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Seminário Mensal do Departamento Pessoal 15 de Abril de 2015 Apresentadores: Erica Nakamura Fábio Gomes Fábio Momberg Graziela Garcia

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  • Seminrio Mensal do

    Departamento

    Pessoal

    15 de Abril de 2015

    Apresentadores: Erica Nakamura Fbio Gomes Fbio Momberg Graziela Garcia

  • Seguro-desemprego

    Empregador Web

    Aspectos prticos

    Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

    15 de Abril de 2015

  • Objetivo

    O Aplicativo Empregador Web trata-se de medida que

    se prope modernizao de procedimentos que se

    traduzem em agilidade, segurana da informao e

    controle ao Seguro-Desemprego, que se reflete em

    ganhos para o trabalhador, empregador e governo.

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    15 de Abril de 2015

  • Resoluo n 736, de 8 de outubro de 2014 DOU de

    10.10.2014

    Torna obrigatrio aos empregadores o uso do aplicativo

    Empregador Web no Portal Mais Emprego para

    preenchimento de requerimento de Seguro-Desemprego

    (RSD) e de Comunicao de Dispensa (CD) ao

    Ministrio do Trabalho e Emprego e d outras

    providncias.

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    15 de Abril de 2015

  • Resoluo n 742, de 31 de maro de 2015 DOU de 1.04.2015

    Altera a Resoluo n 736, de 8 de outubro de 2014, que estabelece

    procedimentos relativos concesso do Seguro-Desemprego.

    A utilizao do Empregador Web passa a ser obrigatria para as dispensas

    ocorridas aps o dia 31/03/2015.

    Fica autorizado o Ministrio do Trabalho e Emprego a adotar providncias para

    habilitao dos trabalhadores ao benefcio do seguro-desemprego, cujos

    requerimentos sejam emitidos sem a utilizao do Empregador Web, em caso

    de restries operacionais a que esses no tenham dado causa.

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    15 de Abril de 2015

  • O uso de tal aplicativo exige cadastro da empresa.

    Para o preenchimento de Requerimento de Seguro-

    Desemprego e Comunicao de Dispensa no citado

    aplicativo obrigatrio o uso de certificado digital no

    padro ICP-Brasil.

    O aplicativo Empregador Web possui funcionalidade que

    permite ao empregador a realizao de cadastro e

    nomeao de procurador para represent-lo no

    preenchimento do Requerimento de SD e CD.

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  • Aplicativo Empregador Web Como

    acessar?

    http://maisemprego.mte.gov.br

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    15 de Abril de 2015

  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

    13 de Maro de 2015

  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

    13 de Maro de 2015

  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

    13 de Maro de 2015

  • EMPRESA COM CERTIFICADO DIGITAL -

    PROCURAO

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    15 de Abril de 2015

  • Quando empregador e procurador possuem

    certificado digital padro ICP Brasil, a procurao

    poder ser realizada no aplicativo Empregador Web,

    sem a necessidade de validao na rede de

    atendimento do Ministrio do Trabalho e Emprego.

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  • EMPRESA SEM CERTIFICADO DIGITAL -

    PROCURAO

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  • Quando somente o procurador possui certificado

    digital padro ICP-Brasil, o empregador poder

    efetuar cadastro e emisso de procurao no aplicativo

    Empregador Web, que dever ser entregue nas

    Superintendncias Regionais do Ministrio do Trabalho

    e Emprego ou nas unidades conveniadas estaduais e

    municipais do Sistema Nacional de Emprego.

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  • A procurao, nos casos em que o empregador no possui

    certificado digital, dever ter firma reconhecida em cartrio e ser

    acompanhada da seguinte documentao:

    a) cpias de documento de identificao civil e de CPF do

    outorgado;

    b) cpias de documento de identificao civil e de CPF do

    outorgante; e,

    c) cpia do contrato social, do estatuto ou documento equivalente

    que comprove ser o outorgante o responsvel legal da empresa.

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  • Requerimentos Consultar

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  • Seguro-Desemprego Empregador Web

    Manual do Usurio Verso 2.0

    Empregador Web Seguro-desemprego

    Perguntas e Respostas para Empresas

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    15 de Abril de 2015

  • Aplicativo Empregador Web

    Perguntas Frequentes

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    15 de Abril de 2015

  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

    15 de Abril de 2015

  • Todas as empresas precisam se cadastrar?

    Sim. O aplicativo disponvel atende determinao do Conselho

    Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, por meio da

    sua Resoluo n 736, de 8 de outubro de 2014. Portanto,

    exigido o cadastro prvio da Empresa no aplicativo, independente

    se essa realizar os processos de gerao e impresso dos

    Requerimentos de Seguro-Desemprego.

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  • Quem pode ser o Gestor da Empresa?

    O Gestor da Empresa o representante legal responsvel pelos

    processos de recrutamento e de recursos humanos com tal

    prerrogativa, devidamente autorizados pelos proprietrios. O

    Gestor far a administrao e uso do aplicativo em nome da

    empresa.

    Para empresas que se utilizam de certificado digital para acesso

    ao EMPREGADORWEB, o gestor deve ser a pessoa que possui

    certificado digital.

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  • Fiz o cadastro da minha empresa no aplicativo EMPREGADORWEB, mas

    alguns dados foram informados errados. Como posso alter-los?

    A verso atual do aplicativo EMPREGADORWEB no permite alterar dados de

    empresa cadastrada. Nesta situao, ser necessrio solicitar a excluso do

    cadastro para confeco de novo registro. A excluso poder ser solicitada:

    a) Pessoalmente, em uma unidade de atendimento do MTE ou do SINE; e

    b) Por meio de correspondncia eletrnica encaminhada para o endereo

    [email protected] Neste caso, ser necessrio informar no e-mail, o nome do Gestor Cadastrado e o nmero do CNPJ ou CEI

    da empresa.

