Regulamento do Programa de Atenção Domiciliar ?· Programa de Atenção Domiciliar, especificar os…

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  • Regulamento do Programa de Ateno Domiciliar

    Vigente desde 1 de fevereiro de 2016

  • Regulamento do Programa de Ateno Domiciliar

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    SUMRIO

    CAPITULO IDefinies gerais ........................................................................................................................3

    CAPITULO IIDas modalidades de ateno domiciliar ......................................................................5

    Seo IAssistncia Domiciliar .......................................................................................................5

    Seo IIInternao Domiciliar .......................................................................................................6

    CAPITULO IIIObjetivos .........................................................................................................................................6

    CAPITULO IVCritrios de elegibilidade .......................................................................................................7

    CAPITULO VCobertura ......................................................................................................................................8

    CAPITULO VIPrazo de cobertura ..................................................................................................................9

    CAPITULO VIIDa responsabilidade do titular ........................................................................................10

    CAPITULO VIIIDo cancelamento e perda de condio de beneficirio ................................11

    CAPITULO IXCusteio ..........................................................................................................................................11

    CAPITULO XPagamento ...................................................................................................................................12

    CAPITULO XIDisposies finais ....................................................................................................................12

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    CAPITULO I

    Definies gerais

    Art.1 Para fins de entendimento dos termos constantes deste Re-gulamento e outros que interessem ao objeto deste instru-mento, devem ser consideradas as seguintes definies gerais:

    I Admisso em Ateno Domiciliar : processo que se caracteriza pelas etapas de indicao, elaborao do Plano de Ateno Domiciliar e incio da prestao da assistncia ou internao domiciliar ;

    II Alta da Ateno domiciliar : ato que determina o encerramen-to da prestao de servios de ateno domiciliar em funo de internao hospitalar, alcance da estabilidade clnica, cura, a pedido do paciente e/ou responsvel, bito ou fim do prazo regulamentar de concesso do benefcio;

    III Assistncia Domiciliar : conjunto de atividades de carter am-bulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em do-miclio atravs da qual sero concedidas, exclusivamente, as coberturas descritas no Termo de Anuncia ao Programa de Ateno Domiciliar ;

    IV Captao: processo de identificao de pacientes em am-biente hospitalar ou domiciliar para possvel admisso em Ateno Domiciliar ;

    V Critrios de Elegibilidade: conjunto de informaes que per-mite avaliar o enquadramento do paciente no Programa de Ateno Domiciliar ;

    VI Cuidador/Acompanhante: pessoa com ou sem vnculo fa-miliar com o paciente, que no faz parte da Equipe Multi-profissional de Ateno Domiciliar, capacitada para auxiliar o paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana;

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    VII Equipe Multiprofissional de Ateno Domiciliar : profissionais que compem a equipe tcnica da Ateno Domiciliar, com a funo de prestar assistncia clnico-teraputica e psicos-social ao paciente em seu domiclio;

    VIII Internao Domiciliar : conjunto de atividades prestadas no domiclio, caracterizadas pela ateno em tempo integral ao paciente com quadro clnico mais complexo e com necessi-dade de tecnologia especializada;

    IX Plano de Cuidados: descrio do conjunto de medidas que orienta a atuao de todos os profissionais envolvidos, de maneira direta ou indireta, na assistncia a cada paciente em seu domiclio desde sua admisso at a alta. O Plano de Cuidados dever descrever a cobertura que ser ofereci-da na Ateno Domiciliar e ser parte integrante do Termo de Anuncia ao Programa de Ateno Domiciliar. Referido Termo dever elencar os profissionais disponibilizados, a fre-quncia do atendimento, bem como os materiais e medica-mentos que sero fornecidos;

    X Reduo progressiva dos cuidados: reduo gradual da estru-tura disponibilizada para Ateno Domiciliar, conforme a pro-posta teraputica identificada aps avaliao das Equipes de Gerenciamento de Casos do Programa e da Empresa Pres-tadora de Servios de Ateno Domiciliar contratada, at a eventual alta do paciente;

    XI Termo de Anuncia ao Programa de Ateno Domiciliar : do-cumento assinado pelo beneficirio ou seu representante le-gal e que expressa seu consentimento quanto s condies e critrios de oferta dos benefcios, prazos de concesso, bem como dos deveres do paciente e de seus familiares.

