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Regimento Interno TJSE

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R E S O L U O N 017 de 20 de outubro de 2004 Aprova Regimento Interno do Tribunal de Justia do Estado de Sergipe. O TRIBUNAL DE JUSTIA DO ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribuies, conferidas pelo art. 10 da Lei Complementar Estadual n 88, de 30 de outubro de 2003 (Cdigo de Organizao Judiciria do Estado de Sergipe), RESOLVE aprovar o Regimento Interno do Tribunal de Justia do Estado de Sergipe. Sala das Sesses do Tribunal de Justia do Estado de Sergipe, em Aracaju, capital do Estado, aos vinte dias do ms de outubro do ano de dois mil e quatro. Desembargador Manuel Pascoal Nabuco Dvila Presidente Desembargador Roberto Eugenio da Fonseca Porto Vice-Presidente Desembargadora Clara Leite de Rezende Desembargador Epaminondas Silva de Andrade Lima Desembargador Gilson Gois Soares Desembargador Jos Artmio Barreto Desembargador Manoel Cndido Filho Desembargador Jos Alves Neto Desembargador Cludio Dinart Dda Chagas

Regimento Interno do Tribunal de Justia de Sergipe PARTE I TTULO I DO TRIBUNAL DE JUSTIA E SEUS RGOS Art. 1 O Tribunal de Justia do Estado de Sergipe, com sede na cidade de Aracaju e jurisdio em todo o Estado, compe-se de Desembargadores com nmero fixado na Constituio Estadual, nomeados na conformidade da Constituio do Estado e das leis pertinentes. Art. 2 O Tribunal de Justia tem a seguinte estrutura: I - o Tribunal Pleno; II - as Cmaras Cveis Reunidas; III - as Cmaras Cveis Isoladas; IV - a Cmara Criminal; V - a Cmara Especial de Frias; (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) VI - o Conselho da Magistratura; VII - a Presidncia; VIII - a Vice-Presidncia; IX - a Corregedoria-Geral da Justia. Art. 3 O cargo de Desembargador ser provido mediante acesso dos Juzes de Direito pelo critrio de merecimento e antigidade, alternadamente, ou por nomeao, quando se tratar de Advogado ou Membro do Ministrio Pblico. 1 Em ocorrendo vaga, o Tribunal verificar, preliminarmente, se o seu preenchimento cabe a Juiz, Advogado ou Membro do Ministrio Pblico. 2 Em se verificando que o preenchimento da vaga cabe a Juiz de Direito, ser fixado o critrio do acesso ao Tribunal de Justia, e, em carter secreto, ser feita a indicao, no caso de antiguidade, ou organizada lista trplice, no caso de merecimento. 3 A indicao uninominal ou a composio da lista trplice realizar-se- na primeira sesso do Tribunal Pleno que se seguir ocorrncia da vaga; o Presidente do Tribunal escolher o candidato que preencher a vaga ou remeter, de logo, o nome ou a lista ao Governador no caso de vaga destinada aos Membros do Ministrio Pblico ou da Advocacia, para que esta Autoridade, no prazo de 20 (vinte) dias, nomeie o escolhido. 3 A indicao uninominal ou a composio da lista trplice realizar-se- na primeira sesso do Tribunal Pleno que se seguir ocorrncia da vaga; o Presidente do

Tribunal escolher o candidato que preencher a vaga ou remeter, de logo, a lista ao Governador no caso de vaga destinada aos Membros do Ministrio Pblico ou da Advocacia, para que esta Autoridade, no prazo de 20 (vinte) dias, nomeie o escolhido. (alterado pela Emenda Regimental n 001/2005) 4 No acesso, por merecimento ou por antiguidade, ao Tribunal de Justia aplica-se, no que couber, as disposies atinentes aos Juzes de Direito. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 4 No caso de antiguidade, apurada na ltima entrncia, o Tribunal, em sesso e escrutnio secretos, resolver, preliminarmente, se deve ser indicado o Juiz mais antigo e, se este for recusado por dois teros (2/3) de seus Desembargadores, a votao se repetir em relao ao imediato, e assim por diante, at se fixar a indicao. Art. 4 No caso de antiguidade, apurada na ltima entrncia, o Tribunal, em sesso e escrutnio secretos, resolver, preliminarmente, se deve ser indicado o Juiz mais antigo, somente podendo este ser recusado pelo voto fundamentado de dois teros (2/3) de seus Membros, conforme procedimento prprio, assegurada ampla defesa, e repetindo-se a votao em relao ao imediato, e assim por diante, at fixar-se a indicao. (alterado pela Emenda Regimental n 001/2005) Pargrafo nico. Se houver empate na antiguidade relativa mais elevada entrncia, ter preferncia o Juiz mais antigo na carreira; persistindo o empate, a escolha recair no de maior tempo de servio prestado ao Estado, no que for mais idoso e, por ltimo, naquele que maior nmero de filhos tiver, nesta ordem. Persistindo o empate, a escolha ser feita por sorteio. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) 1 O procedimento a que se refere o caput correr em segredo de justia e os votos de recusa sero tomados em autos apartados, com um prazo de 15 (quinze) dias para a defesa, devendo o processo ser distribudo a um Relator e julgado pela maioria absoluta do Tribunal Pleno. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 2 Se houver empate na antiguidade relativa mais elevada entrncia, ter preferncia o Juiz mais antigo na carreira; persistindo o empate, a escolha recair no de maior tempo de servio prestado ao Estado, no que for mais idoso e, por ltimo, naquele que maior nmero de filhos tiver, nesta ordem. Persistindo o empate, a escolha ser feita por sorteio. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 5 O acesso ao Tribunal de Justia, pelo critrio de merecimento, depender de lista trplice organizada dentre os Juzes de Direito da ltima entrncia, sendo obrigatria a nomeao do Magistrado que figurar por 03 (trs) vezes consecutivas ou 05 (cinco) alternadas na lista de merecimento. 1 Tratando-se de lista trplice, cada Desembargador, no primeiro escrutnio, poder votar em trs nomes. Ter-se- como constituda se, em primeiro escrutnio, trs ou mais candidatos obtiverem maioria absoluta dos votos do Tribunal, hiptese em que figuraro na lista, pela ordem decrescente de sufrgios, os nomes dos trs mais votados.

Em caso contrrio, efetuar-se- segundo escrutnio e, se necessrio, novos escrutnios, concorrendo, em cada um, candidatos em nmero correspondente ao dobro dos nomes a serem inseridos, ainda, na lista, de acordo com a ordem da votao alcanada no escrutnio anterior, includos, entretanto, todos os nomes com igual nmero de votos na ltima posio a ser considerada. Restando, apenas, uma vaga a preencher, ser considerado escolhido o candidato mais votado, com preferncia ao mais idoso, em caso de empate. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 6 Na composio do Tribunal de Justia, um quinto dos lugares ser preenchido por Membros do Ministrio Pblico e Advogados de notrio saber jurdico e reputao ilibada, com mais de dez anos de carreira ou de efetiva atividade profissional e maiores de trinta e cinco (35) anos de idade, indicados em lista sxtupla pelos rgos de representao das respectivas classes. 1 Recebida a indicao, o Tribunal formar lista trplice, enviando-a ao Poder Executivo, que, nos vinte (20) dias subseqentes, escolher um de seus integrantes para a nomeao. 2 Para a posse, o nomeado provar sua integridade fsica e psquica, mediante exame realizado pelo servio mdico do Poder Judicirio e, no ato da posse, apresentar declarao pblica dos bens. 3 A lista trplice ser formada em sesso pblica, mediante votos abertos, nominais e fundamentados vista dos currculos dos candidatos, observado o 1 do artigo anterior. (Acrescentado pela Emenda Regimental n 06/2007) Art. 7 O Desembargador nomeado ter assento na Cmara em que ocorreu a vaga ou ocupar a vaga resultante da transferncia de Desembargador. Art. 7 O Desembargador nomeado ter assento na Cmara e nos Grupos em que ocorreu a vaga ou ocupar a vaga resultante da transferncia de Desembargador, obedecido o mesmo critrio. (alterado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 8 A Presidncia do Tribunal de Justia exercida por um Desembargador, eleito por dois anos, vedada a reeleio para o mesmo cargo. Juntamente com o Presidente e logo aps a eleio deste, ser eleito, na mesma sesso, pelo mesmo processo e prazo, o Vice-Presidente do Tribunal de Justia e o Corregedor Geral da Justia, vedada a reeleio para os mesmos cargos. 1 A eleio se far pela maioria dos Membros do Tribunal na ltima sesso ordinria do ano e o mandato ter incio no primeiro dia til do ms de fevereiro. 2 Havendo empate, considerar-se- eleito o mais antigo no Tribunal. 3 Quem tiver exercido quaisquer cargos de direo por quatro anos, ou o de Presidente, no figurar mais entre os elegveis, at que se esgotem todos os nomes, na ordem de antiguidade.

4 O disposto no pargrafo anterior no se aplica ao Desembargador eleito para completar perodo de mandato inferior a um ano. 5 obrigatria a aceitao do cargo, salvo recusa manifestada e aceita antes da eleio. 6 As posses do Vice-Presidente e do Corregedor Geral dar-se-o na mesma sesso em que for empossado o Presidente. 7 O Presidente ser substitudo pelo Vice-Presidente e este e o Corregedor Geral, nas suas faltas e impedimentos, sero substitudos pelo Desembargador mais antigo. 8 O Presidente do Tribunal de Justia, quando chamado ao exerccio da Governadoria do Estado, passar as atribuies do cargo de Presidente ao Vice-Presidente, por serem inacumulveis as funes de Chefe do Poder Judicirio e de Chefe do Poder Executivo. (includo pela Emenda Regimental n 001/2006) Art. 9 Vagando o cargo de Presidente, assumir o Vice-Presidente, que completar o perodo presidencial. Dentro de dez dias, a contar da vaga, realizar-se- a eleio para o cargo de Vice-Presidente que vagou, obedecido o disposto na Legislao Federal. Vagando o cargo de Corregedor Geral da Justia proceder-se- eleio do novo titular, que completar o mandato, assumindo, interinamente, o Desembargador mais antigo. Pargrafo nico. Vagando o cargo de Presidente e o de Vice-Presidente, concomitantemente, o Desembargador mais antigo assumir a Presidncia e convocar eleies no prazo de trinta dias. Art. 10. O Tribunal de Justia do Estado de Sergipe desenvolver, anualmente, os seus trabalhos em dois perodos: do primeiro dia til de fevereiro ao ltimo dia til anterior ao incio das frias do ms de julho; e do primeiro dia til de agosto ao ltimo dia til do ano. Art. 11. O Tribunal de Justia compor-se- de quatro Cmaras: duas Cveis, com quatro Desembargadores cada uma, distribudos em oito Grupos; uma Criminal, composta de trs Desembargadores e a Cmara Especial de Frias, composta de, no mnimo, trs Membros. Art. 11. O Tribunal de Justia compor-se- de trs Cmaras: duas Cveis, com quatro Desembargadores cada uma, distribudos em oito Grupos; uma Criminal, composta de trs Desembargadores. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) Art. 11. O Tribunal de Justia compor-se- de quatro Cmaras permanentes, sendo duas Cveis, com quatro Desembargadores cada uma, distribudos em oito Grupos; as Cmaras Cveis Reunidas, compostas pelos Desembargadores integrantes das duas Cveis; e uma Criminal, composta de trs Desembargadores; bem como da Cmara Especial de

