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Diário Oficial Eletrônico Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012 - Ano 4 – nº 894 Índice DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL PLENO, DECISÕES SINGULARES E EDITAIS DE CITAÇÃO E AUDIÊNCIA...............................1 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL..............1 Poder Executivo......................1 Administração Direta................1 Autarquias..........................2 Tribunal de Contas do Estado.........4 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL.............9 Anitápolis...........................9 Biguaçu.............................10 Campo Alegre........................10 Concórdia...........................10 Florianópolis.......................11 Itapema.............................14 Jacinto Machado.....................15 Joinville...........................15 Novo Horizonte......................15 Otacílio Costa......................16 São Bento do Sul....................16 Siderópolis.........................16 Tijucas.............................17 Videira.............................17 ATOS ADMINISTRATIVOS...................17 __________________________________________________________________________________________________________ ________ Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina www.tce.sc.gov.br Conselheiros: Luiz Roberto Herbst (Presidente), César Filomeno Fontes (Vice-Presidente), Salomão Ribas Junior (Corregedor-Geral), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus de Nadal, Julio Garcia, Adircélio de Moraes Ferreira Junior. Auditores: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi, Sabrina Nunes Iocken. Ministério Público Junto ao TCE– Procuradores: Mauro André Flores Pedrozo (Procurador-Geral), Márcio de Sousa Rosa (Procurador-Geral Adjunto), Diogo Roberto Ringenberg, Cibelly Farias, Aderson Flores. Diário Oficial Eletrônico - Coordenação: Secretaria-Geral, Rua Bulcão Vianna, nº 90, Centro, CEP 88020-160, Florianópolis-SC. Telefone (48) 3221-3843. e-mail [email protected].

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Diário Oficial EletrônicoSegunda-Feira, 2 de janeiro de 2012 - Ano 4 – nº 894

Índice

DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL PLENO, DECISÕES SINGULARES E EDITAIS DE CITAÇÃO E AUDIÊNCIA 1

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL................................................1

Poder Executivo.........................................................................1

Administração Direta...............................................................1

Autarquias...............................................................................2

Tribunal de Contas do Estado....................................................4

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL...............................................9

Anitápolis....................................................................................9

Biguaçu....................................................................................10

Campo Alegre..........................................................................10

Concórdia.................................................................................10

Florianópolis.............................................................................11

Itapema....................................................................................14

Jacinto Machado......................................................................15

Joinville.....................................................................................15

Novo Horizonte.........................................................................15

Otacílio Costa...........................................................................16

São Bento do Sul.....................................................................16

Siderópolis................................................................................16

Tijucas......................................................................................17

Videira......................................................................................17

ATOS ADMINISTRATIVOS...........................................................17

LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONVÊNIOS................................18

MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA 19

Deliberações do Tribunal Pleno, Decisões Singulares e Editais de Citação e Audiência

Administração Pública Estadual

Poder Executivo

Administração Direta1. Processo n.: PPA-09/00208716 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Maria Elizia Greinert Narloch 3. Interessado(a): Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREVResponsável: Demétrius Ubiratan Hintz4. Unidade Gestora: Secretaria de Estado da Saúde5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3628/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1° da Lei Complementar n. 202/2000, decide:

__________________________________________________________________________________________________________________

Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina www.tce.sc.gov.br

Conselheiros: Luiz Roberto Herbst (Presidente), César Filomeno Fontes (Vice-Presidente), Salomão Ribas Junior (Corregedor-Geral), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus de Nadal, Julio Garcia, Adircélio de Moraes Ferreira Junior. Auditores: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi, Sabrina Nunes Iocken. Ministério Público Junto ao TCE– Procuradores: Mauro André Flores Pedrozo (Procurador-Geral), Márcio de Sousa Rosa (Procurador-Geral Adjunto), Diogo Roberto Ringenberg, Cibelly Farias, Aderson Flores.Diário Oficial Eletrônico - Coordenação: Secretaria-Geral, Rua Bulcão Vianna, nº 90, Centro, CEP 88020-160, Florianópolis-SC. Telefone (48) 3221-3843. e-mail [email protected].

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, “b”, da Lei Complementar n. 202/2000, do ato de concessão de pensão por morte a Maria Elizia Greinert Narloch, beneficiária de João Narloch Filho, ex-servidor da Secretaria do Estado de Saúde, no cargo de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde, CPF n. 122.479.449-49, nível 14-03-H, matricula n. 044.953-9, consubstanciado na Portaria n. 264/IPREV, de 06/02/2009, considerado legal conforme análise realizada.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência de Santa Catarina - IPREV.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PPA-09/00209011 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Manoel Francisco de Faria 3. Interessado: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREVResponsável: Demétrius Ubiratan Hintz4. Unidade Gestora: Secretaria de Estado da Saúde5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3629/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1° da Lei Complementar n. 202/2000, decide:6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, “b”, da Lei Complementar n. 202/2000, do ato de concessão de pensão por morte a Manoel Francisco de Farias, beneficiário de Nair Dária de Farias, CPF n. 623.167.029-53, ex-servidora da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, no cargo de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde, nível 14-03-D, matricula n. 101.203-7-01, consubstanciado na Portaria n. 25/IPREV, de 06/01/2009, considerado legal conforme análise realizada.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PPA-09/00518073 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Iara Beatriz Furlan Cassetari 3. Interessado: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREVResponsável: Demétrius Ubiratan Hintz4. Unidade Gestora: Secretaria de Estado da Saúde

5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3633/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1° da Lei Complementar n. 202/2000, decide:6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, “b”, da Lei Complementar n. 202/2000, do ato de concessão de pensão por morte a Iara Beatriz Furlan Cassetari, beneficiária de Léo Boeira Cassetari, ex-servidor da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, no cargo de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde, CPF n. 005.738.849-00 nível 14-15-J, matricula n. 011513-4-01, consubstanciado na Portaria n 1293/IPREV, de 10/06/2009, considerado legal conforme análise realizada.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência de Santa Catarina - IPREV.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PPA-09/00612509 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Jonecir José Fagundes 3. Interessado: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREVResponsável: Demétrius Ubiratan Hintz4. Unidade Gestora: Secretaria de Estado da Saúde5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3634/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1° da Lei Complementar n. 202/2000, decide:6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, “b”, da Lei Complementar n. 202/2000, do ato de concessão de pensão por morte a Jonecir José Fagundes de Oliveira, beneficiário de Nadir Teresinha Silveira, ex-servidora da Secretaria de Saúde, no cargo de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde, CPF n. 376.424.729-0, matricula n. 245-159-0-01, consubstanciado na Portaria n. 2064/IPREV, de 31/08/2009, considerado legal conforme análise realizada.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Autarquias__________________________________________________________________________________________________________________

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

Processo nº REC 11/00640891 (apensado ao APE 08/00004876)Unidade Gestora: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV)Interessado: Adriano Zanotto, Presidente do IPREVEspécie: Reexame – art. 80 da LC nº 202/2000Assunto: Recurso de Reexame art. 80 da decisão exarada proc. APE 08/00004876 – Ato de aposentadoria de Murilo Cesar FronzaDespacho GAGSS nº 056/2011Cuida-se do expediente recepcionado nesta Corte de Contas como Recurso de Reexame (fls. 03/25), nos termos do art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal) e do inciso III do art. 135 c/c o art. 139 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal).O aludido Recurso foi interposto pelo Sr. Adriano Zanotto, Presidente do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV), em face do Acórdão nº 2880/2011, proferido nos autos do processo nº APE 08/00004876, publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 849 desta Corte de Contas no dia 19.10.2011, que denegou o registro do ato de aposentadoria de Murilo Cesar Fronza, da Secretaria de Estado da Saúde, em face do enquadramento da servidora no cargo único de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde.O aludido instrumento jurídico foi protocolado sob nº 022587 em 21.11.2011, e posteriormente remetido à Consultoria Geral deste Tribunal (COG), que o recebeu para análise.A COG, através do Parecer nº COG-799/2010 (fl. 26), manifestou-se pela intempestividade do Recurso e a inaplicabilidade do previsto no § 1º do art. 135 do Regimento Interno deste Tribunal, sugerindo ao Relator o não conhecimento do Recurso, seu arquivamento e cientificação ao responsável e à origem.O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas (MPjTC), através do Parecer nº MPTC/6714/2010 (fls. 27/28), acompanhou o posicionamento manifestado pela COG.Ao apreciar os requisitos de admissibilidade do Recurso, em comento, nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, verifiquei que o Acórdão guerreado foi publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 849 deste Tribunal de Contas no dia 19.10.2011.Cabe ressaltar que o prazo máximo para sua interposição é de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação da decisão no Diário Oficial do Estado, conforme estabelece o art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).Nesta esteira, a data limite para interposição do presente Recurso de Reexame seria 18.11.2011, porém sua interposição somente ocorreu em 21.11.2011, ou seja, somente no 33º (trigésimo terceiro) dia após a devida publicação houve a interposição do referido Recurso.Assim, resta caracterizada a intempestividade do presente Recurso, ressaltando que não encontrei presentes quaisquer das excepcionalidades contidas no § 1º do art. 135 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal), por isso entendo que não é possível conhecer do Recurso em comento.Ante o exposto, acompanho a manifestação do corpo instrutivo e do MPjTC, e nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, DECIDO:1 Não Conhecer do presente Recurso de Reexame, tendo em vista sua Intempestividade, por descumprir do prazo limite para sua interposição, estabelecida no art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).2 Dar ciência deste Despacho aos Interessados e à Origem.3 Determinar o arquivamento dos presentes autos.Florianópolis, em 15 de dezembro de 2011Auditor Gerson dos Santos SiccaRelator

Processo nº REC 11/00641600 (apensado ao SPE 07/00432809)Unidade Gestora: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV)Interessado: Adriano Zanotto, Presidente do IPREVEspécie: Reexame – art. 80 da LC nº 202/2000Assunto: Recurso de Reexame art. 80 da decisão exarada proc. SPE 07/00432809 – Ato de aposentadoria de Isabel Salete AlbinoDespacho GAGSS nº 058/2011Cuida-se do expediente recepcionado nesta Corte de Contas como Recurso de Reexame (fls. 03/25), nos termos do art. 80 da Lei

Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal) e do inciso III do art. 135 c/c o art. 139 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal).O aludido Recurso foi interposto pelo Sr. Adriano Zanotto, Presidente do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV), em face do Acórdão nº 2826/2011, proferido nos autos do processo nº APE 07/00620214, publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 847 desta Corte de Contas no dia 17.10.2011, que denegou o registro do ato de aposentadoria de Isabel Salete Albino, da Secretaria de Estado da Saúde, em face do enquadramento da servidora no cargo único de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde.O aludido instrumento jurídico foi protocolado sob nº 022586 em 21.11.2011, e posteriormente remetido à Consultoria Geral deste Tribunal (COG), que o recebeu para análise.A COG, através do Parecer nº COG-788/2010 (fl. 26), manifestou-se pela intempestividade do Recurso e a inaplicabilidade do previsto no § 1º do art. 135 do Regimento Interno deste Tribunal, sugerindo ao Relator o não conhecimento do Recurso, seu arquivamento e cientificação ao responsável e à origem.O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas (MPjTC), através do Parecer nº MPTC/6618/2010 (fls. 27/28), acompanhou o posicionamento manifestado pela COG.Ao apreciar os requisitos de admissibilidade do Recurso, em comento, nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, verifiquei que o Acórdão guerreado foi publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 847 deste Tribunal de Contas no dia 17.10.2011.Cabe ressaltar que o prazo máximo para sua interposição é de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação da decisão no Diário Oficial Eletrônico deste Tribunal, conforme estabelece o art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).Nesta esteira, a data limite para interposição do presente Recurso de Reexame seria 16.11.2011, porém sua interposição somente ocorreu em 21.11.2011, ou seja, somente no 35º (trigésimo terceiro) dia após a devida publicação houve a interposição do referido Recurso.Assim, resta caracterizada a intempestividade do presente Recurso, ressaltando que não encontrei presentes quaisquer das excepcionalidades contidas no § 1º do art. 135 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal), por isso entendo que não é possível conhecer do Recurso em comento.Ante o exposto, acompanho a manifestação do corpo instrutivo e do MPjTC, e nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, DECIDO:1 Não Conhecer do presente Recurso de Reexame, tendo em vista sua Intempestividade, por descumprir do prazo limite para sua interposição, estabelecida no art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).2 Dar ciência deste Despacho aos Interessados e à Origem.3 Determinar o arquivamento dos presentes autos.Florianópolis, em 15 de dezembro de 2011Auditor Gerson dos Santos SiccaRelator

Processo nº REC 11/00642169 (apensado ao APE 07/00620214)Unidade Gestora: Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV)Interessado: Adriano Zanotto, Presidente do IPREVEspécie: Reexame – art. 80 da LC nº 202/2000Assunto: Recurso de Reexame art. 80 da decisão exarada proc. APE 08/00004876 – Ato de aposentadoria de Alcioni Bendlin RodriguesDESPACHO Nº GAGSS 057/2011Cuida-se do expediente recepcionado nesta Corte de Contas como Recurso de Reexame (fls. 03/25), nos termos do art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal) e do inciso III do art. 135 c/c o art. 139 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal).O aludido Recurso foi interposto pelo Sr. Adriano Zanotto, Presidente do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPREV), em face do Acórdão nº 2877/2011, proferido nos autos do processo nº APE 07/00620214, publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 849 desta Corte de Contas no dia 19.10.2011, que denegou o registro do ato de aposentadoria de Alcioni Bendlin Rodrigues, da Secretaria de Estado da Saúde, em face do enquadramento da

