Ultima Prova Da PMMG 2010 Com Gabarito

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  • PROVA DO CONCURSO PBLICO PARA ADMISSO AO CURSO TCNICO EM SEGURANA PBLICA DA POLCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, PARA O ANO DE 2010, VAGAS PARA O INTERIOR DO ESTADO.

    CENTRO DE RECRUTAMENTO E SELEO EXCELNCIA EM CONCURSOS. 1

    1 QUESTO A

    21 QUESTO A B C D 2 QUESTO A B C D

    22 QUESTO A B C D 3 QUESTO A B C D

    23 QUESTO A B C D 4 QUESTO A B C D

    24 QUESTO A B C D 5 QUESTO A B C D

    25 QUESTO A B C D 6 QUESTO A B C D

    26 QUESTO A B C D 7 QUESTO A B C D

    27 QUESTO A B C D 8 QUESTO A B C D

    28 QUESTO A B C D 9 QUESTO A B C D

    29 QUESTO A B C D 10 QUESTO A B C D

    30 QUESTO A B C D 11 QUESTO A B C D

    31 QUESTO A B C D 12 QUESTO A B C D

    32 QUESTO A B C D 13 QUESTO A B C D

    33 QUESTO A B C D 14 QUESTO A B C D

    34 QUESTO A B C D 15 QUESTO A B C D

    35 QUESTO A B C D 16 QUESTO A B C D

    36 QUESTO A B C D 17 QUESTO A B C D

    37 QUESTO A B C D 18 QUESTO A B C D

    38 QUESTO A B C D 19 QUESTO A B C D

    39 QUESTO A B C D 20 QUESTO A B C D

    40 QUESTO A B C D

  • PROVA DO CONCURSO PBLICO PARA ADMISSO AO CURSO TCNICO EM SEGURANA PBLICA DA POLCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, PARA O ANO DE 2010, VAGAS PARA O INTERIOR DO ESTADO.

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    PROVA DO CONCURSO PBLICO PARA ADMISSO AO CURSO TCNICO EM SEGURANA PBLICA DA POLCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, PARA O ANO DE

    2010, VAGAS PARA O INTERIOR DO ESTADO (CTSP/2010 INTERIOR).

    CTSP/ 2010 INTERIOR - PROVA A - AZUL (Edital n 07/2009, de 05 de maio de 2009).

    Lngua Portuguesa, Matemtica, Geografia, Histria do Brasil, Conhecimentos de Informtica e Direitos Humanos.

    NOME: ____________________________________________________

    LOCAL DE PROVA: ____________________________ SALA: ______

    INSTRUES AOS CANDIDATOS:

    1. Abra este caderno de prova somente quando autorizado. 2. Esta prova contm 39 (trinta e nove) questes numeradas de 02 a 40, valendo 5

    (cinco) pontos cada e valor total de 195 (cento e noventa e cinco) pontos. 3. O tempo mximo permitido para a realizao da prova objetiva ser de 3 (trs) horas

    incluindo o preenchimento da folha de respostas e de 4 (quatro) horas para a prova de redao.

    4. Responda as questes e marque a opo desejada na folha de respostas, usando caneta (tinta azul ou preta).

    5. Para cada questo existe somente uma resposta. 6. Prova sem consulta. 7. No ser admitido nenhum tipo de rasura na folha de respostas. As questes

    rasuradas ou em branco ou com dupla marcao sero consideradas nulas para o candidato.

    8. proibido o uso de mquinas calculadoras, telefones celulares ou outros similares. 9. Iniciadas as provas, os candidatos somente podero deixar a sala, e a esta retornar,

    exclusivamente para uso de sanitrios ou bebedouros, somente no intervalo de tempo abrangido dentro da segunda hora de realizao das provas, ou seja, das 09:00 s 10:00h, e devidamente acompanhados por fiscal do concurso.

    10. Ao final de cada prova, entregue ao aplicador a folha de respostas da prova objetiva e a folha de redao, devidamente preenchidas, assinadas e conferidas.

    DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE RECRUTAMENTO E SELEO

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    ATENO

    ANTES DE INICIAR SUA PROVA, VOC DEVER ASSINALAR, NO CAMPO DESTINADO 1 (PRIMEIRA) QUESTO DA SUA FOLHA DE RESPOSTAS, O TIPO DE PROVA QUE EST FAZENDO, SOB PENA DE ANULAO.

    CAMPO DESTINADO MARCAO DO TIPO DE PROVA:

    Prova A AZUL marcar letra A

    Prova B BRANCA marcar letra B

    Prova C VERDE marcar letra C

    Prova D AMARELA marcar letra D

    A marcao das respostas do caderno de provas inicia-se a partir da questo n. 02 (dois) at a

    questo n. 40 (quarenta).

