MARÇO 1938 . . N.o 17 1,50 - Março 1938 nº17.pdf · nno I!J.o 11 71 rw T ( Março 1938 1-11 1 AVULSO

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  • MARO 1938 . . N.o 17 1,50

  • o N

    SEU

    UISTE FUTURO

    escritor opinio de um sbre o nosso ' ensmo

    ~'

  • nno I!J.o 11 71 rw T ( Maro 1938 1-11 1

    AVULSO 150 REVJSTA MENSAL DE T. S. f.

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  • 2 ANTENA

    MANL7EL JoAQUD.[ ATO

    Nosso solcito agente em Extremoz

    I Em Frana, no dia 28 de feve reiro deste ano estavam registados 4.302.423 aparelhos receptores, o que representa um aumento duran-te sse ms de 59.013 e de 542.733 nos ultimas doze mses, ou seja uma venda diria de 1,4qo recepto-res.

    IIII O govrno norte.americano, por iniciativa do presidente Roosevelt, encarregou uma comisso de enge-nheiros de apresentar um projecto para a construo em Nova York de uma potente estao emissora para combater a politica que est sendo adoptada na maioria das es-taes emissoras existentes.

    I Os C. de ferro da Dinamarca esto construindo cinco estaes de onda curta para o servio de sinalisa-o. Vo ser utilisadas para comuni-car com os comboios em andamento. IIII A Rdio Rural Italiana acaba de fazer distribuir pelas provncias agrcolas 8 000 aparelhos recepto-res de radio, que sero vendidos a preos reduzidos, com 80 /, de desconto, aos pequenos lavradores e homens do campo.

    ~OISl~" ~'~!TIU~ Um indicador de sada ultra-baralo

    O alinhamento dum 1 eceptor para a mxima sada efectua.se ge ralmente com a ajuda dum oscila dor modulado e um medidor de sada (out-put meter).

    Se no tivermos um medidor de sada, ligue-se uma lmpada de lanterna em paralelo com uma re-sistencia de baixo valor (10 a 20 ohms) e ste conjunto em serie com a bobine mvel do alto-falan-te e ver que tem sua disposio um excelente indicador de potncia de sada.

    .-~ 1"2" ?::;for ma Por ''".::.:;o },;;lahte

    A vista muito sensivel s di-ferenas de luminosidade, e a par-

    . ticularidade duma lmpada como a indicada est em mostrar-nos gran-des diferenas de luz com pequenas variaes de ~orrente.

    Ambos os factores, por esta cir-cunstncia, tornam satisfatrio ste mtodo de contrle visual.

    Deve comear-se por usar ao mnimo o contrle de volume, pois de outa forma poderemos queimar a lm padazita.

    E se assim suceder, sem dvi da, ser muito mais barato do que queimar um instrumento.

  • ANTENA

    Recebeu o nosso Director, em 15 de N!aro corrente, a carta da Philips que a seguir transcrevemos textualmente:

    Lisboa, 14 de Maro de 1938

    Ex.w' Sen!wr

    Awbamos de vr o nmero 16 da sua Revista e a pginas 14 de-para-se-nos no seu ((Consultrio T-cnico)/ ama pseudo resposta subscri-ta pelo Sr. Rocha Saraiva.

    No nos detivmos na leitura de to substancial opinio, !ltas se as concluses a qae chega so to ore-cisas como a afirmao de que [

  • 4 ANTENA

    ~ i~~ N~IFO~MA[2)0~E~ I 11 'll='==="''==========w - I I - ....,. _

    O seu circuito primrio possue por isso sempre menor nmero de espiras que o secundrio.

    b) Transformadores baixadores de voltagem, quando a voltagem captada no secundrio inferior voltagem empregada no primrio; a sua relao de transformao sempre menor do que I. O seu circuito primrio possue por isso maior nmero de espiras que o se-cundrio.

    2.' Relativamente natureza da corrente alternativa com que tm de trabalhar:

    a) Transformador monofsico, para correntes alternativas monof-sicas. So os mais aplicados em T. S. f. Possuem s um enrola mento primrio e um enrolamento secundrio.

    b) Transformador trifsico, (Os transformadores bifsicos so pou-co aplicados bem como as respe-ctivas correntes alternativas). So os mais aplicados na industria elctrica, visto as correntes trifsi-cas serem as preferidas naquelas aplicaes. Tm trs circuitos pri-mrios e trs circuitos secundrios.

    c) Transformador polifsico, para correntes alternativas polifsi-cas. So pouco aplicadoB como as respectivas correntes.

    As formas de construo dos transformadores variam de cons-tructor para constructor, mas prin-cipalm

  • ANTENA 5

    @ factor .. Q" dum circuito Do Departamento Tcnico da B. V. E.

