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GEOGRAFIA EM FOCO Ministrantes: Manuela Ribeiro; Patrícia Barros

Apresentação manuela

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  • GEOGRAFIA EM FOCO

    Ministrantes: Manuela Ribeiro; Patrcia Barros

  • Desigualdade social na concepo de Rousseau

    DESIGUALDADE

    FSICA OU

    NATURAL

    MORAL OU

    POLTICA

    Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens.

    Jean Jacques Rousseau

    (1712 1778)

  • Desigualdade fsica ou natural;

    Estabelecida pela natureza.

    Desigualdade social na concepo de Rousseau

  • Desigualdade moral ou poltica.

    Desigualdade social na concepo de Rousseau

  • Desigualdade social na concepo de Marx

    Karl Marx

    (1818 1883)

    Diviso de classes;

    Classes dominantes x Classes dominadas;

    Burguesia x Proletariado;

    Criticava o liberalismo.

  • Relaes Comerciais;

    Consolidao do capitalismo = desigualdade mais evidente;

    Liberalismo (Igualdade perante as leis, comrcio liberal e propriedade privada).

  • Propriedade privada.

  • Transformao da antiga sociedade medieval;

    Modificao das relaes: senhores e vassalos/ monarquia e plebe/ patro e empregado;

    Capitalismo = acmulo de capital;

    Desigualdade social gerada pela diferenciao econmica.

  • Atual desigualdade possui um contexto histrico;

    Escravido.

  • Processo histrico da desigualdade no Brasil

    A desigualdade no Brasil se dava desde os tempos da colnia (senhores x escravos);

    Regime escravocrata agroexportador.

    2 Cana-de-acar

    Era do caf

  • Processo histrico da desigualdade no Brasil

    Fim da escravatura;

    Economia girava em torno da produo agrcola;

    Produo agrcola elevada permitiu o desenvolvimento de infraestrutura;

    Implantao da indstria no Brasil (1930);

    Sistema de capitalismo mais claro.

  • Processo histrico da desigualdade no Brasil

    Resultado da expanso econmica do Brasil:

    Crescimento empresarial; Evoluo tecnolgica nas indstrias e segmentos

    comerciais; Aumento das riquezas geradas pelo pas; Disparidade entre ricos e pobres Crescimento da economia e da desigualdade social;

    Um Pas rico, porm, com muitas pessoas pobres.

  • O Brasil e os extremos

    Brasil apontado com um

    dos o piores ndice de

    desigualdade no mundo.

    O Brasil possui a 8

    economia mundial.

  • Metade da humanidade no come e a outra metade no dorme com medo da que no come. (Josu de Castro )

  • Pas rico em recursos

    naturais;

    PIB entre os 10 maiores

    do mundo;

    Pas extremamente

    injusto na distribuio de

    seus recursos;

  • Consequncia da forma de distribuio de riquezas e benefcios sociais.

    > violncia e criminalidade, desemprego, desigualdade racial, educao precria, diferenciao de tratamento entre ricos e pobres, entre outros.

    - Distribuio de renda;

    - Sade de qualidade;

    - Educao de qualidade;

    - Alimentao adequada;

    - Transportes;

    - Empregos

    - Saneamento bsico;

  • a condio de vida na qual os indivduos esto

    incapacitados de suprir as necessidades mnimas

    indispensveis para seu desenvolvimento normal,

    tanto como ser biolgico como cidado.

    Regio mais pobre razes na economia colonial

    ( maior parte da populao rural ficou marginalizada

    do mercado consumidor).

  • o nome dado sensao fisiolgica, sentida pelo corpo, de

    ingerir alimentos para manter as suas funes necessrias para

    a vida, quando esse corpo se encontra privado de alimentos.

  • Possveis Causas?!

    1.O mundo no pode produzir alimentos suficientes?

    2.A fome devida ao fato de que somos demais?.

    3.No mundo h poucas terras cultivveis?

  • As monoculturas:

    Sem produes alternativas, a economia desses pases depende muito do preo do produto, que fixado em outros lugares.

    Diferentes condies de troca entre os vrios pases:

    Alguns pases, esto precisando cada vez mais de produtos manufaturados e de alta tecnologia, que eles no produzem e cujo preo fixado pelos pases que exportam.

    Multinacionais:

    Querem conquistar mercados, investindo capitais privados e deslocando a produo onde os custos de trabalho, energia e matria-prima so mais baixos e os direitos dos trabalhadores, limitados.

  • Dvida externa:

    A dvida est paralisando a possibilidade de pases menos

    avanados de importar os alimentos dos quais precisam ou de

    dar prpria produo agrcola o necessrio desenvolvimento.

    Conflitos armados:

    O dinheiro necessrio para providenciar alimento, gua,

    educao, sade e habitao de maneira suficiente para todos,

    durante um ano, corresponde a quanto o mundo inteiro gasta

    em menos de um ms na compra de armas.

