PROGRAMA SEGUNDO TEMPO - Minist©rio do .prostitui§£o, gravidez precoce, criminalidade, trabalho

  • View
    213

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of PROGRAMA SEGUNDO TEMPO - Minist©rio do .prostitui§£o, gravidez precoce,...

Diretrizes do Programa Segundo Tempo2011

1

Republica Federativa do BrasilDilma Vana RousseffPresidenta

Ministrio do EsporteOrlando Silva de Jesus JniorMinistro

Secretaria Nacional de Esporte EducacionalWadson Natanael RibeiroSecretrio

Departamento de Esporte Escolar e de Identidade CulturalGianna Lepre Perim Diretora

Departamento de Esporte Escolar UniversitrioFabio HansenDiretor

Coordenao-Geral de Formalizao de ParceriasCarlos Nunes Pereira

2

Apresentao

Resguardando-se os princpios constitucionais da Administrao Pblica, este documento atualiza as diretrizes do Programa Segundo Tempo para o ano de 2011 no mbito da ao Funcionamento de Ncleos de Esporte Educacional Projeto Padro. Tambm d publicidade s orientaes e procedimentos necessrios elaborao dos projetos, conforme legislao vigente, buscando, assim, nortear a iniciativa das entidades que apresentem interesse em formalizar parceria com o Ministrio do Esporte, uniformizando e otimizando os trabalhos.

Este documento e seus anexos esto disponibilizados tambm no portal do Ministrio do Esporte: www.esporte.gov.br/segundotempo.

3

http://www.esporte.gov.br/segundotempo

Lista de abreviaturas e siglas

ME Ministrio do Esporte SNEED Secretaria Nacional de Esporte EducacionalPST Programa Segundo TempoSICONV Sistema de Gesto de Convnios e Contratos de Repasse do Governo

FederalCNPJ Cadastro Nacional de Pessoas Jurdicas

4

DefiniesPara os efeitos deste documento, considera-se:

I - Concedente rgo ou entidade da administrao pblica federal, direta ou indireta,responsvel pela transferncia dos recursos financeiros ou pela descentralizao doscrditos oramentrios destinados execuo do objeto do convnio (art. 1, 1, I, da Portaria Interministerial n 127/2008), no caso, o Ministrio do Esporte;

II - Consrcio pblico pessoa jurdica formada exclusivamente por entes da Federao, na forma da Lei n 11.107, de 6 de abril de 2005 (art. 1, 1, da Portaria Interministerial n 127/2008). Os rgos e entidades da administrao pblica federal daro preferncia s transferncias voluntrias para estados, Distrito Federal e municpios cujas aes sejam desenvolvidas por intermdio de consrcios pblicos, constitudos segundo o disposto na Lei n 11.107, de 2005. A celebrao do convnio com consrcio pblico para a transferncia de recursos da Unio est condicionada ao atendimento, pelos entes federativos consorciados, das exigncias legais aplicveis, sendo vedada sua celebrao, bem como a liberao de quaisquer parcelas de recursos, caso exista alguma irregularidade por parte de qualquer dos entes consorciados. Os estados, os municpios e o Distrito Federal podero executar o objeto do convnio ou contrato de repasse celebrado com a Unio por meio de consrcio pblico a que estejam associados. O instrumento de convnio ou contrato de repasse poder indicar o consrcio pblico como responsvel pela execuo, sem prejuzo das responsabilidades dos convenentes ou contratados. (arts. 9, 10 e 11, da Portaria Interministerial n 127/2008);

III Convenente rgo ou entidade da administrao pblica, direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com o qual a administrao federal pactua a execuo de programa, projeto, atividade ou evento mediante a celebrao de convnio (art. 1, 1, V, da Portaria Interministerial n 127/2008), ou outro instrumento similar;

IV - Convnio acordo ou ajuste que discipline a transferncias de recursos financeiros de dotaes consignadas nos oramentos Fiscal e da Seguridade Social da Unio e que tenha como partcipe, de um lado, rgo ou entidade da administrao pblica federal, direta ou indireta, e, de outro lado, rgo ou entidade da administrao pblica estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, ou ainda, entidades privadas sem fins lucrativos, visando a execuo de programa de governo, envolvendo a realizao de projeto, atividade, servio, aquisio de bens ou realizao de evento de interesse recproco, em regime de mtua cooperao (art. 1, 1, VI, da Portaria Interministerial n 127/2008);

V - Dirigente - aquele que possua vnculo com entidade privada sem fins lucrativos e detenha qualquer nvel de poder decisrio, assim entendidos os conselheiros, presidentes, diretores, superintendentes, gerentes, dentre outros (art. 1, 1, VIII, da Portaria Interministerial n 127/2008);

VI Educao bsica - designa o conjunto de atividades educativas, formais, no formais e informais, destinadas a satisfazer as necessidades bsicas de aprendizagem, em geral correspondentes aos primeiros estgios do processo de alfabetizao. A educao bsica compreende a educao infantil, o ensino fundamental e o ensino mdio, e tem durao