    Um circuito oscilador compe- ra a banda de ubroadcastingu, deve se, em geral, duma inductancia, ter, pelo menos, um factor Q uma capacidade e uma resistncia igual a I 00. Quer dizer: se aplica-ligadas em srie. mos aos seus extremos uma tenso

    Se aplicamos a um circuito se- de 1 volt e ajustamos o condensa-melhante uma tenso ,,e. de fre- dor C at obter ressonancia, tere-qncia u! e medimos a tenso nos mos nos extremos do condensador extremos do condensador, a que uma tenso 100 vezes maior, ou chamaremos Ec, ob- seja 100 volts. servaremos que, va- 1 c I Pois bem; para que riando a capacidade ,_l~l. um circuito oscilador do condensador, se seja de boa qualidade, encontra em geral 1'

    1

    e : ~-. no basta s mente ter um ponto para o qual ~ _ em conta as suas qua-a tenso Ec mxima. !idades amplificado-

    Quando o circuito ras, mas temos que se encontra nestas ~- .!!.i:.! i' considerar !lmbm a condies, diz-se que " habilidade de separar est em ressonancia um circviiv OJ/.u!o, I a freqncia escolhi com a freqncia da da das freqncias vi-fra elctro-motriz aplicada. sinhas. Tal habilidade est intima-

    Estando o circuito em ressonan- mente ligada ao factor Q" do cir-cia, poder observar-se que a ten- cuito. Quanto maior fr o factor so Ec no condensador muito Q, maior ser a selectividade do maior que a aplicada aos extremos circuito;-na realidade o dito fac-do circui\o, ao qual haviam os cha- tor uma verdadeira medida da se-mado e. lectividade-. Na verdade, como

    Ao momento em que a tenso mediriamos ou expressariamos a no condensador ------------~ -----, selectividade de um maior que a tenso apli- E.c circuito ? cada, chama-se aumen- j O que primeiro nos to ou amplificao do ocorre ver como va-circuito e indica-se ria a tenso no conden-com a letra "Q. sador quando aplica-

    O factor Q de um mos ao circuito tenses circuito um nmero h de freqncia diferen-que expressa a quali- 1'iJ. 2 tes da de ressonancia. dade do mesmo, quan* c,..,.t-u,v de 1c~on~11c..ia. cJ,on Uma vez sintonisado o to sua capacidade pa- cir

  • 6

    tos valores, obteremos o que se chama curva de selectividade do circuitll e que se mostra na fig. 2.

    Para medir a selectividade e ex-pressar o resultado em frma de um nmero~ procurariamos a de-sintona necessria para reduzir a tenso no condensador a 71/0 do valor que se observa para a fre-qncia de ressonncia.

    A dita desintonia a que ciuma-remos f, gual freqncia de resonncia dividida pelo factor Q y 2.

    Por exemplo: Se Q igual a 100 e a freqncia de ressonncia de 1000 Klc., a desintonia f em Klc, necessria para reduzir a ten-so no condensador a 71 o o do va-lor em ressonncia, ser de:

    f -2>

  • ANTENA

    Litz shre frmas com ncleo de ferro so notvelmente superiores. Assim, por exemplo, uma bobine ti-po pie-wound sbre uma frma de 1/2 polegada bobinada em 3 sec-es com Litz de 7 fios, calibre 41, e colocada numa blindagem qua-drada de 44 por 44 mm tem uma qualidade Q" = 95; ao contrrio; uma bobine com Litz de 7 fios, po-rm com ncleo de ferro, colocada na mesma blindagem, d uma qua-lidad~ Q=135.

    A bobine com nucleo de ferro superior em 40/0 do tipo pie-wound.

    Esta a razo porque a fbrica B. V. E. (passe o rclame) est substituindo os transformadores de f. l. com bobines opie-wound, pelos de ncleo de ferro.

    Para medir o factor Q dum circuito temos de dispr dum os-cilador de R. f. que proporcione uma potencia de 2 a 3 wats, um condensador varivel calibrado de 30 a 40 mm!. aprximadamente, um condensador vernier com varia o de 0-5 mm!. cujo quadrante permita apreciar at um centsimo

    7

    de mm!. e um voltmetro a vlvu-la calibraria, cuja impedancia de entrada se conhea.

    O mtodo de medio o se guinte: fixa-se o oscilado~ na fre-qncia a que se far a medio e liga-se a bobine, cujo Q se vai medir, em paralelo com o conden-sado calibrado C1 e o condensador vernier Cv; sintonisawse o circuito com C! e l-se a teuso no volt-metro a vlvula; em seguida varia--se o condensador Cv a ambos os lados do ponto d~ ressonncia at que a tenso no voltmetro se re, duza a 71 '/, do valor lido no pon-to de ressonncia. Se a variao do vernier Cv, para um lado da Ire qnc!a de feSSOnncia, 11C11 1 a lei-tura do condensador varivel C! C e a capacidade residual do cir cuito Cr, a qualidade Q da bo-bine calcula'se pela frmula:

    Q C+ .cr

    c

    Adaptao de CT!BD

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  • ANTENA

    Um emissor para ultra-curtas Por MANUEL ANTUNES, Ttcnico do Emissora Nacional

    (Concluso dos N."5 14, 15 e 16)

    III

    Cumprindo o prometido no nosso ltimo artigo vamos hoje fa-lar das antenas de emi;so ada;jt-veis ao emissor para ultra-curtas de que nos temos ocupado e tam-bm das afinaes de todo o con junto: modulao--emissor -antena.

    Pode dizer-se que em