    Desigualdades sociais:

    Geralmente os que produzem alimento so os primeiros a

    sofrer por sua falta. Na maioria dos pases, muito mais fcil

    encontrar pessoas que passam fome em contextos rurais do que

    em contextos urbanos.

  • As causas naturais:

    clima; seca; inundaes; terremotos; as pragas de insetos e as enfermidades das plantas.

    Causas humanas:

    instabilidade poltica; ineficcia e m administrao dos recursos naturais; a guerra; os conflitos civis; o difcil acesso aos meios de produo pelos trabalhadores rurais, pelos sem-terras ou pela populao em geral; o deficiente planejamento agrcola; a injusta e antidemocrtica estrutura fundiria; o contraste na concentrao da renda e da terra num mundo subdesenvolvido; a influncia das transnacionais de alimentos na produo agrcola e nos hbitos alimentares das populaes de Terceiro Mundo; e a relao entre cultura e alimentao.

  • Pases subdesenvolvidos;

    A economia no cresce em proporo ao crescimento demogrfico da populao;

  • Principais causas do desemprego:

    - Baixa qualificao do trabalhador;

    - Substituio de mo de obra por mquinas;

    - Crise econmica;

    Custo elevado (impostos e outros encargos) para as empresas contratarem com carteira assinada;

    Fatores Climticos.

  • Medidas de combate :

    Facilitao do consumo e do

    crdito, incentivo ao investimento privado, implementao de polticas fiscais e monetrias adequadas,aumento das despesa pblica, flexibilizao do mercado de trabalho, reduo da jornada de trabalho, trabalho de tempo parcial, licenas remuneradas, restrio s horas extras, trabalho compartilhado, treinamento e requalificao de recursos humanos, alm de outras possibilidades.

  • Segundo dados os negros vivem menos, morrem por causas

    violentas, estudam menos, tem mais dificuldade de ingressar

    em faculdades e se manter no mercado de trabalho, ocupando

    assim cargos menos valorizados, ganhando salrios baixos e

    sendo a maior parcela de populao carente.

  • Dados importantes:

    44,5% das mulheres negras nunca fizeram exame clnico de

    mama, contra 27,3% no caso de mulheres brancas;

    A mdia de estudo entre brasileiros negros de 5,8 anos, enquanto entre brancos de 7,7 anos;

    16% dos negros maiores de 15 anos so analfabetos, j entre os brancos a taxa de analfabetismo nesta faixa etria de 7%;

    Entre os 10% mais pobres da populao, 71% so negros;

    Entre os 1% mais ricos da populao, apenas 11,3% so negros;

    Entre os brancos, 77% dos domiclios no tm computador, 82% no tm acesso Internet e 44% a telefone celular. Entre os domiclios de famlias chefiadas por negros, estes nmeros crescem para, respectivamente, 92%, 95% e 62%

  • Violncia e criminalidade

    so fenmenos que

    costumam precederem-se

    entre si e que, na maioria

    dos casos, pode ser

    explicado como

    consequncia da

    desigualdade social.

  • M gesto pblica de recursos financeiros, falta de interesse da populao em se buscar um ensino de qualidade, uma vez que, diante da pobreza, a sociedade atingida pela desigualdade v-se em uma escolha entre sobreviver ou aprender, e o fenmeno da evaso escolar que cresce em escalas altssimas.

  • O adolescente s pode trabalhar a partir dos 16 anos com carteira assinada, desde que no seja um trabalho que coloque em risco sua integridade fsica e o seu desenvolvimento. A partir dos 14 anos, s permitido o trabalho na condio de aprendiz.

  • No Brasil, pelo menos 860

    mil crianas esto envolvidas

    com trabalho penoso,

    perigoso e absolutamente

    prejudicial a seu

    desenvolvimento fsico,

    psicolgico e intelectual.

    Compromete o

    desenvolvimento fsico,

    psicolgico e social;

    Nordeste;

  • O Brasil est entre os pases com altos ndices de trabalho infantil. Calcula-se que o nmero de crianas trabalhando entre 05 e 14 anos nos pases de desenvolvimento chega a 250 milhes em todo o mundo. Pelo menos 120 milhes destas esto trabalhando em tempo integral e entre 50 milhes e 60 milhes, com idade entre 5 e 11 anos, trabalham em circunstncias arriscadas.

  • As grandes cidades dos

    pases subdesenvolvidos

    no tem capacidades de

    acomodar a quantidade de

    migrantes da zona rural.

    A carncia de habitaes

    seguras e confortveis um

    grave problema.

  • Acesso precrio habitao e aos servios pblicos, devido a

    barreira constituda pelo mercado imobilirio.

    Essa populao levada a integrar-se ao espao urbano atravs

    de um mercado clandestino de terras e casas que envolve

    loteamentos clandestinos na periferia, cortios e favelas.

