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/ MANUAL CLIENTE: FOLHA: ROSTO PROGRAMA: C.C: ÁREA: SEP: TÍTULO: PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - PGRSS DOC Nº: RESPONSÁVEL: ANTONIO FERNANDO NAVARRO ARQ. ELETR.: REG. CREA: N. Contrato: 42.758-D ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 PARA INFORMAÇÃO DATA REV.0 REV.A REV.B REV.C REV.D REV.E REV.F REV.G REV.H DATA PROJETO EXECUÇÃO NAVARRO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO NAVARRO As informações deste documento foram elaboradas pelo Eng. ANTONIO FERNANDO NAVARRO, para divulgação da metodologia. A presente manual não deverá ser empregado para fins comerciais e tão somente para a disseminação de conhecimento, livremente, citando-se o autor.

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MANUAL N°

CLIENTE: FOLHA: ROSTO

PROGRAMA: C.C:

ÁREA: SEP:

TÍTULO: PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE S AÚDE -

PGRSS

DOC Nº: RESPONSÁVEL: ANTONIO FERNANDO NAVARRO

ARQ. ELETR.: REG. CREA: N. Contrato: 42.758-D

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

0

PARA INFORMAÇÃO

DATA REV.0 REV.A REV.B REV.C REV.D REV.E REV.F REV.G REV.H

DATA

PROJETO

EXECUÇÃO NAVARRO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO NAVARRO

As informações deste documento foram elaboradas pelo Eng. ANTONIO FERNANDO NAVARRO, para divulgação da metodologia.

A presente manual não deverá ser empregado para fins comerciais e tão somente para a disseminação de conhecimento, livremente, citando-se o autor.

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1. Objetivo

Descrever a sistemática do gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde,

contemplando as ações de manejo, considerando os aspectos relativos à geração,

segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte e destinação final, na

execução das atividades da empresa em todos os empreendimentos.

2. Aplicação

Este documento aplica-se a todos os serviços de Construção e Montagem da empresa.

3. Esclarecimentos / Definições

PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde;

Manejo – A ação de gerenciar os resíduos em seus aspectos intra e extra

estabelecimento, desde a geração até a disposição final;

RSS – Resíduos de Serviços de Saúde;

Segregação – Consiste da separação dos resíduos no momento e local de sua geração,

de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, do seu estado físico e dos

riscos envolvidos;

Acondicionamento – Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos e/ou

recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de ruptura;

Identificação – Conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos

contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo de resíduos

serviços de saúde;

Armazenamento Temporário – Consiste na guarda temporária dos recipientes contendo

os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a

coleta dentro do estabelecido e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o

ponto destinado à apresentação para coleta externa.

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Tratamento – Consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as

características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de

contaminação, de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente.

4. Responsabilidades

4.1. Técnico de Enfermagem

− Encaminhar os resíduos para o setor de SMS/SAÚDE, para tratamento e destinação

final dos resíduos gerados através de empresas contratadas e cadastradas

especificamente para esse fim;

− Arquivar o comprovante de entrega dos resíduos e enviar cópia para o setor de Meio

Ambiente;

− Segregar e armazenar corretamente os resíduos gerados enquanto no ambulatório.

4.2. Coordenação de Meio Ambiente

− Incluir mensalmente os volumes gerados de resíduos de serviços de saúde no

Inventário de Resíduos a ser encaminhado à Gerência de QSMS.

5. Descrição

5.1 Classificação dos resíduos de serviços de saúde

No Anexo I, encontra-se a classificação dos resíduos de serviço de saúde, conforme

estabelecido na Resolução RDC Nº 306, de 07 de dezembro de 2004 da ANVISA.

5.2 Tipos de Resíduos de Serviços de Saúde Gerados

No ambulatório são gerados resíduos de serviços de saúde (RSS) dos Grupos B, D e E. Os

enquadramentos dos resíduos são de acordo com o Anexo I.

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5.3 Acondicionamento dos resíduos de serviços de saúde

• Resíduos dos Grupos B e D (exceto os da área administrativa) acondicionados em sacos

de lixo hospitalar, branco leitoso, que por sua vez serão acondicionados em coletores

branco com acionamento por pedal.

• Resíduos da área administrativa acondicionados conforme Procedimento específicoe o

contido no Plano Diretor de Resíduos e Efluentes.

• Resíduos do Grupo E armazenados em caixas Descarpack.

• Materiais pérfuro-cortantes acondicionados em recipientes rígidos

Os recipientes coletores dos resíduos deverão estar em locais específicos para a coleta.

A capacidade limite da caixa Descarpack e do saco de lixo hospitalar não deverá exceder a

2/3 da sua capacidade.

5.4 Identificação

Para os resíduos da área administrativa, a identificação será feita nos recipientes de

acondicionamento, usando códigos de cores e suas correspondentes nomeações, baseadas

na Resolução CONAMA Nº275/2001.

A identificação dos resíduos de serviços de saúde deverá estar exposta nos coletores, nos

sacos de lixo hospitalar e nas caixas Descarpack utilizando símbolos que atenda a NBR-

7500.

