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Apostila de M Manutenção 2012 ETE

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  • ________________MONTAGEM E MANUTENO DE MICRO

    1 Professor: Raul Salustiano

    Sumrio APRESENTAO .............................................................................................. 8 Introduo A Eletricidade ............................................................................... 9 Energia Eltrica ............................................................................................. 10 Corrente Eltrica ........................................................................................... 10 Tomadas ........................................................................................................ 11 Novo Padro De Tomadas Do Brasil ............................................................. 11 Verificando As Instalaes Eltricas .............................................................. 12 Padro Antigo De Tomadas. .......................................................................... 13 Instalaes Eltricas- Padro 2011 P2+ T ..................................................... 13 Energia Eletrosttica ..................................................................................... 15 Tenso alternada e contnua. ....................................................................... 15 SISTEMA DE PROTEO ................................................................................ 16 Filtro de linha ................................................................................................ 16 Estabilizadores de tenso ............................................................................. 16 Mdulos isoladores ....................................................................................... 17 No-breaks ...................................................................................................... 17 Tipos de No-breaks: ...................................................................................... 17 No-break off-line ........................................................................................... 17 No-break on-line ........................................................................................... 17 Tenso do Equipamento (capacidade) .......................................................... 17 FONTES DE ALIMENTAO ........................................................................... 18 AT-Advanced Tecnology ................................................................................ 19 ATX -Advanced Technology Extended .......................................................... 20 EPS 12 v ......................................................................................................... 20 Fonte SFX ...................................................................................................... 21 Conector ATX ................................................................................................ 21 Q demonstrativo da tenso dos fios da fonte ATX. ...................................... 21 TIPOS DE CONECTORES ................................................................................. 21 Potncia Das Fontes De Alimentao ........................................................... 23 Consumo Maximo Por Hardware .................................................................. 26 Exerccio de fixao: ...................................................................................... 27 Gabinetes ...................................................................................................... 28 Mini Torre, .................................................................................................. 28

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    2 Professor: Raul Salustiano

    Torre ............................................................................................................ 29 SFF ............................................................................................................ 29 Como escolher um Gabinete Adequado ....................................................... 29 Aquecimento ................................................................................................. 29 Placa me ...................................................................................................... 30 Placa AT e ATX ............................................................................................... 31 Placa ATX ....................................................................................................... 32 Placa LPX ....................................................................................................... 32 Placa Me- Barramentos ............................................................................... 33 Slots De Expanso Ou Barramentos .............................................................. 33 Barramento ISA (Industry Standard Architecture) ........................................ 33 Barr. PCI (Peripheral Component Interconnect) ........................................... 33 Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended) ............ 34 Barramento AGP (Accelerated GraphicsPort) ............................................... 34 Barramentos AMR, CNR e ACR...................................................................... 37 TIPOS DE TECNOLOGIAS ................................................................................ 38 Padro ATA- Tecnologia ................................................................................ 38 Padro IDE- ATA ............................................................................................ 39 Tecnologia DMA ............................................................................................ 39 Limitaes. .................................................................................................... 40 O Que SCSI .................................................................................................. 40 Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI ......................................................... 41 SATA ............................................................................................................ 42 Velocidade do padro SATA e Evoluo ....................................................... 42 TIPOS DE DVD ................................................................................................ 44 DVD-ROM ...................................................................................................... 45 DVD-RAM ...................................................................................................... 45 Blu-Ray .......................................................................................................... 45 BARRAMENTO USB UNIVERSAL SERIAL BUS. ............................................. 46 Vantagens do padro USB............................................................................. 47 USB 1.1 e USB 2.0 .......................................................................................... 48 USB 3.0 .......................................................................................................... 48 USB A ............................................................................................................ 48 USB Micro-B .................................................................................................. 49

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    3 Professor: Raul Salustiano

    FIREWIRE ....................................................................................................... 49 BLUETOOTH .................................................................................................. 50 PROCESSADOR .............................................................................................. 51 Barramentos ................................................................................................. 52 Clock interno e clock externo........................................................................ 53 Bits dos processadores.................................................................................. 54 Memria Cache ............................................................................................. 55 Processadores com dois ou mais ncleos ..................................................... 56 Silcio ............................................................................................................ 58 Diferena de Clock ........................................................................................ 58 Encapsulamento dos processadores ............................................................. 59 Processadores AMD ...................................................................................... 61 Proc. AMD Phenom X4 utilizam o soquete AM2+: ....................................... 61 Nomes cdigo dos ncleos ........................................................................... 62 Primeiros Processadores ............................................................................... 63 Fator Multiplicao ....................................................................................... 63 Processador K5 .............................................................................................. 63 Processador K6 .............................................................................................. 64 Processador K6-2 .......................................................................................... 64 Processador Athlon ....................................................................................... 64 Processador Duron ........................................................................................ 65 Processador Sempron ................................................................................... 66 PROCESSADORES ATHLON 64 E ATHLON 64 FX ............................................ 66 Athlon 64 ....................................................................................................... 67 Athlon 64 X2 .................................................................................................. 67 Athlon 64 FX .................................................................................................. 67 Processador Turion 64 .................................................................................. 67 Opteron ......................................................................................................... 68 Opteron (130nm SOI) .................................................................................... 68 Opteron (90 nm SOI) ..................................................................................... 68 Tabela sobre o Athlon 64 .............................................................................. 68 3.1.1.1Tabela sobre o Athlon 64 FX .............................................................. 69 Processadores AMD Phenom II .................................................................. 69 PROCESSADORES INTEL................................................................................. 69

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    4 Professor: Raul Salustiano

    Pentium ....................................................................................................... 69 Pentium II .................................................................................................... 70 Celeron .......................................................................................................... 71 Pentium III .................................................................................................. 72 Pentium 4 .................................................................................................... 73 Pentium M .................................................................................................. 75 Pentium D ................................................................................................... 75 Core ............................................................................................................ 76 Core 2 ............................................................................................................ 76 Modelos para Desktop: ................................................................................. 76 Core 2 Duo .................................................................................................... 76 Core 2 Quad .................................................................................................. 76 Core 2 Extreme.............................................................................................. 76 Core 2 Solo .................................................................................................... 77 Core 2 Duo .................................................................................................... 77 Core Extreme ................................................................................................ 77 Xeon ............................................................................................................ 77 Itanium 2 ....................................................................................................... 77 Core i3 ........................................................................................................... 77 Dois modelos disponveis do i3 ..................................................................... 79 Core i5 ........................................................................................................... 79 O que e para que serve a tecnologia Turbo Boost? ................................... 80 Core i7 ........................................................................................................... 81 Intel HD Boost. .............................................................................................. 81 Intel QPI......................................................................................................... 82 Desempenho ................................................................................................. 83 Caractersticas e funcionamento dos HDs ................................................... 83 Componentes de um HD ............................................................................... 84 Gravao e leitura de dados ......................................................................... 86 HDs externos ................................................................................................ 88 Nova Tecnologia de HD's .............................................................................. 88 O que SSD? ................................................................................................. 88 Cooler Hbrido Silencioso- ............................................................................. 91 Cooler para Pentium IV LGA (775) ................................................................ 91

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    5 Professor: Raul Salustiano

    Cooler para Socket 754/939/940 .................................................................. 91 Tipos de Memria ......................................................................................... 91 Memria ROM .............................................................................................. 91 PROM ............................................................................................................ 92 EPROM .......................................................................................................... 92 EEPROMs ....................................................................................................... 92 Flash ROM ..................................................................................................... 92 EAROM .......................................................................................................... 92 Memria Cache ............................................................................................. 93 Operao ....................................................................................................... 93 Princpio da localidade de referncia............................................................ 93 Tipos de memria cache ............................................................................... 94 Ausncia de contedo na cache - CACHE MISS ............................................ 94 Cache em nveis ............................................................................................ 94 Cache L1 ........................................................................................................ 94 Cache L2 ........................................................................................................ 95 Cache L3 ........................................................................................................ 95 Princpio da localidade de referncia............................................................ 96 Memria RAM ............................................................................................... 96 Tipos de Tecnologia de Memraia RAM ....................................................... 97 SDR ............................................................................................................ 97 DDR1 ............................................................................................................ 98 Dual-Channel ................................................................................................. 98 DDR2 ............................................................................................................ 99 DDR3 ............................................................................................................ 99 Viso Geral .................................................................................................. 100 Diferena Fsica das DDRs. ......................................................................... 101 RIMM .......................................................................................................... 101 Tecnologia da Memria RAM ..................................................................... 101 EDO (Extended Data Output): ..................................................................... 101 Perifricos externos .................................................................................... 102 Teclado ........................................................................................................ 102 Tipos de Conexo ........................................................................................ 102 Mouse ......................................................................................................... 103

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    6 Professor: Raul Salustiano