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

servidora no cargo único de Analista Técnico em Gestão e Promoção de Saúde.O aludido instrumento jurídico foi protocolado sob nº 022594 em 21.11.2011, e posteriormente remetido à Consultoria Geral deste Tribunal (COG), que o recebeu para análise.A COG, através do Parecer nº COG-789/2010 (fl. 26), manifestou-se pela intempestividade do Recurso e a inaplicabilidade do previsto no § 1º do art. 135 do Regimento Interno deste Tribunal, sugerindo ao Relator o não conhecimento do Recurso, seu arquivamento e cientificação ao responsável e à origem.O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas (MPjTC), através do Parecer nº MPTC/6621/2010 (fls. 27/28), acompanhou o posicionamento manifestado pela COG.Ao apreciar os requisitos de admissibilidade do Recurso, em comento, nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, verifiquei que o Acórdão guerreado foi publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOTC-e) nº 849 deste Tribunal de Contas no dia 19.10.2011.Cabe ressaltar que o prazo máximo para sua interposição é de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação da decisão no Diário Oficial do Estado, conforme estabelece o art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).Nesta esteira, a data limite para interposição do presente Recurso de Reexame seria 18.11.2011, porém sua interposição somente ocorreu em 21.11.2011, ou seja, somente no 33º (trigésimo terceiro) dia após a devida publicação houve a interposição do referido Recurso.Assim, resta caracterizada a intempestividade do presente Recurso, ressaltando que não encontrei presentes quaisquer das excepcionalidades contidas no § 1º do art. 135 da Resolução nº TC-06/2001 (Regimento Interno deste Tribunal), por isso entendo que não é possível conhecer do Recurso em comento.Ante o exposto, acompanho a manifestação do corpo instrutivo e do MPjTC, e nos termos do art. 27 da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, DECIDO:1 Não Conhecer do presente Recurso de Reexame, tendo em vista sua Intempestividade, por descumprir do prazo limite para sua interposição, estabelecida no art. 80 da Lei Complementar (Estadual) nº 202/2000 (Lei Orgânica deste Tribunal).2 Dar ciência deste Despacho aos Interessados e à Origem.3 Determinar o arquivamento dos presentes autos.Florianópolis, em 15 de dezembro de 2011Auditor Gerson dos Santos SiccaRelator

Tribunal de Contas do Estado1. Processo n.: ADM-11/803942302. Assunto: Processo Administrativo - Férias (autorização)3. Interessado: Salomão Ribas Junior 4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: DAF6. Decisão n.: 3689/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1º da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, decide:6.1. Deferir ao Conselheiro Salomão Ribas Junior, conforme o disposto no art. 284 do Regimento Interno, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao 1º período de 2012, a partir de 02/01/2012, bem como o pagamento da gratificação de férias.6.2. Dar ciência desta Decisão, ao Conselheiro Salomão Ribas Junior.6.3. Determinar o encaminhamento dos autos à Diretoria de Administração e Finanças - DAF, deste Tribunal.7. Ata n.: 08/20118. Data da Sessão: 14/12/2011 - Administrativa9. Especificação do quorum: 9.1 Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), César Filomeno Fontes, Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall (Relator), Herneus De Nadal, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo

11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteWILSON ROGÉRIO WAN-DALLRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: ADM-11/804044802. Assunto: Processo Administrativo - Férias (autorização)3. Interessado: Gerson dos Santos Sicca 4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: DAF6. Decisão n.: 3690/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1º da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, decide:6.1. Deferir ao Auditor Gerson dos Santos Sicca, de acordo com o disposto no art. 284 c/c o art. 288, §2º, do Regimento Interno, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao 1º período de 2012, a partir de 02/01/2012.6.2. Dar ciência desta Decisão, ao Auditor Gerson dos Santos Sicca.6.3. Determinar o encaminhamento dos autos à Diretoria de Administração e Finanças – DAF, deste Tribunal.7. Ata n.: 08/20118. Data da Sessão: 14/12/2011 - Administrativa9. Especificação do quorum: 9.1 Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), César Filomeno Fontes, Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall (Relator), Herneus De Nadal, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteWILSON ROGÉRIO WAN-DALLRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: ADM-11/804045612. Assunto: Processo Administrativo - Férias (autorização)3. Interessado: Cleber Muniz Gavi 4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: DAF6. Decisão n.: 3691/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts. 59 da Constituição Estadual e 1º da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, decide:6.1. Deferir ao Auditor Cleber Muniz Gavi, conforme o disposto no art. 284 c/c o art. 288, §2º, do Regimento Interno, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao primeiro período de 2012, a partir de 07/02/2012.6.2. Dar ciência desta Decisão ao Auditor Cleber Muniz Gavi.6.3. Determinar o encaminhamento dos autos à Diretoria de Administração e Finanças – DAF, deste Tribunal.7. Ata n.: 08/20118. Data da Sessão: 14/12/2011 - Administrativa9. Especificação do quorum: 9.1 Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), César Filomeno Fontes, Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall (Relator), Herneus De Nadal, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteWILSON ROGÉRIO WAN-DALL

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

RelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PNO-11/006336822. Assunto: Projeto de Resolução - Regulamentação o atendimento das partes e procuradores em pedido de vistas e carga de processos do Tribunal de Contas3. Interessado: Luiz Roberto Herbst 4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: GAP6. Resolução n.: 0062/2011

RESOLUÇÃO N. TC-62/2011

Regulamenta o atendimento das partes, de seus procuradores e de Advogados em processos formalizados no âmbito do Tribunal de Contas.

O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso de suas atribuições e competências conferidas pelo disposto no art. 4º, da Lei Complementar n° 202, de 15 de dezembro de 2000, e os arts. 2° e 144 do Regimento Interno,

RESOLVE:

Art. 1° O Tribunal de Contas manterá serviço destinado ao atendimento das partes e dos interessados, e de seus procuradores legalmente habilitados em processos formalizados no âmbito deste Tribunal em decorrência do exercício do controle externo, bem como de advogados, nos termos desta Resolução. Parágrafo único. Para fins desta resolução considera-se: I – parte do processo: o responsável e o interessado; II – responsável: pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, sujeita à jurisdição do Tribunal; III – interessado: aquele que tem reconhecida pelo Relator ou pelo Tribunal, razão legítima para intervir no processo; IV – procurador: o advogado ou pessoa formalmente constituída pela parte para representá-la, com respectivo instrumento de procuração juntado nos autos; V - prazo legal: qualquer prazo estabelecido por norma deste Tribunal de Contas para manifestação da parte ou para interposição de peça recursal. VI – documentos sigilosos: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato e que são submetidos temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para o regular andamento da instrução processual.Art. 2° Compete à Secretaria Geral, depois do deferimento, observadas as disposições desta Resolução: I - fazer a entrega de processo às partes, seus procuradores e advogados, para exame no recinto do Tribunal; II - fazer a entrega de processo às partes, seus procuradores e advogados, para vista dos autos com carga; III - fornecer cópia de documentos, de peças processuais, de processos encerrados, arquivados ou em tramitação. Art. 3° A parte ou o seu procurador tem direito a: I - examinar os respectivos autos no recinto do Tribunal; II - solicitar o fornecimento de cópias; III - solicitar vista dos autos com carga pelo prazo de cinco dias; IV - retirar os autos pelo prazo legal, salvo as hipóteses do art. 11 desta Resolução.§1º O pedido de vista com carga e o fornecimento de cópias de processos em tramitação dependem de prévia autorização do Relator ou seu substituto. §2º Na ausência justificada do Relator, o pedido poderá ser examinado pelo Presidente. §3º Em face da natureza do processo e da matéria nele tratada, pode o Relator determinar que a unidade técnica providencie cópia integral do processo antes de entregá-lo para retirada, devendo esta cópia permanecer na unidade até deliberação definitiva sobre o processo. Art. 4º Para fins de habilitação processual, o procurador ou representante legal da parte deve apresentar procuração por

instrumento público ou particular, esta com firma reconhecida pelo outorgante, salvo quando outorgada a Advogado. §1º Não será exigido reconhecimento de firma de instrumento de procuração quando a sua entrega for realizada pelo próprio signatário. §2º A exigência de procuração é dispensada quando se tratar de procurador de entidade pública, comprovado o efetivo exercício do cargo.§3º Havendo mais de um interessado ou responsável, com diferentes procuradores, e sendo comum o prazo, somente em conjunto ou mediante prévio ajuste por petição nos autos, poderá ser deferido pedido de vista com carga dos autos.Art. 5° Nos termos do art. 7º, incisos XIII, XV e XVI da Lei n. 8.906/94, o advogado, independente de instrumento de procuração, desde que o pedido apresentado seja deferido pela autoridade competente e sejam atendidos os requisitos desta Resolução, tem direito a: I - retirar em carga processo encerrado ou arquivado pelo prazo de dez dias, exceto se apensado a outro processo em andamento; II - examinar, no recinto do Tribunal, qualquer processo, podendo extrair cópias e promover apontamentos. Parágrafo único – Os pedidos de vista com carga de processos encerrados ou arquivados serão examinados no prazo de dez dias pelo Presidente do Tribunal de Contas, os demais, pelo Relator ou seu substituto. Art. 6º O Relator, seu substituto ou o Presidente podem delegar ao Chefe do Gabinete respectivo o exame de solicitações das partes, procuradores e Advogados.Art. 7º O Estagiário, devidamente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em conjunto com advogado e desde que detenha procuração ou substabelecimento nos autos, poderá praticar, isoladamente, mas sob responsabilidade do Advogado, os seguintes atos: I – retirar e devolver autos, assinando a respectiva cargaII – retirar cópias de processos em andamento e processos findos; e III - assinar petições de juntada de documentos.Art. 8º Para fins de registro de acesso a processo deste Tribunal deve ser preenchido formulário de cadastro, onde serão colhidos dados necessários ao atendimento do pedido, identificação e qualificação do solicitante.§1º O advogado deve comprovar a regular inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sem qualquer impedimento que restrinja o livre exercício da advocacia, através da apresentação de cópia da carteira da OAB. §2º Para o exercício de atividades praticadas isoladamente, o estagiário deve comprovar o registro na OAB.

Art. 9º Após o deferimento de pedido de cópias, o solicitante deve apresentar comprovante de recolhimento de taxa de extração de cópias, bem como de custas de postagem, se necessário.Art. 10. Os prazos para retirada e devolução de processo, não se tratando de prazo legal, serão contados na forma do artigo 66 do Regimento Interno desta Corte, considerando: I – cinco dias da ciência do deferimento da solicitação, para a retirada;II – cinco dias da retirada, para a devolução. Parágrafo único. Ultrapassado o prazo previsto no inciso I, sem a retirada do processo, o mesmo será devolvido ao setor de origem. Art. 11. O pedido de retirada em carga de processo ou fornecimento de cópias promovido pela parte ou por seu procurador, bem como a solicitação apresentada por advogado sem procuração nos autos, pode ser indeferido quando: I – se tratar de processo de denúncia ou representação cujo denunciado ainda não foi citado; II – quando existirem nos autos documentos sigilosos, documentos originais de difícil restauração ou ocorrer circunstância relevante que justifique a permanência dos autos no Tribunal, reconhecida pelo Relator em despacho motivado, proferido de ofício, mediante representação ou a requerimento da parte interessada; III – o deferimento do pedido possa comprometer o princípio consagrado no inciso X do artigo 5º da Constituição Federal, relativo à garantia da intimidade e da vida privada do cidadão; IV – o requerente tenha deixado de devolver o respectivo processo ou algum de seus volumes no prazo, e só o tenha feito depois de notificado, hipótese em que não mais poderá retirá-lo até o seu encerramento;

