Manual Uno Mille Fire Economy

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Text of Manual Uno Mille Fire Economy

  • MANUAL DE USO E MANUTENOPortugus

    Uno

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    so 6

    0355

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    - VII

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    0

    A FIAT, alm de produzir automveis com alta tecnologia e design nico, tambm investe em aes socioculturais e ambi-entais, pois acredita na parceria de todos os setores da socie-dade para o desenvolvimento sustentvel do Brasil. Conhea essas iniciativas pelo site:www.fiat.com.br/cidadania

    uno fiorinoCOPYRIGHT BY FIAT AUTOMVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZILOs dados contidos nesta publicao so fornecidos a ttulo indicativo e podero ficar desatualizados em

    consequncia das modificaes feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razes de natureza tcnica, ou comercial, porm sem prejudicar as caractersticas bsicas do produto.

    Cert no. IMO-COC-029173

    Fontes MistasGrupo de produto proveniente de florestasbem manejadas e outras fontes controladas

    Esta publicao foi produzidacom papel certificado FSC

    MANUAL DE USO E MANUTENOPortugus

    Uno

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    iori

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    pres

    so 6

    0355

    277

    - VII

    /201

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    A FIAT, alm de produzir automveis com alta tecnologia e design nico, tambm investe em aes socioculturais e ambi-entais, pois acredita na parceria de todos os setores da socie-dade para o desenvolvimento sustentvel do Brasil. Conhea essas iniciativas pelo site:www.fiat.com.br/cidadania

    uno fiorinoCOPYRIGHT BY FIAT AUTOMVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZILOs dados contidos nesta publicao so fornecidos a ttulo indicativo e podero ficar desatualizados em

    consequncia das modificaes feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razes de natureza tcnica, ou comercial, porm sem prejudicar as caractersticas bsicas do produto.

    Cert no. IMO-COC-029173

    Fontes MistasGrupo de produto proveniente de florestasbem manejadas e outras fontes controladas

    Esta publicao foi produzidacom papel certificado FSC

    Capa.indd 1 14.09.10 16:00:49

  • 60355277 - Uno / Fiorino

    COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE

    ORIENTAES:

    Prefira sempre Acessrios Genunos FIAT.Tanto o veculo como os equipamentos nele instalados consomem energia da bateria quando desligados, o denominado consumo em Standy-by. Como a bateria possui um limite mximo de consumo para garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-pamentos ao limite de consumo da bateria.

    ADVERTNCIASPara assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veculo, recomendamos instalar somente acessrios genunos, disposio na Rede de Assistncia Fiat.A instalao de rdios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessrio eletrnico no genuno poder ocasionar consumo excessivo de carga da bateria, podendo provocar o no funcionamento do veculo e a perda da garantia.

    PRES SO DE CALIBRA GEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)

    Mille Fire Economy / Mille Way Economy / Uno Furgo Fiorino

    Com carga mdia- dianteiro:- traseiro:

    26 (1,8)26 (1,8)

    26 (1,8)26 (1,8)

    Com carga completa- dianteiro:- traseiro:

    31 (2,2)31 (2,2)

    31 (2,2)43 (3,0)

    Com o pneu quente, o valor da presso deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relao ao valor prescrito. Observao: a primeira especificao em lbf/pol2 e a segunda, entre parnteses, em kgf/cm2.

    300 mA

    80 mA

    4 mA11 mA

    36 mAConsumo mximo Stand-by da bateria 60 AH

    VeculoRdio

    Genuno Fiat

    Rdio marca A

    Rdio marca B

    Contra Capa.indd 1 14.09.10 16:01:10

  • 160355277 - Uno - Fiorino

    Caro Cliente,Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.Preparamos este manual para que voc possa conhecer cada detalhe do Fiat Uno e do Fiorino e, assim, utiliz-lo da

    maneira mais correta.Recomendamos que o leia com ateno antes de utilizar o veculo pela primeira vez.No mesmo esto contidas informaes, conselhos e advertncias importantes para seu uso, que o ajudaro a aproveitar,

    por completo, as qualidades tcnicas do seu veculo; voc vai encontrar, ainda, indicaes para a sua segurana, para manter o bom estado do veculo e para a proteo do meio ambiente.

    As instrues de manuteno e instalao de acessrios so de carter ilustrativo, e recomendamos que sua execuo seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automveis S/A.

    Alm disso, no kit de bordo do veculo, voc encontrar outras publicaes, as quais trazem informaes especficas e no menos importantes sobre outros assuntos; tais como:

    servios adicionais reservados aos Clientes Fiat; Cdigo Nacional de Trnsito e instrues de primeiros socorros; funcionamento do sistema de som (se disponvel); concessionrias integrantes da Rede Autorizada Fiat.

    Boa leitura, e boa viagem!

    Este manual descreve os instrumentos, equipamentos e acessrios que podem equipar os modelos Fiat Uno e Fiorino disponveis na rede de Concessionrias Fiat at a presente data. Mas ateno! Considere somente as informaes inerentes ao modelo/verso e equipamentos opcionais originais de fbrica do veculo adquirido, conforme discriminado na nota fiscal de venda.

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  • 260355277 - Uno - Fiorino

    BEM-VINDO A BORDO

    Os veculos Fiat so automveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurana e respeitando ao mximo o meio ambiente. A comear pela adoo de modernos motores, passando pelos dispositivos de segurana e a preocupao em oferecer todo o conforto possvel aos ocupantes, tudo isso contribuir para que a persona-lidade de seu veculo seja apreciada logo no primeiro momento.

    Em seguida, voc vai notar tambm que, alm das exclusivas caractersticas de estilo, existem novos processos de cons-truo que diminuem os custos de manuteno.

    Segurana, economia, inovao e respeito ao meio ambiente fazem do Fiat Uno e do Fiorino veculos a serem imita-dos.

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  • 360355277 - Uno - Fiorino

    OS SMBOLOS PARA UMA DIREO CORRETAOs sinais indicados nesta pgina so muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde necessrio

    deter-se com mais ateno.

    Como voc pode ver, cada sinal constitudo por um smbolo grfico diferente para que seja fcil e claro descobrir a qual rea pertencem os assuntos:

    Segurana das pessoas

    Ateno. A falta total ou parcial de respeito a estas prescries pode pr em grave perigo a segurana fsica das pessoas.

    Proteo do ambiente

    Indica o comportamento correto a manter, para que o uso do veculo no cause nenhum dano ao meio ambiente.

    Integridade do veculo

    Ateno. A falta total ou parcial de respeito a estas prescries pode acarre-tar srios danos ao veculo e, em certos casos, a perda da garantia.

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  • 460355277 - Uno - Fiorino

    CONSIDERAES IMPORTANTES

    Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento no esteja acionado e de que no existam obstculos que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto. Verifique tambm se as luzes-espia no esto assinalando nenhuma irregularidade.

    Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veculo.Faa do uso do cinto de segurana um hbito. Utilize-o sempre para sua proteo.Observe o trnsito antes de abrir uma porta ou sair com o seu veculo do estacionamento.Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veculo.Para sua segurana, observe as condies do tempo, do trnsito e da estrada, e dirija de acordo com elas.Evite dirigir se no estiver em condies fsicas normais.Obstculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veculo, comprometendo o seu funcionamento.Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desacelerao rpida do veculo, os mesmos podero provocar

    ferimentos aos ocupantes ou danos ao prprio veculo.Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.Respeite as velocidades mximas estabelecidas na legislao.Lembre-se: os motoristas prudentes respeitam todas as leis de trnsito. Faa da prudncia um hbito.A execuo das revises essencial para a integridade do veculo e para a continuidade do direito Garantia. Quando

    for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a prxima reviso peridica.

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  • 560355277 - Uno - Fiorino

    SMBOLOS DE PERIGO

    BateriaLquido corrosivo.

    BateriaPerigo de exploso.

    VentiladorPode ligar-se automatica-mente, mesmo com o motor parado.

    Reservatrio de expansoNo remover a tampa quan-do o lquido de arrefecimen-to estiver quente.

    SIMBOLOGIAEm alguns componentes do seu Fiat,

    ou perto dos mesmos, esto aplicadas etiquetas coloridas especficas cujo smbolo chama a ateno do usurio e indica precaues importantes que este deve tomar, em relao ao componente em questo.

    A seguir, so citados resumidamen-te todos os smbolos indicados pelas etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao lado, os componentes para os quais os smbolos chamam a ateno.

    tambm indicado o significado do smbolo de acordo com a subdiviso de perigo, proibio, advertncia ou obrigao, qual o prprio smbolo pertence.

    BobinaAlta tenso.

    Correias e poliasrgos em movimento; no aproximar partes do corpo ou roupas.

    Tubulao do climatizador de arNo abrir.Gs em alta presso.

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    SMBOLOS DE PROIBIO

    BateriaNo aproximar chamas.

    Bateria Manter as crianas afasta-das.

    Anteparos de calor - cor-reias - polias - ventiladorNo pr as mos.

    SMBOLOS DE ADVERTNCIA

    CatalisadorNo estacionar sobre super-fcies inflamveis. Consultar o captulo Proteo dos dispositivos que reduzem as emisses

    Circuito dos freiosNo superar o nvel mxi-mo do lquido no reservat-rio. Usar somente o lquido prescrito no captulo Abas-tecimentos.

    Limpador do para-brisaUsar somente o lquido do tipo prescrito no captulo Abastecimentos.

    Motor Usar somente o tipo de lubri-ficante prescrito no captulo Abastecimentos.

    Veculo com gasolina eco-lgicaUsar somente gasolina sem chumbo.

    Reservatrio de expansoUsar somente o lquido pres-crito no captulo Abasteci-mentos.

    SMBOLOS DE OBRIGAO

    BateriaProteger os olhos.

    Bateria MacacoConsultar o manual de Uso e Manuteno.

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  • 60355277 - Uno - Fiorino

    ACONHECIMENTO DO VECULO

    USO CORRETO DO VECULO

    EM EMERGNCIA

    MANUTENO DO VECULO

    CARACTERSTICAS TCNICAS

    NDICE ALFABTICO

    B

    C

    D

    E

    F

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    A

    CONhECIMENTO DO VECULORecomendamos ler este captulo sentado confortavelmente

    a bordo do seu novo Fiat. Desta maneira, voc vai poder reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e verificar ao vivo o que est lendo.

    Em pouco tempo, voc vai conhecer melhor o seu Fiat, com os comandos e os dispositivos com os quais est equipado. Depois, quando ligar o motor e entrar no trnsito, far muitas outras descobertas agradveis.