Frias, composta de, no mnimo, trs Membros. (redao dada pela Emenda Regimental n 003/2006) Art. 11. O Tribunal de Justia compor-se- de quatro Cmaras, sendo duas Cveis, com quatro Desembargadores cada uma, distribudos em oito Grupos; as Cmaras Cveis Reunidas, compostas pelos Desembargadores integrantes das duas Cveis; e uma Criminal, composta de trs Desembargadores. (redao dada pela Emenda Regimental n 004/2006) 1 Funcionar, tambm, junto ao Tribunal um rgo fracionrio denominado Cmaras Cveis Reunidas. 2 O Presidente e o Corregedor Geral no integraro as Cmaras. 3 Do julgamento de cada Cmara participaro apenas trs (03) dos seus Membros. Art. 12. Cada Cmara funcionar como Tribunal, distinto da outra, cabendo s Cmaras Cveis Reunidas e ao Tribunal Pleno o julgamento dos feitos que por determinao legal excedam a competncia das Cmaras. Art. 13. O Presidente do Tribunal de Justia presidir o Tribunal Pleno e o Conselho da Magistratura; o Vice-Presidente, as Cmaras Cveis Reunidas; as Cmaras Cveis Isoladas e a Criminal sero presididas pelo seu Membro mais antigo. Art. 13. O Presidente do Tribunal de Justia presidir o Tribunal Pleno e o Conselho da Magistratura; as Cmaras Cveis Reunidas, Cveis Isoladas e Criminal sero presididas pelo respectivo membro mais antigo. (redao determinada pela Emenda Regimental n 005/2006) Pargrafo nico. Os demais Membros das Cmaras sero escolhidos mediante sorteio realizado na sesso plenria em que ocorrer a eleio da Mesa. Art. 14. O Tribunal Pleno ser auxiliado pela Secretaria do Tribunal, as Cmaras Cveis e Criminal pelas respectivas Subsecretarias, e as Cmaras Cveis Reunidas sero secretariadas pela Subsecretaria da Cmara Cvel indicada pelo Vice-Presidente. Art. 15. Funcionaro, tambm, junto ao Tribunal, Escrivanias que desenvolvero todo o servio cartorrio que no seja de competncia da Secretaria ou da Subsecretaria e as atribuies consignadas em lei, neste Regimento ou em Regulamento Interno. Art. 16. O Tribunal Pleno, o Conselho da Magistratura e as Cmaras reunir-seo em sesses ordinrias e extraordinrias, nos termos deste Regimento. TTULO II

DA COMPOSIO E COMPETNCIA CAPTULO I DO TRIBUNAL PLENO Art. 17. O Tribunal Pleno, funcionando em sesso plenria, constitudo pela totalidade dos Desembargadores, sendo presidido pelo Presidente do Tribunal e, nos seus impedimentos, sucessivamente, pelo Vice-Presidente ou pelo Desembargador mais antigo, competindo-lhe eleger o Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor Geral da Justia, em votao secreta. Pargrafo nico. O Plenrio funcionar com a presena de, no mnimo, a maioria absoluta dos Membros do Tribunal. Art. 18. A competncia do Tribunal Pleno est regulada em ttulo prprio deste Regimento. Art. 18-A. A representao contra Magistrado, de competncia do Tribunal Pleno, ter sua admissibilidade processada perante a Presidncia e julgada pelo Pleno deste Tribunal, intimadas as partes, oportunidade na qual, se admitida ser distribuda a um Relator, observado o disposto no art. 93, inciso X, da CF. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 1 A Presidncia oficiar o representado para que apresente defesa prvia, no prazo de 15 (quinze) dias, devendo ao ofcio serem acostados cpia da exordial da representao, bem como de todos os documentos que a instruem. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 1 Recebida a representao pela Presidncia do Tribunal, poder ser determinado o seu arquivamento sumrio, quando annimas, prescritas, manifestadamente improcedentes ou despidas de elementos mnimos para a sua compreenso. Desta deciso, as partes sero intimadas no prazo de cinco dias, cabendo, neste prazo, recurso administrativo, por petio fundamentada nos prprios autos, ao Pleno do Tribunal. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 2 O representado, no prazo de a defesa, poder juntar documentos, arrolar testemunha at o mximo de 5 (cinco) e requerer diligncias, medidas essas que sero instrudas, posteriormente, pelo Relator do processo. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 2 A Presidncia oficiar o representado para que apresente defesa prvia, no prazo de quinze dias, devendo ao ofcio serem acostados cpia da exordial da representao, bem como de todos os documentos que a instruem. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005).

3 Processada a instruo, que no dever ultrapassar o prazo de 30 (trinta) dias, ser assegurado ao representado o prazo de 5 (cinco) dias para apresentar alegaes escritas. Em seguida, ser ouvido, por igual prazo, o Ministrio Pblico. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 3 O representado, no prazo de a defesa, poder juntar documentos, arrolar testemunha at o mximo de cinco e requerer diligncias, medidas essas que sero instrudas, posteriormente, pelo Relator do processo. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 4 Na sesso de julgamento, feito o relatrio, ser facultada a palavra ao representado, pessoalmente, ou atravs de procurador, bem como ao Ministrio Pblico pelo prazo sucessivo de 20 (vinte) minutos, devendo a deciso ser anunciada em sesso. (includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 4 Processada a instruo, que no dever ultrapassar o prazo de trinta dias, ser assegurado ao representado o prazo de cinco dias para apresentar alegaes escritas. Em seguida, ser ouvido, por igual prazo, o Ministrio Pblico. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 5 Na sesso de julgamento, feito o relatrio, ser facultada a palavra ao representado, pessoalmente, ou atravs de procurador, bem como ao Ministrio Pblico pelo prazo sucessivo de vinte minutos, devendo a deciso ser anunciada em sesso. (includo pela Emenda Regimental n 002/2005) Art. 18-B. Na hiptese do recurso administrativo a que alude o 1 do artigo anterior, a sua Relatoria caber ao Presidente, podendo ser reconsiderada no prazo de cinco dias ou submetida apreciao do Plenrio na primeira sesso seguinte data de sua interposio.(includo pela Emenda Regimental n 002/2005) CAPTULO II DAS CMARAS CVEIS REUNIDAS Art. 19. As Cmaras Cveis Reunidas so compostas pelos Desembargadores que integram as Cmaras Cveis Isoladas e funcionaro com quorum mnimo de cinco (05) Desembargadores. Art. 20. A competncia das Cmaras Cveis Reunidas est regulada em ttulo prprio deste Regimento. CAPTULO III DAS CMARAS CVEIS ISOLADAS

Art. 21. As Cmaras Cveis Isoladas, compostas por quatro Desembargadores, funcionaro em quatro grupos, constitudos, cada um deles, de trs dos seus Membros. Art. 22. O quorum mnimo de instalao das Cmaras Cveis Isoladas de trs (03) Membros. Art. 23. O Grupo I ser composto pelos trs Desembargadores mais antigos; o Grupo II, pelos Desembargadores que, na ordem de antiguidade, ocuparem o 2, 3 e 4 lugares; o Grupo III, pelos que ocuparem o 3, 4 e 1 lugares; e o Grupo IV, pelos que ocuparem o 4, 1 e 2 lugares. Art. 24. Os Presidentes das Cmaras Cveis Isoladas presidiro a todos os Grupos e, nos julgamentos dos processos distribudos aos Grupos a que no pertencerem, limitar-se-o a presidir a sesso. Art. 25. A competncia das Cmaras est regulada em ttulo prprio deste Regimento.

CAPTULO IV DA CMARA CRIMINAL Art. 26. A Cmara Criminal composta por trs Desembargadores e tem a sua competncia regulada em ttulo prprio deste Regimento. Art. 27. O quorum mnimo de instalao da Cmara Criminal de trs (03) Membros. CAPTULO V DA CMARA ESPECIAL DE FRIAS (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) Art. 28. Durante as frias coletivas, funcionar, no Tribunal de Justia do Estado de Sergipe, a Cmara Especial de Frias. 1 A Cmara Especial de Frias ser composta por, no mnimo, trs (03) Desembargadores, ou por quem os estiver substituindo, designados pelo Presidente do Tribunal, podendo qualquer dos Desembargadores recusar a indicao no prazo de quarenta e oito horas antes do incio das frias, caso em que o Presidente do Tribunal convocar um substituto. 2 A convocao relativa a Juiz dever incidir sobre Magistrado da mais elevada entrncia que no poder recusar a indicao.

3 No caso de impedimento ou suspeio do Magistrado para decidir pedido urgente, providenciar este o encaminhamento do feito a qualquer Magistrado da respectiva Cmara Especial; caso o impedimento ou suspeio afete todos os Membros, bem como se houver ausncia ou impossibilidade total da Cmara, o Presidente do Tribunal decidir o pleito. Art. 29. Ser Presidente da Cmara Especial de Frias o seu Membro mais antigo. Art. 30. Alm de outras atribuies que lhe sejam impostas, a Cmara Especial de Frias ter competncia para decidir os pedidos liminares e tutelas de urgncia, criminais ou cveis, de direito privado ou pblico, ressalvada a competncia privativa do Presidente do Tribunal de Justia, caso em que a sua jurisdio se exaure na apreciao de pedidos liminares e tutelas de urgncia, no vinculando o Magistrado para os demais atos processuais, salvo se houver convocao de julgamento na forma do artigo 31 deste Regimento. Art. 31. Qualquer Membro da Cmara Especial de Frias poder pedir ao seu Presidente a designao de sesses para o julgamento de casos urgentes. Pargrafo nico. O Presidente da Cmara Especial de Frias e o Presidente do Tribunal podem designar sesses, de ofcio, para julgamento de casos urgentes pela referida Cmara. Art. 32. Havendo pedido urgente incidente em processo j distribudo, o Relator sorteado solicitar os autos aos servios auxiliares ou ao Gabinete de Desembargador para a sua apreciao. CAPTULO VI DO PLANTO JURISDICIONAL NO TRIBUNAL Art. 33. O Tribunal de Justia exerce sua jurisdio em regime de planto nos sbados, domingos, feriados e nos casos de impedimento temporrio e excepcional das atividades do Tribunal. Art. 33. O Tribunal de Justia exerce a sua jurisdio em regime de planto nos sbados, domingos, feriados e dias teis fora do horrio de atendimento ordinrio, bem como nos casos de impedimento temporrio e excepcional das atividades do Tribunal. (Redao dada pela Emenda Regimental n 04/2007) Art. 34. Sero encaminhados ao planto jurisdicional todos os feitos de tutela de urgncia, criminais ou cveis, de direito privado ou de direito pblico, que, sob pena de prejuzos graves ou de difcil reparao, tiverem de ser apreciados no expediente excepcional.

