Planilha Ambiental

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    02-Oct-2015

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Concurseiros e alunos

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<p>Ambiental.docx</p> <p>TribunalInform / SmTemaJurisprudncia</p> <p>PRINCPIOS</p> <p>Princpios - Desenvolvimento sustentvel - Acepo social possvel vislumbrar alguma acepo social no princpio do desenvolvimento sustentvel? H doutrina que a defesa do desenvolvimento sustentvel, envolveria, alm da conciliao do desenvolvimento scio-econmico com a preservao ambiental, um carter social, reconhecendo-o como forma de garantia da justia por meio da realizao da distribuio de riqueza. LC 140. Art. 3o Constituem objetivos fundamentais da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, no exerccio da competncia comum a que se refere esta Lei Complementar: II - garantir o equilbrio do desenvolvimento socioeconmico com a proteo do meio ambiente, observando a dignidade da pessoa humana, a erradicao da pobreza e a reduo das desigualdades sociais e regionais;</p> <p>STJ - 6aT402Princpios - InsignificnciaMesmo diante dos princpios da precauo e da preveno, que para alguns suplantariam os princpios de garantias dos cidados, h de se considerar, diante do caso concreto, a possibilidade de aplicao do P. da Insignificncia.</p> <p>Questo TRF1D) Em razo do tratamento dispensado ao meio ambiente pelo texto constitucional, depreende-se que exigido dos cidados, predominantemente, um non facere em relao ao meio ambiente.(E) GABARITO PRELIMINAR-exige-se uma postura ativa (facere) e uma postura omissiva (non facere).</p> <p>Questo TRF1Desdestinao - impossibilidadeE) O direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado afasta eventual tentativa de desafetao ou desdestinao indireta.(E) GABARITO PRELIMINARDESDESTINAO - a desafetao do bem desapropriado que despojado do carter pblico . "o ato jurdico stricto sensu, administrativo ou constante da lei, pelo que se desveste de sua destinao pblica o bem, para faz-lo volver categoria de propriedade privada"</p> <p>Questo TRF1Princpio da informaoA) O relatrio de qualidade do meio ambiente, instrumento da Poltica Nacional do Meio Ambiente, entendido como aplicao do princpio da responsabilizao.(E) GABARITO PRELIMINAR-princpio da informao, que se caracteriza como um subprincpio do princpio democrtico ou princpio da participao.</p> <p>P. Poluidor PagadorP. Poluidor-pagador: Pode ser entendido como um instrumento economico que exige do poluidor, uma vez identificado, suportar as despesas de prevencao, reparacao e repressao dos danos ambientais. O principio visa a atribuir uma expressao monetaria ao custo social da poluicao, deslocando-o da coletividade para introduzi-lo como mais um custo do processo produtivo a ser arcado pelo empreendedor (internalizao das externalidades negativas). Apresenta duas vertentes bem definidas: (1) carater preventivo, que busca evitar a ocorrencia de danos, e (2) carater repressivo, reparar o dano causado. O presente principio nao e uma chancela para poluir, pois nao se limita a suportar a poluicao mediante um preco, nem apenas busca o equivalente pecuniario dos danos ambientais causados. Alem e antes busca evitar o dano.</p> <p>Privatizao dos lucros e socializao dos danos essa a lgica do capitalismo. O direito ambiental visa reverter esse raciocnio.</p> <p>P. Poluidor Pagador - Logstica reversa ou responsabilidade ps-consumoO que logstica reversa ou responsabilidade ps-consumo? Obrigao de produtores e comerciante de baterias, pilhas, pneus e agrotxicos de dar destinao aos produtos no mais utilizados pelos consumidores. Se o produto / servio fornecido, aps o seu uso, virar lixo, quem foi o fornecedor tem obrigao de recolher esse material.