3-¦ Semestre - PORTIFOLIO

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Portflio pedagogia terceiro semestre

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Objetivos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais Em seu livro Prtica Educativa, Antoni Zabala nos apresenta um interessante modelo de planejamento para que os professores e a escolas se utilizem. A verso original era de C. Coll. Trata-se da diviso dos objetivos do professor em 3 itens distintos: Objetivos Conceituais, Objetivos Procedimentais e Objetivos Atitudinais.Em linhas de regras, podemos definir:Objetivos Conceituais so aqueles que antigamente eram chamados de "matrias" ou "contedos", ou seja, elementos especficos dentro do saber daquela disciplina, como: O que constituio, como se inicia a Idade Mdia, o que uma Repblica, e assim por diante. Objetivos que em geral os professores sempre levam em conta em seu planejamento Objetivos Procedimentais so aqueles que esto relacionados a procedimentos, ou seja, aprender a fazer. No caso de Histria, por exemplo, temos a anlise de documentos, leitura de textos histricos, relacionar duas pocas histricas, a habilidade de compreender as estruturas de governos, de analisar criticamente uma situao, capacidade de se expressar com clareza, seja oralmente ou na escrita. Todos esses objetivos que devemos ter claros em mente na hora de preparar um currculo. Mesmo na escola tradicional muitos professores j pensavam em tais objetivos, a questo que,

devemos, segundo nossa nova ideia de escola, ter em mente que esses itens so to importantes quanto os primeiros, e no apenas "algo mais" ou "coisa desse professor em especial" Objetivos Atitudinais so o tipo mais complexo de objetivos. Uma vez que eles esto relacionados ao "ser" enquanto os conceituais so o "o que se aprende" e os procedimentais so "O que o aluno " ou seja, est relacionado ao conjunto de valores, atitudes, coisas interiorizadas em um nvel to intenso que fazem parte da personalidade do aluno. Esse tem engloba situaes como: Participao cidad democrtica, respeito s diferenas culturais, dedicao ao estudo, curiosidade, vontade de aprender, entre outros. Muitas vezes os professores usam essa parte de "Atitudinais" colocando em pauta apenas elementos como "prestar ateno na aula" "no conversar" ... certamente isso est relacionado a atitudes, entretanto devemos lembrar que Atitudinais no representa APENAS comportamentais, e sim interiorizaes que sero levadas para a vida toda.

Alguns verbos para auxiliar na elaborao do Plano de Ensino Anual.

JAQUELINE CHIAVINI DE ARAUJO FARIA 3 SEMESTREPEDAGOGIA - TURMA D UNIARARAS - ITAPEVA - SPIdentificarClassificarDescreverCompararConhecerExplicarRelacionarSituarLembrarAnalisarGeneralizarComentarInterpretarEsboarTirar conclusesIndicarEnumerarResumirReunirManejarConfeccionarUtilizarConstruirAplicarConceituarColetarRepresentarObservarExperimentarTestarElaborarSeriarSimularDemonstrarProvarJulgarArgumentarDeduzirInduzirReconstruirPlanejarComporLocalizarRespeitarApreciarPonderarAceitarPraticarSensibilizarAgirPerceberCooperar

Plano De AulaEscola: E.M Professora Maria Ceclia Guimares Disciplina: CinciasAno: 2 Turma: A Professora: Jaqueline Chiavini Capacidade Referencial: (Objetivo Especfico)Compreender a organizao funcional do meio ambiente, caracterizando os componentes da natureza e analisando a diferena entre seres vivos e seres no vivos.Objetivos Operacionais. (Objetivos Gerais)Conceituar meio ambiente;Distinguir os componentes da natureza;Analisar a diferena entre o ser vivo e o ser no-vivo;Contedos Conceituais E Atitudinais Associados:Conceituais: Meio Ambiente: o ar, a gua, o solo, a luz do sol, as plantas e os animais.Atitudinais: Interesse pelo conhecimento e pela compreenso dos contedos.

5. Conhecimentos Prvios:Informaes a respeito do ambiente em que o aluno vive.6. Procedimentos De Ensino:Projeo em vdeo do filme: "Natureza e Vida", que ser utilizado para iniciar a discusso sobre conceito de meio ambiente que cada aluno possui;Dividir a turma em 6 grupos, onde cada grupo ficar responsvel por abordar um dos componentes da natureza (ar, gua, solo, luz do sol, plantas e animais) explicando sua importncia na vida dos seres vivos.Desenhar o meio ambiente em que o aluno vive;Exposio de cartazes elaborados pelos alunos retratando os seres vivos e no vivos;Proposio de exerccio no livro didtico;Para encerrar ser feita uma reviso de tudo o que foi discutido e visto nesta aula;7. Recursos:Livro didtico, cartolina, piloto, lpis de cor, lpis, borracha, caderno, cola, figuras para ilustrar o cartaz e outros.

8. Avaliao:Ser realizada aps observar a coerncia entre as respostas dadas no exerccio e o que foi discutido em sala de aula; E a participao nas atividades propostas e os objetivos operacionais.9. Tempo Previsto:04 sesses h/a.10. Referncia:Noronha, Maria Eduarda E Soares, Maria Luza. Cincias 2 Ano. Ensino Fundamental. Ed. Bianca Glasner.