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    15 de Abril de 2015

  • O aplicativo EMPREGADORWEB no permite finalizar o cadastro e

    mostra a mensagem Login J Utilizado. Como devo proceder para

    corrigir o erro?

    Essa mensagem pode ocorrer caso o login de acesso escolhido pela empresa

    coincida com um login de acesso j utilizado por outra empresa. Nesse caso

    necessrio inserir um nome diferente.

    Ressaltamos tambm que, por medidas de segurana, um login de acesso

    usado no poder, em nenhuma hiptese, ser utilizado novamente. Sendo

    assim, a empresa que cancelar o seu cadastro no aplicativo

    EMPREGADORWEB no poder utilizar o login de acesso do cadastro antigo

    em um novo, ou seja, o login de acesso no poder mais ser usado.

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    15 de Abril de 2015

  • No lembro qual o LOGIN que eu utilizo no aplicativo

    EMPREGADORWEB. Como posso recuper-lo?

    Neste caso essa informao poder ser obtida:

    a) Pessoalmente nos postos de atendimento do MTE ou do SINE; e

    b) Por meio do endereo eletrnico [email protected] Neste

    caso, ser necessrio informar o nome do gestor cadastrado e o nmero do

    CNPJ ou CEI da Empresa

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    15 de Abril de 2015

  • O aplicativo EMPREGADORWEB no permite finalizar o

    cadastro e exibe a mensagem email j utilizado. Como

    devo proceder para corrigir o erro?

    Por medidas de segurana, em e-mail foi utilizado em um

    cadastro no poder ser utilizado novamente, mesmo que o

    cadastro anterior tendo sido excludo. Aparecendo essa

    mensagem, insira e-mail diferente do anterior.

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  • Represento outra empresa. Ela deve ser cadastrada no aplicativo

    EMPREGADORWEB? E como farei uso do aplicativo para gerao e

    impresso dos formulrios de Seguro-Desemprego da empresa que eu

    represento?

    Sim, todas as empresas devem ter seu cadastro, mesmo que no faa

    diretamente o uso do aplicativo, para a gerao e impresso dos formulrios

    de Seguro-Desemprego.

    Aps efetuar o cadastro e acessar o aplicativo EMPREGADORWEB, a

    empresa que pretende autorizar para outra (escritrio de contabilidade,

    contadores, p.ex) a gerao e impresso dos formulrios de Seguro-

    Desemprego de dispensas do seu quadro de funcionrios dever efetuar

    cadastro de procurao.

    A partir desta procurao, o procurador outorgado poder representar o

    outorgante na gerao e impresso dos formulrios de Seguro-Desemprego e

    responder pelas informaes ao Ministrio do Trabalho e Emprego.

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    15 de Abril de 2015

  • Preciso de certificado digital para gerao e impresso dos

    formulrios de Seguro-Desemprego?

    Sim. A opo para gerao e impresso dos formulrios de

    Seguro-Desemprego somente estar acessvel para

    empregadores cadastrados que realizarem login no aplicativo

    utilizando a opo COM certificao digital.

    Mas caso no possua certificado digital, a empresa poder

    nomear, por meio de procurao, o seu representante legal

    (escritrio de contabilidade ou contador, p.ex.) que possua

    certificado digital. Sendo assim o representante estar autorizado

    para a gerao e impresso dos formulrios de Seguro-

    Desemprego.

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    15 de Abril de 2015

  • Quais os tipos de certificados digitais aceitos pelo aplicativo

    EMPREGADORWEB?

    O aplicativo EMPREGADORWEB aceita os certificados digitais no

    padro da Infraestrutura de Chaves Pblicas Brasileiras (ICP-

    Brasil). Para saber mais, acesse o stio eletrnico

    http://www.iti.gov.br/icp-brasil/estrutura e verifique as empresas

    que emitem os certificados digitais aceitos.

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    15 de Abril de 2015

  • Quantas procuraes minha empresa poder receber de

    outras?

    No h limites de procuraes que uma empresa poder receber

    de outras, desta forma, escritrios de contabilidade, por exemplo,

    podero ser representante de vrias empresas para s quais

    prestam servio.

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  • Cadastrei uma procurao utilizando a opo COM

    certificado digital. O que devo fazer a seguir?

    As procuraes cadastradas com certificado digital sero ativadas

    automaticamente pelo aplicativo EmpregadorWeb. Aps o

    cadastro da procurao, o representante legal (escritrio de

    contabilidade ou contador, p.ex.) j poder gerar e imprimir os

    formulrios de Seguro-Desemprego pelo aplicativo.

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    15 de Abril de 2015

  • Cadastrei uma procurao utilizando a opo SEM certificado digital. O

    que devo fazer a seguir?

    Quando uma procurao cadastrada pela opo de acesso SEM certificado

    digital, o aplicativo EMPREGADORWEB no efetuar a validao automtica.

    Nesse caso, a empresa que receb-la no conseguir representar o outorgante

    perante o MTE.

    No final do cadastro da procurao, o aplicativo gerar um termo de

    responsabilidade, que dever ser apresentado em uma unidade de

    atendimento do MTE ou do SINE local para que a procurao seja

    devidamente ativada. A documentao abaixo deve ser anexada ao termo de

    responsabilidade:

    i. Cpia da carteira de identidade;

    ii. Cpia do CPF do Outorgante e Outorgado; e

    iii. Cpia do Contrato Social, Estatuto ou documento equivalente da empresa.

    Aps anlise que respeitar prazo mdio de 72 horas, a procurao ser

    ativada e a empresa outorgada poder representar a outorgante no uso do

    aplicativo EMPREGADORWEB.

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    15 de Abril de 2015

  • Quando o requerimento for gerado e impresso pelo aplicativo

    EMPREGADORWEB, o trabalhador ainda precisar

    comparecer em uma unidade de atendimento?