</p> <p>Lei n. 12.305/10 Art. 31. Sem prejuzo das obrigaes estabelecidas no plano de gerenciamento de resduos slidos e com vistas a fortalecer a responsabilidade compartilhada e seus objetivos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes tm responsabilidade que abrange:III - recolhimento dos produtos e dos resduos remanescentes aps o uso, assim como sua subsequente destinao final ambientalmente adequada, no caso de produtos objeto de sistema de logstica reversa na forma do art. 33;</p> <p>Questo TRF1Internalizao das externalidades negativasB) Os instrumentos ambientais relacionados ao exerccio do poder de polcia no podem ensejar impactos no custo da produo, mesmo que em defesa do meio ambiente.(E) GABARITO PRELIMINAR-a necessidade da internalizao das externalidades negativas, que decorre do princpio do poluidor pagador, infirma a afirmao da assertiva. O art. 170, VI da CF estabelece a defesa do meio ambiente como um princpio da ordem econmica.</p> <p>P. Usurio PagadorP. Usurio-pagador: definicao de valor economico ao bem natural, com intuito de racionalizar o seu uso e evitar seu desperdicio. De frisar que, ao contrario do poluidor, o usuario nao provoca, em principio, nenhum dano ao meio ambiente. A causa do pagamento da compensacao e tao so a utilizacao de recursos naturais escassos. Havendo algum dano ambiental, o pagador passara a ser considerado poluidor, incidindo no dever de reparacao decorrente do principio do poluidor-pagador e nao propriamente do usuario-pagador. Assim, enquanto o poluidor-pagador possui um carater de sancao, o usuario-pagador mais se assemelha a um onus.</p> <p>P. Usurio PagadorExiste limite na definio nessa cobrana? O limite no vedar o acesso aos menos favorecidos. Rico ou pobre poderia pagar do mesmo jeito? comum leis que tarifas sociais (ex. gua), quem consome mais pagaria tarifa maior.</p> <p>Smula 407 STJ - legtima a cobrana da tarifa de gua fixada de acordo com as categorias de usurios e as faixas de consumo.</p> <p>Questo TRF1Princpio LimiteC) O padro de qualidade ambiental instrumento abrangente que representa uma anlise do impacto de certo empreendimento na ocasio de sua instalao.(E) GABARITO PRELIMINAR- PRINCPIO DO LIMITE - em determinadas situaes, a legislao permite a utilizao dos recursos ambientais quando atendidos os parmetros legalmente estabelecidos.Lei 6.938/81 Art 4 - A POLTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE VISAR: III - ao ESTABELECIMENTO DE CRITRIOS E PADRES DE QUALIDADE AMBIENTAL e de NORMAS RELATIVAS AO USO E MANEJO DE RECURSOS AMBIENTAIS;Art. 8 Compete ao CONAMA: VII - ESTABELECER NORMAS, CRITRIOS E PADRES RELATIVOS AO CONTROLE E MANUTENO DA QUALIDADE DO MEIO AMBIENTE com vistas ao USO RACIONAL DOS RECURSOS AMBIENTAIS, principalmente os hdricos.</p> <p>Questo TRF1D) A criao de zonas estritamente industriais envolvendo a instalao de polos cloroqumicos matria que se encontra na esfera da competncia concorrente entre a Unio e os estados.(E) GABARITO PRELIMINARLei 6.803/80. Art . 10. 2 Caber exclusivamente Unio, ouvidos os Governos Estadual e Municipal interessados, aprovar a delimitao e autorizar a implantao de zonas de uso estritamente industrial que se destinem localizao de plos petroqumicos, cloroqumicos, carboqumicos, bem como a instalaes nucleares e outras definidas em lei.</p> <p>Questo TRF1Zoneamento Econmico econlgicoE) O zoneamento econmico ecolgico constitui instrumento de organizao territorial, de carter obrigatrio e vinculado.(C) GABARITO PRELIMINARDecreto 4.297/02. Art. 2o O ZEE, instrumento de organizao do territrio a ser obrigatoriamente seguido na implantao de planos, obras e atividades pblicas e privadas, estabelece medidas e padres de proteo ambiental destinados a assegurar a qualidade ambiental, dos recursos hdricos e do solo e a conservao da biodiversidade, garantindo o desenvolvimento sustentvel e a melhoria das condies de vida da populao. Art. 3o O ZEE tem por objetivo geral organizar, de forma vinculada, as decises dos agentes pblicos e privados quanto a planos, programas, projetos e atividades que, direta ou indiretamente, utilizem recursos naturais, assegurando a plena manuteno do capital e dos servios ambientais dos ecossistemas.