Art. 34. Sero apreciados durante o planto apenas os pleitos de natureza urgente, assim considerados os que reclamem providncia til e que no possam aguardar o horrio de atendimento ordinrio para apreciao, sob pena de prejuzo grave e irreparvel ou de difcil reparao. (Redao dada pela Emenda Regimental n 04/2007) Art. 34. Sero apreciados durante o planto apenas os pleitos de natureza urgente, assim considerados os que reclamem providncia til e que no possam aguardar o horrio de atendimento ordinrio para apreciao, sob pena de prejuzo grave e irreparvel ou de difcil reparao, observado, no que couber, o artigo 390 deste Regimento quanto aos procedimentos e as matrias passveis de apreciao, nelas includa medida liminar em dissdio de greve. (Redao dada pela Emenda Regimental n 03/2009). Pargrafo nico. Verificada pelo Magistrado plantonista a ausncia de prejuzo e do carter de urgncia, remeter os autos para distribuio normal. Pargrafo nico. Verificada pelo Relator plantonista a ausncia de prejuzo e do carter de urgncia, remeter os autos para apreciao do Relator competente. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2007) Art. 35. O sistema de planto ser organizado em escala semestral, ficando cada Magistrado encarregado por um planto semanal, consoante a ordem de antiguidade. 1 O Magistrado escalado poder ser substitudo pelo que lhe seguir em antiguidade ou outro que aceite a substituio, mediante oportuna compensao, com comunicao ao Presidente do Tribunal, com quarenta e oito horas de antecedncia, ressalvado caso de fora maior. 2 No caso de impedimento ou suspeio do Magistrado escalado, providenciar este o encaminhamento do feito a qualquer Magistrado, seguindo a ordem de antiguidade, em condies de exercer, eventualmente, a jurisdio. Art. 36. A jurisdio em planto exaure-se na apreciao sobre a tutela de urgncia, no vinculando o Magistrado para os demais atos processuais. 1 A distribuio, aps despacho ou deciso do plantonista, ser feita no primeiro dia til subseqente. 2 Os atos jurisdicionais que tiverem sido proferidos devero ser cadastrados pela Central de Protocolo, pela Secretaria ou pela Escrivania a que couber o feito por distribuio. 1 A distribuio dos feitos protocolizados em planto ser imediata, a cargo do Escrivo ou Chefe de Secretaria plantonista, e apontar, alm do Relator originrio, o Relator plantonista. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2007)

2 Os atos jurisdicionais proferidos, bem como os de escrivania, sero lanados no Sistema de Controle Processual do 2 Grau, respectivamente, pela assessoria do Relator e pelo Escrivo/Chefe de Secretaria plantonista. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2007) Art. 37. As funes administrativas e de documentao processual sero exercidas pelo Secretrio ou Assessor do Magistrado plantonista ou por Servidor designado pelo Presidente do Tribunal, podendo o plantonista nomear escrivo ou oficial de justia ad hoc dentre Servidores da sua Assessoria ou no para lavrar os atos judiciais. Art. 37. O planto funcionar no Palcio Tobias Barreto com a estrutura e no horrio previstos, respectivamente, nos arts. 392 e 391 deste Regimento Interno para o planto jurisdicional da Comarca da Capital. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2007) Art. 38. Nos perodos de frias do Tribunal de Justia o atendimento do planto ser feito pelos integrantes da Cmara Especial de Frias.(repristinado pela Emenda Regimental n 003/2006) (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) Art. 39. O Presidente do Tribunal de Justia, em casos extraordinrios de caso fortuito e fora maior, poder convocar Juzes de Direito da ltima entrncia para despachar processos no 2 grau, em regime de planto. CAPTULO VII DA PRESIDNCIA DO TRIBUNAL Art. 40. Ao Presidente do Tribunal de Justia, alm da atribuio de representar o Poder Judicirio, de exercer a suprema inspeo da atividade de seus pares, de supervisionar todos os servios do segundo grau, de desempenhar outras atribuies que lhes sejam conferidas em lei e neste Regimento, compete: I - representar o Poder Judicirio nas suas relaes com os demais Poderes; II - presidir s sesses do Tribunal Pleno e do Conselho da Magistratura; III - deferir compromisso e posse aos Desembargadores, Juzes de Direito, Secretrio do Tribunal e Servidores; IV - impor sanes disciplinares e, com exclusividade, as penas de aposentadoria compulsria, disponibilidade e demisso aos Servidores e Serventurios; V - expedir editais de convocao de concurso Magistratura e para preenchimento dos cargos dos servios auxiliares do Poder Judicirio;

VI - propor ao Tribunal a realizao de concurso para ingresso na Magistratura de carreira, apresentando, de logo, projeto do respectivo regulamento; VII - indicar ao Conselho da Magistratura e ao Tribunal Pleno as faltas em que hajam incorrido os Membros da Justia para lhe serem impostas as sanes disciplinares cabveis; VIII - conhecer das peties de recursos para os Tribunais Superiores, no mbito da competncia atribuda pela Constituio Federal e pelas leis, decidindo os incidentes suscitados; IX - assinar com os Desembargadores os acrdos proferidos pelo Tribunal Pleno. X - designar para redigir acrdo, quando vencido o Relator, o Desembargador que tiver voto vencedor; XI - remeter ao Governador do Estado de Sergipe a lista para a nomeao de Desembargadores nas vagas destinadas aos Membros do Ministrio Pblico e aos Advogados; XII - expedir precatrio de pagamento em virtude de sentena proferida contra a Fazenda, nos termos da Constituio Federal; XIII - executar e fazer executar as ordens e decises do Tribunal, ressalvadas as atribuies dos Presidentes das Cmaras e dos Relatores; XIV - relatar a suspeio, na hiptese do artigo 103, 4, do Cdigo de Processo Penal; XV - proferir voto de qualidade, quando houver empate, se a soluo deste no estiver de outro modo regulada; XVI - participar dos julgamentos sobre assuntos de natureza administrativa ou constitucional; XVII - apreciar os expedientes relativos aos Servidores da Justia de primeira instncia e dos Servios Auxiliares do Tribunal; XVIII - baixar os atos relativos s promoes, remoes, permutas, transferncias e readaptaes dos Servidores e Serventurios, depois de decididos pelo Tribunal em relao aos ltimos; XIX - designar o Magistrado que deva integrar comisso examinadora de concurso no mbito do Poder Judicirio ou fora dele;

XX - designar, ouvido o Tribunal, Juiz de Direito para servir, excepcionalmente, em Comarca ou Vara diferente da sua, ou, ainda, em processo especfico, no interesse da justia; XXI - conceder licena e frias aos Desembargadores, Juzes e Servidores a ele vinculados, ouvido o Tribunal, com relao aos Magistrados; XXII - promover, ouvido o Tribunal, concurso para provimento dos cargos dos Servios Auxiliares do Poder Judicirio, e levar apreciao do Tribunal o seu resultado; XXIII - encaminhar, na poca oportuna, a proposta oramentria relativa ao Poder Judicirio e a abertura de crditos extraordinrios, especiais ou suplementares; XXIV - requisitar, na forma do artigo 95 e seus pargrafos, da Constituio do Estado, as dotaes oramentrias, destinadas ao custeio das atividades do Tribunal e dos Servios Auxiliares da Justia, efetivando os gastos necessrios e prestando as contas devidas; XXV - determinar a distribuio dos recursos e outros feitos da competncia do Tribunal e das Cmaras, julgando o recurso interposto das decises dos Juzes-Auxiliares; XXVI - prover, baixando os atos necessrios, os cargos pblicos no mbito do Poder Judicirio; XXVII - convocar as sesses extraordinrias do Tribunal Pleno e do Conselho da Magistratura; XXVIII - designar: a) o Juiz que dever substituir Membro efetivo do Tribunal nos casos de frias, licenas e outros afastamentos, ouvido o substitudo e o Tribunal; b) os Juzes de Direito indicados pelo Corregedor Geral da Justia para exercer as funes de Juzes-Corregedores e os Juzes-Auxiliares da Presidncia. XXIX - empossar o Juiz de Paz eleito na forma do Cdigo de Organizao Judiciria e das Constituies Federal e Estadual; XXX - delegar, quando conveniente, atribuies ao Vice-Presidente, aos Magistrados, aos Juzes-Auxiliares e aos Servidores do Tribunal; XXXI - decidir os pedidos de suspenso de execuo de deciso, na forma da Lei; XXXII - relatar a medida cautelar que visa conferir efeito suspensivo a recursos para os Tribunais Superiores onde ainda no tenha sido proferido o juzo de admissibilidade;

XXXIII - apreciar medidas urgentes durante o perodo de frias coletivas, nos feitos que no sejam da competncia da Cmara Especial de Frias; (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) XXXIV - apreciar os pedidos de aposentadoria e exoneraes de Magistrados, Servidores e Serventurios. XXXV - impor sanes administrativas de multa, advertncia, suspenso temporria de participao em licitaes e declarao de inidoneidade, oriundas de procedimentos licitatrios e contratos administrativos, na forma da lei. (includo pela Emenda Regimental n 001/2006) XXXVI - o recurso da deciso de imposio das sanes de que trata o inciso anterior ser dirigido ao Tribunal Pleno, por intermdio do Presidente do Tribunal de Justia, que poder reconsiderar a sua deciso no prazo de 05 (cinco) dias teis ou nesse mesmo prazo, faz-lo subir devidamente informado, devendo neste caso a deciso ser proferida no prazo de 05 (cinco) dias, contados da data em que for regularmente cientificado ou na primeira sesso plenria subseqente cincia. (includo pela Emenda Regimental n 001/2006) Seo nica Dos Juzes-Auxiliares da Presidncia Art. 41. O Presidente do Tribunal ser auxiliado por Juzes que, por delegao, exercero suas atribuies consignadas em lei, neste Regimento Interno e em outros atos inerentes. 1 Os Juzes-Auxiliares sero obrigatoriamente Juzes de Direito da mais elevada entrncia e designados pelo Presidente do Tribunal. 2 A designao dos Juzes-Auxiliares ser por tempo indeterminado, mas considerar-se- finda com o trmino do mandato do Presidente. 3 Os Juzes-Auxiliares, uma vez designados, podem ser dispensados dos servios das Varas de que forem titulares. Art. 42. Compete aos Juzes Auxiliares da Presidncia: I - servir como elo de comunicao entre os Magistrados e a Presidncia do Tribunal; II - encaminhar os pleitos e expedientes dos Magistrados das respectivas Comarcas Presidncia do Tribunal, apresentando sugestes;

III - prestar informaes aos Magistrados a respeito de vencimentos, vantagens, frias, remoes, promoes e outros assuntos de interesse da classe; IV - exercer atribuies que lhe forem confiadas ou delegadas pelo Presidente; V - supervisionar os trabalhos da Assessoria Jurdica da Presidncia, auxiliando o Presidente em qualquer matria jurdica; VI - decidir as dvidas ou impugnaes na distribuio de processos perante o Tribunal. CAPTULO VIII DA VICE-PRESIDNCIA DO TRIBUNAL Art. 43. Ao Vice-Presidente do Tribunal compete: I - substituir o Presidente nas suas faltas e impedimentos; II - presidir as Cmaras Cveis Reunidas; (revogado pela Emenda Regimental n 005/2006) III - dirigir os servios de publicao do Dirio de Justia, da Revista do Tribunal e de outros que lhe sejam confiados pelo Tribunal; IV - relatar exceo no reconhecida, oposta ao Presidente do Tribunal; V - despachar: a) em casos de impedimento, suspeio ou por delegao do Presidente, as peties de recursos extraordinrio e especial, decidindo sobre sua admissibilidade; b) os atos administrativos referentes ao Presidente. VI - expedir, nos limites de delegao do Presidente do Tribunal de Justia, atos administrativos relativamente aos Juzes e Auxiliares da Justia, em exerccio ou inativos. CAPTULO IX DO CONSELHO DA MAGISTRATURA Art. 44. O Conselho da Magistratura, rgo com funo disciplinar e que ter como rgo superior o Tribunal Pleno, funcionar com quorum mnimo de trs (03) integrantes e composto do Presidente, do Corregedor Geral da Justia e de dois (02) Desembargadores sorteados entre os demais, pelo perodo de dois (02) anos.

