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Viçosa do Ceará 30 de junho a 06 de julho de 2018 CURSOS 2018 NÚCLEO DE MUSICALIZAÇÃO 01. Prática de Coral Infantojuvenil. Prof.ª Patrícia Marin (SP) Desenvolver a musicalidade e a expressão por meio do canto, através de jogos de musicalização/percepção, noções de técnica vocal, afinação, ritmo e dicção por meio de canções do folclore brasileiro e cantigas infantis. Pré-requisitos: Participar ou ter participado de atividades musicais. Público Alvo: A prática de Coro infantojuvenil é oferecida a crianças de 7 a 15 anos de idade com ou sem experiência em canto coral, que gostem de cantar. 02. Prática de Violão - leitura musical e a cifra funcional. Prof. David Calandrine (CE) Formação musical através de estudo prático, tendo como instrumento principal o violão, visando proporcionar ao estudante a possibilidade de se inserir no mundo da escrita musical. Público alvo: Violonistas que dominem os acordes maiores/ menores ou prática instrumental de pelo menos dois (2) anos. NÚCLEO INSTRUMENTAL 03. Técnica da Flauta Doce. Profa. Sueli Miranda (MG) Recursos técnicos para o aprimoramento ou para a iniciação do instrumento. Postura. Respiração. Articulação. Digitação /Extensão. Flautas em Dó e Flautas em Fá. Escalas e Arpejos. Métodos existentes. 04. Oficina de Sopros (nível médio). Heriberto Porto (CE), Max Ferreira (SP), Erik Heimann Pais (SP), Gilvando Pereira “Azeitona” (PB), Leopoldo Artuzo (SP), Rômulo Santiago (CE) Estudo de técnicas e recursos expressivos dos instrumentos de sopro voltado para a execução da música popular brasileira, em seus diversos gêneros e estilos. Trabalho de postura e embocadura essenciais à sonoridade. Estudo da respiração como conhecimento fundamental para os instrumentistas de sopro, e das diferentes articulações e de sua importância na prática do instrumento e da prática de música em grupo. Prática de leitura musical e de transposição. Técnica instrumental, estudo de tonalidades, escalas e arpejos variados. Desenvolvimento da capacidade de percepção harmônica, rítmica e melódica, noções de interpretação de arranjos de MPB.

CURSOS 2018 técnicos para o aprimoramento ou para a iniciação do instrumento. Postura. Respiração. Articulação. Digitação /Extensão. Flautas em Dó e Flautas em Fá. Escalas

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    CURSOS 2018 NCLEO DE MUSICALIZAO

    01. Prtica de Coral Infantojuvenil. Prof. Patrcia Marin (SP)

    Desenvolver a musicalidade e a expresso por meio do canto, atravs de jogos de

    musicalizao/percepo, noes de tcnica vocal, afinao, ritmo e dico por meio de canes do

    folclore brasileiro e cantigas infantis.

    Pr-requisitos: Participar ou ter participado de atividades musicais.

    Pblico Alvo: A prtica de Coro infantojuvenil oferecida a crianas de 7 a 15 anos de idade com ou

    sem experincia em canto coral, que gostem de cantar.

    02. Prtica de Violo - leitura musical e a cifra funcional. Prof. David Calandrine (CE)

    Formao musical atravs de estudo prtico, tendo como instrumento principal o violo, visando

    proporcionar ao estudante a possibilidade de se inserir no mundo da escrita musical.

    Pblico alvo: Violonistas que dominem os acordes maiores/ menores ou prtica instrumental de pelo

    menos dois (2) anos.

    NCLEO INSTRUMENTAL

    03. Tcnica da Flauta Doce. Profa. Sueli Miranda (MG)

    Recursos tcnicos para o aprimoramento ou para a iniciao do instrumento. Postura. Respirao.

    Articulao. Digitao /Extenso. Flautas em D e Flautas em F. Escalas e Arpejos. Mtodos

    existentes.

    04. Oficina de Sopros (nvel mdio). Heriberto Porto (CE), Max Ferreira (SP), Erik Heimann Pais

    (SP), Gilvando Pereira Azeitona (PB), Leopoldo Artuzo (SP), Rmulo Santiago (CE)

    Estudo de tcnicas e recursos expressivos dos instrumentos de sopro voltado para a execuo da

    msica popular brasileira, em seus diversos gneros e estilos. Trabalho de postura e embocadura

    essenciais sonoridade. Estudo da respirao como conhecimento fundamental para os

    instrumentistas de sopro, e das diferentes articulaes e de sua importncia na prtica do

    instrumento e da prtica de msica em grupo. Prtica de leitura musical e de transposio. Tcnica

    instrumental, estudo de tonalidades, escalas e arpejos variados. Desenvolvimento da capacidade de

    percepo harmnica, rtmica e meldica, noes de interpretao de arranjos de MPB.

  • Pr-requisitos: Domnio tcnico bsico do instrumento, conhecimento bsico de solfejo. Mnimo de

    04 anos de prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento. Pblico alvo:

    Instrumentistas de sopro (flauta transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone,

    bombardino e tuba).

    05. Oficina de Sopros (nvel avanado). Heriberto Porto (CE), Max Ferreira (SP), Erik Heimann Pais

    (SP), Gilvando Pereira Azeitona (PB), Leopoldo Artuzo (SP), Rmulo Santiago (CE).

    Estudos de tcnicas e recursos expressivos dos instrumentos de sopro voltado para a execuo da

    msica popular brasileira, em seus diversos gneros e estilos. Prtica de leitura e transposio

    meldica. Prtica de msica em grupo e como solista. Estudos tcnicos avanados. Percepo

    harmnica, rtmica e meldica, execuo e interpretao de arranjos da MPB e noes de improviso.

    Pr-requisitos: Domnio tcnico do instrumento, conhecimento de solfejo. Mnimo de 05 anos de

    prtica de instrumento. Obs.: O aluno dever trazer o seu instrumento.

    Pblico alvo: Professores de ONGs, escolas e bandas de msica, instrumentistas de sopro (flauta

    transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, bombardino e tuba).

    06. Cordas Populares (nvel mdio). Prof. Carol Panesi (RJ)

    Instrumentos:Violino, Viola de Arco, Violoncelo e Contrabaixo Acstico.

    Oficina direcionada aos instrumentistas enquanto solistas. Ser trabalhado o sotaque da msica

    popular brasileira atravs de arcadas e acentos com motes rtmicos e harmnicos, aprofundando na

    linguagem do Forr, com um material didtico impresso. Pr-requisitos: Domnio tcnico bsico do

    instrumento, conhecimento bsico de solfejo. Mnimo de 02 anos de prtica do instrumento, com

    domnio na primeira posio do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento.

    07. Cordas Populares (nvel avanado). Prof. Carol Panesi (RJ)

    Instrumentos: Violino, Viola de Arco, Violoncelo e Contrabaixo Acstico

    Oficina direcionada aos instrumentistas enquanto solistas. Ser trabalhado o sotaque da msica

    popular brasileira atravs de arcadas e acentos com motes rtmicos e harmnicos, introduzindo as

    ferramentas de improvisao na linguagem do Forr, com um material didtico impresso.

    Pr-requisitos: Domnio tcnico bsico do instrumento, conhecimento bsico de solfejo. Mnimo de

    03 anos de prtica do instrumento, com domnio na primeira posio do instrumento. Obs.: O aluno

    dever trazer seu instrumento.

    08. Acordeo. (nvel mdio/avanado). Prof. Rodolf Forte (CE)

    Estudo referente abordagem tcnica do instrumento. Estudos especficos da tessitura e variedades

    no uso dos teclados, baixos ou botoneiras e fole. Conhecimento dos principais acordeonistas

  • brasileiros: representao, biografia, influncias e escolas por eles elaboradas. Panorama do

    instrumento, suas concepes tcnicas, histricas, recursos expressivos, com uma abordagem do seu

    uso na msica popular brasileira.

    Pr-requisitos: Conhecimento bsico do instrumento e seu uso; desenvoltura elementar em algum

    estilo referente ao acordeo. Mnimo de 04 anos de prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever

    trazer seu instrumento. Pblico alvo: Acordeonistas.

    09. Piano Popular (nvel mdio). Prof. Salomo Soares (PB)

    Curso voltado para instrumentistas de nvel mdio que desejam desenvolver os estudos de piano

    popular com base no acompanhamento de alguns ritmos brasileiros. A partir da linguagem do

    samba, do baio e da bossa nova, o curso busca ampliar os conhecimentos de harmonia e ritmo.

    Pr-requisitos: Tcnica bsica no instrumento, noo bsica a intermediria de harmonia e tcnica

    no instrumento.

    Nota: Os alunos devero trazer o seu instrumento, bem como de banana cabo / banana.

    Pblico-alvo: Pianistas e tecladistas.

    10. Piano Popular (nvel avanado). Prof. Salomo Soares (PB)

    Curso para instrumentistas de nvel avanado que buscam aprimorar os conhecimentos da

    linguagem pianstica nas funes solo, trio e acompanhamento (cantores/solistas) com nfase nos

    ritmos brasileiros: choro, samba, bossa nova, baio e maracatu. Um dos objetivos principais

    aprofundar aspectos da improvisao, tcnica, harmonia e conduo atravs das particularidades de

    cada estilo.

    Pr-requisitos: noo bsica de harmonia e tcnica no instrumento.

    Nota: Os alunos devero trazer o seu instrumento, bem como de banana cabo / banana.

    Pblico-alvo: Pianistas e tecladistas.

    11. Violo Popular (nvel mdio). Prof. Conrado Paulino (SP)

    A Oficina brindar uma viso global dos vrios elementos necessrios para o domnio do

    instrumento, abrangendo questes relativas a acompanhamento, solo e tcnica. O desdobramento

    desses assuntos nos levar ao estudo dos acordes, suas diferentes distribuies e formas de cifrar;

    ao estudo das escalas, sua formao, dedilhados e uso prtico e ao estudo dos diferentes recursos

    tcnicos para que os citados assuntos se tornem realidade prtica para o instrumentista. Pela sua

    vez, todos esses temas sero trabalhados sob trs abordagens principais: a musical / intuitiva, a

    terica/ racional e a tcnica / psicomotora, colaborando desta forma para desenvolver a

    musicalidade, o conhecimento terico e a habilidade motora dos alunos.

  • Pr-requisitos: saber construir escalas maiores e menores, noo de trades e acordes com stima,

    noo anlise de intervalos, boa leitura de cifra, leitura musical

    razovel. OBS. O aluno dever comparecer com seu instrumento e, de preferncia, um caderno

    pautado para anotaes.

    Pblico alvo: Violonistas clssicos e populares e guitarristas, de nvel mdio

    12. Violo Popular (nvel avanado). Prof. Conrado Paulino (SP)

    A Oficina brindar uma viso global dos vrios elementos necessrios para o domnio do

    instrumento, abrangendo questes relativas a acompanhamento, solo e tcnica. O desdobramento

    desses assuntos nos levar ao estudo dos acordes, suas diferentes distribuies e formas de cifrar;

    ao estudo das escalas, sua formao, dedilhados e uso prtico e ao estudo dos diferentes recursos

    tcnicos para que os citados assuntos se tornem realidade prtica para o instrumentista. Pela sua

    vez, todos esses temas sero trabalhados sob trs abordagens principais: a musical / intuitiva, a

    terica/ racional e a tcnica / psicomotora, colaborando desta forma para desenvolver a

    musicalidade, o conhecimento terico e a habilidade motora dos alunos.