    Sim, pois de acordo com a Lei 7.998/1990, os trabalhadores e

    empregadores prestaro as informaes necessrias, bem como

    atendero s exigncias para a concesso do seguro-

    desemprego, nos termos e prazos fixados pelo Ministrio do

    Trabalho e Emprego.

    Alm disso, a mesma Norma Legal estabelece que o seguro-

    desemprego direito pessoal e intransfervel do trabalhador,

    podendo ser requerido a partir do stimo dia subsequente

    resciso do contrato de trabalho.

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  • Quando o formulrio de Seguro-Desemprego digitado

    individualmente no aplicativo EMPREGADORWEB ou gerado

    por meio de arquivo de dados, possvel empresa realizar

    alguma alterao decorrente de digitao incorreta?

    No, aps a transmisso as alteraes devem ser realizadas

    pelas unidades de atendimento do MTE do SINE local.

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    15 de Abril de 2015

  • possvel cadastrar apenas a empresa Matriz, mas gerar os

    formulrios de Seguro-Desemprego com os nmeros de

    CNPJ das empresas Filiais?

    No. Todas as empresas, matriz ou filial, devem ser cadastradas

    para que possam ter requerimentos de Seguro-Desemprego

    gerados e impressos com as respectivas inscries de CNPJ ou

    CEI.

    Ressaltamos que na aplicao EMPREGADORWEB, existe

    funcionalidade que permite empresa matriz fazer a indicao e

    o cadastro das empresas filiais.

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    15 de Abril de 2015

  • Somos uma empresa que possui nmero de CEI vinculado ao

    nmero de CNPJ. Nesse caso, posso gerar e imprimir

    formulrios de Seguro-Desemprego com o nmero de CEI,

    mas utilizando o login e o certificado digital do CNPJ?

    Nesse caso a empresa dever acessar o aplicativo

    EMPREGADORWEB e cadastrar os nmeros de CEI que so

    vinculados ao nmero de CNPJ e assim, com o certificado digital

    do nmero de CNPJ, efetuar as aes de gerar e imprimir os

    formulrios de Seguro-Desemprego dos trabalhadores

    dispensados pelas empresas inscritas nos CEI vinculados.

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  • Vou receber algum comprovante para dar ao funcionrio de

    que as informaes foram transmitidas para o MTE?

    Sim, o aplicativo EMPREGADORWEB devolve o arquivo com os

    formulrios de Seguro-Desemprego gerados que devero ser

    impressos, em papel comum, para que o trabalhador possa

    exercer o direito de requerer o benefcio Seguro-Desemprego e,

    previamente, se necessrio, apresente com a documentao

    exigida, para homologao da resciso do contrato de trabalho.

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  • Na gerao e impresso do formulrio de Seguro-

    Desemprego com uso do aplicativo EMPREGADORWEB, o

    campo soma dos trs ltimos salrios e o campo meses

    trabalhados ficaram em branco. O que devo fazer?

    Na gerao e impresso do formulrio de Seguro-Desemprego

    com uso do aplicativo EMPREGADORWEB os referidos campos

    devero ficar em branco. Esse preenchimento ser efetuado pelo

    agente de Seguro-Desemprego, no momento da habilitao do

    trabalhador em uma unidade de atendimento do MTE ou do

    SINE, no momento em que efetuar a ativao e validao das

    informaes geradas pelo empregador.

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  • Contratao

    de pessoas

    portadoras de

    deficincia e

    necessidades

    especiais

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    15 de Abril de 2015

  • Legislao que rege a matria

    - Lei n 8.213/1991 - art. 93

    - Decreto n 3.048/99 - art. 141

    - CF/1988 - arts. 7, inciso XXXI, 37, inciso VIII, 203, incisos IV e

    V e 227, 1, inciso II e 2

    - Lei n 7.853/1989

    - Decreto n 3.298/1999, alterado pelo Decreto n 5.296/2004

    - NR 17 - Ergonomia - item 9

    - IN SIT n 98/2012 - Procedimentos de fiscalizao de normas

    destinadas incluso no trabalho de pessoas com deficincia e

    reabilitados

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    15 de Abril de 2015

  • H ainda no Brasil 3 normas internacionais devidamente

    ratificadas sobre o assunto:

    - Conveno OIT n 159, promulgada pelo Decreto n 129/1991;

    - Conveno interamericana para a eliminao de todas as

    formas de discriminao contra as pessoas portadoras de

    deficincia, promulgada pelo Decreto n 3.956/2001.

    - Conveno internacional da ONU sobre os direitos das pessoas

    com deficincia, promulgada pelo Decreto n 6.949/2009.

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  • A incluso social a palavra-chave para nortear todo o sistema de

    proteo da pessoa com deficincia no Brasil.

    A CF/1988 visando proteger as pessoas portadoras de necessidades

    especiais determinou nos arts. 7, inciso XXXI, 37, inciso VIII, 203,

    incisos IV e V, e 227, 1, inciso II, e 2, entre outros:

    - a proibio de qualquer discriminao no tocante a salrio e critrios

    de admisso do trabalhador portador de deficincia;

    - reserva mediante Lei de um % dos cargos e empregos pblicos para

    as pessoas portadoras de deficincia e definidos os critrios de sua

    admisso;

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  • - obrigatoriedade do Estado na criao de programas de preveno e

    atendimento especializado para as pessoas portadoras de qualquer

    deficincia, bem como de integrao social do adolescente e do jovem

    portador de deficincia, mediante o treinamento para o trabalho e a

    convivncia, e a facilitao do acesso aos bens e servios coletivos

    com a eliminao de obstculos arquitetnicos e de todas as formas de

    discriminao;

    - criao de Leis sobre normas de construo dos logradouros e de

    edifcios de uso pblico e de fabricao de veculos de transporte

    coletivo a fim de garantir acesso adequado s pessoas portadoras de

    deficincia.