    SISTEMA FIAT CODE GERAO II . . . . . . . . . . . .A-1

    COMUTADOR DE IGNIO . . . . . . . . . . . . . . . . .A-3

    REGULAGENS PERSONALIZADAS . . . . . . . . . . . .A-4

    CINTOS DE SEGURANA . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-7

    TRANSPORTE DE CRIANAS EM SEGURANA .A-11

    PAINEL DE INSTRUMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . .A-12

    QUADRO DE INSTRUMENTOS . . . . . . . . . . . . .A-13

    INSTRUMENTOS DE BORDO . . . . . . . . . . . . . . .A-15

    LUzES-ESPIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-17

    SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAO . . . .A-19

    AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-22

    ALAVANCAS SOB O VOLANTE . . . . . . . . . . . . .A-24

    COMANDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-26

    EQUIPAMENTOS INTERNOS . . . . . . . . . . . . . . .A-27

    PORTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-29

    COMPARTIMENTO DE CARGAS . . . . . . . . . . . . .A-31

    PORTA-MALAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-34

    CAP DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-36

    BAGAGEIRO DE TETO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-37

    FARIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-37

    PREDISPOSIO PARA INSTALAO DO AUTORRDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-38

    NO POSTO DE ABASTECIMENTO . . . . . . . . . . .A-39

    PROTEO DO MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . .A-41

    A

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    SISTEMA FIAT CODE GERAO II

    A fim de minimizar riscos de furtos/ roubos, o veculo equipado com um sistema eletrnico de inibio do fun-cionamento do motor (Fiat CODE) que ativado automaticamente tirando a chave da ignio.

    Cada chave possui um dispositivo eletrnico com a funo de transmitir um sinal em cdigo para o sistema de ignio atravs de uma antena especial incorporada no comutador de ignio. O sinal enviado constitui a palavra de ordem sempre diferente para cada partida com a qual a central reconhe-ce a chave, e somente nessa condio, permite a partida do motor.

    CHAVES - fig. 1

    Com o veculo so entregues duas chaves fig. 1, que servem para:

    - partida;- portas;- tampa do tanque do combustvel;- tampa do porta-malas (Uno) e porta

    traseira (Fiorino).A chave fig. 1 de ignio possui pre-

    disposio para instalao de teleco-mando a distncia para alarme.

    Aconselha-se o uso de alarmes com telecomando incorporado chave da linha Fiat acessrios, que foram desen-volvidos e testados para uso em seu veculo e so oferecidos em todas as concessionrias Fiat.

    Junto com as chaves, tambm en-tregue o Code Card fig. 2 no qual indicado:

    A-fig. 2 - o cdigo mecnico das cha-ves a comunicar Rede Assistencial Fiat para pedir cpias das chaves;

    fig. 1U

    0034

    5fig. 2

    3PN

    0205

    BR

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    ADVERTNCIA: o CODE CARD indispensvel para a execuo de partidas de emergncia. Aconselha-se a mant-lo sempre consigo (no no veculo) j que ele foi criado especialmente para proporcionar mais uma opo de segurana e tranquilidade. importante tambm anotar os nmeros constantes do CODE CARD, para utiliz-los em caso de um eventual extravio do carto.

    O FUNCIONAMENTO

    Cada vez que girar a chave de ig-nio na posio STOP, ou PARK, o sistema de proteo ativa o bloqueio do motor.

    Girando a chave para MAR:

    1) Se o cdigo for reconhecido, a luz-espia Y no quadro de instrumentos faz um breve lampejo, indicando que o sistema de proteo reconheceu o cdi-go transmitido pela chave e o bloqueio do motor foi desativado. Girando a cha-ve para AVV, o motor funcionar.

    2) Se a luz-espia Y ficar acesa (jun-to com a luz-espia U), o cdigo no foi reconhecido. Neste caso, aconselha-se a repor a chave na posio STOP e, depois, de novo em MAR; se o bloqueio persistir, tentar com as outras chaves fornecidas.

    Com o automvel em movimento e a chave da ignio em MAR, a luz-espia Y acender, significa que o siste-ma est efetuando um autodiagnstico (por exemplo, devido a uma queda de tenso).

    ADVERTNCIA: impactos violentos podem danificar os componentes eletrnicos

    contidos na chave.

    ADVERTNCIA: cada chave fornecida possui um cdigo prprio, diferente

    de todos os outros, que deve ser memorizado pela central do siste-ma.

    Este equipamento opera em carter secundrio, isto , no tem direito a proteo contra interferncia prejudicial, mesmo de estaes do mesmo tipo, e no pode causar interferncia a sistemas operando em carter primrio.

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    A

    DUPLICAO DAS CHAVES

    Quando o proprietrio necessitar de chaves adicionais, deve ir a Rede As-sistencial Fiat com todas as chaves e o Code Card. A Rede Assistencial Fiat efetuar a memorizao (at um mxi-mo de 8 chaves) de todas as chaves, tanto as novas quanto as que estiverem em mos.

    A Rede Assistencial Fiat poder exi-gir os documentos de propriedade do veculo.

    As chaves no apresentadas durante a nova operao de memorizao so definitivamente cancelados da memria para garantir que as chaves eventual-mente perdidas no sejam mais capazes de ligar o motor.

    Em caso de venda do ve-culo, indispensvel que o novo proprietrio receba

    todas as chaves e o CODE card.

    COMUTADOR DE IGNIO

    A chave pode girar para 4 posies diferentes fig. 3:

    - STOP: motor desligado, a chave pode ser removida. Alguns dispositivos eltricos (por ex.: autorrdio, travamen-to eltrico das portas etc.) podem fun-cionar.

    - MAR: posio de marcha. Todos os dispositivos eltricos podem funcio-nar.

    - AVV: partida do motor.

    - PARK: motor desligado, luzes de posio acesas, a chave pode ser remo-vida. Para girar a chave para a posio PARK, apertar o boto A.

    Em caso de violao do dispositivo da ignio por ex.: uma tentativa de roubo,

    mandar verificar o funcionamento na Rede Assistencial Fiat.

    Ao descer do veculo, tire sempre a chave para evitar que algum ligue os coman-

    dos involuntariamente. Lembre-se de puxar o freio de mo at travar no dente necessrio para imobili-zar completamente o veculo. Se o veculo estiver em declive, engate a primeira marcha, sendo aconselh-vel tambm virar as rodas em dire-o ao passeio, tomando o cuidado para no tocar o pneu no meio-fio (guias). Nunca deixe crianas sozi-nhas no veculo.

    PARK

    STOP MAR AVV

    A

    fig. 3U

    0008

    1

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    REGULAGENS PERSONALIZADAS

    BANCOS - fig. 4

    Qualquer regulagem deve ser feita exclusivamente com o veculo parado.

    Regulagem no sentido longitudinalLevantar a alavanca A e empurrar

    o banco para a frente ou para trs. Ao soltar a alavanca, verificar se o banco est bem travado, tentando empurr-lo para a frente e para trs. A falta deste bloqueio poderia provocar o movimen-to do banco, fazendo-o deslocar alguns milmetros para frente ou para trs.

    Regulagem do encosto reclinvel com alavanca

    Puxar para cima a alavanca B e solt-la quando o encosto atingir a posio desejada. Aps a regulagem, colocar a alavanca B em sua posio original (totalmente para baixo).

    Para destravar o encosto, pode ser necessrio for-lo ligeiramente para baixo com o peso do corpo, ao mesmo tempo em que a alavanca B puxada.

    ADVERTNCIA: no forar o encosto do banco enquanto a ala-vanca B no estiver completamente levantada.

    No desmontar os ban-cos nem efetuar servios de manuteno e/ou repa-

    rao nos mesmos: operaes rea-lizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurana. Dirigir-se sempre Rede Assistencial Fiat.

    APOIA-CABEAS

    Bancos dianteiros - fig. 5Para aumentar a segurana dos passa-

    geiros, os apoia-cabeas so regulveis em altura e travam-se automaticamente na posio desejada.

    Lembre-se que os apoia-cabeas devem ser regu-lados de maneira que a

    nuca, e no o pescoo, apoie neles. Somente nesta posio podem pro-teg-lo em caso de batidas.

    A

    B

    fig. 4

    U00

    140

    fig. 5

    U00

    078

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  • A-5

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    A

    BASCULAMENTO DOS BANCOS DIANTEIROS (exceto veculos 5 portas) - fig. 7

    Pode-se acessar facilmente os bancos traseiros por ambos os lados:

    - puxe para cima a alavanca A e re-bata o encosto para frente. Ao retornar o encosto para a posio normal, veri-fique se est bem travado.

    OBS.: para rebater o conjunto de encosto e assento do banco dianteiro do Uno verso 2 portas, levante a ala-vanca B-fig. 7 e realize a operao.

    Ao retornar o encosto do banco sua posio original, no o deixe simplesmente

    cair sobre a sua trava. Acompanhe o movimento do encosto lentamente com as mos, e certifique-se de que eventuais obstculos (objetos soltos, ou mesmo os ps dos passageiros), no iro se interpor no curso de descida do banco at o seu perfeito travamento.

    O banco deve estar bem travado para evitar o seu deslocamento quando o

    veculo estiver em movimento.

    Bancos traseiros - fig. 6Para os bancos traseiros esto pre-

    vistos, para algumas verses, apoia-cabeas regulveis em altura.

    Para a regulagem: levantar ou abaixar os apoia-cabeas at alcanar a altura desejada.

    No desmontar os ban-cos nem efetuar servios de manuteno e/ou repa-

    rao nos mesmos. Operaes rea-lizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurana. Dirigir-se sempre Rede Assistencial Fiat.

    fig. 6

    U00

    073

    ADVERTNCIA: o projeto de um veculo concebido atualmente para que, em casos de sinistros, os ocupantes sofram o mnimo de con-sequncias possveis.

    Para tanto, so concebidos na tica de SEGURANA ATIVA e SEGURANA PASSIVA. No caso especfico dos bancos, estes, quando da ocorrncia de impac-tos que possam gerar desacele-raes em nveis PERIGOSOS

    B

    A

    fig. 7

    U00

    082

    1 a A-44.indd 5 14.09.10 15:58:23

  • A-6

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    aos usurios, so projetados para deformarem-se e assim, reduzir o nvel de desacelerao sobre os ocupantes, PRESERVANDO-OS PASSIVAMENTE.

    Nestes casos, a deformao dos bancos deve ser considerada uma desejada consequncia do sinistro, uma vez que na deformao que a energia do impacto absorvida. Considera-se que aps constatada esta deformao, o conjunto deve-r ser substitudo.

    ESPELHO RETROVISOR INTERNO - fig. 8

    Puxando para trs a alavanca A ob-tm-se a posio antiofuscamento.

    O espelho retrovisor interno equipa-do com um dispositivo contra acidentes que o desprende em caso de choque.

    ESPELHOS RETROVISORES EXTERNOS - figs. 9 e 10

    Com regulagem externaFaz-se a orientao do espelho re-

    trovisor atravs do seu prprio corpo A, movimentando-o at a posio de-sejada.

    Com regulagem internaPor dentro do veculo, mover o bo-

    to B.

    Qualquer regulagem deve ser efetuada somente com o veculo parado.

    Nos veculos Fiorino, a lente do espelho retrovisor externo direito parab-

    lica e aumenta o campo de viso. No entanto, diminui o tamanho da imagem, dando a impresso de que o objeto refletido est mais distante do que a realidade. Nos veculos Uno, as lentes de ambos os retrovi-sores externos so parablicas.