    Pr-requisitos: saber construir escalas maiores e menores, trades e acordes com stima, saber

    anlise de intervalos, boa leitura de cifra, leitura musical.

    OBS. O aluno dever comparecer com seu instrumento e, de preferncia, um caderno

    pautado para anotaes.

    Pblico alvo: Violonistas clssicos e populares e guitarristas, de nvel avanado.

    13. Guitarra (nvel mdio). Prof. Hermano Faltz (CE)

    Reviso e complementao dos conhecimentos bsicos e tcnicos relativos ao estudo do

    instrumento, abordando os princpios histricos e evolutivos do mesmo. Noes sobre tecnologias

    (modelao e processamento de efeitos), estilos, planejamento de estudo, postura, tcnica, escala

    maior e menor natural, escala pentatnica menor e maior, iniciao improvisao tonal (centros

    tonais), modos do tom maior, acordes de trades e ttrades.

    Pr-requisitos: Conhecimentos de teoria musical (principalmente sobre intervalos e escalas maiores)

    e domnio tcnico do instrumento, com prtica em leitura de cifras e improvisao. Mnimo de 2

    anos de prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento e cabo. Pblico alvo:

    Guitarristas.

    14. Guitarra (nvel avanado). Prof. Hermano Faltz (CE)

    Reviso e complementao dos conhecimentos tcnicos relativos ao estudo do instrumento,

    enfatizando a conscientizao sobre os princpios histricos e evolutivos do mesmo, bem como

    assuntos correlatos para uma prtica mais elaborada. Utilizao de arpejos, escalas e modos na

    improvisao, e aspectos harmnicos diagramticos relativos ao estudo do instrumento.

  • Pr-requisitos: Conhecimentos de teoria musical (principalmente sobre intervalos e escalas maiores)

    e domnio tcnico do instrumento, com prtica garantida de leitura de cifras e improvisao. Mnimo

    de 4 anos de prtica do instrumento. Obs: O aluno dever trazer seu instrumento, cabo

    banana/banana. Pblico alvo: Guitarristas (estudantes e profissionais).

    15. Contrabaixo (nvel mdio). Prof. Mario Cavalcanti - Jr. Primata (RN)

    Abordagem prtica para uma reviso e aprimoramento considerando os aspectos tcnicos,

    harmnicos e rtmicos aplicados ao contrabaixo eltrico.

    Pr-requisitos: Domnio tcnico do instrumento, leitura de cifras, leitura na clave de F. Mnimo de

    04 anos de prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento e cabo

    banana/banana. Pblico alvo: Baixistas.

    16. Contrabaixo (nvel avanado). Prof. Mario Cavalcanti - Jr. Primata (RN)

    Estudo de tcnicas e recursos expressivos do instrumento voltado para a execuo de msica

    popular brasileira em seus diversos gneros e estilos. Estmulo e desenvolvimento do potencial

    musical crtico e criativo do aluno. Abordagem prtica para uma reviso e aprimoramento dos

    fundamentos, conduo e improvisao, envolvendo aspectos tcnicos, harmnicos e rtmicos

    aplicados ao contrabaixo eltrico.

    Pr-requisitos: Domnio tcnico do instrumento, leitura de cifras, leitura na clave de F. Mnimo de

    05 anos de prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento e cabo

    banana/banana. Pblico alvo: Baixistas.

    17. Bateria (nvel mdio). Prof. Luizinho Duarte (CE)

    Experimentao e prtica de bateria. Estudo de aperfeioamento do instrumento atravs de tcnicas

    de execuo, postura, afinao, levadas para os variados gneros encontrados na msica popular

    (samba, frevo, baio, funk, rock etc.) e elementos da escrita especfica do instrumento.

    Conhecimento de conduo com o contrabaixo e formas musicais.

    Pr-requisitos: Domnio tcnico bsico do instrumento e noes de leitura rtmica. O aluno dever

    trazer sua bolsa de baquetas: (vassourinha, baqueta de feltro, palito). Mnimo de 04 anos de prtica

    de instrumento. Pblico alvo: Bateristas.

    18. Bateria (nvel avanado). Prof. Luizinho Duarte (CE)

    Estudo de aperfeioamento no instrumento: Tcnica. Postura. A bateria na msica popular( jazz,

    rock, baio, samba, frevo, bossa nova) Elementos da escrita especfica do instrumento.

    Conhecimento de conduo com o contrabaixo e forma musical. Tcnicas de improvisao,

  • andamento e dinmica. Estudo e criao de frases rtmicas. Aperfeioamento de grooves. Tcnicas

    de conduo do Hi-Hat e improvisao.

    19. Percusso (nvel mdio/avanado). Prof. Luizinho Duarte (CE)

    O mtodo de ensino de percusso brasileira foi especialmente criado tanto para alunos avanados

    como para os de nvel mdio e de tal maneira que, em pouco tempo, os avanados tero adquirido

    mais experincia musical e os iniciantes estaro se sentindo confiantes e com mais intimidade com

    os instrumentos. As aulas sero orientadas atravs de partituras ou de aulas prticas com

    fundamentos tericos. Prtica da tcnica de execuo dos instrumento de percusso na msica

    brasileira. Estudo da leitura rtmica.

    Pr-requisitos: Domnio de instrumentos de percusso e noes de leitura rtmica. O aluno dever

    trazer alguns instrumentos pequenos de percusso (ex: tringulo, pandeiro, caxixi, ganz, cowbell,

    tamborim, bong). Mnimo de 03 anos de prtica do instrumento. Pblico alvo: Percussionistas.

    20a. Prtica de conjunto de MPB/Jazz A (nvel mdio/avanado). Prof. Mario Cavalcanti - Jr.

    Primata (RN).

    20b Prtica de conjunto de MPB/Jazz B (nvel mdio/avanado). Prof. Salomo Soares (PB)

    20c Prtica de conjunto de MPB/Jazz C (nvel mdio/avanado). Prof. Hermano Faltz (CE)

    Estudo de repertrio especfico para as diversas formaes instrumentais na msica popular

    brasileira e no jazz. voltado aos msicos que possuem domnio do instrumento e tem interesse em

    aprimorar sua vivncia em grupo: desenvolvimento das habilidades inerentes prtica em grupo,

    tais como: Funo do Instrumento no Grupo, Intensidade, Dinmica, Rtmica, Interpretao.

    Sociabilidade. Prtica auditiva, Improvisao, desenvolvimento do motivo meldico e rtmico, e o

    resultado Sonoro (noo da expresso sob o prisma do ouvinte).

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para oficinas do Ncleo Instrumental. Domnio tcnico do

    instrumento e boa fluncia de leitura de partituras. Mnimo de 04 anos de prtica com o

    instrumento. Pblico alvo: Instrumentistas. (O aluno poder optar por um dos horrios oferecidos.)

    21. Camerata de Violes (nvel mdio/avanado). Prof. David Calandrine (CE)

    Formao de uma orquestra de cmara de violes e o estudo dos meios que propiciam um bom

    desempenho da atividade em grupo, trio e quartetos com violes, que vo desde a explorao dos

    recursos do timbre, afinao, dinmica, textura, ritmo e sonoridade que uma orquestra de violes

    pode obter, at a compreenso dos signos bsicos de regncia. Adaptao e entrosamento com o

    grupo. O repertrio consistir de arranjos de msica popular brasileira.

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas de violo. Mnimo de 04 anos de estudo do

    instrumento.

  • Pblico alvo: Violonistas com boa leitura musical.

    22. Prtica Coletiva (nvel mdio/avanado). Prof. David Calandrine (CE)

    Estudo de repertrio elaborado para diferentes instrumentos (violo, sopro, percusso), estimular a

    escuta e o fazer musical coletivo, proporcionando a socializao e integrao entre os

    instrumentistas.

    Pblico alvo: Estudantes de flauta doce soprano e contralto de nvel iniciante e mdio.

    Estudantes de violo e baixo com boa leitura musical, conhecimento de cifra funcional e

    percussionistas com ou sem experincia de prtica em conjunto. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento.

    23. Prtica de Orquestra Popular (nvel mdio/avanado). Prof. Carol Panesi (RJ)

    O enfoque a prtica de conjunto, desenvolvendo a escuta e interao entre os msicos. Os

    arranjos a serem trabalhados so elaborados de acordo com o formato e nvel do grupo em questo,

    sempre privilegiando o sotaque e valorizando a msica popular e regional do Brasil atravs do olhar

    da Msica Universal. Pblico alvo: Instrumentistas de cordas (violino, viola de arco, violoncelo e

    contrabaixo acstico).

    Pr-requisitos: Domnio tcnico do seu instrumento, leitura de partitura, cifras. Mnimo de 01 ano de

    prtica do instrumento. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento. 24. Prtica de Banda de Msica (nvel avanado). Prof. Arley Frana (CE)

    Prtica de conjunto e ensaio de naipe voltados para os instrumentos da banda de msica (madeiras,

    metais e percusso), considerando questes inerentes afinao, aquecimento, sonoridade,

    articulao, fraseado, dinmica e interpretao. O papel do instrumentista na banda de msica (solo,

    naipe, acompanhamento). Estratgias de ensaio e preparao do concerto. Construo de repertrio

    (msica original para banda, msica brasileira, arranjos e transcries). Realizao de concerto da

    Banda de Msica do Festival.

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas do ncleo instrumental. Mnimo de 05 anos de

    estudo do instrumento.

    Pblico alvo: Instrumentistas (alunos selecionados durante o Festival).

    25. Prtica de Big Band (nvel avanado). Prof. Leopoldo Artuzo (SP)

    Abordagem de articulaes e inflexes prprias execuo dos grupos de sopro na MPB.

    Sonoridade. Improvisao. Prtica de arranjos especficos para metais, madeiras, baixo, guitarra,

    teclado, bateria e percusso.

  • Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas do ncleo instrumental. Mnimo de 05 anos de

    estudo do instrumento.

    Pblico alvo: Instrumentistas (alunos selecionados durante o Festival).

    26. Orquestra de Acordees (nvel mdio/avanado). Prof. Rodolf Forte (CE)

    Estudo de repertrio de msica popular brasileira para grupo de acordees. Desenvolvimento das

    habilidades musicais comuns prtica em conjunto. Percepo auditiva. Interpretao. Dinmica.

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas do Ncleo Instrumental.

    Pblico alvo: Instrumentistas.

    27a e 27b. Prtica de Conjunto de Choro A e B (nvel mdio/avanado). Prof. Pablo Garcia (CE)

    Prtica em grupo para diversos instrumentos. Possibilidades de contracantos para instrumentos

    solistas e acompanhadores. Elementos da linguagem do choro, atravs de arranjos e transcries de

    gravaes de temas de mestres do gnero. Vocabulrio musical do choro a partir do aprendizado e

    anlise de um repertrio bsico.

