Assembleia bienal marca centenário dos batistas de .corroendo suas atitudes com ações negligentes,

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  • 1o jornal batista domingo, 29/09/13????? ISSN 1679-0189

    Ano CXIIIEdio 39 Domingo, 29.09.2013R$ 3,20

    rgo Oficial da Conveno Batista Brasileira Fundado em 1901

    No clube da cidade de Canind do So Fran-cisco, foi realizada a 63 Assembleia Bienal dos Batistas Sergipanos. Ao dar abertura ao evento, o presidente da Conveno Batista Sergipana, pas-tor Paulo Marinho, ressaltou a importncia deste

    momento para a histria. Ns estamos vivendo o ano do centenrio dos batistas de Sergipe, ento este encontro tem um valor todo especial para ns. Tenho certeza que o Senhor estar no con-trole de tudo, como sempre esteve (pg. 12).

    Assembleia bienal marca centenrio dos batistas de Sergipe

    No ano das comemoraes do Jubileu de Ouro da Igreja Batista Betel de Mesquita, organizada em 2 de setembro de 1962, toda a Igreja e aqueles que passaram por ela louvaram a Deus juntos. Cinquenta anos e trs pastores passaram pela Igreja e abenoaram vidas. E com o pastor atual a Igreja declara: Temos como pastor um homem que Deus tem usado para promover reformas na vida do rebanho que Deus a ele entregou (pgs. 08 e 09).

  • 2 o jornal batista domingo, 29/09/13 reflexo

    E D I T O R I A L

    Setembro, ms de mis-ses nacionais e uma tima oportunidade de fazer misses atra-vs de sua prpria vida, en-tretanto, necessrio fazer uma auto-avaliao. Com uma vida correta, como ensi-nou o prprio Cristo em Ter-ra, as atitudes do cristo se tornam mensagens evangeli-zadoras. No entranto, alguns cristos esto, infelizmente, corroendo suas atitudes com aes negligentes, fazem isso crendo que esto tendo atitu-des de verdadeiros amigos.

    Algumas pessoas confun-dem cumplicidade com ami-zade, o que diante de de-terminadas circunstncias totalmente oposto. Ser cm-plice, ou seja, tomar parte moral ou material de uma atitude, de amor, compaixo,

    misericrdia, beno de Deus. Mas ser cmplice de aes que atingem negativa-mente outra pessoa ou insti-tuio, bem como esconder erros, e no se manifestar ou simplesmente fingir que nada aconteceu, est longe de ser atitudes de um amigo. Quem fere por amor mos-tra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos (Provrbios 27.6).

    Hoje o Brasil vive enor-mes conflitos polticos e crises por conta de erros cometidos em aes e ne-gao de atitudes. Por tanto, os polticos que desviam verbas erram, bem como aqueles que se omitiram ou contribuiram para esconder tais aes tambm erraram. Pela misericrida de Deus o Brasil comea uma fase de

    julgamentos, e aqueles que erram tem a oportunidade de pagar pelos seus erros e viver uma nova vida. uma terra da qual o Senhor, o seu Deus, cuida; os olhos do Senhor, do seu Deus, esto continuamente sobre ela, do incio ao fim do ano (Deuteronmio 11.12).

    Cristos redimidos pelo Se-nhor, no se deixem enganar e confundir amizade com cumplicidade, tendo atitudes de polticos que ignoram a lei dos homens e a lei de Deus. Amizade verdadeira aque-la que corrige o irmo em amor, no deixando que ele continue em pecado, cola-borando para a renovao da aliana com o Senhor. Seja amigo e abenoe seu irmo com palavras de exortao, de orientao, fazendo assim,

    voc oferece ao seu amigo uma oportunidade de ver-dadeiramente se aproximar de Deus.

    A cumplicidade diante de um erro no s contribui para a continuao desse erro, como tambm carrega para o cmplice toda a culpa. Quem cmplice de pecado, pecada tambm. Entretanto, a correo colabora para sua prpria vida e para a vida da-quele que cometeu um erro, e ao final traz uma verdadeira amizade. Mesmo tendo a conscincia que todo homem peca, a busca pela verdade deve ser o objetivo de todo cristo. E com esta atitude que aquele que cr em Cristo evangeliza com sua prpria vida, dizendo que tudo que foi escrito por Deus na Bblia so verdades. (AP)

    Cartas dos leitores

    editor@batistas.com

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    O JORNAL BATISTArgo oficial da Conveno Batista Brasileira. Semanrio Confessional, doutrinrio, inspirativo e noticioso.

    Fundado em 10.01.1901INPI: 006335527 | ISSN: 1679-0189

    PUBLICAO DOCONSELHO GERAL DA CBBFUNDADORW.E. EntzmingerPRESIDENTELuiz Roberto SilvadoDIRETOR GERALScrates Oliveira de SouzaSECRETRIA DE REDAOArina Paiva(Reg. Profissional - MTB 30756 - RJ)

    CONSELHO EDITORIALCelso Aloisio Santos BarbosaFrancisco Bonato PereiraGuilherme GimenezOthon AvilaSandra Natividade

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    INTERINOS HISTRICOSZacarias Taylor (1904);A.L. Dunstan (1907);Salomo Ginsburg (1913 a 1914);L.T. Hites (1921 a 1922); eA.B. Christie (1923).

