RESUMO DO PPC ENGENHARIA QUÍMICA - .2018-04-04 · Atendendo às necessidades do contexto sócio-histórico

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  • RESUMO DO PPC ENGENHARIA QUMICA

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    1. PERFIL DO CURSO

    A UNIJORGE elaborou seu Projeto Pedaggico Curso de Engenharia qumica com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional (LDB) cujas orientaes so especificadas na Resoluo CNE/ CES N 11/02, que institui as Diretrizes Curriculares para os cursos de graduao em Engenharia; e na Lei do Exerccio Profissional da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia (LEI N 5.194, de 24 DEZ 1966) e a Resoluo CREA/CONFEA N 1.010/2005 que dispe sobre os campos de atuao das diversas modalidades de engenharia e, entre elas, a Engenharia Qumica. O ato de criao do curso a Portaria MEC n Resoluo CONSUPE 002.10.00, publicado no D.O.U. em 07 de abril de 2010. O Projeto Pedaggico do curso de engenharia qumica foi construdo com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional (LDB); na Resoluo CNE/CES N 11/02, que institui as Diretrizes Curriculares para os cursos de graduao em engenharia; e no Parecer N 1.010/2005 que dispe sobre os campos de atuao das diversas modalidades de engenharia e, entre elas, a Engenharia Qumica. Em conformidade com o Artigo da Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional (LDB) da Resoluo CNE/CES N11/02, a organizao do Curso de Graduao em Engenharia qumica, observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais, se expressa atravs do seu projeto pedaggico. Este, por sua vez, abrange o perfil do formando, as competncias e habilidades, os contedos curriculares, o estgio curricular supervisionado, as atividades complementares, o sistema de avaliao, o trabalho de concluso curso como componente curricular obrigatrio, o regime acadmico de oferta, a durao do curso, bem como outros aspectos que tornam consistente o referido projeto pedaggico. Alm disso, esto sendo contemplados neste PPC os seguintes dispositivos legais: 1. EDUCAO EM DIREITOS HUMANOS. Atendendo Resoluo N 1, de 30 de maio de 2012 do Conselho Nacional de Educao e o Plano Nacional de Educao em Direitos Humanos, so desenvolvidas atividades acadmicas e discusses com base na formao de uma cultura pautada na universalidade, indivisibilidade e interdependncia dos direitos humanos, como tema transversal e transdisciplinar, de modo a inspirar a elaborao de programas especficos e metodologias adequadas nas disciplinas do curso, preferencialmente, na disciplina Direitos Humanos, bem como nos projetos e nos eventos especficos do curso. 2. EDUCAO DAS RELAES TNICO-RACIAIS, atendendo Resoluo N 1, de 17 de junho de 2004 do Conselho Pleno do CONAES, as temticas da Histria e Cultura Afro-Brasileira e Indgena esto contempladas na disciplina Estudos Culturais, nos projetos pedaggicos institucionais e nas demais disciplinas que compem a matriz curricular. Essas discusses, preferencialmente, so mediadas de forma transversal inclusive nos projetos e eventos especficos do curso. A disciplina Estudos Culturais, destaca-se por promover o debate sobre as principais questes que compreendem as agendas deste campo ps-disciplinar; propor uma viso crtica do conceito de cultura, mapeando pressupostos tericos a partir de textos representativos dos estudos da cultura; examinar prticas culturais do ponto de vista das relaes de poder, pensando a cultura no mais como campo autnomo, mas como lcus de diferenas; refletir acerca das mtuas determinaes e inter-relaes das formas culturais com as foras histricas, priorizando anlises conjunturais que estejam vinculadas prtica e interveno polticas; mapear os principais significados do conceito de identidade e seus desdobramentos na crtica cultural contempornea, enfatizando as estratgias de (des)construo das identidades culturais, a saber: gnero, raa, etnia, sexualidade, classe, nacionalidade, entre outras. Nesta disciplina atendem-se o que preconiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educao das Relaes tnico-raciais (Resoluo CNE/CP N 01 de junho de 2004).