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas do Ncleo Instrumental. Domnio tcnico do

    instrumento e boa fluncia de leitura de partituras. Mnimo de 04 anos de prtica do instrumento.

    Pblico alvo: Instrumentistas (violo de sete cordas, violo de seis cordas, cavaquinho, bandolim,

    clarineta, flauta, trompete, trombone, teclado, percusso, outros instrumentos). Obs: O aluno poder optar por um dos horrios oferecidos.

    28. Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Max Ferreira (SP), Erik Heimann Pais

    (SP), Gilvando Pereira Azeitona (PB), Leopoldo Artuzo (SP), Rmulo Santiago (CE)

    Trabalhar em um grupo de sopros um repertrio de msica instrumental brasileira, abordando

    articulaes e inflexes prprias interpretao e performance, incluindo tcnica, sonoridade e

    improvisao. Arranjos escritos especificamente para a formao de sopros. O instrumentista

    aprende a se comportar em funo dos outros msicos do grupo, tocando em formaes diferentes,

    trabalhando a interpretao, a dinmica, percebendo o ouvir e o tocar.

    Pr-requisitos: Alunos selecionados para as oficinas do Ncleo Instrumental. Mnimo de 04 anos de

    estudo do instrumento.

    Pblico alvo: Instrumentistas.

    28b. Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Clarineta

    28c. Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Saxofone

    28d. Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Trompete

    28e. Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Trombone

  • 28f Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Bombardino e Tuba

    28g Prtica de Conjunto de Sopros (nvel mdio/avanado). Trompa e Sax-horn.

    NCLEO VOCAL

    29a, 29b, 29c. Tcnica Vocal para o Cantor Popular. Prof. Aparecida Silvino (CE)

    Aspectos Tcnicos do Canto e Interpretao Vocal para o Cantor Popular Abordagem de vivncia

    prtica dos diversos aspectos da tcnica vocal e da interpretao, voltados para o canto popular.

    Aulas prticas e dinmicas, com a realizao de exerccios de respirao e vocalises por todos os

    alunos. Apresentaes em sala de canes interpretadas pelos alunos, individualmente ou em grupo,

    acompanhadas pela professora, pelos prprios alunos da oficina ou convidados. Dvidas e questes

    (tcnicas e/ou interpretativas) que forem aparecendo, sero debatidas durante o prprio processo

    prtico. Haver, ainda, espao para discusso sobre a carreira do cantor, autoproduo ou outros

    aspectos julgados relevantes no decorrer das aulas. O(A) aluno(a) dever trazer sugestes de

    repertrio em partitura (melodia e cifra preferencialmente).

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos; mnimo 03 anos de experincia como cantor(a) solista.

    Pblico alvo: Cantores e solistas.

    29d e 29e Tcnica Vocal para o Cantor Popular. Prof. Zeca Rodrigues (RJ)

    Exerccios tcnicos e investigao de possibilidades para o aprimoramento de uma interpretao

    vocal. Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos e um mnimo 03 anos de experincia como cantor(a)

    solista.

    Pblico alvo: Cantores e solistas.

    30a. Prtica de Grupo Vocal A (nvel mdio/avanado). Prof. Andr Protsio (RJ),

    Oficina destinada preparao de arranjos vocais a capella ou com acompanhamento; abordagens

    de aspectos tcnicos dos arranjos; exerccios de tcnica vocal aplicada a grupos vocais e dinmica de

    ensaio.

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos. Ter no mnimo 03 anos de experincia como cantor solista ou

    prtica coral. Leitura de partitura em nvel mdio. Pblico alvo: Cantores e Cantoras.

    30b. Prtica de Grupo Vocal B (nvel mdio/avanado) . Prof. Zeca Rodrigues (RJ)

    Montagem de arranjos vocais de canes do repertrio de MPB. Caetano, Gil, Nando Reis. etc.

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos e um mnimo de 03 anos de experincia no canto coral. Leitura

    de partitura em nvel mdio. Pblico alvo: Cantores.

    31. A Voz Como Instrumento (nvel mdio/avanado). Prof. Hiran Monteiro (BA)

  • Comeando um Grupo Vocal, Estilos, Interpretao, Repertrio, Instrumentos com a voz, Percusso

    Vocal, Representao Cultural, Notas Longas, Afinao, Conscincia Intervalar, Sonoridades Vocais. A

    Oficina de Prtica de Grupo Vocal, abordar temas como a diversidade de estilos, interpretao,

    afinao, conscincia intervalar, procedimentos em ensaios, coleo timbrsticas, entre outros. Sero

    realizados ensaios de arranjos com nfase na msica popular brasileira.

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos. Ter no mnimo 03 anos de experincia como cantor solista ou

    prtica coral. Leitura de partitura em nvel mdio. Pblico alvo: Cantores.

    32a, 32b, 32c. Barbatuques Percusso Corporal - Prof. Maurcio Maas (SP)

    Oficina se destina a trabalhar a expresso musical utilizando o corpo como instrumento musical,

    atravs de jogos musicais e atividades prticas desenvolvidas pelo Grupo Barbatuques, ncleo

    artstico e pedaggico que pesquisa a percusso corporal.

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos. Ter no mnimo 02 anos de experincia como msico, cantor,

    instrumentista, solista ou prtica coral. Pblico alvo: Cantores, solistas, instrumentistas, atores,

    bailarinos, performers e arte-educadores.

    33. Laboratrio Coral de Msica Popular (nvel mdio). Prof. Davi Silvino (CE)

    Vivncia da atividade coral: o funcionamento de um coral. Encontro de cantores corais que, durante

    uma semana, trabalham seu aperfeioamento vocal, postura cnica atravs de um repertrio da

    MPB e/ou regionais. Sero desenvolvidos nos ensaios exerccios vocais, alm da montagem de um

    repertrio variado, utilizando a linguagem coral.

    Pr-requisitos: Ter mais de 16 anos. Boa afinao. Participar ou ter participado de coral por pelo

    menos um ano. Saber a sua classificao vocal. Pblico alvo: Alunos inscritos no Ncleo Vocal e

    Didtica Musical.

    34. Laboratrio Coral de Msica Popular (nvel avanado). Prof. Andr Protsio (RJ)

    Oficina destinada preparao e apresentao de arranjos para coro a capella ou com

    acompanhamento; abordagens de aspectos tcnicos dos arranjos; jogos musicais, cnones e

    vocalizes aplicados ao repertrio. Diferentes ritmos da msica popular nos arranjos corais (e no

    corpo dos cantores).

    Pr-requisitos: Ter mais de 18 anos. Ter no mnimo 05 anos de experincia como cantor solista ou

    prtica coral. Leitura de partitura. Pblico alvo: Cantores.

    NCLEO DE ESTRUTURAO E HISTRIA

  • 35. Histria da MPB. Prof. Rodolf Forte (CE)

    O curso tem como parmetros fundamentais estabelecer e refletir sobre conceitos delimitadores da

    vida scio-artstica de cada um dos referidos nomes pr-estabelecidos. Sero observados e

    discutidos pontos cruciais da historiografia, produo artstica, vivncias, imagens e continuidade de

    suas respectivas obras atravs de novas roupagens e de discpulos, assumidamente compromissados

    com o fato do resgate e conceituao de suas obras, abordando tambm o papel da mdia em

    referncia a msica popular brasileira.

    Pblico alvo: Instrumentistas, cantores, professores e estudantes de msica

    36. A Flauta Doce na Msica Popular. Profa. Sueli Miranda (MG)

    Breve histrico da atuao da Flauta Doce na msica popular. Como escolher o repertrio,

    contedos tcnicos necessrios. Como escolher a flauta mais adequada. Interpretao.

    37. Harmonia Popular (nvel mdio/avanada). Prof. Conrado Paulino (SP)

    A Oficina de Harmonia Funcional Moderna visa, utilizando como plataforma principal os conceitos e

    material didtico da Berklee, preparar o aluno para a compreenso e aplicao prtica dos

    elementos tericos relativos formao e encadeamento dos acordes, suas regras e recursos.

    Anlise harmnica. Funes harmnicas e seus acordes substitutos. Graus altos e escalas de cada um

    dos acordes segundo a funo Aplicao improvisao, arranjo e composio (chord- scale theory).

    Reviso de construo de Trades e Acordes com stima. Inverses, aberturas, distribuio e

    encadeamento. Reviso de formao de Campo Harmnico Jnico. Funo dos acordes do Campo

    Harmnico. Trtono, Cadncia dominante, resoluo das vozes. Progresso IV/I, V/I, etc. Anlise

    harmnica I - 10 msicas selecionadas. Srie Harmnica. Dominantes Secundrios. Extenso dos

    dtes. secundrios. Dtes secundrios substitutos e suas extenses. Princpios de Harmonia Moderna.

    Progresso II, V, I, V/V , V/II etc. Anlise harmnica II: msicas utilizando C. Harmnico, dtes.

    secundrios e suas extenses. Cadncias: Dominante, Subdominante maior, Subdominante menor;

    acordes de funo Tnica. Tabela das 4 funes (33 acordes substitutos). Tabela das escalas maiores,

    menores e dominantes contidas nas 4 funes. Acordes hbridos, emprstimo modal e aproximao.

    Anlise harmnica III - 10 msicas selecionadas. Campos harmnicos menores. Funes. Anlise

    harmnica IV -10 msicas selecionadas em tonalidades menores. "Desarmonizao".

    Pblico alvo: estudantes de msica em geral, de nvel mdio ou adiantado. Pr-requisitos: saber

    construir escalas, trades e acordes com stima, anlise de intervalos, leitura musical razovel.

    38. Improvisao Livre Prof. Heriberto Porto (CE)

    O que seria a improvisao livre? Por que diferente da improvisao "no livre"? um modo de

    criar a msica de forma aleatria, catica? Seria melhor chamar de criao musical ou "inveno

    musical", sobre uma maneira de ouvir e descobrir sua prpria msica, criar, individual e

  • coletivamente sons, cores, esculturas sonoras, msica viva e participar de uma "descoberta" indita,

    efmera e nica.

    A oficina trata da formao do ouvido e abertura para formas contemporneas de criao musical.

    Pblico alvo: instrumentistas de todos os nveis, professores de msica.

    39a. Leitura e Percepo Musical. Prof. Davi Silvino (CE)

    Iniciao a leitura meldica atravs da prtica de exerccios de percepo e improvisao rtmica e

    meldica. A compreenso de ritmo atravs de figuras geomtricas. Identificao e prtica de notas

    no pentagrama a partir do conhecimento dos pentacordes maior e menor. Exerccios de leitura em

    graus conjuntos e notas das trades maior e menor. Noes de intervalo.

    Pr-requisitos: Mnimo de 01 ano de prtica de instrumento ou prtica vocal.

    Pblico alvo: Instrumentistas, cantores, professores de musicalizao.