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

V – tratar-se de advogado impedido de exercer a advocacia, na forma da lei; VI – estar o processo incluído em pauta e não houver deliberação plenária.VII - o acesso às informações relativas a auditorias e instrução dos respectivos processos possa comprometer o regular andamento da instrução processual, a critério do Relator.§1º Poderá ser deferido o exame no recinto do Tribunal ou a extração de cópias, respeitadas as exigências desta Resolução, nos processos enquadrados no inciso VI deste artigo, quando se destinar à defesa de direitos ou a esclarecimentos de situações de interesse pessoal da parte. §2º Durante a instrução do processo de contas anuais prestadas pelo Prefeito, a vista dos autos se dará no recinto do Tribunal, podendo a parte ou seu procurador requerer cópia de peças processuais. Art. 12. Estando os autos objeto de requerimento fora da Secretaria Geral, servidor designado para atuar no serviço de atendimento, após o deferimento do pedido, solicitará o processo ao possuidor, mediante o preenchimento de guia de tramitação, devendo proceder a sua devolução tão logo seja concluído o procedimento. Art. 13. A entrega dos autos, em qualquer hipótese, será feita mediante a respectiva assinatura do termo de responsabilidade de carga de processo.Art. 14. Constatada a não devolução do processo no prazo deferido, deve a Secretaria Geral: I – encaminhar diligência, notificando pessoalmente quem retém os autos, por via postal, mediante aviso de recebimento (AR), para que proceda à restituição no prazo de 24 horas e apresente esclarecimentos sobre os motivos da não devolução do processo no prazo fixado inicialmente; II – informar que está vedada a retirada dos autos até o seu encerramento. Parágrafo único. A devolução parcial de volumes não prejudica a adoção das medidas previstas nesse artigo. Art. 15. Constatada a falta de devolução dos autos e após a adoção das medidas referidas no artigo anterior, a Secretaria Geral, de imediato, deve apresentar ao Relator do processo relatório dando ciência da não devolução do processo, ou de algum volume, que poderá propor à Presidência que seja dado conhecimento do fato:I – à Ordem dos Advogados do Brasil, para fins de aplicação de normas disciplinares, nos termos dos artigos 34, inciso XXII e 37, inciso I, da Lei Federal nº 8.906 de 04 de julho de 1994; II - ao Ministério Público Estadual, para fins de proposição da ação penal cabível, em face do disposto no artigo 356 do Código Penal Brasileiro. Art. 16. Os pedidos formulados pela parte, procurador ou advogado devem ser anexados ao processo, com a comprovação do deferimento e do respectivo pagamento de taxa, se for o caso, bem como de comprovante de recebimento de cópias ou do processo para vistas no Tribunal ou carga. Art. 17. O exame dos autos no recinto do Tribunal dar-se-á na Sala de Advogados. Art. 18. Respeitadas as exigências relativas ao pedido de vista com carga, as partes e procuradores devem solicitar a realização de credenciamento eletrônico para fins de deferimento de pedido de vista eletrônica remota de processos constituídos e instruídos na forma eletrônica. §1º O requerente deve preencher cadastro e termo de adesão que será disponibilizado no sítio do Tribunal de Contas, no endereço www.tce.sc.gov.br, encaminhando cópia digitalizada dos seguintes documentos:I - Carteira de identificação profissional, para os inscritos na OAB; II – Documento de identidade; III - Inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF). §2º O cadastro e termo de adesão e os documentos referidos no parágrafo anterior podem ser entregues diretamente no setor de Protocolo deste Tribunal de Contas ou encaminhados pelo Correio para a Secretaria Geral. §3º Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos comandos militares, pelas Secretarias de Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação e pelo Corpo de Bombeiros Militares, carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos, etc.); passaporte brasileiro, certificado de reservista; carteiras funcionais expedidas por órgãos

públicos, com reconhecimento de valor como identidade por norma legal, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação.§4º Aprovado o cadastro, o requerente receberá senha, de uso pessoal e intransferível, assumindo todas as responsabilidades pelo seu uso indevido. §5º Para os fins do inciso I do art. 5º, no caso de processo eletrônico, o advogado deve apresentar o pedido de vista eletrônica remota, por meio de formulário disponibilizado no site do Tribunal de Contas, hipótese em que o requerente será comunicado do deferimento por mensagem eletrônica ficando disponível para consulta pelo prazo previsto no referido inciso.Art. 19. A Presidência poderá instituir formulários específicos para padronização dos procedimentos de atendimento às partes, procuradores e advogados de que tratam esta Resolução. Art. 20. Esta Resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação. Art. 21. Revogam-se as disposições da Resolução n. TC-05, de 14 de novembro de 2000.”Florianópolis, 21 de dezembro de 2011

Luiz Roberto Herbst-PRESIDENTE Wilson Rogério Wan-Dall - RELATORCésar Filomeno Fontes Salomão Ribas Junior Herneus De NadalJulio GarciaAdircélio de Moraes Ferreira JuniorFUI PRESENTE-MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PNO-11/00648876 2. Assunto: Projeto de Resolução - Regulamenta o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas 3. Interessado: Luiz Roberto Herbst4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: GAP6. Resolução n.: 0060/2011

RESOLUÇÃO N. TC-60/2011

Regulamenta o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas de Santa Catarina.

O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso de suas atribuições constitucionais previstas no art. 59 da Constituição do Estado, e considerando a competência que lhe foi atribuída pelo arts. 3º e 4º da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, e pelo art. 306 da Resolução TC. Nº 06/2001;Considerando a conveniência e oportunidade da utilização dos meios de tecnologia da informação disponíveis, visando conferir maior agilidade, eficiência, economia e transparência às ações e serviços prestados pelo Tribunal de Contas e aprimorar o exercício do controle externo de sua competência;Considerando a necessidade de adequação das normas aos procedimentos inerentes ao processo eletrônico, tendo em vista as iniciativas em curso para sua implantação no âmbito do Tribunal de Contas;Considerando que os documentos em meio eletrônico produzidos com a utilização de processo de certificação presumem-se verdadeiros em relação aos signatários, na forma do art. 219 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil);Considerando a possibilidade de aplicação subsidiária da Lei nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006, RESOLVE:Art. 1º O Tribunal de Contas poderá constituir processo exclusivamente em meio eletrônico para desempenho das atribuições de controle externo relativas à fiscalização, apreciação e julgamento das matérias de sua competência, sem tramitação em meio físico.Parágrafo único. O processo eletrônico poderá ser adotado para o exercício da função administrativa.

CAPÍTULO I

DO PROCESSO ELETRÔNICO

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

Art. 2º Para os fins desta Resolução, processo eletrônico é o conjunto de arquivos eletrônicos compostos de peças, documentos e atos processuais que tramitam por meio eletrônico, desde a sua constituição até a conclusão, incluindo, dentre outros documentos:I - os decorrentes de inserção de dados nos sistemas corporativos do Tribunal;II - os digitalizados;III - os produzidos e inseridos no processo durante a fase instrutiva, de julgamento, de publicidade e de controle de prazos. §1º Para os fins desta Resolução considera-se documento digitalizado o documento preexistente em meio físico convertido em documento eletrônico por meio de softwares específicos, mantendo as características originais quando da sua visualização. §2º As certificações digitais aceitas pelo Tribunal de Contas serão definidas em ato do Presidente do Tribunal. Art. 3º O processo eletrônico utilizará, preferencialmente, a rede mundial de computadores, priorizando a padronização e o registro dos atos.Art. 4º O processo eletrônico deve observar os seguintes requisitos:I – ser formado de maneira cronológica e sequencial, com numeração contínua, não cabendo o desdobramento em volumes;II – possibilitar a consulta a conjuntos segregados de peças processuais;III – permitir a vinculação entre processos e a consulta a partir de qualquer deles;IV – permitir a inserção de documentos digitalizados, com autenticação garantida mediante assinatura eletrônica ou na forma prevista no § 3º do art. 17. §1º Na autuação será gerado capeamento eletrônico padronizado, contendo, pelos menos, os seguintes elementos:a) identificação da unidade gestora;b) identificação do tipo de processo;c) número do processo;d) data da autuação;e) nome do responsável e do interessado, conforme o caso; f) nome do procurador, se existente;g) nome do relator;h) espécie de processo;i) assunto.§ 2º Os padrões de formato e tamanho dos documentos digitalizados serão definidos em ato do Presidente.

CAPÍTULO I

DA FORMAÇÃO DO PROCESSO ELETRÔNICO Art. 5º O processo eletrônico será formado a partir da autuação eletrônica de documentos enviados pelos jurisdicionados e resultantes do envio de dados e informações recebidos pelo Tribunal de Contas por meio dos seus sistemas corporativos, de documentos digitalizados e de documentos produzidos eletronicamente e inseridos pelo Tribunal.Art. 6º O processo eletrônico será formado a partir da autuação eletrônica dos documentos mencionados no artigo 2º desta Resolução.§1º Os documentos originais apresentados em meio físico por responsáveis e interessados, bem como por seus procuradores constituídos nos autos, serão convertidos em eletrônicos através de digitalização, assinados eletronicamente por servidor do Tribunal e devolvidos aos autores.§2º Os originais dos documentos digitalizados:a) pelo responsável, interessado ou unidade gestora, deverão ser preservados até o trânsito em julgado da decisão ou, quando admitida, até o final do prazo para interposição de revisão;b) pelo Tribunal e devolvidos ao responsável, interessado ou unidade gestora, deverão ser preservados até o trânsito em julgado da decisão ou, quando admitida, até o final do prazo para interposição de revisão;c) pelo Tribunal e neste mantidos, deverão ser preservados pelo prazo de descarte previsto na Tabela de Temporalidade.Art. 7º Os documentos e processos em tramitação em meio físico poderão ser convertidos em meio eletrônico, mediante digitalização, e juntados ou apensados ao processo eletrônico mediante assinatura eletrônica.

Parágrafo único. Os documentos digitalizados pelo Tribunal e inseridos no processo terão assinatura eletrônica do servidor responsável. Art. 8º Os documentos produzidos em meio eletrônico no Tribunal de Contas, em qualquer etapa do processo, serão inseridos nos autos por meio de assinatura eletrônica. Art. 9º O apensamento de processo em papel a autos eletrônicos deve ser precedido da conversão para meio eletrônico, mediante digitalização dos autos, com autenticação garantida por assinatura eletrônica. Art. 10. O apensamento de processo, o desapensamento, o pedido de juntada de documentos e o desentranhamento de peça processual dos autos eletrônicos serão realizados:I – mediante requerimento do responsável ou interessado ou de unidade do Tribunal, com autorização Relator;II – por determinação do Presidente ou do Relator nos respectivos processos de sua competência. Parágrafo único. A autorização do apensamento, do desapensamento, do pedido de juntada e do desentranhamento de peças no processo eletrônico implicam registro eletrônico. Art. 11. Os objetos e documentos cuja digitalização seja tecnicamente inviável devido ao formato ou natureza deverão ser apresentados pelo responsável ou interessado ao Setor de Protocolo do Tribunal.§1º Na hipótese do caput, os objetos e documentos podem ser convertidos em arquivo eletrônico por meios alternativos, tais como captura de vídeo, imagem fotográfica ou áudio, de modo a viabilizar a inserção deles nos autos eletrônicos.§2º No caso do § 1º os arquivos gerados constituirão anexos eletrônicos do processo. Art. 12. Os documentos digitalizados pelo interessado ou responsável que se mostrarem ilegíveis deverão ser apresentados ao Setor de Protocolo do Tribunal no prazo de até 10 (dez) dias contados do envio de solicitações eletrônica comunicando o fato. Art. 13.  Nos casos dos arts. 11 e 12 em que seja inviável a inserção nos autos eletrônicos, os objetos e documentos, em caráter excepcional, serão identificados como anexo em meio físico vinculado ao respectivo processo, com descarte ou devolução à unidade gestora após o trânsito em julgado. Art. 14. Caso verifique irregularidade na formação do processo que impeça ou dificulte sua análise, o Relator poderá abrir prazo de 5 (cinco) dias ao responsável ou interessado para que promova as correções necessárias.

CAPÍTULO III

REQUISITOS DE SEGURANÇA E VALIDADE Art. 15. Os autos dos processos eletrônicos terão sua integridade protegida por meio de sistemas de segurança e serão armazenados em meio que garanta a preservação. Art. 16. A autenticidade e a integridade dos atos e peças processuais serão garantidas mediante assinatura eletrônica. Art. 17. A identificação inequívoca do signatário no processo eletrônico do Tribunal de Contas será assegurada mediante assinatura eletrônica baseada em certificado digital, com uso de cartão e senha pessoais.§1º Para fins desta Resolução, considera-se assinatura eletrônica a assinatura digital baseada em certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada, na forma de lei específica.§2º É permitida a aposição de mais de uma assinatura digital em um documento.§3º A identificação do signatário no processo eletrônico do Tribunal de Contas será assegurada, ainda, pela utilização de login e senha fornecidos ao usuário previamente cadastrado.§4º O login e a senha de acesso à solução de tecnologia da informação são de uso pessoal e intransferíveis, sendo de responsabilidade do titular sua guarda e sigilo. Art. 18. Os atos processuais realizados e os documentos eletrônicos produzidos no Tribunal de Contas e inseridos no processo terão garantia de autoria, autenticidade e integridade, mediante utilização de assinatura baseada em certificado digital, de uso pessoal e intransferível, emitido por autoridade certificadora credenciada à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Parágrafo único. Os documentos produzidos eletronicamente e os documentos digitalizados, juntados aos processos eletrônicos com

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

garantia da origem e de seu signatário, serão considerados originais para todos os efeitos legais, respondendo os responsáveis na forma da lei.

