Revista Obras & Dicas ed. 47

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Revista Obras & Dicas ed. 47

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    Junho - Julho de 2015 - Ano 8 - n 47w w w . o b r a s e d i c a s . c o m . b r

    ESPECIAL DECORAOCASA COR 2015 - SO PAULO

    ODREVISTA OBRAS & DICAS

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  • 6Junho - Julho / 2015N 47 - Ano 8Foto: Divulgao Casa Cor 2015Arquiteta Patricia Martinez Espao Lagom, Casa Cor 2015

    Diretor-GeralDonizeti Batista

    Diretora EditorialArquiteta Denise Farina

    Jornalista responsvelCris Oliveira - Mtb 35.158

    Projeto Grfico / EditoraoMarcelo Arede

    Dep. Financeiro Bruna Lubre

    Sugestescontato@obrasedicas.com.br

    Vendas:Had Captaes e Propaganda Ltda-ME17 3033-3030 - 3353-2556 revistaobrasedicas@hotmail.comcontato@obrasedicas.com.brwww.obrasedicas.com.br

    Distribuio Gratuita. Dirigida aos setores relacionados Construo Civil - So Jos do Rio Preto e Regio.

    revista obras e dicas

    EXPEDIENTE

    Mostras de decorao so, em sua maioria, como desfiles de moda, onde coisas que parecem estranhas apare-cem em corpos esqulidos de modelos.

    Na verdade, tudo o que parece absurdo serve simplesmente para mostrar tendncias de moda, marcando a poca em que vivemos.

    Na Casa Cor e Mostra Black deste ano, no foi diferente. Junto a mveis de design incrvel e materiais maravilhosos, surgiram itens, pri-meira vista, inusitados e surpreendentes, mas que chamavam automaticamente a ateno

    Denise FarinaDiretora Editorial

    denisefarina@denisefarina.com.br

    EDITORIAL

    para o ambiente todo.Como o prprio nome diz, so mostras,

    portanto, so ideias e tendncias. Cabe a cada um , mesmo no contratando um profissio-nal, adapt-las ao seu modo de viver. Afinal de contas, a casa, por mais simples que seja, tem que dar prazer, ter o cmodo preferido, a pol-trona mais gostosa, os sons, o cheiro familiar do ambiente... a sim, ela deixa de ser casa e vira um lar de verdade.

    Boa leitura

    Foto

    : Arq

    uivo

    pes

    soal

    CASAS E LARESUma ocasio

    meu pai pintou a casa todade alaranjado brilhante.

    Por muito tempo moramos numa casacomo ele mesmo dizia,

    constantemente amanhecendo.

    ADLIA PRADO

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    NDICE

    PAPO DE OBRA

    CAPACasa Cor 2015

    VITRINEConceito e design

    SOCIALPor Ilda Vilela

    ESPECIALRio Preto na Alemanha

    MOSTRA BLACKMostra Black leva seu conceito para a Oca

    ESPECIAL A busca pelo trao perfeito

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    A hora do ao corten

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    Rua General Glicrio, 4706So Jos do Rio Preto/So Paulo

    Tel.: 17 3233.6458www.nriluminacao.com.br

    www.facebook.com/iluminacaoNR

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    PAPO DE OBRA

    10

    Material se destaca pelas propriedades anticorrosivas

    Alm de utilizado na fabricao de es-culturas e objetos decorativos, o ao corten (ou patinvel) tem ganhado cada vez mais espao na construo civil. Apresenta em mdia trs vezes mais resistn-cia corroso do que o ao comum e uma caracterstica marcante a camada de xido de cor avermelhada, que se forma quando ele exposto a agentes corrosivos.

    Trabalhamos com o ao corten desde 2004. Ele possui uma vasta linha de aplicao, podendo ser utilizado para estruturas, facha-das, portas, mobilirio e objetos de design. Por possuir elementos anticorrosivos, seu processo de oxidao interrompido antes da deteriorao do metal. Esse processo na-tural o que faz o material ter uma aparncia nica e ser muito utilizado como elemento decorativo nas mais variadas linhas projetu-ais, explica Alexandre Almeida, diretor co-mercial da Alupoli.