    39b Leitura e Percepo Musical. Prof. Pablo Garcia (CE)

    Prtica de leitura musical por meio de exerccios meldicos propostos. Solfejos no mbito meldico

    de uma oitava, no mbito rtmico at a semicolcheia, incluindo ponto de aumento e pausas

    equivalentes. Compreenso e aplicao dos sinais e elementos estruturais da partitura musical

    tradicional. Leitura rtmica e meldica de ao combinada.

    Pr-requisitos: Mnimo de 02 anos de prtica de instrumento ou prtica vocal. Pblico alvo:

    Instrumentistas, cantores, professores de msica.

    39c Leitura e Percepo Musical. Prof. Hudson Nogueira (SP)

    Prtica de leitura musical por meio de exerccios meldicos propostos. Solfejos no mbito meldico

    de uma oitava, no mbito rtmico at a semicolcheia, incluindo ponto de aumento e pausas

    equivalentes. Compreenso e aplicao dos sinais e elementos estruturais da partitura musical

    tradicional. Leitura rtmica e meldica de ao combinada.

    Pr-requisitos: Mnimo de 02 anos de prtica de instrumento ou prtica vocal.

    Pblico alvo: Instrumentistas, cantores, professores de msica.

    40. Arranjo Vocal (nvel mdio). Prof. Davi Silvino (CE)

    Encadeamento de acordes a trs e quatro vozes, assim como as primeiras regras de conduo de

    vozes. Noes bsicas de campo harmnico, trades e ttrades. Iniciao ao estudo dos intervalos.

    Exerccios prticos e tericos utilizando o sibelius como instrumento facilitador. Prticas vocais dos

    arranjos desenvolvidos.

  • Pr-Requisitos: leitura e escrita musical fluente, leitura de acordes cifrados, conhecimento bsico de

    harmonia e habilidade em algum instrumento harmnico.

    41. Elaborao de Arranjo Vocal (nvel mdio e avanado). Prof. Hiran Monteiro (BA)

    Discusso e aplicao prtica de conceitos na produo de arranjos vocais no mbito da msica

    popular. Abordagem nos conceitos bsicos da escrita vocal, planejamento, tcnicas de

    harmonizao, emprstimo modal, anlises de arranjos e estilos diversos. Sero realizados trabalhos

    prticos para a apreenso das tcnicas. Conceitos de Base, Harmonia Tradicional e Moderna,

    Tcnicas de harmonizao, Emprstimo Modal, Estilos de Arranjo, Adaptao, Anlise de Arranjos,

    Planejamento, Arranjo em Ao.

    Pr-requisitos: Tocar um instrumento harmnico, saber ler e escrever msica, anlise de msica

    nvel bsico (harmonia, melodia, ritmo).

    Pblico Alvo: Instrumentistas, arranjadores, regentes.

    42. Composio de Cano na Msica Popular (nvel mdio). Prof. Hiran Monteiro (BA)

    Oficina de Composio de Cano na Msica Popular. Campo harmnico, Motivos (rtmico

    meldico), Melodia, Emprstimo Modal, Modulao, Improvisao, Associao Conceituais,

    Prosdia, Composio em Ao. Abordagem de conceitos tcnicos como desenvolvimento motvico,

    prosdia, modulao, emprstimo modal, desenvolvimento meldico, enfoque cultural, estilos de

    canes, etc. Sero realizados exerccios visando a prtica composicional.

    Pr-requisitos: Experincia com instrumento harmnico, prtica de leitura de cifras e conhecimento

    de campo harmnico. Obs.: O aluno dever trazer seu instrumento.

    43. Arranjo e Transcrio para Banda de Msica (nvel mdio). Prof. Hudson Nogueira (SP)

    Estudo de tcnicas e procedimentos de complexidade mdia, envolvidos na elaborao de arranjos e

    transcries de msica instrumental para banda de msica, abordando todos os instrumentos de

    sopro (madeiras, metais) e percusso, bem como suas caractersticas e tessituras. Abordagem de

    princpios bsicos tutoriais do software FINALE (a partir da verso 2012, caso o aluno o traga

    instalado em seu laptop).

    Pr-requisitos: Tocar um instrumento, saber ler e escrever msica, anlise de msica nvel bsico

    (harmonia, melodia, ritmo). Mnimo de 5 anos de prtica de instrumento ou prtica vocal.

    Pblico Alvo: Instrumentistas, cantores, professores de musicalizao, regentes.

    Obs: Recomendado, mas no obrigatrio possuir um laptop com o programa FINALE instalado

    (verso 2012 ou posterior).

    44. Arranjo e Transcrio para Banda de Msica (nvel avanado). Prof. Hudson Nogueira (SP)

  • Estudo de tcnicas e procedimentos de complexidade avanada, envolvidos na elaborao de

    arranjos e transcries de msica instrumental para para banda de msica, abordando todos os

    instrumentos de sopro (madeiras, metais) e percusso, bem como suas caractersticas e tessituras.

    Abordagem de princpios bsicos tutoriais do software FINALE (a partir da verso 2012, caso o aluno

    o traga instalado em seu laptop).

    Pr-requisitos: Tocar um instrumento, saber ler e escrever msica, anlise de msica nvel avanado

    (harmonia, melodia, ritmo), transposio de melodias e progresses harmnicas. Mnimo de 8 anos

    de prtica de instrumento ou prtica vocal.

    Pblico Alvo: Instrumentistas, cantores, professores de musicalizao, regentes.

    Obs: Recomendado mas no obrigatrio possuir um laptop com o programa FINALE instalado

    (verso 2012 ou posterior)

    NCLEO DE DIDTICA MUSICAL

    45. A Didtica da Flauta Doce. Profa. Sueli Miranda (MG)

    Oficina de flauta doce destinada a professores flauta doce. Como deve ser a formao do professor

    de flauta doce. Reconhecimento do perfil do aluno ou da classe de alunos de flauta doce. Recursos

    didticos de como ensinar o instrumento. Como escolher os mtodos a serem usados. Quais

    contedos tcnicos devem ser trabalhados com os alunos.

    46. Regncia e Metodologia Aplicada ao Ensino de Msica nas Bandas (Nivel mdio/avanado).

    Prof. Arley Frana (CE)

    Estudo terico e prtico do gestual de regncia e suas implicaes tcnicas na execuo de

    diferentes gneros, estilos e formas musicais. Histria e evoluo da regncia. Tcnicas de anlise

    estrutural e de estudo de repertrio para banda de msica. Funo social do regente de banda e sua

    misso enquanto educador musical. Metodologia aplicada ao ensino nas bandas de msica.

    Pr-requisitos: Ser regente de bandas, regente assistente, professor de banda de msica. 06 anos de

    prtica instrumental e estudos de teoria.

    Obs.: a) Todos os alunos inscritos nesta oficina devero inscrever-se tambm na oficina Prtica de

    Banda de Msica, onde aplicaro as tcnicas e estratgias desenvolvidas junto Banda de Msica do

    Festival. b) Ao final das oficinas, a critrio do professor, alguns alunos podero ser escolhidos para

    reger a Banda do Festival no concerto de encerramento. c) Solicita-se que os aluno inscritos nesta

    oficina levem o seu instrumento musical para as aulas.

    47. Regncia Coral (nvel mdio/avanado) Prof. Andr Protsio (RJ)

    Exerccios prticos e conversas sobre a Regncia Coral. Tcnica de regncia coral; estudo da partitura

    e dinmica de ensaio. Exerccios de regncia aplicados em arranjos de msica popular e

  • composies. Postura e gestual do regente. Msica a capella ou com acompanhamento instrumental. Dilogos sobre: escolha de cantores, repertrio do grupo e roteiro de uma

    apresentao. A apresentao: como utilizar bem o espao e os equipamentos disponveis.

    Propostas estticas: coro cnico ou coro erudito?

    Pr-requisitos: leitura musical fluente. Mnimo de 05 anos de prtica de instrumento ou prtica

    vocal.

    Pblico alvo: cantores de coro, regentes de coros e grupos vocais, arte educadores e professores de

    msica.

    48a.e 48b . Jogos e Brincadeiras Musicais. Profa. Patrcia Marin (CE)

    Estimular a capacidade criativa e expressiva na integrao com o grupo e no trabalho em conjunto,

    atravs de atividades rtmicas e meldicas relacionadas aos jogos e brincadeiras musicais,

    brincadeiras. Exercitar dinmica, ritmo, pulsao e parmetros do som. Resgatar e ampliar o

    repertrio de cantigas tradicionais brasileiras. Explorar possibilidades de utilizao da voz, expresso

    e percusso corporal atravs de jogos musicais.

    Pr-requisito: Trabalhar com msica em escolas ou projetos sociais. Pblico alvo: Professores de

    msica em escolas regulares, escolas de msica ou projetos sociais.

    Pblico alvo: cantores de coro, regentes de coros e grupos vocais, professores de msica, arte

    educadores

    49. CANES castigando na escola. Profa. Izara Silvino (CE)

    Exerccios e prticas de mtodos e tcnicas de ensino e aprendizagem de canes em sala de aula.

    Minha classe um coral.

    Pblico Alvo: msicos, arte-educadores, professores.

    50. (En)cantando a vida escolar. Profa. Izara Silvino (CE) Experimentaes de criaes coletivas de canes. Inventando canes.

    Pblico Alvo: msicos, arte-educadores, professores.

    51. Contar e cantar histrias. Profa. Izara Silvino (CE)

    Como cantar as histrias contadas. Criaes coletivas de dramas cantados.

    Pblico Alvo:Pblico Alvo: msicos, arte-educadores, professores.

    NCLEO DE PROJETOS ESPECIAIS

    52. Oficina de Reparo e Manuteno de Instrumentos de Sopro. Prof. Adevilson Cerqueira (SC)

  • Estrutura dos instrumentos. Desmontagem e montagem dos instrumentos. Ferramentas habituais

    (descrio e utilizao). Ferramentas especiais (adaptaes). Manuteno dos instrumentos.

    Confeco de sapatilhas (abafadores). Processos de soldagem. Diversos tipos de molas. Substituio

    de calos, molas e sapatilhas. Como identificar e resolver o problema no instrumento. Recuperao

    de uma pea amassada. Escolha do material de consumo para a manuteno.

    Pblico Alvo: estudantes, msicos, luthiers, regentes

    Obs.: Os alunos inscritos nesta oficina devero trazer instrumentos que estiverem necessitando de

    reparos, a fim de facilitar o aprendizado.

    53. Instrumentos que brotam da alma. Prof. Orlngelo Leal (CE)

    Mestres: Geraldo Amncio, Zulene Galdino (CE)

    Vivncia musical com mestres da cultura Popular - Criao e prtica instrumental de pfanos,

    sanfona, rabeca, voz e percusso.

    Pblico Alvo: instrumentistas, atores, danarinos, arte educadores e pesquisadores da cultura

    popular.