    Se a salincia do espe-lho criar dificuldades numa passagem estreita, dobre-o

    da posio 1-fig. 9 ou fig. 10 (verso Fiorino) para a posio 2.

    A

    fig. 8

    U00

    074

    B

    2A

    1

    fig. 9U

    0008

    3

    A

    1

    2

    B

    fig. 10

    U00

    076

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    A

    CINTOS DE SEGURANA

    COMO UTILIZAR OS CINTOS DE SEGURANA - fig. 11

    O cinto deve ser usado mantendo o trax ereto e apoiado contra o encosto do banco.

    Para apertar os cintos, introduzir a lingueta de engate A na sede do fecho B, at perceber o rudo de bloqueio.

    Puxar devagar o cinto; caso este se trave, deix-lo rebobinar um pouco e pux-lo novamente, evitando manobras bruscas.

    Aps engatar a fivela na se-de do fecho, puxar levemente o cinto para eliminar a folga

    do cadaro na regio abdominal.

    Para destravar os cintos, apertar o boto C. Acompanhar o cinto durante o rebobinamento para evitar que fique torcido.

    No apertar o boto (C) durante a marcha.

    O cinto, por meio do retrator auto-mtico, adapta-se automaticamente ao corpo do passageiro que o usa, permi-tindo maior liberdade de movimentos.

    Com o veculo estacio-nado em forte aclive ou declive o enrolador pode

    travar-se: isto normal.

    Alm do mais, o mecanismo do re-trator automtico trava o cinto cada vez que este desliza rapidamente ou em ca-so de freadas bruscas, impactos e curvas em alta velocidade.

    Para obter a mxima pro-teo, manter o encosto em posio ereta, apoiar bem

    as costas e manter o cinto bem aderente ao trax e bacia. Nunca utilizar o cinto com o banco recli-nado.

    REGULAGEM DA ALTURA DOS CINTOS DE SEGURANA - fig. 12

    Para algumas verses, possvel regular a altura dos cintos dos lugares dianteiros, adaptando-os estrutura dos ocupantes.

    A regulagem da altura feita remo-vendo o anel oscilante de sua posio original e reinstalando-o no orifcio dis-ponvel na coluna central.

    Esta operao dever ser confiada a Rede Assistencial Fiat.

    AC B

    fig. 11

    U00

    090

    A

    B

    fig. 12

    U00

    187

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  • A-8

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    USO DOS CINTOS DE SEGURANA TRASEIROS

    O banco traseiro possui cintos de se-gurana de trs pontas de fixao com enrolador para os postos laterais.

    Os cintos para os lugares traseiros devem ser usados de acordo com o es-quema ilustrado na fig. 13.

    O cinto deve ser usado mantendo o trax ereto e apoiado contra o encosto.

    Recordar-se de que, em caso de coliso, os passa-geiros dos bancos traseiros

    que no estiverem usando os cintos, alm de estarem infringindo as leis de trnsito e de serem expostos a um grande risco, constituem um perigo tambm para os passageiros dos lugares dianteiros.

    AJUSTE DO CINTO LATERAL TRASEIRO FIXO (SEM RETRATOR AUTOMTICO) - fig. 14

    Para apertar Passar o cinto pela fivela A, puxando

    na extremidade B (esta operao pode ser feita com o cinto j afivelado). Aps ter apertado o cinto, deslocar a presilha D at onde o curso desta permitir, de maneira a manter unidos o cinto de se-gurana e a extremidade excedente B.

    A extremidade excedente do cinto resultante de um ajuste, assim como os prprios cintos de segurana dos lugares que no estiverem ocupa-dos podem, inadvertidamente, ficar para fora do veculo aps ter fecha-do as portas traseiras. Aconselha-se a deixar afivelados todos os cintos de segurana traseiros dos veculos sem retrator automtico, mesmo se no estiverem em uso, e sempre deslocar a presilha D (como indica-do) aps ter feito o ajuste do cinto ao corpo do passageiro.

    Para afrouxarPressionar a fivela A e puxar na parte

    C, mantendo a fivela A perpendicular ao cinto.

    ADVERTNCIA: o cinto estar regulado corretamente quando ade-rir bem bacia. A sua eficincia depende diretamente da correta colocao por parte do usurio.

    A

    C D

    B

    fig. 14U

    0007

    9

    fig. 13

    U00

    091

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    A

    USO DO CINTO TRASEIRO CENTRAL - fig. 15

    Para afivelar o cintoInserir a lingueta de engate A na aber-

    tura B do fecho at ouvir o clique de bloqueio.

    Para destravar o cinto: apertar o bo-to C.

    Para ajustar o cinto- para apertar: passar o cinto pela fi-

    vela D, puxando na extremidade E (esta operao pode ser feita com o cinto j afivelado);

    - para afrouxar: puxar na parte F, mantendo a fivela D perpendicular ao cinto.

    ADVERTNCIA: o cinto estar regulado corretamente quando ade-rir bem bacia.

    Lembre-se que, em caso de coliso, os passageiros dos bancos traseiros que

    no estiverem usando os cintos de segurana, alm de estarem infrin-gindo as leis de trnsito e de serem expostos a um grande risco, consti-tuem um grave perigo para os pas-sageiros dos lugares dianteiros.

    ADVERTNCIAS GERAIS PARA A UTILIZAO DOS CINTOS DE SEGURANA

    O motorista deve respeitar (e tambm os outros ocupantes do veculo) todas as disposies legislativas locais com relao obrigao e modalidades de utilizao dos cintos.

    Colocar e ajustar sempre os cintos de segurana antes de iniciar uma viagem.

    Para garantir a mxima proteo aos ocupantes do veculo em caso de acidente,

    recomenda-se manter o encosto na posio mais ereta possvel e o cinto bem aderido ao trax e bacia.

    Colocar e ajustar sempre os cintos de segurana, tanto nos lugares dianteiros como

    traseiros. Viajar sem utilizar os cintos aumenta o risco de leses graves, ou de morte, em caso de coliso.

    A opo em reclinar o banco limita as funes do cinto de segurana, poden-

    do ocasionar o escorregamento do usurio por baixo do cinto, com riscos de estrangulamento.

    ADC

    F

    E

    B

    fig. 15

    U00

    019

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    O cinto no deve ser dobrado. A parte superior deve passar nos ombros e

    atravessar diagonalmente o trax. A parte inferior deve aderir bacia fig. 16 e no ao abdmen do passageiro. No utilizar dispositivos (almofadas, espumas, clipes, etc.) entre o corpo e o cinto, para qualquer finalidade, ou qualquer outro tipo de dispositi-vo que trave, afrouxe ou modifique o funcionamento normal do cinto de segurana.

    Se o cinto tiver sido sub-metido a uma forte soli-citao como, por exem-

    plo, aps um acidente, o mesmo deve ser substitudo completamente junto com as fixaes e os parafu-sos, mesmo no apresentando danos visveis, pois estes equipamentos podem ter perdido suas proprieda-des de resistncia.

    Para qualquer interveno ou reparo, dirija-se sempre Rede Assistencial Fiat.

    Cada cinto de segurana deve ser utilizado somen-te por uma pessoa. Nunca

    transportar crianas no colo de um passageiro utilizando um cinto de segurana para a proteo de ambos fig. 17 e no colocar nenhum objeto entre a pessoa e o cinto.

    O uso dos cintos necessrio tam-bm para as mulheres grvidas: para elas e para o beb o risco de leses em caso de coliso certamente menor se estiverem usando o cinto.

    Obviamente as mulheres grvidas devero colocar a faixa abdominal do cinto muito mais baixa de modo que a mesma passe sob o ventre fig. 18.

    fig. 18

    FC00

    17B

    R

    fig. 17FC

    0016

    BR

    fig. 16

    FC00

    15B

    R

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    A

    COMO MANTER OS CINTOS DE SEGURANA SEMPRE EFICIENTES

    1) Utilizar sempre os cintos de se-gurana bem esticados, no torcidos; certificar-se de que os mesmos possam deslizar livremente sem impedimen-tos.

    2) Aps um acidente, substituir o cin-to usado, mesmo se aparentemente no parea danificado.

    3) Para limpar os cintos, lav-los com gua e sabo neutro, enxaguando-os e deixando-os secar sombra. No usar detergentes fortes, alvejantes ou tintu-ras, ou qualquer outra substncia qu-mica que possa enfraquecer as fibras do cinto.

    4) Evitar que os retratores automti-cos se molhem. O seu correto funcio-namento garantido somente se no sofrerem infiltraes de gua.

    5) Substituir o cinto quando apresen-tar marcas de deteriorao ou cortes.

    TRANSPORTE DE CRIANAS EM SEGURANA

    Todos os menores, cujas caractersti-cas fsicas (idade, altura e peso) os im-peam de utilizar os cintos de seguran-a com os quais o veculo equipado originalmente, devero ser protegidos por dispositivos de reteno apropria-dos, seguindo rigorosamente as instru-es do fabricante do dispositivo. No utilizar cadeirinhas ou outros dispositi-vos sem as instrues de uso.

    ADVERTNCIA: somente o banco traseiro dever ser usado para o transporte de crianas. Esta posi-o a mais protegida em caso de choque.

    Para a melhor proteo em caso de coliso, todos os ocupantes devem via-jar sentados e protegidos pelos sistemas de reteno adequados (cintos de segu-rana, cadeirinhas, etc).

    Esta recomendao ainda mais importante quando so transportadas crianas no veculo.

    ADVERTNCIA: cada sistema de reteno rigorosamente para uma pessoa; no transportar nunca duas crianas na mesma cadeirinha ao mesmo tempo.

    ADVERTNCIA: verificar sempre se os cintos no esto apoiando no pescoo da criana.

    ADVERTNCIA: durante a viagem no permitir que a criana desen-caixe os cintos.

    ADVERTNCIA: em caso de aci-dente, substituir a cadeirinha por uma nova.

    ADVERTNCIA: aconselha-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de dispositivos de reteno para crianas da Linha Fiat Acessrios, especificamente desen-volvidos para uso nos veculos Fiat.

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    PAINEL DE INSTRUMENTOSA disponibilidade e a posio dos instrumentos, sinalizadores e equipamentos podem variar em funo das verses e dos

    itens opcionais adquiridos/disponveis.

    1) Difusores de ar laterais, regulveis e orientveis - 2) Alavanca de comando das luzes externas - 3) Quadro de instrumentos e luzes-espia - 4) Interruptor das luzes de emergncia - 5) Buzina - 6) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do para-brisa e do vidro traseiro - 7) Comandos - 8) Difusores de ar centrais, regulveis e orientveis - 9) Tomada de corrente e Cinzeiro - 10) Porta-luvas - 11) Sede para autorrdio - 12) Comandos de ventilao - 13) Comutador de ignio - 14) Alavanca para abrir o cap do motor - 15) Tampa de acesso caixa de fusveis.

