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Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

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Chora pálida

lágrima insólita...

Viaja a face

rubra,

inchada,

consumida pela

D

O

R...

Page 3: Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

Jazem marcas de outrora

n´almasofrida,paridas

de palavras,embora

malditas...vorazes...

deixaram cravado

o

A

M

O

R...

Page 4: Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

Viaja o corpo

lágrima insólita...

chora ainda pálida,

ardente em febre,

a vagar os seios

que dantes

sentiam

o prazer,

o toque sublime

Hoje adormece...

Page 5: Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

.Umedeça os picos

que em tempo saciou a

boca amada,

a língua molhada,

lasciva,

envolvida de puro

P

r

a

z

e

r,

Page 6: Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

Lágrima insólita,viaja o corpo e...

Chora pálidados seios ao ventre

que um dia percorridona ponta da língua...

no dedilharde uma sinfonia...

no sussurrar da poesia,fez-se palco

de deliciosas f a n t a s i a

s

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Escorrega

entre as encostas

que dentre elas

gemidos ecoaram...

suores exalaram...

lânguidos orgasmos

sentidos...e agora...

C

h

o

r

a,

Page 8: Chora pálida lágrima insólita... Viaja a face rubra, inchada, consumida pela D O R

Chora lágrima pálida

quase ressequida.

Viaja o corpo esquecido,

já fenecido...

e chora insólita

o amargo sabor

de um sonho perdido!

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Créditos Hospedado

emwww.Cantodapoesia.net

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Formatação: Miriam Jucá

Poema de Anna Müller

Lágrima Insólita

Som

Yesterday when I was Young

Charles Aznavour