    54. Msica Excntrica. Prof. Orlngelo Leal (CE)

    O multiartista Orlngelo Leal compartilha exerccios musicais e jogos cnicos sonoros elaborados nos

    processos de montagens dos espetculos do grupo Dona Zefinha. A transversalidade do som e da

    cena tornam-se ferramentas da expresso atravs da percusso corporal e instrumentos no

    convencionais como o marimbau, a flauta nasal e a bota bum. Utilizando recursos tecnolgicos como

    pedais de efeitos e loops, conduz investigaes no campo da criao, passando por aspectos da

    msica incidental, de ambincia, imagtica e msica extica. O resultado da oficina a elaborao

    de uma cena com os participantes, podendo esta ser exibida como exerccio/resultado final da

    vivncia.

    Pblico Alvo: instrumentistas, atores, danarinos, arte educadores e pesquisadores da cultura

    popular.

    55. Construo de Pfanos. Prof. Vanildo Franco (CE).

    Vivncia prtica do processo de construo de pfano de taboca (bambu), considerando aspectos

    inerentes seleo da matria prima, preparao da taboca, afinao do instrumento e

    acabamento. Histria do instrumento e sua importncia na msica nordestina. Iniciao musical no

    pfano.

    Pblico Alvo: msicos, arte educadores, luthiers.

    Obs.: A matria prima para a construo do instrumento ser fornecida pelo Festival.

    56. Construo de Instrumentos de Percusso. Prof. Vanildo Franco (CE).

  • Vivncia prtica do processo de construo de instrumentos de percusso encontrados na msica

    nordestina (coco, baio, maracatu, ciranda), bem como em bandas cabaais e bumbas bois do

    Maranho. Como resultado da oficina sero confeccionados alfaias, zabumbas, caixas, ganzs e

    tamborins com matria prima alternativa e material reciclvel. Iniciao musical em instrumentos de

    percusso.

    Pblico Alvo: msicos, arte educadores, luthiers.

    Obs.: A matria prima para a construo do instrumento ser fornecida pelo Festival.

    57. Prtica de Conjunto de Pfano e Percusso. Prof. Vanildo Franco (CE).

    Prtica de conjunto de pfano e percusso, construdos por alunos do Festival, voltada para a

    execuo de estilos como coco, baio, maracatu e ciranda. Criao de grupos como banda cabaal e

    forr p-de-serra. Desenvolvimento de repertrio e apresentao pblica.

    Pblico Alvo: Alunos inscritos nas oficinas Construo de Pfano e Construo de Instrumentos de

    Percusso.

    58. Produo com Sampler - recortes. Curumin (SP)

    A evoluo tecnolgica possibilitou novas sonoridades e inspirou novas tendncias musicais. Como o

    hip hop, que surge a partir de loops de recortes de trechos instrumentais de faixas obscuras

    garimpadas por DJs. Deste tempo at os dias de hoje, a tecnologia e a msica instigaram umas s

    outras de forma a criar novos equipamentos e modos de usar e criar msica. Nesta perspectiva, a

    oficina Produo com Sampler - recortes se prope a mostrar um pouco da histria de como o

    sampler foi e utilizado. Sua parte prtica sugere a construo de uma faixa a partir de recortes

    sugeridos pelos alunos.

    Pblico Alvo: msicos, produtores, Djs interessados em aprofundar seus conhecimentos na

    produo de samples.

    59. Caminhos da Produo Musical. Z Nigro (SP)

    Tem como objetivo apresentar os conceitos e princpios tcnicos ligados produo musical,

    sensibilizando o aluno a conhecer esse universo de criao e atuao profissional. Na primeira fase

    da oficina o aluno entrar em contato com exemplos da atuao do produtor ao se deparar com o

    material bruto de um artista. A partir disso,sero discutidos, atravs de exemplos prticos, os

    caminhos que podem ser seguidos para desenvolver uma linguagem esttica e conceitual de uma

    produo musical. Na segunda fase sero apresentadas as ferramentas para a realizao de uma

    produo em home studio: softwares, equipamentos e tcnicas de produo.

    Pblico Alvo: msicos, produtores, Djs interessados em aprofundar seus conhecimentos em

    produo musical.

    60. Hip Hop e Funk - Conceito, Produo e Discotecagem. Seven (RJ)

  • A oficina aborda os estilos Hip Hop e Funk a partir de seus aspectos histricos, passando por

    equipamentos necessrios para composio, chegando at a produo de beats e finalizando com a

    discotecagem.

    Pblico Alvo: msicos, produtores, Djs interessados em aprofundar seus conhecimentos .

    CORPO DOCENTE Adevilson Cerqueira (SC)

    Msico da reserva da Banda de Msica do Exrcito Brasileiro, especialista em reparo e

    manuteno de instrumentos musicais de sopro, atuando como luthier desde 1982. Membro da

    Associao dos Luthiers do Brasil, capacitou-se em cursos realizados com Adauto Vieira de Paula

    (PR), Jos Vieira Filho (SC) e Daniel Tamborim (SC), tendo estagiado tambm na fbrica da Weril

    Instrumentos Musicais, em Franco da Rocha (SP). Desde 2007 atua como professor da oficina de

    reparo e manuteno de instrumentos de sopro nos Painis Funarte de Bandas de Msica, tendo

    ministrado oficinas em diversos estados do Brasil. Em 2017 ministrou a oficina de reparo e

    manuteno no 13 Festival Msica da Ibiapaba. Reside em Florianpolis (SC), onde mantm sua

    oficina e atende as bandas de msica do estado.

    Andr Protsio (RJ)

    Ps-graduado na UNIRIO em 2006 (Mestrado em Musicologia) onde defendeu uma dissertao

    sobre arranjo coral brasileiro. Atualmente Doutorando da mesma instituio. Desde 2000 leciona

    arranjo vocal em cursos regulares no Rio de Janeiro ou intensivos em So Paulo, Paran e Cear.

    Tambm tem atuado como palestrante em congressos de msica vocal (Rio a Capella, APARC,

    Oficina Coral, CBM). No teatro, trabalhou com os diretores Miguel Falabella, Karen Accioly, Andr

    Cmara e Augusto Thomas Vannucci alternando as funes de diretor musical, preparador e

    arranjador vocal. Destaca-se a direo musical de Arca de No Vincius para crianas, direo de

    Vannucci, onde foram escritos arranjos para Coro, Solistas e Orquestra. Produziu o DVD do grupo

    vocal feminino Mulheres de Hollanda (2008). um dos cantores/arranjadores do premiado grupo

    vocal BR6, com 4 CDs e uma expressiva participao em Festivais de msica na Europa. Foi o diretor

    musical e jri das 5 edies do Concurso Nacional de Arranjos e Grupos Vocais CCBB Brasil Vocal

    (2011 2015). Tem uma longa experincia na direo de corais amadores. Atualmente dirige o Coro

    da Ladeira, grupo independente formado em maro de 2009, o Coral do TRT Rio e o novssimo Coral

    da Quarta Aumentada, todos no Rio de Janeiro. Dirigindo o grupo Equale,

    (https://www.equalevocal.com/) lanou em 2000 o CD Equale no Expresso Gil. Em 2004, o CD Um gosto de Sol, com canes (e a participao) de Milton Nascimento. Em 2017, lanou o CD Na praia

    de Caymmi com as canes de Dorival Caymmi. As principais produes musicais, arranjos vocais,

    trilhas sonoras, clipes, esto disponveis no site www.andreprotasio.com.

    https://www.equalevocal.com/http://www.andreprotasio.com/
  • Aparecida Silvino (CE)

    Cantora, compositora, regente de corais, arranjadora, preparadora vocal, pianista cearense,

    ganhadora de inmeros festivas.

    Aparecida Silvino tem cinco trabalhos gravados sendo o mais recente Sinal de Cais!

    Com o show sinal de cais, j viajou o Brasil!

    Aparecida Silvino abriu o Centro Cultural Canto da Ap em novembro de 2016, no Centro desenvolve

    planos de aulas de canto individuais e Canto Coral!

    Alm de show dos cantores no Projeto Conexes Sonoras, que acontece no Teatro Jos de Alencar

    em Fortaleza!

    Arley Frana (CE)

    Obteve sua formao musical bsica sob a orientao do maestro Francisco Jos Costa Holanda, em

    Fortaleza (CE), nas Bandas de Msica Dona Luiza Tvora (Colgio Piamarta) e da Escola Tcnica

    Federal do Cear. Como saxofonista da Banda do Colgio Piamarta apresentou-se na Itlia e

    Alemanha em 1994. Estudou solfejo, harmonia e arranjo com o maestro Manoel Ferreira Lima, em

    Fortaleza (CE).. Orientou-se em regncia de bandas e orquestras em cursos realizados na Inglaterra,

    Itlia e Estados Unidos. Nos Estados Unidos atuou como professor convidado da Pittsburg State

    University, em Pittsburg, Kansas. Possui Doutorado e Mestrado em Educao pela Universidad San

    Carlos, Mestrado em Msica pela Universidade Federal da Paraba, Licenciatura em Msica pela

    Universidade Metropolitana de Santos e Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale

    do Acara. Participou como professor das oficinas de regncia, instrumento e prtica de conjunto no

    Festival Internacional da Msica do Amap, Festival Sinfonia.br, Festival Msica da Ibiapaba, Festival

    Cordas gio e Painis Funarte de Bandas de Msica. Como professor dos Painis Funarte ministrou

    oficinas nos estados de Santa Catarina, Amap, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Paraba e Par.

    Regente fundador da Orquestra de Sopros de Pindoretama, dirigiu concertos do grupo na Alemanha

    (2002, 2006 e 2014) e Noruega (2010). Atua como coordenador do Sistema Brasileiro de Bandas e

    Orquestras - Sinfonia.br, diretor artstico da Orquestra de Sopros de Pindoretama e regente da

    Orquestra Contempornea Brasileira. Fundou e reestruturou nos ltimos 20 anos mais de 35 bandas

    no Cear. Tem se dedicado tambm criao e reestruturao de orquestras infantojuvenis e

    pedagogia da regncia.

    Carol Panesi (RJ)

    Multi-instrumentista, compositora, arranjadora carioca, Carol Panesi foi integrante por 13 anos do

    "Itiber Zwarg & Grupo" e tem como formao a msica universal difundida pelo Hermeto Pascoal,

    que sem preconceito engloba todos os estilos. Como compositora, tem ganhado cada vez mais

  • notoriedade, participando de Festivais como Festival internacional de compositoras SONORA,

    semifinalista do Festival das Rdios MEC e Nacional na categoria Melhor Msica Instrumental.

    Gravou CDs, DVDs e dividiu o palco com grandes nomes do cenrio musical brasileiro e internacional,

    dentre eles Hermeto Pascoal, Edu Lobo, Gabriel Grossi, Clarice Assad, Jongo da Serrinha, dentre

    outros. Lidera o Quarteto Iap, quarteto de cordas com abordagem brasileira, onde atua como

    violinista e diretora musical. Integra o Coletivo de Violino Popular, juntamente com Ricardo Herz e

    Nicolas Krassik. Atualmente desenvolve seu trabalho autoral, o Carol Panesi & Grupo, finalista do

    Samsung E-Festival Instrumental 2017. Msica Universal foi o termo encontrado pelo Hermeto

    Pascoal para descrever sua msica que, sem preconceitos engloba todos os estilos, valoriza

    elementos da tradio musical popular brasileira, e ao mesmo tempo ultrapassa a barreira entre a

    msica erudita e a popular, justapondo traos da msica regional de todo o mundo, refletindo com

    isso sua universalidade. Atravs dessa experincia, Carol pde se aprofundar nos conceitos da

    msica universal, onde imperam a liberdade, a criatividade e a interao dos elementos rtmicos,

    harmnicos e meldicos, baseados na escuta e na intuio.