Pargrafo nico. Na mesma oportunidade sero sorteados dois (02) suplentes. Art. 44. O Conselho da Magistratura, rgo com funo disciplinar e que ter como rgo superior o Tribunal Pleno, somente funcionar com o quorum de cinco (05) integrantes e composto do Presidente, do Vice-Presidente, do Corregedor-Geral da Justia e de dois (02) Desembargadores eleitos entre os demais, pelo perodo de dois (02) anos. (Redao dada pela Emenda Regimental n 003/2006) Pargrafo nico. Na mesma oportunidade sero indicados dois (02) suplentes. (Redao dada pela Emenda Regimental n 003/2006) Art. 45. Compete ao Conselho da Magistratura: I - processar e julgar a representao proposta contra Magistrado que no seja da competncia de outros rgos. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) II - propor ao Tribunal Pleno: (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) a) a demisso, a perda do cargo, a remoo, a aposentadoria e a disponibilidade compulsria dos Juzes; b) a suspenso preventiva de Juzes. III - julgar os recursos: a) das decises de seu Presidente; b) das decises administrativas do Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal, relativas aos Juzes e aos Servidores e Serventurios; c) das decises originrias do Corregedor Geral da Justia, inclusive em matria disciplinar. IV - determinar: a) correies extraordinrias, gerais ou parciais; b) sindicncias e instaurao de processos administrativos. V - exercer quaisquer outras atribuies que lhe sejam conferidas em lei, Regimento ou regulamento. Art. 46. O Conselho da Magistratura reunir-se-, ordinariamente, uma vez por semana, e extraordinariamente, quantas vezes forem necessrias, tomadas as suas decises por maioria.

Art. 47. A representao de competncia do Conselho da Magistratura ser distribuda a um Relator. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 48. Atravs de expediente reservado, o Relator dar cincia ao representado do inteiro contedo da representao. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 49. O representado oferecer no prazo de dez (10) dias a sua resposta, oportunidade em que poder juntar documentos, arrolar testemunhas at o mximo de cinco (05) e requerer diligncias. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 50. Findo o prazo previsto no artigo anterior, ainda que no tenha sido oferecida a resposta, sero adotadas as providncias que se fizerem necessrias para apurao do fato. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 51. Concluda a instruo, que no dever ultrapassar o prazo de trinta (30) dias, ser assegurado ao representado o prazo de cinco (05) dias para apresentar alegaes escritas. Em seguida, ser ouvido, por igual prazo, o Ministrio Pblico. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Art. 52. Na sesso de julgamento, feito o relatrio, ser facultada a palavra ao representado, pessoalmente ou atravs de procurador, bem como ao Ministrio Pblico pelo prazo de vinte (20) minutos, aps o que o Conselho passar a funcionar para o julgamento, devendo a deciso ser anunciada em sesso. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) Pargrafo nico. Se houver a possibilidade de aplicao de penalidade a Magistrado, o Conselho remeter os autos ao Tribunal Pleno para que o faa. (revogado pela Emenda Regimental n 001/2005)

CAPTULO X DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIA Art. 53. A Corregedoria-Geral da Justia, rgo de inspeo, fiscalizao, disciplina e orientao administrativa, com jurisdio em todo o Estado, ser dirigida por um Desembargador, com o ttulo de Corregedor Geral da Justia, auxiliado por JuzesCorregedores. Art. 54. O Corregedor Geral da Justia ser substitudo, em suas frias, licenas e impedimentos, pelo Desembargador que se lhe seguir na ordem de antiguidade no Tribunal e, este no estando presente ou por determinao do Tribunal Pleno, pelos demais Desembargadores.

Art. 54. O Corregedor-Geral da Justia ser substitudo em seus afastamentos e impedimentos pelo Desembargador mais antigo, excludos os que exercem funes administrativas no Tribunal ou que atuem no Tribunal Regional Eleitoral. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) Art. 55. Ao Corregedor Geral, alm da incumbncia de correo permanente dos servios judicirios de primeira instncia, zelando pelo bom funcionamento e aperfeioamento da Justia, das atribuies referidas em lei e neste Regimento, compete: I - participar do Conselho da magistratura; II - verificar, ordenando as providncias adequadas: a) os ttulos com que os funcionrios servem seus ofcios e empregos; b) se os Juzes, Servidores, Serventurios e Auxiliares da Justia so diligentes e residentes na Comarca ou Distrito em que servem; c) se os Serventurios e os Servidores tm os livros necessrios exigidos por lei, abertos, rubricados, numerados, encerrados e regularmente escriturados; se servem com presteza e urbanidade s partes e se cumprem os deveres funcionais com perfeita exao; d) se os Serventurios ou Servidores da Justia recebem custas ou emolumentos excessivos ou indevidos; e) se as audincias so feitas regularmente e nos dias e horas determinadas; f) se os Cartrios esto sempre de portas abertas, no horrio do expediente, e se a eles so sempre assduos os respectivos Servidores; g) se os termos, autos e escrituras esto com as formalidades exigidas em lei. III - examinar processos para: a) recomendar providncias no sentido de evitar nulidades, erros e irregularidades; b) ordenar o andamento dos processos pendentes, que se acharem demorados, qualquer que seja a fase em que estiverem. IV - quanto s prises: a) visit-las, verificando se est sendo obedecido o regime penal a que foi o ru condenado. b) examinar se oferecem condies de segurana e salubridade;

c) verificar se h algum ilegalmente nelas mantido, adotando, em cada caso, a providncia legal; d) determinar a separao de criminosos primrios; e) no permitir promiscuidade dos sexos; f) dar audincia aos presos, cooperando com os rgos inerentes e com os Advogados; g) verificar se h julgamentos retardados, providenciando junto aos Juzes respectivos a concluso dos processos. V - inspecionar os depsitos pblicos, fiscalizando as contas dos responsveis e procedendo ao balano do depsito. VI - representar ao Conselho da Magistratura ou ao Presidente do Tribunal, conforme o caso, relativamente aplicao de sanes disciplinares que ultrapassem de sua competncia; VII - requisitar Serventurios e Servidores da Justia necessrios aos servios de correio; VIII - solicitar ao Procurador Geral da Justia um Membro do Ministrio Pblico, devidamente indicado, para funcionar junto s correies; IX - estabelecer tabela de substituio entre Juzes de Direito para cada Circunscrio; X - realizar correio geral ordinria sem prejuzo das extraordinrias, que entenda fazer, ou haja de realizar por determinao do Conselho da Magistratura ou Tribunal Pleno; XI - indicar ao Presidente os Juzes de Direito de entrncia final para os cargos de Juzes-Corregedores; XII - organizar os servios internos da Corregedoria, inclusive a discriminao de atribuies aos Juzes-Corregedores e seus Auxiliares; XIII - apreciar os relatrios dos Juzes de Direito; XIV - conhecer das representaes e reclamaes relativas ao servio judicirio, determinando ou promovendo as diligncias que se fizerem necessrias ou encaminhando-as ao Procurador-Geral da Justia, Procurador-Geral do Estado e ao Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, quando for o caso;

XV - propor a designao de Magistrados para servirem em Varas ou comarcas diversas, no interesse da Justia; XVI - determinar a realizao de sindicncia ou de processo administrativo, decidindo os que forem de sua competncia e determinando as medidas necessrias ao cumprimento da deciso; XVII - aplicar penas disciplinares e, quando for o caso, julgar os recursos das que forem impostas pelos Juzes; XVIII - remeter ao rgo competente do Ministrio Pblico, para os devidos fins, cpias de peas dos processos administrativos, quando houver elementos indicativos da ocorrncia de crime cometido por Servidor; XIX - julgar os recursos das decises dos Juzes referentes a reclamaes sobre cobrana de custas e emolumentos; XX - opinar, no que couber, sobre pedidos de remoo, permuta, frias e licenas dos Juzes de Direito; XXI - baixar provimentos: a) para regulamentao da distribuio de feitos na primeira instncia; b) relativos aos livros necessrios ao expediente forense e aos servios judicirios em geral, organizando os modelos, quando no estabelecidos em lei. XXII - julgar a representao prevista no art. 198 do Cdigo de Processo Civil, impondo as sanes disciplinares na forma da lei; XXIII - exercer outras atribuies que lhe forem conferidas em lei ou neste Regimento. Art. 56. Podem ser impostas em correio permanente, ordinria ou extraordinria, ou em processo administrativo, pelo Corregedor geral, aos Servidores do Poder Judicirio as seguintes penas disciplinares, se outras no estiverem previstas em leis especiais: I - repreenso; II - suspenso; III - multa. Pargrafo nico. aplicvel, em relao imposio de pena disciplinar, subsidiariamente, o contido nas leis estaduais referentes aos Servidores Pblicos e no Cdigo de Processo Civil.

Art. 57. Constatando irregularidades que motivem aplicao de penas disciplinares de advertncia ou censura a Juiz de Direito, o Corregedor Geral da Justia previamente ouvir suas explicaes e defesa em procedimento sumrio, oral ou escrito, remetendo-o ao Conselho da Magistratura ou ao Tribunal Pleno que podero decidir ou aplicar a sano conveniente pelo voto da maioria absoluta de seus Membros. Art. 58. Das decises originrias do Corregedor Geral, salvo disposio em contrrio, cabe recurso para o Conselho da Magistratura, no prazo de cinco dias, a partir do conhecimento da deciso pelo interessado. Seo I Dos Juzes-Corregedores Art. 59. Os Juzes-Corregedores sero obrigatoriamente Juzes de Direito da mais elevada entrncia e designados pelo Presidente do Tribunal, por proposta do Corregedor Geral. Art. 60. A designao dos Juzes-Corregedores ser por tempo indeterminado, mas considerar-se- finda com o trmino do mandato do Corregedor Geral. Art. 61. Os Juzes-Corregedores, uma vez designados, podem ser dispensados dos servios das Varas de que forem titulares. Art. 62. Compete aos Juzes-Corregedores: I - auxiliar nos trabalhos de fiscalizao, disciplina, controle e orientao dos servios forenses; II - auxiliar o Corregedor Geral da Justia nos processos administrativos disciplinares e nas sindicncias; III - auxiliar nas atividades sujeitas ao Regime Especial nas Comarcas do Interior e da Capital, de acordo com a deliberao do Corregedor Geral da Justia; IV - analisar os processos submetidos s correies; V - auxiliar o Corregedor Geral da Justia em qualquer matria jurdica; VI - inspecionar, periodicamente, os servios a cargo dos oficiais de registros pblicos, no que se refere ao registro de imveis, verificando-lhes os livros e se os mesmos so regularmente escriturados e devidamente guardados, comunicando por ofcio reservado ao Corregedor, nas vinte e quatro (24) horas seguintes, o resultado da inspeo e solicitando as providncias cabveis;

VII - exercer outras atividades correlatas, quando autorizadas pelo Corregedor Geral da Justia. Seo II Das Correies Art. 63. As Correies, atividades fiscalizadoras a cargo do Corregedor Geral, so: I - permanentes; II - ordinrias; III - extraordinrias. 1 Correio permanente a atividade orientadora, fiscalizadora e disciplinar que o Corregedor Geral exerce sobre todos os servios judicirios, atravs dos autos de processo que lhe cheguem s mos, ou tomando conhecimento de irregularidades funcionais, imputveis a Magistrados, a Servidores da Justia e aos Agentes Delegados, do foro judicial ou extrajudicial. 2 Ordinrias so as correies nas comarcas e Varas do Poder Judicirio de Sergipe que o Corregedor Geral realizar, no mnimo, dez (10) vezes por ano. 3 Extraordinrias so as correies, de ofcio ou a requerimento, que o Corregedor Geral efetuar ao tomar conhecimento de irregularidades praticadas por Magistrados, Servidores ou agentes delegados em determinado processo. Art. 64. A Correio ordinria abrange: I - o servio a cargo do Juiz de Direito; II - o servio do Jri, para exame das urnas, listas de jurados, livros de sorteio e de atas, bem como para averiguao de imposio e cobrana das multas aos jurados; III - o servio a cargo dos Servidores da Justia e agentes delegados; IV - verificao de estabelecimentos penais e cadeias pblicas. Art. 65. A correio ordinria ser anunciada por edital do Corregedor Geral da Justia, publicado no Dirio da Justia e em Jornal da Comarca, onde houver, e afixado na porta do Frum, com cinco (05) dias, pelo menos, de antecedncia.