    U00

    310

    20

    FEconomy

    E

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    140

    180

    C

    H

    200

    160

    12080

    40

    0

    km/h

    fig. 19

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    A

    QUADRO DE INSTRUMENTOS

    MILLE FIRE ECONOMy / MILLE wAy ECONOMy

    A - Indicador do nvel de combustvel com luz-espia da reserva.B - EconmetroC- Velocmetro D - Hodmetro total e parcial.E - Indicador de temperatura do lquido de arrefecimento do motor

    U00

    309

    20

    F

    E

    60100

    140

    180

    C

    H

    200

    160

    12080

    40

    0

    km/h

    A B C D E

    Economy

    fig. 20

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    UNO FURGO/FIORINO

    A - Indicador de temperatura do lquido de arrefecimento do motor.B - Indicador do nvel de combustvel com luz-espia da reserva. C - Velocmetro. D - Hodmetros total e parcial.

    U00

    326

    20

    60100

    140

    180200

    160

    12080

    40

    0

    km/hF

    EC

    H

    A B C Dfig. 21

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    A

    INSTRUMENTOS DE BORDO

    VELOCMETRO E HODMETRO - fig. 22

    A - Hodmetro total e parcialB - VelocmetroC - Boto para zerar o hodmetro

    parcial e para comutao do parcial para total.

    Para zerar o hodmetro parcial, necessrio pressionar o boto durante 4 segundos.

    INDICADOR DO NVEL DE COMBUSTVEL - fig. 23

    O ponteiro indica a quantidade aproximada de combustvel existente no tanque.

    O acendimento contnuo da luz-es-pia de reserva A indica que no tanque restam cerca de 5 a 7 litros de com-bustvel.

    E - (empty) - tanque vazio.F - (full) - tanque cheio.

    Ver observao no item Estaciona-mento (no captulo B - uso correto do veculo).

    Advertncia: se o indicador do nvel de combustvel estiver com a luz-espia piscando sinal de ano-malia no sistema. Neste caso, pro-curar a Rede Assistencial Fiat.

    INDICADOR DE TEMPERATURA DO LQUIDO DE ARREFECIMENTO DO MOTOR - fig. 24

    Em regime de funcionamento, normal-mente, o ponteiro A deve estar sobre os valores centrais da escala. Se chegar perto da marca vermelha, significa que o motor est sendo muito solicitado e necessrio reduzir a exigncia de desempenho.

    Viajando a velocidade muito baixa com clima muito quente, o ponteiro po-de chegar perto da marca vermelha.

    Nestes casos, melhor parar o vecu-lo em lugar seguro e desligar o motor. Em seguida, lig-lo novamente manten-do-o ligeiramente acelerado.

    Se a situao persistir, des-ligar o motor e providenciar o reboque do veculo con-

    cessionria Fiat mais prxima.

    C20

    60100

    140

    180200

    160

    12080

    40

    0

    km/h

    km

    BA

    fig. 22

    U00

    311

    A

    F

    E

    fig. 23U

    0031

    2

    A

    C

    H

    fig. 24

    U00

    313

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    Observao:H - do ingls hot: quenteC - do ingls cold: frio

    Se o motor funcionar sem o lquido de arrefecimento, seu veculo poder ser seriamente danificado. Os reparos, nestes casos, no sero cobertos pela garantia.

    ECONMETRO - fig. 25

    O econmetro um instrumento eletrnico sinalizador de consumo de combustvel, cuja funo auxiliar vi-sualmente o motorista na maneira de conduzir o veculo, tentando obter a condio mais econmica possvel quanto ao consumo de combustvel, levando em conta as condies de tr-fego e percurso.

    Com o veculo em marcha lenta, o ponteiro fica estacionado sobre a faixa branca da escala. O econmetro en-tra em operao a partir do momento em que o motorista aciona o pedal do acelerador e inicia um trajeto. O eco-nmetro somente iniciar a indicao quando o veculo estiver em movimen-to e com velocidade superior a 7 km/h, situao em que o ponteiro ir deslo-car-se para a esquerda, percorrendo a escala que vai desde a faixa amarela (menos econmico) at a faixa verde (mais econmico).

    A condio mais econmica visua-lizada com o ponteiro ocupando qual-quer ponto da faixa verde da escala.

    Quanto mais prximo o ponteiro es-tiver do incio da faixa verde (esquerda da escala), melhor estar sendo o con-sumo de combustvel.

    ATENO: lembre-se que o eco-nmetro somente um indicador de referncia. A economia de combus-tvel depende fundamentalmente do modo de dirigir adotado pelo moto-rista. A esse respeito, veja as indica-es em Dirigir com economia e respeitando o meio ambiente, no captulo B. Para algumas verses, veja as indicaes constantes no guia prtico de mesmo nome.

    Economy

    fig. 25U

    0031

    4

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    A

    LUZES-ESPIAAcendem-se nos seguintes casos:

    PRESSO INSUFICIENTE DO LEO DO MOTOR

    Quando a presso do leo no motor descer abaixo do valor normal.

    Girando a chave para a posio MAR, a luz-espia se acende, mas deve apagar-se assim que o motor ligar.

    possvel que ocorra um ligeiro re-tardo no desligamento da luz-espia, sobretudo se o motor se encontra em marcha lenta.

    Se o motor for muito solicitado, ro-dando em marcha lenta, a luz-espia pode lampejar, mas deve apagar-se acelerando levemente.

    Se a lmpada acender-se durante a marcha, desligar o motor e providenciar o

    reboque do veculo concession-ria Fiat mais prxima.

    v

    w

    U

    RECARGA INSUFICIENTE DA BATERIA

    Quando houver um defeito no siste-ma do gerador de corrente.

    Dirigir-se Rede Assistencial Fiat para evitar que se descarregue com-pletamente a bateria.

    Girando a chave para a posio MAR, a luz-espia se acende, mas de-ver apagar-se assim que o motor for ligado.

    AVARIA DO SISTEMA DE INJEO

    Acende-se quando houver uma ava-ria no sistema de injeo.

    Girando a chave para a posio MAR, a luz-espia se acende, mas de-ve apagar-se aps o funcionamento do motor.

    Se a luz permanecer acesa ou acen-der-se durante a marcha, a mesma in-dica um funcionamento imperfeito do sistema de injeo com possvel perda de desempenho, m dirigibilidade e consumo elevado.

    Nestas condies, possvel prosse-guir a marcha, evitando porm, exigir demais do motor ou velocidades altas. Dirigir-se, o quanto antes, Rede As-sistencial Fiat.

    O uso prolongado do veculo com luz-espia acesa pode causar danos, principalmente em caso de funciona-mento irregular ou de perda de retoma-da do motor. O veculo pode ser usado somente por pouco tempo em regimes baixos.

    Se a lmpada acender-se de vez em quando, por poucos segundos, isto no significa nada.

    Ver item Dirigir com economia e respeitando o meio ambiente - Sistema OBD no captulo B.

    FREIO DE MO ACIONADO/NVEL INSUFICIENTE DO LQUIDO DOS FREIOS

    Acende-se em duas situaes:1) quando o freio de mo estiver

    acionado; 2) quando o nvel do lquido dos

    freios descer abaixo do mnimo.

    x

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    FIAT CODE

    Girando a chave da ignio na posi-o MAR a luz-espia no quadro deve lampejar somente uma vez e depois apagar. Se, com a chave na posio MAR, a luz-espia permanecer acesa, indica uma possvel avaria (ver o siste-ma Fiat CODE neste captulo).

    ATENO: o acendimento simul-tneo das luzes-espia U e Y indica avaria no sistema Fiat CODE.

    RESERVATRIO DE PARTIDA A FRIO

    Quando o nvel de gasolina para partida a frio for insuficiente ou estiver vazio.

    INDICADORES DE DIREO (INTERMITENTES)

    Quando acionada a alavanca de comando das luzes de direo (setas).

    LUZES EXTERNAS

    Quando as luzes de posio forem acesas.

    FARIS ALTOS

    Quando os faris altos forem ace-sos.

    VIDRO TRMICO TRASEIRO

    Quando ligar o disposivo de desem-baamento do vidro traseiro.

    recomendvel desligar o dispositivo to logo o vidro traseiro estiver desem-baado.

    3

    1K

    FD

    (

    Y

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    AU0031

    5

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    1

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    1

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    3

    3

    2

    2

    20

    FEconomy

    E 60100

    140

    180200

    160

    12080

    40

    0

    Km/h

    fig. 26

    SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAO

    1 - Difusores para desembaamento do para-brisa.2 - Difusores centrais e laterais orientveis.3 - Aberturas laterais inferiores para enviar ar aos ps do motorista e do passageiro dianteiro.

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    DIFUSORES ORIENTVEIS E REGULVEIS - figs. 27 e 28

    Os difusores podem ser orientados para cima ou para baixo pressionando-os.

    A - Comando para a regulagem da quantidade de ar:

    - girando para cima: difusor aberto- girando para baixo: difusor fecha-

    do

    B - Comando para orientao lateral do fluxo do ar. Em algumas verses os difusores s podem ser orientados para cima ou para baixo, bastando atuar no seu corpo.

    COMANDOS PARA VENTILAO - fig. 29

    A - Seletor para ligar o ventilador.B - Seletor para a distribuio do ar.- - Fluxo de ar direcionado para o

    para-brisa.Q - Fluxo de ar direcionado para

    os ps dos passageiros e para o para-brisa.N - Fluxo de ar direcionado para os

    ps dos passageiros.C - Seletor para regulagem da quan-

    tidade de ar.

    - p

    -

    -0 1 2 3 4

    -

    O

    N

    AB

    fig. 27

    U00

    225

    A B

    fig. 28U

    0023

    0fig. 29

    U00

    122

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    A

    COMANDOS PARA AQUECIMENTO E VENTILAO - fig. 30

    A - Seletor para regulagem da tem-peratura do ar.

    B - Seletor para a velocidade do ven-tilador.

    C - Seletor para a distribuio do ar.- - Fluxo de ar direcionado para o

    para-brisa.Q - Fluxo de ar direcionado para

    os ps dos passageiros e para o para-brisa.N - Fluxo de ar direcionado para os

    ps dos passageiros. D - Seletor para regulagem da quan-

    tidade de ar.

    AQUECIMENTO

    1) Seletor para a temperatura do ar: ponteiro no setor vermelho.

    2) Seletor do ventilador: boto na velocidade desejada.

    3) Seletor para a distribuio do ar: apontar em Q para aquecer os ps e, ao mesmo tempo, desembaar o para-brisa ou N para somente aquecer os ps;

    Para se evitar a sensao de enjo, fechar os difusores centrais quando for utilizar o aquecimento.

    DESEMBAAMENTO RPIDO

    Para-brisa e vidros laterais1) Seletor para a temperatura do ar:

    apontar no setor vermelho (completa-mente girado para a direita).

    2) Seletor do ventilador: posicionar na velocidade mxima.

    3) Seletor para a distribuio do ar: apontar em -.

    4) Comando para regulagem da quantidade de ar nos difusores centrais D-fig. 30: posio difusor fechado (gi-rar para posio OFF).