CAPÍTULO IV

DAS COMUNICAÇÕES ELETRÔNICAS DOS ATOS PROCESSUAIS Art. 19. O Tribunal de Contas utilizará o Diário Oficial Eletrônico para comunicações em geral.§1º As citações e as audiências serão feitas na forma do art. 37 da Lei Complementar nº 202/2000.§2º As citações e as audiências poderão ser feitas por meio eletrônico desde que fiquem assegurados aos signatários o recebimento pessoal e o acesso à integra dos autos.§3º As diligências e notificações de despachos e decisões serão feitas, preferencialmente, por meio eletrônico, desde que a íntegra do processo correspondente seja acessível aos responsáveis ou interessados, hipótese em que serão consideradas vista pessoal para todos os efeitos legais.§4º Quando, por motivo técnico, for inviável o uso do meio eletrônico para a realização de diligência ou notificação, esses atos processuais poderão ser praticados segundo as regras ordinárias, imprimindo-se o documento para remessa ao destinatário.§5º A solicitação de juntada de documentos, as respostas de diligências, as alegações de defesas e as justificativas serão encaminhadas ao Tribunal por meio eletrônico ou por documento apresentado no Setor de Protocolo, que será digitalizado e inserido no processo mediante assinatura eletrônica de servidor do Tribunal.§6º Será fornecido, pelo sistema, recibo eletrônico dos atos processuais praticados pelos responsáveis, interessados e seus procuradores, contendo informações relativas à data e hora da prática do ato, à sua natureza, à identificação do processo e às particularidades de cada arquivo eletrônico enviado quando for o caso.§7º O documento original deve conter a assinatura do seu autor antes da digitalização, quando não contiver assinatura eletrônica. §8º Quando o responsável ou interessado constituir Advogado nos autos, as notificações poderão ser feitas exclusivamente ao procurador por meio do Diário Oficial Eletrônico do Tribunal.

CAPÍTULO V

DOS PRAZOS

Art. 20. Os atos processuais dos responsáveis e interessados e seus procuradores consideram-se realizados no dia e na hora de seu recebimento no Tribunal. §1º No caso de diligências e notificações publicadas no Diário Oficial Eletrônico com prazo para providências pelo responsável, pelo interessado ou pela unidade gestora, este terá início no primeiro dia útil que seguir à data da publicação. §2º As peças de recursos, as alegações de defesa, justificativas e respostas de diligências e outros atos processuais enviadas para atender a prazo processual serão consideradas tempestivas quando recebidas até as vinte e quatro horas do seu último dia, considerada a hora legal de Brasília.§3º Na hipótese de que trata o parágrafo anterior, a indisponibilidade técnica dos sistemas do Tribunal, por este certificada, implica prorrogação automática do término do prazo para o primeiro dia útil seguinte à resolução do problema.§4º Nos casos de indisponibilidade do sistema ou comprovada impossibilidade técnica e havendo risco de perecimento de direito será permitido o encaminhamento de petições e a prática de outros atos processuais em meio físico.

CAPÍTULO VI

DA VISTA AOS AUTOS

Art. 21. A vista aos autos de processos eletrônicos poderá ser realizada pelo responsável, interessado ou seus procuradores, por meio do sítio eletrônico do Tribunal na Internet, desde que devidamente habilitado no Tribunal, conforme regulamento específico. §1° O titular da unidade gestora poderá credenciar agentes públicos para vista dos autos, por meio do sítio eletrônico do Tribunal na Internet, mediante uso de senha ou certificação digital.§2° Será mantido registro eletrônico dos acessos ao conteúdo dos autos de processo eletrônico, devendo constar a identificação do usuário, data e hora. §3º O uso inadequado do sistema que venha a causar prejuízo a terceiros ou à atividade de controle externo importará bloqueio do cadastro do usuário. §4º O Tribunal poderá restringir o acesso público ao processo ou a seus dados quando puder ferir direitos pessoais ou prejudicar a instrução do processo.

CAPÍTULO VII

DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 22. A área de tecnologia da informação do Tribunal assegurará os meios de recuperação, em casos de perda de informação, e preservação integral dos documentos e processos eletrônicos, incluindo cópias de segurança. Parágrafo único. A disponibilização de documentos e processos eletrônicos para consultas obedecerá os prazos estabelecidos na Tabela de Temporalidade, sem prejuízo da posterior manutenção em arquivos eletrônicos. Art. 23. Nos processos em tramitação em meio físico, é admitida a juntada, mediante impressão, de votos, deliberações monocráticas ou colegiadas e demais atos processuais produzidos em meio eletrônico e registrados em arquivo eletrônico inviolável e com assinatura eletrônica. Art. 24. Os processos em tramitação na data de implantação do correspondente processo eletrônico poderão continuar a tramitar em autos físicos, permitida a conversão para meio eletrônico, mediante digitalização integral dos autos, autorizada pelo Relator ou pelo Presidente do Tribunal, observadas as normas desta Resolução.Parágrafo único. A conversão deverá ser certificada nos autos eletrônicos e nos físicos, que deverão ser preservados pelo prazo de descarte previsto na Tabela de Temporalidade. Art. 25. O processo em meio físico já encerrado pode ser digitalizado e conservado em meio eletrônico, permitida a devolução à origem ou o descarte conforme previsto na Tabela de Temporalidade. Art. 26. As unidades competentes da estrutura organizacional do Tribunal atuarão de forma conjunta e harmônica para prover a contínua atualização tecnológica necessária à implantação e manutenção plena, efetiva e eficiente dos serviços previstos nesta Resolução. Art. 27. A implantação do processo eletrônico de controle externo no Tribunal de Contas será gradativa e autorizada por ato do Presidente. Parágrafo único. Ato do Presidente disciplinará a implantação do processo eletrônico nas unidades administrativas do Tribunal. Art. 28. Fica o Presidente autorizado a expedir os atos necessários à operacionalização desta Resolução e a dirimir os casos omissos.Art. 29. O Tribunal regulamentará, por ato do Presidente, sistema de peticionamento eletrônico. Art. 30. É livre a consulta, no sítio do Tribunal, aos registros de tramitação e aos atos decisórios proferidos pelo Tribunal em processos eletrônicos. Art. 31. O disposto nos arts. 8º e 9º, caput e §§ 1º e 2º, da Resolução n. TC-09/2002, de 11 de setembro de 2002, não se aplica ao processo eletrônico. Art. 32. Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.Florianópolis, em 19 de dezembro de 2011Luiz Roberto Herbst - PRESIDENTE

Salomão Ribas Junior - RELATOR César Filomeno Fontes Wilson Rogério Wan-Dall

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

Adircélio de Moraes Ferreira Junior Sabrina Nunes Iocken (art. 86, § 2º, da LC n. 202/2000)FUI PRESENTE- MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PNO-11/00669954 2. Assunto: Fixa o valor de alçada da tomada de contas especial para o exercício de 2012 3. Interessado: Luiz Roberto Herbst4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: DGCE6. Decisão Normativa n.: 0001/2011

DECISÃO NORMATIVA N. TC-01/2011

Fixa o valor de alçada da tomada de contas especial para o exercício de 2008.

O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo art. 4º da Lei Complementar n. 202, de 15 de dezembro de 2000, e considerando o disposto no art. 10, §2º, da Lei Complementar n. 202, de 15 de dezembro de 2000,RESOLVE:Art. 1º Fixar para o exercício de 2012 o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) a partir do qual a tomada de contas especial, prevista no art. 10, § 2º, da Lei Complementar n. 202/2000, de 15 de dezembro de 2000, será imediatamente encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina para julgamento.Art. 2º Esta Decisão Normativa entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012.Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.Florianópolis, em 21 de dezembro de 2011Luiz Roberto Herbst - PRESIDENTE

Julio Garcia - RELATOR César Filomeno FontesSalomão Ribas Junior Wilson Rogério Wan-Dall Herneus De NadalAdircélio de Moraes Ferreira JuniorFUI PRESENTE-MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

1. Processo n.: PNO-11/006762252. Assunto: Projeto de Resolução - Disciplina a reavaliação, redução ao valor recuperável de ativos, depreciação e amortização dos bens, sob a responsabilidade do Tribunal de Contas do Estado3. Interessado: Luiz Roberto Herbst4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina5. Unidade Técnica: GAP6. Resolução n.: 0061/2011

RESOLUÇÃO N. TC-61/2011

Dispõe sobre a reavaliação, redução ao valor recuperável de ativos, depreciação e amortização dos bens móveis sob a responsabilidade do Tribunal de Contas do Estado.

O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, usando da competência que lhe conferem os arts. 59 e 61 c/c o art. 83, todos da Constituição do Estado, e tendo em vista o disposto no art. 4º da Lei Complementar Estadual n. 202, de 15 de dezembro de 2000, e no art. 2º do Regimento Interno instituído pela Resolução n. TC-06/2001, e Considerando o disposto no art. 50, §3º, VI, da Lei Complementar n. 101/2000, que visa garantir a manutenção do Sistema de Custos; Considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade N.T. 16.9 e N.T. 16.10, aprovadas pelas Resoluções ns. 1.136/08 e 1.137/08, respectivamente, do Conselho Federal de Contabilidade; Considerando o Decreto Estadual n. 3.486, de 03 de setembro de 2010, que estabelece, para os órgãos, entidades e fundos do Poder Executivo, a obrigatoriedade de realizarem a reavaliação, a redução

ao valor recuperável, a depreciação, a amortização e a exaustão dos bens do ativo sob a sua responsabilidade; Considerando que o controle e registro dos bens imóveis afetados ao uso especial do Tribunal de Contas do Estado estão sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Administração.RESOLVE: Art. 1º Recepcionar as normas estabelecidas pelo Decreto Estadual n. 3.468, de 03 de setembro de 2010, tornando obrigatória, no âmbito do Tribunal de Contas do Estado, a adoção dos procedimentos necessários à reavaliação, redução ao valor recuperável, depreciação e amortização dos bens móveis sob a sua responsabilidade. Art. 2º Para cumprimento do disposto no art. 1º desta Resolução, compete ao Presidente do Tribunal de Contas: I – disciplinar, em ato próprio, os procedimentos relativos à reavaliação, redução ao valor recuperável, depreciação e amortização exclusivamente para os bens móveis sob a responsabilidade do Tribunal de Contas; II – nomear as comissões responsáveis pelos procedimentos de reavaliação, redução ao valor recuperável, depreciação e amortização dos bens. §1º A comissão a que se refere o inciso II do caput deste artigo deverá elaborar laudo de vistoria contendo, no mínimo, as seguintes informações: I – descrição detalhada de cada bem avaliado e da correspondente documentação; II – critérios utilizados para a avaliação e sua respectiva fundamentação técnica, inclusive elementos de comparação adotados; III – vida útil remanescente do bem; IV – o valor residual, se houver, e V – data da avaliação. §2º As comissões responsáveis pelos procedimentos de que trata o inciso II do caput serão compostas de três servidores do Tribunal de Contas, devendo um deles, no mínimo, possuir conhecimentos técnicos especializados em relação aos bens objeto da avaliação.Art. 3º A reavaliação e a redução ao valor recuperável dos bens móveis do Tribunal de Contas devem ser feitas até o final do exercício de 2013, conforme cronograma estabelecido pelo Presidente do Tribunal de Contas. Parágrafo único. A depreciação e a amortização dos bens móveis sob a responsabilidade do Tribunal de Contas serão realizadas após a conclusão dos procedimentos previstos no caput. Art. 4º Os bens móveis adquiridos nos exercícios de 2010 e 2011 ficam dispensados da primeira reavaliação ou redução ao valor recuperável, aplicando-se a eles apenas a depreciação e a amortização.

Art. 5º Fica a Diretoria de Informática incumbida de prover as ações necessárias para implantar, até o final do exercício de 2012, sistema informatizado de patrimônio capaz de permitir a adoção dos procedimentos de reavaliação, depreciação e amortização dos bens móveis sob a responsabilidade do Tribunal de Contas. Parágrafo único. Enquanto não implantado o sistema previsto no caput, compete à Diretoria de Informática, em conjunto com o Departamento de Almoxarifado e Patrimônio, fornecer às comissões previstas no §2º do art. 2º desta Resolução, os relatórios indispensáveis à reavaliação e depreciação dos bens móveis do Tribunal de Contas no exercício de 2012. Art. 6º Compete à Diretoria de Administração e Finanças – DAF, por intermédio do Departamento de Materiais e Patrimônio, com o apoio do Departamento de Contabilidade e Execução Orçamentária: I – proceder ao acompanhamento sistemático e permanente dos procedimentos previstos no art. 1º e dos resultados obtidos, com o objetivo de editar normas complementares para assegurar o cumprimento desta Resolução; II – acompanhar as atualizações procedidas pela Secretaria de Estado da Fazenda nas definições constantes dos incisos do §2º do art. 1º do Decreto Estadual n. 3.486/2010 em atendimento às normas de contabilidade aplicadas ao setor público, editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, propondo a sua incorporação aos procedimentos adotados pelo Tribunal de Contas. Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º Revogam-se as disposições em contrário.Florianópolis, 21 de dezembro de 2011

Luiz Roberto Herbst - PRESIDENTE

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

César Filomeno Fontes - RELATORSalomão Ribas JuniorWilson Rogério Wan-DallHerneus de NadalJulio Garcia Adircélio de Moraes Ferreira JuniorFUI PRESENTE-Mauro André Flores PedrozoProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Administração Pública MunicipalAnitápolis1. Processo n.: PPA-11/00326321 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Nadir Ribeiro Freitas 3. Interessada: Prefeitura Municipal de AnitápolisResponsável: Saulo Weiss4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Anitápolis - IPREAPOLIS5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3635/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição do Estado e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, decide:6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, "b", da Lei Complementar n. 202/2000, com fundamento no art. 40, inciso I, §7º, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41/03, c/c o art. 2º, I, da Lei Complementar n. 10.887/04, do ato de concessão de pensão por morte a Nadir Ribeiro Freitas, beneficiária de Osvaldo Geraldino Freitas, ex-servidor da Prefeitura Municipal de Anitápolis, no cargo de Motorista da Saúde, CPF n. 202.166.969-68, matricula n. 832030, consubstanciado na Portaria n. 088/2010, de 13/10/2010, considerado legal conforme pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Anitápolis - IPREAPOLIS.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Biguaçu1. Processo n.: PCA-09/00019581 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2008 3. Responsável: Mauricéia de Lara Nunes Siqueira4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Biguaçu - PREVBIGUAÇU5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2103/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2008, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Biguaçu - PREVBIGUAÇU.

Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2008 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Biguaçu, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação à Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Biguaçu - PREVBIGUAÇU.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Campo Alegre1. Processo n.: PCA-09/00242493 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente do exercício de 2008 3. Responsável: Marlene de Fátima Pessoa Machado Foitte4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Campo Alegre - IPRECAL5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2104/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2008, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Campo Alegre – IPRECAL.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos;

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2008 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Campo Alegre, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação à Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Campo Alegre - IPRECAL.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Concórdia1. Processo n.: PCA-08/00237200 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2007 3. Responsável: Lucilene Lourdes Dal Pra Lazzarotti4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Concórdia - IPRECON5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2101/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2007, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Concórdia - IPRECON.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2007 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Concórdia, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação à Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos

6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Concórdia - IPRECON.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Florianópolis

Processo nº REC-11/00018341Unidade Gestora: Prefeitura Municipal de FlorianópolisRecorrente: Jaime de SouzaAssunto: Recurso de Reconsideração em face do Acórdão n. 0788/2010. Decisão Singular GC/JG nº 638/2011Jaime de Souza protocolizou em 7 de janeiro de 2011, neste Tribunal, Recurso de Reconsideração contra o Acórdão nº 0788/2010, proferido na sessão plenária de 22.11.2010 e publicado no DOTC-e n. 636, de 07.12.2010, referente aos autos nº TCE-08/00167902, decorrente da conversão do processo RLA-08/00167902 em razão de irregularidades constatadas quando da auditoria sobre licitações na Prefeitura Municipal de Florianópolis no exercício de 2007, conforme segue:ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição do Estado e no art. 1° da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar irregulares, sem imputação de débito, na forma do art. 18, III, alínea “b”, c/c o art. 21, parágrafo único, da Lei Complementar n. 202/2000, as contas pertinentes à presente Tomada de Contas Especial, que trata de irregularidades constatadas quando da auditoria realizada na Prefeitura Municipal de Florianópolis, com abrangência sobre licitações, contratos, convênios e atos jurídicos análogos do período de 2006 a 30 de julho de 2007.6.2. Aplicar aos Responsáveis a seguir discriminados, as multas adiante elencadas, fixando-lhes o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da publicação deste Acórdão no Diário Oficial Eletrônico desta Corte de Contas, para comprovarem ao Tribunal o recolhimento ao Tesouro do Estado das multas cominadas, sem o quê, fica desde logo autorizado o encaminhamento da dívida para cobrança judicial, observado o disposto nos arts. 43, II, e 71 da Lei Complementar n. 202/2000:6.2.1. Com fundamento no art. 69 da Lei Complementar n. 202/2000 c/c o art. 108, parágrafo único, do Regimento Interno:6.2.1.1. ao Sr. WESCLEY ANTÔNIO PALOSCHI - ex-Secretário Adjunto de Administração de Florianópolis, CPF n. 034.828.379-29, as seguintes multas:6.2.1.1.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de exame e aprovação da Assessoria Jurídica da Unidade, infringindo o disposto no parágrafo único do art. 38 da Lei n. 8.666/93, com relação aos Convites ns. 24, 49, 41, 52, 56, 120, 132 e 168/2006 (itens 2.2.2.1.2.3, 2.2.2.1.3.2, 2.2.2.1.4.1, 2.2.2.1.6.2, 2.2.2.1.8.2, 2.2.2.1.10.3, 2.2.21.7.1 e 2.2.2.1.11.3 do Relatório DLC);6.2.1.1.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão da ausência de concessão de prazo para interposição de recurso pela licitante inabilitada, em afronta ao art. 109, I, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 24/2006 (item 2.2.2.1.2.4 do Relatório DLC);

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

6.2.1.1.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de consignação em ata da participação da empresa licitante AMN Comércio de Peças e Serviços Ltda., por não ter oportunizado a abertura de prazo para eventual interposição de recurso administrativo, contrariando o previsto no § 1º do art. 43 da Lei n. 8.666/93 e no art. 109, I, "a", do mesmo diploma legal, com relação ao Convite n. 168/2006 (item 2.2.2.1.3.7 do Relatório DLC);6.2.1.1.4. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da utilização indevida do tipo de licitação "menor preço global", em descumprimento ao art. 15, IV, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 373/2006 (item 2.2.2.1.5.4 do Relatório DLC);6.2.1.1.5. R$ 500,00 (quinhentos reais), pela ausência de comprovação da publicação do julgamento das propostas no DOE, infringindo o § 1º do art. 109 da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 132/2006 (item 2.2.2.1.6.3 do Relatório DLC);6.2.1.1.6. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de projeto básico, infringindo o art. 6º, IX, “f”, c/c os arts. 7º, § 2º, II, e 12 da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 132/2006 (item 2.2.2.1.8.1 do Relatório DLC);6.2.1.1.7. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão do contrato não apresentar qualquer identificação de sua publicação, em afronta aos arts. 3º e 22, § 3º, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 120/2006 (item 2.2.2.1.11.7 do Relatório DLC).6.2.1.2. ao Sr. FILIPE FREITAS MELLO - ex-Secretário de Administração de Florianópolis, CPF n. 007.877.929-42, as seguintes multas:6.2.1.2.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de critérios objetivos para definição do preço do Contrato n. 73/2006, infringindo o art. 55, III, da Lei n. 8.666/93 (item 2.2.2.3.1 do Relatório DLC);6.2.1.2.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de prévio empenho quanto ao Contrato n. 73/2006, em descumprimento ao art. 60, caput, da Lei n. 4.320/64 (item 2.2.2.3.2 do Relatório DLC);6.2.1.2.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da ausência de identificação dos bens objetos da prestação de serviços do Contrato 73/2006, em afronta ao art. 63 da Lei n. 4.320/64 c/c o art. 60, II, da Resolução n. TC-16/1994 (item 2.2.2.3.3 do Relatório DLC).6.2.1.3. ao Sr. JAIME DE SOUZA - Procurador-Geral do Município de Florianópolis, CPF n. 133.309.009-97, as seguintes multas:6.2.1.3.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face do prazo de vigência irregular do Contrato n. 159/2006 por não estar limitada à vigência dos créditos orçamentários de 2006, infringindo o art. 57, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93 (item 2.2.2.4.1 do Relatório DLC);6.2.1.3.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão da ausência de critérios objetivos para definição do preço do Contrato 159/2006, em afronta ao art. 55, III, da Lei (federal) n. 8.666/93 (item 2.2.2.4.2 do Relatório DLC);6.2.1.3.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da ausência de prévio empenho quanto ao Contrato n. 159/2006, em descumprimento ao art. 60, caput, da Lei (federal) n. 4.320/64 (item 2.2.2.4.4 do Relatório DLC);6.2.1.3.4. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de identificação dos bens objetos da prestação de serviços do Contrato n. 159/2006, em transgressão ao art. 63 da Lei (federal) n. 4.320/64 c/c o art. 60, II, da Resolução n. TC-16/1994 (item 2.2.2.4.5 do Relatório DLC).6.2.2. Com fundamento no art. 70, V, da Lei Complementar n. 202/2000 c/c o art. 109, V, do Regimento Interno, ao Sr. LUÍS CARLOS ZAIA - ex-Controlador Interno do Município de Florianópolis, CPF n. 341.940.969-91, a multa no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), pela ausência de fornecimento da cópia do Contrato n. 60/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 66/2006, 1º Termo Aditivo e comprovantes de despesas, do Contrato n. 111/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 158/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 167/2006, 1º Termo Aditivo e comprovantes de despesas, do Contrato n. 168/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 220/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 282/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 414/2006 e comprovantes de despesa e do Contrato n. 438/2006 e comprovantes de despesa, em afronta ao disposto no art. 51, caput, da Resolução n. TC-06/2001 (item 2.2.2.5.1 do Relatório DMU).6.3. Recomendar à Prefeitura Municipal de Florianópolis que, doravante, adote as seguintes providências:6.3.1. Juntada da nomeação da comissão de licitação aos autos do procedimento licitatório;

6.3.2. Anexação dos contratos aos procedimentos licitatórios aos quais se referem, nos termos do art. 38, X, da Lei (federal) n. 8.666/93;6.3.3. Elaboração de justificativa quando do firmamento de termos aditivos;6.3.4. Manutenção da comprovação das despesas e das ordens bancárias arquivadas em pasta específica de controle de execução de contrato;6.3.5. Exigência da apresentação de declaração de que o licitante não emprega menores, em atendimento aos arts. 27, V, da Lei (federal) n. 8.666/93 e 7º, XXXIII, da Constituição Federal;6.3.6. Indicação sucinta, clara e objetiva do objeto da licitação, nos termos do art. 38, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93, com relação aos convites;6.3.7. Autorização, pela autoridade competente, para a realização da licitação, nos termos do art. 38, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93;6.3.8. Publicação tempestiva dos termos de contrato, conforme determina o parágrafo único do art. 61 da Lei (federal) n. 8.666/93.6.4. Com fundamento nos arts. 59, XI , da Constituição Estadual, 1º, XIV, e 65, § 5º, da Lei Complementar n. 202/2000, 7º da Lei (federal) n. 7.347/85 e 14 da Lei (federal) n. 8.429/92, comunicar ao Ministério Público Estadual, para fins de subsidiar eventual ação judiciais no âmbito de sua competência, acerca dos fatos apurados no âmbito do Convite n. 168/2008, com remessa de cópia do Relatório DLC n. 264/2009.6.5. Dar ciência das informações descritas no item 2.2.2.5.1 do Relatório DLC n. 264/2009 à Presidência deste Tribunal de Contas.6.6. Dar ciência deste Acórdão, do Relatório e Voto do Relator que o fundamentam, bem como do Relatório de Reanálise DLC/Insp.2/Div.6 n. 264/2009:6.6.1. aos Responsáveis nominados no item 3 desta deliberação;6.6.2. aos procuradores constituídos nos autos;6.6.3. à Prefeitura Municipal de Florianópolis;6.6.4. ao Sr. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz - Secretário de Educação de Florianópolis;6.6.5. ao Sr. Sandro Ricardo Fernandes - Diretor de Contratos, Licitações e Convênios da Prefeitura Municipal de Florianópolis no período auditado.Ao examinar a peça recursal sob exame, a Consultoria Geral (COG), mediante o Parecer nº COG-289/2011(fls. 09-17), aponta a intempestividade do apelo (art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000), bem como a ausência dos elementos ensejadores da superação da intempestividade elencados no art. 135, §1º e incisos, da Resolução nº TC-06/01 (Regimento Interno) e, via de conseqüência, sugere o seu não conhecimento.O Ministério Público de Contas acompanhou o Corpo Instrutivo. (fls. 18-23).Vieram os autos conclusos a este Relator. Passo a analisá-lo.Compulsando os autos, verifico que o Recorrente se insurge contra decisão publicada no DOTC-e n. 636, de 07.12.2010, e o presente apelo foi protocolizado em 7.01.2011, fora, portanto, do trintídio legal – art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000.Ademais, os fatos narrados na peça recursal não lhe permitem o favor do art. 135, § 1º do Regimento Interno desta Casa. Efetivamente, como bem ponderado pelos Auditores da Consultoria Geral, o recorrente não trouxe aos presentes autos nenhum fato superveniente que comprove: I – que os atos praticados pelo recorrente não causaram, efetivamente, quaisquer prejuízos ao erário; II – que o débito imputado ao responsável era proveniente de vantagens pagas indevidamente a servidor, cuja devolução caberia originalmente ao beneficiário; III – a ocorrência de erro na identificação do responsável.Tenho, portanto, caracterizada a extemporaneidade do apelo, razão pela qual não o conheço, por restar ausente pressuposto necessário para a sua admissibilidade.Acolho, neste ponto, os termos do Parecer nº COG-289/2011, de fls. 09 a 17, adotando-o como fundamento do presente decisum, ex vi do art. 224 do Regimento Interno.Por todo o exposto, acompanhando a sugestão do Órgão Consultivo e do Ministério Público de Contas, com fulcro no art. 27, §1º, I e II, da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, DECIDO: 1 – Preliminarmente, não conhecer do Recurso de Reconsideração – REC-11/00018341 – interposto contra o Acórdão nº 0788/2010, exarado na sessão plenária de 22.11.2010 nos autos do processo nº TCE-08/00167902, em face da intempestividade do apelo, nos

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

termos do art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000, c/c art. 135, §1º, da Resolução nº TC-06/2001.2 – Determinar o arquivamento do presente processo.3 – Dar ciência desta Decisão ao Recorrente, com remessa de cópia do Parecer nº COG-289/2011.Florianópolis, em 11 de outubro de 2011.Julio GarciaConselheiro Relator

Processo nº REC-11/00018422Unidade Gestora: Prefeitura Municipal de FlorianópolisRecorrente: Filipe Freitas de Mello e outroAssunto: Recurso de Reconsideração em face do Acórdão n. 0788/2010. Decisão Singular GC/JG nº 633/2011