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    15 de Abril de 2015

  • Somente com o advento da Lei n 7.853/1989,

    regulamentada pelo Decreto n 3.298/1999, foi institudo

    um conjunto de orientaes normativas mais completo

    visando assegurar o pleno exerccio dos direitos

    individuais e sociais bsicos das pessoas portadoras de

    deficincia, dentre os quais se incluem educao,

    sade, trabalho, desporto, turismo, lazer, previdncia e

    assistncia social, transporte, habitao, cultura, etc.

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    15 de Abril de 2015

  • A contratao de pessoas portadoras de deficincia

    deve ser vista como qualquer outra contratao, eis que

    se espera do trabalhador nestas condies

    profissionalismo, dedicao, assiduidade, enfim,

    atributos inerentes a qualquer empregado.

    No se quer assistencialismo, e sim oportunidades.

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  • Obrigatoriedade de contratao

    A obrigao de contratar empregados portadores de

    deficincia atinge todas as pessoas jurdicas de direito

    privado como sociedades empresariais, associaes,

    sociedades e fundaes que admitem trabalhadores

    como empregados.

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  • Cartilha do MTE

    Incluso de pessoas com deficincia no mercado de

    trabalho

    Perguntas e Respostas

    portal.mte.gov.br

    Links: Inspeo do Trabalho / Fiscalizao do Trabalho /

    Publicaes

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  • 1.1 - O que reserva legal de cargos?

    A legislao estabelece a obrigatoriedade de as empresas

    com 100 ou mais empregados preencherem uma parcela

    de seus cargos com beneficirios da Previdncia Social

    reabilitados ou com pessoa portadora de deficincia. A

    reserva legal de cargos tambm conhecida como Lei de

    Cotas (art. 93 da Lei n 8.213/1991).

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    15 de Abril de 2015

  • 1.2 - Quantas pessoas com deficincia a empresa precisa

    manter contratadas?

    A cota depende do n geral de empregados que a empresa

    tem no seu quadro, na seguinte proporo, conforme

    estabelece o art. 93 da Lei n 8.213/1991 e o art. 141 do

    Decreto n 3.048/1999:

    I - de 100 a 200 empregados ........................ 2%

    II - de 201 a 500 ............................................ 3%

    III - de 501 a 1.000 ........................................ 4%

    IV - de 1.001 em diante ................................. 5%

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  • Para efeito de aferio dos percentuais mencionados

    ser considerado o n de empregados da totalidade dos

    estabelecimentos da empresa.

    As fraes de unidade no clculo daro lugar

    contratao de mais um trabalhador.

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  • Conceitos de pessoa com deficincia e

    reabilitada

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  • 2.1 - Para fins de reserva legal de cargos, o que pessoa

    com deficincia?

    De acordo com o art. 3 do Decreto n 3.298/1999,

    deficincia toda perda ou anormalidade de uma estrutura

    ou funo psicolgica, fisiolgica ou anatmica que gere

    incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do

    padro considerado normal para o ser humano.

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    15 de Abril de 2015

  • Portanto, deficincia, para fins de proteo legal,

    qualquer limitao fsica, mental, sensorial ou mltipla,

    que incapacite a pessoa para o exerccio de atividades

    normais da vida e que, em razo desta incapacitao, a

    pessoa tenha dificuldades de insero social.

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  • 2.5 - O que a pessoa reabilitada?

    Reabilitada a pessoa que passou por processo orientado a

    possibilitar que adquira, a partir da identificao de suas

    potencialidades laborativas, o nvel suficiente de

    desenvolvimento profissional para reingresso no mercado de

    trabalho e participao na vida comunitria (Decreto n

    3.298/1999, art. 31).

    A reabilitao torna a pessoa novamente capaz de desempenhar

    suas funes ou outras diferentes das que exercia, se estas

    forem adequadas e compatveis com a sua limitao.

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    15 de Abril de 2015

  • Tipos de Deficincia

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    15 de Abril de 2015

  • 2.6.1 - Deficincia fsica

    a alterao completa ou parcial de um ou mais segmentos

    do corpo humano, acarretando o comprometimento da funo

    fsica, apresentando-se entre outros, sob a forma de

    paraplegia, amputao ou ausncia de membro, paralisia

    cerebral, membros com deformidade congnita ou adquirida,

    exceto as deformidades estticas e as que no produzam

    dificuldades para o desempenho de funes

    (Decreto n 5.296/2004, art. 5, 1, inciso I, letra a, c/c

    Decreto n 3.298/1999, art. 4, inciso I).

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    15 de Abril de 2015

  • 2.6.2 - Deficincia auditiva

    a perda bilateral, parcial ou total, de 41 decibis (dB)

    ou mais, aferida por audiograma nas frequncias de

    500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz

    (Decreto n 5.296/2004, art. 5, 1, inciso I, letra b,

    c/c Decreto n 3.298/1999, art. 4, inciso II).

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  • 2.6.3 - Deficincia visual

    - Cegueira - na qual a acuidade visual igual ou menor que

    0,05 no melhor olho, com a melhor correo ptica;

    - Baixa Viso - significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no

    melhor olho, com a melhor correo ptica;

    - Os casos nos quais a somatria da medida do campo

    visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60;

    - Ou a ocorrncia simultnea de quaisquer das condies

    anteriores.

    (Decretos 3.298/1999 e 5.296/2004)

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  • 2.6.4 - Deficincia mental

    o funcionamento intelectual significativamente inferior

    mdia, com manifestao antes dos 18 anos e limitaes

    associadas duas ou mais reas de habilidades

    adaptativas, como: comunicao; cuidado pessoal;

    habilidades sociais; sade e segurana; habilidades

    acadmicas; lazer; e trabalho.

    (Decreto n 5.296/2004, art. 5, 1, inciso I, letra d c/c

    Decreto n 3.298/1999, art. 4, inciso I).

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  • 2.6.5 - Deficincia mltipla

    a associao de duas ou mais deficincias

    mencionadas.