    Placa de vdeo ............................................................................................. 104 Monitor de vdeo ........................................................................................ 105 Conector VGA (Video Graphics Array) ........................................................ 106 Conector DVI (Digital Vdeo Interface) ........................................................ 107 Setup da Placa Me. .................................................................................... 108 Sistemas Operacionais ................................................................................ 109 Ms-DOS ....................................................................................................... 109 Comando do Ms-DOS .................................................................................. 110 Sistemas De Arquivos .................................................................................. 112 Sistema FAT ................................................................................................. 112 Sistema NTFS ............................................................................................... 113 Windows 95 .............................................................................................. 114 Windows 98 .............................................................................................. 115 Windows ME (Millenium Edition) ........................................................... 115 Windows NT ............................................................................................. 115 Windows 2000.......................................................................................... 116 Windows XP ............................................................................................. 116 Windows 2003 Server .............................................................................. 117 Windows Vista .......................................................................................... 117 Windows 7 ............................................................................................... 118 Windows 7 Starter ...................................................................................... 118 Windows 7 Home Basic ............................................................................... 119 Windows 7 Home Premium ........................................................................ 119 Windows 7 Professional .............................................................................. 119 Windows 7 Enterprise* ............................................................................... 120 Windows 7 Ultimate ................................................................................... 120 Windows 8 ................................................................................................ 121 Linux .......................................................................................................... 122 Ubuntu ........................................................................................................ 123 O que o Ubuntu? ...................................................................................... 123 Instalando o Windows XP ......................................................................... 123 Instalao do Windows 7 ......................................................................... 128 Instalao do Ubuntu 10.10 ........................................................................ 137 Antivrus ...................................................................................................... 145

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    7 Professor: Raul Salustiano

    Tipos de Antivrus ........................................................................................ 145 Alguns de tipos de Vrus. ............................................................................. 146 Vrus de Boot ............................................................................................... 146 Time Bomb .................................................................................................. 146 Minhocas, worm ou vermes. ...................................................................... 146 Trojans ou cavalos de Tria......................................................................... 146 Hijackers ...................................................................................................... 148 Vrus no Orkut ............................................................................................. 148 Estado Zumbi .............................................................................................. 149 Vrus de Macro ............................................................................................ 149 Novos meios ................................................................................................ 149 SPLOG .......................................................................................................... 150 Detectando, prevenindo e combatendo os vrus. ...................................... 150 Antivrus ...................................................................................................... 150 Firewall Pessoal ........................................................................................... 151 Anti-espies (antispywares) ........................................................................ 151 Engenharia social ........................................................................................ 152 Dinheiro em forma de bits. ......................................................................... 152 Homenagem ...................................................... Erro! Indicador no definido. Steven Paul Jobs. ............................................... Erro! Indicador no definido.

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    8 Professor: Raul Salustiano

    APRESENTAO Bem-Vindo ao Guia do Usurio, este guia contm informaes sobre como manusear corretamente equipamentos (Hardware) e instalao de Software.

    Montagem e Manuteno de Micro.

    Neste curso voc vai aprender como manusear equipamento de um computador e como fazer manutenes preventivas de equipamentos e software, alm conhecer o mundo da informtica e como cada Hardware funcionar e cada software. Temos a plena convico que esse guia ser til na ampliao de seu conhecimento, portanto no se limite s a este material. Esperamos que voc continue o aprendizado na certeza de saber que a informtica no para de avanar.

    .

    EDITOR/AUTOR E PROGRAMAO VISUAL DE Raul Salustiano

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    9 Professor: Raul Salustiano

    Introduo A Eletricidade

    Para que voc instale corretamente os computadores e perifricos rede eltrica, importante que conhea um pouco mais sobre este assunto. Em primeiro ligar, a unidade de medida utilizada para averiguar os nveis de tenso das redes eltricas o volt - representado pela letra "V" como no Brasil podemos encontrar cidades cuja rede alimentada com 11OV - como a maioria das cidades brasileiras, por exemplo - e outras cuja alimentao de 220V, o primeiro item a ser checado antes de ligar qualquer equipamento na o nada se a chave da fonte de alimentao (normalmente esta chave fica localizada prxima ao cabo de alimentao) est selecionada para a tenso da rede onde ele ser ligado. Ou, caso o equipamento no possua tal chave, voc deve checar no manual do mesmo se ele poder ou no ser ligado em sua rede.

    Alm disso, as tomadas eltricas que voc encontrar normalmente em casas e escritrios apresentam dois fios: FASE e NEUTRO. A princpio todo computador que for ligado a esta tomada deve funcionar sem maiores problemas. Sendo que os principais fabricantes de microcomputadores, como a HP, DELL, IBM, etc. exigem que seus equipamentos sejam ligados a tomadas eltricas com um terceiro fio, chamado de TERRA. A funo desse fio dar proteo contra eletrosttica, choques eltricos e interferncias. Se voc deseja conhecer maiores detalhes de como deve ser feito um bom aterramento, consulte a norma NBR 5410 da ABNT. No comeo, um computador era construdo em um prdio, com quilmetros de cabos e fios, queimando dezenas e dezenas de vlvulas eletrnicas por hora. Isso mesmo, o primeiro computador conhecido como MARK I usava vlvulas e prodigiosamente fazia somente as quatro operaes matemticas (soma, subtrao, multiplicao e diviso). Ao longo do tempo a eletrnica avanou, desenvolveu-se e encolheu ao mesmo tempo. Com isso, os computadores foram tornando-se cada vez menores e mais rpidos e funcionais. At que, num dado momento, a IBM e a Microsoft se uniram e deram incio ao projeto que nos levaria onde estamos hoje. Computadores apelidados de Handhelds enchem os olhos dos aficionados por tecnologia

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    10 Professor: Raul Salustiano

    com seus tamanhos reduzidos e a alta capacidade de processamento. Processadores novos e cada vez mais rpidos so pesquisados e lanados a cada ms, fazendo com que a linha do tempo da evoluo dos recursos de informtica fique cada vez mais estreita. O que novidade hoje se torna obsoleto em questo de meses. Por isso mesmo acaba sendo um desafio escrever uma apostila ou um livro sobre Hardware. Por mais atualizada que a literatura esteja, no dia seguinte ao seu lanamento, novas tecnologias surgem, novos modelos de processador, memria, disco rgido, etc. so lanados. Sendo assim, torna-se fundamental para voc que est comeando a fazer parte desse universo, ter a conscincia de manter-se sempre atualizado, seja por meio de cursos, palestras, livros, revistas, Internet, etc. Como no mercado de trabalho voc ter contato no s com novas tecnologias, mas tambm com tecnologias obsoletas e ainda em funcionamento, voc aprender no decorrer dessa apostila, tanto tecnologias mais antigas, como tambm o que h de mais moderno nesse fabuloso mundo da informtica.

    Energia Eltrica

    A energia eltrica pode ser definida como a capacidade de trabalho de uma corrente eltrica. Como toda Energia, a energia eltrica a propriedade de um sistema eltrico que permite a realizao de trabalho. Ela obtida atravs de vrias formas. O que chamamos de eletricidade pode ser entendido como Energia Eltrica se, no fenmeno descrito a eletricidade realiza trabalho por meio de cargas eltricas. A energia eltrica pode ser um subproduto de outras formas de Energia, como a mecnica e a qumica. Atravs de turbinas e geradores podemos transformar estas formas de energia em eletricidade.

    Corrente Eltrica

    Corrente eltrica, entender este conceito facilita o entendimento de muitos fenmenos da natureza. A corrente eltrica, e a eletricidade propriamente dita, esto presentes a todo tempo ao nosso redor e at em ns mesmos.

    Podemos citar vrios exemplos:

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    11 Professor: Raul Salustiano

    Na natureza: o relmpago, uma grande descarga eltrica produzida quando se forma uma enorme tenso entre duas regies da atmosfera. No corpo humano: impulsos eltricos do olho para o crebro. Nas clulas da retina existem substncias qumicas que so sensveis luz, quando uma imagem se forma na retina estas substncias produzem impulsos eltricos que so transmitidos ao crebro.

    Alm destes exemplos, podemos identificar vrios aparelhos e utenslios em nossa casa que foram construdos a partir do domnio da eletricidade: o ferro de passar roupas, o chuveiro, a lmpada e muitos outros. Para entendermos o funcionamento destes aparelhos vamos definir o conceito de corrente eltrica. Se um condutor ligado aos polos do gerador os eltrons do polo negativo se movimentam ordenadamente para o polo positivo, esse movimento ordenado dos eltrons denominada corrente eltrica.

    Tomadas

    Uma tomada eltrica o ponto de conexo que fornece a eletricidade principal a um plugue macho conectado a ela. As mais comuns tm dois terminais, utilizados em circuitos monofsicos ou bifsicos, um para a fase e outro para o neutro (no caso de monofsico) ou um para cada fase (no caso de bifsico), e algumas tambm tm um terceiro, denominado "ligao de terra" ou simplesmente "terra". Existem tambm outras tomadas com mais terminais, de 3 (corrente trifsica), 4 ou mais, normalmente para uso na indstria.

