“RGƒO INFORMATIVO DO SINDICATO DOS T‰CNICOS INDUSTRIAIS DO ...   DOS T‰CNICOS INDUSTRIAIS

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  • RGO INFORMATIVO DO SINDICATODOS TCNICOS INDUSTRIAIS DO

    ESTADO DE SO PAULO

  • 2 - SINTEC-SP EM REVIST2 - SINTEC-SP EM REVIST2 - SINTEC-SP EM REVIST2 - SINTEC-SP EM REVIST2 - SINTEC-SP EM REVISTAAAAA

    SINTEC-SP EM REVISTA uma publicao do Sindicato

    dos Tcnicos Industriais do Estado deSo Paulo SINTEC-SP

    Maio 2002

    Rua Tenente Sales, 229,Cj. 12, 1o andarCEP 09720-130

    So Bernardo do Campo SPFone/Fax: (11) 4339-1933

    e-mail: sintecsp@uol.com.brwww.sintecsp.org.br

    Produo Editorial e GrficaAldeia Comunicao Especializada e

    Editora (11) 5055-2863Tiragem: 15.000 exemplares

    CONSELHO EDITORIALAlceu Rosolino, Fernanda Dantas,

    Margarete dos Santos eMaurcio Tadeu Nos.

    DIRETORIA EXECUTIVAPresidente: Wilson Wanderlei Vieira

    Secretrio Geral: Alceu Rosolino

    1 Secretrio: Paulo SilasCastro de Oliveira

    2 Secretrio: Mauricio Tadeu NosTesoureira: Margarete dos Santos

    1 Tesoureiro: Pedro CarlosValcante

    2 Tesoureiro: PauloEduardo Finhane Trigo

    CONSELHO FISCALArlindo Paiva

    Reinaldo Roberto RibeiroShogoro Akamine

    EXPEDIENTE

    ciamento de investimento e custeio pelo sistema de crdito ruralou industrial e no mbito restrito de suas respectivas habilita-es, elaborar projetos de valor no superior a 1.500 mvr. 2 Os tcnicos Agrcolas do setor agroindustrial podero res-ponsabilizar-se pela elaborao de projetos de detalhes e pelaconduo de equipe na execuo direta de projetosagroindustriais.

    Art. 7 Alm das atribuies mencionadas neste Decre-to, fica assegurado aos Tcnicos Agrcolas de 2 grau o exerc-cio de outras atribuies desde que compatveis com a sua for-mao curricular.

    Art. 8 As denominaes de tcnico industrial e de tcni-co agrcola de 2 grau ou, pela legislao anterior, de nvel m-dio, so reservadas aos profissionais legalmente habilitados eregistrados na forma deste Decreto.

    Art. 9 O disposto neste Decreto aplica-se a todas ashabilitaes profissionais de tcnico de 2 grau dos setores pri-mrio e secundrio, aprovadas pelo Conselho Federal de Edu-cao.

    Art. 10. Nenhum profissional poder desempenhar ativi-dades alm daquelas que lhe competem pelas caractersticasde seu currculo escolar, considerados, em cada caso, os con-tedos das disciplinas que contribuem para sua formao pro-fissional.

    Art. 11. As qualificaes de tcnico industrial ou agrcolade 2 grau s podero ser acrescidos denominao de pessoajurdica composta exclusivamente de profissionais possuidoresde tais ttulos.

    Art. 12. Nos trabalhos executados pelos tcnicos de 2grau de que trata este Decreto, obrigatria, alm da assinatu-ra, a meno explcita do ttulo profissional e do nmero da car-teira referida no art. 15 e do Conselho Regional que a expediu.Pargrafo nico. Em se tratando de obras, obrigatria a manu-teno de placa visvel ao pblico, escrita em letras de forma,com nomes, ttulos, nmeros de carteiras e do CREA que a ex-pediu, dos autores e co-autores responsveis pelo projeto e pelaexecuo.

    Art. 13. A fiscalizao do exerccio das profisses de tc-nico industrial e de tcnico agrcola de 2 grau ser exercidapelos respectivos Conselhos Profissionais.

    Art. 14. Os profissionais de que trata este Decreto spodero exercer a profisso aps o registro nos respectivosConselhos Profissionais da jurisdio de exerccio de sua ativi-dade.

    Art. 15. Ao profissional registrado em Conselho de Fis-calizao do Exerccio Profissional ser expedida Carteira Pro-fissional de Tcnico, conforme modelo aprovado pelo respecti-vo rgo, a qual substituir o diploma, valendo como documen-to de identidade e ter f pblica.Pargrafo nico. A Carteira Profissional de Tcnico conter,obrigatoriamente, o nmero do registro e a habilitao profissio-nal de seu portador.

    Art. 16. Os tcnicos de 2 grau cujos diplomas estejamem fase de registro podero exercer as respectivas profissesmediante registro provisrio no Conselho Profissional, por umano, prorrogvel por mais um ano, a critrio do mesmo Conse-lho.

    Art. 17. O profissional, firma ou organizao registradosem qualquer Conselho profissional, quando exercerem ativida-des em outra regio diferente daquela em que se encontramregistrados, obrigam-se ao visto do registro na nova regio.Pargrafo nico. No caso em que a atividade exceda a 180 (centoe oitenta) dias, fica a pessoa jurdica, sua agncia, filial, sucur-sal ou escritrio de obras e servios, obrigada a proceder aoseu registro da nova regio.