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    LNGUA PORTUGUESA

    ARTIGO (*) Amauri Meireles

    ILUSO DE ISOTOPIA

    J manifestamos nosso entendimento de que a vida vivida em um ambiente de insegurana. Vale dizer, no existe o desejvel ambiente de segurana, seja em nosso pas, seja em qualquer ponto do planeta, porque em cada lugar h uma peculiar matriz de insegurana. Contudo, objetivando melhorar ou, pelo menos, no permitir deteriorao da qualidade de vida, o ambiente de segurana, embora seja uma utopia, deve ser incansavelmente perseguido. Para essa busca, a sociedade dispe de instrumentos de proteo e de mecanismos de defesa. Os primeiros (a famlia, a escola, a Igreja, a economia, o Estado) visam a mitigar vulnerabilidades, situaes que ensejam surgimento e ampliao das ameaas ao pas e ao povo, o que feito atravs da pregao do respeito a valores (tica, solidariedade, amizade, patriotismo, civilidade) e da obedincia a regras de convivncia estabelecidas (consuetudinrias e leis). J mecanismos visam a mitigar ameaas que possam afetar a vida nacional ou perturbar a vida nacional ou perturbar a vida social, atravs da preveno e da correo, nacionais e sociais. Grosso modo, riscos e perigos so ameaas fsicas, materiais, enquanto que receios e medos so ameaas psicolgicas, emocionais. O impondervel e o inopinado, que cercam as ameaas, asseveram a utopia de se viver em um ambiente de segurana. Diante dessa inexorabilidade, o caso de cruzar os braos? Evidentemente que no! Consoante o art. 144 da Constituio Federal, sociedade civil e sociedade poltica tm o dever de ir luta, visando restringir, minimizar ou, at mesmo, eliminar os riscos e os receios (ameaas latentes) e/ou os perigos e os medos (ameaas iminentes). Para isso, se atuar na causalidade importante, fundamental que se atue no nascedouro de causas e no refluxo dos efeitos geradores de insegurana para a sociedade. Significa dizer, absolutamente necessrio que a prioridade seja a proteo social. Entretanto, o foco est voltado, equivocadamente, apenas para o trabalho da polcia e, principalmente, para a polcia criminal. A preveno e a represso policiais esto sendo mais notcia por trs motivos: primeiro, as informaes sobre os trabalhos de preveno social tm mnima ressonncia subjetiva e pouca repercusso objetiva junto sociedade, porque so minimamente divulgados, se comparados com o sensacionalismo que emoldura as notcias de crimes; segundo, o corpo social est deformado, fsica e moralmente, em razo de comportamento imprprio de grande parte da populao, por no compreender o pacto social ou no pratic-lo. Forte origem estaria no descaso que envolve a educao em nosso pas. Mais direto, com o educador, esse extraordinrio agente formador do carter dos cidados, que necessita ter resgatada sua grandeza profissional, iniciando-se pela restaurao de sua dignidade salarial; e terceiro, a sociedade est com muito medo, por mais que, objetivamente,

    ATENO

    1 QUESTO ESTA QUESTO NO SE REFERE PROVA DE CONHECIMENTOS DO CONCURSO. VOC DEVER MARCAR NA FOLHA DE RESPOSTAS, OBRIGATORIAMENTE, A ALTERNATIVA A QUE CORRESPONDE A SEU CADERNO DE PROVAS.

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    esteja protegida. Ou seja, ainda que, em tese, todas as ameaas populao estivessem corretamente controladas, isso no seria suficiente porque no h a crena nesse fato, as pessoas no acreditam que isso verdade, por no estarem adequadamente informadas acerca do fenmeno da insegurana. As notcias sobre crimes tm, cada dia mais, efeito arrasador no corpo social. O receio, relativo a ameaas latentes, tem perdido espao para o medo, como se estivssemos, permanentemente, frente a ameaas iminentes, gerando uma estranha neurose. O medo tem contribudo muito mais para o aumento da sensao de insegurana que os riscos e perigos, porque, no havendo suficiente informao sobre o ambiente em que se vive, no h correta preparao e adequada adaptao. O medo do desconhecido causa de distress em quase 60% dos brasileiros, provocando tenses nas pessoas e nos ambientes que freqentam, corroborando Bauman: os medos nos estimulam a assumir uma ao defensiva. Quando isso ocorre, a ao defensiva confere proximidade e tangibilidade ao medo. Os criminosos so vistos como mais destemidos, possivelmente porque manipulam o medo (consciente ou inconsciente) em intensidade maior que a vontade do cidado em venc-lo. A notcia de que um pedfilo est atuando no Sul causa inquietao no apenas s famlias locais, mas tambm s do centro e Norte do pas; se a notcia de que houve fuga de presos em uma cidade do centro, famlias do Norte e do Sul correm para fechar portas e janelas; se h um assalto no Norte, pessoas do centro e no Sul pensam em comprar uma arma. A essa ocorrncia denominamos iluso de isotopia, isto , aquela sensao de que se est vivendo naquele lugar onde aconteceu o fato, ou o sentimento de que, onde se vive, inevitavelmente ocorrer o mesmo evento, gerando a sndrome de prxima vtima (isotopia, do timo grego: sos = igual e tops = lugar, de uso mais comum na fsica e nas correntes do estruturalismo nos anos 60/70). Enfim, todo trabalho de proteo social, ao contrrio do que propalado, no visa aumentar a segurana, mas, sim, trazer o ambiente de insegurana a patamares tolerveis. Alm do aspecto material, necessrio restaurar a crena na p