avaliacao do dano corporal revisada

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  • Metodologia europia aplicada ao contexto brasileiro

    Thays Rettore/2010

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  • thayscabral@yahoo.com.br(61) 9981-3614(61) 3445-1640Thays Rettore / 2010

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  • A avaliao e reparao dos danos corporais baseia-se, em cada um dos Estados Brasileiros, em disposies legais que assentam em tradies jurisprudenciais e doutrinrias diferentes.

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  • Definir com clareza o que se deve avaliar;Definir a metodologia de avaliao;Estabelecer quem deve avaliarPierre Lucas (1998)

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  • Anos 80 Prof. Oliveira SUnificaoResposta aos quesitos X laudo completoJaneiro de 2007 tabela nacional de incapacidades permanentes.

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  • As delegaes de Lisboa, Porto e Coimbra tm a seu encargo os seguintes servios: Traumatologia Forense, Clnica Mdico-Legal, Toxicologia Forense, Gentica e Biologia Forense, Psiquiatria Forense e Anatomia Patolgica Forense.

    Todos os servios so feitos por pessoas com formao em Medicina Legal e as vagas so ocupadas atravs de concursos. No entanto, contratos podem existir para servios de apoio.Drumond, JGF (2005) Thays Rettore / 2010

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  • Os servios de clnica mdico-legal tm finalidade criminal penal, trabalhista e civil indenizatria.

    Obrigatria a especializao em Avaliao do Dano Corporal Ps-traumtico.Thays Rettore / 2010

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  • Populao portuguesa :10.617.575 habitantes Populao brasileira : 180 bilhes de habitantesPopulao do Distrito Federal: 2.455. 903 habitantes.

    A populao de Portugal equivalente ao nmero de habitantes de So Paulo. Thays Rettore / 2010

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  • Consolidao de conceitos e contedosfundamentais da avaliao do dano corporal,visando facultar tambm novas reflexesa quem desenvolva ou pretenda vir a desenvolverperitagem mdico-legal neste mbito especfico

    Bouchardet (2009)

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  • Peritar, estudar,compreender, descrever,e depois explicar para fazer compreender.Pierre Lucas (1998)

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  • Em cada rea especfica: civil, trabalhista, penal, previdenciria e/ou securitria a necessidade de um olhar diferenciado.

    No se pode prescindir da atuao do mdico-legista e do perito mdico, para a constatao diagnstica, avaliao da extenso do dano. Cueto (1996)

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  • Definir em termos tcnicos e num quadro jurdico determinado, as leses e os elementos do dano susceptveis de serem objeto de sano penal e/ou indenizao, benefcios fiscais, benefcios sociais, etc...

    Vieira, DN (2007)

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  • Momento em que, na sequncia de um estado transitrio que constitui o perodo de cuidados, a leso se fixa e toma um carter permanente de tal forma que qualquer tratamento no mais necessrio a no ser para evitar o agravamento, considerando que no se pode esperar qualquer melhoria aprecivel, e em que possvel apreciar um determinado prejuzo definitivo.Vieira, DN (2007)

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  • LaudoThays Rettore / 2010

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  • Entidade requisitante, Identificao do perito Identificao do examinado.

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  • Nome:Identidade: Data de nascimento: Idade: anos.Nome da me: Estado Civil: Sexo: Cor: Naturalidade:Profisso: Escolaridade:Endereo atual: Telefone: ( )

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  • Data e hora da PerciaLocal da PerciaObjetivo da Percia

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  • Histria do eventoDados Documentais AntecedentesThays Rettore / 2010

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  • Queixas:Nesta data refere [descrever queixas a nvel funcional e para as situaes da vida diria].1. Funcional, compreendendo este nvel as alteraes das capacidades fsicas ou mentais (voluntrias ou involuntrias), caractersticas de um ser humano, tendo em conta a sua idade, sexo e raa, que surgem na sequncia das sequelas orgnicas e so influenciadas, positiva ou negativamente, por fatores pessoais (como a idade, o estado fsico e psquico anterior, a motivao e o esforo pessoal de adaptao) e do meio (como as barreiras arquitetnicas, as ajudas tcnicas ou as ajudas humanas), refere:- Postura, deslocamentos e transferncias: sem alteraes; ou [descrio] - Manipulao e preenso: sem alteraes; ou [descrio] - Comunicao: sem alteraes; ou [descrio] - Cognio e afectividade: sem alteraes; ou [descrio] - Controle de esfncteres: sem alteraes; ou [descrio] - Sexualidade e procriao: sem alteraes; ou [descrio]. - Fenmenos dolorosos: sem alteraes; ou [descrio]. - Outras queixas a nvel funcional: sem alteraes; ou [descrio].

