Arquivos cientificos bibliografia

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  • 1. Coordenao de Documentao em Histria da Cincia ARQUIVOS CIENTFICOS: referncias bibliogrficas Anos

2. ARQUIVOS CIENTFICOS: referncias bibliogrficas Rio de Janeiro setembro 2005 3. Museu de Astronomia e Cincias Afins - 2005 PRESIDENTE DA REPBLICA Luz Incio Lula da Silva MINISTRO DA CINCIA E TECNOLOGIA Srgio Rezende DIRETOR DO MUSEU DE ASTRONOMIA E CINCIAS AFINS Alfredo Tiomno Tolmasquim COORDENADORA DE DOCUMENTAO EM HISTRIA DA CINCIA Maria Celina Soares de Mello e Silva CHEFE DO SERVIO DE ARQUIVO DE HISTRIA DA CINCIA Renata Silva Borges FICHA CATALOGRFICA Arquivos cientficos: referncias bibliogrficas / A772 organizadora: Maria Celina Soares Mello e Silva . Rio de Janeiro : Museu de Astronomia e Cincias Afins, 2005. 39 p. 1. Arquivo cientfico - Bibliografia. I. Mello e Silva. Maria Celina Soares (org.) CDU 930.253(01) 4. SUMRIO Apresentao, 4 Ficha tcnica, 5 Introduo, 6 Referncias bibligrficas, 8 Referncias bibliogrficas na internet , 34 5. APRESENTAO com grande satisfao que o Museu de Astronomia e Cincias Afins (MCT/MAST), por meio da Coordenao de Documentao em Histria da Cincia, disponibiliza este novo instrumento de consulta para arquivistas e documentalistas. A iniciativa de fundamental importncia para o fazer arquivstico e para a reflexo sobre a preservao dos acervos cientficos em geral. Esta referncia bibliogrfica j nasce como a principal base de projetos de pesquisa e trabalhos institucionais em sua rea. O levantamento foi fruto do projeto de pesquisa institucional Arquivos cientficos: anlise da produo e da preservao dos registros da C&T no Rio de Janeiro, que se insere no contexto da misso do MAST de promover o conhecimento e a elaborao de instrumentos para o apoio s pesquisas e trabalhos tcnicos na rea da preservao de arquivos cientficos de interesse para a Histria da Cincia. Este levantamento, contendo 295 referncias, est disponvel na Internet como forma de tornar estes dados acessveis ao maior nmero de pessoas, bem como abre frente para ser constantemente atualizada e alimentada a partir da interao com seus usurios. O objetivo final, que impulsiona este trabalho desde seu incio, a possibilidade de incentivar a produo nacional de pesquisas e, em suma, valorizar e ampliar as discusses sobre preservao da documentao de C&T no Brasil. Alfredo Tiommo Tolmasquin Diretor do MAST 4 6. FICHA TCNICA: Coordenao Geral: Maria Celina Soares de Mello e Silva Levantamento bibliogrfico: Maria Celina Soares de Mello e Silva Vera Lcia da Asceno Rego Reviso da Referncia Bibliogrfica: Maria Lusa Rocha Melo Lcia Alves da Silva Lino Fabiano Cataldo de Azevedo Programao visual, editorao e capa: Luci Meri Guimares da Silva Agradecimentos: A Ana Maria de Almeida Camargo, que gentilmente permitiu consulta a sua biblioteca particular. A Maria Lusa Rocha Melo pela reviso bibliogrfica. 5 7. INTRODUO Os arquivos cientficos tm cada vez mais se tornado uma importante fonte de pesquisa para os historiadores da cincia. Este tema relativamente recente no Brasil, onde tem sido pouco explorado. Em pases como os Estados Unidos, Inglaterra, Frana e Austrlia, as discusses em torno da utilizao das fontes, e de seu tratamento e preservao, j produziram uma significativa bibliografia, assim como eventos onde o alvo dos debates foi os arquivos para a histria da cincia. A prpria definio de arquivos cientficos no muito clara. A bibliografia, ora apresentada, considera arquivo cientfico todas as fontes arquivsticas oriundas da prtica cientfica e tecnolgica, que permitem a verificao do crescimento e desenvolvimento das polticas e ensino cientfico, dos avanos das diferentes disciplinas e, tambm, da contribuio de cientistas para a sua rea de atuao. Os arquivos cientficos podem ser classificados em trs categorias: os arquivos de organismos de administrao de polticas e de fomento, que so os de instituies pblicas no nvel de Ministrios e agncias, apresentando caractersticas administrativas; arquivos de instituies de pesquisa e ensino, aqueles que tanto apresentam caractersticas administrativas, oriundas das funes administrativas da instituio, quanto os arquivos de laboratrios e de centros de pesquisa, oriundos da pesquisa propriamente dita (explorao, experimentao e teorizao); e arquivos pessoais de cientistas, formados pelos documentos produzidos e guardados pelo cientista no decorrer de sua vida. No Brasil, ainda pequena a produo de textos e de reflexes sobre os arquivos cientficos. Algumas iniciativas acadmicas tm produzido dissertaes e teses que abrangem o tema. Em outubro de 2003, o Museu de Astronomia e Cincias Afins e a Fundao Casa de Rui Barbosa realizaram o I Encontro de Arquivos Cientficos, um evento que teve um pblico em torno de cem profissionais, ainda tmido, porm muito significativo. Nessa ocasio foi iniciado o debate sobre a importncia da preservao dos arquivos cientficos, sobre os tratamentos adotados, e iniciativas isoladas de profissionais e instituies na preservao de seus