Sociedade Pessoa Juridica

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  1. 1. Sociedade
  2. 2. Contrato de Sociedade Princpio da livre iniciativa: Estamos livres para aes econmicas e jurdicas, respeitando os limites entre o que a leiprobe e o que a lei determina. O Contrato de Sociedade se encontra no artigo 981 at 985 do cdigo civil.Este contrato um negocio plurilateral por meio do qual duas ou mais pessoas, naturais ou jurdicas, ajustamentre si a constituio de uma sociedade, que poder, ou no ter uma personalidade jurdica. Elementos do contrato de sociedade: Duas ou mais partes Acordo de Vontades Obrigaes Recprocas (Distingue-se da associao) Finalidade Econmica Partilha de resultados No a forma prescrita ou defesa em lei. A personalidade jurdica no umrequisito. Finalidade: Produo vantagem econmica que ser partilhada e apropriada entre os contratantes.
  3. 3. SociedadeSem personalidade Jurdica- Contrato de Sociedade (em sentido estrito)- Sociedade em comum- Sociedade em Conta de ParticipaoPersonificada- Sociedade Simples- Sociedade Simples ( em sentido estrito)- Sociedade em nome coletivo- Sociedade em comandita simples- Sociedade limitada- Sociedade cooperativa- Sociedade empresria- Sociedade em nome coletivo- Sociedade em comandita simples- Sociedade limitada- Sociedade annima- Sociedade em comandita por aes
  4. 4. Pessoas JurdicasCriadas por leiDireitoPblicoDireitoPrivadoExterno: Estados estrangeiros e todas as pessoas regidas peloDireito Internacional PblicoInterno- Unio- Estados e Distrito Federais- Muncipios- Autarquias- Demais entidades de carter pblico- Coletividades de Pessoas- Associaes- Sociedades- Coletividades de Bens: Fundaes- Simples- Empresariais
  5. 5. Conceito A sociedade em sentido amplo a unio de duas ou mais pessoas atravs de um contrato de sociedade(escrito ou oral), em que estas pessoas reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens ou servios,para o exerccio de atividade econmica e a partilha, entre si, dos resultado. A sociedade no personificada aquela que, embora constituda mediante instrumento escrito, noformalizou o arquivamento ou registro dos seus atos constitutivos. Assim, o contrato ou acordo temvalidade somente entre os scios, no tendo fora contra terceiros. As sociedades personificadas (arts. 997 a 1.101 do CC/2002) possuem personalidade jurdica, que adquirida com o registro, nos termos do art. 985 e do art. 1.150, ambos do CC/2002.
  6. 6. Art. 981. Celebram contrato de sociedade as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens ouservios, para o exerccio de atividade econmica e a partilha, entre si, dos resultados.Pargrafo nico. A atividade pode restringir-se realizao de um ou mais negcios determinados. Art. 982. Salvo as excees expressas, considera-se empresria a sociedade que tem por objeto o exerccio deatividade prpria de empresrio sujeito a registro (art. 967); e, simples, as demais.Pargrafo nico. Independentemente de seu objeto, considera-se empresria a sociedade por aes; e, simples, acooperativa. Art. 983. A sociedade empresria deve constituir-se segundo um dos tipos regulados nos arts. 1.039 a 1.092; asociedade simples pode constituir-se de conformidade com um desses tipos, e, no o fazendo, subordina-se snormas que lhe so prprias.Pargrafo nico. Ressalvam-se as disposies concernentes sociedade em conta de participao e cooperativa,bem como as constantes de leis especiais que, para o exerccio de certas atividades, imponham a constituio dasociedade segundo determinado tipo.
  7. 7. Art. 984. A sociedade que tenha por objeto o exerccio de atividade prpria de empresrio rural e sejaconstituda, ou transformada, de acordo com um dos tipos de sociedade empresria, pode, com asformalidades do art. 968, requerer inscrio no Registro Pblico de Empresas Mercantis da sua sede, casoem que, depois de inscrita, ficar equiparada, para todos os efeitos, sociedade empresria.Pargrafo nico. Embora j constituda a sociedade segundo um daqueles tipos, o pedido de inscrio sesubordinar, no que for aplicvel, s normas que regem a transformao. Art. 985. A sociedade adquire personalidade jurdica com a inscrio, no registro prprio e na forma da lei,dos seus atos constitutivos (arts. 45 e 1.150).
  8. 8. Ato ConstitutivoEstatuto SocialFundaes (Coletividade de bens)AssociaesSociedadesContrato Social S sociedades- Sociedades por aes- Sociedade Annimas- Sociedades em comandita poraes- Sociedades Cooperativas- Sociedades Simples Comum- Sociedade Em Nome Coletivo- Sociedade em Comandita Simples- Sociedade Limitada
  9. 9. No Personificadas Sociedade em comum Art. 986. Enquanto no inscritos os atos constitutivos, reger-se- a sociedade, exceto por aes emorganizao, pelo disposto neste Captulo, observadas, subsidiariamente e no que com ele forem compatveis,as normas da sociedade simples. Art. 987. Os scios, nas relaes entre si ou com terceiros, somente por escrito podem provar a existncia dasociedade, mas os terceiros podem prov-la de qualquer modo. Art. 988. Os bens e dvidas sociais constituem patrimnio especial, do qual os scios so titulares em comum. Art. 989. Os bens sociais respondem pelos atos de gesto praticados por qualquer dos scios, salvo pactoexpresso limitativo de poderes, que somente ter eficcia contra o terceiro que o conhea ou deva conhecer. Art. 990. Todos os scios respondem solidria e ilimitadamente pelas obrigaes sociais, excludo do benefciode ordem, previsto no art. 1.024, aquele que contratou pela sociedade.