Didtica, Professor! Didtica!No processo ensino-aprendizagem, em qualquer contexto em que se esteja inserido, necessrio que se conhea as categorias que integram este processo como elementos fundamentais para um melhor aproveitamento da aprendizagem. A pedagogia, enquanto cincia especfica da educao vem, cada vez mais, perdendo sua dimenso de cincia e sua importncia nos procedimentos de sala de aula. Hoje, qualquer corrente da cincia prope-se a emitir opinies sobre questes especficas da prtica pedaggica. No processo de facilitao da aquisio do conhecimento bsico o manejo adequado da forma e/ou dos procedimentos utilizados na transformao do saber. necessrio ter clareza sobre o contexto terico do qual partimos, j que, no mundo moderno, os educadores, de uma forma geral, vm brincando com o processo ensino-aprendizagem, usando tcnicas de forma errada ou mal compreendidas. Assim, um professor de matemtica, que teve toda sua formao voltada para a cincia matemtica, coloca-se na posio de profundo conhecedor de tcnicas de transmisso de conhecimentos, sem se preocupar com a verdadeira funo de fazer com que os alunos aprendam. Citamos a matemtica como exemplo, mas outros campos da cincia poderiam servir como modelo. Pode ser que quem esteja lendo este texto h de dizer: " - Mas o professor de matemtica, assim como os professores de todas as matrias, devem ter tido a matria de Didtica no seu curso de licenciatura." verdade. S que acreditamos que o curso ministrado a eles, exercido por um professor de Didtica que, ele mesmo, no se preocupa com ela na sala de aula, no momento de transmisso de conhecimentos. Para sustentar tal afirmao convocamos os alunos e ex-alunos da matria de Didtica para testemunharem sobre a qualidade da maioria destas aulas. E a realidade nos mostra que, para piorar a situao, normalmente so os piores professores. So aqueles que esto comeando a lecionar. Como se a Didtica fosse uma matria menor. Ou seja, uma matria para principiantes da profisso de professor na rea de Educao. Historicamente o professor, como detentor de um inegvel poder, aprendeu a responsabilizar seus alunos pelo fracasso do processo de ensino/aprendizagem. Nesta condio, quando o aluno no aprende, a culpa sempre do aluno, nunca do professor que sbio e autoridade na matria lecionada. Ns, educadores de uma forma geral, aceitamos a ideia de que a responsabilidade da aprendizagem da turma nunca do professor. Se um grupo de alunos no obtm rendimento satisfatrio porque so relapsos e no estudaram o suficiente para serem aprovados. Existem casos em que a metade da turma reprovada e isso encarado com toda a naturalidade pela comunidade escolar. Quando muito, dizem que o professor que reprova muitos alunos "duro". Alguns professores sentem-se, inclusive, orgulhosos desta condio. Neste sentido, no mais o professor que detm a responsabilidade profissional de fazer com que o aluno, objeto de seu trabalho, aprenda. Ao contrrio, o aluno que passa a ter a responsabilidade de aprender. Resumindo: se o aluno aprende, isto se deve, de fato, a competncia do professor; se o aluno no aprende, o professor continua atestando sua competncia, porque ele ensinou mas os alunos no aprenderam. Isto perpassa pela conscincia dos professores, de uma maneira geral. O esprito de corpo do professorado no permite sequer pensar de maneira diferente. No conseguimos perceber nem mesmo que esta nossa fundamental tarefa profissional. Ou seja, fazer com que os alunos aprendam. O trabalho do educador consiste em transmitir conhecimentos de maneira eficaz, assim como o mdico tem por tarefa resolver o problema de sade de seu cliente. A profisso de educador, neste sentido, perde totalmente sua seriedade e responsabilidade profissional. O professor no se apercebe da responsabilidade pelo resultado de seu trabalho, enquanto em outras profisses ela absoluta e no se pode pensar de maneira diferente. No caso da medicina, o mdico no pode sequer admitir o erro de diagnstico. O de tratamento, ento, nem pensar. Na engenharia a dimenso da responsabilidade a mesma. J imaginaram um engenheiro projetar sem pensar nos resultados de seu trabalho? Lembrem-se do resultado de uma ao irresponsvel de um engenheiro no caso dos edifcios Palace I e II, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. E assim para o arquiteto, para o advogado, para o qumico, para o farmacutico, para o dentista, para o pintor de paredes, para o motorista do nibus, para a empregada domstica, para o datilgrafo, para o..., mas no para o professor. Para este, o sentimento predominante uma espcie de aprendeu, aprendeu; no aprendeu... Azar. A educao talvez seja a nica atividade profissional em que o trabalhador pode no se preocupar com a responsabilidade pelo resultado de seu trabalho.A educao talvez seja a nica atividade profissional em que o trabalhador pode no se preocupar com a responsabilidade pelo resultado de seu trabalho. No caso da educao, isto um problema a mais para o usurio (aluno!). Ou seja, os usurios (alunos) de uma tcnica especfica, exercida por profissionais (professores) que deveriam ter se preparado para execut-la, so exatamente os responsabilizados pelo fracasso dela. Enfatizamos apenas