    Aps o desembaamento, usar os co-mandos para manter as perfeitas condi-es de visibilidade.

    Vidro traseiroPressionar o boto (.To logo o vidro traseiro estiver de-

    sembaado, aconselhvel desligar o boto, acionando novamente a tecla correspondente.

    VENTILAO

    1) Difusores de ar centrais e laterais: completamente abertos.

    2) Seletor para a temperatura do ar: apontar no setor azul.

    3) Seletor do ventilador: posicionar na velocidade desejada.

    4) Seletor para a distribuio do ar: apontar em Q.

    fig. 30U

    0023

    2

    AC

    DB

    -

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    60355277 - Uno - Fiorino

    AR-CONDICIONADO

    O sistema utiliza fluido refrigerante R134a que, em caso de vazamentos aciden-

    tais, no prejudica o meio ambiente. Nunca utilizar o fluido R12, incom-patvel com os componentes do prprio sistema.

    COMANDOS - fig. 31 e 32A - Seletor para regular a temperatura

    do ar (mistura ar quente/frio).B - Cursor para a velocidade do ven-

    tilador.C - Seletor para a distribuio do ar.D - Cursor para ligar a recirculao

    do ar, eliminando a entrada de ar ex-terno.

    E - Boto para ligar o ar-condiciona-do E-fig. 32. Com o ar-condicionado ligado, o LED no boto E se acende.

    ADVERTNCIA: a funo de recir-culao til principalmente em condies de forte poluio externa (engarrafamentos, trnsito em tnel etc.). No aconselhado, no entan-to, um uso muito prolongado desta funo, especialmente se houver muitas pessoas no veculo.

    CONDICIONAMENTO DO AR (RESFRIAMENTO)

    Para obter um resfriamento rpido do habitculo em veculos equipados com ar-condicionado, operar o sistema conforme indicado:

    1) Seletor para a temperatura do ar A-fig. 31 totalmente posicionado es-querda.

    2) Seletor do ventilador B-fig. 31 po-sicionado na velocidade mxima.

    3) Seletor de distribuio do ar C-fig. 30 apontado para O; controlar para que todas as sadas de ar estejam totalmente abertas.

    Com o cursor D na posio v ativada somente a circulao do ar in-terno.

    4) Ligar o ar-condicionado apertando o boto E-fig. 32.

    5) Se possvel, abrir totalmente, ou pelo menos um pouco, as janelas das portas dianteiras por um breve perodo (2 a 3 minutos no mximo) para que haja uma circulao mais intensa do ar no habitculo. Em seguida, fechar as janelas.

    - p

    -

    -0 1 2 3 4AB

    D

    C

    fig. 31U

    0023

    3

    - p

    -

    -0 1 2 3 4

    E(

    fig. 32

    U00

    234

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  • A-23

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    A

    AQUECIMENTO

    Para as funes de aquecimento e ventilao, no ligar o condicionador, mas utilizar o sistema normal de aque-cimento e ventilao (ver Aquecimento e ventilao neste captulo).

    DESEMBAAMENTO RPIDO

    O ar-condicionado muito til pa-ra acelerar o desembaamento, pois desumidifica o ar. suficiente regular os comandos para a funo de desem-baamento e ativar o condicionador, apertando o boto E-fig. 32.

    Para-brisa e vidros laterais 1) Condicionador de ar ligado: boto

    E-fig. 32.2) Seletor para a temperatura do ar:

    (completamente girado para a direita) para dias frios ou (completamente gira-do para a esquerda) para dias quentes.

    3) Cursor do ventilador: posicionar na velocidade mxima.

    4) Seletor para a distribuio do ar: apontar em -.

    5) Recirculao do ar: desligada.6) Comando para regulagem da

    quantidade de ar nos difusores centrais A-fig. 27: posio difusor fechado (girar para baixo).

    Aps o desembaamento, usar os co-mandos para manter as perfeitas condi-es de visibilidade.

    RECIRCULAO

    Com o cursor D-fig. 31 na posio v, ativada somente a circulao do ar interno.

    Vidro traseiro Pressionar o boto (. To logo o

    vidro traseiro estiver desembaado, aconselhvel desligar o dispositivo.

    ADVERTNCIA: com a tempe-ratura externa muito alta, a recir-culao acelera o resfriamento do ar. Alm disso, particularmente til em condies de forte poluio externa (engarrafamentos, trnsito em tnel etc.). No aconselhado, no entanto, um uso muito prolonga-do desta funo.

    ADVERTNCIA: para plena efici-ncia na operao de desembaa-mento, mantenha a parte interna dos vidros sempre limpa e desen-gordurada. Para limpeza dos vidros, use apenas detergente neutro e gua. No utilize produtos base de silicone para a limpeza de partes plsticas, principalmente o painel, pois o silicone se evapora quan-do exposto ao sol, condensando-se sobre a superfcie interna do vidro e prejudicando o desembaamento e a visibilidade noturna.

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  • A-24

    60355277 - Uno - Fiorino

    ALAVANCAS SOB O VOLANTE

    ALAVANCA ESQUERDA Rene os comandos das luzes exter-

    nas e das setas.A iluminao externa funciona so-

    mente com a chave de ignio na po-sio MAR.

    Acendendo as luzes externas, ilumi-nam-se os ideogramas no quadro de ins-trumentos e os smbolos dos comandos situados no painel de instrumentos.

    Luzes de posio - fig. 33Acendem-se girando a empunhadura

    da posio posio 6. No quadro de instrumentos acende-se a respectiva luz-espia 3.

    Faris baixos - fig. 34Acendem-se girando a empunhadura

    da posio 6 posio 2.

    Faris altos - fig. 35Acendem-se com a empunhadura na

    posio 2, e empurrando a alavanca para a frente em direo ao painel de instrumentos.

    No quadro acende-se a luz-espia 1.

    Apagam-se puxando a alavanca em direo do volante.

    fig. 33

    U00

    060

    fig. 34U

    0006

    1

    fig. 35

    U00

    062

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  • A-25

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    A

    Lampejos - fig. 36So feitos puxando a alavanca em di-

    reo ao volante (posio instvel).

    Luzes de direo (setas) - fig. 37Deslocando a alavanca:para cima - ativa-se a seta direita;para baixo - ativa-se a seta esquer-

    da.No quadro de instrumentos acende-

    se com intermitncia a luz-espia y.As setas so desativadas automatica-

    mente quando o veculo volta a prosse-guir em linha reta.

    Caso queira dar um sinal de luz rapi-damente, mova a alavanca para cima ou para baixo, sem chegar ao final do curso. Ao solt-la, a alavanca volta so-zinha ao ponto de partida.

    ALAVANCA DIREITA

    Rene todos os comandos para a lim-peza do para-brisa e do vidro traseiro.

    Limpador/lavador do para-brisa - fig. 38

    Funciona somente com a chave de ignio na posio MAR.

    A - Limpador do para-brisa desliga-do.

    B - Funcionamento intermitente.C - Funcionamento contnuo e lento.D - Funcionamento contnuo e r-

    pido.

    E - Funo antipnico: temporrio e contnuo rpido; ao soltar, a alavanca volta para a posio e desliga au-tomaticamente o limpador do para-brisa.

    Puxando a alavanca na direo do volante fig. 39, ativa-se o esguicho do lavador do para-brisa.

    fig. 36

    U00

    063

    fig. 37U

    0006

    4fig. 39

    U00

    066

    A

    E

    C

    D

    B

    fig. 38

    U00

    065

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  • A-26

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    Limpador/lavador do vidro traseiro - fig. 40

    Funciona somente com a chave de ignio na posio MAR.

    Comandos:1) girar a empunhadura da posio para ';

    2) empurrando a alavanca em dire-o ao painel (posio instvel), ativam-se o esguicho do lavador do vidro tra-seiro e o limpador do vidro traseiro; ao solt-la, desligam-se.

    COMANDOS

    LUZES DE EMERGNCIA - fig. 41

    Acendem-se apertando levemente o boto A, independente da posio da chave de ignio.

    A indicao, para o condutor, de que as luzes de emergncia foram ativadas evidenciada pelo acendimento da luz-espia y no quadro de instrumentos ou por meio de iluminao do boto A-fig. 41 de acionamento, localizado na coluna de direo.

    A luz de emergncia s deve ser acionada com o veculo parado; nunca em

    movimento.

    BOTES DE COMANDO - fig. 42

    Esto situados sobre os difusores cen-trais do ar e funcionam somente com a chave de ignio na posio MAR.

    A - Boto com indicao de funo ativada no quadro de instrumentos para ligar/desligar o desembaador do vidro traseiro.

    To logo o vidro traseiro estiver de-sembaado, aconselhvel desligar o dispositivo.

    B - Boto para ligar o ar-condiciona-do. O LED do boto se acende com o ar- -condicionado ligado.

    fig. 40

    U00

    059

    A20F

    Economy

    E

    60100

    140

    180

    C

    H

    200

    160

    12080

    40

    0

    km/h

    A

    fig. 41U

    0031

    6

    A

    - p

    -

    -0 1 2 3 4

    -

    O

    N

    B(

    fig. 42

    U00

    226

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  • A-27

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    A

    EQUIPAMENTOS INTERNOS

    PORTA-LUVAS

    Para abrir, pressionar simultanea-mente as duas teclas indicadas pelas setas fig. 43.

    Nunca trafegue com a tampa do porta-luvas aberta.

    CONJUNTO DA LUZ INTERNA - fig. 44-A

    A lmpada pode acender-se em duas situaes distintas, de acordo com a po-sio do interruptor fig. 44-A.

    Posio 1: permanentemente desli-gada.

    Posio neutra na lente: acende-se somente com a porta do motorista aber-ta (algumas verses).

    Posio 2: permanentemente liga-da.

    CONJUNTO DA LUZ INTERNA - fig. 44-B

    Para acender a lmpada, levantar a alavanca 1-fig. 44-B e abaix-la para apagar a lmpada.

    TOMADA DE CORRENTE - fig. 45

    Algumas verses dispem de tomada de corrente para alimentao de aces-srios eltricos (carregador de celular, aspirador de p, acendedor de cigarros, etc.).

    Devido grande variedade de acess-rios eltricos que podem ser conectados a esta tomada de corrente, recomenda-se especial cuidado na utilizao dos mesmos, observando se atendem as especificaes abaixo:

    - Somente podem ser conectados acessrios com potncia at 180 Watts.

    - Para prevenir danos, o corpo do plugue do acessrio deve ser largo o suficiente para servir como guia decen-tralizao, quando este estiver inserido na tomada de corrente.

    fig. 43

    U00

    070

    1 2

    1

    A

    B

    fig. 44U

    0033

    1fig. 45

    U00

    102

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  • A-28

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    Se houver dvidas com relao conformidade do plugue do acessrio a ser

    utilizado, recomenda-se verificar com o fabricante se o mesmo aten-de s especificaes vigentes.

    O plugue do acessrio deve se ajustar perfeita-mente medida da toma-

    da de corrente visando evitar mau contato ou superaquecimento com risco de incndio.

