Etapa 4 - Avaliação - ?· Distinção deve ser feita entre classificação diagnóstica e o uso da…

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Etapa 4 - Avaliao

1 Etapa da avaliao:

Avaliao de casos clnicos:

So enviados por e-mail 10 (dez) casos clnicos ilustrados para serem respondidos. Valor dessa etapa: 10 pontos. Sero aprovados aqueles com no mnimo 60% de acertos.

Seguem abaixo alguns exemplos: Ex.: 1

Ex.: 2

Ex.: 3

Nesta imagem alteraes morfolgicas apresentadas, no ocorrem por: a) Fratura vertebral

b) Hemi-vrtebra

c) Laminectomia

d) Enfermidade de Paget

e) Metstase ssea

f) Nenhuma das opes acima

Com relao imagem ao lado pode -se dizer que o achado observado na imagem: a) Pode produzir aumento da BMD do colo b) Pode produzir diminuio da BMD do trocnter c) Pode produzir diminuio da BMD do fmur total d)Pode produzir aumento da BMD de todas as ROIs de interesse do fmur e) Nenhuma das respostas acima esta correta.

Os erros de deteco de contornos na coluna podem ter como causa: a) BMD muito baixa

b) Alteraes degenerativas

c) Alteraes morfolgicas de

elementos vertebrais

d) Mal posicionamento

e)Todas as alternativas acima

2 Etapa da avaliao:

Avaliao do equipamento :

Clculo do CV% e LSC in vitro, realizar 30 aquisies de phantoms: Mnimo para aprovao CV% = 1,5

Clculo do CV% e LSC in vivo da Coluna Lombar Ap e Fmur Proximal Realizar 2 aquisies de Coluna Lombar Ap e Fmur Proximal em 30 pacientes , com e

sem reposicionamento: Mnimo para aprovao LSC% = 4,5% (LSC=Least Significant Change = CV% x 2,77)

3 Etapa da avaliao: Sero avaliadas as imagens enviadas, observando os critrios de posicionamento do

paciente, rea de aquisio e anlise (em mdia so avaliadas 120 imagens de paciente e 30 phantons. Sero aprovados os que apresentarem as aquisies dentro dos padres exigidos pela SBdens.

Exemplos:

Erros mais comuns em relao ao posicionamento da C oluna Lombar AP e Fmur Proximal:

Erros mais comuns relacionados ao posicionamento do Fmur Proximal

direito

Posicionamento adequado Coluna Lombar AP

Posicionamento inadequado da Coluna Lombar AP

Posicionamento incorreto Fmur proximal em abduo

Posicionamento correto do Fmur Proximal direito

Erros mais comuns relacionados a rea de aquisio da Coluna Lombar Ap

Incio baixo da aquisio no incluindo a vrtebra de L1 Correta aquisio da Coluna Lombar Ap

Incio alto da aquisio cortando a vrtebra de L4

Posicionamento incorreto Fmur proximal em aduo

Fmur Proximal direito Artefato interno:

PMMA

Erros mais comuns relacionados rea de aquisio do Fmur Proximal Direito:

Artefatos:

Fmur Proximal direito Incio alto da aquisio

Fmur Proximal direito Aquisio correta

Coluna Lombar Ap Artefato externo: pircing

Fmur Proximal direito Inicio baixo da aquisio

Erros mais comuns relacionados a anlise: estes err os so em decorrncia do posicionamento inadequado e/ou alterao nas dim enses da roi.

Ex.: 1 Posio inadequada da roi

Ex.: 2 Dimenses inadequadas da roi

Ex.: 3 Dimenses inadequadas da roi

4 Etapa da avaliao: Elaborao de Laudos

So avaliados os critrios de laudos utilizados pelo servio avaliado. A SBdens segue as Posies oficiais 2006 como referncia.Abaixo segue em resumo estas posies para sua orientao. Sero aprovados os que estiverem dentro desses critrios.

Finalizando, gostaramos de salientar que os fatores mais comuns que afetam a avaliao da preciso so os posicionamentos inadequados do paciente e anlise inapropriada do exame.

Consenso das Posies Oficiais 2006 1. Indicaes para avaliao de densidade ssea 1.1. Mulheres com idade igual ou superior a 65 anos. 1.2. Mulheres na ps-menopausa, ainda que abaixo de 65 anos, e homens, entre 50 e 70

anos, com fatores de risco. 1.3. Homens com idade igual ou superior a 70 anos. 1.4. Adultos com histria de fratura por fragilidade. 1.5. Adultos com doena ou condio associada baixa massa ssea ou perda ssea. 1.6. Adultos usando medicamentos associados baixa massa ssea ou perda ssea. 1.7. Pessoas para as quais so consideradas intervenes farmacolgicas para

osteoporose. 1.8. Indivduos em tratamento para osteoporose, para monitorar a eficcia do tratamento. 1.9. Pessoas que no estejam realizando tratamento, nas quais a identificao de perda de

massa ssea possa determinar a indicao do tratamento. Obs.: mulheres interrompendo a terapia (de reposio) hormonal devem ser consideradas

para densitometria de acordo com as indicaes acima 2. Base de dados de referncia para T-Scores 2.1. Para mulheres, dever ser utilizada base de dados de normalidade para mulheres

caucsicas (no ajustar para a etnia), para todos os grupos tnicos. 2.2. Para homens, dever ser utilizada base de dados de normalidade para homens

caucsicos (no ajustar para a etnia), para todos os grupos tnicos. A base de dados NHANES III (National Health and Nutrition Examination Survey III) (2) a.

deve ser utilizada para derivao de T-Score no Fmur Proximal

3. Diagnstico densitomtrico central 3.1. As referncias internacionais da OMS, para o diagnstico da osteoporose, um T-

Score B de - 2.5 ou inferior, ao nvel do Fmur Proximal, embora a Coluna Lombar e o rdio distal (stio perifrico) possam ser empregados para essa finalidade.

