Cromatografia Esperimental

  • View
    4

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Cromatografia em camada delgada -análise esperimental

Text of Cromatografia Esperimental

  • Cromatografia em camada delgada

    Parte Experimental

    Camila Sangaleti RepissoMichelle dos Santos de Oliveira

  • uma tcnica utilizada para analisar, identificar ou separar os componentes de uma mistura. A cromatografia definida como a separao de dois ou mais compostos diferentes por distribuio entre fases, sendo que uma selocomove atravs de uma outra. Assim, a fase que se move denomina-se fase mvel, e a que no se locomove denomina-se fase estacionria ou suporte.

    A Cromatografia em Camada Delgada (CCD) uma tcnica simples, sendo desenvolvida sobre uma placa de vidro, que contm uma fina camadade adsorvente. um tipo de cromatografia lquido-slido

  • Como os componente so retidos?O processo de separao desta tcnica estfundamentado principalmente no fenmeno de adsorso de substncia na fase estacionria ou adsorventeOs componentes da mistura adsorvem-se com as partculas de slido devido a interao de diversas foras intermoleculares. O composto ter uma maior ou menor adsoro, dependendo das foras de interao, que variam na seguinte ordem: formao de sais > coordenao > pontes de hidrognio > dipolo-dipolo > Van der Waals.

  • Aplicaes da CCD em Qumica Orgnica

    A CCD pode ser usada em Qumica Orgnica para:estabelecer a identidade de dois compostos;determinar o nmero de componentes de uma mistura;determinar o solvente apropriado para uma separao por cromatografia em coluna;monitorar uma separao realizada por cromatografia em coluna;verificar a eficincia de uma separao;monitorar o andamento de uma reao.Em todas estas aplicaes, a CCD tem a vantagem de utilizar pequenas quantidades de amostras.

  • A placa imersa em uma cuba cromatogrfica, que contm uma pequena quantidade de solvente(eluente). Este eluirpela camada do adsorvente por ao capilar. As amostras devem ser colocadas, na placa, acima da linha do eluente.

  • Preparao da suspenso do adsorvente

    No preparo das suspenses emprega-se geralmente gua, que pode conter cidos , base, sais ou agentes complexantes, sendo que a parte slida o adsorvente.Como adsorvente usa-se geralmente slica gel G, terra diatomcea, celulose, poliamida e outros

    O maior problema do preparo da suspenso a obteno da viscosidade adequada para o espalhamento

    Se a suspenso for muito fina (pouco viscosa), obtm-se camadas finas demais

    Se for muito viscosa, ela no escoa adequadamente, podendo formar camadas sem uniformidade de espessura

  • Preparao da suspenso do adsorvente

    CeluloseCelulose

    SSlicalica GelGel

    AluminaAlumina

  • AplicaAplicaoo: Utilizada para separa: Utilizada para separao de o de compostos hidrofcompostos hidroflicos (alicos (acares, cares, aminoaminocidos, cidos, ons inorgnicos, ons inorgnicos, cidos cidos nuclnuclicos). icos).

    PreparaPreparaoo: 20g de celulose : 20g de celulose microcristalinamicrocristalina + + 60 60 mLmL de Hde H22O. Rendimento: 5 placas 20 x O. Rendimento: 5 placas 20 x 20 cm, 300 um. 20 cm, 300 um.

    AtivaAtivaoo: 105: 105C, 10 min.C, 10 min.

    CeluloseCelulose

  • SSlica Gellica Gelcido Silcio amorfo, altamente poroso. o

    adsorvente mais utilizado em cromatografia. Aplicao: Utilizada para separao de

    compostos hidroflicos (acares, aldedos, cetonas, fenis, aminocidos, ons inorgnicos, etc).

    Preparao: 20g de slica + 60-70 mL de H2O. Rendimento: 5 placas 20 x 20 cm, 300 um.

    Ativao: 105C- 110C, 30 min.

  • Depois da Slica, o adsorvente mais utilizado. Assim como a slica empregado na separao de compostos lipoflicos.

    Aplicao: A atividade depende dos tomos O e Al: cida- (pH = 4) Pigmentos sintticos e naturais, aminocidos, cidos carboxlicos. Neutra-(pH = 6,9-7,1)- Aldeidos, cetonas, substncias instveis em meio alcalino. Alcalina- (pH = 9,5-10,5)-Hidrocarbonetos aromticos e insaturados, corantes sintticos, alcalides.

    Preparao: 30g + 60 mL de H2O. Ativao: 105C, 10 min.

    AluminaAlumina

  • Seleo da fase mvel

    Tem papel fundamental na separao de misturas Para sua escolha devemos levar em considerao a

    natureza qumica das substncias a serem separadas e a polaridade da fase mvel

    Pequenas variaes na composio da fase mvel leva a grandes alteraes no deslocamento das manchas.

  • Escolha da Fase MvelSrie de eluentes - polaridade e poder de eluio aumenta

    de cima para baixoSSrie 1rie 1 SSrie 2rie 2n-pentano ter de petrleo (p.e. 30-50C) ter de petrleo ter de petrleo (p.e. 50-70C) n-hexano ter de petrleo (p.e. 70-100C) n-heptano Tetracloreto de carbono Ciclohexano CiclohexanoTetracloreto de carbono Sulfeto de carbono Triclorotileno ter dietlicoBenzeno AcetonaDiclorometano BenzenoClorofrmio livre de lcool Tolueno

  • Sobre uma cromatoplaca, colocar algumas gotas da amostra. Sobre cada uma delas, gotejar diferentes tipos de solventes. Em poucos minutos, sero observados deslocamentos concntricos das manchas, o que permitir a identificao da melhor.