    Art. 18. O exerccio da profisso de tcnico industrial ede tcnico agrcola de 2 grau regulamentado pela Lei n 5.524,de 05 de novembro de 1968 e, no que couber, pelas disposiesdas Leis n 5.194 de 24 de dezembro de 1966 e 6.994, de 26 demaio de 1982.

    Art.19. O Conselho Federal respectivo baixar as Reso-lues que se fizerem necessrias perfeita execuo desteDecreto.

    Art.20. Este Decreto entrar em vigor na data de suapublicao, revogadas as disposies em contrrio.

    Braslia, 06 de fevereiro de 1985; 164 da Independncia e 97 da Repblica.

    JOO FIGUEIREDOMurilo Macedo

    Publicado no Dirio Oficial daUnio em 07.02.1985. Seo I

    pg. 2194 a 2196.

    INTERNET

    TTTTTecnologia a serecnologia a serecnologia a serecnologia a serecnologia a servio do vio do vio do vio do vio do Tcnico IndustrialTcnico IndustrialTcnico IndustrialTcnico IndustrialTcnico Industrial

    ndice

    Editorial..................................................................................................................3

    SINTEC-SP inaugura Centro de Capacitao Tecnolgica............................3

    Conhea a trajetria de luta dos tcnicos industriais.....................................4

    A caminho da regulamentao profissional.....................................................5

    A organizao dos tcnicos industriais..............................................................6

    Tcnicos tm representao no Sistema CONFEA/CREAS...........................7

    A luta continua pelo Conselho prprio dos tcnicos......................................7

    Registro nos Conselhos Regionais obrigatrio........................................8 e 9

    Vitria dos Tcnicos em Nutrio......................................................................9

    Sindicato forte, maiores benefcios............................................................10 e 11

    Votao histrica elege diretoria do SINTEC-SP...................................12 e 13

    Fortalea o SINTEC-SP. Filie-se........................................................................14

    Estudantes engrossam movimento..................................................................14

    Proposta de filiao de scio.............................................................................15

    ART em duplo benefcio do profissional.........................................................16

    Lei n 5.524/68, de 05 de novembro de 1968...................................................17

    Decreto n 90.922, de 06 de fevereiro de 1985.........................................17 a 19

    Tecnologia a servio do Tcnico Industrial.....................................................19

    ndice

  • 18 - SINTEC-SP EM REVIST18 - SINTEC-SP EM REVIST18 - SINTEC-SP EM REVIST18 - SINTEC-SP EM REVIST18 - SINTEC-SP EM REVISTAAAAA SINTEC-SP EM REVISTSINTEC-SP EM REVISTSINTEC-SP EM REVISTSINTEC-SP EM REVISTSINTEC-SP EM REVISTAAAAA - 3- 3- 3- 3- 3

    Para contar os 20 anos de histria deluta dos Tcnicos Industriais, o SINTEC-SP,em 1999, publicou uma edio especial doJornal do Tcnico.

    Passados dois anos, estareedio do Jornal tem por objetivomostrar aos novos ou futurosintegrantes do Sindicato tantoprofissionais quanto estudantes os principais episdios quemarcaram a trajetria pelaregulamentao profissional e osdifceis caminhos que abnegadosprofissionais e lderes domovimento perseguiram parachegar ao atual estgio deorganizao dos Tcnicos.

    Algumas informaesforam atualizadas e, tambm,acrescentadas outras que reforam aimportncia da sindicalizao para se construirum Sindicato forte.

    A publicao desta segunda edioculmina com a posse da nova diretoria doSINTEC-SP para a gesto 2002/2006.Expressiva votao mais de 4 mil votos elegeu a Chapa 1, reforando a confiana dostcnicos em seus dirigentes sindicais. Estasituao nos conforta e, ao mesmo tempo, indicaque estamos indo na direo certa.

    Editorial

    Editorial

    Editorial

    Editorial

    Editorial Para finalizar, recente acontecimentomostra a fora do Sindicato em seus propsitos:

    a defesa dos direitos profissionais dos TcnicosIndustriais. Em ofcio enviado aoSINTEC-SP, o presidente doCREA-SP, Engenheiro Agrnomoe Tcnico em Eletrotcnica, JosEduardo de Paula Alonso,reconheceu as justas reivindicaesdos Tcnicos de exercerem suaatividade profissional sem restriesno mbito das atribuies. Estainiciativa foi a resposta notificao extrajudicial enviadaquele Conselho pelo SINTEC-SP,exigindo medidas que impedissemas arbitrariedades cometidas contraos Tcnicos Industriais ao longodesses anos, dificultando o exerccio

    digno da profisso.Vencemos mais uma etapa da nossa

    batalha. S no podemos cruzar os braos.Temos que continuar na nossa trajetria pelaconstruo de um Sindicato cada vez mais fortee representativo.

    Wilson Wanderlei Vieira(Presidente do SINTEC-SP)

    Em tempos de economiaglobalizada, a competitividade nomercado de trabalho cres-ce, exigindo dos profissio-nais maior aperfeioamen-to. Cientes da situao, oSINTEC-SP quer o melhorpara seus associados e notem medido esforos paraque os Tcnicos estejamcada vez mais preparados.

    O mais recente in-vestimento do Sindicato,foi a instalao do Centrode Capacitao Tecnolgi-ca, inaugurado no dia 17de setembro de 2001. OCentro, que est funcio-

    SINTEC-SP inaugura CentrSINTEC-SP inaugura CentrSINTEC-SP inaugura CentrSINTEC-SP inaugura CentrSINTEC-SP inaugura Centro deo deo deo deo deCapacitao Capa