Receitas e Despesas Públicas

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    27-Sep-2015

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Receitas e Despesas Pblicas

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<ul><li><p>CONTABILIDADE PBLICA</p><p>Receita Pblica</p><p> *</p></li><li><p>RECEITA PBLICA</p><p>Receitas pblicas so os recursos previstos em legislao e arrecadados pelo poder pblico com a finalidade de realizar gastos que atenda as necessidades ou demandas da sociedade.</p><p>*</p></li><li><p>RECEITA PBLICA</p><p>Em outras palavras, as receitas pblicas so todo e qualquer recurso obtido pelo Estado para atender os gastos pblicos indispensveis s necessidades da populao.*</p></li><li><p>RECEITA PBLICA</p><p>As receitas pblicas se dividem em oramentria e extra-oramentria.</p><p>As receitas oramentrias so aquelas previstas no oramento dos entes pblicos (Unio, estados e municpios); As receitas extra-oramentrias so aquelas que no constam do oramento e corresponde as entradas de recursos pelo o qual o Estado tem a obrigao de fazer a devoluo. (Ex: caues de licitaes)*</p></li><li><p>RECEITA PBLICA</p><p>Ressalvado o disposto no pargrafo nico do art.3 desta Lei, sero classificadas como receita oramentria, sob as rubricas prprias, todas as receitas arrecadadas, inclusive as provenientes de operaes de crdito, ainda que no previstas no oramento.</p><p> As receitas de operaes de crdito so despesas oramentrias, mesmo no previstas no oramento.</p><p>*</p></li><li><p>RECEITA PBLICA</p><p>Os ingressos oramentrios so aqueles pertencentes ao ente pblico arrecadados exclusivamente para aplicao em programas e aes governamentais.</p><p> Os ingressos extra-oramentrios so aqueles pertencentes a terceiros, arrecadados pelo ente pblico exclusivamente para fazer face s exigncias contratuais pactuadas para posterior devoluo. Estes ingressos so denominados recursos de terceiros.</p><p>*</p></li><li><p>CLASSIFICAO DA RECEITA NO CONCEITO AMPLO</p><p>Receita pblica originria: a receita proveniente do patrimnio pblico, ou seja, o Estado obtm receitas atravs de seu patrimnio (bens e direitos) colocados disposio da sociedade mediante pagamento.</p><p> De outra forma, a receita pblica efetiva oriunda das rendas produzidas pelos ativos do poder pblico, pela cesso remunerada de bens e valores, aluguis e ganhos em aplicaes financeiras ou em atividades econmicas - produo, comrcio ou servios.</p><p>*</p></li><li><p>CLASSIFICAO DA RECEITA NO CONCEITO AMPLO</p><p>Receita Pblica derivada: Resulta da tributao do patrimnio da sociedade. Trata-se da receita pblica obtida pelo Estado em funo da sua soberania, por meio de tributos e penalidades.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p>Receitas Correntes: So os ingressos de recursos financeiros oriundos das atividades do Estado, para aplicao em despesas (correntes e de capital), visando a consecuo dos objetivos constantes dos programas e aes de governo.</p><p>Classificam-se em: </p><p>Tributria;Patrimonial;Industrial;De contribuies;Agropecuria;De servios;</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p>Receita Tributria: So os ingressos provenientes da arrecadao de impostos, taxas e contribuies de melhoria. uma receita privativa das entidades competentes para tributar: Unio, Estados, Distrito Federal e Municpios. </p><p> Obs: Trata-se da maior fonte de receitas pblicas que, em tese, deveriam seguir os princpios tericos da tributao.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p>Receita de Contribuies: o ingresso proveniente de contribuies sociais, de interveno no domnio econmico e de interesse das categorias profissionais ou econmicas, como instrumento de interveno nas respectivas reas. Mesmo diante da controvrsia doutrinria sobre o tema, suas espcies podem ser definidas da seguinte forma:</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p>Contribuies sociais: destinadas ao custeio da seguridade social, compreendendo a previdncia social, a sade e a assistncia social. Exemplo: PIS, PASEP, COFINS, CPMF, etc.