5.4.1 Coleta, Transporte e Tratamento

A coleta dos resíduos de serviço de saúde será realizada toda vez que o recipiente de

acondicionamento atingir a 2/3 de sua capacidade, e mensalmente, independente da

quantidade de conteúdo.

O transporte dos resíduos para tratamento será efetuado com a ambulância até o SMS-

SAÚDE, onde esses serão entregues para o tratamento conforme definido no

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procedimento Gerenciamento de Resíduo Sólido do Serviço de Saúde. O Técnico de

Enfermagem deverá solicitar um recibo de entrega e uma cópia desse recibo será

entregue ao Setor de Meio Ambiente para inclusão no inventário de resíduos. O modelo

desse recibo encontra-se no Anexo II.

Nas salas administrativas (recepção, sala do médico, sala de arquivamento das fichas dos

funcionários) haverá segregação dos resíduos comuns, como papel, plástico e lixo comum

respeitando as diretrizes definidas no procedimento Plano Diretor de Resíduos e Efluentes.

Os resíduos de saúde gerados nas salas de curativos e injetáveis d receberão o

tratamento estabelecido neste procedimento.

Nota: Os resíduos comuns gerados nos ambulatórios não poderão ser misturados com os

resíduos de serviço de saúde, caso isto ocorra, os mesmos serão considerados como

resíduos de saúde.

5.5 Situação de Emergência

Caso ocorra acidentes com o derramamento de sólidos ou líquidos esses serão recolhidos

utilizando-se pá e vassoura, estando com mãos enluvadas e os pés calçados com botas.

Em se tratando de materiais pérfuro-cortantes, deverá ser utilizada pinça para

recolhimento. Em seguida, o material deverá ser acondicionado novamente, seguido de

uma desinfecção do local com álcool a 70% ou hipoclorito de sódio.

6. Controle Operacional

Fichas de controle de geração e destinação de resíduos

7. Registros

7.1 - Recibo de entrega de Resíduos de Serviço de Saúde

8. Referências

Resolução ANVISA RDC Nº 306, de 07 de dezembro de 2004;

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Resolução CONAMA Nº 358, de 29 de abril de 2005;

SSO-MA/PE-13 – Plano Diretor de Resíduos e Efluentes – PDRE;

Resolução CONAMA Nº 275, de 25 de abril de 2001;

NBR 7500 – Identificação para Transporte Terrestre, Manuseio, Movimentação e

Armazenamento de produtos;

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Anexo I – Classificação de Resíduos de Serviços de Saúde

GRUPO A

Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características,

podem apresentar risco de infecção.

A1

Culturas e estoques de microrganismos; resíduos de fabricação de produtos biológicos,

exceto os hemoderivados; descarte de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados;

meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de

culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética.

Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou

certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos com

relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de doença emergente que

se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja

desconhecido.

Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação

ou por má conservação ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta

incompleta.

Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e

materiais resultantes do processo de assistência à saúde contendo sangue ou líquidos

corpóreos na forma livre.

A2

Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais

submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem

como suas forrações e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de

microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação que foram

submetidos ou não a estudo anátomo-patológico ou confirmação diagnóstica.

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A3

Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais,

com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade

gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha

havido requisição pelo paciente ou familiares.

A4

Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados.

Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento

médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares.

Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções

provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes

Classe de Risco 4 e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação,

ou microrganismo causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente

importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de

contaminação com príons.

Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro

procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo.

Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde que não contenha

sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

Peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos

cirúrgicos, de estudos anátomo-patológicos ou de confirmação diagnóstica.

Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não

submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem

como suas forrações.

Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.

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A5

Órgãos, tecidos, fluidos orgânicos, materiais pérfuro-cortantes ou escarificantes e demais

materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou

certeza de contaminação com príons.

GRUPO B

Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou

ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade,

reatividade e toxicidade.

Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; citostáticos; antineoplásicos;

imunossupressores; digitálicos; imunomoduladores; anti-retrovirais, quando descartados

por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos ou

apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela

portaria MS 344/98 e suas atualizações.

Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes; resíduos contendo metais pesados;

reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes.

Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores).

Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas.

Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10.004 da ABNT

(tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).

GRUPO C

Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em

quantidades superiores aos limites de isenção especificados nas normas do CNEN e para

os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.

Enquadram-se neste grupo os rejeitos radioativos ou contaminados com radionuclídeos,

provenientes de laboratórios de análises clinicas, serviços de medicina nuclear e

radioterapia, segundo a resolução CNEN-6.05.

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GRUPO D

Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio

ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.

Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário,

resto alimentar de paciente, material utilizado em anti-sepsia e hemostasia de venóclises,

equipo de soro e outros similares não classificados como A1;

• Sobras de alimentos e do preparo de alimentos;

• Resto alimentar de refeitório;

• Resíduos provenientes das áreas administrativas;

• Resíduos de varrição, flores, podas e jardins;

• Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.

GRUPO E

Materiais pérfuro-cortantes ou escarificantes, tais como: Lâminas de barbear, agulhas,

escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de

bisturi, lancetas, tubos capilares, micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas e todos os

utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas

de Petri) e outros similares.

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Anexo II - Modelo do recibo de entrega ao SMS – Saúde