  • Quanto maiores as

    diferenas entre grupos e

    classes sociais, maiores

    so as desigualdades de

    moradia de acesso aos

    servios pblicos e de

    qualidade de vida.

    Segregao espacial

    Condomnios fechados;

  • Os 10% mais ricos da

    populao brasileira

    ganharam, em 2010, 44,5%

    do total de rendimentos,

    enquanto os 10% mais pobres

    ficaram com 1,1%

  • O resultado que deixa esta condio mais clara a comparao entre a renda dos 10% mais ricos e a renda dos 10% por mais pobres. O primeiro

    grupo ganha 39 vezes mais que o segundo.

  • IPH ndice de Pobreza Humana

    > A Longevidade;

    > O Conhecimento;

    > A Proviso;

    > A Incluso Social.

  • Curta durao da vida (calculada como possibilidade de se viver menos de 40 anos)

    Falta de educao elementar (calculada pela taxa de analfabetismo de adultos)

    Falta de acesso a recursos pblicos e privados (calculada pela porcentagem de pessoas sem acesso a servio de gua potvel e pela porcentagem de crianas com peso inferior ao recomendado).

  • ndice de Desenvolvimento Humano

    PNUD Dcada de 90;

    Referncia para o estudos comparativos das condies de vida das populaes

    Atravs de comparao, estabelece o grau de desenvolvimento humano de cada pas, fazendo a separao entre os mais desenvolvidos, os pases em desenvolvimento e os subdesenvolvidos .

  • Condies sanitrias;

    Condies de alimentao;

    Taxa de mortalidade infantil

  • Taxa de alfabetizao, o grau de qualificao da fora

    de trabalho e por meio da taxa de escolarizao;

    O grau de excluso social

  • Principal indicador do tamanho da economia de um

    pas;

    Representa uma mdia parcela ideal da renda

    nacional apropriada por cada habitante;

  • Questes de vestibular e ENEM

  • (ENEM/2011) Questo o1. Subindo morros, margeando crregos ou penduradas em palafitas, as favelas fazem parte da paisagem de um tero dos municpios do pas, abrigando mais de 10 milhes de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE). A situao das favelas no pas reporta a graves problemas de desordenamento territorial. Nesse sentido, uma caracterstica comum a esses espaos tem sido: A) o planejamento para a implantao de infraestruturas urbanas necessrias para atender as necessidades bsicas dos moradores. B) a organizao de associaes de moradores interessadas na melhoria do espao urbano e financiadas pelo poder pblico. C) a presena de aes referentes educao ambiental com consequente preservao dos espaos naturais circundantes. D) a ocupao de reas de risco suscetveis a enchentes ou desmoronamentos com consequentes perdas materiais e humanas. E) o isolamento socioeconmico dos moradores ocupantes desses espaos com a resultante multiplicao de polticas que tentam reverter esse quadro.

  • (ENEM/98) Questo 02. O Brasil, por suas caractersticas de crescimento econmico, e apesar da crise e do retrocesso das ltimas dcadas, classificado como um pas moderno. Tal conceito pode ser, na verdade, questionado se levarmos em conta os indicadores sociais: o grande nmero de desempregados, o ndice de analfabetismo, o dficit de moradia, o sucateamento sade, enfim, a avalanche de brasileiros envolvidos e tragados num processo de repetidas migraes (...) Analisando os indicadores citados no texto, pode-se afirmar que: A) o grande nmero de desempregados no Brasil est exclusivamente ligado ao grande aumento da populao. B) existe uma "excluso social" que resultado da grande concorrncia existente entre a mo-de-obra qualificada. C) o dficit da moradia est intimamente ligado falta de espaos nas cidades grandes. D) os trabalhadores brasileiros no-qualificados engrossam as fileiras dos "excludos". E) por conta do crescimento econmico do pas, os trabalhadores pertencem categoria de mo-de-obra qualificada.

  • (UEG/2007) Questo 03. As desigualdades sociais materializam-se na paisagem urbana. Quanto maiores forem as disparidades entre os diferentes grupos e as classes sociais, maiores sero as disparidades de moradia, acesso aos servios pblicos e qualidade de vida. Um bairro habitado por populao pobre pode oferecer oportunidades de melhoria da qualidade de vida caso os servios pblicos de educao, sade, transporte coletivo, entre outros, funcionem de forma adequada. De acordo com o texto e com os seus conhecimentos, julgue as afirmaes a seguir: I. A sociedade precisa organizar-se para melhorar o seu cotidiano e reivindicar os seus direitos, visando diminuir as desigualdades sociais e a excluso social. II. Para a melhoria do cotidiano, a sociedade deve organizar-se com vistas transformao da cidade em um condomnio fechado, com infra-estrutura de segurana, lazer e sade. III. As polticas pblicas ligadas a construo de moradias populares nem sempre se preocupam com a implantao da rede de infraestrutura e servios. Marque a alternativa CORRETA: a) Apenas a afirmao I verdadeira. b) Apenas as afirmaes II e III so verdadeiras. c) Apenas as afirmaes I e II so verdadeiras. d) Apenas as afirmaes I e III so verdadeiras. e) As afirmaes I, II e III so verdadeiras.

