PRINCIPAIS NORMAS TÉCNICAS - Sinduscon- .NBR 15220-2 – “Desempenho térmico de edi˜ cações˚- Método de cálculo da transmitância térmica, da capacidade térmica, do

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  • PRINCIPAIS NORMAS TCNICAS

    OU T U B R O/2013

    EDIFICAES

    Realizao: Apoio:

  • PRINCIPAIS NORMAS TCNICAS

    OU T U B R O/2013

    EDIFICAES

  • FICHA CATALOGRFICA

    S616pSindicato da Indstria da Construo Civil no Estado de Minas Gerais.Principais normas tcnicas para edificaes. Belo Horizonte: Sinduscon-MG/CBIC, 2013.92 p. il.1. Edificaes - normalizao I. Ttulo

    CDU: 69 (083.74)

    Catalogao na fonte: Juliana de Azevedo e Silva CRB 1412 6 Regio

    FICHA TCNICA

    RealizaoSindicato da Indstria da Construo Civil no Estado de Minas GeraisSinduscon-MG

    Coordenao

    Vice-presidente da rea de Materiais,Tecnologia e Meio Ambiente - Sinduscon-MGGeraldo Jardim Linhares Jnior

    Diretor da rea de Materiais e Tecnologia - Sinduscon-MGCantdio Alvim Drumond

    Diretor da rea de Meio Ambiente - Sinduscon-MGEduardo Henrique Moreira

    Consultor tcnico - Sinduscon-MGRoberto Matozinhos

    ColaboraoLilian Sarrouf Consultora Tcnica CBICThayse Emannuely de Arajo Vieira Auxiliar tcnica - Sinduscon-MG

    EdioRaquel Sad Seiberlich Ribeiro Assessora CBIC

    Projeto grficoEspao Soluo

  • APRESENTAO SINDuSCON-MG

    Esta publicao expressa o empenho das entidades do setor da construo em orientar o atendimento s normas tcnicas.

    O cumprimento de normas tcnicas tem um carter obrigatrio pre-visto em leis e instrumentos legais e proporciona uma isonomia tcnica, sendo um referencial irrefutvel neste sentido. Cumpre tambm o papel de ser um dos pilares da segurana jurdica, devendo ser encarado pelas construtoras e profi ssionais como um referencial do estado da arte. Esta prtica proporciona ainda ganhos de qualidade, desempenho dos com-ponentes, elementos, sistemas e processos regulamentados pelas normas.

    Este trabalho foi idealizado pela evidente demanda das empresas de construo e profi ssionais do setor, de um sumrio das principais nor-mas afetas s edifi caes. Trabalho que em nosso entendimento deve ser prtico, objetivo e de fcil consulta.

    Cabe aqui destacar que o frum brasileiro ofi cial de elaborao, con-trole e atualizao do arcabouo normativo a Associao Brasileira de Normas Tcnicas ABNT. Este sumrio teve como fonte o site da Associa-o, que foi consultado nos meses de agosto e setembro do corrente ano.

    Neste sentido, frisamos que a presente publicao elenca apenas as principais normas incidentes nas etapas de produo da edifi cao e

  • esttica na data de sua publicao. Como o processo de atualizao de norma dinmico, o site da ABNT dever ser consultado para avaliar a fase atual em que se encontram as normas e a existncia de outras inci-dentes no tema de interesse.

    Este trabalho se inspirou tambm em edies similares, que esto referenciadas na bibliografia.

    Com o objetivo de uma melhor visualizao e entendimento, as normas foram distribudas em cinco partes que vo da viabilidade at a manuteno, sendo ainda aglutinadas por sistema construtivo em uma sequncia similar da execuo de uma edificao.

    Ao se consultar esta edio, o ideal que sejam observadas as cinco partes em busca das normas de interesse, pois as normas no se re-petem e podem se aplicar em dois ou mais sistemas construtivos distintos.

    Esperamos que nossa percepo seja assertiva e que esta publica-o se torne mais um instrumento facilitador para os profissionais e empre-sas em seus projetos e execues, fazendo com que, cada vez mais, a concorrncia no setor seja pautada pelo equilbrio tcnico.

    O Sinduscon-MG se sente honrado de ser parceiro da Cmara Brasileira da Indstria da Construo nesta iniciativa.