  • As cubas cromatogrficas, em geral de vidro com fundo plano, devem ter junto s paredes um pedao de papel de filtro que permita a subida da fase mvel,saturando rapidamente o interior das mesmas.

  • Ativao das placas A ativao consiste em aquecer as placas em temperaturas

    relativamente elevadas, por tempo prolongado. Isto aumenta o seu poder de adsorso.

    Este processo promove a remoo de vapor dgua e outros resduos possivelmente adsorvidos na placa.

    Slica, alumina e terra diatomcea so ativadas a 105-110C por 30 a 60 minutos. A celulose no deve ser aquecida por mais de 10 minutos a 105C

    O tempo e a temperatura so fatores importante nesse processo, dependem do adsorvente utilizado e da utilidade que elas tero para com os testes.

  • Aps estarem asplacas todas

    ativadas, costuma-se riscar as placasde formas a fazer

    com que uma amostra, na sua asceno, no interfira na da outra amostra.

  • Aplicaes das amostras nas cromatoplacas

    So aplicadas na forma de solues, em solventes bastante volteis

    Aplica-se atravs de micropipetas, o microseringas ou tubo capilar

  • As amostras devem ser aplicadas 1,5 a 2,0 cm acima do bordo inferior

    Grandes quantidades de amostras geram manchas muito grandes, o que no desejado

    Costuma-se riscar as placas de forma a fazer com que uma amostra, na sua ascenso, no interfira na da outra amostra

    Pode ser aplicada na forma de ponto (anlise qualitativa), ou na forma de faixa (anlise quantitativa e preparativa)

  • A amostra colocada na parte inferior da placa, atravs de aplicaes sucessivas de uma soluo da amostra com um pequeno capilar. Deve-se formar uma pequena mancha circular. medida que o solvente sobe pela placa, a amostra compartilhada entre a fase lquida mvel e a fase slida estacionria. Durante este processo, os diversos componentes da mistura so separados.

  • DESENVOLVIMENTO DA CROMATOGRAFIA

    As placas so colocadas numa cuba cromatogrfica quase na posio vertical, apoiadas no fundo da cuba e inclinadas para as paredes laterais. Quando a fase mvel atinge uma determinada posio nas placas (2 cm do topo), estas devem ser retiradas e importante marcar imediatamente a distncia percorrida pela fase mvel, possibilitando o clculo dos valores de Rf

  • Clculo do RfRf = dr / dm

    onde dr a distncia percorrida pela amostra e dm a distncia percorrida pela fase mvel

  • Revelao dos cromatogramas

    Aps a eluio, as cromatoplacas so secas e reveladas, tornando visvel as substncias incolores existentes na amostra. Os mtodos podem ser:

    Fsicos Qumicos Biolgicos

  • Muitos compostos se tornam fluorescentes quando excitados por luz UV, ou utiliza-se o adsorvente contendo uma substncia fluorescente

    Fsicos

  • QumicosUtiliza-se agentes cromognicos que, em contato com as substncias da amostra, tornam-nas coloridas e, portanto, visveis. O mais utilizado o iodo, que torna as manchas marrons

    Aplicadores de vidro para revelador qumico

  • Reagente Procedimento Tratamento NotasAdicionar 10mL de uma soluo aquosa de KI40% a 10mL da soluo (0,85 g de subnitratobsico de bismuto em 10mL de cido actico)e adicionar 50 mL de gua destilada.

    Diluir a soluo resultante com cido actico egua na proporo (1 : 2 : 10)

    Cloreto frrico 5,0 % de cloreto frrico em 0,5 N HCl Geralmente no requeraquecimento, mas se necessrioaquecer moderadamente

    Para determinao de fenlicos

    Anisaldedo / H2SO4

    Adicionar 1,0 mL de H2SO4 concentrado em50,0 mL de cido actico contendo 0,5 mL deanisaldedo

    Aquecer a 100 0 C at odesenvolvimento de cor

    Determinao de vrioscompostos, especialmenteterpenos, acares, fenis eesterides

    Dragendorffs Geralmente no requeraquecimento, mas se a reaono for espontnea, aquecer ata colorao aparecer. Oprocedimento pode ser maseficiente se descolorir a placacom vapor de amniaconcentrado.

    um mtodo tradicional paradeterminao de alcalides,embora possa dar reao positiva para no alcalides, irridides ealguns flavanides. Alcalidesdesenvolvem uma coloraoescura (laranja vermelho)

  • Utiliza-se reaes enzimticas ou bacterianas para tornar a mancha visvel.

    Placa de slica, eluda com diclorometano:metanol (97:3). A placa foi borrifada com soluo esporos de fungos e, onde apareceram manchas brancas porque houve inibio dos fungos pelas substncias contidas nos extratos de uma planta.

    Biolgicos

  • REVELAO COM APLICADOR COMERCIAL

    Revelando o cromatograma Modo de dirigir ojato ao longo da placa

    cromatogrfica

  • 1,2 dicloroetano / cido actico12 : 1

    1. Colocar essa soluo em uma cuba cromatogrfica at atingir a altura de 1,5 cm.

    2. Colocar na cuba uma folha de papel de filtr