Pargrafo nico. O edital indicar o dia, hora e local da audincia inicial, convocar as pessoas sujeitas correio e declarar que sero recebidas quaisquer informaes, queixas ou reclamaes sobre os servios forenses. Art. 66. Aberta a audincia inicial, o Servidor responsvel pela Secretaria proceder chamada das pessoas sujeitas correio que exibiro os ttulos, impondo o Corregedor Geral penas disciplinares aos que faltarem sem justa causa. Pargrafo nico. Na mesma audincia o Corregedor Geral publicar o programa das atividades a seu cargo. Art. 67. O Corregedor Geral designar, dentre os Servidores do Poder Judicirio de qualquer das comarcas do Estado, aquele que servir de escrivo da correio, requisitando para auxili-lo nos servios da correio qualquer Servidor do Poder Judicirio. CAPTULO XI DOS SERVIOS AUXILIARES DO TRIBUNAL Art. 68. Integram os Servios Auxiliares as Secretarias do Tribunal, da Presidncia, das Vice-Presidncias, do Conselho da Magistratura, da Corregedoria-Geral da Justia, das Comisses e dos rgos jurisdicionais e as Escrivanias, cujos regulamentos, devidamente aprovados, considerar-se-o parte integrante deste Regimento. Pargrafo nico. Os regulamentos disporo sobre a estrutura, as atribuies e o funcionamento dos Servios Auxiliares. TTULO III DOS DESEMBARGADORES CAPTULO I DO COMPROMISSO, POSSE E EXERCCIO Art. 69. Os Desembargadores em sesso usaro vestes talares. 1 O Presidente tem assento mesa central do recinto, ladeado pelos demais Desembargadores. 2 A antiguidade apurada: I - pela data da posse no cargo de Desembargador; II - pela nomeao, havendo posse de igual data;

III - pela idade, se persistir o empate. Art. 70. A posse do Desembargador ser em sesso solene. Pargrafo nico. A Ordem dos Advogados do Brasil e o Ministrio Pblico sero convidados a participar da solenidade. Art. 71. No ato da posse, o Desembargador prestar, ao Presidente do Tribunal, o compromisso nos seguintes termos: Prometo cumprir bem e fielmente as funes do cargo de Desembargador do Tribunal de Justia do Estado de Sergipe. Pargrafo nico. Do compromisso lavrar o Secretrio, em Livro Especial, o termo que ser assinado pelo Presidente e pelo empossado. Art. 72. O Desembargador dever tomar posse e entrar no exerccio do cargo dentro de trinta (30) dias contados da publicao do ato de nomeao na Imprensa Oficial; este prazo poder ser prorrogado por motivo superior, a critrio do Tribunal. 1 Se o nomeado estiver em frias ou em licena, o prazo ser contado do dia em que deveria voltar ao servio. 2 Se a posse no se verificar no prazo, a nomeao ser tornada sem efeito. Art. 73. Os Desembargadores tm direito a transferncia para outra Cmara, onde haja vaga, antes da posse de novo Desembargador, ou, em caso de permuta, para qualquer outra, ciente o Tribunal. Havendo mais de um pedido, ter preferncia o do mais antigo. CAPTULO II DAS FRIAS COLETIVAS DAS FRIAS (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) DAS FRIAS COLETIVAS (alterado pela Emenda Regimental n 003/2006) DAS FRIAS Art. 74. Suspendem-se no Tribunal os trabalhos ordinrios dos rgos judicantes durante as frias coletivas de 2 a 31 de janeiro e de 2 a 31 de julho. (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) Art. 75. Se a necessidade do servio judicirio lhes exigir a contnua presena nos Tribunais, gozaro de frias individuais: (revogado pela Emenda Regimental n 004/2006) I - o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal;

II - o Corregedor; III - os Juzes da Cmara Especial de Frias; IV - os Magistrados convocados pelo Presidente durante todo o perodo de frias forenses para o planto judicirio ou para outro servio no interesse da Justia. 1 As frias individuais no podem fracionar-se em perodos inferiores a trinta dias e somente podem acumular-se por imperiosa necessidade do servio. 2 vedado o afastamento do Tribunal ou de qualquer de seus rgos judicantes, em gozo de frias individuais, no mesmo perodo, de Juzes em nmero que possa comprometer o quorum de julgamento. Art. 76. O Presidente do Tribunal convocar o Desembargador em frias: I - quando necessrio para a formao do quorum, no havendo substituto; II - para o julgamento de matria administrativa, sempre que o Tribunal julgar conveniente a convocao. Pargrafo nico. Nestes casos, os dias de interrupo sero restitudos a final. Art. 77. O Desembargador em frias poder participar, a seu critrio: I - de eleio ou indicao, realizadas pelo Tribunal; II - de deliberao administrativa ou de economia interna do Tribunal; III - de sesso solene. CAPTULO III DAS SUBSTITUIES Art. 78. Em caso de afastamento, a qualquer ttulo, de Membro do Tribunal, por perodo superior a trinta (30) dias, se outro prazo no for consignado em lei, o Tribunal Pleno, por maioria dos seus Membros, convocar Juiz de Direito da mais elevada entrncia para a substituio, ouvido o substitudo. Art. 78. Em caso de afastamento a qualquer ttulo, de Membro do Tribunal, por perodo superior a trinta dias, se outro prazo no for consignado em lei, o Tribunal Pleno, por maioria dos seus Membros, convocar Juiz de Direito da mais elevada entrncia para a substituio. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 1 No podero ser convocados Juzes punidos com as penas disciplinares previstas em lei.

2 Em nenhuma hiptese, salvo vacncia do cargo, haver redistribuio de processos aos Juzes convocados. 3 Ao substituto competir todas as atribuies do cargo. Art. 78. Em caso de afastamento, a qualquer ttulo, de Membro do Tribunal, por perodo superior a 30 (trinta) dias, se outro prazo no for consignado em lei, ser convocado Juiz de Direito, integrante da primeira quinta parte da mais elevada entrncia, para a substituio, devendo o mesmo, no prazo de 48 horas, a contar do recebimento da comunicao, comprovar, cumulativamente, o seguinte: (alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) Art. 78. Em caso de afastamento, a qualquer ttulo, de Membro do Tribunal, por perodo no inferior a trinta dias, se outro prazo no for consignado em lei, ser convocado Juiz de Direito, integrante da primeira quinta parte da mais elevada entrncia, para a substituio, devendo o mesmo, no prazo de quarenta e oito horas, a contar do recebimento da comunicao, comprovar, cumulativamente, o seguinte: (Redao dada pela Emenda Regimental n 08/2008) Art. 78. Em caso de afastamento, a qualquer ttulo, de membro do Tribunal, por perodo superior a 30 (trinta) dias, o Tribunal Pleno, por maioria de seus membros, convocar Juiz de Direito da Capital, integrante da primeira quinta parte da lista de antiguidade da mais elevada entrncia, para a substituio, devendo o mesmo, no prazo de 48 horas, a contar do recebimento da comunicao, comprovar, cumulativamente, o seguinte: (Redao dada pela Emenda Regimental n 02/2009). I no ter contra si instaurado e em andamento processo administrativo disciplinar; II no ter sofrido penalidade nos ltimos 02 (dois) anos, contados da data do efetivo afastamento do Desembargador. 1 Ser escolhido o candidato que obtiver maioria absoluta dos votos do Tribunal Pleno, devendo a votao ser aberta e realizada em sesso pblica. Caso nenhum dos concorrentes obtenha a maioria absoluta dos votos, efetuar-se- novo escrutnio, concorrendo os dois candidatos mais votados no interior. Se, ainda assim, no for alcanada a maioria absoluta, ser escolhido o candidato mais votado e, em caso de empate, ter preferncia o mais idoso. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) 2 Havendo impedimento ou recusa justificada do Juiz escolhido pelo Tribunal, ser efetuado novo escrutnio dentre os demais componentes da quinta parte da mais elevada entrncia, observados os mesmos critrios e procedimento. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) 3 Em nenhuma hiptese, salvo vacncia do cargo, haver redistribuio de processos aos Juzes convocados. (alterado pela Emenda Regimental n 002/2006)

4 Ao substituto competir todas as atribuies do cargo, exceto no que tange matria administrativa. (includo pela Emenda Regimental n 002/2006) 5 No ser convocado o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder alm do prazo legal, no podendo devolv-lo ao cartrio sem o devido despacho ou deciso, nem o juiz que exera a jurisdio eleitoral ou seja membro de Turma Recursal, diretor de frum e coordenador da infncia e da juventude. (Redao dada pela Emenda Regimental n 02/2009). Art. 79. Se as Cmaras ou Grupos no puderem funcionar por falta de quorum, sero convocados, na medida do possvel, Desembargadores de outro Grupo ou Cmara, obedecendo-se, sempre que possvel, ordem decrescente de antiguidade. Art. 80. Salvo motivo de sade ou outro de fora maior, no sero autorizados afastamentos simultneos de integrantes da mesma Cmara. No havendo entendimento prvio entre os interessados, o Tribunal decidir a respeito. CAPTULO IV DO GABINETE DO DESEMBARGADOR Art. 81. O Gabinete do Desembargador rgo de assessoramento, competindo-lhe, alm de executar todas as atividades de apoio administrativo e de secretaria do Desembargador: I - realizar as tarefas que lhe forem determinadas e secretariar o Desembargador; II - auxiliar todo o servio interno do Poder Judicirio no mbito da sua competncia; III - digitar as decises e os acrdos de julgamentos proferidos pelo Desembargador a que estiver vinculado, liberando-os para a Secretaria Judiciria, Subsecretaria das Cmaras, Cartrios do Tribunal e outros rgos discriminados por quem de direito, via rede de computadores ou por outros meios possveis ou determinados; IV - protocolar, coordenar, controlar e supervisionar os trabalhos de recebimento e movimentao de processos e correspondncia do Gabinete; V - organizar e desenvolver o trabalho de assessoria jurdica do Gabinete; VI - colaborar na informatizao e uniformizao de procedimentos e atos inerentes ao Poder Judicirio, cumprindo as orientaes da Secretaria Judiciria; VII - elaborar o relatrio anual do Gabinete para remeter ao Corregedor geral da Justia;

VIII - preparar e atualizar a agenda de compromissos do Desembargador; IX - exercer outras atividades correlatas, quando determinado pelo Desembargador. Art. 82. Os cargos que integram o Gabinete de Desembargador sero escolhidos pelo Desembargador competente e nomeados pelo Presidente do Tribunal. TTULO IV DOS JUZES EM GERAL CAPTULO I DA APOSENTADORIA POR INCAPACIDADE Art. 83. A invalidez do Magistrado, para fins de aposentadoria voluntria ou compulsria, ter-se- como comprovada sempre que, por incapacidade, se achar permanentemente inabilitado ou incompatibilizado para o exerccio do cargo. Art. 84. O processo ter incio a requerimento do Magistrado, por ato do Presidente do Tribunal de Justia, de ofcio, em cumprimento de deliberao do Tribunal, ou por provocao da Corregedoria Geral da Justia: Pargrafo nico. Iniciado o procedimento em caso de compulsoriedade, o Presidente determinar a notificao do Magistrado para apresentar defesa prvia em 10 (dez) dias. Aps, recebido o processo pelo Tribunal Pleno ser sorteado um Relator. Art. 85. Tratando-se de incapacidade mental, o Relator nomear curador ao paciente, sem prejuzo da defesa que este queira oferecer pessoalmente, ou por procurador que constituir. Art. 86. O paciente dever se submeter a Percia Mdica realizada por Junta Mdica composta de trs (03) integrantes do Servio Mdico do Poder Judicirio ou por peritos nomeados pelo Relator, devendo ser afastado, desde logo, do exerccio do cargo, at final deciso. Pargrafo nico. A recusa do paciente em submeter-se percia mdica permitir o julgamento baseado em quaisquer outras provas. Art. 87. O paciente, seu Advogado e o curador nomeado podero comparecer a qualquer ato do processo, participando da instruo respectiva. Art. 88. Notificado o Magistrado, apresentar sua defesa definitiva em dez (10) dias, seguindo-se a instruo.

