Perfeição Moral Terceiro Livro capítulo XII itens 893 a 919a Livro dos Espíritos

  • View
    110

  • Download
    4

Embed Size (px)

Transcript

  • Slide 1
  • Perfeio Moral Terceiro Livro captulo XII itens 893 a 919a Livro dos Espritos
  • Slide 2
  • As virtudes e os vcios
  • Slide 3
  • A virtude mais meritria a que assenta na mais desinteressada caridade. Toda virtude tem seu mrito prprio, porque indica progresso na senda do bem. O sinal mais caracterstico da imperfeio do homem o interesse pessoal
  • Slide 4
  • O verdadeiro desinteresse coisa ainda to rara na Terra que, quando se patenteia, todos o admiram, como se fora um fenmeno. Grande parte das pessoas que qualificamos de desinteressadas prodigaliza seus haveres, sem utilidade real, no lhes dando emprego criterioso
  • Slide 5
  • Tem o merecimento do desinteresse, mas no tem o merecimento do bem que poderiam fazer, porquanto a prodigalidade irrefletida constitui a falta de juzo. A riqueza no para ser fechada em um cofre forte, mas tambm no para ser dispersada ao vento.
  • Slide 6
  • Teremos que responder por todo o bem que poderamos fazer e no fizemos, e por todas as lgrimas que poderamos ter estancado com o dinheiro que demos aos que dele no precisavam
  • Slide 7
  • O bem deve ser feito sem interesse preconcebido.
  • Slide 8
  • Aquele que o faz pelo prazer de ser agradvel a Deus e ao seu prximo que sofre, j se acha num certo grau de progresso que lhe permitir alcanar a felicidade mais depressa do que o irmo que, mais positivo, faz o bem por clculo, e no impelido pelo ardor natural do corao.
  • Slide 9
  • Procede como o egosta todo aquele que calcula o que lhe possa cada uma de suas boas aes render na vida futura. Nenhum egosmo h, porm, em querer melhorar-se para se aproximar de Deus.
  • Slide 10
  • Devendo o futuro constituir objeto de nossa principal preocupao devemos nos esforar por obter conhecimentos cientficos que digam respeito s coisas e s necessidades materiais, pois o esprito, para ser perfeito precisa saber tudo.
  • Slide 11
  • O homem no deve cobiar as riquezas com o desejo de fazer o bem. um sentimento louvvel, mas que quase sempre oculta intuitos apenas de ordem pessoal.
  • Slide 12
  • Incorre em grande culpa o homem que se pe a estudar os defeitos alheios quando o faz para o criticar ou divulgar.
  • Slide 13
  • A indulgncia para com os defeitos dos outros uma das virtudes contidas na caridade. Essa indulgncia deve abranger as chagas da sociedade que s devem ser criticadas quando um sentimento bom pairar por sobre a crtica e no o desejo de escndalo.
  • Slide 14
  • Paixes
  • Slide 15
  • A paixo est no excesso do que se acresceu vontade, visto que o princpio que lhe d origem foi posto no homem para o bem, tanto que a paixo pode lev- lo realizao de grandes coisas.
  • Slide 16
  • O abuso que dela se faz que causa o mal. Uma paixo se torna perigosa a partir do momento em que o homem deixa de govern-la.
  • Slide 17
  • O homem pelos seus esforos pode vencer as suas ms inclinaes. Quando no as vence porque lhe falece a vontade, pois se pedir a Deus e a seu anjo protetor e os bons Espritos o auxiliaro.
  • Slide 18
  • Vencer as paixes representa uma vitria do Esprito sobre a matria, e que pode ser obtida com a prtica da abnegao.
  • Slide 19
  • Egosmo
  • Slide 20
  • a raiz de todos os vcios, porque dele derivam todos os males. Todos os esforos do homem devem tender para extirpar o egosmo.
  • Slide 21
  • Ele se funda no interesse pessoal mas, medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor do s coisas materiais.
  • Slide 22
  • Da a necessidade do homem ir se libertando da influncia da matria, fazendo com que a vida moral v predominando sobre a vida material, com a compreenso do seu futuro real.
  • Slide 23
  • Caracteres do homem de bem
  • Slide 24
  • O Esprito revela sua elevao, quando todos os atos da sua vida corporal representam a prtica da lei de Deus, e quando antecipadamente compreende a vida espiritual.
  • Slide 25
  • O homem de bem o que pratica a lei da justia, amor e caridade na sua maior pureza
  • Slide 26
  • Conhecimento de si mesmo
  • Slide 27
  • O meio mais prtico, mais eficaz para o homem se melhorar nesta vida e resistir atrao do mal o indicado por um sbio da antiguidade, que dizia: Conhece-te a ti mesmo.
  • Slide 28
  • Interrogue o homem, no fim do dia a sua conscincia, passe em revista o que fez, e pergunte a si mesmo: se no faltou com algum dever; se ningum teve motivo de queixas.
  • Slide 29
  • O que assim fizer, rogando a Deus e ao seu anjo protetor que o esclarea, adquirir foras para se aperfeioar.
  • Slide 30
  • Antes disso, o homem precisa afastar a ideia do amor prprio, porque ele atenua as faltas e as torna desculpveis, assim como o avarento se considera apenas um homem econmico e previdente
  • Slide 31
  • Quando estivermos indecisos sobre o valor de uma de nossas aes, meditemos como a qualificaramos se praticadas por outra pessoa e, principalmente, contra ns.
  • Slide 32
  • Jesus, Modelo e Guia