, Vouga, Mondego, Tejo e Guadiana) no final de Dezembro, incio de Janeiro. O macho liberta os espermatozides e a fmea liberta os vulos na gua, onde ocorre a fecundao. Do ovo, nasce uma pequena larva, a vida larvar prolonga-se por 4 a 5 anos, estas vivem enterradas no lodo e areia. Pouco depois da metamorfose, comea a migrao para o mar onde vivem na plataforma continental at a maturao sexual durante 20 a 30 meses. O final do ciclo de vida da Lampreia acaba aps a reproduo.

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Pitoresca aldeia piscatria junto ao Tejo, com as suas casas de madeira sobre palafitas.

    No deixe de provar a famosa "Fataa na Telha", uma iguaria caracterstica da zona.

    Avieiros do Tejo

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Aldeia da Luz

    No ano de 2002 foi inaugurada a Nova Aldeia da Luz, construda de raiz a dois quilmetros da antiga, que foi desmantelada e maioritariamente submersa pela albufeira de Alqueva. A antiga Aldeia da Luz, cuja origem remontava ao perodo Paleoltico e Neoltico, foi considerada o impacto social mais significativo da construo da Barragem do Alqueva, ocupando agora uma rea de cerca 2.040 hectares.A Nova Aldeia foi construda com a preocupao da manuteno dos traos e bens patrimoniais anteriores, sendo tambm construdo um Museu com vista a perpetuar a memria da antiga aldeia e suas gentes. Uma coleco etnogrfica da Aldeia, peas arqueolgicas, estando o museu dotado de uma sala de exposies temporrias. A Aldeia est igualmente dotada de uma Praa de Touros, de um Lavadouro pblico que tem tambm a funo e Miradouro com uma bonita vista sobre a Barragem do Alqueva, contando igualmente com a Igreja Paroquial do Sagrado Corao de Jesus, e uma rplica da Fonte Santa presente na antiga aldeia, que se dizia brotar guasmilagrosas.Em toda a rea encontram-se diversas estaes arqueolgicas de diferentes perodos, muitas delas dadas a conhecer atravs da construo da Barragem.

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Aldeia da Luz

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Inertes

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Acidente de Entre-os-Rios4 de Maro 2001Por volta das 21h00, um dos pilares da Ponte de Hintze Ribeiro cai, arrastando para o rio um autocarro e trs automveis ligeiros. Morreram 59 pessoas.

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Afinal parece que a culpa no vai morrer solteira no caso da tragdia de Entre-os-Rios. Para j, a Procuradoria Geral da Repblica comeou a notificar testemunhas e familaries da vtimas e j constitui seis arguidos no processo-crime, entre eles dois chefes da Diviso de Conservao da Direco do Servio de Pontes da ex-Junta Autnoma de Estradas.

    Quatro dos arguidos so acusados de um crime de violao das regras tcnicas, agravado pelo resultado (morte de pessoas). Os restantes arguidos so acusados, em co-autoria, de dois crimes de violao das regras tcnicas, agravados pelo resultado.De fora do processo-crime ficaram os responsveis da rea do Ambiente e os areeiros apesar da extraco de inertes no Douro ter sido apontada como uma das principais causas da tragdia.Recorde-se que a comisso parlamentar de inqurito s causas da queda da ponte de Entre-os-Rios concluiu que o acidente no se deveu unicamente negligncia dos engenheiros. A comisso referia no seu relatrio final que o abaixamento do leito do rio junto albufeira de Crestuma, que concorreu para a perda de sustentao e consequente colapso do pilar P4, se deveu s actividades de extraco de inertes. A extraco era feita com base no licenciamento de sete lotes, que autorizavam a recolha de 40.000 metros cbicos de areia por ano, cujas licenas foram sucessiva e automaticamente prorrogadas.Outro ponto do relatrio apontava para a insuficincia da fiscalizao exercida sobre aquela actividade

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Pela evoluo das hidrografias existentes e pelas medies do leito do rio, o LNEC estimou em 500 mil metros cbicos o volume dos sedimentos que chegam em anos mdios albufeira de Crestuma. Num ano de cheia, aquela albufeira chega a acumular cerca de um milho e 700 mil metros cbicos de sedimentos.

    Surpreendentemente, o estudo admite que a zona de Entre-os-Rios um dos melhores locais para efectuar dragagens. Logo a seguir ponte que, no dia 4 de Maro de 2001, colapsou, provocando a morte a 59 pessoas, o rio assume a configurao de uma banheira, onde se vo acumulando grandes quantidades de areia.

    As duas novas pontes de Entre-os-Rios esto assentes no fundo rochoso do rio, pelo que, ao contrrio da ponte antiga, que estava assente em estacas, as travessias actuais esto protegidas dos efeitos da eroso dos fundos arenosos. Seja como for, pelo menos no prximo ano e meio, no haver dragagens naquele troo do rio. Uma vez que uma boa parte dos corpos das vtimas do acidente de 4 de Maro de 2001 ainda no apareceu, o Governo comprometeu-se com as respectivas famlias a proibir a extraco de areias durante trs anos entre a ponte e o local onde foi encontrado o autocarro da morte.

    A extraco de inertes no Douro para fins comerciais est interdita em todo o curso fluvial precisamente desde a queda da ponte Hintze Ribeiro. O inqurito ao acidente mandado elaborar pelo Ministrio do Equipamento apontou a extraco de areias como uma das causas que estiveram na origem do colapso da travessia. Invocando o risco de falncia, que colocaria no desemprego cerca de 300 trabalhadores, as sete empresas de dragagens que operam no Douro tm vindo a exigir o reatamento da actividade extractiva para fins comerciais.

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Mais de metade da actividade do mercado de extraco de inertes efectuada sem o conhecimento das entidades oficiais. Com base nos dados declarados, a oferta estimada cobre apenas 50 por cento da procura. Isso faz com que se desconhea a origem de quase 25 mil toneladas de inertes, o que traduz o significativo desconhecimento do mercado de extraco e comercializao de inertes.Esta foi uma das principais concluses de um estudo sobre o mercado de extraco de inertes em Portugal, promovido pelo INAG (Instituto Nacional da gua), a que o Portugal Dirio teve acesso.

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • sbado, 5 de fevereiro de 2011

  • Previses 2100

    sbado, 5 de fevereiro de 2011

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