    Conrado Paulino (SP)

    Conrado Paulino violonista, arranjador e compositor. Seu trabalho como artista destaca-se pela sua

    moderna linguagem harmnica e pela fluncia e originalidade na improvisao. Seu estilo

    violonistico apresenta uma cativante combinao de repertorio brasileiro, linguagem jazzstica e

    recursos do violo clssico Conrado acompanhou artistas de renome como Rosa Passos, Johnny Alf,

    Leny Andrade, Claudette Soares e Alade Costa, com quem gravou quatro CDs. Como instrumentista,

    tocou com o Zimbo Trio, Paulinho Nogueira, Heraldo do Monte, Roberto Menescal, Marco Pereira,

    Lea Freire, Fil Machado, Chico Saraiva e Vinicius Dorin, entre muitos outros. Apresentou-se tambm

    com msicos estrangeiros como os norte-americanos Colin Bailey, Phil de Greg, John Stowell, Todd

    Isler, Dave Pietro, Harvey Winnapel e Mark Isbell (com quem gravou seu ltimo CD, lanado em USA

    em maro de 2016, atuando como violonista, compositor e arranjador). Tambm atuou com Jan de

    Haas, Anne Wolf e Henri Griendl (Belgica); Anna Luna e Jaume Vilaseca (Espanha) e com

    instrumentistas de destaque no cenrio jazzstico latino-americano como Diego Schissi, Quique

    Sinesi, Daniel Maza, Alejandro Demogli, Alan Plachta, Oscar Giunta e Popo Romano. Escreveu

    arranjos para shows e CDs de Alade Costa, Silvia Maria, Mark Isbell, Keila Abeid e Marcia Mah, entre

    outros artistas. Alm de participar de CDs de outros artistas, Conrado tem quatro CDs gravados

    como lder: Quarteto (2005), Noches del Museo (2008), Wrong Way (2011) e Quatro Climas (2015).

    Participou tambm de duas coletneas de msica instrumental: Brazilian Songs Without Words

    (2007) e Cem Anos de Caymmi (2014). Professor de trajetria reconhecida, entre seus ex-alunos se

    encontram nomes de destaque do cenrio nacional como os compositores Chico Csar e Eduardo

    Gudin e os instrumentistas Tomati, Nuno Mindelis, Camilo Carrara, Fernando Corra, Paola Pichersky

    e Srgio Carvalho, entre outros. Atuou como professor de violo, harmonia e/ou improvisao nos

    principais festivais didticos do pas, entre eles o Civebra (Braslia, DF), a Oficina de MPB (Curitiba,

    PR), Festival de Violo da UFRGS (Porto Alegre, RS), Festival de Msica de Itaja (SC) (quatro edies)

  • e o Festival Msica na Ibiapaba (CE) (trs edies). Ministrou workshops e master-class em diversas

    faculdades e conservatrios do Brasil, Argentina, Uruguai e Colmbia. autor de cinco mtodos,

    distribudos a nvel nacional pela FreeNote. Escreveu dezenas de lies e artigos em publicaes

    especializadas, entre elas as revistas Acstico, Guitar Class, Violo-PRO e a edio brasileira da Guitar

    Player Magazine, da qual foi editor tcnico, alm de colunista. Atualmente Conrado Paulino se

    apresenta como solista e com seu Quarteto, acompanha a legendria cantora Alade Costa,

    professor concursado da EMESP (Escola de Msica do Estado de So Paulo, ex-ULM), onde ministra

    os cursos de Violo e de Harmonia Funcional, e consultor do Projeto GURI-Sta Marcelina da

    Secretaria de Estado da Cultura de So Paulo, ministrando cursos de capacitao para os professores

    do projeto.

    Curumin (SP)

    Multi-instrumentista, cantor e compositor, esteve pela primeira vez em Fortaleza no ano de 2004,

    acompanhando o lanamento de Saiba. Na poca, o mais novo trabalho de Arnaldo Antunes.

    Paralelo a isso, o paulistano Luciano Nakata Albuquerque - Curumin- lanava o seu prprio e

    primeiro disco Achados e perdidos, que mescla o soul, o samba, o rock, o funk, influenciado pelos

    renomados: Jorge Ben, Tim Maia, Mutantes, James Brown, Sly Stone, Stevie Wonder... Assim, ele

    entra para a mais nova Msica Popular Brasileira e a convite do grupo californiano Blackalicious

    chega no mercado norte-americano com grande aceitao da crtica internacional. Alm do ex-tit

    (Arnaldo Antunes), Curumin esteve como baterista ao lado de Paula Lima, Vanessa da Matta, Cu e

    na Banda Toca com Gustavo Lenza (esse, produtor dos seus discos). Curumin e os Aipins (sua banda)

    caem nas graas da cena independente e resulta o Japan Pop Show, seu segundo CD, que no nega

    suas razes e vem rico, globalizado e cheio de ritmos para engrossar o caldo do mocot.

    Em 2017, seu lbum Boca foi indicado ao Grammy Latino de 2017 de Melhor lbum de Rock ou Alternativo em Lngua Portuguesa. Davi Silvino (CE)

    Compositor, arranjador, regente, preparador vocal, instrumentista, intrprete, mestre em educao

    musical pela UFC, Davi Silvino desenvolve excelente trabalho musical em Fortaleza e em algumas

    regies do Estado do Cear!

    Sua didtica privilegia a criatividade e o entusiasmo!

    Professor regente do IFCE, seus corais cantam arranjos prprios e composies coletivas!

    David Calandrine (CE)

    Msico violonista, compositor e arranjador. Professor do Conservatrio de msica Alberto

    Nepomuceno e Escola de msica Marta Carvalho, onde leciona violo clssico, popular e prtica de

    conjunto. Em 2006, a convite da Professora Luciana Gifoni gravou o CD Cantares Bohmios, com composies de Ramos Ctoco. Foi coordenador do Festival Cearense de Violo entre 2010/2013 e

    diretor musical do Quintessncia (quinteto de violes). Em 2010, atravs de edital da SECULTFOR

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grammy_Latino_de_2017https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grammy_Latino_de_Melhor_%C3%81lbum_de_Rock_em_L%C3%ADngua_Portuguesahttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grammy_Latino_de_Melhor_%C3%81lbum_de_Rock_em_L%C3%ADngua_Portuguesa
  • (Secretaria de Cultura de Fortaleza), gravou o CD Preservao da Cultura Violonstica do Cear, com obras de compositores autodidatas, resultado da pesquisa do professor Jos Mrio de Arajo. Ainda

    em 2010, venceu o 1 Festival da FM UNIVERSITRIA na categoria: msica instrumental. Foi

    professor convidado dos seguintes festivais: Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga (2014) e

    Festival Msica no Macio (2012). Atualmente integra o trio Cantares com Luciana Gifoni e Luizinho

    Duarte, dedica-se ao estudo violonstico, composies, arranjos e didtica do instrumento, alm de

    coordenar o Projeto Msica Tons da vida. Em 2017, David Calandrine lanou o E-book Cinco Duetos para Violo e Fagote (davidcalandrine.com.br), uma coleo de arranjos de peas do autor e de grandes mestres da nossa msica.

    Erik Heimann Pais (SP)

    Aperfeioou-se sob a orientao de Dale Underwood (EUA) e recebeu em 2003 o ttulo Licentiate in

    Saxophone Performance pelo Trinity College London. Atualmente mestrando na Universidade

    de Campinas desenvolvendo pesquisa sobre O Panorama Fonogrfico do Saxofone no Brasil. Foi

    premiado em vrios concursos nacionais, e atua como msico e solista em bandas sinfnicas desde

    1997, tendo tido a oportunidade de trabalhar sob a regncia de maestros nacionais e internacionais.

    Como saxofonista da Orquestra de Sopros Brasileira gravou 09 Cd's e 1 DVD neste ltimo como

    solista. Organizou junto a Marcos Pedroso as seis edies do Encontro Internacional de Saxofonistas

    que ocorrem desde 2004 no Conservatrio de Tatu, onde tambm foi docente do curso de saxofone

    erudito e Coordenador da rea de Sopros. Desde 2006 atua como consultor para a Yamaha Musical

    do Brasil onde integra o projeto Sopro Novo Bandas, pelo qual j percorreu quatorze Estados

    brasileiros, realizando workshops e recitais. Em 2013 foi artista convidado do I Congresso da

    Associao Latino Americana de Saxofonistas em San Jos Costa Rica, sendo eleito integrante do

    primeiro comit da organizao. Em 2014 recebeu o ttulo de Comendador da Ordem do Mrito

    Cultural Carlos Gomes. Em 2016 lanou seu primeiro CD, integrando o Duo Heimann-Braga com sua

    esposa Mriam Braga e gravando exclusivamente repertrio brasileiro para saxofone clssico e piano.

    Integrou o corpo docente do IV Festival Internacional Gramado in Concert 2018. Erik Heimann Pais

    clinician de saxofone da Fundao Sopro Novo Yamaha do Brasil e ocupou por dez anos o cargo de Assessor Artstico do Conservatrio de Tatu.

    Gilvando Pereira Azeitona (PB)

    Mestre em Prticas Interpretativas (trombone) pela Universidade Federal da Paraba, tendo como

    orientadores o Prof. Dr. Radegundis Feitosa e a Prof. Dr. Luceni Caetano. Graduado pela

    Universidade Federal da Paraba no curso de Bacharelado em Msica - Habilitao Trombone

    orientado pelos Professores Radegundis Feitosa e Sandoval Moreno. Junto aos grupo Brazilian

    Trombone Ensemble e Quarteto de Trombones da Paraba ministrou masterclasses workshops e

    concertos em vrios Estados do Brasil (Distrito Federal, So Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul,

    Bahia, Esprito Santo, Cear, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Paran, Roraima e Amazonas),

    destacando o II e III Festival Internacional da Unirio (2015 e 2016) e o 1 ao 22 Festival Brasileiro

  • de Trombonistas da ABT (1995 a 2016), tambm atuou em vrios Festivais na Europa (Finlndia -

    Helsink; Frana - Flaine, Belfort; Inglaterra - Birmingham; Estados Unidos: New York, Filadelfia,

    Denton, Oklahoma e Ithaca) e na Argentina., ora Ministrante, ora participante. Membro fundador da

    Associao Brasileira de Trombonistas (ABT), gravou um CD intitulado Azeitonizando em 2010.