  10. 10. Sociedade em Conta de Participao Art. 991. Na sociedade em conta de participao, a atividade constitutiva do objeto social exercidaunicamente pelo scio ostensivo, em seu nome individual e sob sua prpria e exclusiva responsabilidade,participando os demais dos resultados correspondentes.Pargrafo nico. Obriga-se perante terceiro to-somente o scio ostensivo; e, exclusivamente perante este, o scioparticipante, nos termos do contrato social. Art. 992. A constituio da sociedade em conta de participao independe de qualquer formalidade e podeprovar-se por todos os meios de direito. Art. 993. O contrato social produz efeito somente entre os scios, e a eventual inscrio de seu instrumento emqualquer registro no confere personalidade jurdica sociedade.Pargrafo nico. Sem prejuzo do direito de fiscalizar a gesto dos negcios sociais, o scio participante no podetomar parte nas relaes do scio ostensivo com terceiros, sob pena de responder solidariamente com este pelasobrigaes em que intervier.
  11. 11. Art. 994. A contribuio do scio participante constitui, com a do scio ostensivo, patrimnio especial, objetoda conta de participao relativa aos negcios sociais. 1o A especializao patrimonial somente produz efeitos em relao aos scios. 2o A falncia do scio ostensivo acarreta a dissoluo da sociedade e a liquidao da respectiva conta, cujo saldoconstituir crdito quirografrio. 3o Falindo o scio participante, o contrato social fica sujeito s normas que regulam os efeitos da falncia noscontratos bilaterais do falido. Art. 995. Salvo estipulao em contrrio, o scio ostensivo no pode admitir novo scio sem o consentimentoexpresso dos demais. Art. 996. Aplica-se sociedade em conta de participao, subsidiariamente e no que com ela for compatvel, odisposto para a sociedade simples, e a sua liquidao rege-se pelas normas relativas prestao de contas, naforma da lei processual.Pargrafo nico. Havendo mais de um scio ostensivo, as respectivas contas sero prestadas e julgadas no mesmoprocesso.
  12. 12. Personificadas Ato constitutivo Art. 997. A sociedade constitui-se mediante contrato escrito, particular ou pblico, que, alm de clusulasestipuladas pelas partes, mencionar:I - nome, nacionalidade, estado civil, profisso e residncia dos scios, se pessoas naturais, e a firma ou adenominao, nacionalidade e sede dos scios, se jurdicas;II - denominao, objeto, sede e prazo da sociedade;III - capital da sociedade, expresso em moeda corrente, podendo compreender qualquer espcie de bens,suscetveis de avaliao pecuniria;IV - a quota de cada scio no capital social, e o modo de realiz-la;V - as prestaes a que se obriga o scio, cuja contribuio consista em servios;VI - as pessoas naturais incumbidas da administrao da sociedade, e seus poderes e atribuies;VII - a participao de cada scio nos lucros e nas perdas;VIII - se os scios respondem, ou no, subsidiariamente, pelas obrigaes sociais.Pargrafo nico. ineficaz em relao a terceiros qualquer pacto separado, contrrio ao disposto no instrumentodo contrato.
  13. 13. Art. 998. Nos trinta dias subsequentes sua constituio, a sociedade dever requerer a inscrio do contratosocial no Registro Civil das Pessoas Jurdicas do local de sua sede. 1o O pedido de inscrio ser acompanhado do instrumento autenticado do contrato, e, se algum scio nelehouver sido representado por procurador, o da respectiva procurao, bem como, se for o caso, da prova deautorizao da autoridade competente. 2o Com todas as indicaes enumeradas no artigo antecedente, ser a inscrio tomada por termo no livro deregistro prprio, e obedecer a nmero de ordem contnua para todas as sociedades inscritas. Art. 999. As modificaes do contrato social, que tenham por objeto matria indicada no art. 997, dependem doconsentimento de todos os scios; as demais podem ser decididas por maioria absoluta de votos, se o contratono determinar a necessidade de deliberao unnime.Pargrafo nico. Qualquer modificao do contrato social ser averbada, cumprindo-se as formalidades previstasno artigo antecedente. Art. 1.000. A sociedade simples que instituir sucursal, filial ou agncia na circunscrio de outro Registro Civil dasPessoas Jurdicas, neste dever tambm inscrev-la, com a prova da inscrio originria.Pargrafo nico. Em qualquer caso, a constituio da sucursal, filial ou agncia dever ser averbada no RegistroCivil da respectiva sede.
  14. 14. Dos Direitos e Obrigaes dos Scios Art. 1.001. As obrigaes dos scios comeam imediatamente com o contrato, se este no fixar outra data,e terminam quando, liquidada a sociedade