    Em caso de utilizao da tomada de corrente como acendedor de cigarros (adquirido como acessrio), recomenda-se cautela no manuseio deste ltimo para prevenir queima-duras causadas pelo calor gerado pelo dispositivo.

    Recomenda-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de acessrios originais e homologa-dos para uso nos modelos Fiat.

    ADVERTNCIA: verificar sempre se o acendedor est desligado aps o uso.

    O acendedor de cigar-ros alcana temperaturas elevadas. Manej-lo com

    cautela e evitar que crianas o utili-zem, pois h perigo de incndio ou queimaduras.

    CINZEIRO - fig. 46

    Algumas verses dispem de cin-zeiro. Para utiliz-lo, abrir a tampa A empurrando-a para trs.

    Para facilitar a sua limpeza o cinzeiro pode ser removido.

    PARA-SIS - fig. 47

    Esto situados ao lado do espelho re-trovisor interno, podendo ser orientados para a frente ou para o lado.

    Para algumas verses est disponvel um espelho de cortesia no para-sol do lado do passageiro.

    Para algumas verses, h uma eti-queta no verso do para-sol, contendo informaes sobre o econmetro (ver o assunto EconmEtro, em InstrumEn-tos dE bordo, neste captulo).

    A

    fig. 46U

    0014

    2

    fig. 47

    U00

    067

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  • A-29

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    A

    PORTAS

    PORTAS LATERAIS

    Verses 3 Portas - fig. 48Para abrir pelo lado externo, use a

    chave e acione a alavanca para cima.Para trancar pelo lado externo, usar a

    chave ou acionar previamente o pino-trava (com exceo da porta do moto-rista).

    Verses 5 portas - fig. 49Para abrir pelo lado externo, usar a

    chave e acionar o boto da maaneta.Para trancar pelo lado externo, usar a

    chave ou acionar previamente o pino-trava (exceo para a porta do moto-rista).

    Abertura/travamento manual por dentro das portas dianteiras

    Abertura: puxar a maaneta de aber-tura A-fig. 50.

    Travamento: fechar a porta e apertar o pino. Para os veculos equipados com trava eltrica so travadas tambm as portas traseiras.

    fig. 48

    U00

    022

    fig. 49U

    0002

    3

    A

    fig. 50

    U00

    037

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  • A-30

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    Dispositivo de segurana para crianas

    Impede a abertura das portas traseiras pelo lado de dentro. ativado movendo a alavanca fig. 51.

    Posio 1 - dispositivo desativado.Posio 2 - dispositivo ativado.O dispositivo fica ativado mesmo se

    as portas forem destravadas com co-mando eltrico.

    Utilizar sempre este dis-positivo quando for trans-portar crianas.

    TRAVAMENTO ELTRICO

    Por foraCom as portas fechadas, inserir e girar

    a chave na fechadura de uma das portas dianteiras.

    Por dentroCom as portas fechadas, apertar (pa-

    ra travar) ou puxar (para destravar) um dos pinos de abertura das portas dian-teiras.

    ADVERTNCIA: se uma das portas dianteiras no estiver bem fechada ou houver um defeito no sistema, o travamento centralizado no ativado e, aps algumas tentativas, o dispositivo excludo por cerca de 2 minutos. Nestes 2 minutos, possvel travar ou destravar as por-tas manualmente, sem que o sistema eltrico intervenha. Aps esses 2 minutos, a central est de novo apta a receber os comandos.

    Se foi resolvida a causa do pro-blema, o dispositivo volta a funcio-nar normalmente, caso contrrio, repete o ciclo de excluso.

    LEVANTADORES DOS VIDROS DAS PORTAS

    Levantadores manuais dos vidrosGirar a manivela da respectiva porta

    para abaixar ou levantar o vidro A-fig. 52.

    fig. 51

    U00

    104

    A

    fig. 52

    U00

    039

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  • A-31

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    A

    Levantadores eltricos dos vidros dianteiros - fig. 53

    No apoia-brao da porta do lado do motorista h duas teclas que co-mandam, com a chave de ignio em MAR:

    A - vidro esquerdoB - vidro direito.No apoia-brao da porta do lado do

    passageiro h uma tecla para o coman-do do respectivo vidro.

    Pressionar as teclas para abaixar ou levantar os vidros.

    Antes de acionar o inter-ruptor do mecanismo levan-tador do vidro, verifique se

    no h algum com o brao do lado de fora do veculo.

    O uso imprprio dos levantadores eltricos dos vidros pode ser perigoso.

    Antes e durante o acionamento, verificar sempre se os passageiros no esto expostos ao risco de leses provocadas tanto direta ou indireta-mente pelos vidros em movimento, como por objetos pessoais arrasta-dos ou jogados pelos mesmos.

    Ao sair do veculo, retire sempre a chave da ignio para evitar que os levan-

    tadores eltricos dos vidros, acio-nados inadvertidamente, constitu-am perigo para quem permanece a bordo.

    COMPARTIMENTO DE CARGAS

    PORTA TRASEIRA

    Fiorino - fig. 54 constituda de duas partes, abrindo

    lateralmente. Ambas dotadas de tirantes de fixao, no teto e no piso da carroce-ria. A da direita provida de maaneta externa com fechadura chave.

    Para abrir a porta pelo lado externo, destravar a fechadura e girar a maane-ta no sentido da seta.

    AB

    fig. 53

    U00

    040

    fig. 54

    U00

    024

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  • A-32

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    Para abrir a porta esquerda, agir sobre a alavanca A-fig. 55.

    Abertura pelo lado interno - fig. 55Para abrir a porta pelo lado interno,

    atuar sobre a alavanca B.

    Limitador de abertura da porta - fig. 56

    A fim de facilitar o acesso ao com-partimento de carga, a porta traseira provida de limitador de abertura, que permite mant-la aberta em duas po-sies.

    Para a abertura total da porta, leve-a at o fim de curso do limitador. Para deixar a porta na posio de abertura intermediria leve-a at o ponto mdio do limitador no qual a porta para na posio desejada.

    AB

    fig. 55

    U00

    025

    fig. 56U

    0034

    6

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    A

    ILUMINAO DO COMPARTIMEN-TO DE CARGA - fig. 57

    A lmpada est localizada sobre as portas traseiras. Para acend-la, colo-que a lente na posio central. Pres-sionando em uma das extremidades a lmpada se apaga.

    VIDROS LATERAIS CORREDIOS (algumas verses) - fig. 58

    Para abrir os vidros laterais corredi-os, pressione o dispositivo de fecha-mento e movimente os vidros para trs.

    GRADES E ANTEPAROS - fig. 59

    O compartimento traseiro est sepa-rado do habitculo por uma grade de proteo A, na parte superior e por um anteparo B, localizado na parte infe-rior.

    No carregue pessoas no comparti-mento de cargas: ele destinado exclu-sivamente para transporte de cargas.

    fig. 57

    U00

    095

    fig. 58U

    0003

    2

    B

    A

    fig. 59

    U00

    116

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  • A-34

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    GANCHOS PARA FIXAO DE CARGA - fig. 60

    Toda carga a ser transportada deve ser devidamente fixada. Para tal, utilizar os ganchos, indicados pelas setas-fig. 60, localizados no compartimento de carga. Para que a operao seja feita de forma segura, somente utilizar cabos, cordas ou correias adequadas fixao do material que ser transportado.

    PORTA-MALAS

    ABERTURA/FECHAMENTO DA TAMPA DO PORTA-MALAS

    Para abrir a tampa do porta-malas por fora, destrancar a fechadura usando a chave de ignio fig. 61.

    A abertura da tampa facilitada pela ao do amortecedor lateral a gs.

    Para fechar, abaixar a tampa e im-pulsion-la com o dedo polegar pela fechadura.

    Abaixar a tampa e solt-la um pouco antes do fechamento para evitar que prenda os dedos.

    No uso do porta-malas, nunca superar as cargas mximas permitidas (ver

    captulo Caractersticas tcnicas). Certificar-se ainda que os objetos contidos no porta-malas estejam bem colocados, para evitar que uma freada brusca possa jog-los para a frente, machucando os passageiros.

    Colocar acessrios no bagagito ou na tampa do porta-malas (alto-falantes, spoiler etc., exceto quan-do previsto pelo fabricante) pode prejudicar o correto funcionamento dos amortecedores laterais a gs da prpria tampa. Objetos soltos devem ser colocados no porta-malas.

    O compartimento de bagagens de uso exclusivo destas.

    fig. 60

    U00

    054

    fig. 61U

    0004

    7

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  • A-35

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    A

    AMPLIAO DO PORTA-MALAS

    1) Abaixar completamente os apoia-cabeas do banco traseiro.

    2) Desengatar o encosto, movendo as alavancas laterais A-fig. 62 no sentido da seta.

    3) Rebater para a frente o encosto, passando os cintos pelos lados, at que este se apoie sobre o assento traseiro.

    4) Em seguida, rebater o banco traseiro inteiro para a frente de maneira a obter uma nica superfcie de carga fig. 63.

    Aps o reposicionamento do encosto, certifique-se de que o mesmo esteja bem encaixado e tra-vado.

    Para remover o bagagito (somente Uno):

    1) Gire o tirante fig. 64 e retire-o do orifcio.

    2) Retire o pino guia do bagagito da sua sede fig. 65 e remova-o.

    Uma vez retirada, a superfcie pode ser posta transversalmente entre os en-costos dos bancos da frente e o assento rebatido do banco de trs.

    5) Para reposicionar o encosto, volt-lo posio vertical e empurr-lo at o completo travamento do mesmo nas travas superiores laterais. Aps o trava-mento, pressionar as alavancas laterais A-fig. 62 em direo parte frontal do veculo.

    ADVERTNCIA: o encosto do banco traseiro pode ser colocado em duas posies, de acordo com a necessidade de mais ou menos espao no porta-malas. Para alterar a posio do encosto, empurre a alavanca A-fig. 62 no sentido indi-cado pela seta.

    A

    fig. 62

    U00

    207

    fig. 63U

    0004

    5fig. 64

    U00

    089

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    Para colocar o banco na posio normal

    1) Empurre o assento do banco trasei-ro e encaixe-o na sua respectiva sede.

    2) Empurre o encosto passando-o la-teralmente pelos cintos de segurana e encaixando-o em suas fixaes.

    Certifique-se que os ban-cos traseiros estejam firmes e bem encaixados antes de

    colocar o veculo em marcha.

    CAP DO MOTOR

    PARA ABRIR O CAP DO MOTOR

    1) puxar a alavanca fig. 66.2) empurrar a trava A-fig. 67.3) levantar o cap segurando-o pela

    parte central e, simultaneamente, soltar a vareta de suporte fig. 68 do seu dis-positivo de bloqueio;

    4) introduzir a extremidade da vareta na abertura do cap do motor fig. 68.