    Novo Padro De Tomadas Do Brasil

    Desde 1 de janeiro de 2010, a NBR 14136 (baseada na norma internacional IEC 60906-1) o padro oficial de tomadas no Brasil. A venda de outros tipos de tomada proibida pelo Inmetro desde esta data. O padro foi escolhido por ser mais seguro e por contar com o condutor terra. H o modelo apropriado para aparelhos que necessitem de corrente at 10A e at 20A, funcionando no segundo modelo, ambos os tipos

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    12 Professor: Raul Salustiano

    de aparelhos.[1] Os aparelhos eletrnicos e eletrodomsticos produzidos atualmente e certificados pelos Inmetro devem sair de fbrica com o novo modelo de tomadas. Ainda existe muita reclamao quanto adaptao ao novo padro de tomadas, por este ser mais caro e pela dificuldade de encontrar adaptadores para aparelhos no antigo padro. Alm disso, h confuso sobre qual dos pinos laterais o neutro e qual a fase (alguns desenhos no informam a perspectiva, ou se so do plugue ou da tomada).

    Verificando As Instalaes Eltricas

    A pergunta : sua rede eltrica est dentro das normas corretas? Tem duvidas? Quer fazer o teste? Ento vamos l.

    Para podermos fazer um simples teste precisaremos de uma chave teste de fase ou um Multmetro, veja se sua tomada igual a imagem abaixo. Se for, est tudo bem; agora veja se os fios esto ligados nos seus devidos lugares (sem precisar abrir a caixa de tomada), faa este teste colocando a ponta metlica da chave teste dentro do local destinado fase da rede, que deve acender uma pequena luz de cor laranja.

    Este teste para voc saber se seu computador est ligado de acordo com os padres FNT (Fase, Neutro e Terra). Com esse pequeno teste voc fica sabendo se os componentes de segurana da sua fonte esto funcionando. Saiba que metades dos componentes eltricos de uma boa fonte servem apenas como itens de segurana eltrica e se estes fios fase e neutro estiverem invertidos, os componentes no tm aplicao nenhuma. Apenas o teste de aterramento no pode ser feito. Para esse teste chame um eletricista profissional. E vale lembrar que o fio terra em um PC de extrema importncia.

    Forma correta de instalao de uma tomada para computador ou qualquer equipamento eletrnico. Modelo antigo esta tomada no so mais utilizadas para a venda no estabelecimento.

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    Padro Antigo De Tomadas.

    Instalaes Eltricas- Padro 2011 P2+ T

    A rede eltrica deve obedecer s normas de segurana, pois uma rede bem instalada assegura um perfeito funcionamento de todos os circuitos internos da impressora e do microcomputador, principalmente as protees e filtros e a no observncia das instrues dadas por este documento, isentar o Fabricante e suas representadas na garantia dada a seus equipamentos e na responsabilidade do mau funcionamento da impressora e dos dispositivos a ela conectada.

    Padro da Tomada Eltrica:

    Tomada eltrica padro 2P+T

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    14 Professor: Raul Salustiano

    Instalao Eltrica

    recomendvel ter um circuito eltrico independente, separado dos equipamentos que provocam quedas e distrbios na energia, do tipo motores, ventiladores, ar-condicionado, geladeiras, freezer e semelhantes. recomendvel a utilizao de estabilizadores ou No-Break, tomando o cuidado de ligar a impressora e o micro a qual est conectada sempre no mesmo lado da instalao eltrica, ou seja, se o micro estiver conectado ao No-Break, ligar a impressora tambm. No utilizar o Neutro como Terra e no uni-los prximos aos equipamentos. A unio do Terra e o Neutro deve ser conforme prevista em Norma, sendo perto da entrada da rede da concessionria.

    Consulte um tcnico eletricista para instalar e atestar que sua rede eltrica e seu aterramento estejam conforme a norma vigente da ABNT.

    Quadro Eltrico

    Este padro muda totalmente o modo de instalao eltrica da tomadas, tem que se fica bem atento na hora de instalar uma tomada deste modelo novo e

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    15 Professor: Raul Salustiano

    do antigo tambm para no inverter as polaridades da rede, e isto pode levar a queimar de equipamentos.

    Energia Eletrosttica

    A eletricidade esttica a carga eltrica num corpo cujos tomos apresentam um desequilbrio em sua neutralidade. O ramo da fsica que estuda os efeitos da eletricidade esttica a Eletrosttica.

    O fenmeno da eletricidade esttica ocorre quando a quantidade de eltrons gera cargas positivas ou negativas em relao carga eltrica dos ncleos dos tomos. Quando existe um excesso de eltrons em relao aos prtons, diz-se que o corpo est carregado negativamente. Quando existem menos eltrons que prtons, o corpo est carregado positivamente. Se o nmero total de prtons e eltrons equivalente, o corpo est num estado eletricamente neutro. Existem muitas formas de "produzir" eletricidade esttica, uma delas friccionar (esfregar) certos corpos, por exemplo, o basto de mbar, para produzir o fenmeno da eletrizao por frico, tambm carpete, l etc..

    Ento quando for se trabalhar com equipamento eletrnico sempre tomar a mxima ateno e usar equipamento que evite problemas futuros com queima de Memoria RAM e outros tipos de placas.

    Equipamento recomendado.

    Pulseira eletrosttica

    Tenso alternada e contnua.

    Uma corrente eltrica nada mais que um fluxo de eltrons (partculas que carregam energia) passando por um fio, algo como a gua que circula dentro de uma mangueira. Se os eltrons se movimentam num nico sentido, essa corrente chamada de contnua. Se eles mudam de direo constantemente, estamos falando de uma corrente alternada.

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    16 Professor: Raul Salustiano

    A Energia que chega s residncias e domiclios uma Tenso Alternada, pois a uma grande variao em sua voltagem, pois bem sabemos que a energia que chega varia de 110 v a 220v, na regio Sudeste do Brasil 110 v e na Regio Nordestes 220 v, mas ela no disponibilizar os 110 v e 220 v especificado ela fica alternando os 110 v para 117 v ou ate mesmo com 100 v isto em condies normais de uso que pode ate fica acima dos 117 ou muito abaixo dos 110 v, e tambm acontece variao com os 220 v que podem ate chega a 230 v ou cair para 190 v isto tudo vai varia das condies do dia a dia.

    A Tenso Contnua diferente da Tenso Alternada com diz j no seu nome, porque a Tenso Contnua ela disponibilizar aos aparelhos a quantidade especifica que ele precisa para funcionar. Exemplo a fonte de alimentao ela responsvel em transformar tenso Alternada em Contnua para que os componentes do computador no sofram atenuaes de frequncia em seu funcionamento, pois para um componente eletrnico uma pequena diminuio ou um aumento de carga pode leva a queimar dele.

    SISTEMA DE PROTEO So acessrios e equipamentos utilizados para proteger os computadores de eventuais rudos, picos e quedas de energia da rede eltrica. Exemplo:

    Filtro de linha

    Proteger seu micro contra picos de energia e rudos na linha

    Estabilizadores de tenso

    Este dispositivo protege os seus equipamentos contra interferncia e variaes nos nveis de tenso da rede eltrica.

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    17 Professor: Raul Salustiano

    Mdulos isoladores

    Os mdulos so bem parecidos com os estabilizadores, mas ele no tem o fio terra externo com os estabilizadores e sim j acoplado no seu prprio sistema eletrnico.

    No-breaks

    So equipamentos que evitam que o computador seja desligado quando faltar energia, ele tem uma bateria interna que armazenar energia para ser utilizada nestas situaes.

    Tipos de No-breaks:

    Existem dois tipos de no-breaks os off-line e os Online.

    No-break off-line

    Nesse no-break, a alimentao de entrada fornecida diretamente sada do equipamento e ao retificador/ carregador. Quando h uma falha no fornecimento de energia, um circuito comutador far o chaveamento do circuito de sada, que deixar de receber a energia diretamente da entrada, passando a receber alimentao proveniente da bateria.

    No-break on-line

    Nesse no-break, a alimentao de entrada alimenta diretamente ao retificador/carregador; o mesmo carrega a bateria continuamente e esta fornece energia para o inversor, que ir disponibilizar a alimentao ao circuito de sada. Quando h uma falha no fornecimento de energia, no h chaveamento, porque a carga est sendo alimentada continuamente pela bateria.

    Tenso do Equipamento (capacidade)

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    18 Professor: Raul Salustiano

    Antes de voc comprar um estabilizador, procure fazer um somatrio do consumo dos aparelhos que sero ligados a ele para que voc opte por um modelo que possa suportar este consumo total segue uma tabela de consumo de alguns equipamentos.

    Equipamentos Consumo

    Monitor de Vdeo de 14 ou 15 100 VA

    Micro padro PC 200 VA

    Impressora Jato de Tinta 100 VA

    Impressora Matricial 200 VA

    Esta tabela no apenas serve para um estabilizador mais tambm para todos os equipamentos que fazem a mesma operao tipo No-break, Mdulos Isoladores etc. Lembrando que no mercado na maioria das lojas de suplemento para informtica voc vai encontra Estabilizadores E Mdulos Isoladores com capacidade de 300 VA e isto muito pouco com voc ver acima na tabela ento se preocupe tambm com este equipamento, pois um bom equipamento vai dura mais e manter seu computador em segurana, porque se voc utilizar um equipamento com baixa potncia voc correr um serio risco deste equipamento queimar ou fica desligando diariamente por causa de potncia baixa.

    Obs.: Comprar um equipamento pelo menos com 600 VA de potncia, mesmo que voc no var utilizar, mas bem melhor ter folga do que trabalhar forado.