Filipe Mello e Wescley Antônio Paloschi, por seu Procurador, Sr. Luiz Henrique Martins Ribeiro – OAB/SC 18-181, protocolizaram em 17 de janeiro de 2011, neste Tribunal, Recurso de Reconsideração contra o Acórdão nº 0788/2010, proferido na sessão plenária de 22.11.2010 e publicado no DOTC-e n. 636, de 07.12.2010, referente aos autos nº TCE-08/00167902, decorrente da conversão do processo RLA-08/00167902 em razão de irregularidades constatadas quando da auditoria sobre licitações na Prefeitura Municipal de Florianópolis no exercício de 2007, conforme segue:ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição do Estado e no art. 1° da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar irregulares, sem imputação de débito, na forma do art. 18, III, alínea “b”, c/c o art. 21, parágrafo único, da Lei Complementar n. 202/2000, as contas pertinentes à presente Tomada de Contas Especial, que trata de irregularidades constatadas quando da auditoria realizada na Prefeitura Municipal de Florianópolis, com abrangência sobre licitações, contratos, convênios e atos jurídicos análogos do período de 2006 a 30 de julho de 2007.6.2. Aplicar aos Responsáveis a seguir discriminados, as multas adiante elencadas, fixando-lhes o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da publicação deste Acórdão no Diário Oficial Eletrônico desta Corte de Contas, para comprovarem ao Tribunal o recolhimento ao Tesouro do Estado das multas cominadas, sem o quê, fica desde logo autorizado o encaminhamento da dívida para cobrança judicial, observado o disposto nos arts. 43, II, e 71 da Lei Complementar n. 202/2000:6.2.1. Com fundamento no art. 69 da Lei Complementar n. 202/2000 c/c o art. 108, parágrafo único, do Regimento Interno:6.2.1.1. ao Sr. WESCLEY ANTÔNIO PALOSCHI - ex-Secretário Adjunto de Administração de Florianópolis, CPF n. 034.828.379-29, as seguintes multas:6.2.1.1.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de exame e aprovação da Assessoria Jurídica da Unidade, infringindo o disposto no parágrafo único do art. 38 da Lei n. 8.666/93, com relação aos Convites ns. 24, 49, 41, 52, 56, 120, 132 e 168/2006 (itens 2.2.2.1.2.3, 2.2.2.1.3.2, 2.2.2.1.4.1, 2.2.2.1.6.2, 2.2.2.1.8.2, 2.2.2.1.10.3, 2.2.21.7.1 e 2.2.2.1.11.3 do Relatório DLC);6.2.1.1.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão da ausência de concessão de prazo para interposição de recurso pela licitante inabilitada, em afronta ao art. 109, I, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 24/2006 (item 2.2.2.1.2.4 do Relatório DLC);6.2.1.1.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de consignação em ata da participação da empresa licitante AMN Comércio de Peças e Serviços Ltda., por não ter oportunizado a abertura de prazo para eventual interposição de recurso administrativo, contrariando o previsto no § 1º do art. 43 da Lei n. 8.666/93 e no art. 109, I, "a", do mesmo diploma legal, com relação ao Convite n. 168/2006 (item 2.2.2.1.3.7 do Relatório DLC);6.2.1.1.4. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da utilização indevida do tipo de licitação "menor preço global", em descumprimento ao art. 15, IV, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 373/2006 (item 2.2.2.1.5.4 do Relatório DLC);6.2.1.1.5. R$ 500,00 (quinhentos reais), pela ausência de comprovação da publicação do julgamento das propostas no DOE,

infringindo o § 1º do art. 109 da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 132/2006 (item 2.2.2.1.6.3 do Relatório DLC);6.2.1.1.6. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de projeto básico, infringindo o art. 6º, IX, “f”, c/c os arts. 7º, § 2º, II, e 12 da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 132/2006 (item 2.2.2.1.8.1 do Relatório DLC);6.2.1.1.7. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão do contrato não apresentar qualquer identificação de sua publicação, em afronta aos arts. 3º e 22, § 3º, da Lei n. 8.666/93, com relação ao Convite n. 120/2006 (item 2.2.2.1.11.7 do Relatório DLC).6.2.1.2. ao Sr. FILIPE FREITAS MELLO - ex-Secretário de Administração de Florianópolis, CPF n. 007.877.929-42, as seguintes multas:6.2.1.2.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face da ausência de critérios objetivos para definição do preço do Contrato n. 73/2006, infringindo o art. 55, III, da Lei n. 8.666/93 (item 2.2.2.3.1 do Relatório DLC);6.2.1.2.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de prévio empenho quanto ao Contrato n. 73/2006, em descumprimento ao art. 60, caput, da Lei n. 4.320/64 (item 2.2.2.3.2 do Relatório DLC);6.2.1.2.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da ausência de identificação dos bens objetos da prestação de serviços do Contrato 73/2006, em afronta ao art. 63 da Lei n. 4.320/64 c/c o art. 60, II, da Resolução n. TC-16/1994 (item 2.2.2.3.3 do Relatório DLC).6.2.1.3. ao Sr. JAIME DE SOUZA - Procurador-Geral do Município de Florianópolis, CPF n. 133.309.009-97, as seguintes multas:6.2.1.3.1. R$ 500,00 (quinhentos reais), em face do prazo de vigência irregular do Contrato n. 159/2006 por não estar limitada à vigência dos créditos orçamentários de 2006, infringindo o art. 57, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93 (item 2.2.2.4.1 do Relatório DLC);6.2.1.3.2. R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão da ausência de critérios objetivos para definição do preço do Contrato 159/2006, em afronta ao art. 55, III, da Lei (federal) n. 8.666/93 (item 2.2.2.4.2 do Relatório DLC);6.2.1.3.3. R$ 500,00 (quinhentos reais), em virtude da ausência de prévio empenho quanto ao Contrato n. 159/2006, em descumprimento ao art. 60, caput, da Lei (federal) n. 4.320/64 (item 2.2.2.4.4 do Relatório DLC);6.2.1.3.4. R$ 500,00 (quinhentos reais), devido à ausência de identificação dos bens objetos da prestação de serviços do Contrato n. 159/2006, em transgressão ao art. 63 da Lei (federal) n. 4.320/64 c/c o art. 60, II, da Resolução n. TC-16/1994 (item 2.2.2.4.5 do Relatório DLC).6.2.2. Com fundamento no art. 70, V, da Lei Complementar n. 202/2000 c/c o art. 109, V, do Regimento Interno, ao Sr. LUÍS CARLOS ZAIA - ex-Controlador Interno do Município de Florianópolis, CPF n. 341.940.969-91, a multa no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), pela ausência de fornecimento da cópia do Contrato n. 60/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 66/2006, 1º Termo Aditivo e comprovantes de despesas, do Contrato n. 111/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 158/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 167/2006, 1º Termo Aditivo e comprovantes de despesas, do Contrato n. 168/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 220/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 282/2006 e comprovantes de despesa, do Contrato n. 414/2006 e comprovantes de despesa e do Contrato n. 438/2006 e comprovantes de despesa, em afronta ao disposto no art. 51, caput, da Resolução n. TC-06/2001 (item 2.2.2.5.1 do Relatório DMU).6.3. Recomendar à Prefeitura Municipal de Florianópolis que, doravante, adote as seguintes providências:6.3.1. Juntada da nomeação da comissão de licitação aos autos do procedimento licitatório;6.3.2. Anexação dos contratos aos procedimentos licitatórios aos quais se referem, nos termos do art. 38, X, da Lei (federal) n. 8.666/93;6.3.3. Elaboração de justificativa quando do firmamento de termos aditivos;6.3.4. Manutenção da comprovação das despesas e das ordens bancárias arquivadas em pasta específica de controle de execução de contrato;6.3.5. Exigência da apresentação de declaração de que o licitante não emprega menores, em atendimento aos arts. 27, V, da Lei (federal) n. 8.666/93 e 7º, XXXIII, da Constituição Federal;

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6.3.6. Indicação sucinta, clara e objetiva do objeto da licitação, nos termos do art. 38, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93, com relação aos convites;6.3.7. Autorização, pela autoridade competente, para a realização da licitação, nos termos do art. 38, caput, da Lei (federal) n. 8.666/93;6.3.8. Publicação tempestiva dos termos de contrato, conforme determina o parágrafo único do art. 61 da Lei (federal) n. 8.666/93.6.4. Com fundamento nos arts. 59, XI , da Constituição Estadual, 1º, XIV, e 65, § 5º, da Lei Complementar n. 202/2000, 7º da Lei (federal) n. 7.347/85 e 14 da Lei (federal) n. 8.429/92, comunicar ao Ministério Público Estadual, para fins de subsidiar eventual ação judiciais no âmbito de sua competência, acerca dos fatos apurados no âmbito do Convite n. 168/2008, com remessa de cópia do Relatório DLC n. 264/2009.6.5. Dar ciência das informações descritas no item 2.2.2.5.1 do Relatório DLC n. 264/2009 à Presidência deste Tribunal de Contas.6.6. Dar ciência deste Acórdão, do Relatório e Voto do Relator que o fundamentam, bem como do Relatório de Reanálise DLC/Insp.2/Div.6 n. 264/2009:6.6.1. aos Responsáveis nominados no item 3 desta deliberação;6.6.2. aos procuradores constituídos nos autos;6.6.3. à Prefeitura Municipal de Florianópolis;6.6.4. ao Sr. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz - Secretário de Educação de Florianópolis;6.6.5. ao Sr. Sandro Ricardo Fernandes - Diretor de Contratos, Licitações e Convênios da Prefeitura Municipal de Florianópolis no período auditado.Ao examinar a peça recursal sob exame, a Consultoria Geral (COG), mediante o Parecer nº COG-249/2011(fls. 11-18), aponta a intempestividade do apelo (art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000), bem como a ausência dos elementos ensejadores da superação da intempestividade elencados no art. 135, §1º e incisos, da Resolução nº TC-06/01 (Regimento Interno) e, via de conseqüência, sugere o seu não conhecimento.O Ministério Público de Contas acompanhou o Corpo Instrutivo. (fls. 19-24).Vieram os autos conclusos a este Relator. Passo a analisá-lo.Compulsando os autos, verifico que os Recorrentes se insurgem contra decisão publicada no DOTC-e n. 636, de 07.12.2010, e o presente apelo foi protocolizado em 17.01.2011, fora, portanto, do trintídio legal – art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000.Ademais, os fatos narrados na peça recursal não lhe permitem o favor do art. 135, § 1º do Regimento Interno desta Casa. Efetivamente, como bem ponderado pelos Auditores da Consultoria Geral, o recorrente não trouxe aos presentes autos nenhum fato superveniente que comprove: I – que os atos praticados pelo recorrente não causaram, efetivamente, quaisquer prejuízos ao erário; II – que o débito imputado ao responsável era proveniente de vantagens pagas indevidamente a servidor, cuja devolução caberia originalmente ao beneficiário; III – a ocorrência de erro na identificação do responsável.Tenho, portanto, caracterizada a extemporaneidade do apelo, razão pela qual não o conheço, por restar ausente pressuposto necessário para a sua admissibilidade.Acolho, neste ponto, os termos do Parecer nº COG-249/2011, de fls. 11 a 18, adotando-o como fundamento do presente decisum, ex vi do art. 224 do Regimento Interno.Por todo o exposto, acompanhando a sugestão do Órgão Consultivo e do Ministério Público de Contas, com fulcro no art. 27, §1º, I e II, da Resolução nº TC-09/2002, alterado pelo art. 6º da Resolução nº TC-05/2005, DECIDO: 1 – Preliminarmente, não conhecer do Recurso de Reconsideração – REC-11/00018422 – interposto contra o Acórdão nº 0788/2010, exarado na sessão plenária de 22.11.2010 nos autos do processo nº TCE-08/00167902, em face da intempestividade do apelo, nos termos do art. 77 da Lei Complementar nº 202/2000, c/c art. 135, §1º, da Resolução nº TC-06/2001.2 – Determinar o arquivamento do presente processo.3 – Dar ciência desta Decisão aos Recorrentes, na pessoa de seu Advogado, Dr. Luiz Henrique Martins Ribeiro – OAB/SC 18.181, conforme requerido à fl. 10, com remessa de cópia do Parecer nº COG-249/2011.Florianópolis, em 11 de outubro de 2011.Julio GarciaConselheiro Relator