    Antes de abrir o cap, certifique-se que o brao do limpador do para-brisa no

    esteja levantado.

    fig. 65

    U00

    050

    fig. 67U

    0031

    7

    fig. 66

    U00

    036

    fig. 68

    U00

    051

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  • A-37

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    A

    Ateno: Uma colocao incorreta da vareta pode provocar a queda violenta

    do cap.

    Se houver necessidade de se fazer alguma verifi-cao no motor, estando

    este ainda quente, evite encostar-se no eletroventilador, pois o mesmo poder funcionar mesmo com a chave de ignio desligada. Espere at que o motor esfrie.

    PARA FECHAR O CAP DO MOTOR

    1) manter levantado o cap com uma mo e, com a outra, tirar a vareta fig. 68 da abertura e rep-la no seu dispositivo de bloqueio;

    2) abaixar o cap a cerca de 20 cm do vo do motor;

    3) deix-lo cair: o cap fecha-se au-tomaticamente.

    Verificar sempre se o cap foi bem fechado para evitar que se abra durante a

    marcha do veculo.

    BAGAGEIRO DE TETO

    As sedes para encaixar as fixaes, ficam acessveis aps ter deslocado levemente a guarnio das portas nos pontos indicados na fig. 69.

    A este respeito, sugerimos verificar na Rede Assistencial Fiat a existncia de um bagageiro especfico para o Fiat Uno.

    No superar a carga mxi-ma permitida (ver captulo Caractersticas tcnicas).

    Depois de percorrer alguns quilmetros, confe-rir se as fixaes do baga-

    geiro esto bem apertadas.

    FARIS

    REGULAGEM DO FACHO LUMINOSO

    ADVERTNCIA: uma correta regulagem dos faris determinan-te para o conforto e a segurana no s de quem guia o veculo, mas de todos os usurios. Alm disso, constitui uma norma precisa do Cdigo de trnsito. Para garantir a si mesmo e aos outros as melhores condies de visibilidade viajando com os faris acesos, o veculo deve ter um correto alinhamento dos mesmos.

    A operao de regulagem dos faris pode ser realizada na Rede Assisten-cial Fiat.

    fig. 69U

    0004

    4

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    PREDISPOSIO PARA INSTALAO DO AUTORRDIO

    Alguns veculos possuem predispo-sio para instalao de autorrdio. O equipamento dever ser instalado na respectiva sede prevista para essa finalidade. Para isso, retirar a tampa ou o porta-objetos (apenas para algumas verses) atuando nas travas indicadas pelas setas fig. 70.

    A predisposio composta de:Alto-falante na porta dianteira direita

    de 20W de potncia fig. 71.Alto-falante na porta dianteira es-

    querda de 20W de potncia fig. 71.

    Alto-falantes na cobertura do porta-malas de 18W de potncia fig. 72.

    Chicotes eltricos para alto-falantes das portas e da cobertura do porta-malas.

    Fusvel de proteo de 15A localiza-do na caixa de fusveis sob o painel.

    Para o modelo Uno, est previsto co-nector e cabo, e a antena est instalada no teto.

    A sede do alto-falante das portas pode variar segundo a verso (3 ou 5 portas).

    OBSERVAES GERAIS SOBRE A INSTALAO DE SISTEMAS DE SOM

    A instalao de siste-mas de som (autorrdios, mdulos de potncia, CD

    Changers etc.), que implique em alteraes das condies originais da instalao eltrica e/ou em inter-ferncias nos sistemas eletrnicos de bordo; alm de provocar o can-celamento da garantia dos com-ponentes envolvidos, pode gerar anomalias de funcionamento com risco de incndio. Ver recomenda-es em acessrios comprados pelo usurio, no captulo uso correto do veculo.

    fig. 70

    U00

    105

    fig. 71U

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    fig. 72

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    A

    NO POSTO DE ABASTECIMENTO

    Os dispositivos antipoluentes exi-gem o uso exclusivo de gasolina sem chumbo.

    De acordo com regulamenta-o vigente estabelecida pela ANP (Agncia Nacional de Petrleo) a gasolina normalmente disponvel no mercado brasileiro no deve conter chumbo em propores que possam causar danos ao conversor catalti-co dos automveis.

    A adio de outro tipo de gasolina no tanque (ex.: gasolina de aviao), no

    homologada para uso automotivo, pode provocar danos irreversveis no conversor cataltico.

    Se o veculo estiver em trnsi-to por outros pases, certifique-se de que o abastecimento seja feito somente com gasolina que no con-tenha chumbo em sua composio.

    Nunca introduzir, nem mesmo em casos de emer-gncia, a mnima quanti-

    dade de gasolina com chumbo no tanque.

    O conversor cataltico ineficiente provoca emis-ses nocivas no escapamen-

    to, com a consequente poluio do meio ambiente.

    Por motivos de segurana, assim como para garantir o funcionamento correto do

    sistema, a chave de ignio dever permanecer desligada enquanto o veculo estiver sendo abastecido.

    TAMPA DO RESERVATRIO DE COMBUSTVEL

    A tampa do reservatrio de com-bustvel hermtica, sem respiro, a fim de evitar o lanamento de vapores de combustvel no meio ambiente, em atendimento legislao vigente.

    Mantenha-a sempre bem fechada e no a substitua por outra de tipo dife-rente.

    O combustvel que escor-re acidentalmente durante o abastecimento, alm de

    ser poluente, pode danificar a pin-tura do veculo na regio do bocal de abastecimento, devendo ser evi-tado.

    fig. 73

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    217

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    FiorinoO acesso tampa de combustvel

    obtido abrindo a portinhola fig. 74. Pa-ra abri-la, segure a tampa e gire a chave no sentido anti-horrio; prossiga giran-do a tampa A-fig. 74 at o seu completo desalojamento;

    UnoPara abri-la, segure a tampa e gire a

    chave no sentido anti-horrio; prossiga girando a tampa fig. 75 at o seu com-pleto desalojamento;

    No se aproximar do bocal do tanque de com-bustvel com fsforos ou

    cigarros acesos, pois h perigo de incndio. Evitar tambm aproximar demais o rosto do bocal, para no inalar vapores nocivos.

    VERSES FLEX (combustvel etanol e/ou gasolina)

    Este sistema, que est disponvel exclusivamente nas verses FLEX, foi projetado para proporcionar total flexibilidade na alimentao do motor do veculo, permitindo a utilizao de etanol ou de gasolina indistintamente. O combustvel pode ser adicionado no reservatrio na proporo que o usurio julgar conveniente para o uso.

    Caber ao usurio a anlise sobre qual proporo dos dois combustveis mais conveniente para o seu tipo de utilizao, considerando as diversas variveis (preo do combustvel, con-sumo, desempenho, etc.).

    A central eletrnica de controle de in-jeo est preparada para gerenciar a interao entre os dois tipos de combus-tvel (etanol ou gasolina) possibilitando um funcionamento sempre regular em todas as situaes de utilizao.

    No uso normal as verses FLEX no requerem cuidados ou procedimentos especiais, excetuando a observao das advertncias de utilizao presentes neste captulo e os pontos de manuten-o especficos.

    A

    fig. 74

    U00

    071

    A

    fig. 75U

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    Para propiciar partidas mais rpi-das, manter sempre abastecido o reservatrio de gasolina para par-tida a frio.

    No utilizar combust-veis diferentes dos especi-ficados. O sistema somente

    est preparado para funcionar com etanol e gasolina automotivos.

    No adaptar o veculo para funcionamento com GNV (Gs natural veicular)

    pois as caractersticas dos motores FLEX no possibilitam a converso.

    Os motores FLEX podem apre-sentar nveis de rudos diferentes, dependendo do combustvel utiliza-do (etanol ou gasolina) bem como percentual de mistura. Este com-portamento normal e no afeta o desempenho do motor.

    ADVERTNCIA: aps um abaste-cimento, o sistema Flex necessita de um pequeno tempo de adapta-o (aproximadamente 10 minutos) com o veculo funcionando, para reconhecer o combustvel que est no tanque (etanol ou gasolina).

    Esta recomendao importante, sobretudo, quando tenha ocorrido a troca do combustvel que esta-va sendo utilizado (ex.: etanol em vez de gasolina). O veculo deve cumprir um percurso mnimo (pelo tempo anteriormente especificado) para que o sistema assimile o novo combustvel.

    Este procedimento ir minimizar eventuais problemas na prxima partida do veculo, principalmente se o motor estiver frio.

    PROTEO DO MEIO AMBIENTE

    A proteo do meio ambiente condu-ziu o projeto e a realizao dos veculos Fiat em todas as suas fases. O resulta-do est na utilizao de materiais e no aperfeioamento de dispositivos capa-zes de reduzir ou limitar drasticamen-te as influncias nocivas sobre o meio ambiente.

    O Veculo Fiat est pronto para rodar com uma boa margem de vantagem so-bre as mais severas normas antipoluio internacionais.

    Fazer alteraes no veculo com o objetivo de aumentar o seu desem-penho, tais como a retirada do catalisador e/ou modificaes no sistema de injeo eletrnica, alm de contriburem para aumentar des-necessariamente a poluio atmos-frica, podem resultar no cancela-mento da garantia dos componentes envolvidos.

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    USO DE MATERIAIS NO NOCIVOS AO MEIO AMBIENTE

    Nenhum componente do veculo contm amianto ou cdmio. Os com-ponentes espumados e o sistema de ar-condicionado no contm CFC (Cloro-fluorcarbono), gs responsvel pela reduo da camada de oznio.

    DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS EMISSES

    Conversor cataltico trivalente A-fig. 76

    Monxido de carbono, xidos de nitrognio e hidrocarbonetos no quei-mados so os principais componentes nocivos dos gases de escapamento.

    O conversor cataltico um labora-trio no qual uma porcentagem muito alta destes componentes transforma-se em substncias incuas.

    A transformao auxiliada pela presena de minsculas partculas de metais nobres presentes no corpo de cermica, fechado pelo recipiente me-tlico de ao inoxidvel.

    A retirada do conver-sor cataltico, alm de no contribuir para aumentar o

    desempenho do veculo, ocasiona poluio desnecessria e constitui um claro desrespeito legislao ambiental para veculos automo-tores.

    Sonda Lambda (sensor de oxignio)Todas as verses esto equipadas

    com a sonda lambda, pois esta garante o controle da relao exata da mistu-ra ar/combustvel, fundamental para o correto funcionamento do motor e do catalisador.

    Sistema antievaporaoSendo impossvel, mesmo com o

    motor desligado, impedir a formao dos vapores de gasolina, o sistema os mantm armazenados num recipiente especial de carvo ativado, de onde so aspirados e queimados durante o funcionamento do motor.

    Rudos veicularesEste veculo est em conformidade

    com a legislao vigente de controle da poluio sonora para veculos au-tomotores.

    Limite mximo de rudo para fiscali-zao de veculo em circulao (vecu-lo parado segundo Resoluo n 01/93 do CONAMA):

    Mille Fire Economy ......... 85,0 dB (A)

    Mille way Fire Economy . 85,0 dB (A)

    Fiorino FLEX .................... 79,7 dB (A)

    Uno Furgo FLEX ............ 79,7 dB (A)

    AAA

    fig. 76

    4EN

    0943

    BR

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    A

    importante o seguimento do Ser-vio Peridico de Manuteno, para que o veculo permanea dentro dos padres antipoluentes.