Art. 89. Concluda a instruo, as alegaes finais sero apresentadas no prazo de dez (10) dias. Ultimado o processo, o Relator, em cinco (05) dias, lanar relatrio escrito para ser distribudo com as peas que entender convenientes a todos os Membros do Tribunal Pleno. Art. 90. O Magistrado que, por dois (02) anos consecutivos, afastar-se, ao todo, por seis (06) meses ou mais, para tratamento de sade, dever submeter-se, ao requerer nova licena para igual fim, dentro de dois (02) anos, a exame para verificao de invalidez. Art. 91. Se o Tribunal concluir pela incapacidade do Magistrado, o Presidente lavrar o ato respectivo. CAPTULO II DA APOSENTADORIA POR LIMITE DE IDADE Art. 92. Sendo caso de aposentadoria compulsria por implemento de idade limite, o Presidente do Tribunal, falta de requerimento do interessado at trinta (30) dias, antes da data em que o Magistrado dever completar aquela idade, far instaurar o processo de ofcio, fazendo-se a necessria comprovao etria por meio de certido de nascimento ou prova equivalente. Art. 93. Comprovada a idade limite para permanncia em atividade nos termos das Constituies Federal e Estadual e das leis respectivas, o Presidente do Tribunal expedir o ato, assegurada defesa ao interessado. CAPTULO III DA APOSENTADORIA POR INTERESSE PBLICO, DA DISPONIBILIDADE E DA REMOO Art. 94. O Magistrado ser aposentado compulsoriamente, por interesse pblico, com vencimentos proporcionais ao tempo de contribuio ou servio, conforme o caso, nas hipteses legais. Art. 95. Em caso de remoo compulsria, no havendo vaga, o Magistrado ficar em disponibilidade at ser aproveitado na primeira que ocorrer ou designado para auxiliar em outra Vara ou Comarca. Art. 96. Na remoo compulsria, o Magistrado conservar sua categoria, os vencimentos e vantagens correspondentes, qualquer que seja a entrncia para a qual seja removido. Seo nica

Do Processo Art. 97. O procedimento de aposentadoria e de remoo compulsrias ou de disponibilidade com vencimentos proporcionais ter incio por indicao do Conselho da Magistratura ou do Tribunal Pleno, de ofcio ou mediante representao, sendo Relator o Presidente unicamente para decidir a respeito do recebimento do processo. 1 A representao ser liminarmente arquivada pelo rgo competente quando manifestamente descabida ou improcedente ou quando veicular fatos incapazes de gerar a aplicao de quaisquer penalidades graves. Nesta ltima hiptese, poder ser aplicada, de ofcio, e aps o devido processo legal, as penas de censura ou advertncia. 2 Quando a representao estiver insuficientemente instruda, poder o rgo processante requisitar sua complementao ao representante, ou encaminh-la Corregedoria-Geral da Justia para sindicncia ou diligncia, no prazo de 20 (vinte) dias. 3 Decidindo o rgo processante pelo recebimento da representao, ser sorteado novo Relator que convocar o Magistrado para receber cpia da representao ou da portaria contendo o teor da acusao, acompanhada da relao de documentos oferecidos, para que alegue e prove, no prazo de quinze (15) dias, o que entender conveniente a seus direitos. 4 Durante o prazo de quinze (15) dias mencionado no pargrafo anterior, permanecero os documentos que instrurem a representao, ou a portaria, na Secretaria do Tribunal Pleno, disposio do Magistrado e de seu procurador, durante o horrio do expediente, permitida a extrao de cpias dos originais. Art. 98. Findo o prazo da defesa prvia, apresentada ou no, o Presidente, no dia til imediato, convocar o Tribunal para que, em sesso secreta ao pblico, decida sobre a instaurao do processo, e, caso determinada esta, no mesmo dia distribuir o feito e far entreg-lo ao relator, apreciando, de logo, a convenincia do afastamento do Magistrado de suas funes, at final deciso, sem prejuzo dos vencimentos e vantagens. Art. 99. As provas requeridas e deferidas, bem como as que o Relator determinar de ofcio, sero produzidas no prazo de vinte (20) dias, cientes o Ministrio Pblico, o Magistrado ou seu procurador, para que delas possam participar, querendo. Pargrafo nico. O Magistrado poder arrolar at oito (08) testemunhas, na forma do art. 398 do Cdigo de Processo Penal, cuja oitiva poder ser delegada a Juiz de categoria igual ou superior sua, por carta de ordem ou por designao especial. Art. 100. Finda a instruo, o Ministrio Pblico, o Magistrado ou seu procurador ter vista dos autos pelo prazo de dez (10) dias, para oferecer razes finais.

Art. 101. Decorridos os prazos, com ou sem alegaes, o Relator por o feito em mesa, em quinze (15) dias, para julgamento na primeira sesso ordinria do rgo competente ou naquela que, antes disso, for especialmente aprazada. 1 Lido o relatrio, o julgamento ser realizado em sesso sigilosa ao pblico, para resguardo da dignidade do Magistrado, tomando-se a deciso penalizadora pelo voto de dois teros do rgo competente, em escrutnio secreto. 2 Para esse julgamento sero convocados tantos julgadores quantos necessrios para substituir os titulares ausentes, inclusive em caso de impedimento, suspeio ou licena. 3 Se houver deciso contrria aplicao de pena mais grave, votar-se- a que se lhe seguir em graduao a menor, e assim por diante, observando-se, porm, quanto s penas de censura e advertncia, o quorum da maioria absoluta. 4 A deciso que concluir pela aposentadoria, pela disponibilidade ou pela remoo ter publicada apenas sua concluso, cabendo a edio do ato ao Presidente do Tribunal. 5 Havendo indcios de crime de ao pblica, o Relator ou o Presidente do Tribunal remeter cpia das peas necessrias ao oferecimento de denncia ou instaurao de inqurito policial. 6 O processo ser sigiloso e os autos somente sairo da Secretaria do rgo competente quando conclusos ao Relator, ou quando deles pedir vista, em sesso de julgamento, integrante daquele rgo, sempre mediante entrega pessoal e carga em livro prprio, podendo o Magistrado solicitar, justificadamente, quantas cpias desejar das peas processuais. Art. 102. Prover-se- imediatamente a vaga aberta por aposentadoria ou disponibilidade compulsrias. O Magistrado posto em disponibilidade ser classificado em quadro especial. No caso de remoo compulsria, no havendo vaga, o Magistrado aguardar a sua designao para nova Comarca ou Vara, de acordo com o critrio de convenincia do Tribunal de Justia, podendo servir junto Corregedoria-Geral da Justia. CAPTULO IV DO APROVEITAMENTO DO MAGISTRADO EM DISPONIBILIDADE Art. 103. O Magistrado posto em disponibilidade em razo de processo disciplinar somente poder pleitear o seu aproveitamento decorridos dois (02) anos do afastamento. Art. 104. O pedido, devidamente instrudo e justificado com os documentos que o Magistrado entender pertinentes, ser distribudo, quando possvel, ao mesmo Relator do processo disciplinar que determinou a aplicao da penalidade, que o por em mesa para

deliberar sobre o seu processamento ou indeferimento liminar, quando no fundamentado ou deficientemente instrudo. Pargrafo nico. Finda a instruo probatria, ou realizadas as diligncias requeridas ou determinadas de ofcio, dar o Relator vista dos autos para razes ao requerente pelo prazo de dez (10) dias. Art. 105. Aps a leitura do relatrio, o julgamento ser procedido em sesso sigilosa ao pblico, tomando-se a deciso pelo voto da maioria absoluta. Art. 106. A apreciao do reaproveitamento de Magistrado em disponibilidade disciplinar pode ser provocada, de ofcio, pelo Conselho da Magistratura ou pelo Tribunal Pleno, que fundamentar a indicao, independentemente da aquiescncia do Magistrado. Art. 107. Deferido o aproveitamento, ser o exerccio das funes precedido de exames mdicos para a reavaliao da capacidade fsica e mental do Magistrado. 1 A incapacidade fsica ou mental, atestada aps a deciso concessiva do aproveitamento, implicar em processo de aposentadoria por invalidez. 2 O retorno judicncia depender do critrio de convenincia estrita do Tribunal de Justia, para Comarca ou Vara da mesma entrncia em que se encontrava o Magistrado quando da sua disponibilidade. Na inexistncia de cargo que atenda ao critrio de convenincia supramencionado, ficar o Magistrado em disponibilidade, com vencimentos integrais, ou ser aproveitado como substituto, a critrio do Tribunal, em carter temporrio. CAPTULO V DO PROCESSO DE DEMISSO DOS MAGISTRADOS Art. 108. A perda do cargo em razo de processo penal por crime comum ou de responsabilidade depender da apreciao, pelo Tribunal de Justia, da repercusso dos fatos que motivaram a deciso condenatria, no exerccio da funo judicante, somente a autorizando aquela que, pela sua natureza ou gravidade, tornar incompatvel aquele exerccio com a dignidade do cargo de Magistrado. 1 O processo especial para apreciar-se a repercusso da deciso condenatria transitada em julgado ser iniciado com a respectiva indicao pelo Conselho da Magistratura ou pelo Tribunal Pleno, observando-se, no que lhe for aplicvel, ao procedimento previsto no captulo que prev o processo de aplicao das penas de disponibilidade, aposentadoria e remoo compulsrias, com a expedio da respectiva portaria e demais atos que ali esto previstos para a instruo e julgamento. 2 Decidindo o Tribunal Pleno, pelo quorum de dois teros (2/3), pela demisso do Magistrado, o Presidente do Tribunal expedir o respectivo ato.