    Coordenou o XVII Festival Brasileiro de Trombonistas em Natal-RN, 2011. Coordenou de 2013 a

    2017, o I ao V Encontro de Trombonistas do Rio Grande do Norte realizado na Escola de Msica da

    UFRN. Foi Presidente da ABT de 2013 a 2016 e da ATRN de 2014 a 2016. Atualmente desenvolve

    suas atividades artstico-culturais no Quarteto de Trombones da Paraba, no Sexteto Potiguar

    da EMUFRN, na coordenao do Grupo PotiBones da EMUFRN e como Professor de Trombone nos

    cursos Tcnico e Bacharelado da Escola de Msica da UFRN. Consultor da linha de Trombone W&N

    (Weril).

    Heriberto Porto (CE)

    professor no Curso de Msica da Universidade Estadual do Cear desde 1999. Atualmente

    vice-coordenador do mesmo curso onde professor de flauta transversal, treinamento auditivo,

    harmonia e improvisao. Estudou no Conservatrio Real de Msica de Bruxelas, na Blgica onde

    obteve o Diplomas de Primeiro Prmio(Graduao) em Solfejo, Primeiro Prmio em Flauta e em

    Msica de Cmera e Diplomas de Solista(Mestrado) em flauta transversal e Msica de Cmera. De

    1990 a 1995 estudou jazz e improvisao em Bruxelas com Fabrizio Cassol, na Academia de

    Eterbeeck e com Steve Houben no Conservatrio Real de Bruxelas. Atua na rea da msica erudita e

    da msica instrumental brasileira. Foi professor nos festivais Msica na Ibiapaba, Jazz e Blues de

    Guaramiranga, Festival Eleazar de Carvalho, Festival Cordas Agio no Crato. Foi coordenador

    pedaggico nos projetos Msica Para a Vida (SEDUC-Festival de jazz e blues de Guaramiranga),

    Festival Msica na Ibiapaba (SECULT-CE). diretor do SINDIMUCE, Sindicato dos Msicos

    Profissionais no Estado do Cear.

    Hermano Faltz (CE)

    Hermano Faltz iniciou seus estudos no Conservatrio de Msica Alberto Nepomuceno (CMAN), em

    Fortaleza, onde cursou disciplinas de guitarra, harmonia, improvisao e teoria musical. Aperfeioou

    seu conhecimento em harmonia, improvisao e composio com o saxofonista Mrcio Resende.

    Ampliou sua abordagem na improvisao jazzstica com o saxofonista Bob Mesquita. No ano de 2014

    teve aulas com o guitarrista nova-iorquino Mike Moreno, um dos nomes de destaque da

    guitarra-jazz na contemporaneidade. um dos principais nomes da cena jazz de Fortaleza atuando

    fortemente como bandleader em diversos grupos e projetos. J deu aulas no Curso de Extenso do

    Curso de Msica da Universidade Estadual do Cear, Guitartrix Music Class, Projeto Msica Para a

    Vida do Festival Jazz e Blues de Guaramiranga(2014). Atua como professor do instrumento guitarra,

    harmonia e improvisao a mais de dez anos no Conservatrio de Msica Alberto Nepomuceno

  • (CMAN) e est em fase de concluso do curso de Licenciatura em Msica da Universidade Estadual

    do Cear (UECE).

    Hiran Monteiro (BA)

    Hiran Monteiro, msico, graduado em composio e regncia pela UFBA, Mestrado em composio

    Ufba - Finalizando Julho/2018. Estudou Msica para Cinema com David Tyguel, Arranjos Orquestrais

    com Mark Heys, Composio com Wellington Gomes e Paulo Costa Lima, Curso de Arranjos com

    Dory Caymmi. diretor e arranjador musical do grupo vocal Banda de Boca, grupo indicado ao

    Grammy Latino em 2010 com o CD MPB pras Crianas, no qual assina a produo musical,

    arranjos, gravao e mixagem. Diretor Musical do projeto A Voz Como Instrumento 2005, vencedor

    de 2 Trofus Caymmi: Melhor Direo Musical, melhor Arranjo (Clube da esquina 2). Vencedor

    Concurso Da Radio FM Educadora- Melhor instrumentista 2006, vencedor do VIII Festival da Radio

    Educadora Ba Melhor Msica Instrumental - 2010 Como compositor e arranjador, tem msicas

    executadas em concertos por diversos pases, a exemplo do grupo Chr Kameralny KameLeon, sob a

    regncia de Katarzyna M. Boniecka na Varsvia, e o Ensamble Entrevoces na Colmbia, sob regncia

    de Laura Fabiola Cruz. Dirigiu o espetculo A voz como Instrumento Banda de Boca, onde ganhou

    2 prmios no Trofu Caymmi de 2005 como Melhor Direo Musical e melhor arranjo com a msica

    Clube da Esquina 2, tambm foi contemplado com o prmio da Educadora FM 2007 como melhor

    Instrumentista em 2006. Participou da trilha sonora do filme BUZU (Rio de Janeiro), comps a trilha

    da animao Milktoon (Angola), e a trilha da pea A Luta Secreta de Maria da Encarnao, dirigida

    por Fernando Guerreiro. Convidado em 2013, para participar como professor em um dos festivais de

    msica vocal mais importantes da Amrica Latina, o Festival America Cantat 7 em Bogot.

    Hudson Nogueira (SP)

    Bacharel em clarineta pela Faculdade Mozarteum de So Paulo, estudou saxofone com Jos Carlos

    Prandini e composio com Edmundo Villani-Crtes. Como clarinetista, integrou durante sete anos a

    Banda Sinfnica do Estado de So Paulo e como saxofonista foi integrante da Banda Savana.

    Participou do Projeto Arranjadores , apresentando-se com os maestros Moacir Santos, Cip, Duda,

    Jos Roberto Branco, dentre outros. Em 2005 fez vrias apresentaes como solista convidado no

    Japo, executando suas composies inclusive no Clarinet Fest. J escreveu arranjos para Marvin

    Stamm, Leila Pinheiro, Beth Carvalho, Nana Caymmi, Ivan Lins, Jane Duboc, Guilherme Arantes,

    Toquinho, Gilberto Gil, Moraes Moreira, Boca Livre, Milton Nascimento, Sujeito a Guincho, Banda

    Savana, Banda Sinfnica Jovem do Estado de So Paulo, Banda Sinfnica do Estado de So Paulo,

    Orquestra de Sopros Brasileira, Orquestra Paulista e Banda Sinfnica da CSN . Dentre artistas, grupos

    e instituies para quem j comps destacam-se Fernando Dissenha, Dale Underwood, Fred Mills,

    Paulo Srgio Santos, James Gourlay, Eugene Rousseau, Madeira de Vento, Quinteto Villa-Lobos,

    Osland Saxophone Quartet, University of Minnesota, University of Georgia, University of Central

    Florida e University of ST. Thomas. Participou como arranjador e compositor do projeto Srie Msica

    Brasileira para Banda, realizado pela FUNARTE, alm de escrever um artigo sobre arranjo para o

  • Pequeno Guia Prtico para o Regente de Banda dentro do mesmo projeto. Seus arranjos e

    composies esto presentes em mais de 20 CDs gravados no Brasil e no exterior. Suas obras tm

    sido executadas na Argentina, Paraguai, Costa Rica, Colmbia, Hungria, Ucrnia, Sua, Noruega,

    Portugal, Espanha, Itlia, Frana, Alemanha, Rssia, Japo e Estados Unidos. Escreveu os arranjos do

    Mtodo Flauta Fcil n 2, idealizado pelo Professor Celso Woltzenlogel e publicado pela editora

    Vitale, Possui mais de quarenta obras de seu catlogo, escritas para diversas formaes musicais,

    publicadas no exterior pelas editoras Ruh Music e Brazilian Music Publications. Atua desde 1998

    como professor de arranjo do Conservatrio Dramtico e Musical Dr. Carlos de Campos em Tatu.

    Izara Silvino(CE)

    Licenciada em Msica (UECE). Bacharela em Cincias Jurdicas e Sociais (UFC). Especialista em

    Msica do Sculo XX (UECE). Mestra em Educao (UFC). Regente de Coral. Professora Aposentada

    da UFC.

    Leopoldo Artuzo (SP)

    Formado em MPB e Jazz e Trompete Erudito pelo Conservatrio Dramtico e Musical Dr. Carlos de

    Campos, em Tatu (SP), estudou sob a orientao de mestres como Edgar B. dos Santos, Gilberto

    Siqueira e Gilberto Gagliardi. Especialista em Docncia do Ensino Superior pela Faculdade Paulista de

    Servio Social de So Caetano do Sul e bacharel em Histria e Estudos Sociais pela Faculdade de

    Filosofia, Cincias e Letras de Tatu. Participou em diversos festivais, cursos e seminrios com Ed

    Sarath, Malte Burba, Marvin Stamm, Fred Mills, Philip Smith, Dennis Noday, Altair Martins, Jorginho

    Trompete, Daniel Barry , Clovis Beltrami, Bobby Shew, Allen Vizzutti, Mike Vax, Adan Rapa, Jon Fadis,

    Trent Austin, Julian Lupo, dentre outros. Como trompetista integrou a Orquestra do SBT, Orquestra

    de Sopros Brasileira, Big Band Prata da Casa e foi solista da Banda Sinfnica Jovem do Conservatrio

    de Tatu, sob a regncia do maestro Jos Antnio Pereira. Foi professor de trompete no Projeto Guri

    do Plo Regional de Jundia (SP) e Pr-Bandas (SP). Atuou como professor dos Painis Funarte de

    Bandas de Msica, tendo ministrado desde 2007 oficinas em todo o Brasil. Foi professor da classe de

    Msica de Cmera para Metais no Conservatrio Dramtico e Musical Dr. Carlos de Campos, Tatu,

    de 2005 a 2009. Idealizador do Projeto Conversa com Trompetistas, disponvel desde 2016 na

    plataforma YOUTUBE, autor da apostila Rotina para Trompete (2016), tendo atuado tambm como

    professor convidado na quinta edio do Jazz Trumpet Festival em 2017.

    Luizinho Duarte (CE)

    Compositor, baterista, percussionista, violonista e arranjador de grande experincia no cenrio

    musical nacional. o principal compositor do Quarteto Marimbanda. Trabalhou com muitos

    cantores quando morou no Rio de Janeiro: Tim Maia, Zeca Baleiro, Maria Bethnia, Elza Soares, Leila

    Pinheiro e. Dirigiu e participou, ainda, os grupos S com Z Trio, (Com Luizo Paiva e Luizo Maia)

    Metalira Big Band e Gargalhada Choro Banda. Foi maestro no Projeto da Orquestra de Barro de

    Cascavel(Uirapuru). Foi professor em muitos projetos de ensino musical e de carter social como a

  • Fundao da Criana(FUNCI) da prefeitura de Fortaleza e a Fbrica Escola da Fundao Deusmar

    Queiroz que trabalha com filhos de apenados da justia.

    Mario Cavalcanti - Jr Primata (RN)

    O contrabaixista potiguar Jr. Primata msico com grande experincia, tendo atuado profissionalmente como sideman, diretor e arranjador, em apresentaes e gravaes de cds e

    dvds em vrios estados. Na rea de msica instrumental, participou de vrios grupos, entre eles o

    Marimbanda, o duo Groove Primata, juntamente com o contrabaixista Srgio Groove, o Caninga Trio, com Manoca Barreto (guitarra) e Heleno Feitosa (sax), e o quarteto de professores do ncleo

    popular da Escola de Msica da UFRN.