</p> <p>P. do protetor recebedorprincpio do protetor-recebedor, tem fundamento em uma lgica inversa ao princpio do poluidor-pagador. A ideia central do princpio do protetor-recebedor remunerar todo aquele que, de uma forma ou de outra, deixou de explorar um recurso natural que era seu, em benefcio do meio ambiente e da coletividade, ou promoveu alguma coisa, tambm com o mesmo propsito. Nesses casos, estamos falando de pagamento por servios ambientais prestados. </p> <p>Ex.: cota de reserva florestal.</p> <p>COMPETNCIA</p> <p>Oral TRF5Competncia01) Trate da repartio de competncia em matria ambiental e se houve alguma alterao recente sobre o tema.Resposta:Embora haja expressa previso constitucional no sentido de ser comum a todos os entes competncia material para proteger o meio ambiente e combater a poluio em qualquer de suas formas (artigo 23, VI), e de haver previso de competncia legislativa concorrente Unio, Estados e DF para legislar sobre florestas, caa, pesca, fauna, conservao da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteo do meio ambiente e controle da poluio (art. 24, VI), deve ser levado em conta que h competncia privativa da Unio para legislar sobre guas e energia (art. 22, IV), jazidas, minas e outros recursos minerais (art. 22, XII), alm da competncia material privativa da Unio para organizar, manter e executar a inspeo do trabalho (art. 21, XXIV), tendo-se em conta que o mbito laboral tambm integra o conceito de meio ambiente. Pode-se dizer, em linhas gerais, portanto, que h competncias que so atribudas apenas Unio, e que as demais so atribudas a todos os entes, no exerccio do chamado Federalismo de Cooperao.A matria ligada competncia para o licenciamento era tratada predominantemente no artigo 10 da Lei da Poltica Nacional do Meio Ambiente, com base na preponderncia do interesse, razo pela qual em regra era atribuda aos rgos estaduais, salvo quando se tratasse de obra com significativo impacto ambiental de mbito nacional ou regional. A matria foi detalhada pelas Resolues 1 e 237 do CONAMA. J a competncia fiscalizatria era exercida por todos os entes, haja vista ser competncia da natureza comum.Recentemente a Lei Complementar 140/2011 tratou de regular o tema da cooperao entre os entes. No que tange ao licenciamento foi mantida, em linhas gerais, a noo de predominncia do interesse. J no que tange ao poder fiscalizatrio, deu-se prevalncia atuao exercida pelo ente responsvel pelo licenciamento, embora no se tenha suprimido completamente a competncia dos demais, porm, com preferncia para a palavra dada pelo ente licenciador.</p> <p>COMPETNCIA LEGISLATIVA E MATERIAL</p> <p>Competncia legislativa - Meio ambiente Natural x Artificial x Cultural x Do TrabalhoCompetncia legislativaMeio ambiente do trabalho a competncia privativa da unio (M e E no legislam)as demais situaes (natural, artificial e cultural) a competncia concorrente.</p> <p>STJ - 1aT STJ - 2aT360 443Competncia - Autoridade administrativa - Auto de infraoA Lei n. 9.605/1998 confere a todos os funcionrios dos rgos ambientais integrantes do sistema nacional do meio ambiente (Sisnama) o poder de lavrar autos de infrao e instaurar processos administrativos, desde que designados para as atividades de fiscalizao. A Lei n. 11.516/2007 acrescenta: desde que precedido de ato de designao prprio da autoridade ambiental. Info 443: nulo o auto de infrao ambiental lavrado por autarquia estadual quando o servidor responsvel pela autuao no foi previamente designado