Processo nº REP 11/00661465Unidade Gestora: Prefeitura Municipal de FlorianópolisResponsável: Dário Elias BergerAssunto: Exame prévio do Edital de Concorrência Pública n. 686/SMAP/DLC/2011, cujo objeto refere-se à contratação de empresa para prestação de serviços técnicos profissionais especializados de engenharia consultivaDecisão Singular GCAMF nº 2011/32Tratam os autos de representação encaminhada nos termos do § 1º do art. 113 da Lei (Federal) n. 8.666/93 pela empresa Betha Sistemas Ltda., relatando a ocorrência de irregularidades no edital da Concorrência Pública n. 686/SMAP/DLC/2011, lançado pelo Município de Florianópolis, cujo objeto refere-se à contratação de empresa especializada no fornecimento de softwares – CSA – conjunto de sistemas aplicativos.Encaminhados os autos à Diretoria de Controle de Licitações e Contratações deste Tribunal de Contas – DLC foi elaborado o Relatório de Instrução n. 852/2011 (fls. 144-158), no qual a DLC conclui que o edital possui restrições de natureza grave que comprometem sua regularidade e atendimento dos princípios básicos da licitação.Para melhor elucidar a questão, passo à transcrição das restrições identificadas no Relatório técnico (fl. 157):- aglutinação de objetos distintos em licitação em lote único por preço global, em violação ao previsto nos arts. 3º, § 1º, I e 23, § 1º, da Lei n. 8.666/93, por se tratar de objeto fracionável;- utilização de critérios subjetivos para análise da proposta técnica, com base em condição futura e incerta, ferindo o princípio da isonomia previsto no art. 3º, da Lei n. 8.666/93 e contrariando o art. 44 da mesma lei;- Exigência de apresentação de balanço patrimonial em desacordo com a exegese do art. 31 da Lei n. 8.666/93.À vista do exposto, observo que as irregularidades apontadas pela Diretoria Técnica reúnem gravidade suficiente a ensejar a sustação da licitação.Na forma disposta pelo Relatório de Instrução DLC n. 452/2011, verifico estarem presentes no caso o fumus boni juris e o periculum in mora autorizadores da concessão de medida cautelar visando a sustação do procedimento licitatório, nos termos do art. 13 c/c art. 3º, § 3º, da Instrução Normativa n. TC 05/2008.À vista do exposto, considerando a possibilidade de revogação ulterior da medida de sustação do procedimento licitatório, determino, cautelarmente, com fulcro no art. 13 c/c art. 3º, § 3º, da Instrução Normativa n. TC 05/2008, ao Sr. Dário Elias Berger – Prefeito Municipal de Florianópolis, a sustação do procedimento licitatório na modalidade Concorrência Pública n. 686/SMAP/DLC/2011, no estado em que se encontra, até manifestação ulterior que revogue a medida ex officio ou até deliberação do Tribunal Pleno, tendo em vista a caracterização de grave ameaça de lesão a direito dos licitantes, bem como, visando assegurar a eficácia de decisão de mérito deste Tribunal.Determino à Secretaria Geral (SEG/DICE), que proceda à ciência do presente despacho ao Sr. Dário Elias Berger – Prefeito Municipal de Florianópolis, remetendo-lhe cópia deste ato e do Relatório de Instrução DLC n. 852/2011.Alerto a Prefeitura Municipal de Florianópolis, na pessoa do Sr. Dário Elias Berger, que o não cumprimento desta determinação implicará na cominação das sanções previstas na Lei Orgânica e no Regimento Interno deste Tribunal de Contas (art. 12, da Instrução Normativa n. TC 05/2008).Após cumpridas as providências acima, encaminhe-se os autos à Diretoria de Controle de Licitações e Contratações – DLC para instrução complementarPublique-se.Florianópolis, em 21 de dezembro de 2011.Adircélio de Moraes Ferreira JuniorConselheiro Relator

Itapema

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1. Processo n.: PCA-09/00101911 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2008 3. Responsável: Marlene Madalena Possan Foscheira4. Unidade Gestora: Fundo Municipal de Saúde de Itapema5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2098/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2008, do Fundo Municipal de Saúde de Itapema.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, as contas anuais do exercício financeiro de 2008 do Fundo Municipal de Saúde de Itapema e dar quitação à Responsável, com relação ao resultado orçamentário e financeiro, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Dar ciência deste Acórdão à Responsável nominada no item 3 desta deliberação e à Prefeitura Municipal de Itapema.6.3. Determinar o encaminhamento dos autos ao Fundo Municipal de Saúde de Itapema.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca (Relator), Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Jacinto MachadoProcesso nº REC-09/00584610Unidade Gestora: Prefeitura Municipal de Santo Amaro da Imperatriz e Prefeitura Municipal de Jacinto MachadoInteressados: Agenor Machado de Oliveira, Aldoir Pagani Bristot, Carmelina Ramos dos Santos, Elídio Casemiro, José Mota Alexandre, Marcos Ferreira, Maria da Conceição Furlanetto, Osni José Coelho e Valdir TrombimASSUNTO: Recurso de Reconsideração contra a decisão n. 1142/2009 do TCE-000944947Despacho GAC/CFF nº 866/2011Considerando-se que este Conselheiro atuou no processo TCE-TC 000944947, na qualidade de representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, subscrevendo pareceres constantes às fls. 28, 361-364 (Parecer 1187/95); Considerando-se que a Consultoria Geral tem suscitado o impedimento para relatar processos nos quais o relator tenha atuado como membro do Ministério Público junto ao Tribunal, seja emitindo parecer ou participando da Sessão Plenária, juntando inclusive jurisprudência nesse sentido:

PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. ARGÜIÇÃO DE IMPEDIMENTO. MEMBRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL NOMEADO AO CARGO DE DESEMBARGADOR FEDERAL PELO QUINTO CONSTITUCIONAL. RELATORIA DE PROCESSO NO QUAL ATUOU COMO MEMBRO DO PARQUET FEDERAL. IMPEDIMENTO DO MAGISTRADO CONFIGURADO. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL.1. O artigo 134, II, do Código de Processo Civil dispõe que é defeso juiz, dentre outras vedações, atuar em processo no qual tenha funcionado como órgão do Ministério Público.2. A participação de membro do Ministério Público federal em sessão de julgamento, ainda que ausente manifestação expressa do representante do Parquet, configura o exercício da função de agente ministerial (art. 20 da LC n. 75/93).3. Recurso Especial provido para reconhecer o impedimento do magistrado recorrido. (Superior Tribunal de Justiça. Resp. 529771/PR. Rel. Min. Denise Arruda. 1ª Turma. Julgamento em 03/02/2005. Publicação no DJ, em 11/04/2005, p. 179).Requer-se a redistribuição dos autos, em face do impedimento deste Conselheiro para relatá-lo, nos termos do artigo 134, II, do Código de Processo Civil, combinado com o artigo 308 do Regimento Interno desta Casa.Florianópolis, em 07 de outubro de 2011.CÉSAR FILOMENO FONTESConselheiro

Joinville1. Processo n.: PPA-11/00338419 2. Assunto: Pensão e Auxílio Especial de Vitoria Maria de Oliveira e Emanuela Terezinha Silva 3. Interessado: Prefeitura Municipal de JoinvilleResponsável: Carlito Merss4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Joinville - IPREVILLE5. Unidade Técnica: DAP6. Decisão n.: 3636/2011O TRIBUNAL PLENO, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição do Estado e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, decide:6.1. Ordenar o registro, nos termos do art. 34, II, c/c o art. 36, § 2º, “b”, da Lei Complementar n. 202/2000, do ato de concessão de pensão por morte a Vitória Maria de Oliveira e Emanuela Terezinha Silva, beneficiária de Gilson José de Oliveira, ex-servidor da Prefeitura Municipal de Joinville, CPF n. 248.344.679-53, no cargo de Motorista Veículos Leves, matricula n. 19.276-0, consubstanciado no Decreto n. 17.195, de 18/10/2010, considerado legal conforme análise realizada.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos de Joinville - IPREVILLE.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Wilson Rogério Wan-Dall, Herneus De Nadal (Relator), Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteHERNEUS DE NADALRelatorFui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Novo Horizonte

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1. Processo n.: PCA-10/00073766 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2009 3. Responsável: Leandro M. D’Ávila4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Novo Horizonte - IPAM5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2100/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2009, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Novo Horizonte - IPAM.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, as contas anuais do exercício financeiro de 2009 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Novo Horizonte - IPAM e dar quitação ao Responsável, com relação ao resultado orçamentário e financeiro, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Dar ciência deste Acórdão, do Relatório e Voto do Relator que o fundamentam, bem como do Relatório DMU n. 5488/2011, à Prefeitura Municipal de Novo Horizonte e ao Responsável nominado no item 3 desta deliberação.6.3. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Novo Horizonte - IPAM.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca (Relator), Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes IockenLUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Otacílio Costa1. Processo n.: PCA-10/00329400 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2009 3. Responsável: Hélcio Jose de Almeida4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência e Assistência do Município de Otacílio Costa - IPAM5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2106/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2009, do Instituto de Previdência e Assistência do Município de Otacílio Costa - IPAM.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras,

que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2009 do Instituto de Previdência e Assistência do Município de Otacílio Costa, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação ao Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência e Assistência do Município de Otacílio Costa - IPAM.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

São Bento do Sul1. Processo n.: PCA-10/00305640 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2009 3. Responsável: Márcio Mallon4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de São Bento do Sul - IPRESBS5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2105/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2009, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de São Bento do Sul - IPRESBS.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos

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demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2009 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de São Bento do Sul, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação ao Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de São Bento do Sul - IPRESBS.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

SiderópolisProcesso nº REC-11/00465445Unidade Gestora: Câmara Municipal de SiderópolisInteressado: Sérgio Luiz Alves RodriguesAssunto: Recurso de Reconsideração da decisão exarada no processo - PCA-08/00226852 - Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2007.Decisão Singular GAC/WWD nº 781/2011Tratam os autos de Recurso de Reconsideração da decisão exarada no processo - PCA-08/00226852 - Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2007.Considerando o Acórdão nº 458/2011, exarado nos autos do Processo nº PCA-08/00226852;Considerando que o referido decisum foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Tribunal de Contas em 13/06/2011 e o presente Recurso de Reexame fora protocolizado nesta Corte em 08/08/2011, não se observando o prazo legal para a sua interposição, sendo, portanto, intempestivo;Considerando a inaplicabilidade, nestes autos, do art. 135, §1º do Regimento Interno, restando insuperada a intempestividade;Considerando a manifestação da Consultoria Geral, através do Parecer nº COG 768/2011 (fl. 10);Diante do exposto, DECIDO:1.1. Não conhecer do Recurso de REC 11/00465445 - Reconsideração, interposto contra Decisão exarada nos Autos do processo nº PCA-08/00226852, por não atender ao requisito da tempestividade previsto no art. 77 da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000.1.2. Ratificar na íntegra a Deliberação Recorrida.1.3. Determinar o Arquivamento dos Autos.1.4. Dar ciência da Decisão, ao Sr. Sergio Luiz Alves Rodrigues e à Câmara Municipal de Siderópolis.1.5. Determinar o encaminhamento dos autos à Câmara Municipal de Siderópolis, após o trânsito em julgado desta deliberação.1.6. Encaminhar os autos à Secretaria Geral (SEG/DICE) para que proceda à notificação desta decisão ao Recorrente.Florianópolis, em 08 de dezembro de 2011.WILSON ROGÉRIO WAN-DALLConselheiro Relator

Tijucas

Processo n° ELC 11/00461024Unidade Gestora: Prefeitura Municipal de TijucasInteressado: Elmis MannrichResponsável: Elói Pedro GeraldoAssunto: Contratação de empresa para execução de obras civis com fornecimento de materiais e Equipamentos para Implantação da primeira etapa do sistema de esgoto sanitário do Município. Decisão preliminar de arguição de irregularidades.Despacho Singular n° 61/2011DESPACHO SINGULARConsiderando que nestes autos determinei a sustação cautelar do procedimento licitatório nos termos do parágrafo 3° do artigo 3° da Instrução Normativa n° TC-05/2008 conforme despacho singular constante às fls. 61 a 63;Considerando que o Ministério Público de Contas, no Parecer n° MPTC/5.218/2011, manifestou-se pela determinação de republicação do Edital de Concorrência n° 125/PMT/2011, depois de corrigidas as irregularidades apontadas;Considerando que o referido dispositivo, in fine, permite a revogação da medida cautelar ex-ofício por iniciativa própria do Relator, ou até a deliberação pelo Tribunal Pleno;Considerando que o Responsável juntou aos autos justificativas em 02.12.2011 nas quais considera cumprida a Decisão n° 3036/2011;Determino: 1) a revogação da referida medida cautelar de sustação do certame; 2) a imediata publicação do Edital de Concorrência em apreço, com as alterações procedidas em face da decisão n° 3036/2011, com a reabertura de prazo aos interessados e; bem como, a imediata remessa deste “novo” Edital ao Tribunal de Contas de Santa Catarina, para que seja submetido ao exame pela Diretoria de Controle de Licitações e Contratações – DLC.Cumpra-se.Florianópolis, 19 de dezembro de 2011.Conselheiro Salomão Ribas JuniorRelator

Videira1. Processo n.: PCA-09/00018690 2. Assunto: Prestação de Contas Anual de Unidade Gestora referente ao exercício de 2008 3. Responsável: Justina Inês Fruet de Lima4. Unidade Gestora: Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Videira - INPREVID5. Unidade Técnica: DMU6. Acórdão n.: 2102/2011VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos à prestação de contas, com abrangência ao exercício de 2008, do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Videira – INPREVID.Considerando que o exame em questão não envolve o resultado de eventuais auditorias oriundas de denúncias, representação e outras, que devem integrar processos específicos, submetidos à apreciação deste Tribunal;Considerando que o presente processo de prestação de contas não envolve o exame de responsabilidade do administrador, quanto aos atos de competência do exercício em causa, relacionados a licitações, contratos, convênios, atos de pessoal, prestações de contas de recursos antecipados, legalidade e legitimidade da receita e despesa, os quais são apreciados por este Tribunal em processos específicos; ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro no art. 59 c/c o art. 113 da Constituição Estadual e no art. 1º da Lei Complementar n. 202/2000, em:6.1. Julgar regulares, com fundamento no art. 18, inciso I, c/c o art. 19 da Lei Complementar n. 202/2000, no que se referem aos demonstrativos contábeis, as contas anuais de 2008 do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Videira, no que concerne ao Balanço Geral composto das Demonstrações de Resultados Gerais, na forma dos anexos e demonstrativos