    (Decreto n 3.298/1999)

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  • Comprovao da deficincia e condio

    de reabilitado

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  • 2.6.6 - Como feita a comprovao da deficincia?

    A caracterizao de pessoa com deficincia se dar com base no

    Decreto n 3.298/1999, com as alteraes trazidas pelo art. 70 do

    Decreto n 5.296/2004, observados os dispositivos e as

    definies estabelecidas na Conveno OIT n 159, mediante

    laudo mdico elaborado por profissional de sade de nvel

    superior, preferencialmente habilitado na rea de deficincia

    relacionada ou em sade do trabalho, que deve contemplar as

    seguintes informaes e requisitos mnimos:

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  • I - identificao do trabalhador;

    II - referncia expressa quanto ao enquadramento nos critrios

    estabelecidos na legislao pertinente;

    III - identificao do tipo de deficincia;

    IV - descrio detalhada das alteraes fsicas, sensoriais,

    intelectuais e mentais e as interferncias funcionais delas

    decorrentes;

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  • V - data, identificao, n de inscrio no conselho regional de

    fiscalizao da profisso correspondente e assinatura do

    profissional de sade; e

    VI - concordncia do trabalhador para divulgao do laudo

    Auditoria-Fiscal do Trabalho e cincia de seu enquadramento na

    reserva legal.

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  • J a comprovao da condio de segurado reabilitado da

    Previdncia Social ser realizada com a apresentao do

    Certificado de reabilitao profissional emitido pelo INSS.

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  • Clculo da Cota

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  • 4.1 - Para clculo da cota de empregados com deficincia, utiliza-

    se o n de empregados da empresa ou do estabelecimento?

    Tanto para verificar se a empresa est obrigada a ter portadores

    de deficincia no seu quadro, isto , ter 100 ou mais empregados,

    como para fixar o % dos cargos a serem preenchidos, deve ser

    utilizado o n de empregados da totalidade de estabelecimentos

    da empresa.

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  • Portanto, para efeito de aferio dos % de acordo com a legislao, ser considerado o n total de empregados da

    empresa (matriz + filiais).

    Para as empresas que apresentem variaes sazonais no

    quantitativo de empregados, a fiscalizao poder utilizar, para a

    composio da base de clculo da cota a ser cumprida, a mdia

    aritmtica da totalidade de empregados existentes ao final de

    cada um dos 12 ltimos meses.

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  • Contrato de Trabalho

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  • 6.4.1 - H alguma regra especial quanto assinatura da CTPS e

    formalizao do contrato de trabalho com uma pessoa com

    deficincia?

    No h nenhuma regra especfica. Aplicam-se as normas gerais

    da CLT.

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  • 6.4.2 - A pessoa com deficincia tem direito jornada especial?

    Sim, pode ter um horrio flexvel e reduzido, com

    proporcionalidade de salrio, quando tais procedimentos forem

    necessrios em razo do seu grau de deficincia, para atender,

    por exemplo, a necessidades especiais, como locomoo,

    tratamento mdico, etc.

    (Decreto n 3.298/1999, art. 35, 2).

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  • 6.4.3 - Que salrio deve ser pago ao empregado com deficincia?

    No h qualquer diferenciao neste caso, sendo o salrio igual

    aos demais empregados na mesma funo.

    (CF/1988, art. 7, inciso XXX e XXXI e CLT, art. 461)

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  • 6.7 Outros Aspectos

    6.7.1 O empregado com deficincia tem direito ao vale-

    transporte?

    Sim, salvo se for detentor de passe livre que o isente do

    pagamento de passagens, em transporte coletivo, em todo o

    trecho de deslocamento entre a residncia e o local de trabalho

    (art. 1 da Lei n 6.418/85).

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  • Informaes em RAIS e CAGED

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  • 6.8 Como informar na Relao Anual de Informaes Sociais

    (RAIS) que o empregado pessoa com deficincia?

    No campo sobre os dados pessoais do empregado, no item

    Deficiente Habilitado ou Beneficirio Reabilitado, deve ser

    marcada a quadrcula Sim, se o trabalhador pessoa com

    deficincia. Ainda deve ser informado o tipo de deficincia, com

    a seguinte codificao: 1 - Fsica; 2 - Auditiva; 3 - Visual; 4 -

    Mental; 5 - Mltipla; e 6 - Reabilitado.

    A empresa passvel de autuao, se apresentar a RAIS

    contendo informaes inexatas ou declaraes falsas (art. 24

    da Lei n 7.998/90, c/c art. 7 do Decreto n 76.900/75).

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  • 6.9 Deve ser informado, no Cadastro Geral de Empregados e

    Desempregados (CAGED), se o empregado pessoa com

    deficincia?

    Sim, em qualquer movimentao, deve ser informado no

    campo reservado os dados cadastrais do empregado, no item

    Portador de Deficincia, colocando 1 para indicar SIM.

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  • Resciso contratual

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  • 7.1 - O que deve ser observado, de forma especial, na dispensa de

    empregado com deficincia?

    No h previso legal de estabilidade para o empregado portador de

    deficincia. No entanto, para garantir a reserva de cargos para a

    pessoa portadora de deficincia, a dispensa de empregado com

    deficincia ou reabilitado, quando se tratar de contrato por prazo

    determinado, superior a 90 dias, e a dispensa imotivada, no contrato

    por prazo indeterminado, somente poder ocorrer aps a contratao

    de substituto em condies semelhantes. (Lei 8.213/1991, art. 93,

    1).

    Esta regra deve ser observada enquanto a empresa atingir o % mnimo

    legal. Fora deste requisito, valem as regras gerais que disciplinam a

    resciso do contrato de trabalho.

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  • 7.2 O que se entende por condio semelhante?

    Significa que outro trabalhador com deficincia dever ser

    contratado, no sendo, necessariamente, trabalhador com a

    mesma deficincia do substitudo.