    FONTES DE ALIMENTAO A fonte de alimentao o dispositivo responsvel por fornecer energia eltrica aos componentes de um computador. Portanto, um tipo de equipamento que deve ser escolhido e manipulado com

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    19 Professor: Raul Salustiano

    cuidado, afinal, qualquer equvoco pode resultar em provimento inadequado de eletricidade ou em danos mquina.

    Elas convertem os 220 v e 110 v da rede eltrica convencional (corrente alternada) para a (corrente contnua), usada pelos componentes eletrnicos do computador, sendo assim gerado 12 v, 5v, e 3.3v, -5v, -12 v.

    As fontes de alimentao so compostas internamente com vrios conjuntos de fios e conectores (chicotes) que alimentaro com energia eltrica, a placa me e os perifricos internos:

    Ex: HDs, leitor de carto, drive CD\DVD dentre outros.

    Existem dois tipos de fontes, mas conhecida no mercado que AT- e ATX.

    AT-

    Advanced Tecnology

    Possui cabo de energia da placa me separado em 2 partes, nele voc deve juntar as duas pontas pretas e liga-las a placa me. Possui cabos de energia para serem ligados os leds. mais usada em computadores mais antigos por atingirem voltagens menores

    P8 e P9 Boto Ligar.

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    20 Professor: Raul Salustiano

    Cores do fio do conector AT.

    ATX -Advanced Technology Extended

    Cabo de energia principal inseparvel. No possui os cabos dos leds. Atinge voltagens muito maiores do que as das fontes AT e usada na grande maioria dos computadores atuais.

    EPS 12 v

    EPS12V definido em SSI, e usado principalmente por SMP / multi-core sistemas como o Core 2, Core i7, Xeon e Opteron. Ele tem um conector de 24 pinos principais (o mesmo que ATX12V v2.x), um conector de 8 pinos secundrio, e um conector de 4 pinos opcional tercirio. Em vez de incluir o cabo extra, fabricantes fornecemos muitos pode implementar o conector de 8 pinos como dois combinveis 4 pinos conectores para garantir a compatibilidade com placas-me ATX12V.

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    Fonte SFX

    Mesma Nomenclatura Interna, mas na parte externa bem diferente ela menor e utilizada apenas em gabinetes SFF.

    Conector ATX

    Existem dois modelos de conector ATX o ATX 20 pinos que foi lanado no ano de 1996 junto com lanamento da fonte ATX, e o atual que de 24 pinos que foi lanado nas correes da fonte ATX em fevereiro de 2003 e chamou de ATX 12 v 24 pinos.

    Mas antes disto teve vrias mudana na fonte ATX no lanamento Pentium 4. Ao projetar o Pentium 4 de plataforma em 1999/2000, o padro de 20 pinos ATX conector de alimentao foi considerada inadequada para suprir o aumento requisitos de carga eltrica. Assim, foi significativamente ATX revisto em ATX12V 1.0 padro ( por isso que s vezes ATX12V-1.x imprecisamente chamado ATX-P4). ATX12V-1.x tambm foi adotada por Athlon XP e sistemas Athlon 64. E continuou tendo alteraes na arquitetura interna da fonte para que ele suprisse as necessidades dos computadores atuais que esto cada dia mais rpido precisam de potncia para trabalhar.

    Quadro demonstrativo da tenso dos fios da fonte ATX.

    TIPOS DE

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    CONECTORES

    Conector ATX- conecta-se a placa me.

    Floppy- Para drive de disquete.

    P4- alimentador auxiliar do processador e o Chipset. (Potncia extra)obs.: s se encontra na fonte ATX

    Conector ATA - um padro utilizado para ligar drive de CD\DVD ou HDS, mais atualmente no mais utilizado est sendo substitudo pelo padro SATA.

    Conector SATA um novo padro de conector que esta substituindo o padro ATA, ele utilizado em drive de CD\DVD E HDS. obs.: s se encontra na fonte ATX

    Conector ATA x SATA A diferena entre os dois a seguinte que os antigos conectores ATA so compostos por 4 pares de fios so eles:Vermelho, preto, preto e amarelo.

    Conector SATA composto em sua entrada vindo da fonte pela mesma composio mais na sua extremidade De sada diferente,

    composta por 15 pinos para

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    fornecimento de energia.

    Existe um adaptador no mercado que faz a combinao do padro ATA para o SATA.

    Conector P4

    Conector P8 parecido com P4 da fonte ATX Tendo a mesma

    utilidade do P4.

    POTNCIA DAS FONTES DE ALIMENTAO

    As pessoas compram um computador por muitas vezes pela sua capacidade de armazenamento, sua velocidade e at compram tambm uma placa de Vdeo, mais se esquecem de algo bem importante que sem ela o computador no funcionar e se for de m qualidade o computador pode funcionar de formar prejudicial, e isto pode levar a queima dos equipamentos:

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    24 Professor: Raul Salustiano

    Esse o aspecto deveria ser mais considerado por qualquer pessoa na hora de comprar uma fonte. E deve ser mesmo. Se adquirir uma fonte com potncia mais baixa que a que seu computador necessita, vrios problemas podem acontecer como desligamento repentino da mquina ou reinicializaes constantes. O ideal optar por uma fonte que oferea certa "folga" neste aspecto. Mas escolher uma requer alguns cuidados. O principal problema est no fato de que algumas fontes, principalmente as de baixo custo, nem sempre oferecem toda a potncia que descrita em seu rtulo. Por exemplo, uma fonte de alimentao pode ter em sua descrio 500 W (Watts) de potncia, mas em condies normais de uso pode oferecer no mximo 400 W. Acontece que o fabricante pode ter atingindo a capacidade de 500 W em testes laboratoriais com temperaturas abaixo das que so encontradas dentro do computador ou ter informado esse nmero com base em clculos duvidosos, por exemplo. Por isso, no ato da compra, importante se informar sobre a potncia real da fonte. Para isso, necessrio fazer um clculo que considera alguns aspectos, sendo o mais importante deles o conceito de potncia combinada. Antes de compreendermos o que isso significa, vamos entender o seguinte: como voc j viu, no que se refere s fontes ATX, temos as seguintes sadas: +3,3 V, +5 V, +12 V, -5 V e -12 V. H mais uma chamada de +5 VSB (standby). O fabricante deve informar, para cada uma dessas sadas, o seu respectivo valor de corrente, que medido em ampres (A). A definio da potncia de cada sada ento calculada multiplicando o valor em volts pelo nmero de ampres. Por exemplo, se a sada de +5 V tem 30 A, basta fazer 5x30, que igual a 150.

    A partir da, resta fazer esse clculo para todas as sadas e somar todos os resultados para conhecer a potncia total da fonte, certo? Errado! Esse, alis, um dos clculos duvidosos que alguns fabricantes usam para "maquiar" a potncia de suas fontes.

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    Para facilitar na compreenso, vamos partir para um exemplo. Vamos considerar uma fonte cujo rtulo informa o seguinte:

    TENSES +3,3 V +5 V +12 V - 12 V + 5 VSB

    CARGA 28 A 30 A 22 A 0,6 A 3 A

    POTENCIA COMBINADA 92,4 W 150 W 264 W 7,2 W 15 W

    550 W

    Esta fonte em seu rotulo descrever as seguintes potncia de forma.

    +3,3 V +5 V +12 V - 12 V + 5 VSB

    Esto corretas e cada uma dela com a sua carga, em todas as fontes voc ir encontrar esta potncia se voc no encontra j sabe que esta fonte esta fora de padro. Lembre o que vai mudar em cada fonte a carga disponibilizada em cada potncia. Mais voltando ao exemplo acima a fonte diz que a sua potncia mxima de 550 W, mas quando fazemos os clculos acabamos de descobrir que ela no dar a potncia descrita e sim menos do que deveria. Para descobrir e ela disponibilizar a potncia descrita o calculo bem simples voc multiplicar cada tenso pela sua carga descrita abaixo e depois soma os resultados encontrado, com uma observao para voc descobrir a potncia combinada voc tem que eliminar o menor valor entre o + 3,3 v,+ 5 v . Lembre que nem sempre o + 3,3v vai ser menor o seu valor. Ento qual o valor desta fonte: 436,2 W Ela uma fonte Nominal, porque no dar exatamente o valor descrito em seu rotulo, se ela desce o valor do seu rotulo ou pelo menos 540 W ou mais que 550 W ela seria uma fonte valor Real.

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    CONSUMO MAXIMO POR HARDWARE Conhecer o consumo de cada equipamento importante na hora de comprar

    uma fonte, porque voc no vai fica preocupado se comprar uma fonte com potncia baixa ou muito alta. Qual a potncia adequada para esta configurao: R: Uma fonte de 400W, porque vai fica uma folga de 140W, porque este 140W no vo fica sempre sobrando e sim quando a fonte comear aquecer este 140W vai ser utilizado para dar potncia fonte na hora de pico para ela manter a potncia para os componentes funcionarem. Protees das Fontes

    Curto-circuito (SCP- Short circuitprotection); Sobrecarga de potncia (OPP Over powerprotection); Sobrecarga (OLP- Ofensivelandprotector); Sobrecarga de corrente (OCP Over currentprotection); Superaquecimento (OTP- Over TemperatureProtection); Carga vazia (NLO over no load).

