Informativo mensal O SANTUÁRIO - abril 2014 - edição nº 2

  • View
    216

  • Download
    1

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Informativo mensal O SANTUÁRIO - abril 2014 - edição nº 2

  • FALA DO PROCO

    Padre Sineval Plcido da Silva*

    Carssimo Leitor,

    Estamos em plena Quaresma e Campanha da Fraternidade, o perodo de 40 dias que antecedem a

    Semana Santa. Semana Santa, tempo em que celebramos a Paixo, Morte e Ressurreio de Jesus

    Cristo.

    Deixando de lado todas as supersties existentes em torno do tema, centremos nossas atenes na

    leitura da Palavra, oraes, prticas de boas obras, buscando uma converso autntica, uma mudana

    profunda no nosso modo de ser. Somos bons, busquemos ser melhores, pois a converso dinmica,

    acontece a cada momento e at o ltimo instante de nossa vida. (Continua->)

    Fo

    to A

    ssco

    m -

    Vit

    ral C

    ris

    to R

    essu

    scit

    ad

    o d

    o S

    an

    turio

    INFORMATIVOINFORMATIVOINFORMATIVO

    O SANTURIOO SANTURIOO SANTURIOO SANTURIOO SANTURIOO SANTURIOParquia Santurio So Joo Batista e So Judas Tadeu - Diocese de Araatuba (SP)Parquia Santurio So Joo Batista e So Judas Tadeu - Diocese de Araatuba (SP)Parquia Santurio So Joo Batista e So Judas Tadeu - Diocese de Araatuba (SP)

    ANO I- MARO E ABRIL/2014 - N 02ANO I- MARO E ABRIL/2014 - N 02ANO I- MARO E ABRIL/2014 - N 02

    para a liberdade que para a liberdade que

    Cristo nos libertou (Gl 5,1)Cristo nos libertou (Gl 5,1)

    para a liberdade que

    Cristo nos libertou (Gl 5,1)

  • H anos a Igreja do Brasil faz uso deste perodo

    quaresmal para nos oferecer o estudo e reexo

    sobre realidades que dizem respeito ao nosso

    cotidiano e que ferem profundamente a dignidade

    humana. O tema escolhido para este ano

    Fraternidade e Trco Humano e lema para a

    liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1).

    Parece estranho falar sobre trco humano no

    Brasil. Assim fosse! A realidade, porm, nos mostra

    um quadro muito preocupante. So tantas as

    modalidades de trco humano no Brasil que mal

    podemos acreditar. O ser humano para muitos

    humanos uma mera mercadoria. A Igreja no

    a primeira, muito menos a nica e ltima a tratar

    sobre o assunto. Muitas so as pessoas e entidades

    empenhadas em conhecer a fundo e desbaratar

    verdadeiras quadrilhas que ganham fortunas com o

    trco humano. Faz parte deste trabalho

    organizado, conscientizar as vtimas e potenciais

    vtimas do trco humano a darem sua colaborao

    manifestando-se como tais para que todos os

    brasileiros conheam esta triste prtica que destri

    vidas e maculam a imagem do pas.

    No esqueamos, porm, que como Igreja faz parte

    do nosso Agir a orao. Faamos nesta quaresma

    como um dos propsitos a penitncia de estudar e

    reetir com assiduidade o tema da campanha.

    bom recordar que o caminho do calvrio no algo

    do passado, mas realidade muito presente em

    nossas vidas. nosso dever de cristos abra-lo

    conscientemente, como nos ensina So Paulo:

    Agora eu me alegro de sofrer por vocs, pois vou

    completando em minha carne o que falta nas

    tribulaes de Cristo, a favor de seu Corpo, que a

    Igreja (Cl 1,24).

    O calvrio nunca foi, no , e nunca poder ser o

    objetivo de nossa caminhada, pois rumamos

    ressurreio. O calvrio caminho necessrio,

    mistrio, para se chegar glria. No h

    ressurreio sem morte, entendida como ltimo

    instante e as vrias fases durante a vida. A morte o

    salrio do pecado, mas Cristo de suas garras nos

    libertou, e somos mais que vencedores em Cristo

    Jesus, conforme nos ensina So Paulo em sua carta

    aos Romanos.

    Feliz Pscoa!

    Padre Sineval Plcido da Silva - Proco do Santurio

    So Joo Batista e Sao Judas Tadeu de Araatuba

    CAPA

    2 O SANTURIO

    CF 2014

    Objetivos da Campanha

    da Fraternidade 2014

    Tema: Fratern idade e

    Trco Humano

    Lema: para a liberdade

    que Cristo nos libertou (Gl

    5,1)

    1. Objetivo Geral:

    Identicar as prticas de

    trco humano em suas

    vrias formas e denunci-lo

    como violao da dignidade

    e da liberdade humana,

    mobilizando cristos e a

    sociedade brasileira para erradicar esse mal, com

    vista ao resgate da vida dos lhos e lhas de Deus.

    2. Objetivos especcos:

    1 Identicar as causas e modalidades do trco

    humano e os rostos que sofrem com essa

    explorao.

    2 Denunciar as estruturas e situaes

    causadoras do trco humano.

    3 Reivindicar, dos poderes pblicos, polticas e

    meios para a reinsero das pessoas atingidas

    pelo trco humano na vida familiar e social.

