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LIPOUT ATIVA TERMOGNSE, QUEIMA GORDURA LOCALIZADA

Tradicionalmente, o tecido gorduroso considerado responsvel por absorver os cidos graxos livres e os triglicrides para acumula-los e atuar como um reservatrio passivo de energia corporal, exercendo, desta forma, um papel ativo na regulao do metabolismo e homeostase corporal. Por outro lado, o tecido gorduroso subcutneo uma fonte de celulite afetando as condies estticas, desta forma devendo ser combatido para atingir uma silhueta harmoniosa. Lipout um ativo cosmtico que ativa o mecanismo de queima de gordura do tecido adiposo para reduzir o excesso de gordura e afinar a silhueta.

Recomendao de uso 1,0 a 3,0% Aplicaes Produtos para remodelagem de silhueta;

Preveno e tratamento de celulite; Linhas para ativar termognese; Produtos corporais em geral. Vantagens Induz a marronizao de adipcitos; Estimula a termognese;

Capaz de reduzir medidas e promover efeito remodelador corporal;

Ganhou o segundo prmio como matria prima mais inovadora durante a In-cosmetics em Barcelona. (2015) Farmacotcnica O produto apresenta-se na forma lquida, hidrossolvel. Pode ser adicionado em bases prontas ou no final do processo de manipulao da base em

temperaturas abaixo de 50C. pH de estabilidade: estvel em qualquer pH. Por sua origem botnica apresenta colorao e odor especficos que em baixas quantidades no comprometem a formulao. Mecanismo de ao

O tecido adiposo subcutneo formado em sua maioria pela associao de clulas que acumulam lipdeos em seu citoplasma: os adipcitos.

At pouco tempo, acreditava-se que existiam apenas dois tipos de adipcitos, brancos e marrons. Estudos recentes tem demonstrado que podemos encontrar um terceiro tipo no corpo humano: os adipcitos beges. Os trs adipcitos se originam a partir de distintos precursores (figura 1). Portanto, cada tipo de precursor de uma linha celular distinta, e no se podem diferenciar outro tipo de

adipcito (por exemplo, os pr- adipcitos brancos no podem diferenciar-se em marrons).

Figura 1: diferenciao dos trs tipos de adipcitos: marrom, branco e bege.

Adipcitos brancos So os mais conhecidos, formam o tecido adiposo branco, principal reservatrio de gordura do corpo. Encontrados tanto a nvel visceral como subcutneo. So clulas grandes, caracterizadas por armazenar os lipdeos sob a forma de triglicrides em um s

compartimento ou gota (unilocular) e contm poucas mitocndrias. (figura 2)

Figura 2: adipcito branco.

Adipcitos marrons Os adipcitos marrons constituem o tecido adiposo marrom, so multiloculares, e armazenam os lipdeos na forma de pequenas vesculas de triglicrides distribudas regularmente em todo citoplasma, e contm um elevado nmero de mitocndrias que originam a cor parda deste tecido. Os adipcitos marrons so especializados na queima de gordura para produzir calor

(termognese). Apresentam uma elevada expresso de genes termognicos, como a protena desacoplante 1 (UCP1) e o receptor 3-adrenrgico (ADRB3), e so altamente ativos metabolicamente. Seu combustvel so os lipdeos, mas tambm podem utilizar a glicose para concluir a termognese. Estes adipcitos esto situados em depsitos em determinadas partes do corpo das crianas, como as clavculas e o pescoo, no so encontrados no tecido adiposo subcutneo.

Figura 3: adipcito marrom.

Adipcitos beges Estudos recentes afirmam existir um terceiro tipo de adipcito no corpo humano, os adipcitos beges. So clulas bifuncionais, o que significa que podem ter duas formas; ativa ou inativa. Possuem um padro de expresso gnica distinto dos adipcitos brancos

e marrons. Quando inativos, sua morfologia muito similar a dos adipcitos brancos (uniloculares com poucas mitocndrias), nvel basal baixo de expresso de UCP1 e respirao celular normal. Com o estmulo adequado, se marronizam (multiloculares, com elevado nmero de mitocndrias), em seguida se ativam metabolicamente, aumentando drasticamente a expresso de UCP1 e ativam a termognese, aumentando a queima de cidos graxos para

alimentar o processo de respirao (figura 5). Quando o estmulo desaparece, os adipcitos beges ativos voltam a adaptar a morfologia e a expresso gnica para o estado inativo. Aps inativo, pode acontecer um novo estmulo.

Figura 5: esquema de processos de termognese e respirao em um adipcito marrom e

bege.