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  • (ENEM/2009) Questo 07. O movimento migratrio no Brasil significativo, principalmente em funo do volume de pessoas que saem de uma regio com destino a outras regies. Um desses movimentos ficou famoso nos anos 80, quando muitos nordestinos deixaram a regio Nordeste em direo ao Sudeste do Brasil. Segundo os dados do IBGE de 2000, este processo continuou crescente no perodo seguinte, os anos 90, com um acrscimo de 7,6% nas migraes deste mesmo fluxo. A Pesquisa de Padro de Vida, feita pelo IBGE, em 1996, aponta que, entre os nordestinos que chegam ao Sudeste, 48,6% exercem trabalhos manuais no qualificados, 18,5% so trabalhadores manuais qualificados, enquanto 13,5%, embora no sejam trabalhadores manuais, se encontram em reas que no exigem formao profissional. O mesmo estudo indica tambm que esses migrantes possuem, em mdia, condio de vida e nvel educacional acima dos de seus conterrneos e abaixo dos de cidados estveis do Sudeste. Com base nas informaes contidas no texto, depreende-se que: a) o processo migratrio foi desencadeado por aes de governo para viabilizar a produo industrial no Sudeste. b) os governos estaduais do Sudeste priorizaram a qualificao da mo-de-obra migrante. c) o processo de migrao para o Sudeste contribui para o fenmeno conhecido como inchao urbano. d) as migraes para o sudeste desencadearam a valorizao do trabalho manual, sobretudo na dcada de 80. e) a falta de especializao dos migrantes positiva para os empregadores, pois significa maior versatilidade profissional.

  • A novidade A novidade veio dar praia Na qualidade rara de sereia

    Metade o busto d'uma deusa Maia Metade um grande rabo de baleia...

    A novidade era o mximo Do paradoxo estendido na areia

    Alguns a desejar seus beijos de deusa Outros a desejar seu rabo pra ceia...

    Oh! Mundo to desigual Tudo to desigual

    Oh! De um lado esse carnaval De outro a fome total

    E a novidade que seria um sonho O milagre risonho da sereia

    Virava um pesadelo to medonho Ali naquela praia, ali na areia...

    A novidade era a guerra Entre o feliz poeta e o esfomeado Estraalhando uma sereia bonita

    Despedaando o sonho pra cada lado.... Oh! Mundo to desigual

    Tudo to desigual Oh! De um lado esse carnaval

    De outro a fome total Joo Barone, Herbert Viana e Gilberto Gil (1994)

  • Questo 8: possvel estabelecer um paralelo entre a figura da sereia e um aspecto da sociedade brasileira. Que aspecto seria esse? a) Misria. b) Violncia. c) Contradio. d) Alegria. e) Fome. Questo 9: Qual dos fragmentos abaixo melhor representa o tema da desigualdade social apresentado na cano? a) "Metade o busto d'uma deusa Maia / Metade um grande rabo de baleia...". b) "Alguns a desejar seus beijos de deusa / Outros a desejar seu rabo pra ceia...". c) "Estraalhando uma sereia bonita / Despedaando o sonho pra cada lado....". d) "O milagre risonho da sereia / Virava um pesadelo to medonho". e) "A novidade era o mximo / Do paradoxo estendido na areia". Questo 10: No quarto trecho da cano, diz-se que a novidade, que deveria ser um sonho, vira um pesadelo medonho. Pode-se dizer que isso ocorre em virtude: a) do desejo do esfomeado. b) do absurdo da imagem da sereia. c) da guerra do feliz poeta. d) da desordem do carnaval. e) do acontecimento de um milagre

  • Problema Social

    Se eu pudesse eu dava um toque em meu destino No seria um peregrino nesse imenso mundo co

    Nem o bom menino que vendeu limo Trabalhou na feira pra comprar seu po

    No aprendia as maldades que essa vida tem mataria A minha fome sem ter que roubar ningum Juro que nem conhecia a famosa FUNABEM

    Onde foi a minha morada desde os tempos de nenm ruim acordar de madrugada pra vender bala no trem

    Se eu pudesse eu tocava em meu destino Hoje eu seria algum Seria um intelectual

    Mas como no tive chance de ter estudado em colgio legal Muitos me chama de pivete

    Mas poucos me deram um apoio moral Se eu pudesse eu no seria um problema social

    Ana Carolina & Seu Jorge (2006)