    4 Promover aes de preveno e de resgate da

    cidadania das pessoas em situao de trco.

    5 Suscitar, luz da Palavra de Deus, a converso

    que conduza ao empenho transformador dessa

    realidade aviltante da pessoa humana.

    6 Celebrar o mistrio da morte e ressurreio de

    Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e

    o cuidado s vtimas desse mal.

    Orao da CF 2014

    Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e

    vos compadeceis dos oprimidos e escravizados,

    fazei que experimentem a libertao da cruz e a

    ressurreio de Jesus. Ns vos pedimos pelos que

    sofrem o agelo do trco humano. Convertei-nos

    pela fora do vosso Esprito, e tornai-nos sensveis

    s dores destes nossos irmos. Comprometidos

    na superao deste mal, vivamos como vossos

    lhos e lhas, na liberdade e na paz. Por Cristo

    Nosso Senhor. Amm! Da redao

    Assco

    m

  • LITURGIA

    13 de abril: Domingo de Ramos

    O Domingo de Ramos

    a comemorao

    litrgica que recorda a

    entrada de Jesus na

    cidade de Jerusalm

    aonde Ele foi celebrar a

    Pscoa judaica com

    seus discpulos.

    E le o porta l de

    entrada da Semana Santa. no Domingo de Ramos

    que se inicia a Semana da Paixo. o dia em que a

    Igreja lembra Nosso Senhor entra em Jerusalem.

    Um Rei entra na cidade montando um jumento

    J desde a entrada da cidade, os lhos dos hebreus

    portavam ramos de oliveiras e alegres acenavam

    com eles, estendiam mantos no cho para Jesus

    passar sobre eles. Jesus entrou na cidade como Rei!

    At parece que era um desejo d'Ele que fosse assim,

    pois, a cena em que tudo transcorre reproduz a

    profecia de Zacarias: o rei dos judeus vir. Exulta de

    alegria, lha de Sio, solta gritos de jbilo, lha de

    Jerusalm; eis que vem a ti o teu rei, justo e

    vitorioso; ele simples e vem montado num

    jumento, no potro de uma jumenta.(Zc 9,9)

    Embora Jesus montasse um simples jumento, o

    cortejo caminhava, alegre e digno. Na expectativa

    de estar ali o Messias prometido, Jerusalm

    transformou-se, era uma cidade em clima de festa.

    E Ele era aplaudido, aclamado pelo povo: "Hosana

    ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome

    do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas". Isto

    aconteceu alguns dias antes de que Jesus fosse

    condenado morte, quando os ecos dos gritos de

    "hosana" j se misturavam ao clamor de insultos,

    ameaas e blasfmias que o levariam a sua Paixo

    redentora.

    Fonte: Blog de Liturgia Diria da Diocese de Araatuba

    17, 18, 19 de abril - Trduo Pascal

    20 de abril - Domingo de Pscoa

    Trduo Pascal o ponto culminante, o eixo

    gravitacional em torno do qual gira todo o Ano

    Litrgico, quando fazemos memria da paixo,

    3 O SANTURIO

    morte e ressurreio do Senhor.

    Comea na Quinta-feira Santa, com a Missa

    verspertina da Ceia do Senhor. O conhecido Lava

    Ps. Na Sexta-feira Santa celebra-se a Paixo

    do Senhor. No Sbado Santo, a solene Viglia

    Pascal, que, nas palavras de Santo Agostinho,

    a me de todas as viglias, porque celebra a

    morte e ressureio do Senhor. A viglia abre o

    Tempo Pascal com o retorno do Glria e do

    Aleluia. O trduo concludo nas vsperas do

    Domingo da Pscoa da Ressurreio.

    Pscoa Deus que passa (Ex 12 e Dt 16), o

    mistrio de sua passagem pela terra e pela

    existncia humana a m de proporcionar a

    passagem da morte para a vida plena; da

    perdio do pecado para a salvao.

    Tempo Pascal - compreende os cinquenta dias

    entre o Domingo da Pscoa da Ressurreio e o

    Domingo de Pentecostes. Esse perodo deve ser

    celebrado como um grande Domingo; tempo de

    alegria e exultao. Os primeiros oito dias deste

    perodo so chamados oitava de Pscoa e so

    celebrados como solenidade do Senhor. No

    stimo Domingo do Tempo Pascal, no Brasil,

    celebra-se a festa da Ascenso do Senhor. Este

    tempo est relacionado com a experincia que os

    apstolos zeram do Ressuscitado naqueles dias

    que sucederam o Domingo da ressurreio. A

    primeira leitura dos domingos deste tempo ser

    sempre extrada dos Atos dos Apstolos, no qual

    se concentra a histria da Igreja nascente. A

    semana que antecede Pentecostes dedicada

    Semana de Orao pela Unidade dos Cristos e

    marcada pela preparao para a vinda do Esprito

    Santo - o grande dom do Ressuscitado e criador

    do novo Israel que agora se congura como a

    Igreja de Jesus Cristo, nascida de sua Pscoa.

    Fonte: Blog de Liturgia Diria da Diocese de

    Araatuba e Paulinas

    Jo

    o

    Cli

    neu

    Assco

    m

    DIOCESE 20 ANOS

    Em 23 de maro de 1994,

    pela Bula Progrediens

    usque do Papa Joo Paulo

    II, era criada a diocese de

    Araatuba. Neste ltimo

    ms de maro, n