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  • 2. A nvel situacional, compreendendo este nvel a dificuldade ou impossibilidade de uma pessoa efetuar certos gestos necessrios sua participao na vida em sociedade, em consequncia das sequelas orgnicas e funcionais e de fatores pessoais e do meio, refere:- Atos da vida diria: sem alteraes; ou [descrio] - Vida afetiva, social e familiar: sem alteraes; ou [descrio]. - Vida profissional ou de formao: sem alteraes; ou [descrio].

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  • Exame clnico:1. Estado geral2. Leses e/ou sequelas no relacionadas com o evento3. Leses e/ou sequelas relacionadas com o evento

    Exames Complementares

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  • 1- Nexo de Causalidade:

    Imputabilidade mdica Fato Dano

    Nexo de causalidade

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  • A existncia do nexo causal entreo traumatismo e o dano indispensvel para oressarcimento deste.(S, 1992)

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  • Natureza adequada do traumatismo. Natureza adequada das leses a uma etiologia traumtica. Adequao entre a sede do traumatismo e a sede da leso. Encadeamento antomo-clnico. Adequao temporal. Excluso da preexistncia do dano relativamente ao traumatismo. Excluso de uma causa estranha ao traumatismo.SIMONIN (1991)

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  • Significa que deve existir uma proporo entre aintensidade do traumatismo e a quantidade de danoproduzido. MRCIA (2005)

    No suficiente que tenha ocorrido o traumatismo.Deve se provar que sua intensidade tenha sidosuficiente para produzir o efeito constatado.CRIADO DEL RO (1999)

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  • 1. possvel afirmar que o evento traumtico realmente existiu?2. possvel afirmar que o periciado no apresentava leses prvias?3. O trauma sofrido pode produzir o dano alegado e as seqelas emanlise?4. possvel caracterizar a data do evento?5. As alteraes observadas tm relao antomo-funcional com as leses?6. O evento teve energia suficiente para produzir um dano, cujasconseqncias so as observadas no exame pericial?7. Quais so os dados objetivos e as manobras clnicas utilizadas?8. Existem outros fatores que possam ter influenciado nas conseqncias dotrauma sofrido?9. O periciado sofreu algum trauma posterior ao alegado?

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  • Nexo provvel: A possibilidade de vnculo existe. No possvel excluir o nexo. Pelo contrrio, existe uma hiptese lgica que explica a relao evento seqela, mas de pouco convencimento.

    Nexo presumido: A possibilidade de vnculo no s existe, como a mais lgica para explicar o fenmeno. Maior convencimento.

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  • Nexo demonstrado: Existe um nexo decausalidade e no h outra hiptese para explicar ofenmeno em anlise.Nexo impossvel: ou descartado. Pelos achadosprova-se que no existe nexo de causalidade quepossa ser explicado pelo conhecimento atual.Nexo indemonstrvel: Sem elementos paraafirmar ou negar o nexo de causalidade. Existem vriashipteses com o mesmo valor probante para explicar ofenmeno.

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  • Dficit funcional (fisiolgico) temporrio Total Parcial Repercusso na atividade profissional Total Parcial

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  • Avaliao da dor fsicaresultante no s dosferimentos como dostratamentos e da dor nosentido psicolgico.Vieira, DN (2007)

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  • Natureza do evento traumtico;Durao e severidade do evento.Nmero de ferimentos;Contexto do acidente, suas circunstncias e eventos imediatos;Nmero de intervenes cirrgicas e durao de hospitalizao;Nmero de sesses de reabilitao ou de cuidados mdicos;Conscincia da vtima nos momentos seguintes ao traumatismo.

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  • Sofrimentos fsicos e psquicos vividos pela vtima durante o perodo de incapacidade temporria, avaliado numa escala de 7 graus1. Muito ligeiro2. Ligeiro3. Moderado4. Mdio5. Considervel6. Importante7. Muito importante

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  • Alterao permanente da integridade fsica epsquica (AIFP) Dano futuro Repercusso das sequelas na atividadeprofissional Dano esttico Repercusso das sequelas nas atividadesdesportivas e lazer Repercusso das sequelas na vida sexual.

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  • Thays Rettore / 2010

    Funo profissional avaliadaCompatibilidade entre as sequelas e a funo profissionalConcluso