    Como educador, alm de compor o quadro de professores da Escola de Msica da UFRN, tem

    ministrado vrios workshops pela regio. Entre eles, os mais importantes foram Festival da Serra da

    Ibiapaba (2007, 2008 e 2011) e Festival Jazz&Blues da Serra de Guaramiranga 2010. No incio de

    2009 foi responsvel pela coluna Fuso Nordestina da revista Baixo Brasil.

    Maurcio Maas (SP)

    Formado em Artes Cnicas pela ECA/USP onde atualmente mestrando em Pedagogia do Teatro.

    Sua pesquisa de mestrado tem como tema: Msica Corporal e Jogos Musicais Corporais: Um Estudo

    das Prticas do Grupo Barbatuques na Formao Musical do Artista Cnico. Msico

    multi-instrumentista, ator, professor, sonoplasta, diretor e produtor musical, integrante do grupo

    Barbatuques desde 2000, onde se apresenta artisticamente e ministra cursos e workshops de

    percusso corporal pelo Brasil e pelo mundo. Tocou com diversos nomes, entre eles Hermeto

    Pascoal, Nan Vasconcelos, Chico Csar, entre outros. Trabalhou em diversas Cias e grupos teatrais:

    Tablado de Arruar, Jogando no Quintal, Cia. Estelar de Teatro, Cia. Ausgang de Teatro entre outros.

    Ministrou aulas de teatro e msica em diversas escolas e universidades. Atualmente professor

    especialista no Curso de Formao em Teatro Musical desde 2014 no Sesi-SP, onde leciona a

    disciplina Percusso Corporal.

    Max Ferreira (SP)

    Nascido em Leme (SP), iniciou seus estudos musicais com Hary Bacciotti. Classificou-se em 1 lugar

    no concurso para a Banda Sinfnica do Conservatrio de Tatu em 1994 e com a qual gravou 7 CDs e

    1 DVD. Integrou a Orquestra Sinfnica do Conservatrio de Tatu como clarinetista, participando da

    gravao de um CD junto ao projeto BRASIL MUSICAL, do Banco do Brasil, acompanhando diversos

    nomes da MPB como Wagner Tiso e Victor Biglioni, em 1996. Formou-se no curso de Clarineta do

    Conservatrio de Tatu em 1996 e concluiu o curso de aperfeioamento em 1998, tendo recebido

    instrues do Jos Teixeira Barbosa. Atuou como professor de Clarineta em todas as edies do

    Festival de Inverno de Campos do Jordo - Ncleo Tatu, entre 1998 e 2002, nos Cursos de Frias

    de Tatu de 2004 a 2006, no projetoPr-Bandas da Secretaria da Cultura do Estado de So Paulo de

    1997 a 2002 e nos Painis Funarte de Bandas de Msica, ministrando oficinas em diversas cidades do

    Brasil. Realizou a 1 audio brasileira do Concerto Semplice para Clarineta e Banda Sinfnica de

    Frigies Hidas, com a Banda Sinfnica do Conservatrio de Tatu sob a regncia do maestro hngaro

  • Lazslo Marosi, em 2003. Concluiu o Bacharelado em Clarineta da Universidade Estadual de Campinas

    (UNICAMP) com os professores Nivaldo Orsi e Roberto Pires, em 2003. Foi um dos organizadores do

    1 Encontro Nacional de Madeiras de Orquestra do Conservatrio de Tatu em 2007. Escreveu o Guia

    Tcnico do Clarinetista&quot, editado em abril de 2007 e sobre o qual publicou artigo na revista Sax

    e Metais. Foi regente assistente da Banda Sinfnica do Conservatrio de Tatu de 2004 a 2008.

    Ministrou palestra sobre a Clarineta na Msica Brasileira na Universidade Federal da Costa Rica, em

    agosto de 2009. Atualmente 1 clarinetista spalla da Banda Sinfnica do Conservatrio de Tatu,

    professor de clarineta e coordenador de prtica de conjunto do mesmo conservatrio. Atua como

    professor de msica e regente da Corporao Musical Maestro ngelo Cosentino, da cidade de

    Leme (SP).

    Orlngelo Leal (CE)

    Ator, dramaturgo, diretor teatral e compositor. Graduado pela Faculdade de Educao de Itapipoca e

    pelo Colgio de Direo Teatral. Especialista em Metodologias do Ensino de Artes pela Universidade

    Estadual do Cear. Artista cearense que desde 1992 vem se apresentando nos principais palcos do

    Brasil com espetculos de teatro, dana e msica. Escreveu, atuou, musicou e dirigiu vrios

    espetculos. Com a banda Dona Zefinha lanou quatro discos com msicas de sua autoria: Cantos e

    Causos 2001; Zefinha vai a Feira 2007; o lbum infantil O Circo sem teto da lona furada dos

    Bufes e o livro/Cd Invocado Um Jeito Brasileiro de ser musical Flvio Paiva/Armazm da

    Cultura. Recebeu por 02 vezes o Prmio Nacional FUNARTE de Dramaturgia com os textos: As

    Prosopopias de Casimiro Coco(2004) e Noite Serena de Lua Cheia(2005). Em 2014 publicou o

    livro de dramaturgia Artes da Enganao pela Casa de Teatro Dona Zefinha. No exterior

    excursionou nos Estados Unidos, Argentina, Espanha, Hungria, Guiana Francesa, Cabo Verde, Coreia

    do sul, Alemanha, Portugal, Colmbia e Chile. Atualmente faz a direo musical do Festival da

    Diversidade Cultural Tangolomango e gestor cultural da Casa de Teatro Dona Zefinha.

    Pablo Garcia (CE)

    professor de violo e etnomusicologia no Curso de Msica da Universidade Estadual do Cear. J

    ministrou aulas nas disciplinas de Prtica de Conjunto, Prtica de Estdio e Anlise Musical na

    mesma instituio. Mestre em msica pela Universidade de Braslia, defendeu dissertao sobre os

    elementos do jazz e choro na obra de K-ximbinho (2009). Possui graduao no programa de

    Bacharelado Geral em Msica pela Universidade Estadual do Cear (2002). Coordenador do Choro

    Grande Banda pelo programa de bolsas de iniciao artstica ligada PROEX. Integra o Grupo de

    Pesquisa em Msica, Cultura e Educao Musical da Universidade Estadual do Cear, nas linhas

    Etnomusicologia e Antropologia da Msica e Educao musical e formao docente na Licenciatura

    em Msica. Elaborou e coordena o Curso Tcnico de Instrumento Musical MedioTec/Pronatec pela

  • UECE. guitarrista, violonista e bandolinista, j tendo participado de diversos grupos musicais e

    festivais no Distrito Federal e Cear.

    Patricia Marin (SP)

    Bacharelada em Piano, Licenciada em Msica pela Universidade de Ribeiro Preto (SP) e Especialista

    em Musicoterapia pelo Conservatrio Brasileiro de Msica (RJ). Atuou como professora de Msica

    em escolas regulares, na Educao Infantil e Ensino Fundamental em Ribeiro Preto (SP). Foi

    Educadora Musical no Projeto Guri (SP), ministrando aulas de Iniciao Musical, Flauta Doce e

    Prtica de Canto Coral Infanto-Juvenil. Foi professora de outras edies do Festival Msica na

    Ibiapaba e do Festival Itinerante de Msica do Vale do Jaguaribe (CE). Em Fortaleza foi professora de

    Graduao na Universidade do Vale do Acara (UVA) e Ps-graduao na Faculdade Darcy Ribeiro e

    Graduale.

    Foi professora de piano e regente do Coral Infantil e Juvenil do Colgio Juvenal de Carvalho (CE).

    Atualmente professora de Artes do Ensino Fundamental II no Municpio do Maracana (CE) e

    professora da Ps-graduao em Educao Musical da Faculdade de Cincias, Educao, Sade,

    Pesquisa e Gesto (CENSUPEG), ministrando aulas de Musicalizao Infantil e Tcnica Vocal e Canto.

    Rodolf Forte (CE)

    Cearense, msico e comunicador por vocao, professor por formao e artista por profisso,

    formado pelo Curso Superior de Acordeo Pietro Deiro e em Letras e Pedagogia. Discpulo de

    Sivuca, traduz com sua sanfona a universalidade da msica. Dividiu o palco com grandes msicos

    brasileiros tais como Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho, Elba Ramalho, Paulo Moura, Rafael dos

    Santos, Marins, Genrio, Flvio Jos, Os Trs do Nordeste, Waldonys, Mirco Patarini e Paolo

    Gandolf, sendo responsvel pelo retorno da sanfona ao palco dos grandes teatros brasileiros. Atuou

    como Secretrio de Cultura do municpio de Guaiba-CE, que mantm o Centro de Educao, Arte e

    Cultura Portal da Serra CEARC e como Secretrio de Cultura de Aquiraz-CE. produtor e

    apresentador do programa Sanfonas do Brasil na TVC, constituindo-se como um dos grandes

    defensores do instrumento no Brasil.

    Rmulo Santiago (CE)

    Iniciou seus estudos musicais no bombardino, na Banda de Msica Maestro Orlando Leite, em

    Russas (CE),sua cidade natal. Em 2004 ingressou no Curso de Licenciatura em Msica da

    Universidade Estadual do Cear. No mesmo ano ingressou como tubista da Banda de Msica Dona.

    Luiza Tvora, do Colgio Piamarta, tendo realizado duas turns na Europa, exibindo-se em pases

    como Itlia e ustria. Como tubista, participou de vrios concertos integrando a Orquestra de

    Cmara Eleazar de Carvalho. Em 2005, passou a estudar trombone e a participar de vrios Festivais

    de Msica como Festival Eleazar de Carvalho (Fortaleza), Curso Internacional de Vero de Braslia

    (CIVEBRA) e Festival Msica na Ibiapaba (Viosa do Cear), sendo orientado por Radegundes Feitosa,

    Vincent Lepape, Gilvando Pereira e Sandoval Moreno. Como trombonista, realizou diversas

  • gravaes, participou em trilhas sonoras de peas teatrais e foi membro fundador da Orquestra

    Sinfnica da UECE (OSUECE). Participou em shows ao lado de artistas e grupos consagrados como

    Jane Duboc, Z Renato, Eudes Fraga, Renato Braz, Zez Motta, Evaldo Gouveia, Cludio Nucci,

    Francis Hime, Nonato Luiz, Carlinhos Ferreira, Luizinho Duarte, dentre outros. Em 2011 assumiu a

    regncia da Banda do Colgio Piamarta. Atuou como professor do Projeto Fortalecimento Musical

    da Secretaria de Cultura do Cear e professor do IX, X e XII Festival Msica da Ibiapaba. Atualmente

    o regente da Banda de Msica Dona Luiza Tvora e integra como trombonista a banda do cantor

    Raimundo Fagner.

    Salomo Soares (PB)

    Salomo Soares se mostra claramente como um dos destaques da nova gerao do piano brasileiro.

    Nasc