    Esse tipo de ao comeou a ser conhecido ao ganhar espao dentro da indstria ferrovi-ria, pois permitia a construo de vages mais leves. No final dos anos 1950 ele foi conquis-tando a construo civil, e sua caracterstica anticorrosiva contou muito para a abertura desse mercado.

    Ele mais caro do que o ao comum, por ser mais resistente deteriorao natural. O que tambm agrega valor significativo ao cor-ten o processo e a mo de obra qualificada para que se obtenha as caractersticas deseja-das. O ao corten, hoje em dia, muito valo-rizado por profissionais da rea de arquitetu-ra, por se tratar de um material que compe muito bem com projetos contemporneos, pontua Alexandre.

    A HORA DO AO CORTEN

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    O produto, dependendo do ambiente onde for utilizado, pode dispensar a pintura. Alm disso, possui resistncia mecnica maior que a dos aos estruturais comuns.

    O diretor comercial da Alupoli destaca ain-da, como vantagem desse tipo de ao pro-porcionar ao ambiente, onde utilizado, ca-ractersticas contemporneas e sofisticadas. um produto diferenciado e que pode ser utili-zado das mais variadas formas, desde grandes estruturas at objetos de design, de acordo com a imaginao dos profissionais na rea de arquitetura e design.

    A desvantagem o valor elevado e a di-ficuldade em encontrar chapas de baixa es-pessura, por conta de ser muito usado para estruturas pesadas e construo naval, con-clui Alexandre.

    Foto: Divulgao Boanet.At

    Centro e departamentos de ensino campus WU / BUSarchitektur

    PAPO DE OBRA

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    ESPECIAL Fotos: Divulgao

    O empresrio rio-pretense Jos Luis Ge-nari, proprietrio da Eltrica Bel Materiais Eltricos, esteve na Alemanha em abril, onde participou da Hannover Messe. O evento considerado a maior feira do mundo para a tecnologia industrial. Nela se misturam auto-matizao de processos industriais, produo e automatizao de edifcios, uma ampla gama de tecnologias energticas, software industrial e de servios.

    Genari viajou a convite da Wago, que for-necedora de conexes eltricas para a Eltrica Bel. Ele integrou a comitiva entre os dias 12 e 18 de abril. A Feira rene mais de 6,5 mil expositores, entre eles a prpria Wago. No espao foi possvel conhecer produtos que ainda no chegaram ao Brasil.

    A Feira realmente muito grande. So 26 galpes, cada um com mais de mil metros quadrados. Na rea de eltrica e automoo eram 16 galpes, e tudo muito bem organiza-do. So expositores de vrias partes do mun-do e o espao que mais me chamou a aten-o foi o que abrigada automao, ferragens e rolamentos. Vi coisas que devem chegar ao Brasil apenas no incio de 2016, ou depois. sempre interessante saber que alguns dos nossos fornecedores, que expuseram l, esto atentos ao mercado, pontua Genari.

    Mas no foi apenas isso, durante a viagem a comitiva tambm pode conhecer o chamado Universo Wago, onde a empresa teve ori-gem. Uma experincia diferenciada, de co-nhecimento agregado, e a chance de ver de perto o tamanho da estrutura que existe por trs da marca.

    Os integrantes da comitiva tambm pude-ram conhecer a estrutura da empresa na Ale-manha, com visitao s unidades de Minden e Sondershausen, incluindo o estoque central. Alm da visitao tcnica, foi proporcionada

    RIO PRETO NA ALEMANHA

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    ELTRICA BEL MARCA PRESENA EM FEIRA

    comitiva uma visita a mina de sal e um jantar em restaurante de comida tpica, onde se so-maram mais seis comitivas da Wago de outros pases, como China, Rssia, ndia, da regio da Bavria.

    A fbrica da Wago toda automatizada e muito bem organizada, bonito de se ver. A mina de sal fica a 750 metros de profundida-

    de, no local tem um restaurante para atender os trabalhadores. Tambm tem um espao de anfiteatro e so