3 Quando, pela natureza ou gravidade de infrao penal, se torne aconselhvel o recebimento da denncia ou queixa contra o Magistrado, o Tribunal Pleno, tambm em sesso secreta e pelo voto de 2/3 de seus Membros, poder determinar o afastamento do cargo do Magistrado acusado, at final deciso. Art. 109. Os Juzes de Direito que no estiverem resguardados pela garantia da vitaliciedade s podero perder o cargo por proposta do Conselho da Magistratura ou do Tribunal Pleno, acolhida pelo voto de dois teros dos integrantes do Tribunal Pleno, nos casos definidos em lei. Art. 110. O procedimento ser a qualquer tempo instaurado, dentro do prazo inicial previsto na Constituio Federal para aquisio da vitaliciedade, mediante indicao do Corregedor Geral da Justia, do Conselho da Magistratura ou do Tribunal de Justia, seguindo, no que lhe for aplicvel, o disposto no captulo que prev a aplicao das penas de disponibilidade, aposentadoria e remoo compulsrias. Art. 111. Se o Tribunal Pleno entender excessiva a pena de demisso, nas hipteses previstas nos artigos anteriores, poder, justificadamente, aplicar a pena conveniente. Art. 112. As penas de remoo, advertncia ou censura, aplicadas dentro do processo aqui regulado, sero levadas em especial considerao, quando do exame da retrospectiva funcional e pessoal do Magistrado no vitalcio, aos efeitos da aquisio da vitaliciedade. CAPTULO VI DA VITALICIEDADE E DA EXONERAO Art. 113. Antes de proclamada a vitaliciedade, poder ocorrer a exonerao de Juiz no vitalcio quando da apreciao da convenincia ou no da permanncia dele nos quadros da magistratura. 1 Aos efeitos deste artigo, a Corregedoria Geral da Justia encaminhar ao Tribunal Pleno, nos ltimos sessenta (60) dias que antecederem o fim do binio de vitaliciedade, seu parecer sobre a idoneidade moral, a capacidade intelectual e a adequao ao cargo, revelada pelos Juzes que aspirem vitaliciedade. 2 O parecer ser fundamentado em pronturio organizado para cada Juiz, devendo dele constar: I - documentos fornecidos pelo prprio interessado; II - informaes colhidas durante o binio pela Corregedoria Geral;

III - as referncias aos Juzes constantes de acrdos ou votos declarados; IV - as informaes reservadas obtidas junto aos Juzes, Promotores e autoridades em geral que tenham atuado junto a eles; V - quaisquer outras informaes idneas. 3 Caso haja parecer da Corregedoria Geral da Justia contrrio confirmao do Juiz, o Presidente do Tribunal de Justia o convocar para que receba cpias dos dados relevantes do processo e para apresentar defesa em dez (10) dias, ocasio em que poder juntar documentos, arrolar at quatro (04) testemunhas e indicar outras provas. 4 No utilizado o prazo, este ser devolvido ao defensor designado, que acompanhar o feito at o final. 5 Com a defesa e os documentos eventualmente juntados, os autos sero encaminhados ao Tribunal Pleno, sorteando-se Relator; fixado em vinte (20) dias o prazo para trmino da instruo. 6 Encerrada a instruo, facultar-se-o razes finais, no mesmo prazo. 7 O relatrio escrito ser apresentado em quinze (15) dias. 8 Na sesso aprazada, o Tribunal Pleno declarar a aquisio da vitaliciedade ou, pelo voto de dois teros (2/3) dos seus integrantes, negar-lhe- confirmao na carreira. 9 Negada a vitaliciedade, o Presidente do Tribunal de Justia expedir o ato de exonerao. CAPTULO VII DA PROMOO E DA REMOO DE JUZES DE DIREITO (Includo pela Ementa Regimental n 001/2005) Art. 113-A. A promoo de entrncia para entrncia se dar alternadamente, por antiguidade e merecimento, sendo a indicao uninominal feita em carter secreto, no caso de antiguidade, ou organizada a lista trplice, na hiptese de merecimento. Art. 113-A. A promoo de entrncia para entrncia se dar alternadamente, por antiguidade e merecimento, sendo feita a indicao uninominal, no caso de antiguidade, ou organizada a lista trplice, na hiptese de merecimento, devendo a votao, em qualquer caso, ser realizada em sesso pblica, em votao nominal, aberta e fundamentada. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 1 O pedido ser formulado no prazo de 5 (cinco) dias da publicao do edital.

1 O pedido ser formulado no prazo de 03 (trs) dias da publicao do edital. (Redao dada pela Emenda Regimental n 06/2008). 2 A indicao uninominal ou a composio da lista trplice realizar-se- na primeira sesso do Tribunal Pleno que se seguir expirao do prazo do edital, devendo o Presidente do Tribunal, de logo, escolher o candidato que a preencher. 2 Os pedidos sero distribudos a um Relator, aps o trmite do 6 do art. 113-B, excludos do sorteio o Presidente do Tribunal e o Corregedor Geral da Justia, para elaborar relatrio nos termos do 11 do art. 113-B. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). 3 obrigatria a promoo do Juiz que figure por 3 (trs) vezes consecutivas ou 5 (cinco) alternadas em lista de merecimento. 4 A promoo por merecimento pressupe 2 (dois) anos de exerccio na respectiva entrncia e integrar o Juiz a primeira quinta parte da lista de antiguidade desta, salvo se no houver, com tais requisitos, quem aceite o lugar vago. 4 A promoo por merecimento pressupe dois anos de exerccio na respectiva entrncia ou no cargo e integrar o Juiz a primeira quinta parte da lista de antiguidade desta, salvo se no houver, com tais requisitos, quem aceite o lugar vago. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 4 A promoo por merecimento pressupe dois anos de exerccio na respectiva entrncia, ou no cargo, e integrar o Juiz a primeira quinta parte da lista de Antigidade desta, salvo se no houver, com tais requisitos, quem aceite o lugar vago. Para o clculo da primeira quinta parte da lista de antiguidade, quando no se obtiver um nmero exato, este dever ser aproximado para o primeiro nmero inteiro seguinte. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) 5 No ser promovido o Juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder alm do prazo legal, no podendo devolv-los ao cartrio sem o devido despacho ou deciso. 5 No ser promovido, por antiguidade ou por merecimento, o Juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder alm do prazo legal, no podendo devolvlos ao cartrio sem o devido despacho ou deciso. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 6 Os membros do Tribunal que participarem dos procedimentos de promoo por antiguidade ou por merecimento devero, nos termos do artigo 93, II, e, da Constituio Federal, analisar as razes apresentadas pelo Juiz inscrito, caso ocorra a hiptese de autos de processo em seu poder alm do prazo legal. (Includo pela Emenda Regimental n 002/2005)

6 O Relator dever, nos termos do art. 93, II, e, da Constituio Federal, analisar as razes apresentadas pelo Juiz inscrito, caso ocorra a hiptese de autos de processo ficarem retidos em seu poder alm do prazo legal. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). 7 A Secretaria Jurdica do Tribunal, nas promoes por merecimento ou por antiguidade, apresentar aos votantes, at 48 horas antes da sesso, a lista dos Juzes inscritos contendo os elementos necessrios para aferio. (Includo pela Emenda Regimental n 002/2005) Revogado pela Emenda Regimental n 01/2009. Art. 113-B. A aferio do merecimento se dar conforme o desempenho e pelos critrios objetivos de produtividade e presteza no exerccio da jurisdio e pela freqncia e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento. 1 Para os fins do caput, ter-se- em conta a conduta do Juiz, sua operosidade no exerccio do cargo, bem como o nmero de vezes que tenha figurado na lista, tanto para a entrncia a prover, como para as anteriores. 2 Para aferio da conduta do Juiz, ser solicitado Diretoria de Pessoas informao acerca da existncia de penalidade aplicada nos ltimos 5 (cinco) anos. 2 Para aferio da conduta do Juiz, ser solicitado Diretoria de Pessoas informao acerca da existncia de penalidade aplicada nops ltimos 2 (dois) anos. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) 3 A produtividade ser aferida pela estatstica do Juiz gerada pela Corregedoria Geral de Justia. 3 A produtividade ser aferida atravs de estatstica do Juiz gerada pela Corregedoria Geral da Justia, levando-se em considerao as estatsticas dos demais Juzes de igual competncia, ainda que no concorrentes, para fins de comparao. (Redao dada pela Emenda regimental n 06/2008). 4 O aproveitamento e freqncia em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento sero os ministrados ou indicados pela Escola Superior da Magistratura de Sergipe ESMESE ou pela Escola Nacional da Magistratura ENM. (Includo pela Emenda Regimental n 001/2005) 4 O aproveitamento e freqncia em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento sero os ministrados ou indicados pela Escola Superior da Magistratura de Sergipe ESMESE, pela Escola Nacional de Magistratura ENM e os aprovados pelo Tribunal de Justia. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2005) 4 A publicidade dos relatrios estatsticos individuais dos Juzes inscritos no concurso de promoo por merecimento ser feita mediante disponibilizao aos

interessados, na Secretaria Judiciria do Tribunal de Justia. (Redao dada pela Emenda Regimental n 06/2008). 5 A Secretaria Judiciria do Tribunal de Justia Publicar edital informando que se encontram disponveis as estatsticas referidas no pargrafo anterior, podendo os interessados impugnar os relatrios no prazo de 03 (trs) dias, a contar da publicao do edital. (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). 6 As impugnaes sero distribudas a um Relator, excludos do sorteio o Presidente do Tribunal e o Corregedor Geral da Justia. (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). 6 Aps a autuao, os requerimentos individuais dos Juzes devero ser instrudos com as informaes prestadas pelo setor responsvel pelo gerenciamento de pessoal e com os relatrios de produtividade gerados pela Corregedoria Geral da Justia. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). 7 O Relator poder rejeitar liminarmente a impugnao, quando manifestamente infundada. (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). 7 A Secretaria Judiciria do Tribunal encaminhar os autos ao Relator contendo as impugnaes eventualmente existentes. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). 8 Determinando o Relator o processamento da impugnao, a Secretaria Judiciria do Tribunal de Justia publicar edital notificando os interessados, que tero prazo de 03 (trs) dias para resposta. (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). 8 O Relator requisitar informaes adicionais em caso de necessidade de maiores esclarecimentos ou circunstncia de fato ou de notria insuficincia das informaes existentes nos autos. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). 9 Para fins de aferio do aproveitamento e freqncia em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento, sero considerados os que forem ministrados ou indicados pela Escola Superior da Magistratura de Sergipe ESMESE, pela Escola Nacional de Formao e Aperfeioamento de Magistrados ENFAM, pela Escola Nacional de Magistratura ENM, e outros aprovados pelo Tribunal de Justia. (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). 10. Na avaliao do aperfeioamento, ser observada a seguinte ordem decrescente de preferncia: (Includo pela Emenda Regimental n 06/2008). I doutorado em Direito; II mestrado em Direito; III ps-graduao lato sensu em Direito; IV outros cursos de especializao ou aperfeioamento.