    LuIz FERNANDO PIRES

    Presidente Sinduscon-MG

    GERALDO JARDIM LINHARES JNIOR

    Vice-presidente da rea de Materiais,

    Tecnologia e Meio Ambiente Sinduscon-MG

  • APRESENTAO COMAT/CBIC

    A Indstria da Construo e sua extensa cadeia produtiva vm evo-luindo, de forma clere e consistente, no sentido de incorporar novas tec-nologias e processos construtivos, assimilando parmetros que nos levem a um estgio de igualdade com os pases mais avanados do mundo.

    Neste contexto, a CBIC entende que fundamental a utilizao de um conjunto de normas para assegurar a conformidade de todo o setor, reduzindo fragilidades tcnicas nas futuras edifi caes e garantindo qualidade, segurana, conforto e sustentabilidade aos empreendimentos.

    Para isso, a Comisso de Materiais e Tecnologia - COMAT da CBIC apoiou a produo deste documento com o objetivo de difundir, junto s empresas do setor, informaes sobre as principais normas tcni-cas ABNT relacionadas atividade de construo de edifi caes.

    Deste modo, esperamos contribuir para que os nossos associados, as empresas de construo e a indstria de materiais possam manter-se devidamente atualizados e aplicar estas normativas aos seus negcios.

    Boa leitura.

    PAULO SAFADY SIMO

    Presidente CBIC

    SARKIS NABI CURI

    Presidente COMAT-CBIC

  • Diretoria Sinduscon-MG Trinio 20122015

    PresidenteLuiz Fernando Pires1 Vice-presidenteAndr de Sousa Lima CamposVice-presidentesAdministrativo-financeiro Bruno Vincius Magalhesrea Imobiliria Lucas Guerra Martinsrea de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente Geraldo Jardim Linhares JniorComunicao Social Jorge Luiz Oliveira de AlmeidaObras Industriais e Pblicas Joo Bosco Varela Canado Poltica, Relaes Trabalhistas e Recursos Humanos Walter Bernardesde Castro

    DiretoresAdministrativo Financeiro Rodrigo Mundim Pena Velosorea Imobiliria Brulio Franco Garciarea de Materiais e Tecnologia Cantdio Alvim Drumond rea de Meio Ambiente Eduardo Henrique Moreirarea de Obras Industriais Ilso Jos de Oliveirarea de Obras Pblicas Jos Soares Diniz Netorea de Poltica e Relaes Trabalhistas Ricardo Cato RibeiroComunicao Social Eustquio Costa Cruz Cunha Peixoto Programas Habitacionais Bruno Xavier Barcelos Costa Projetos Renato Ferreira Machado Michel Relaes Institucionais Werner Canado Rohlfs

    Coordenador SindicalDaniel talo Richard Furletti

  • SUMRIO

  • VIABILIDADE, CONTRATAO E GESTO

    1. Cu S t o S u n i t r i o S e o r a m e n t o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

    2. Co n t r ata o e p e r C i a S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

    3. ge S t o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

    DESEMPENHO, PROJETO E ESPECIFICAO DE MATERIAIS E SISTEMAS CONSTRUTIVOS

    1. de S e m p e n h o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

    2. pr o J e t o S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

    2.1 P ro je to de a rqu i t e t u ra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182.2 Coordenao modu la r . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192.3 Acs t i ca. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192.4 So los e f undaes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202.5 Es t r u t u ras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20

    2.5.1 Conc re to . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202.5.2 Ao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.5.3 Made i ra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.5.4 A l vena r ia es t r u t u ra l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21

    2.6 Gesso aca r tonado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.7 In s ta laes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

    2.7.1 H id ru l i ca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.7.2 Esgo to . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.7.3 F ios e cabos - Te le fon ia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.7.4 Ar cond ic ionado/Aquecedor so la r . . . . . . . . . . . . . . . . 222.7.5 Gs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23

    2.8 P ro teo e comba te a incnd io . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232.9 Reves t imen to - Ped ras na tu ra i s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232.10 Argamassa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242.11 Caix i l hos , po r tas e v id ros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242.12 Te lhados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242.13 E levadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242.14 Laze r e pa i sag i smo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

    3. eS p e C i f i C a o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26

    3.1 Vedao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26