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    3. EDUCAO AMBIENTAL. Atendendo Lei n 9.795, de 27 de abril de 1999 e ao Decreto N 4.281, de 25 de junho de 2002, os processos por meio dos quais o indivduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimento, atitudes e competncias voltadas para a conservao do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial sua qualidade de vida e sua sustentabilidade est contemplado nos projetos de Responsabilidade Social, transversalmente nas disciplinas do curso, especialmente na disciplina de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel, nos projetos, nos eventos institucionais e especficos do curso; 4. LIBRAS. A disciplina LIBRAS oferecida como componente optativo na matriz curricular do curso de engenharia qumica A linguagem dos sinais permite ao aluno penetrar no mundo silencioso de usurios que necessitam ser compreendidos, para ento buscar emancip-los como cidados e sujeitos histricos, de fato e de direito. Esta linguagem como componente curricular est em consonncia com a poltica federal de incluso a, qual tem por base o atendimento ao Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005. 5. CARGA HORRIA MNIMA. De acordo com a proposta na Resoluo CNE/CES N 02, de 18 de junho de 2007, os cursos de Engenharia devem a carga horria mnima de 3600 horas. O curso de engenharia qumica da UNIJORGE, constitudo por uma carga horria de 3696 horas/aula, sendo estas constitudas de 3696 horas/aula (as quais representam 3080 horas/relgio) de disciplinas curriculares e de 260 horas de Estgio, acrescidas de 260 horas/relgio de Atividades Complementares. Totalizando, desta forma, 3600 horas/relgio conforme registro no sistema E- Mec. 6. PROTEO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTROAUTISTA. Conforme Lei N 12.764, de 27 de dezembro de 2012, a UNIJORGE oferece atendimento e acompanhamento especializado aos alunos com Transtorno do Espectro Autista, que realizado no apenas pelo corpo docente e pela coordenao do curso, mas tambm pelos Ncleos de Acessibilidade e Psicopedaggico; 7. CONDIES DE ACESSIBLIDADE PARA PESSOAS COM DEFICINCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA. Considerando o disposto na CF/88, Art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei N 10.098/2000, nos Decretos N 5.296/2004, N 6.949/2009, N 7.611/2011, N 13.146/2015 e na Portaria N 3.284/2003, a UNIJORGE instituiu um Ncleo de Acessibilidade (PO.RTR.002.15.00, de 22/07/2015), rgo vinculado diretamente Reitoria e que responde pelo cumprimento da Poltica Institucional de Acessibilidade bem como, pela organizao de aes institucionais que garantam acesso, permanncia e a incluso de pessoas com deficincia vida acadmica e aos demais espaos, ambientes, aes e processos desenvolvidos no mbito da instituio. O Centro Universitrio Jorge Amado objetiva formar um Engenheiro Qumico em consonncia com o Art. 3 da Resoluo CNE/CES n 11/2002, o qual deve ter formao generalista, humanista, crtica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuao crtica e criativa na identificao e resoluo de problemas, considerando seus aspectos polticos, econmicos, sociais, ambientais e culturais, com viso tica e humanstica, em atendimento s demandas da sociedade. Finalmente, dada formao abrangente e em sintonia com a realidade profissional, o mercado de trabalho do Engenheiro Qumico, na Bahia e no Brasil, hoje diversificado. Dessa forma, ele atuar na indstria, em consultorias, no ensino, na pesquisa e, evidentemente, como empreendedor, no s em grandes centros urbanos, mas tambm nas cidades de pequeno e mdio porte. A seguir um diagrama demonstrando a dinmica do curso: Na concepo do curso de Engenharia Qumica foram contemplados dados importantes da realidade-contexto e do mercado de trabalho, de forma a atender as necessidades tangveis e imediatas relacionadas atuao do engenheiro qumico, prospectando cenrio favorvel prtica de Engenharia Qumica na regio. Atendendo s necessidades do contexto scio-histrico atual, o Curso de Engenharia Qumica da UNIJORGE busca priorizar a formao do graduando na sua totalidade, com capacidade de anlise e diagnstico e suas implicaes. Seus princpios e finalidades esto concebidos numa

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    viso holstica de sociedade, na inteno de promover atravs do ensino, pesquisa e extenso, a formao de alunos crticos e criativos, sujeitos do processo de aprendizagem. O curso de Engenharia Qumica da UNIJORGE pretende ser reconhecido como curso de ensino superior de excelncia, por meio da produo, sistematizao e difuso do conhecimento disponibilizado. O curso de Engenharia Qumica compartilha da misso institucional de formar profissionais pautados nos princpios do humanismo, reflexividade, integralidade, biotica, garantia da cidadania e que estejam em consonncia com as necessidades locais e as tendncias socioeconmicas da sociedade brasileira. Esse compromisso respalda-se na concepo de que o desenvolvimento cientfico tecnolgico, cultural, econmico, poltico e social passa, necessariamente, pela formao de pessoas, funo fundamental de um curso de nvel superior oferecido por uma Instituio de excelncia. Neste contexto, nossa proposta est voltada para uma viso mais ampla das questes sociais e de mercado, de modo a formar um profissional comprometido com esta realidade, com o processo de transformao da sociedade e com a promoo da qualidade de vida. O curso tem como diferencial, alm da slida formao acadmica e da ampla prtica profissional em laboratrios especializados na rea (informtica, fsica, qumica geral, orgnica e inorgnica, materiais, fenmenos de transporte), a interao com as principais empresas pblicas e privadas do setor, so estabelecidas a partir de convnios e parcerias, que possibilitam ao aluno uma maior compreenso e contextualizao das atividades tpicas da Engenharia Qumica como um todo. Nesse sentido, vem sendo estimulado ao logo de todo o curso, o desenvolvimento intensivo de atividades nas empresas do setor. Essas atividades so realizadas em grupo e incluem: Realiz