3.1.1. A referncia-padro, a partir da qual o T-Score calculado, de mulheres, brancas, de idade entre 20 e 29 anos, segundo os dados do estudo NHANES III.

3.2. A osteoporose pode ser diagnosticada em mulheres ps-menopusicas e em homens com 50 anos ou mais se um T-Score na Coluna Lombar, fmur total ou colo femoral for -2.5, utilizando-se as referncias ajustadas ao sexo.

3.2.1. Em certas circunstncias, o Rdio 33% (tambm chamado Rdio 1/3) pode ser utilizado.

3.3. Stios esquelticos que devem ser medidos 3.3.1. Devem ser avaliados a Coluna Lombar PA e o Fmur Proximal em todos os

pacientes. 3.3.2. O antebrao deve ser medido nas seguintes circunstncias: 3.3.2.1. Quando a Coluna ou o Fmur Proximal no puderem ser medidos ou

interpretados; 3.3.2.2. hiperparatireoidismo; pacientes muito obesos (acima do limite de peso do

equipamento DXA utilizado).

4. Regies de interesse na Coluna Lombar PA 4.1. Deve ser utilizado o segmento L1- L4. 4.2. Devem ser, portanto, utilizadas todas as vrtebras avaliadas (L1 at L4) e apenas

excluda uma ou mais vrtebras que estejam afetadas por alteraes morfolgicas e estruturais ou artefatos. Trs vrtebras devem ser usadas, se no for possvel usar quatro, e duas, se no for possvel usar trs.

4.3. A utilizao de classificao diagnstica no deve ser realizada baseando-se em uma nica vrtebra.

4.4. Se apenas uma vrtebra lombar for avalivel, aps excludas as demais, o diagnstico dever ser baseado em outro stio esqueltico vlido.

4.5. Vrtebras anatomicamente anmalas podem ser excludas da anlise se: 4.5.1. forem claramente anmalas e/ou no avaliveis dentro da resoluo do sistema

empregado; ou 4.5.2. se for observada diferena de mais de um (1) desvio-padro (T-Score) entre a

vrtebra em questo e a adjacente, 4.6. Quando for excluda alguma vrtebra, a Densidade Mineral ssea (DMO) das

remanescentes ser utilizada para derivar o T-Score. Um mnimo de duas vrtebras exigido para fins de diagnstico.

4.7. A avaliao densitomtrica da Coluna Lombar em Lateral no deve ser usada para diagnstico, mas pode ser til no monitoramento.

5. Regies de interesse no Fmur Proximal 5.1. Entre o Colo Femoral ou o Fmur Total , use o que apresentar T-Score mais baixo 5.2. Podem ser medidos ambos os fmures. 5.3. As regies de Ward e trocnter no devem ser usadas para diagnstico. 5.4. No existem dados suficientes para suportar a utilizao da mdia dos T-Scores de

ambos os fmures para diagnstico. 5.5. Para monitoramento, a regio de interesse "Fmur Total " deve ser preferida.

6. Regies de interesse no antebrao 6.1. O Rdio 33% (Rdio 1/3) do antebrao no dominante deve ser utilizado para

diagnstico. Outras regies de interesse do antebrao no so recomendadas.

7. Avaliao do risco de fraturas 7.1. Distino deve ser feita entre classificao diagnstica e o uso da DMO para avaliao

do risco de fraturas. 7.2. Para avaliao do risco de fraturas, qualquer tcnica adequadamente validada pode

ser utilizada, incluindo medidas de mais de um stio, uma vez que isso tem demonstrado benefcios na avaliao de risco.

8. Utilizao do termo "osteopenia" 8.1. O termo osteopeni aplicvel, mas baixa massa ssea, ou baixa densidade

ssea, deve ser preferida. 8.2. Pessoas com baixa massa ssea, ou baixa densidade, no apresentam,

necessariamente, elevado risco de fraturas.

9. Densitometria ssea perifrica 9.1. Os critrios da Organizao Mundial da Sade (OMS), para o diagnstico da

osteoporose e da osteopenia, no devem ser usados com mtodos de medida de DMO perifrica, com nica exceo para o Rdio 33% (l/3), medido por DXA.

9.2. Outras medidas perifricas: 9.2.1. So teis para avaliao do risco de fraturas. 9.2.2. No podem ser aplicadas prtica clnica, enquanto pontos de corte especficos para

cada equipamento no sejam estabelecidos. Tais tcnicas podem, teoricamente, ser utilizadas para rastrear, na populao, pacientes com pouca chance de ter osteoporose e/ou pacientes que possam ter indicao para tratamento.

9.2.3. No devem ser utilizadas para monitoramento. 9.2.4. No podem ser aplicadas prtica clnica, enquanto pontos de corte especficos para

cada equipamento no sejam estabelecidos. Tais tcnicas pode