11. Decorrido o prazo do pargrafo anterior, o Relator lanar o relatrio, com cpia a todos os Desembargadores, no prazo de 05 (cinco) dias, apresentando o processo em mesa na primeira sesso de julgamento subsequente ao mencionado prazo. (Redao dada pela Emenda Regimental n 01/2009). Art. 113-C. Nas promoes ou acessos, havendo mais de uma vaga a ser preenchida por merecimento, a lista conter, se possvel, nmero de Juzes igual ao das vagas mais dois para cada uma delas. Art. 113-D. Na promoo por antigidade, o Tribunal somente poder recusar o Juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois teros (2/3) de Membros, conforme procedimento prprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votao at fixar-se a indicao. 1 O procedimento a que se refere o caput correr em segredo de justia e os votos de recusa sero tomados em autos apartados, com um prazo de 15 (quinze) dias para a defesa, devendo o processo ser distribudo a um Relator e julgado pela maioria absoluta do Tribunal Pleno. 2 Se houver empate na antiguidade relativa entrncia, ter preferncia o Juiz mais antigo na carreira; persistindo o empate, a escolha recair no de maior tempo de servio prestado ao Estado, no que for mais idoso e, por ltimo, naquele que maior nmero de filhos tiver, nesta ordem. Persistindo o empate, a escolha ser feita por sorteio. 2 Se houver empate na antiguidade relativa entrncia, ter preferncia o Juiz mais antigo na carreira; persistindo em empate, a escolha recair no que tiver obtido melhor classificao no concurso de ingresso na magistratura. (Redao dada pela Emenda Regimental n 06/2008). 3 Somente aps 2 (dois) anos de exerccio na entrncia, poder o Juiz ser promovido por antiguidade, salvo se no houver, com tal requisito, quem aceite o lugar vago. Art. 113-E. Ao provimento inicial e promoo por merecimento e antiguidade preceder a remoo, observado o disposto no art. 39 da Lei Complementar n 88, de 30 de outubro de 2003. 1 Ocorrendo a vaga, dar-se- conhecimento por edital no Dirio de Justia com o prazo de 05 (cinco) dias. 1 Ocorrendo vaga, dar-se- conhecimento por edital no Dirio da Justia com prazo de 03 (trs) dias. (Redao dada pela Emenda Regimental n 06/2008).

2 Os requerimentos instrudos sero encaminhados ao Plenrio que deliberar a respeito, baixando a Presidncia do Tribunal o Ato de Remoo, consoante foi decidido pela maioria do Pleno. 3 A remoo obedecer ao critrio de antiguidade e merecimento, alternadamente, observados os mesmos critrios da promoo. 4 A remoo, em igualdade de condies, ter preferncia o Juiz titular ao Juiz substituto. 4 Na remoo, em igualdade de condies, ter preferncia o Juiz de Direito ao Juiz Substituto Titularizado. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) Revogado pela Emenda Regimental n 06/2008. 5 A remoo, pelo critrio de merecimento, ser realizada em sesso pblica, em votao nominal, aberta e fundamentada. (Includo pela Emenda Regimental n 002/2005) Art. 113-F. A permuta se dar mediante requerimento dos interessados, obedecidos os seguintes critrios: (Includo pela Emenda Regimental n 002/2005) 1 No ser permutado o Juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder alm do prazo legal, no podendo devolv-los ao cartrio sem o devido despacho ou deciso. 2 Os membros do Tribunal que participarem dos procedimentos de permuta devero, nos termos do artigo 93, II, e, da Constituio Federal, analisar as razes apresentadas pelo Juiz inscrito, caso ocorra a hiptese de autos de processo em seu poder alm do prazo legal. 3 A permuta ser analisada conforme o desempenho e pelos critrios objetivos de produtividade e presteza no exerccio da jurisdio e pela freqncia e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento. 4 Para aferio da conduta do Juiz, ser solicitado Diretoria de Pessoas informao acerca da existncia de penalidade aplicada nos ltimos cinco anos. 4 Para aferio da conduta do Juiz, ser solicitado Diretoria de Pessoas informao acerca da existncia de penalidade aplicada nos ltimos 2 (dois) anos. (Alterado pela Emenda Regimental n 002/2006) 5A produtividade ser aferida pela estatstica do Juiz gerada pela Corregedoria Geral de Justia.

6 O aproveitamento e freqncia em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeioamento sero os ministrados ou indicados pela Escola Superior da Magistratura de Sergipe - ESMESE, pela Escola Nacional da Magistratura ENM e os aprovados pelo Tribunal. 7 A permuta ser realizada em sesso pblica, em votao nominal, aberta e fundamentada.

P A R T E II TTULO I DA ORDEM DOS SERVIOS NO TRIBUNAL CAPTULO I DO REGISTRO Art. 114. Os processos tero o registro de recebimento no dia da entrada na Central de Protocolo e Registro do Tribunal de Justia. Art. 115. Os processos, antes da distribuio, sero revisados quanto ao nmero de folhas, vinculaes, impedimentos e irregularidades anotadas, que meream correo. Art. 116. Os feitos sero numerados segundo o processamento de dados, sendo que os feitos e recursos inerentes a uma mesma causa sero sempre vinculados ao processo que os originou. CAPTULO II DA DISTRIBUIO Art. 117. A distribuio no Tribunal de Justia ter sua disciplina regulada por Ato da Presidncia do Tribunal. 1 Em caso de urgncia, a distribuio poder ser realizada posteriormente e independentemente da expedio de guias, operando-se, oportunamente, a devida compensao. (Revogado pela Emenda Regimental n 001/2005) 2 Qualquer dvida ou impugnao na distribuio ser encaminhada a um dos Juzes-Auxiliares da Presidncia para decidi-la, cabendo recurso para o Presidente, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Art. 118. A distribuio ser feita por processamento eletrnico de dados, mediante sorteio aleatrio e uniforme, diria e imediatamente, em tempo real, observadas as classes e subclasses definidas por ato baixado pelo Presidente do Tribunal e aprovado pelo Tribunal Pleno. Art. 119. Nos casos em que esteja momentaneamente fora de funcionamento o sistema eletrnico de dados, os processos em que haja medida urgente a ser apreciada sero distribudos imediatamente, em qualquer dia til. Pargrafo nico. Nesta hiptese, o sorteio ser manual e anotado em livro prprio, para posterior digitao de dados, observadas as regras contidas no art. 124. Art. 120. Os julgadores devero comunicar, a qualquer tempo, Central de Protocolo e Registro, s Escrivanias e s Secretarias o seu parentesco com Juzes,

Procuradores e Promotores de Justia, Procuradores do Estado, Advogados e funcionrios, bem como outras hipteses que impliquem impedimento ou suspeio. Art. 121. O Relator, ao declarar nos autos o seu impedimento ou suspeio, determinar nova distribuio com oportuna compensao. Art. 122. No concorrer distribuio, que se far no mbito da Cmara a que pertencer, o Desembargador: I - afastado, a qualquer ttulo, por perodo superior a cinco (05) dias; II - que tiver requerido sua aposentadoria, desde a data em que for protocolado seu pedido. Art. 123. Aplicam-se distribuio as seguintes regras: I - nos casos de afastamento do Desembargador, a qualquer ttulo, por perodo igual ou superior a trs (03) dias, sero redistribudos, no mbito do mesmo rgo julgador e mediante oportuna compensao, os feitos que reclamem soluo urgente; II - nos casos de afastamento de Desembargador, a qualquer ttulo, por perodo superior a trinta (30) dias, ou outro prazo declarado em lei para as substituies, sendo convocado Juiz de Direito da mais elevada entrncia para a substituio, este receber os processos do substitudo e os distribudos durante o tempo de substituio; III - nos casos de afastamento, a qualquer ttulo, por perodo superior a trinta (30) dias, sem convocao do substituto, far-se- redistribuio dos processos no mbito da Cmara, com oportuna compensao; IV - nos casos de vacncia exceto no resultante de transferncia de Cmara o sucessor receber os processos que estavam a cargo do sucedido ou de seu substituto convocado; V - os processos no julgados nas Cmaras pelos Desembargadores que forem eleitos Presidente e Corregedor Geral sero redistribudos ao Membro da Mesa que estiver deixando o cargo, se ocupante da mesma Cmara do Desembargador eleito, ou ao Desembargador que se transferir para a Cmara a que aquele pertenceu; VI - na hiptese do inciso V deste artigo no se compensaro os feitos que, eventualmente, tenham sido redistribudos ao assumir os cargos de Direo. Art. 124. A distribuio atender aos princpios de publicidade e alternatividade, tendo em considerao as competncias dos rgos julgadores, obedecendo ao seguinte:

I - sempre que possvel, no se distribuiro aes rescisrias, reviso criminal, embargos infringentes e embargos de nulidade a Magistrado que tiver tomado parte no julgamento anterior; II - nas revises criminais s podero ser sorteados Relatores os Magistrados que no tenham proferido deciso em qualquer fase do processo; III - havendo medida urgente a ser apreciada, o Gabinete do Desembargador dever localiz-lo para despachar o feito imediatamente. Somente se a ausncia houver sido previamente justificada, o Gabinete o informar nos autos e retornar o processo para nova distribuio. IV - o julgamento de ao de qualquer natureza e de recurso cvel ou criminal previne a competncia do Relator para todas as aes e recursos posteriores referentes mesma lide e as que lhe so conexas, tanto na ao quanto na execuo; V - a preveno a que se refere o inciso anterior no se aplica: a) aos mandados de segurana, habeas-corpus e aes de qualquer natureza, considerados prejudicados ou no conhecidos; b) aos recursos no conhecidos; c) aos feitos em que o Magistrado atuar como convocado para o servio de atendimento permanente do Tribunal de Justia, ou nos impedimentos deste. VI - se o Relator deixar o Tribunal, a preveno referir-se- ao grupo julgador; VI - se o Desembargador deixar o Tribunal, seu sucessor ficar prevento, seja na condio de Relator, Revisor ou Membro; (Alterado pela Emenda Regimental n 001/2005) VII - vencido o Relator, a preveno referir-se- ao Desembargador designado para lavrar o acrdo. VIII - se o Relator for transferido de uma Cmara para outra idntica ou de diversa competncia, continuar vinculado aos processos a ele distribudos, que devero ser julgados no seu anterior rgo fracionrio. VIII - se o Relator for transferido de uma Cmara para outra idntica ou de diversa competncia, continuar vinculado aos processos a ele distribudos, e que j estejam com relatrio lanado e/ou solicitao de pauta designada, que devero ser julgados no seu anterior rgo fracionrio. (Alterado pela Emenda Regimental n 001/2005)

CAPTULO III DA VINCULAO Art. 125. Ficam vinculados ao processo, os Juzes: I - que tiverem lanado o relatrio ou posto o visto nos autos, salvo motivo de fora maior; II - que j tiverem proferido voto, em julgamento adiado; III - que tiverem pedido adiamento de julgamento; IV - que tiverem participado de julgamento adiado, em virtude de converso em diligncia relacionado com o mrito de argio de inconstitucionalidade ou de incidente de uniformizao de jurisprudncia; V - que relataram o acrdo para os embargos de declarao e no julgamento de incidentes que devam ser apreciados pela Cmara. 1 O exerccio de funo da Mesa Diretora, decorrente de eleio pelo Tribunal, no constituir motivo para desvinculao do Juiz. 2 Se no mesmo processo houver mais de um visto de Relatores ou Revisores simultaneamente em exerccio, prevalecer a competncia do Desembargador mais antigo na distribuio. 3 A vinculao no se aplica em caso de substituio por afastamento de Desembargador. 3 A vinculao se aplica em caso de substituio por afastamento de Desembargador, aos processos em que o juiz convocado haja lanado relatrio ou que tenham sido includos em pauta de julgamento. (Redao dada pela Emenda Regimental n 02/2009). TTULO II DO FUNCIONAMENTO DO TRIBUNAL CAPTULO I DAS SESSES Art. 126. As sesses sero: I - ordinrias; II - extraordinrias;

III - solenes. 1 Ordinrias so as sesses semanais do Tribunal Pleno, das Cmaras Cveis Isoladas e da Cmara Criminal, duas vezes por semana, para julgamento dos processos respectivos e para o exerccio das atribuies que lhe so inerentes, em dias e horrios fixados pelos rgos respectivos. 2 As Cmaras Cveis Reunidas realizaro sesso ordinria mensal em dia e horrio que fixar. 3 Extraordinrias so as sesses dos Colegiados, com a finalidade prevista no 1, realizadas em dia ou horrio que no o estabelecido para as