    Dessas protees, apenas a proteo contra curto circuito obrigatria e est disponvel em todas as fontes de alimentao.

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    Exerccio de fixao:

    1- O que energia esttica? ________________________________________________________________________________________________________________________________

    2- Cite os tipos de Fontes de Alimentao. ________________________________________________________________

    3- O que so sistema de proteo? E der exemplos.________________________ ________________________________________________________________________________________________________________________________

    4- Cite alguns tipos de conectores das fontes de alimentao. ________________________________________________________________________________________________________________________________

    5- Cite as cores e a potncia de cada fio da fonte de alimentao. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    6- Faa o seguinte calculo e diga se esta fonte Nominal ou Real.

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    GABINETES O gabinete, torre de computador ou caixa de computador (no confundir com CPU), uma caixa, normalmente de metal, que aloja o computador. Existem vrios padres de gabinete no mercado, sendo que os mais comuns so AT e ATX. O formato do gabinete deve ser escolhido de acordo com o tipo de placa-me.

    Existem alguns tipos de Modelos de Gabinete:

    Desktop/Horizontal/Slim Mini-Torre Torre SFF Horizontal/Slim.

    Os Gabinetes Utilizados na Horizontal, ou sobre a mesa com o Monitor em Cima do Gabinete.

    Mini Torre,

    utilizado na forma vertical ou em cima ou em baixo da mesa, e na sua composio tem apenas duas entradas para Drive de CD/DVD na parte do Gabinete.

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    Torre

    Possui as mesmas caractersticas do mini-torre, mas tem uma altura maior e mais espao para instalao de novos perifricos. Muito usado em servidores de rede e com placas que requerem uma melhor refrigerao.

    SFF

    o acrnimo de Small Form Factor, ou seja um gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na horizontal ou na vertical, mas no pode ser considerado um mini torre nem gabinete(deitado). Utiliza fonte de alimentao padro SFX.

    Como escolher um Gabinete Adequado

    Com o aumento da velocidade dos dispositivos mais novos, como processadores discos rgidos etc. Deu origem a um problema o aquecimento dos componentes. Por isso escolha bem um gabinete.

    Aquecimento

    Muitas vezes os computadores comeam a travar e no se sabe o motivo, mas o motivo bem simples falta de ventilao interna, causada pelo tamanho do gabinete ou o acumulo de poeira com a quantidade de Hardware adicionada como placas de vdeo, som e outras.

    Quantidade de hardware a mais do que o necessrio para as situaes normais.

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    Para se usar esta configurao precisa-se de um gabinete com o um tamanho adequado.

    PLACA ME o circuito impresso central de um computador pessoal, onde fica a maior parte dos componentes cruciais do sistema e conectores para perifricos. Este componente tambm pode ser interpretado como a "espinha dorsal" do computador, afinal, ele que interliga todos os dispositivos do equipamento. Para isso, a placa-me (ou, em ingls, motherboard) possui vrios tipos de conectores.

    O processador instalado em seu socket, o HD ligado nas portas IDE ou SATA, a placa de vdeo pode ser conectada nos slots AGP 8x ou PCI-Express 16x e as outras placas (placa de som, placa de rede, etc) podem ser encaixadas nos slots PCI ou, mais recentemente, em entradas PCI Express (essa tecnologia no serve apenas para conectar placas de vdeo). Ainda h o conector da fonte, os encaixes das memrias, enfim.

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    Todas as placas-me e possuem BIOS (Basic Input Output System). Trata-se de um pequeno software de controle armazenado em um chip de memria ROM que guarda configuraes do hardware e informaes referentes data e hora. Para manter as configuraes do BIOS, em geral, uma bateria de nquel-cdmio ou ltio utilizada. Dessa forma, mesmo com o computador desligado, possvel manter o relgio do sistema ativo, assim como as configuraes de hardware.

    A imagem acima mostra um exemplo de placa-me. Em A ficam os conectores para o mouse, para o teclado, para o udio, etc. Em B, o slot onde o processador deve ser encaixado. Em C ficam os slots onde os pentes de memria so inseridos. D mostra um conector IDE. Em E possvel ser os conectores SATA. Por fim, F mostra os slots de expanso (onde pode-se adicionar placas de som, placas de rede, entre outros), com destaque para o slot PCI Express 16x (azul) para o encaixe da placa de vdeo.

    Tipo de Placa de Me.

    Placa AT a sigla para Advanced Tecnology. Trata-se de um tipo de placa-me j antiga. Seu uso foi constante de 1983 at 1996. Um dos fatores que contriburam para que o padro AT deixasse de ser usado (e o ATX fosse criado), o espao interno reduzido, que com a instalao dos vrios cabos do computador (flat cable, alimentao), dificultavam a circulao de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes mquina devido ao superaquecimento. Isso exigia grande habilidade do tcnico montador para aproveitar o espao disponvel da melhor maneira.

    Placa AT e ATX

    Modelo de transio entre o AT e o ATX, uma vez que as duas tecnologias so encontradas simultaneamente. Esta uma estratgia criada pelos

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    fabricantes para obterem maior flexibilidade comercial.

    Placa ATX

    a sigla para (Advanced Technology Extended). Pelo nome, possvel notar que se trata do padro AT aperfeioado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padro AT (citados anteriormente), o padro apresenta uma srie de melhorias em relao ao anterior.

    Placa BTX

    um formato de placa-me criado pela Intel e lanado em 2003 para substituir o formato ATX. O objetivo do BTX foi aperfeioar o desempenho do sistema e melhorar a ventilao interna. Atualmente, o desenvolvimento desse padro est parado.

    Placa LPX

    Formato de placa-me usado por alguns PCs "de marca" como, por exemplo, Compaq. Seu principal diferencial no ter slots. Os slots esto localizados em uma placa a parte, tambm chamada "backplane", que encaixada placa-me atravs de um conector especial. Seu tamanho padro de 22 cm x 33 cm. Existe ainda um padro menor, chamado Mini LPX, que mede 25,4 cm x 21,8 cm.

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    Placa Me- Barramentos

    Slots De Expanso Ou Barramentos

    basicamente uma via de comunicao entre os perifricos e a placa me. Esta comunicao pode ser feita atravs de slots (conectores onde as placas so encaixadas) como ISA, PCI, AGP e PCI Express ou atravs de conectores que ficam na prpria placa me, como USB etc.

    Durante anos os computadores sofreram grande mudana na sua parte fsica e logica, e com isto os barramentos das Placas Me mudaram drasticamente para que as velocidades nos clculos fossem eficazes.

    Barramento ISA (Industry Standard Architecture)

    Este foi o primeiro barramento de expanso a surgir e operava a 8 bits, devido ao barramento de dados utilizado pelos processadores da poca que tambm eram de 8 bits. O barramento ISA um padro no mais utilizado, sendo encontrado apenas em computadores antigos. Seu aparecimento se deu na poca do IBM PC e essa primeira verso trabalha com transferncia de 8 bits por vez e clock de 8,33 MHz (na verdade, antes do surgimento do IBM PC-XT, essa valor era de 4,77 MHz).

    Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect)

    Desenvolvido pela Intel para substituir os barramentos mais antigos, est presente em todas as placas me atual e no depende do tipo de processador utilizado, funcionando inclusive em plataformas no PC, como POWERMAC. O

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    34 Professor: Raul Salustiano

    barramento PCI surgiu no incio de 1990 pelas mos da Intel. Suas principais caractersticas so a capacidade de transferir dados a 32 bits e clock de 33 MHz, especificaes estas que tornaram o padro capaz de transmitir dados a uma taxa de at 132 MB por segundo.

    Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended)

    Muita gente confunde o barramento PCI-X

    com o padro PCI Express (mostrado mais abaixo), mas ambos so diferentes. O PCI-X nada mais do que uma evoluo do PCI de 64 bits, sendo compatvel com as especificaes anteriores. A verso PCI-X 1.0 capaz de operar nas frequncias de 100 MHz e 133 MHz. Neste ltimo, o padro pode atingir a taxa de transferncia de dados de 1.064 MB por segundo. O PCI-X 2.0, por sua vez, pode trabalhar tambm com as frequncias de 266 MHz e 533 MHz.

    Barramento AGP (Accelerated GraphicsPort)

    Se antes os computadores se limitavam a exibir apenas caracteres em telas escuras, hoje eles so capazes de exibir e criar imagens em altssima qualidade. Mas, isso tem um preo: quanto mais evoluda for uma aplicao grfica, em geral, mais dados ela consumir. Para lidar com o volume crescente de dados gerados pelos processadores grficos, a Intel anunciou em meados de 1996 o padro AGP, cujo slot serve exclusivamente s placas de vdeo. A primeira verso do AGP (chamada de AGP 1.0) trabalha a 32 bits e tem clock de 66 MHz, o que equivale a uma taxa de transferncia de dados de at 266 MB por segundo, mas na verdade, pode chegar ao valor de 532 MB por segundo. Explica-se: o AGP 1.0 pode funcionar no modo 1x ou 2x. Com 1x, um dado por pulso de clock transferido. Com 2x, so dois dados por pulso de clock.