para a atividade fiscalizatria, o que contraria o disposto nos arts. 70, 1, da Lei n. 9.605/1998 e 6, pargrafo nico, da Lei n. 10.410/2002. </p> <p>STF Pleno509Competncia legislativa - Amianto - vedao do uso por lei estadualembora tivesse precedente em sentido diverso (ADI 2656), em nova apreciao da matria, o STF no vislumbrou inconstitucionalidade na lei estadual que probe o uso, no mbito da respectiva unidade da Federao, de produtos, materiais ou artefatos que contenham quaisquer tipos de amianto ou arbesto, ainda que exista lei federal que expressamente o autorize. De fato, h lei federal nesse sentido (Lei 9.055/95), porm, na viso da ilustrada maioria, nisso se anteveria afronta ao direito sade (CF, art. 196), haja vista os danos sade ocasionados pela substncia em comento, segundo tem sido afirmado pela comunidade cientfica internacional, com reflexos em normas internacionais. </p> <p>STF PlenoADPF 234Amianto - Constitucionalidade da Lei Paulista que veda TransporteADPF 234 MC / DF - COMPETNCIA NORMATIVA TRANSPORTE AMIANTO. Surge relevante pedido voltado a afastar do cenrio jurdico-normativo diploma estadual a obstaculizar o transporte de certa mercadoria na regio geogrfica respectiva do estado.</p> <p>Observou caber Unio legislar, privativamente, sobre transporte inclusive de cargas perigosas e sobre comrcio interestadual e internacional. Assinalou, ademais, inexistir lei complementar que delegue aos Estados-membros a disciplina do tema. Afirmou que, se cada Estado-membro impusesse restries ao comrcio, ora vedando o acesso aos prprios mercados, ora impedindo a exportao por meio das regies de fronteiras internacionais, seria o fim da Federao. Salientou, nesse sentido, que incumbiria Unio explorar os portos organizados, bem como regular o transporte rodovirio de cargas.Frisou que, a corroborar essa orientao, a Corte tem declarado a inconstitucionalidade de normas estaduais que interferem na liberdade de comrcio interestadual e internacional. Reputou que, sob o enfoque da liberdade de locomoo, no se poderia restringir o acesso dos particulares ao servio pblico, que deve ser regular e eficiente, por expresso mandamento constitucional.O relator consignou, por fim, que a lei adversada proibiria o uso e no o transporte da referida mercadoria. Explicou que quem usa o faria em termos finais, seria titular de uma das faculdades inerentes ao domnio. Aquele que transporta, por sua vez, prestaria um servio, mas no deteria, necessariamente, a titularidade da coisa para si. Desse modo, se proibido o uso do amianto no Estado de So Paulo, no o seria o transporte quando o material estivesse destinado a outros Estados da Federao ou ao exterior, no que no configuraria uso na acepo tcnica da palavra. </p> <p>STF pleno642Amianto - Constitucionalidade da Lei Paulista que veda Transportea despeito da constitucionalidade da norma estadual que probe o uso, disso no se extrai permisso para que reste inviabilizado o transporte interestadual e internacional desse tipo de cargas, na medida em que ainda subsistem leis estaduais que autorizam o manejo do amianto crisotila. Assim decidiu o STF, conquanto anteriormente tenha sinalizado, em juzo de cognio sumria, que a Lei 9.055/95 se revelaria inconstitucional ao permitir o uso dessa substncia.</p> <p>Oral TRF1Competncia - Municpio1) Os municpios podem legislar sobre matria ambiental? 2) Qual o critrio dessa competncia concorrente?Resposta:Sim. Em matria ambiental a competncia executiva comum entre Unio, Estados, Distrito Federal e Municpios (CF, art. 23, VI). Desta forma, para que o Municpio desempenhe essa competncia executiva sem entraves, lhes reconhecida, por conseguinte, a competncia legislativa em matria ambiental, a qual h der ser exercida de acordo com dois critrios: (i) assunto ambiental de interesse local (CF...</p>