    Assim, por exemplo, uma vaga anteriormente ocupada por

    deficiente fsico no precisa ser substituda por outro deficiente

    fsico, podendo ser qualquer pessoa com deficincia elencada no

    art. 4 do Decreto n 3.298/99, com as alteraes efetuadas pelo

    Decreto n 5.296/04. Igualmente, a substituio tambm pode ser

    em outra funo, j que o objetivo a contratao de outra

    pessoa com deficincia.

    .

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  • Sade, Segurana e Medicina do

    Trabalho

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  • 10 - Sade, Segurana e Medicina do Trabalho

    Aos portadores de deficincia devem ser aplicados os programas de

    sade e segurana no trabalho, como o PCMSO (NR 7), o PPRA

    (NR 9) e a NR 17 (Ergonomia).

    Tais programas tem o objetivo da promoo e a preservao da

    sade do conjunto dos trabalhadores, e devem incluir entre outros a

    gesto de questes relativas deficincia no local de trabalho com

    vistas promoo de um local de trabalho seguro, acessvel e

    saudvel para pessoas com deficincia, devendo ser executados

    todos os ajustes necessrios nos equipamentos, mquinas, postos

    de trabalho e organizao do trabalho com a finalidade de minimizar

    ou excluir possveis riscos ocupacionais.

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  • Compete, portanto, ao empregador garantir a elaborao e

    efetiva implementao destes programas, sem nus para o

    empregado, bem como zelar pela sua eficcia.

    Estes programas devem ser apresentados e discutidos na CIPA

    (NR 5), quando existente na empresa, configurando-se como

    importante espao de incluso dos trabalhadores com deficincia,

    no tocante preservao de sua integridade e sade.

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  • 10.3.1 Apoios especiais

    A empresa dever providenciar a adequao dos meios e recursos para o

    bom desempenho do trabalho, considerando suas limitaes. Os apoios

    especiais so elementos de orientao, superviso e ajuda tcnica, que

    auxiliam ou permitem compensar uma ou mais limitaes funcionais

    motoras, sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficincia, de

    modo a superar as barreiras da mobilidade e da comunicao,

    possibilitando a plena utilizao de suas capacidades em condies de

    normalidade (IN SIT 98/2012).

    Exemplos de apoios especiais: tecnologias de acesso ao computador e

    internet para pessoas com deficincia visual e motora, sinalizao e

    alarmes sonoros e luminosos, impresso em braile, banheiros adaptados

    para cadeirantes, corrimo nas paredes para facilitar a locomoo de

    deficientes visuais, entre outros.

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  • 10.4 Acessibilidade

    A Lei n 10.098/2000, regulamentada pelo Decreto n 5.296/2004,

    estabelece, entre outros, normas gerais e critrios bsicos para a

    promoo da acessibilidade das pessoas portadoras de deficincia ou

    com mobilidade reduzida, aos edifcios pblicos e privados de uso

    coletivo, mediante a supresso de barreiras e de obstculos nas vias e

    espaos pblicos, no mobilirio urbano, na construo e reforma de

    edifcios e nos meios de transporte e de comunicao.

    Assim, a empresa deve providenciar acesso ao local de trabalho para

    pessoas com diferentes tipos de deficincia, incluindo facilidades para

    entrar e se movimentar no estabelecimento, alm de acesso a

    banheiros e lavatrios, entre outros.

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  • Deficiente visual - Ingresso ao local de trabalho com co-guia

    Segundo a legislao em vigor, a pessoa com deficincia visual

    usuria de co-guia tem o direito de ingressar e permanecer com

    o animal em todos os locais pblicos ou privados de uso coletivo,

    entre outros, aqueles destinados s atividades laborais.

    (Decreto n 5.904/2006, que regulamenta a Lei no 11.126/2005,

    arts. 1 e 2 inciso III)

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  • 12. Crime

    12.1 A conduta discriminatria em relao s pessoas com

    deficincia tipificada como crime?

    A Lei n 7.853/1989, em seu art. 8, tipificou como crime punvel

    com recluso de 1 a 4 anos e multa:

    ..................................................

    III - negar, sem justa causa, a algum, por motivos derivados de

    sua deficincia, emprego ou trabalho.

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  • Penalidades pela no contratao

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  • A Portaria MTE n 1.199/2003 define que a multa por infrao ao

    disposto no art. 93 da Lei n 8.213/1991 (obrigatoriedade da

    contratao de pessoas portadoras de deficincia pelas

    empresas com 100 ou mais empregados) ser calculada:

    I - multiplicando-se o n de trabalhadores portadores de

    deficincia ou beneficirios reabilitados que deixaram de ser

    contratados pelo valor mnimo legal previsto no art. 133 da Lei n

    8.213/1991 (atualmente, R$ R$ 1.925,81, conforme Portaria

    MPS/MF n 13/2015, art. 8, inciso IV); e

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  • II - acrescentando-se um percentual varivel de:

    a) 0% a 20%, para empresas com 100 a 200 empregados;

    b) 20% a 30%, para empresas com 201 a 500 empregados;

    c) 30% a 40%, para empresas com 501 a 1.000 empregados; e

    d) 40% a 50%, para empresas com mais de 1.000 empregados.

    O valor total da multa no poder ultrapassar o limite mximo

    previsto no art. 133 da Lei 8.213/1991 (atualmente, R$

    192.578,66, conforme Portaria MPS/MF 13/2015, art.8, inciso

    IV).

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  • Assim, alm do auto de infrao com a consequente

    imposio da multa administrativa mencionada, igualmente

    possvel o encaminhamento de relatrio ao Ministrio

    Pblico do Trabalho para as medidas legais cabveis (ajuste

    de conduta, instaurao de inqurito administrativo e/ou

    ajuizamento de ao civil pblica).

