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Festejos Farroupilhas 20112

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Palestra sobre Tema da Semana Farroupilha 2012

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Festejos Farroupilhas – 2012Festejos Farroupilhas – 2012Nossas RiquezasNossas Riquezas

Prof. José Augusto FiorinProf. José Augusto FiorinGraduado em HistóriaGraduado em História

Pós-graduado em Ciências Pós-graduado em Ciências SociaisSociais

Especialista em SociologiaEspecialista em Sociologia

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• O temário “NOSSAS RIQUEZAS”, para os Festejos Farroupilhas 2012, foi apresentado e aprovado no 59º Congresso Tradicionalista Gaúcho, realizado no mês de janeiro deste ano, na cidade de Pelotas.

•O Rio Grande do Sul, inicialmente habitado pelos índios, foi povoado oficialmente a partir de 1737. Todos aqueles que aqui chegaram, contribuíram para a formação do gaúcho nos deixando um legado que fazemos questão de vivenciar e preservar.

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Estes bravos, vindos de muitos lugares, trouxeram consigo a determinação e a vocação para o trabalho. Não encontram riquezas como o ouro e a prata, mas as belezas naturais e as manadas de gado e cavalos xucros.

As riquezas do nosso estado, além daquelas da própria natureza, são fruto do trabalho e do espírito empreendedor da população que se formou pela miscigenação de raças e origens as mais variadas.

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O temário dos Festejos Farroupilhas deste ano tem a pretensão de poder despertar nas entidades tradicionalistas, nas escolas e em toda a sociedade o interesse pelo estudo e pela divulgação das riquezas do Rio Grande do Sul.

Cada município ou cada Região Tradicionalista poderá selecionar aqueles aspectos que mais o caracterizem. Isso favorecerá a compreensão da geografia, da história e do potencial econômico que o uso das “riquezas” possibilita.

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Festejos Farroupilhas – 2012Festejos Farroupilhas – 2012Nossas RiquezasNossas RiquezasEXALTANDO NOSSAS RIQUEZAS

Música Tema da Semana Farroupilha 2012 é dos autores Duca Duarte e Erlon Péricles

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1.  FAUNA               Para fins de estudo da fauna, podemos dividi-la entre animais nativos e animais trazidos de outras partes do mundo. Assim também podemos classificar os animais em três grandes grupos (sem preocupação com as classificações científicas): as aves, os peixes e os animais “terrestres”. Para os Festejos Farroupilhas, sugerimos que cada região do Estado dê destaque aos animais nativos mais presentes no ambiente natural, especialmente aquelas espécies que correm risco de extinção.

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Flora e Fauna

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2.FLORA               Em cada canto um encanto de beleza da flora rio-grandense, colorida ou verde, rasteira ou de grande porte. As flores com sua beleza e romantismo, que são simbologias locais, bem como a flor símbolo do estado; as árvores que produzem frutos ou simplesmente abrigam e nos dão sombra. A erva mate (Ilex paraguariensis) quer nos possibilita o preparo do o chimarrão; o Umbú com sua sombra acolhedora; as araucárias características dos campos de cima de serra; as gramíneas que deram condições à expansão da pecuária; os angicos, guajuviras e aroeiras com as quais foram feitos os palanques para os alambrados; as pitangueiras e cerejeiras e seus frutos maravilhosos. .

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3.ÁGUA               A rede de drenagem compreende rios que pertencem àbacia do Uruguai e rios que correm para o Atlântico. Os rios Jacuí,Taquari, Caí, Gravataí, Guaíba e dos Sinos, entre outros, são razoavelmente aproveitados para a navegação. A água que mata a sede, que irriga as plantações, que possibilita a navegação, que serve de habitat aos peixes, é a mesma que forma cascatas, que move moinhos e turbinas das usinas hidreletricas. Podemos destacar as águas doces internas (rios, lagos, córregos, vertentes) como podemos destacar a água salgada do mar que banha a nossa costa.

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Água

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4. A AGRICULTURA               Os nativos plantavam e produziam alimentos (feijão, aipim, batatas, milho). Os açorianos trouxeram o trigo, os imigrantes as videiras e as hortaliças. O trabalho, geralmente anônimo, transformou nosso Estado num dos maiores produtores de grãos do País. A agricultura fornece a maior parte dos alimentos consumidos pela população.Destacar essa atividade, estudar a história da produção agrícola, relembrar os primeiros instrumentos de trabalho e sua evolução, será uma tarefa, alem de prazerosa, também uma forma de homenagem aos homens e mulheres que chamamos “colonos”. Cada município ou cada região destacará e valorizará os produtos mais importantes, desde as hortaliças até o soja, passando pela maça, pelos cítricos, pelo milho ou pela bananeiras.

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Agricultura

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5. A INDÚSTRIA               Com a chegada dos imigrantes alemães (e o incremento dos imigrantes italianos, pouco mais tarde) surgem as industrias familiares que foram crescendo e favorecendo e o desenvolvimento industrial marcante no Rio Grande do Sul. As indústrias coureiro-calçadista, metalúrgica, moveleira, química, cerâmica, do vestuário, etc. serão destacadas segundo o que melhor representar essa riqueza para o município. Podemos destacar a evolução, seja tecnológica, seja de processos de produção, valorizando o trabalho do homem e sua engenhosidade

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Indústria

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6. O COMÉRCIO               As trocas ou a comercialização de produtos, a atividade marcante dos mascates, as primeiras casas de comercio, os armazéns, bem como as formas históricas de pagamento merecem ser estudadas. O comércio interno e externo (exportação), como fator produtor de riqueza. Percorrer o caminho entre os primeiros comércios de “secos e molhados” até o comércio realizado pela internet, será um exercício de valorização da nossa história e da nossa gente.

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Comércio

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7. A PRODUÇÃO DE ENERGIA               Fator fundamental para o desenvolvimento das sociedades. A produção energética, representada pelas hidrelétricas, termelétricas (o carvão), parques eólicos, além da transformação do petróleo em combustível, é uma das nossas riquezas. A energia que ilumina nossas casa e ruas, que permite o funcionamento das indústrias, que traz confortos ao homem é a mesma que garante o funcionamentos dos hospitais e o transporte moderno.

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Produção de Energia

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8. EXTRATIVISMO               A atividade de extração de riqueza, especialmente do subsolo, mesmo que não tenha sido uma atividade econômica fundamental do nosso Estado, merece ser valorizada e destacada. O carvão que move as termelétricas, a areia como elemento fundamental da construção civil, as pedras preciosas ou semipreciosas ou a argila com que são produzidas telhas e tijolos, o calcário utilizado na agricultura, são, atualmente, riquezas importantes.

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Extrativismo

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9. CULTURA               O valor da cultura para a sociedade gaúcha, pode não ser monetário, mas tem grande importância para a fixação da identidade regional. Valorizar a cultura típica, manifestada pelas mais variadas formas (música, dança, literatura, usos e costumes, indumentária, etc.) é uma forma de fortalecer o caráter espiritual e a auto-estima da sociedade. Sob o ponto de vista econômico, a cultura tem sido importante para o desenvolvimento do turismo, especialmente o interno (observa-se  o caso dos rodeios). Festividades, como os Festejos Farroupilhas, baseados na cultura e na história regionais, tem sido importantes e movimentam um volume significativo de recursos.

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Cultura

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Prof. José Augusto FiorinProf. José Augusto FiorinGraduado em HistóriaGraduado em História

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