</p><p>Contribuies sobre o domnio econmico: deriva da contraprestao atuao estatal exercida em favor de determinado grupo ou coletividade.Exemplo: CIDE - Combustveis</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Receita Patrimonial: o ingresso proveniente de rendimentos sobre investimentos do ativo permanente, de aplicaes de disponibilidades em opes de mercado e outros rendimentos oriundos de renda de ativos permanentes.</p><p> Ex: Aplicaes Financeiras das reservas internacionais, de ttulos privados e etc.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Receita Agropecuria: o ingresso proveniente da atividade ou da explorao agropecuria de origem vegetal ou animal. Incluem-se nesta classificao as receitas advindas da explorao da agricultura - cultivo do solo, da pecuria - criao, recriao ou engorda de gado e de animais de pequeno porte, e das atividades de beneficiamento ou transformao de produtos agropecurios.Ex: Taxas cobradas pelo Ministrio da Agricultura, EMBRAPA e etc.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Receita Industrial: o ingresso proveniente da atividade industrial de extrao mineral, de transformao, de construo e outras, provenientes das atividades industriais definidas como tal pela Fundao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica IBGE.</p><p>Ex: royalties de petrleo destinados a estados e municpios.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Receita de Servios: o ingresso proveniente da prestao de servios de transporte, sade, comunicao, porturio, armazenagem, de inspeo e fiscalizao, judicirio, processamento de dados, vendas de mercadorias e produtos inerentes atividade da entidade e outros servios.</p><p>Ex: Taxas porturias e aeroporturias (INFRAERO)</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Transferncia Corrente: o Ingresso proveniente de outros rgos ou entidades, referentes a recursos pertencentes ao ente ou entidade recebedora ou ao ente ou entidade transferidora, efetivados mediante condies preestabelecidas ou mesmo sem qualquer exigncia, desde que o objetivo seja a aplicao em despesas correntes.</p><p>Ex: repasse de recursos a ttulo de convnio entre Unio, estados e Municpios.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Outras Receitas Correntes: so os ingressos provenientes de outras origens no classificveis nas subcategorias econmicas anteriores.</p><p>Ex: Repasse emergencial a ttulo de crises como calamidade pblica</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> As receitas de capital: </p><p> So os ingressos de recursos financeiros oriundos de atividades geralmente no operacionais para aplicao em despesas operacionais (correntes ou de capital), visando cumprir os objetivos traados nos programas e aes de governo.</p><p>So assim denominados porque so derivados da obteno de recursos mediante a constituio de dvidas, amortizao de emprstimos, financiamentos ou alienao de bens.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> As receitas de capital: </p><p> As provenientes da realizao de recursos financeiros oriundos de constituio de dvidas; da converso, em espcie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito pblico ou privado destinados a atender despesas classificveis em Despesas de Capital e, ainda, o supervit do Oramento Corrente. </p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> As receitas de capital: </p><p> Operaes de Crdito: o ingresso proveniente da colocao de ttulos pblicos ou da contratao de emprstimos e financiamentos obtidos junto a entidades estatais, instituies financeiras, fundos, etc.</p><p>Alienao de Bens: o ingresso de recursos provenientes da alienao de componentes do ativo permanente, ou seja, a converso em espcie de bens e direitos.</p><p> *</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> As receitas de capital: </p><p> Amortizao de Emprstimos: o ingresso proveniente da amortizao, ou seja, recebimento de valores referentes a parcelas de emprstimos ou financiamentos concedidos em ttulos ou contratos.