acervos. Para incentivar e nortear as discusses e a reflexo sobre os arquivos cientficos, levando-se em considerao a pequena produo brasileira sobre o assunto, surgiu a necessidade de se levantar uma bibliografia que pudesse servir como referncia aos profissionais interessados em estudar o tema e buscar o conhecimento de experincia e de debates internacionais sobre os arquivos cientficos. O incio deste levantamento bibliogrfico tomou como base a bibliografia francofnica preparada por Odile Welfel do Centre National de Recherche Scientifique (CNRS) na Frana. Ela tambm produziu alguns artigos e relatrios com reflexes sobre o papel do arquivista num instituto de pesquisa cientfica e sobre a produo documental e seu uso para a histria da cincia. A partir dessa bibliografia inicial, foram adquiridos alguns peridicos especficos sobre arquivos cientficos, 6 8. sendo outros consultados, onde foi possvel a busca de referncias para a complementao da bibliografia. Em 2004, no mbito do projeto de pesquisa Arquivos cientficos: anlise da produo e da preservao dos registros da C&T no Rio de Janeiro, da Coordenao de Documentao em Histria da Cincia do MAST, o levantamento bibliogrfico passou a ser realizado como uma etapa da pesquisa, e com dedicao mais intensa. Foram realizadas consultas nas bibliotecas de algumas instituies do Rio de Janeiro, a saber: Arquivo Nacional, Fundao Getlio Vargas, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e Museu de Astronomia e Ciencias Afins. Outras fontes pesquisadas foram os ndices da revista canadense Archives, da Associao dos Arquivistas de Quebec, que produz ndices temticos com indicaes bibliogrficas. Por fim, o levantamento bibliogrfico realizado na internet permitiu no somente um acrscimo de referncias, como tambm o acesso a alguns artigos de peridicos e textos disponveis em pginas institucionais. Os critrios adotados para efeito deste levantamento bibliogrfico no incluram: bibliografia sobre arquivos de mapas e plantas, de arquitetura, de instrumentos de pesquisa como guias, inventrios, etc.; e biografias de cientistas ou histricos de instituies. As prioridades foram textos sobre questes que envolvem a organizao de arquivos nas reas cientficas, bem como arquivos de institutos de pesquisa e de laboratrios e, ainda, textos com reflexes sobre a importncia desses arquivos para a histria da cincia. Foram selecionadas as referencias nas lnguas estrageiras mais comumente faladas no Brasil: ingls, francs, espanhol e italiano. Ao final das referncias, esto as indicaes das bibliotecas onde elas podero ser consultadas. No entanto, vale ressaltar que algumas referncias no esto disponveis nas bibliotecas consultadas, porque so referncias citadas nos textos e artigos levantados, mas que optamos por acrescentar neste trabalho para divulgao da informao. Para finalizar, vale esclarecer que este levantamento no exaustivo. O objetivo que norteou este trabalho foi o de fornecer, ao arquivista e ao profissional que atua na prtica arquivstica, uma bibliografia bsica que d subsdios reflexo e ao estudo do tema. Para tal, optamos pela no publicao deste trabalho em papel, mas sim, coloc-lo disposio na internet, pgina do Museu de Astronomia e Cincias Afins (www.mast.br), para que o acesso seja amplo e gratuito. A inteno a de, posteriormente, ampliar este levantamento com o acrscimo de referncias de forma a atualiz-lo. Para tal, estaremos abertos ao recebimento de contribuies dos profissionais que tiverem conhecimento de outras referncias, ou que souberem indicar em qual biblioteca estes itens esto disponveis. Desta forma, poderemos fornecer a arquivistas e documentalistas uma bibliografia cada vez mais atualizada e pertinente. 7 9. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS 1. ALEGI, Gregory. Tra archivio e museo: le fonti per la storia dellAeronautica. In: GLI ARCHIVI PER LA STORIA DELLA SCIENZA E DELLA TECNICA, 1991, Desenzano del Garda. Atti... Rome: Ministero per I Beni Culturali ed Ambientali, Ufficio Centrale per I Beni Archivistici, 1995. p. 191-198. (Pubblicazioni degli Archivi di Stato; saggi 36). 2. ALOUFI, Zohar. Notes on appraisal of records belonging to the Agricultural Sector and their scientific use. International Council on Archives, n. 9, p. 41-42, 1986. 3. ANDERSON, Paul. G. Appraisal of the papers of biomedical scientists and physicians for medical archives. Bulletin of Medical Library Association, v. 4 n. 73, p. 338-344, Oct. 1985. 4. ANDERSON, Sonia. P. Archives of universities and scientific institutes in the United Kindon and United States. Janus, v. 3, p. 22-24, Apr. 1984. 5. ARCHIVES DE FRANCE (Dir.). Les archives personelles des scientifiques: classement et conservation. Paris: Archives Nationales, 1995. 97 p. 6. LA GAZETTE DES ARCHIVES. Paris, n. 179, 478p., 1997. 7. ARIAS, Victoria. Proyecto de la direccin de los archivos estatales de Espaa. In: GLI ARCHIVI PER LA STORIA DELLA SCIENZA E DELLA TECNICA, 1991, Desenzano del Garda. Atti... Rome: Ministero per I Beni Culturali ed Ambientali, Ufficio Centrale