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    35 Professor: Raul Salustiano

    Em meados de 1998, a Intel lanou o AGP 2.0, cujos diferenciais esto na possibilidade de trabalhar tambm com o novo modo de operao 4x (oferecendo uma taxa de transferncia de 1.066 MB por segundo) e alimentao eltrica de 1,5 V (o AGP 1.0 funciona com 3,3 V). Algum tempo depois surgiu o AGP 3.0, que conta com a capacidade de trabalhar com alimentao eltrica de 0,8 V e modo de operao de 8x, correspondendo a uma taxa de transferncia de 2.133 MB por segundo. Alm da alta taxa de transferncia de dados, o padro AGP tambm oferece outras vantagens. Uma delas o fato de sempre poder operar em sua mxima capacidade, j que no h outro dispositivo no barramento que possar, de alguma forma, interferir na comunicao entre a placa de vdeo e o processador (lembre-se que o AGP compatvel apenas com placas de vdeo). O AGP tambm permite que a placa de vdeo faa uso de parte da memria RAM do computador como um incremento de sua prpria memria, um recurso chamado Direct Memory Execute.

    Barramento PCI Express

    O padro PCI Express (ou PCIe ou, ainda, PCI-EX) foi concebido pela Intel em 2004 e se destaca por substituir, ao mesmo tempo, os barramentos PCI e AGP. Isso acontece porque o PCI Express est disponvel em vrios

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    36 Professor: Raul Salustiano

    segmentos: 1x, 2x, 4x, 8x e 16x (h tambm o de 32x, mas at o fechamento deste artigo, este no estava em uso pela indstria). Quanto maior esse nmero, maior a taxa de transferncia de dados. Como mostra a imagem abaixo, esse diviso tambm reflete no tamanho dos slots PCI Express:

    O PCI Express 16x, por exemplo, capaz de trabalhar com taxa de transferncia de cerca de 4 GB por segundo, caracterstica que o faz ser utilizado por placas de vdeo, um dos dispositivos que mais geram dados em um computador. O PCI Express 1x, mesmo sendo o mais "fraco", capaz de alcanar uma taxa de transferncia de cerca de 250 MB por segundo, um valor suficiente para boa parte dos dispositivos mais simples. Com o lanamento do PCI Express 2.0, que aconteceu no incio de 2007, as taxas de transferncia da tecnologia praticamente dobraram.

    A Intel uma das grandes precursoras de inovaes tecnolgicas. No incio de 2001, em um evento prprio, a empresa mostrou a necessidade de criao de uma tecnologia capaz de substituir o padro PCI: tratava-se do 3GIO (ThirdGeneration I/O - 3a gerao de Entrada e Sada). Em agosto desse mesmo ano, um grupo de empresas chamado de PCI-SIG (composto por companhias como IBM, AMD e Microsoft) aprovou as primeiras especificaes do 3GIO. Entre os quesitos levantados nessas especificaes, esto os que se seguem: suporte ao barramento PCI, possibilidade de uso de mais de uma lanes, suporte a outros tipos de conexo de plataformas, melhor gerenciamento de energia, maior proteo contra erros, entre outros.

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    37 Professor: Raul Salustiano

    A tecnologia PCI Express conta com um recurso que permite o uso de uma ou

    mais conexes seriais, isto , "caminhos" (tambm chamados de lanes) para transferncia de dados. Se um determinado dispositivo usa um caminho, ento diz que este utiliza o barramento PCI Express 1X. Se utiliza 4 conexes, sua denominao PCI Express 4X e assim por diante. Cada lane pode ser bidirecional, ou seja, pode receber e enviar dados. Cada conexo usada no PCI Express trabalha com 8 bits por vez, sendo 4 bits em cada direo. A frequncia usada de 2,5 GHz, mas esse valor pode variar. Assim sendo, o PCI Express 1X consegue trabalhar com taxas de cerca 250 MB por segundo, um valor bem mais alto que os 132 MB do padro PCI. Atualmente, o padro PCI Express trabalha com at 16X, o equivalente a 4000 MB por segundo. Possivelmente, com o passar do tempo, esse limite aumentar. J se sabe inclusive que a implementao de um barramento com 32 bits possvel. A tabela ao lado mostra os valores das taxas do PCI Express comparadas s taxas do padro AGP:

    Barramentos AMR, CNR e ACR.

    Os padres AMR (Audio Modem Riser), CNR (Communications and Network Riser) e ACR (Advanced Communications Riser) so diferentes

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    38 Professor: Raul Salustiano

    entre si, mas compartilham da ideia de permitir a conexo placa-me de dispositivos HostSignal Processing (HSP), isto , dispositivos cujo controle feito pelo processador do computador. Para isso, o chipset da placa-me precisa ser compatvel. Em geral, esses slots so usados por placas que exigem pouco processamento, como placas de som, placas de rede ou placas de modem simples.

    O slot AMR foi desenvolvido para ser usado especialmente para funes de modem e udio. Seu projeto foi liderado pela Intel. Para ser usado, o chipset da placa-me precisava contar com os circuitos AC'97 e MC'97 (udio e modem, respectivamente). Se comparado aos padres vistos at agora, o slot AMR muito pequeno:

    Estes barramentos so bem parecidos mais no iguais e no ficam juntos na placa me um fica perto do Slot AGPo CNR e AMR fica no rodap da Placa Me, agora o ACR ele bem parecido com Slot PCI.

    Em relao ao ACR, trata-se de um padro cujo desenvolvimento tem como principal nome a AMD. Seu foco principal so as comunicaes de rede e USB. Esse tipo foi por algum tempo comum de ser encontrado em Placas-me da Asus e seu slot extremamente parecido com um encaixe PCI, com a diferena de ser posicionado de forma contrria na placa-me, ou seja, uma espcie de "PCI invertido".

    TIPOS DE TECNOLOGIAS

    Padro ATA- Tecnologia

    Um acrnimo para a expresso inglesa Advanced Technology Attachment, um padro para interligar dispositivos de armazenamento, como

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    39 Professor: Raul Salustiano

    discos rgidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais. A evoluo do padro fez com que se reunissem em si vrias tecnologias antecessoras, como:

    (E)IDE - (Extended) Integrated Drive Electronics ATAPI - Advanced Technology Attachment Packet Interface UDMA - Ultra DMA

    Com a introduo do Serial ATA em 2003, o padro ATA original foi retroativamente renomeado para Parallel ATA (ATA Paralelo, ou PATA). Este padro apenas suporta cabos at 19 polegadas (450 mm), embora possam ser adquiridos cabos de maior comprimento, e a forma menos dispendiosa e mais comum para este efeito.

    Padro IDE- ATA

    Embora o standard tenha tido a designao ATA desde sempre, o mercado inicial divulgou a tecnologia como IDE (e sucessora E-IDE). Embora estas designaes fossem meramente comerciais e no standards oficiais, estes termos aparecem muita s vezes ao mesmo tempo: IDE e ATA. O termo Integrated Drive Electronics (IDE) refere-se no somente definio do conector e interface, mas tambm ao fato do controlador estar integrado no drive, no estando separado na/ou ligado placa-me. Com a introduo do Serial ATA em 2003, esta configurao foi retroativamente renomeada para Parallel ATA (ou PATA, ATA Paralelo) referindo-se ao mtodo como os dados eram transferidos pelos cabos desta interface.

    Tecnologia DMA

    A evoluo do acesso PIO para o DMA marcou uma nova transio no processamento de CPUs mais rpidos, j que o mtodo obrigava ao CPU a ler

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    40 Professor: Raul Salustiano

    aswords individualmente, muito problemtico quando o acesso se fazia a endereos fora da memria cache. Esta era a principal razo do fraco desempenho do ATA face ao SCSI ou outros interfaces. Assim, o DMA (e o sucessor Ultra DMA ou UDMA) reduziam drasticamente o consumo de CPU necessrio para operaes de leitura ou escrita nos discos, permitindo transferncias de dados diretas entre o dispositivo e a memria, evitando sobrecarregar o CPU.

    Limitaes.

    O ATA foi progressivamente esbarrando em limite da quantidade de dados que podia transferir. No entanto, a maioria seria suplantada por solues de novos sistemas de endereamento e tcnicas de programao. Algumas destas barreiras incluem: 504 MB, 8 GB, 32 GB e 137 GB. Vrias outras barreiras resultavam da m concepo de drivers e camadas de entrada/sada nos sistemas operacionais. Inclusive, as barreiras enunciadas surgiram devido a fracas implementaes da BIOS, o que se compreende j que a evoluo dos discos entre o intervalo 1GB e 8GB se dava de forma muito lenta, pelo que era razovel pensar-se que esse limite no seria excedido durante o tempo de vida da controladora.

    O Que SCSI

    SCSI sigla para Small Computer System Interface. Trata-se de uma tecnologia criada para acelerar a taxa de transferncia de dados entre dispositivos de um computador, desde que tais perifricos sejam compatveis com a tecnologia. O padro SCSI muito utilizado para conexes de HD (disco rgido), scanners, impressoras, CD-ROM ou qualquer outro dispositivo que necessite de alta transferncia de dados.

