Sebenta ccii -v1

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    18-Dec-2014

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Sebenta sobre ccvil

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<ul><li> 1. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRAndice1. COFRAGENS......................................................................................... 51.1 Reutilizaes ............................................................................................................. 61.2 Materiais em cofragens ............................................................................................ 71.3 Tipos de cofragens ................................................................................................... 81.4 Componentes .......................................................................................................... 101.5 Sequncia dos trabalhos ....................................................................................... 101.6 O que diz o Regulamento?..................................................................................... 141.7 Dimensionamento ................................................................................................... 162. PADIEIRAS .......................................................................................... 223. REDES DE PREDIAIS DE DISTRIBUIO DE GUA ....................... 314. DRENAGEM PREDIAL DE GUAS RESIDUAIS DOMSTICAS EPLUVIAIS .................................................................................................... 315. MOVIMENTO DE TERRAS .................................................................. 326. SISTEMAS DE CONTENO DE TERRAS........................................ 356.1 Taludes..................................................................................................................... 356.2 Contenes provisrias ......................................................................................... 366.3 Contenes definitivas........................................................................................... 397. FUNDAES ....................................................................................... 427.1 Tipos de fundaes ................................................................................................ 428. ALVENARIAS ...................................................................................... 549. COBERTURAS .................................................................................... 559.1 Coberturas inclinadas ............................................................................................ 559.2 Coberturas planas (i &lt; 8%)..................................................................................... 5510. PAVIMENTOS ...................................................................................... 631 Bom estudo... </li> <li> 2. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA10.1 Exigncias funcionais de revestimentos de piso ................................................ 6310.2 Classificao UPEC dos revestimentos/locais .................................................... 6510.3 Principais causas de anomalias em revestimentos de piso............................... 6811. BIBLIOGRAFIA ....................................................................................722 Bom estudo... </li> <li> 3. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRAndice de ilustraesIlustrao 1 Alterao da inclinao de um talude............................................................... 35Ilustrao 2 Revestimento de um talude.............................................................................. 36Ilustrao 3 Projeco de beto sobre um talude................................................................ 36Ilustrao 4 Sequncia construtiva de conteno em duas faces opostas.......................... 37Ilustrao 5 Sistema de conteno numa face com escoramento....................................... 37Ilustrao 6 Estacas prancha cravadas ............................................................................... 38Ilustrao 7 Esquema de parede de estacas tangentes ...................................................... 39Ilustrao 8 Esquema de parede de estacas secantes ....................................................... 39Ilustrao 9 Parede tipo Berlim" ......................................................................................... 40Ilustrao 10 Equipamento de realizao de paredes moldadas......................................... 40Ilustrao 11 Realizao de ancoragens em paredes moldadas, aps a escavao.......... 41Ilustrao 12 Muros pregados ............................................................................................. 41Ilustrao 13 Sapatas isoladas............................................................................................ 43Ilustrao 14 Sapatas contnuas.......................................................................................... 43Ilustrao 15 Ensoleiramento geral ..................................................................................... 43Ilustrao 16 Exemplo de sapatas isoladas. Colocao de beto de limpeza..................... 44Ilustrao 17 Exemplo de sapatas isoladas. Posicionamento da cofragem de acordo com a implantao, colocao da armadura, posicionamento da armadura do pilar ............... 45Ilustrao 18 Exemplo de sapatas isoladas. Betonagem e compactao .......................... 45Ilustrao 19 Ensoleiramento geral ..................................................................................... 46Ilustrao 20 Bate estacas .................................................................................................. 48Ilustrao 21 Nega............................................................................................................... 49Ilustrao 22 Limpeza da cabea das estacas .................................................................... 49Ilustrao 23 Preparao do macio de coroamento........................................................... 493 Bom estudo... </li> <li> 4. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRAIlustrao 24 Macio de coroamento ................................................................................... 50Ilustrao 25 Processo construtivo da estaca moldada com trado contnuo........................ 51Ilustrao 26 Equipamento empregue na execuo de estacas moldadas com trado contnuo ......................................................................................................................... 