Como Montar Uma Colônia de Férias

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Colonia de férias.

Text of Como Montar Uma Colônia de Férias

  • Como montaruma colnia defrias

    EMPREENDEDORISMO

    Especialistas em pequenos negcios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

  • Expediente

    Presidente do Conselho Deliberativo

    Robson Braga de Andrade Presidente do CDN

    Diretor-Presidente

    Luiz Eduardo Pereira Barreto Filho

    Diretora Tcnica

    Helosa Regina Guimares de Menezes

    Diretor de Administrao e Finanas

    Jos Claudio Silva dos Santos

    Unidade de Capacitao Empresarial e Cultura Empreendedora

    Mirela Malvestiti

    Coordenao

    Luciana Rodrigues Macedo

    Autor

    Roberto Chamoun

    Projeto Grfico

    Staff Art Marketing e Comunicao Ltda.www.staffart.com.br

  • Apresentao / A

    presentao / Mercado / Localizao / Exigncias Legais e Especficas / Estrutura /

    Pessoal / Equipamentos / M

    atria Prima/M

    ercadoria / Organizao do Processo Produtivo / A

    utomao /

    Canais de D

    istribuio / Investimento / C

    apital de Giro / C

    ustos / Diversificao/A

    gregao de Valor /D

    ivulgao / Informaes Fiscais e Tributrias / Eventos / Entidades em

    Geral / N

    ormas Tcnicas /

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    Sumrio

    11. Apresentao ........................................................................................................................................

    12. Mercado ................................................................................................................................................

    23. Localizao ...........................................................................................................................................

    34. Exigncias Legais e Especficas ...........................................................................................................

    45. Estrutura ...............................................................................................................................................

    56. Pessoal .................................................................................................................................................

    67. Equipamentos .......................................................................................................................................

    78. Matria Prima/Mercadoria .....................................................................................................................

    79. Organizao do Processo Produtivo ....................................................................................................

    810. Automao ..........................................................................................................................................

    911. Canais de Distribuio ........................................................................................................................

    912. Investimento ........................................................................................................................................

    1013. Capital de Giro ....................................................................................................................................

    1114. Custos .................................................................................................................................................

    1115. Diversificao/Agregao de Valor .....................................................................................................

    1216. Divulgao ..........................................................................................................................................

    1217. Informaes Fiscais e Tributrias .......................................................................................................

    1418. Eventos ...............................................................................................................................................

    1519. Entidades em Geral ............................................................................................................................

    1620. Normas Tcnicas ................................................................................................................................

    1621. Glossrio .............................................................................................................................................

    1722. Dicas de Negcio ................................................................................................................................

    1823. Caractersticas ....................................................................................................................................

    1924. Bibliografia ..........................................................................................................................................

    1925. URL .....................................................................................................................................................

  • Apresentao / A

    presentao / Mercado

    1. Apresentao

    Boa opo para crianas e adolescentes em recesso escolar. Oferece brincadeiras eatividades divertidas e organizadas, geralmente ao ar livre.

    Aviso: Antes de conhecer este negcio, vale ressaltar que os tpicos a seguir nofazem parte de um Plano de Negcio e sim do perfil do ambiente no qual oempreendedor ir vislumbrar uma oportunidade de negcio como a descrita a seguir. Oobjetivo de todos os tpicos a seguir desmistificar e dar uma viso geral de como umnegcio se posiciona no mercado. Quais as variveis que mais afetam este tipo denegcio? Como se comportam essas variveis de mercado? Como levantar asinformaes necessrias para se tomar a iniciativa de empreender?O ano letivo dosestudantes, invariavelmente, no combina com o perodo de frias do mercadoprofissional de trabalho. Enquanto as frias remuneradas dos pais somam apenas 30dias por ano, as frias escolares podem somar at quatro meses, separadas no incioe no meio do ano. Esta diferena gera uma preocupao anual: onde deixar os filhosna hora de sair para o trabalho? A soluo urbana para este problema foi a colnia defrias. A falta de espaos para lazer e a insegurana nas ruas das grandes cidadescontribuem para aumentar a demanda de pais que buscam colnias de frias paraseus filhos durante o perodo de recesso escolar. Quando os pais optam por matricul-los em uma colnia de frias, uma de suas principais preocupaes tir-los deambientes e atividades fechadas, como computador e videogames, dando-lhes aoportunidade de brincar em espaos abertos, ao ar livre, na companhia de outrascrianas e monitorados por profissionais capacitados. Por isso, normalmente, asatividades das colnias de frias ocorrem em stios, hotis-fazenda, clubes,condomnios, parques e escolas, oferecendo brincadeiras divertidas e organizadas. Ascrianas praticam esportes, jogos, desenho, pintura, leitura, por meio de brincadeirasldicas e interagindo com outras crianas e a natureza. Para aqueles empreendedoresque se identificam com o segmento de lazer, turismo e educao, trata-se de umaoportunidade de investimento e trabalho onde o capital inicial necessrio pode serreduzido, dependendo do local, tamanho, objetivos, organizao do negcio. Estedocumento no substitui um plano de negcio. Para elabor-lo procure o Sebrae.

    2. Mercado

    O mercado de colnia de frias muito heterogneo em funo da diversidade deempreendimentos que oferecem atividades para as crianas nos perodos de friasescolares. Eles se distinguem em relao s instalaes disponveis, objetivos,atividades desenvolvidas, durao, podendo ser classificadas sob os aspectos, abaixo: Quanto aos objetivos: recreativa, socializante, cultural, desportiva, ambiental,religiosa; Quanto ao sexo: masculina, femininas e mistas; Quanto ao pblico alvo:abertas ou fechadas (para grupos de pessoas que renam caractersticas comuns,

    Ideias de Negcios | www.sebrae.com.br 1

    www.sebrae.com.br
  • Apresentao / A

    presentao / Mercado / Localizao

    como diabticos, obesos, catlicos, alunos de uma mesma escola); Quanto formade administrao: prpria ou em regime de terceirizao; Quanto ao local: urbano,praiano (existem colnias de frias s para a prtica de surf) ou rural; Quanto durao: curta, mdia ou longa durao; Quanto ao perodo: internamento, semi-internamento, meio-perodo; Quanto ao tamanho: pequeno, mdio e grande(dependendo do nmero de participantes).

    Por ser um segmento onde a concorrncia pulverizada, a colnia de frias precisaoferecer servios diferenciados e qualidade no atendimento para se destacar. AAssociao Brasileira de Acampamentos Educativos (Abae) faz as seguintesorientaes na escolha do acampamento de frias de seus filhos, que tambm podeser adaptados para colnias de frias urbanas em regime de meio perodo: Avaliar aproposta educacional; Averiguar a experincia e a formao profissional doscoordenadores e monitores; Observar a relao acampantes/monitor, levando emconsiderao a faixa etria; Indagar sobre a alimentao (nmero de refeies eelaborao de cardpios); Informar-se sobre a sade e segurana (presena deprofissionais de sade, facilidade de comunicao, transporte de emergncia, locais deatendimento); Conferir se a programao est adequada aos objetivos a serematingidos; Certificar-se sobre a adequao da infraestrutura do acampamento para arealizao das atividades propostas; Procurar organizar a viagem pessoalmente paraesclarecer todas as dvidas possveis e conhecer os responsveis pelo acampamento; Ter certeza de que obter a melhor relao custo/benefcio; Ter a aprovao doacampante quanto escolha do acampamento e estar certo de que ele est convictode que quer enfrentar esse novo desafio

    Devido ao risco intrnseco ao negcio, recomenda-se a realizao de aes depesquisa de mercado p