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    Funcionamento do SCSI

    Para funcionar no computador, o SCSI precisa de um dispositivo conhecido como "host adapter". Esse aparelho quem realiza a conexo com o computador e pode utilizar dois modos de transmisso: normal e diferenciado. O primeiro utiliza apenas um condutor para transmitir o sinal, enquanto o segundo utiliza dois. No modo diferenciado, um condutor transmite o sinal original e o outro transmite o sinal inverso. Isso evita erros causados por interferncia.

    possvel conectar at 15 perifricos numa nica implementao SCSI. Cada um recebe um bit que o identifica (ID SCSI). No entanto, a comunicao somente possvel entre dois dispositivos ao mesmo tempo. Isso porque necessrio que um dispositivo inicie a comunicao (iniciador ou emissor) e outro a receba (destinatrio).

    Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI

    possvel encontrar adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI. Ambos permitem uma velocidade maior no barramento (de 5 a 10 MHz). No entanto, o Wide SCSI usa um cabo adicional de 16 ou 32 bits de largura para enviar dados, o que permite o dobro ou qudruplo da velocidade, respectivamente. J o Narrow SCSI usa somente 8 bits de largura. A tabela abaixo mostra o comparativo entre esses adaptadores:

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    42 Professor: Raul Salustiano

    SATA

    O padro SATA uma tecnologia para discos rgidos, unidades pticas e outros dispositivos de armazenamento de dados que surgiu no mercado no ano 2000 para substituir a tradicional interface PATA (Paralell ATA ou somente ATA ou, ainda, IDE).

    O nome de ambas as tecnologias j indica a principal diferena entre elas:

    Velocidade do padro SATA e Evoluo

    A primeira verso do SATA trabalha com taxa mxima de transferncia de dados de 150 MB por segundo (MB/s). Essa verso recebeu os seguintes nomes: SATA 150, SATA 1.0, SATA 1,5 Gbps (1,5 gigabits por segundo) ou, simplesmente, SATA I.

    No demorou muito para surgir uma verso denominada SATA II (ou SATA 3Gbps - na verdade, SATA 2,4 Gbps -, ou SATA 2.0, ou SATA 300) cuja principal caracterstica a velocidade de transmisso de dados a 300 MB/s, o dobro do SATA I. Alguns discos rgidos que utilizam essa especificao contam com um jumper que limita a velocidade do dispositivo para 150 MB/s, uma medida aplicada para fazer com que esses HDs funcionem em placa-me que suportam apenas o SATA I. necessrio fazer uma observao quanto ao aspecto de velocidade: na prtica, dificilmente os valores mencionados (150 MB e 300 MB) so alcanados. Essas taxas indicam a capacidade mxima de transmisso de dados entre o HD e sua controladora (presente na placa-me), mas dificilmente so usadas em sua totalidade, j que isso depende de uma combinao de fatores, como contedo da memria, processamento, tecnologias aplicadas no disco rgido, etc.

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    H outra ressalva importante a ser feita: a entidade que controla o padro SATA (formada por um grupo de fabricantes e empresas relacionadas) chama-se, atualmente, SATA-IO (SATA International Organization). O problema que o nome anterior dessa organizao era SATA-II, o que gerava certa confuso com a segunda verso da tecnologia. Aproveitando essa situao, muitos fabricantes inseriram selos da SATA II em seus HDs SATA 1.0 para confundir os usurios, fazendo-os pensar que tais discos eram, na verdade, da segunda gerao de HDs SATA. Por isso necessrio olhar com cuidado as especificaes tcnicas do disco rgido no momento da compra, para no levar "gato por lebre". Felizmente, poucos modelos de HDs se encaixam nessa situao

    Em 2009, foi lanado o conjunto final de especificaes da terceira verso da tecnologia Serial ATA, chamada de SATA-III (ou SATA 6 Gbps; ou SATA 3.0). Esse padro permite, teoricamente, taxas de transferncias de at 768 MB por segundo. O SATA-III tambm utiliza uma verso melhorada da tecnologia NCQ (abordada no prximo tpico), possui melhor gerenciamento de energia e compatvel com conectores de 1,8 polegadas especficos para dispositivos de porte pequeno. O padro SATA-III se mostra especialmente interessante a unidades SSD, que por utilizarem memria do tipo Flash pode alcanar taxas de transferncias elevadas.

    Os fabricantes de HDs SATA podem adicionar tecnologias em seus produtos para diferenci-los no mercado ou para atender a uma determinada demanda, o que significa que certos recursos podem no ser necessariamente, obrigatrios em um disco rgido s por este ser SATA. Vejamos alguns deles:

    NCQ (NativeCommandQueuing): o NCQ tido como obrigatrio no SATA II e no SATA III, mas era opcional no padro SATA I. Trata-se de uma tecnologia que permite ao HD organizar as solicitaes de gravao ou leitura de dados numa ordem que faz com que as cabeas se movimentem o mnimo possvel,

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    aumentando (pelo menos teoricamente) o desempenho do dispositivo e sua vida til. Para usufruir dessa tecnologia, no s o HD tem que ser compatvel com o recurso, mas tambm a placa-me, atravs de uma controladora apropriada;

    eSATA: proveniente do termo "external SATA", o eSATA um tipo de porta que permite a conexo de dispositivos externos a uma interface SATA do computador. Essa funcionalidade particularmente interessante aos usurios que desejam aproveitar a compatibilidade de HDs externos com a tecnologia SATA para obter maiores taxas de transferncia de dados. Muitos fabricantes oferecem computadores que contam com uma porta que funciona como eSATA e tambm como USB;

    Link Power Management: esse recurso permite ao HD utilizar menos energia eltrica. Para isso, o disco rgido pode assumir trs estados: ativo (active), parcialmente ativo (partial) ou inativo (slumber). Com isso, o HD recebe energia de acordo com sua utilizao no momento;

    Staggered Spin-Up: esse um recurso muito til em sistemas RAID, por exemplo, pois permite ativar ou desativar HDs trabalhando em conjunto sem interferir no funcionamento do grupo de discos. Alm disso, a tecnologia Staggered Spin-Up tambm melhora a distribuio de energia entre os discos;

    Hot Plug: em sua essncia, essa funcionalidade permite conectar o disco ao computador com o sistema operacional em funcionamento. Esse um recurso muito usado em HDs do tipo removvel.

    TIPOS DE DVD

    O DVD (Digital VersatileDisc ou Digital VideoDisc) tirou, com merecimento, o lugar das tradicionais fitas VHS em aplicaes de vdeo. Com os custos cada vez menores dos gravadores e mdias, agora a vez dos CDs gravveis e regravveis (CD-R e CD-RW, respectivamente) perderem parte de seu

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    mercado. O problema que, ao contrrio do que acontece com os CDs, os DVDs possuem vrios tipos de mdia. Veja os mais comuns:

    DVD-ROM

    O DVD-ROM o tipo mais comum, pois usado, por exemplo, para armazenar filmes. Assim como um CD de programa ou de msica, j vem com seu contedo gravado de fbrica. No possvel apagar ou regravar dados nesse tipo de DVD.

    DVD-RAM

    Este um tipo de DVD gravvel e regravvel. Sua principal vantagem em relao aos outros padres sua vida til: um DVD-RAM suporta mais de 100 mil gravaes, sendo muito til para backups (cpias de segurana) peridicos. Alm disso, esse tipo de DVD geralmente pode ser usado sem um programa de gravao, como se fosse um HD.

    Os primeiros DVDs do tipo possuam 2,9 GB de capacidade e ficavam dentro de uma capa protetora, devido a sensibilidade da mdia sujeira e a marcas de dedo. Verses seguintes surgiram oferecendo capacidade de gravao de 4,7 GB 9,4 GB, no necessitando mais de tal capa.

    Blu-Ray

    A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida pela Blu-rayDiscAssociation (DBA), entidade formada por empresas como LG, Pionner, Sony, Samsung, Dell e HP. Assim como o HD-DVD, tem grande potencial para ser o substituto natural do DVD. Seu principal diferencial sua capacidade de armazenamento de dados: 25 GB em uma nica camada, equivalente a 6 horas de vdeo em alta definio.O nome dessa tecnologia oriundo de seu laser de 405 nanmetros (o DVD utiliza laser de 650 nanmetros,

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    aproximadamente) de cor violeta, que permite gravar mais dados em uma mdia do mesmo tamanho de um CD, j que o feixe mais fino. A denominao "Blu-ray" faz referncia ao termo "raio azul". Na verdade, azul em ingls blue, mas a letra "e" foi retirada do nome porque em alguns pases a expresso "blue ray" comumente usada, sendo proibido registr-la.

    BARRAMENTO USB UNIVERSAL SERIAL BUS.

    Diante de situaes desse tipo, a indstria entendeu a necessidade de criar um padro que facilitasse a conexo de dispositivos ao computador. Assim, em 1995, um conjunto de empresas - entre elas, Microsoft, Intel, NEC, IBM e Apple - formou um consrcio para estabelecer um padro. Surgia ento o USB Implementers Forum. Pouco tempo depois disso, as primeiras especificaes comerciais do que ficou conhecido como Universal Serial Bus (USB) surgiram. A imagem ao lado mostra o smbolo da tecnologia.