    Trafegar com o sistema de escapamento modifi-cado ou danificado, alm

    de aumentar consideravelmente o nvel de rudo do veculo (poluio sonora), constitui uma infrao ao Cdigo Nacional de Trnsito.

    No jogue pontas de cigarro para fora da janela. Alm de evitar incndios e

    queimadas, voc estar evitando a contaminao do solo.

    O lixo que jogado na rua coloca em risco as gera-es futuras devido ao alts-

    simo tempo de decomposio de determinados materiais.

    DESTINAO DE BATERIAS

    Todo consumidor/usurio final obrigado a devolver sua bateria usada a um ponto de venda (Resoluo CO-NAMA 257/99 de 30/06/99).

    Reciclagem obrigatria:

    No descarte a bateria no lixo.

    Devolva a bateria usada ao revendedor no ato da troca.

    Composio bsica: chumbo, cido sulfrico diludo e plstico.

    Os pontos de venda so obrigados a aceitar a devoluo de sua bateria usa-da, bem como armazen-la em local adequado e devolv-la ao fabricante para reciclagem.

    Riscos do contato com a soluo cida e com o chumbo

    Quando a soluo cida e o chumbo contidos na bateria so descartados na natureza de forma incorreta, podero contaminar o solo, o subsolo e as guas, bem como causar riscos sade do ser humano.

    No caso de contato acidental com os olhos ou com a pele, lavar imedia-tamente com gua corrente e procurar orientao mdica.

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    B

    USO CORRETO DO VECULO

    Para utilizar o veculo Fiat do melhor modo possvel, para no danific-lo e, principalmente, para poder aproveitar todas

    as suas qualidades, neste captulo sugerimos o que fazer, o

    que no fazer e o que evitar.

    Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos

    vlidos tambm para outros veculos. Em outros, pode tratar-

    se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Uno e do

    Fiorino. Assim, preciso prestar muita ateno neste captulo

    tambm, para conhecer o comportamento na direo e no uso

    que lhe permitiro desfrutar ao mximo do seu veculo.

    PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-1

    ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-2

    USO DO CMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-3

    DIRIGIR COM SEGURANA . . . . . . . . . . . . . . . . .B-4

    DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-8

    LONGA INATIVIDADE DO VECULO . . . . . . . . .B-12

    CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-13

    ACESSRIOS COMPRADOS PELO USURIO . .B-13

    SEO LATERAL TRASEIRA DE UM VECULO (ExEMPLO GENRICO) . . . . . . . . . . . .B-14

    DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . .B-14

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    B

    PARTIDA DO MOTOR

    perigoso deixar o motor funcionando em local fechado. O motor conso-

    me oxignio e libera gs carbni-co, monxido de carbono e outros gases txicos.

    Antes de dar partida no motor:1) Verificar se o freio de mo est

    engatado.2) Colocar a alavanca do cmbio em

    ponto morto.3) Pisar a fundo no pedal da embrea-

    gem, sem pisar no acelerador.4) Girar a chave de ignio para a po-

    sio AVV e solt-la assim que o motor der partida.

    Nas verses FLEx, o sistema de par-tida a frio ir intervir automaticamente para proporcionar partidas mais rpi-das.

    No necessrio pisar no acelerador para dar partida no motor.

    Com o motor em movi-mento, no tocar nos cabos de alta tenso (cabos das

    velas).

    Se o motor no funcionar na primei-ra tentativa, necessrio repor a chave na posio STOP antes de tentar de novo.

    Nas verses equipadas com FIAT CODE se, com a chave na posio MAR, a luz-espia Y ficar acesa junto com a luz-espia U, aconselha-se repor a chave na posio STOP e, depois, de novo em MAR; se a luz-espia continuar acesa, tentar a partida de novo com a outra chave fornecida.

    Se, ainda assim, no conseguir ligar o motor, recorrer partida de emergncia (ver Partida de emergncia no captulo Em EmErgncia) e dirigir-se Rede As-sistencial Fiat.

    ADVERTNCIA: com o motor desligado, no deixar a chave de ignio na posio MAR.

    Para os veculos catalisa-dos deve ser completamen-te evitado a partida com

    empurro, reboque ou aproveitando as descidas. Essas manobras pode-riam causar o afluxo de combustvel no conversor cataltico e danific-lo irremediavelmente.

    Lembre-se que, enquan-to o motor no funcionar, o servofreio e a direo

    hidrulica no so ativados, sendo necessrio exercer um esforo muito maior tanto no pedal do freio como no volante.

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    COMO AQUECER O MOTOR DEPOIS DA PARTIDA

    - Colocar o carro em movimento len-tamente, deixando o motor em regime mdio, sem aceleradas bruscas.

    - Evitar exigir, desde os primeiros qui-lmetros, o mximo de desempenho.

    PARTIDA COM MOTOR QUENTE

    Para dar partida com o motor quente, aconselha-se manter a chave em MAR por alguns segundos antes de gir-la para AVV.

    Essa operao far a bomba eltri-ca de combustvel funcionar antes do motor, possibilitando uma partida mais rpida.

    PARA DESLIGAR O MOTOR

    Com o motor em marcha lenta, gi-rar a chave de ignio para a posio STOP.

    A pisada no acelerador antes de desligar o motor no serve para nada, e causa um consumo intil de combus-tvel, alm de ser prejudicial.

    ADVERTNCIA: depois de um percurso desgastante melhor dei-xar o motor em marcha lenta antes de deslig-lo, para que a temperatu-ra do motor seja reduzida.

    ESTACIONAMENTO

    Desligar o motor, puxar o freio de mo, engatar a 1 marcha e deixar as

    rodas viradas em direo ao meio-fio (guias) do passeio. Se o veculo estiver estacionado em uma descida ngreme, aconselha-se tambm a travar as rodas com um calo.

    No deixar a chave de ignio na posio MAR, para no descarregar a bateria.

    Ao descer do veculo, tirar sempre a chave do contato.

    Nunca deixe crianas sozinhas no veculo.

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    B

    Observao: o indicador do nvel de combustvel possui um circuito ele-trnico de amortecimento, que tem a funo de neutralizar as oscilaes do ponteiro que poderiam ser causadas pela movimentao do combustvel dentro do tanque.

    Portanto, se no momento da partida o veculo se encontrava estacionado em posio inclinada (subida ou descida), a indicao fornecida pelo ponteiro pode levar at 2 minutos para ser atualizada.

    FREIO DE MO - fig. 1

    A alavanca do freio de mo est situ-ada entre os bancos dianteiros.

    Para acionar o freio de mo, puxar a alavanca para cima at travar no dente necessrio para imobilizar completa-mente o veculo.

    Dependendo da regula-gem do banco do motoris-ta no sentido longitudinal

    (para frente ou para trs), a alavan-ca do freio de mo pode ficar prxi-ma alavanca do encosto do banco. Nesse caso, ao acionar o freio de mo faa-o com o cuidado.

    ADVERTNCIA: independente dos prazos constantes da tabela do Plano de manuteno programa-da, e sem prejuzo destes, sempre que for requerido maior esforo para acionamento do freio de mo de seu veculo, leve-o Rede Assistencial Fiat para efetuar a regulagem.

    Com o freio de mo acionado e a chave de ignio na posio MAR, no quadro de instrumentos ilumina-se a luz-espia x.

    Para desengatar o freio de mo:1) Levantar levemente a alavanca e

    apertar o boto de desengate A-fig. 1.2) Manter apertado o boto e abaixar

    a alavanca. A luz-espia x apaga-se.

    USO DO CMBIO Para engrenar as marchas, pisar a

    fundo no pedal da embreagem e pr a alavanca do cmbio em uma das po-sies do esquema na fig. 2 (o esque-ma tambm est indicado no pomo da alavanca).

    Para engrenar a marcha a r (R), (o veculo deve estar parado e em ponto morto), pisar no pedal da embreagem at o fim do curso, aguardar alguns segundos, levantar o anel A-fig. 2 do dispositivo inibidor de marcha a r e, s ento, partindo da posio neutra, deslocar a alavanca para a direita e para trs.

    A

    fig. 1

    U00

    042

    1

    2

    3

    4

    5

    R

    A

    1 3

    2 4 R

    5

    1

    23

    45

    R

    fig. 2

    U00

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    VELOCIDADES PARA TROCA DE MARChAS

    Para se obter mxima economia, recomendamos observar os seguintes limites de velocidades para trocas de marchas:

    Mille Fire Economy

    Mille Way Economy

    Uno Furgo

    Fiorino

    1 2 22 252 3 44 403 4 62 654 5 82 72

    Para mudar as marchas corretamente, necessrio pisar a fundo no pedal da

    embreagem. Por isso, o piso sob os pedais no deve ter obstculos. Verificar se os tapetes esto sempre bem estendidos e no interferem no deslocamento dos pedais, diminuin-do o seu curso.

    DIRIGIR COM SEGURANA

    Ao projetar o veculo, a Fiat traba-lhou com empenho para obter um ve-culo capaz de garantir a mxima se-gurana aos passageiros. No entanto, o comportamento de quem dirige sem-pre um fator decisivo para a segurana nas estradas.

    A seguir, voc vai encontrar algumas regras simples para viajar com seguran-a em diversas condies. Com certe-za, muitas sero j conhecidas, mas, de qualquer forma, ser til ler tudo com ateno.

    ANTES DE SAIR COM O VECULO

    - Verifique o correto funcionamento das luzes e dos faris.

    - Regule bem a posio do banco, do volante e dos espelhos retrovisores, pa-ra obter a posio melhor para dirigir.

    - Regule com cuidado os apoia-ca-beas de modo que a nuca, e no o pescoo, seja apoiada neles.

    - Certifique-se que nada (tapetes, etc.) impea o movimento e o curso dos pedais.

    Verifique que os tapetes estejam sempre estendi-dos e bem posicionados.

    Observe a localizao correta em cada unidade e seu respectivo posi-cionamento. A disposio indevida, ou o uso de um tapete no homolo-gado, pode se tornar um obstculo ao acionamento dos pedais. Utilize, exclusivamente, tapetes originais e/ou homologados pela FIAT, evitan-do materiais no autorizados.

    - Verifique se os eventuais sistemas de proteo das crianas (porta-bebs, bercinhos, etc.) esto fixados correta-mente no banco traseiro. No use o banco dianteiro para o transporte de crianas.

    - Coloque com cuidado objetos no porta-malas para evitar que uma freada brusca possa jog-los para a frente.

    - Evite ingerir alimentos pesados an-tes de viajar. Uma alimentao leve, de fcil digesto, ajuda a manter os reflexos rpidos. Evite, principalmente, bebidas alcolicas.

    Periodicamente, lembre-se de fazer os controles citados em Controles frequentes e antes de viagens longas, neste captulo.

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