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

estabelecidos no art. 101 da Lei (Federal) n. 4.320/64, e dar quitação à Responsável, de acordo com os pareceres emitidos nos autos.6.2. Determinar o encaminhamento dos autos ao Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Videira - INPREVID.7. Ata n.: 82/20118. Data da Sessão: 12/12/20119. Especificação do quorum: 9.1. Conselheiros presentes: Luiz Roberto Herbst (Presidente), Salomão Ribas Junior, Wilson Rogério Wan-Dall, Julio Garcia e Adircélio de Moraes Ferreira Junior10. Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas: Mauro André Flores Pedrozo11. Auditores presentes: Gerson dos Santos Sicca, Cleber Muniz Gavi e Sabrina Nunes Iocken (Relatora)LUIZ ROBERTO HERBSTPresidenteSALOMÃO RIBAS JUNIORRelator (art. 91, parágrafo único, da LC n. 202/2000)Fui presente: MAURO ANDRÉ FLORES PEDROZOProcurador-Geral do Ministério Público junto ao TCE/SC

Atos AdministrativosPORTARIA Nº TC 0785/2011

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 90, I, da Lei Complementar 202, de 15 de dezembro de 2000 e art. 271, XXVII, da Resolução nº TC.06/2001, de 03 de dezembro de 2001, em observância ao disposto nos arts. 154, caput, 156 e 157 c/c o art. 183, todos da Lei nº 6.745, de 28 de dezembro de 1985,

RESOLVE: Fazer cessar, a partir de 17 de dezembro de 2011, os efeitos da

Portaria TC.533/2011, que designou os servidores Adriana Regina Dias Cardoso, matrícula nº 450.741-0, Hamilton Hobus Hoemke, matrícula nº 450.784-3, e Luiz Alberto de Souza Gonçalves, matrícula nº 450.621-9, ocupantes de cargo de Auditor Fiscal de Controle Externo, para constituírem Comissão de Processo Administrativo Disciplinar, a fim de apurar supostas infrações disciplinares atribuídas aos servidores Christian Chaplin Ganzo Savedra, matrícula nº 450.964-1 e Jefferson Falk Bittencourt, matrícula 450.815-7, ocupantes do cargo de Auditor Fiscal de Controle Externo, TC.TC.AFC.13.E e TC.AFC.14.E, respectivamente.

Florianópolis, 16 de dezembro de 2011.

Luiz Roberto HerbstPresidente

PORTARIA N° TC 0782/2011

Institui a Semana do Servidor do Tribunal de Contas do Estado como evento institucional e estabelece outras providências.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 90, I, da Lei Complementar 202, de 15 de dezembro de 2000,

Considerando a Política de Qualidade de Vida no Trabalho, um dos subsistemas da Política de Gestão de Pessoas, instituída pela Resolução N. TC-52/2011 e regulamentada pela Portaria TC.672/2011,

RESOLVE:Art. 1º Fica instituída a “Semana do Servidor do Tribunal de

Contas do Estado” como evento anual comemorativo do dia do Servidor Público, voltada à valorização e reconhecimento do trabalho dos profissionais do Tribunal de Contas do Estado.

Parágrafo Único. A semana do servidor ocorrerá no período próximo que compreender o dia 28 de outubro, data consagrada ao servidor público de acordo com o art. 186, da Lei nº 6.745/85.

Art. 2º Os servidores estarão liberados para participar das atividades da Semana do Servidor, que ocorrerão durante o expediente.

Parágrafo Único. Os responsáveis pelas Unidades Administrativas do Tribunal deverão garantir o pleno funcionamento de suas atividades.

Art. 3º - A realização da Semana do Servidor será viabilizada em parceria com os diversos setores do Tribunal e coordenada pelo Comitê Permanente de Gestão de Pessoas.

Art. 4º - Esta portaria entra em vigor na data da sua publicação. Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Luiz Roberto HerbstPresidente

PORTARIA N° TC 0795/2011

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 90, I, da Lei Complementar 202, de 15 de dezembro de 2000 e art. 271, XXVII, da Resolução nº TC.06/2001, de 03 de dezembro de 2001, e ainda, nos termos do art. 103, da Lei Complementar nº 202 de 15 de dezembro de 2000,

RESOLVE:Prorrogar os efeitos da Portaria TC.016/2008 que colocou o

servidor Sandro Ricardo Fernandes, ocupante do cargo de Auditor Fiscal de Controle Externo, TC.AFC.15.A, matrícula nº 450.519-0, à disposição da Prefeitura Municipal de Florianópolis, para exercer o cargo de Secretário Municipal da Receita e de Administração e Previdência, sem ônus para a origem, mediante ressarcimento, até 31 de dezembro de 2012.

Florianópolis, 20 de dezembro de 2011.

Luiz Roberto HerbstPresidente

PORTARIA N° TC 0796/2011

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 90, I, da Lei Complementar 202, de 15 de dezembro de 2000 e art. 271, XXVII, da Resolução nº TC.06/2001, de 03 de dezembro de 2001, e ainda, nos termos do art. 103, da Lei Complementar nº 202 de 15 de dezembro de 2000,

RESOLVE:Prorrogar, os efeitos da Portaria TC.663/2010, datada de 27 de

julho de 2010, que colocou o servidor Antonio Altero Cajuella Filho, ocupante do cargo de Auditor Fiscal de Controle Externo, TC.AFC.14.A, matrícula nº 450.853-0, à disposição do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, com ônus para a origem, mediante ressarcimento, até 31.12.2012.

Florianópolis, 21 de dezembro de 2011.

Luiz Roberto HerbstPresidente

Licitações, Contratos e ConvêniosExtrato de Contrato firmado pelo Tribunal de Contas do Estado no mês de dezembro de 2011.

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

CONTRATO 51/2011. Assinado em 22/12/2011 entre o Tribunal de Contas de Santa Catarina e a Empresa Editora NDJ Ltda., decorrente da inexigibilidade de Licitação 0012/2011, cujo objeto é a renovação de periódicos da Editora NDJ, Boletim de Direito Administrativo, Vol. 01 a 12, Boletim de Direito Municipal, Vol. 01 a 12, Boletim de Licitações e Contratos, Vol. 01 a 12., no valor total de R$ 22.050,00. O prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO 0012/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Inexigibilidade de Licitação nº 0012/2011, cujo objeto é a renovação de periódicos da Editora NDJ, Boletim de Direito Administrativo, Vol. 01 a 12, Boletim de Direito Municipal, Vol. 01 a 12, Boletim de Licitações e Contratos, Vol. 01 a 12. Empresa contratada Editora NDJ Ltda. O valor do contrato é de R$ 22.050,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Extrato de Contrato firmado pelo Tribunal de Contas do Estado no mês de dezembro de 2011.

CONTRATO 46/2011. Assinado em 08/12/2011 entre o Tribunal de Contas de Santa Catarina e a Empresa Dicapel Papéis e Embalagens Ltda., decorrente do Pregão Presencial 0028/2011, cujo objeto é a aquisição de papel para impressão na cor branca formato A4, no valor total de R$ 21.300,00. O prazo de fornecimento dos bens não poderá ser superior a 20 dias a contar da contratação, e deverá ser entregue parceladamente, sendo 1.000 resmas com entrega imediata, 1.000 resmas em 30 dias e 1.000 resmas em 60 dias.Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Extratos de Contratos firmados pelo Tribunal de Contas do Estado no mês de dezembro de 2011.

TERMO ADITIVO Nº 31/2011 - PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CO Nº 017/2011. Interessado: Almaq Equipamentos para Escritório Ltda.. Objeto: prorroga o prazo do contrato 017/2011. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.

TERMO ADITIVO Nº 35/2011 – QUARTO TERMO ADITIVO AO CO Nº 122/2007. Interessado: Disk Car Locação de Veículos S.A.. Objeto: prorroga o prazo do contrato 122/2007. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.

TERMO ADITIVO Nº 44/2011 - PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CO Nº 007/2011. Interessado: Jexperts Tecnologia Ltda. . Objeto: prorroga o prazo do contrato 007/2011. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.TERMO ADITIVO Nº 32/2011 - TERCEIRO TERMO ADITIVO AO CO Nº 002/2009. Interessado: Ilha Service Serviços de Informática Ltda. Objeto: prorroga o prazo do contrato 002/2009. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.

TERMO ADITIVO Nº 37/2011 - QUARTO TERMO ADITIVO AO CO Nº 133/2007. Interessado: Ponte Aérea Viagens e Turismo Ltda.. Objeto: prorroga o prazo do contrato 133/2007. Prazo: de 01/01/2012 até 01/12/2012.TERMO ADITIVO Nº 30/2011 - QUARTO TERMO ADITIVO AO CO Nº 011/2008. Interessado: GBC Produção e Locação Ltda.. Objeto: prorroga o prazo do contrato 011/2008. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.

TERMO ADITIVO Nº 41 - SEGUNDO TERMO ADITIVO AO CO Nº 019/2010. Interessado: Proactiva Meio Ambiente Brasil Ltda.. Objeto: prorroga o prazo do contrato 019/2010. Prazo: de 01/01/2012 até 31/12/2012.

TERMO ADITIVO Nº 34 - SEXTO TERMO ADITIVO AO CONTRATO 84/2006. Interessado: Construtora e Incorporadora Sieta Ltda., cujo

objeto é a prorrogação do prazo da locação por mais quatro meses a contar de 01/01/2012 até 30/04/2012.Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Extrato de Contrato firmado pelo Tribunal de Contas do Estado no mês de dezembro de 2011.

CONTRATO 52/2011. Assinado em 22/12/2011 entre o Tribunal de Contas de Santa Catarina e a Empresa Jan Comércio de Bebidas Ltda., decorrente do Convite 0032/2011, cujo objeto é fornecimento de água mineral durante o exercício de 2012, no valor total de R$ 27.591,00. O prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Extrato de Contrato firmado pelo Tribunal de Contas do Estado no mês de dezembro de 2011.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0008/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0008/2011 com fundamento no art. 24, XXII, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é o fornecimento de energia elétrica para o ano de 2012. Empresa contratada CELESC – Centrais Elétricas de Santa Catarina. O valor estimado da Dispensa é de R$ 400.000,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0006/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0006/2011 com fundamento no art. 24, II, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é a prestação de serviços de manutenção de jardins. A Empresa contratada é Ilson Pfleger & Cia Ltda. O valor da Dispensa é de R$ 7.950,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0013/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0013/2011 com fundamento no art. 24, XVI, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é a veiculação de eventuais atos no Diário Oficial do Estado e serviços de impressão de formulários padronizados e edições técnicas durante o exercício de 2012. A Empresa contratada é o Fundo de Materiais, Publicações e Impressos Oficiais. O valor estimado da Dispensa é de R$ 8.000,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0010/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0010/2011 com fundamento no art. 24, XVI, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é a prestação de serviços de informática. Empresa contratada CIASC – Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina. O valor estimado da Dispensa é de R$ 60.000,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0007/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0007/2011 com fundamento no art. 24, II, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva de elevadores. A Empresa contratada é a Elevacon Elevadores Conservação e Manutenção Ltda. O valor da Dispensa é de R$ 6.840,00 e o prazo de execução do objeto é de doze meses, a contar de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012.

DISPENSA DE LICITAÇÃO 0014/2011. O Tribunal de Contas do Estado torna público a realização de Dispensa de Licitação nº 0014/2011 com fundamento no art. 24, II, da Lei Federal Nº 8.666/93, cujo objeto é a prestação de serviços de manutenção da web site/área administrativa/intranet do TCE/SC. A Empresa contratada é Ação Direta Produções Ltda. O valor da Dispensa é de R$ 3.900,00 e o prazo de execução do objeto é de seis meses, a contar de 1º de janeiro até 30 de junho de 2012.

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Tribunal de Contas de Santa Catarina - Diário Oficial Eletrônico nº 894- Segunda-Feira, 2 de janeiro de 2012

CONTRATO 53/2011. Assinado em 22/12/2011 entre o Tribunal de Contas de Santa Catarina e a Empresa Ação Direta Produções Ltda., decorrente da Dispensa de Licitação 0014/2011, cujo objeto é a prestação de serviços de manutenção da web site/área administrativa/intranet do TCE/SC., no valor total de R$ 3.900,00. O prazo de execução do objeto é de seis meses, a contar de 1º de janeiro até 30 de junho de 2012.Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas de Santa Catarina

Resultado Convite nº 002/2011

Objeto: Aquisição de livros técnicos e jurídicosEmpresa: EDITORA REVISTA DOS TRIBUNAIS LTDAValor Adjudicado: R$ 27.494,15 (vinte e sete mil, quatrocentos e noventa e quatro reais e quinze centavos).Florianópolis, 22 de dezembro de 2011.

Comissão de Licitação

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