5

ideal de dezoito anos. durante este perodo de vida escolar que se toma posse dos conhecimentos mnimos necessrios para uma cidadania completa. (Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional LDB);

VII Esporte educacional aquele praticado nos sistemas de ensino e em formas assistemticas de educao, evitando-se a seletividade, a hipercompetitividade de seus praticantes, com a finalidade de alcanar o desenvolvimento integral do indivduo e a sua formao para o exerccio da cidadania e a prtica do lazer (Lei n. 9.615/98);

VIII - Interveniente rgo da administrao pblica direta e indireta de qualquer esfera de governo, ou entidade privada que participa do convnio para manifestar consentimento ou assumir obrigaes em nome prprio (art. 1, 1, XI, da Portaria Interministerial n 127/2008). No caso de parcerias no mbito estadual, o governo do estado o interveniente;

IX - Objeto - o produto do convnio ou contrato de repasse ou termo de cooperao, observados o programa de trabalho e as suas finalidades (art. 1, 1, XIII, da Portaria Interministerial n 127/2008);

X Parceria estabelecimento de acordo para alcanar objetivos de maneira mais eficaz, por meio de instrumento legalmente formalizado (convnio, termo de cooperao ou termo de parceria);

XI Programa definido pelos seguintes elementos: a) a sua designao; b) a identificao dos objetivos; c) a explicitao das metas que se pretende atingir, devidamente quantificadas e calendarizadas; e d) os indicadores que possibilitaro aferir o cumprimento dos objetivos e respectivas metas. Consistem num conjunto coerente de atividades e/ou projetos desenvolvidos para produzir um dado resultado, tendo em vista a concretizao dos impactos pretendidos. Suas aes podem, ou no, ser agrupadas em eixos. Na esfera governamental, os programas visam assegurar o cumprimento dos objetivos definidos no programa do governo apresentado ao Congresso Nacional no incio da legislatura (Plano Plurianual - PPA);

XII - Projeto Um processo nico, consistindo de um grupo de atividades coordenadas e controladas com datas para incio e trmino, empreendido para alcance de um objetivo conforme requisitos especficos, incluindo limitaes de tempo, custo e recursos (Rabechini, Roque Jr. O Gerente de Projetos na Empresa. 2 ed. So Paulo:Atlas, 2007);

XIII - Proponente - rgo ou entidade da administrao pblica, direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, que manifesta sua inteno por meio da apresentao de pleito, proposta ou projeto com o qual a administrao federal poder vir a firmar convnio (art. 1, 1, XI, da Portaria Interministerial n 127/2008);

XIV - Risco social resultante de carncias que contribuem para uma degradao das condies de vida da sociedade e que podem ser expressas nas condies de habitabilida-de, ou seja, a defasagem entre as condies atuais e o mnimo requerido para o desenvo-lvimento humano, como o acesso aos servios bsicos de saneamento, gua potvel e coleta

6

http://www.tutomania.com.br/artigo/saiba-mais-sobre-o-governo-no-sistema-politico

de lixo, podendo incorporar, a longo prazo, avaliaes das condies de emprego e renda (EGLER, Claudio A. G. Os Impactos da Poltica Industrial sobre a Zona Costeira. Braslia: GERCO/MMA, 1995);

XV - SICONV - Sistema de convnio do governo federal criado pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto que tem como uma das finalidades registrar todos os atos relativos ao processo de operacionalizao das transferncias de recursos por meio de convnios, contratos de repasse e termos de parceria, desde a sua proposio e anlise, passando pela celebrao, liberao de recursos e acompanhamento da execuo, at a prestao de contas. As informaes registradas no SICONV so abertas consulta pblica na internet, no Portal de Convnios do governo federal (www.convenios.gov.br);

XVI - Termo de cooperao XVIII - termo de cooperao - instrumento por meio do qual ajustada a transferncia de crdito de rgo ou entidade da Administrao Pblica Federal para outro rgo federal da mesma natureza ou autarquia, fundao pblica ou empresa estatal dependente. (art. 1, 1, XVIII, da Portaria Interministerial n 342/2008);

XVII - Termo de parceria instrumento jurdico previsto na Lei n 9.790, de 23 de maro de 1999, que institui e disciplina a transferncia de recursos para organizaes da sociedade civil de interesse pblico - oscips (art. 1, 1, XIX, da Portaria Interministerial n 127/2008);

XVIII Vigncia - a vigncia do convnio o perodo estabelecido para sua execuo fsico-financeira, de acordo com o cronograma previsto no plano de trabalho aprovado;

XIX - Vulnerabilidade Social o resultado negativo da relao entre a disponibilidade dos recursos materiais ou simblicos dos atores, sejam eles indivduos ou grupos, e o acesso estrutura de oportunidades sociais, econmicas e cultura