51Ilustrao 27 Equipamento usado na execuo de estacas moldadas com lamas bentonticas.................................................................................................................... 52Ilustrao 28 Cobertura plana tradicional acessvel para pees sem isolante trmico. 6.Acabamento, 5.Dessolidarizao, 3. e 4. Impermeabilizao, 2.Pendentes, 1. Suporte ....................................................................................................................................... 57Ilustrao 29 Cobertura plana tradicional acessvel para pees com isolante trmico. 5. Acabamento, 4. Argamassa armada, 3. Impermeabilizao, 2. Isolamento trmico, 1. Suporte........................................................................................................................... 58Ilustrao 30 Cobertura plana tradicional acessvel a veculos. 7. Pavimento, 6. Argamassa armada, 3. , 4. e 5.Impermeabilizao, 2. Pendentes, 1. Suporte.................................. 58Ilustrao 31 Cobertura plana tradicional no acessvel. 6. Acabamento, 5. Separador, 3. e 4.Impermeabilizao, 2. Pendentes, 1. Suporte............................................................. 58Ilustrao 32 Cobertura plana invertida acessvel. 8. Acabamento, 7. Separador, 6. Isolamento, 5. Separador, 3. e 4. Impermeabilizao, 2. Pendentes, 1. Suporte........... 59Ilustrao 33 Cobertura plana invertida no acessvel. 8. Acabamento, 7. Separador, 6. Isolamento, 5.Separador, 3. e 4. Impermeabilizao, 2. Pendentes, 1. Suporte............ 60Ilustrao 34 Cobertura plana invertida. Remate com elementos emergentes. 1.Sistema impermeabilizante, 2.Banda de reforo em ngulo (largura 0,48 m), 3.Membrana impermeabilizante no elemento emergente, 4.Acabamento final do elemento emergente / Chapa de remate.......................................................................................................... 60Ilustrao 35 Cobertura plana invertida. Juntas de dilatao. 1.Banda de reforo (largura 0,48 m, 2.Sistema impermeabilizante, 3.Perfil de junta, 4.Selagem elstica / Banda de reforo (largura 0,48 m), 5.Banda de reforo (largura 0,48 m). ...................................... 60Ilustrao 36 Cobertura plana invertida. Tubos de queda. 1.Sistema impermeabilizante, 2.Reforo, 3.Sada de gua............................................................................................ 61Ilustrao 37 Cobertura ajardinada. ..................................................................................... 624 Bom estudo... </li> <li> 5. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA1. CofragensSo poucas as pessoas que, ao verem uma pea de beto armado, pensam no molde quelhe deu a forma, porque no existe nela o mais pequeno vestgio de material lenhoso que aleve a recordar que, na sua execuo, interveio um carpinteiro de cofragens. Apenas otcnico se recordar da mo hbil do moldador daquela pea acabada, no trabalhofundamental do carpinteiro, a quem poucas vezes se reconhece mrito, mas que, contudo, alitem a sua obra mesmo que no final o que reste do seu trabalho seja apenas a forma.Actualmente, o carpinteiro de cofragens deve saber como se comporta mecanicamente obeto ao ser colocado no molde, j que desse conhecimento depender a escolha certa eadequada dimenso dos elementos que compem a cofragem, o desconhecimento de talmecnica pode provocar desastres irreparveis.O domnio da mecnica por parte do carpinteiro pode, obviamente, ser questionada peloleitor, e com razo, porque este domnio deveria ser exclusivo dos tcnicos responsveis pelaobra, com as qualificaes necessrias para o fazer. No entanto, habitualmente no seincluem planos de cofragens nas obras de beto armado, deixando essa responsabilidadenas mos do carpinteiro.Na tcnica das cofragens entram quase em partes iguais a cincia e a arte; a cincia, no quetoca ao dimensionamento dos elementos que compem a cofragem, ao comportamentoestrutural dos mesmos, a organizao dos trabalhos com vista facilidade de desmontagem,etc; a arte, est patente na execuo das diversas partes e o domnio da carpintaria aplicadas necessidades que aqui aparecem.No que respeita a este texto, como no somos artistas, mas tcnicos, apenas nosdebruaremos na cincia que est na base das cofragens, utilizando-a como fundamentopara o correcto dimensionamento, tendo sempre em conta a economia do processo, visto queas cofragens podem facilmente atingir elevadas percentagens do custo total do betoarmado.5 Bom estudo... </li> <li> 6. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA1.1 ReutilizaesDada a importncia da cofragem como elemento definidor da forma e acabamento da face depeas de beto armado, acrescida ainda da elevada incidncia que apresenta no custo finaldas peas executadas com este material, torna-se importante dedicar alguma ateno sreutilizaes.No estudo das cofragens para uma dada obra, devemos contemplar no s a economia e aresistncia mecnica, mas tambm a facilidade de montagem e desmontagem dos elementosque a constituem, quer no que respeita economia de mo-de-obra e rapidez de execuo,quer no que concerne sequncia das operaes de desmoldagem.As tcnicas que facilitam as operaes de montagem e desmontagem contribuem geralmentepara a menor depreciao dos elementos que constituem uma cofragem, resultando assimnum aumento das reutilizaes, factor este que, naturalmente, apresenta grande peso no querespeita diminuio dos custos finais do trabalho.O menor nmero de componentes diferentes num sistema de cofragens facilita o estudo doplaneamento das respectivas reutilizaes numa dada obra, estudo que importa sempre fazerpara que seja contnua e integral a permanncia em servio de todos, ou de quase todos osseus elementos. A cada elemento acabado de desmontar dever estar prevista uma idnticaou nova funo na constituio dos moldes correspondentes a outro troo do plano debetonagens, com o intervalo programado para a limpeza e eventuais reparaes e/outratamentos.A meta a atingir com o planeamento das reutilizaes ser pois: cumprindo os mnimosregulamentares quanto a tempo de presa de beto, que todos os componentes do sistema decofragem se encontrem em servio, sem se verificarem descontinuidade na betonagem porfalta de elementos disponveis, para a montagem dos moldes que a sequncia de trabalhosexige, ou, por outro lado, haja excesso desses elementos.Finalmente, o estudo dos elementos constituintes de um sistema de cofragem dever aindaatender facilidade de limpeza, de conservao, de armazenamento e de identificao detodos os seus componentes.6 Bom estudo... </li> <li> 7. INSTITUTO POLITCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA1.2 Materiais em cofragens1.2.1 BetoO beto pode ser utilizado em cofragens para concretizar estruturas...</li></ul>