</p><p>*</p></li><li><p>A CLASSIFICAO ECONMICA DA RECEITA</p><p> Transferncias de Capital: o ingresso proveniente de outros entes ou entidades referentes a recursos pertencentes ao ente ou entidade recebedora ou ao ente ou entidade transferidora, efetivado mediante condies preestabelecidas ou mesmo sem qualquer exigncia, desde que o objetivo seja a aplicao em despesas de capital.</p><p> Outras Receitas de Capital: so os ingressos provenientes de outras origens no classificveis nas subcategorias econmicas anteriores.</p><p>*</p></li><li><p>O somatrio das receitas corrente e de capital, sejam estas oramentrias ou extra-oramentrias, corresponde ao total de recursos disponveis aos governos para a realizao de polticas que visem a melhoria do bem estar da populao de pas.</p><p>A correta aplicao da receita, caracterizado pela realizao da despesa pblica, capacita o governo a realizar polticas estruturadas na alocao de recursos disponveis na economia, distribuio destes, e na manuteno da estabilidade econmica do pas.</p><p>*</p></li><li><p>PROCESSAMENTO DA RECEITA PBLICA</p><p>Processamento da receita pblica o conjunto de atividades desenvolvidas pelos rgos arrecadadores, com o objetivo de arrecadar dinheiros e bens pblicos que, por fora de lei ou contrato, pertenam ao Estado.O processamento da receita pblica abrange dois perodos distintos: a estimao da receita (onde se elabora a proposta oramentria) e a realizao da receita</p><p>*</p></li><li><p>ESTGIO DA REALIZAO DA RECEITA</p><p>O estgio de realizao da receita pblica rene atividades que so classificadas em estgios que se dividem em previso, lanamento, arrecadao e recolhimento</p><p>*</p></li><li><p>ESTGIO DA REALIZAO DA RECEITA</p><p>PREVISO</p><p>A previso implica planejar e estimar a arrecadao das receitas oramentrias que constaro na proposta oramentria.Lanamento a individualizao e o relacionamento dos contribuintes, discriminando a espcie, o valor e o vencimento do tributo de cada um. Realizado para os casos de impostos diretos (os que recaem sobre a propriedade e a renda) e outras receitas que tambm dependem de lanamento prvio (aluguis, arrendamentos, foros, etc.). de se observar que no so todas as receitas que passam por esta fase.</p><p>*</p></li><li><p>ARRECADAO</p><p> o momento onde os contribuintes comparecem perante os agentes arrecadadores a fim de liquidarem suas obrigaes para com o Estado.</p><p>RECOLHIMENTO</p><p> o ato pelo qual os agentes arrecadadores entregam diariamente o produto da arrecadao ao Tesouro Pblico. importante observar que nenhum agente arrecadador pode utilizar o produto da arrecadao para realizar pagamentos. Os pagamentos devem ser feitos com recursos especficos para este fim.</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Receita_p%C3%BAblica</p><p>*</p></li><li><p>DVIDA ATIVA </p><p> o conjunto de crditos pblicos, de titularidade do ente , que no foram pagos no prazo legalmente fixado. Tais crditos so compostos majoritariamente por tributos, com participao em menor escala de outros (com origens diversas). Todos so registrados na Procuradoria-Geral da Fazenda (Nacional/Estadual/Municipal) para cobrana judicial mediante execuo fiscal. </p><p>*</p></li><li><p>DVIDA ATIVA </p><p>Quando relativos a tributo,multa ou seus acrscimos legais, os crditos formam a dvida ativa tributria (ou dvida ativa fiscal) Os crditos no tributrios so definidos por excluso: so todos os demais casos. E o conjunto desses dbitos formam a chamada dvida ativa no tributria. *</p></li><li><p>DVIDA ATIVA </p><p>CRDITOS NO TRIBUTRIOS</p><p>Exemplos de crditos no tributrios: crditos de foros, laudmios, alugueis ou taxas de ocupao, custas processuais, preos de servios prestados por estabelecimentos pblicos, indenizaes, reposies, restituies, alcances dos responsveis definitivamente julgados, bem assim os crditos decorrentes de obrigaes em moeda estrangeira, de subrogao de hipoteca,fiana,aval ou outra garantia, de contratos em geral ou de outras obrigaes legais . </p><p>*</p></li><li><p>CONTABILIDADE PBLICA</p><p>Despesa Pblica</p><p> *</p></li><li><p>Os empenhos, por sua vez, podem ser subdivididos conforme a forma de apurao do valor a ser empenhado. De fato, a despesa pblica, como qualquer despesa, nem sempre se revela inteiramente previsvel e certa, assumindo, por vezes, natureza bastante varivel e estimativa, motivo pelo qual h que se distinguir tais espcies de despesas mediante a emisso de notas de empenho de natureza equivalente.Em razo de tais diferenas os empenhos se subdividem em trs categorias: empenhos ordinrios, empenhos estimativos, e empenhos globais.