At agora, foram descobertos vrios indutores endgenos da marronizao, os quais tm seus prprios receptores na superfcie celular dos adipcitos. O receptor 3- adrenrgico, ativado em resposta ao frio e outros estmulos um importante regulador do processo de termognese em adipcitos marrons e beges. Segundo as ltimas publicaes, medida que envelhecemos os adipcitos beges substituem os marrons em adultos. Alm disso, podem encontra-se em depsitos

subcutneos sob determinadas condies. Estudos realizados em pessoas adultas tem demonstrado que a atividade dos depsitos de adipcitos bege pode ser aumentada aplicando vrios fatores exgenos, como o frio ou a ingesto de determinados alimentos. Observou-se tambm que a massa e atividade do tecido adiposo bege diminuem ao aumentar o ndice de massa corporal ou pela idade, consequentemente, estes fatores

causam acmulo de gordura corporal. Portanto, a atividade do tecido adiposo bege de grande importncia j que contribui para reduo de gordura corporal.

Termognese: processo de queima de gordura A produo de energia trmica (ou calor) no organismo conhecida por termognese. Este processo acontece em paralelo respirao celular, e nos adipcitos marrons ou beges inicia-se a estimulao dos receptores de superfcie.

Primeiro ativada a degradao dos triglicrides e a liberao intracelular de cidos graxos, a grande parte destes cidos entram na mitocndria para alimentar o processo de respirao celular (-oxidao, ciclo de Krebs).

Uma pequena parte destes cidos graxos liberados ativa a UCP1, uma protena situada na membrana interna mitocondrial. Esta o elemento essencial para a termognese, alm de ser o gene marcador dos adipcitos marrons e beges. Sua funo catalisar o fluxo de prtons atravs desta membrana em paralelo a cadeia respiratria, dissipando o gradiente eletroqumico que foi gerado na cadeia respiratria. Os cidos graxos so necessrios para a ativao e o funcionamento de UCP1, mas este no os oxida, mas se oxidam no ciclo de -oxidao para alimentar o processo de

respirao celular. Nas clulas que faltam UCP1, este gradiente de prtons s se pode dissipar mediante o

processo de formao de ATP; ou seja, os prtons passam por vrios complexos na cadeia respiratria para chegar em ATP sintase, e assim fornecer energia para produzir ATP. Mas quando se acumulam nveis elevados de ATP, o transporte de prtons atravs de ATP sintase reduzido e detm-se a oxidao dos cidos graxos. Assim, a presena de UCP1 ativada permite a alterao da respirao celular e finalmente gerado o ATP (respirao)

e calor. Portanto, o aumento da expresso de UCP1 unicamente no suficiente para queimar gordura; tambm necessria sua ativao e a consequente estimulao da oxidao mitocondrial dos cidos graxos. Assim, aumenta o gradiente de prtons nas mitocndrias e a termognese ativada, alm de aumentar a respirao celular. O resultado final um maior consumo de lipdeos, ou seja, um efeito de queima de gorduras.

Figura 6: processo de termognese e respirao celular nos adipcitos bege e/ou marrons.

Lipout um extrato de Tisochysis lutea, uma alga unicelular padronizado em xantofilas, rico em cidos graxos poli-insaturados e induz o aparecimento dos adipcitos beges ativos. Lipout ativa simultaneamente os seguintes mecanismos:

1 Induz a expresso de UCP1 nos adipcitos brancos e beges inativos para ativar sua marronizao.

2 Aumenta a -oxidao dos cidos graxos graas ativao da rota de termognese literalmente queimando a gordura acumulada nos adipcitos bege e brancos. A ativao de ambos os mecanismos permite a queima efetiva de gorduras na rota da termognese graas marronizao do tecido adiposo subcutneo. Comprovao de eficcia (in vitro) protocolo do estudo Como ainda no est claramente estabelecido se os adipcitos beges podem desenvolver-

se somente a partir de pr-adipcitos bege, ou tambm podem converter-se em adipcitos brancos, realizamos nosso estudo in vitro simulando ambos os cenrios possveis:

Utilizaram- se culturas de pr- adipcitos de tecido adiposo subcutneo humano,

para avaliar o potencial de Lipout para induzir a diferenciao dos pr- adipcitos bege em adipcitos beges maduros e ativos. Os pr- adipcitos foram encubados com Lipout durante os 7 primeiros dias de desenvolvimento,

seguidos de 7 dias de encubao em um meio diferenciador padronizado at sua completa maturao.

Avaliou-se a capacidade de Lipout para converter os adipcitos beges inativos

em ativos e/ou converter os adipcitos brancos maduros em bege ativos. Tratamos com Lipout a cultura de adipcitos humanos subcutneo a priori brancos

maduros, durante 2 semanas. As clulas foram isoladas do tecido gorduroso subcutneo de diferentes voluntrios.

Para demonstrar que Lipout ativa os adipcitos beges e a termognese, realizamos nosso estudo in vitro em quatro passos, avaliando:

Expresso de genes chaves na termognese;

Expresso de protenas termognicas, para confirmar o passo anterior; Biognese de novas mitocndrias; Quantificao de -oxidao, para confirmar a funcionalidade das trocas induzidas.

1. Expresso de genes chaves na termognese O primeiro passo do estudo, mediante a reao em cadeia da polimerase (RCP), foi avaliar se Lipout capaz de induzir a expresso do marcador chave da termognese, UCP1,

tanto nas culturas de pr-adipcitos subcutneos como nas culturas de adipcitos a priori branco maduros. Em am