    ARTE: OliverartelucasIMPRESSO: Jornal do Commrcio

  • 3o jornal batista domingo, 29/09/13reflexo

    Pr. Wilson FranaMissionrio Emrito da 4 IB em Rio das Ostras, RJ

    Pela f deixou o Egito, no temendo a ira do rei; ficou firme porque viu aquele que invisvel (Hb 11.27).

    Este texto muito rico, por isso vamos com cautela analisando as partes mais importan-tes. A traduo de Thomp-son diz: viu aquele que invisvel; a Bblia Shedd diz: como quem v aquele que invisvel; e a Bblia Sagrada Paulinas diz: como se visse invisvel. Creio que essas trs tradues nos do a viso da universalidade do esprito dos tradutores. No h dis-crepncia quanto traduo que uso, a qual diz de um modo afirmativo que o que o peregrino viu invisvel. A presena do Invisvel Deus sentida pela f. Quando es-tamos em profunda sintonia com o Invisvel Deus, Ele se torna to real aos nossos olhos espirituais que chega-mos a ver o Senhor. Essa tem sido a experincia de muitos crentes que veem Jesus na hora de sua morte.

    Quando chamamos algum de peregrino ajuizamos a

    pessoa nmade, andarilho, sujo, barbado, sem-teto e sem objetivo na vida. Nada disso coerente ao peregrino Peregrino diz-se do estran-geiro, do estranho. Mas, tam-bm, peregrino significa: ex-celente, raro, extraordinrio, precioso, aqueles que fazem viagens por longnquas ter-ras. Fato interessante quan-do uma modelo possuidora de uma beleza rara, cha-mada de beleza peregrina. esta beleza peregrina que os chamados pelo Senhor tm. como o corinho que diz: que a beleza de Cristo se veja em mim. Essa a beleza peregrina. Em Lucas 14.33 Jesus diz: da mesma forma, qualquer de vs que no renuncia a tudo que tem, no pode ser meu discpulo. Jesus foi o maior peregrino que pisou a Terra. Renun-ciou a tudo para buscar pelas estradas poeirentas da vida, discpulos que optassem por esse mtodo de viver.

    Aqui temos o ponto funda-mental para ser um legtimo peregrino renncia en-tendo que Jesus dizia quero voc em disponibilidade, desse ponto de partida que o peregrino constri o seu ro-teiro para ser o invisvel. Em J 14.09 temos a viso espi-

    ritual do peregrino: Vs me vereis. Em Hebreus 11.27: Viu aquele que invisvel e no Salmos 34.05 lemos: Olhai para Ele e sedes ilumi-nados. Nestes textos temos trs verdades: 1) Jesus faz uma afirmativa de esperana; 2) Vemos o impossvel; 3) Seremos iluminados.

    A expectativa do peregri-no em Salmos 62.05 lemos: Dele vem a minha esperan-a; Provrbios 24.14 diz: E no ser cortada a tua espe-rana e Filipenses 1.20 l-se: pois para o viver Cristo. A viso espiritual do peregrino firmada nessa expectativa. A esperana e a certeza de um viver em Cristo.

    Por fim, a certeza de que somos os peregrinos do Se-nhor. Diz Salmos 119.9: Sou peregrino na terra. Um peregrino, como fo-ram meus pais (Sl 39.12). Somos estranhos diante de Ti, e peregrino como todos os nossos pais(I Cr 29.15). E por ltimo Hebreus 13.4: Pois no temos aqui cidade permanente, mas buscamos a vindoura. Esse o roteiro do peregrino buscando sem-pre ver o invisvel. Andando, gemendo, chorando, rindo, subindo e descendo montes em busca de ver o invisvel.

    GOTAS BBLICASNA ATUALIDADE

    OLAVO FEIJ Pastor, professor de Psicologia

    A Plenitude de Deus

    A Bblia no aprova vida crist raqu-tica. Ao estabe-lecer o objetivo

    do discpulo de Cristo, o Apstolo Paulo escreve: E conhecer o amor de Cristo, que excede todo enten-dimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus (Efsios 3.19).

    Contrariando os ideais de Paulo para os Efsios, muitos cristos atuais se contentam em no faltar aos cultos... E ficam por a, sem nem se dar conta de que possvel ser curados de sua aventura espiritual.

    Ao falar de Sua misso, Jesus disse que veio para

    nos dar vida com abun-dncia. J Paulo acres-cen ta : e s t a t a l de v ida abundan te o re su l t a -do do crente que se abre para o amor de Cristo. E ele explica: amor que no para ser entendido, mas para ser vivido. Cren-te que comea a amar , semelhana do Cristo, comea a se encher da plenitude de Deus. E a se alegrar com a espiritua-lidade da sua vida aqui na Terra. O Senhor nos quer cheios da plenitude de Deus. Que, na prtica a plenitude de Cristo, por causa do Seu amor atuante em nossa vida.