*</p></li><li><p>Os empenhos ordinrios destinam-se a constituio de despesas cujos valores apresentam-se de forma exata, como ocorre na compra de determinado nmero de cadeiras.J os empenhos estimativos destinam-se constituio de despesas cujos valores no possvel determinar com exatido, como ocorre na contratao de fornecimento de energia eltrica. Nesse exemplo tem-se como certo o objeto da contratao, o fornecimento de energia eltrica, mas em razo da demanda ser varivel, no se pode precisar o quantitativo a ser fornecido.*</p></li><li><p>Globais so os empenhos cujos valores podem ser conhecidos com exatido, mas cuja execuo necessariamente ocorrer de forma parcelada, como ocorre com nas contrataes de servios de vigilncia. Nesses casos os contratos possuem valor exato, mas sua execuo ocorrer ms a ms, necessitando a execuo de procedimentos de liquidao e pagamento com periodicidade mensal.*</p></li><li><p>A Lei 4.320 de 1964 prev que os empenhos devem observar restrita relao com a execuo oramentria do exerccio financeiro no qual foram constitudos, ficando adstrito aos crditos oramentrios a ele concedidos. Em outras palavras podemos dizer que o empenho ter vigncia adstrita ao exerccio financeiro, e limite de valor adstrito ao crdito oramentrio a ele destinado.*</p></li><li><p>Todavia, cabe esclarecer que, embora seja o oramento uma pea rgida, no imutvel, e poder sofrer alteraes. Dessa forma, a Lei 4.320 de 1964, embora preveja que o empenho da despesa no poder exceder o limite dos crditos concedidos, dispe, em seu artigo 40, que o oramento poder sofrer alteraes no decorrer do exerccio financeiro, mediante a criao de crditos adicionais. De forma anloga, os empenhos que no forem liquidados durante o exerccio em que foram criados podero ser inscritos em uma conta denominada Restos a Pagar, para que sejam liquidados no exerccio subseqente. Todavia, essas so excees a regra, motivo pelo qual somente so possveis diante das hipteses legais, e sob o crivo de decises devidamente motivadas.*</p></li><li><p>Os crditos adicionais classificam-se conforme as dotaes s quais esto vinculados. Crditos adicionais suplementares destinam-se ao reforo de dotaes j existentes. O que suplementar refora o que j existe. Reforma um programa, um projeto, ou uma atividade que j est inserida no oramento. Dessa forma se os recursos para tal programa for insuficiente, demandando seu acrscimo, o crdito ser suplementar. A forma de abertura dos crditos adicionais se d atravs de decreto do Poder Executivo e possui a indicao obrigatria da fonte de seus recursos.*</p></li><li><p>Crditos adicionais especiais destinam-se despesas para as quais ainda no haja dotao oramentria. Serve para possibilitar o desenvolvimento de aes que no esto previstos na Lei Oramentria Anual. Dessa forma, o programa, a atividade, ou o projeto no existem. E para cria-los ser necessrio um crdito suplementar especial. Quando criados demandam crditos especiais, mas nos prximos exerccios, se regularmente incorporados no oramento anual como projetos, ou como atividades, podem ser executados mediante crditos ordinrios. Assim como os crditos adicionais, os crditos especiais tambm so abertos por meio de decreto do Executivo e possuem indicao obrigatria quanto fonte que os suprir.*</p></li><li><p>Por fim, os crditos adicionais extraordinrios so como uma espcie do gnero crditos adicionais especiais, criados em funo da distino de seu objeto, os quais ganharam relevo em face de tratarem-se...</p></li></ul>