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  • Fiscalizao do MTE

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  • Compete aos Auditores-Fiscais do Trabalho fazerem a

    fiscalizao das empresas no que se refere ao

    cumprimento da legislao referente ao trabalho das

    pessoas portadoras de deficincia.

    (Decreto 3.298/1999, art. 36, 5 e IN SIT 98/2012).

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  • Sem benefcios e reduo de encargos e impostos

    Para as empresas obrigadas contratao de

    portadores de deficincia nas propores estipuladas

    pela legislao (2 a 5%), a legislao no estabeleceu

    qualquer benefcio ou reduo de encargos como

    contribuio previdenciria e FGTS.

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  • Busca de profissionais pelas empresas

    - Procurar instituies que se dediquem capacitao e

    formao de trabalhadores com deficincia e oferecer

    treinamentos especializados aps a contratao.

    - Os postos do Sistema Nacional de Empregos (SINE)

    mantm cadastro de candidatos com deficincia para

    insero no mercado de trabalho.

    - Os reabilitados podem ser encontrados nos centros e

    unidades tcnicas de reabilitao profissional do INSS.

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  • Aprendizagem

    Fiscalizao pelo MTE

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  • Legislao

    - Art. 424 e seguintes da CLT;

    - Decreto n 5.598/2005;

    - Instruo Normativa SIT n 97/2012 (Fiscalizao).

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  • A Constituio Federal (CF) em seu art. 7, inciso

    XXXIII, prev a proibio de trabalho noturno, perigoso

    ou insalubre a menores de 18 e de qualquer trabalho a

    menores de 16 anos, salvo na condio de aprendiz, a

    partir de 14 anos.

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  • Aprendizagem Objetivo

    A aprendizagem um instituto que cria oportunidades

    tanto para o aprendiz quanto para as empresas, pois

    prepara o jovem para desempenhar atividades

    profissionais e, ao mesmo tempo, permite s empresas

    formarem mo de obra qualificada.

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  • Contrato de aprendizagem

    O contrato de aprendizagem o contrato de trabalho

    especial, ajustado por escrito e por prazo determinado,

    em que o empregador se compromete a assegurar ao

    maior de 14 (quatorze) e menor de 24 (vinte e quatro)

    anos, inscrito em programa de aprendizagem, formao

    tcnico-profissional metdica, e o aprendiz, a executar

    com zelo e diligncia as tarefas necessrias a essa

    formao.

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  • Requisitos mnimos do contrato

    de aprendizagem

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  • I - registro e anotao CTPS;

    II - matrcula e frequncia do aprendiz escola, caso no tenha

    concludo o ensino mdio;

    III - inscrio do aprendiz em curso de aprendizagem

    desenvolvido sob a orientao de entidade qualificada em

    formao tcnico-profissional metdica, nos termos do art. 430,

    da CLT;

    IV - existncia de programa de aprendizagem, desenvolvido

    atravs de atividades tericas e prticas

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  • O contrato de aprendizagem poder ser firmado por at dois anos, com

    correspondncia obrigatria ao programa constante do Cadastro Nacional

    de Aprendizagem e dever indicar expressamente:

    I - o termo inicial e final, coincidentes com o prazo do programa de

    aprendizagem, exceto quando a contratao ocorrer aps o incio das

    atividades tericas, podendo o empregador, neste caso, providenciar o

    registro retroativo;

    II - o programa em que o aprendiz est vinculado e matriculado, com

    indicao da carga horria terica e prtica, e obedincia aos critrios

    estabelecidos na Portaria n 723, de 2012;

    III - a funo, a jornada diria e semanal, de acordo com a carga horria

    estabelecida no programa de aprendizagem, o horrio de trabalho; e

    IV - a remunerao pactuada.

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  • Entidades que podem ministrar cursos de

    aprendizagem

    Servios Nacionais de Aprendizagem:

    1. Servio Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI);

    2. Servio Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC);

    3. Servio Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR);

    4. Servio Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT);

    5. Servio Nacional de Cooperativismo (SESCOOP).

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  • Caso os Servios Nacionais de Aprendizagem no ofeream cursos

    ou vagas suficientes para atender demanda dos estabelecimentos,

    esta poder ser suprida pelas seguintes entidades qualificadas em

    formao tcnico-profissional metdica:

    1. as Escolas Tcnicas de Educao;

    2. as Entidades sem Fins Lucrativos, que tenham por objetivo a

    assistncia ao adolescente e a educao profissional, registradas no

    Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente e

    inscritas no Cadastro Nacional de Aprendizagem, previsto no art. 32

    do Decreto n 5.598/05, disponvel no stio do MTE (www.mte.gov.br),

    incluindo seus cursos para anlise e validao pela Secretaria de

    Polticas Pblicas de Emprego (SPPE), na forma prevista na Portaria

    MTE n 723/2012.

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  • Obrigatoriedade na contratao de

    aprendizes

    Os estabelecimentos de qualquer natureza, que tenham

    pelo menos 7 (sete) empregados, so obrigados a contratar

    aprendizes.

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  • A cota de aprendizes est fixada entre 5%, no mnimo,

    e 15%, no mximo, por estabelecimento, calculada

    sobre o total de empregados cujas funes demandem

    formao profissional.

    As fraes de unidade daro lugar admisso de um

    aprendiz.

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  • Funes que demandam formao

    profissional

    Para a definio das funes que demandem formao

    profissional, dever ser considerada a Classificao

    Brasileira de Ocupaes (CBO), elaborada pelo Ministrio

    do Trabalho e Emprego.

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  • Consulta do CBO no site do MTE

    Caractersticas de trabalho > Formao e Experincia

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  • Funes excludas da cota

    So excludas da base de clculo da cota de aprendizagem as

    seguintes funes:

    I - as funes que, em virtude de lei, exijam formao profissional de

    nvel tcnico ou superior;

    II - as funes caracterizadas como cargos de direo, de gerncia

    ou de confiana, nos termos do inciso II do art. 62 e 2 do art. 224,

    ambos da CLT;

    III - os trabalhadores contratados sob o regime de trabalho

    temporrio institudo pelo Lei n 6.019, de 3 de janeiro de 1973; e

    IV - os aprendizes j contratados.