    Na verdade, a tecnologia j vinha sendo trabalhada antes mesma da definio do consrcio como USB Implementers Forum. As primeiras verses estabelecidas datam de 1994:

    - USB 0.7: novembro de 1994; - USB 0.8: dezembro de 1994; - USB 0.9: abril de 1995; - USB 0.99: agosto de 1995; - USB 1.0: janeiro de 1996; - USB 1.1: setembro de 1998; - USB 2.0: abril de 2000.

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    Vantagens do padro USB

    Um dos principais motivos que levou criao da tecnologia USB a necessidade de facilitar a conexo de variados dispositivos ao computador. Sendo assim, o USB oferece uma srie de vantagens:

    Padro de conexo: qualquer dispositivo compatvel como USB usa padres definidos de conexo

    Plug and Play (algo como "Plugar e Usar"): quase todos os dispositivos USB so concebidos para serem conectados ao computador e utilizados logo em seguida. Alimentao eltrica: a maioria dos dispositivos que usam USB no precisa ser ligada a uma fonte de energia, j que a prpria conexo USB capaz de fornecer eletricidade.

    Conexo de vrios aparelhos ao mesmo tempo: possvel conectar at 127 dispositivos ao mesmo tempo em uma nica porta USB. Isso pode ser feito, por exemplo, atravs de hubs, dispositivos que utilizam uma conexo USB para oferecer um nmero maior delas. Mas, isso pode no ser vivel, uma vez que a velocidade de transmisso de dados de todos os equipamentos envolvidos pode ser comprometida. No entanto, com uma quantidade menor de dispositivos, as conexes podem funcionar perfeitamente;

    Ampla compatibilidade: o padro USB compatvel com diversas plataformas e sistemas operacionais. O Windows, por exemplo, o suporta desde a verso 98. Sistemas operacionais Linux e Mac tambm so compatveis. Atualmente, possvel encontrar portas USB em vrios outros aparelhos, como televisores, sistema de comunicao de carros e at aparelhos de som.

    Hot-swappable: dispositivos USB podem ser conectados e desconectados a qualquer momento. Em um computador, por exemplo, no necessrio reinici-lo ou deslig-lo para conectar ou desconectar o dispositivo;

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    Cabos de at 5 metros: os cabos USB podem ter at 5 metros de tamanho, e esse limite pode ser aumentado com uso de hubs ou de equipamentos capazes de repetir os sinais da comunicao.

    USB 1.1 e USB 2.0

    Tal como ocorre com outras tecnologias, o padro USB passa periodicamente por revises em suas especificaes para atender as necessidades atuais do mercado. A primeira verso do USB que se tornou padro foi a 1.1. Essa verso, lanada em setembro de 1998, contm praticamente todas as caractersticas explicadas no tpico anterior, no entanto, sua velocidade de transmisso de dados no muito alta: nas conexes mais lentas, a taxa de transmisso de at 1,5 Mbps (Low-Speed), ou seja, de cerca de 190 KB por segundo. Por sua vez, nas conexes mais rpidas, esse valor de at 12 Mbps (Full-Speed), cerca de 1,5 MB por segundo.

    USB 3.0

    As especificaes desse padro foram definidas no final de 2008, no entanto, os primeiros produtos compatveis com o novo padro comearam a chegar aos consumidores no segundo semestre de 2010. Eis as principais caractersticas do USB 3.0 (SuperSpeed):

    Transmisso bidirecional de dados: at a verso 2.0, o padro USB permite que os dados trafeguem do dispositivo A para o B e do dispositivo B para o A, mas cada um em sua vez. No padro 3.0, o envio e a recepo de dados entre dois dispositivos pode acontecer ao mesmo tempo;

    USB A

    o tipo mais comum, estando presente na maioria absoluta dos computadores atuais. tambm o tipo mais utilizado para os dispositivos de armazenamento de

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    dados conhecidos como "pendrives":

    Maior velocidade: a velocidade de transmisso de dados de at 4,8 Gbps, equivalente a cerca de 600 MB por segundo, um valor absurdamente mais alto que os 480 Mbps do padro USB 2.0;

    Alimentao eltrica mais potente: o padro USB 3.0 pode oferecer maior quantidade de energia: 900 miliampres contra 500 miliampres do USB 2.0;

    Compatibilidade: conexes USB 3.0 podero suportar dispositivos USB 1.1 e USB 2.0

    USB Micro-B

    Semelhante ao formato Micro-A, no entanto, seu encaixe ligeiramente diferente e a tendncia a de que este seja, entre ambos, o mais popular

    FIREWIRE

    FireWire uma tecnologia que permite a conexo e a comunicao em alta velocidade de vrios dispositivos entre si, especialmente entre um computador e um ou mais aparelhos compatveis. Por trs de seu desenvolvimento est ningum

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    menos que a Apple (embora outras entidades e empresas tenham participado de sua criao), que trabalhou nessa tecnologia durante os anos de 1990. Em 1995, a tecnologia recebeu a padronizao IEEE 1394, razo pela qual alguns fabricantes utilizam essa denominao ao invs de FireWire, j que este ltimo nome , na verdade, registrado pela Apple. Nesse contexto, importante frisar que a Sony, umas das primeiras empresas (alm da prpria Apple) a utilizar essa tecnologia, a denomina i.LINK.

    As imagens abaixo mostram os conectores e as entradas FireWire que so padro de mercado. Note que possvel encontrar cabos com conectores de 9 vias em uma ponta e 4 ou 6 vias na outra. Assim, dispositivos FireWire

    400 podem ser usados em aparelhos com FireWire 800, quando h compatibilidade

    BLUETOOTH

    O Bluetooth uma tecnologia que permite uma comunicao simples, rpida, segura e barata

    entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rdio no lugar de cabos. Assim, possvel fazer com que dois ou mais dispositivos

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    comecem a trocar informaes com uma simples aproximao entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais algumas de suas caractersticas?

    Bluetooth um padro global de comunicao sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmisso de dados entre dispositivos compatveis com a tecnologia. Para sso, uma combinao de hardware e software utilizada para permitir que essa comunicao ocorra entre os mais diferentes tipos de aparelhos. A transmisso de dados feita atravs de radio frequncia, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente de suas posies, desde que estejam dentro do limite de proximidade.

    Para que seja possvel atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance mximo do Bluetooth foi dividido em trs classes:

    Classe 1: potncia mxima de 100 mW, alcance de at 100 metros; Classe 2: potncia mxima de 2,5 mW, alcance de at 10 metros; Classe 3: potncia mxima de 1 mW, alcance de at 1 metro

    Existe 7 verses do padro Bluetooth

    Bluetooth 1.0

    Bluetooth 1.1

    Bluetooth 1.2

    Bluetooth 2.0

    Bluetooth 2.1

    Bluetooth 3.0:

    Bluetooth 4.0

    PROCESSADOR O processador um circuito integrado que realiza as funes de clculo e tomado de deciso de um computador, por isso considerado o crebro do mesmo. Ele tambm pode ser chamado de Unidade Central de Processamento (em ingls CPU: Central Processing Unit). Nos computadores de mesa (desktop) encontra-se alocado dentro do gabinete juntamente com

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    a placa-me e outros elementos de hardware. No passado, os processadores eram constitudos de elementos discretos e ocupavam grandes espaos fsicos. Com o advento da microeletrnica, a vlvula foi substituda pelo transistor, e este por sua vez, permitiu integrao em alta escala, originando os microprocessadores. Os processadores trabalham apenas com linguagem de mquina (lgica booleana). Realizam as seguintes tarefas: Busca e execuo de instrues existentes na memria. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rgido ou disquetes) so transferidos para a memria. Uma vez estando na memria, o processador pode executar os programas e processar os dados.

    Barramentos

    A imagem a seguir ilustra a comunicao entre o processador, a memria e o conjunto de dispositivos de entrada e sada. Note que a conexo entre esses itens indicada por setas. Isso feito para que voc possa entender a funo dos barramentos. De maneira geral, estes so os responsveis pela interligao e comunicao dos dispositivos em um computador. Note que, para o processador se comunicar com a memria e com o conjunto de dispositivos de entrada e sada, h 3 setas, isto , barramentos: um se chama barramento de endereos (address bus); outro, barramento de dados (data bus); o terceiro, barramento de controle (control bus).

    O barramento de endereos, basicamente, indica de onde os dados a serem processados devem ser retirados ou para onde devem ser enviados. A comunicao por esse barramento unidirecional, razo pela qual s h seta em uma das extremidades da linha no grfico que representa a sua comunicao. Como o nome deixa claro, pelo barramento de dados que os dados transitam. Por sua vez, o barramento de controle faz a sincronizao

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    das referidas atividades, habilitando ou desabilitando o fluxo de dados, por exemplo.Para voc compreender melhor, imagine que o processador necessita de um dado presente na memria. Pelo barramento de endereos, ele obtm a localizao desse dado dentro da memria. Como precisa apenas acessar o dado, o processador indica pelo barramento de controle que esta uma operao de leitura na memria. O dado ento localizado e inserido no barramento de dados, por onde o processador, finalmente, o l.

    Clock interno e clock externo

    Em um computador, todas as atividades neces