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  • Empresas com funes insalubres/perigosas/penosas

    Os empregadores em cujos estabelecimentos sejam

    desenvolvidas atividades em ambientes e/ou funes proibidas

    a menores de 18 (dezoito) anos devero contratar, para essas

    atividades ou funes, aprendizes na faixa etria entre 18

    (dezoito) e 24 (vinte e quatro) anos ou aprendizes com

    deficincia a partir dos 18 (dezoito) anos.

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  • Aprendiz Jornada de Trabalho

    A jornada de trabalho legalmente permitida de:

    - 6 horas dirias, no mximo, para os que ainda no

    concluram o ensino fundamental;

    - 8 horas dirias, no mximo, para os que concluram o

    ensino fundamental, computadas as horas destinadas s

    atividades tericas e prticas

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  • Aprendiz Frias

    - no caso de menor aprendiz com at 18 anos de idade,

    suas frias devero coincidir obrigatoriamente com o

    perodo de frias escolares;

    - para os aprendizes com idade superior a 18 anos, a

    concesso das frias do trabalho juntamente com as frias

    escolares poder ocorrer a ttulo de preferncia, no sendo

    obrigatria.

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  • Os demais direitos trabalhistas e previdencirios do

    empregado aprendiz so os mesmos aplicveis aos

    demais empregados:

    - 13 salrio;

    - Frias;

    - Vale transporte;

    - DSR;

    - Contribuio sindical;

    - Homologao da resciso, desde que o contrato tenha

    durao superior a um ano.

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  • Obrigatoriedades Gerais

    CAGED

    RAIS

    SEFIP/GFIP (categoria 07)

    Salrio (salrio-mnimo hora)

    FGTS (2%)

    Previdncia Social

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  • Descaracterizao da Aprendizagem

    A descaracterizao do contrato de aprendizagem, acarreta sua

    nulidade e ocorre:

    I - quando houver descumprimento das disposies legais e

    regulamentares relativas aprendizagem;

    II - na ausncia de correlao entre as atividades prticas executadas

    pelo aprendiz e as previstas no programa de aprendizagem;

    III - pela contratao de entidades sem fins lucrativos no inscritas no

    Cadastro Nacional de Aprendizagem ou com parmetro em programa

    de aprendizagem no constante do Cadastro; e

    IV - quando houver descumprimento da legislao trabalhista na

    execuo do contrato de aprendizagem.

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  • Principais Penalidades

    - Multa administrativa a ser paga pela empresa que, estando

    obrigada, no contratar o nmero mnimo de trabalhadores

    aprendizes corresponde a 378,2847 Ufir por aprendiz

    irregular, observando-se o mximo de 1.891,4236 Ufir

    quando infrator primrio.

    A citada multa ser dobrada pela reincidncia na infrao.

    (Portaria MTb n. 290/1997)

    OBS: UFIR = R$ 1,0641

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  • Nulidade do contrato de aprendizagem, com consequente

    caracterizao da relao de emprego com aquele

    empregador, na forma de contrato por prazo indeterminado;

    Encaminhamento de relatrios ao Ministrio Pblico do

    Trabalho (MPT), para as providncias legais cabveis;

    Formalizao de termo de ajuste de conduta, instaurao

    de inqurito administrativo e/ou ajuizamento de ao civil

    pblica.

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  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

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    eSocial Novidades

    trazidas pela verso 2.0

    do Manual de Orientao

  • MANUAL DE ORIENTAO DO eSOCIAL

    Verso 2.0

    Fevereiro de 2015

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  • Estrutura do Novo Manual de Orientao 2.0

    Manual de Orientao

    Anexo I - Leiautes do eSocial

    Anexo II - Regras de Validao

    Anexo III - Tabelas do eSocial

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  • Captulo III Orientao Especfica por Evento

    Captulo que apresenta as orientaes especficas para

    cada Evento, estruturadas conforme itens a seguir:

    Conceito do evento

    Quem est obrigado

    Prazo de envio

    Pr-requisitos

    Informaes adicionais

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  • Seminrio Mensal do Departamento Pessoal

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    Eventos Excludos

    Pagamentos e Crditos Diversos

    Servios Tomados Mediante Cesso de Mo de Obra

    Servios Prestados Mediante Cesso de Mo de Obra

    Servios Tomados de Cooperativas de Trabalho

    Servios Prestados por Cooperativa de Trabalho

    Recursos Recebidos ou Repassados para Associao

    Desportiva que mantm equipe de Futebol Profissional

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    Receita de Espetculo Desportivo

    eSocial Eventos Peridicos Abertura

    Estabilidade Incio

    Estabilidade Trmino

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    Novidades

    Eventos

    S-1010 Tabela de Rubricas (Possibilidade de transmisso de

    vrias tabelas de rubricas)

    S-1020 Tabela de Lotaes Tributrias

    S-1060 Tabela de Ambientes de Trabalho

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    Novidades

    Eventos

    S-2190 Admisso de Trabalhador Registro Preliminar

    S-2240 Condies Ambientais do Trabalho - Fatores de Risco

    S-2241 Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial

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    Novidades

    Eventos

    S-1298 Reabertura dos Eventos Peridicos

    S-1299 Fechamento dos Eventos Peridicos

    S-1300 Contribuio Sindical Patronal

    S-4000 Solicitao de Totalizao de Eventos, Bases e

    Contribuies

    S-4999 Adeso Antecipada ao eSocial

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    Novidades

    Tabelas

    Tabela 22 Fator de Risco para Insalubridade /

    Periculosidade / Penosidade MTE

    Tabela 23 Aposentadoria Especial INSS