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    CAPITULO II

    Das modalidades de ateno domiciliar

    Art. 2 A Cemig Sade ofertar as modalidades de ateno concei-tuadas como assistncia domiciliar e como internao domi-ciliar conforme quadro clnico apresentado pelo paciente e indicao do mdico assistente devidamente fundamentada.

    Art. 3 Competir ao Plano de Cuidados e ao Termo de Anuncia ao Programa de Ateno Domiciliar, especificar os itens de co-bertura que sero concedidos por conta do deferimento da ateno domiciliar e determinar a modalidade de cobertura.

    Pargrafo nico A concesso da ateno domiciliar, em qualquer modalidade, dever observar os critrios clnicos e de elegibilidade, conforme disposto neste Regulamento e ainda nas normas legais aplicveis.

    Seo I Assistncia Domiciliar

    Art. 4 Segundo prev a Resoluo da Diretoria Colegiada - RDC n 11/2006 da ANVISA, que dispe sobre o Regulamento Tcnico de Funcionamento de Servios que prestam Aten-o Domiciliar, deve-se entender por Assistncia Domiciliar, o conjunto de atividades de carter ambulatorial, programa-das e continuado, desenvolvidas em domiclio.

    Pargrafo nico A oferta da assistncia domiciliar, na forma ditada pelo Rol de Procedimentos Mdicos da ANS, deve obedecer pre-viso contratual, servindo este instrumento, bem como o Termo de Anuncia ao Programa de Ateno Domiciliar, de parmetros para definio dos critrios de cobertura.

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    Seo II Internao Domiciliar

    Art. 5 Segundo prev a Resoluo da Diretoria Colegiada - RDC n 11/2006 da ANVISA, que dispe sobre o Regulamento Tcnico de Funcionamento de Servios que prestam Aten-o Domiciliar, deve-se entender por Internao Domiciliar o conjunto de atividades prestadas no domiclio, caracterizadas pela ateno em tempo integral ao paciente com quadro cl-nico mais complexo e com necessidade de tecnologia espe-cializada.

    1 Quando concedida, a internao domiciliar dever obedecer s exigncias previstas nos normativos vigentes da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria - ANVISA e nas alneas c, d, e e g do inciso II do artigo 12 da Lei n 9.656, de 1998.

    2 A internao domiciliar poder evoluir para a concesso da assistncia domiciliar, a depender da evoluo do quadro clnico do paciente e da indicao do mdico assistente, quando dever ser assinado novo Termo de Anuncia para especificar as condies de oferta da nova modalidade de assistncia.

    CAPITULO III

    Objetivos

    Art. 6 O Programa de Ateno Domiciliar tem como objetivos:

    I Promoo do autocuidado;

    II Treinamento do paciente e familiares frente s novas necessi-dades;

    III Adaptao e maior autonomia do paciente e de seus familia-res quanto s atividades da vida diria;

    IV Educao em sade;

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    V Preveno precoce de complicaes no domiclio;

    VI Retomar o vnculo familiar e a rotina domiciliar.

    CAPITULO IV

    Critrios de elegibilidade

    Art. 7 Estar apto a se inscrever para obter os atendimentos ofe-recidos pelo Programa, o beneficirio que esteja isento do cumprimento de carncia, conforme estabelecido no Regu-lamento especfico do PSI, ou que j a tenha cumprido.

    Art. 8 A adeso ao Programa poder ocorrer nas seguintes formas:

    I Atravs da iniciativa do beneficirio, formalizando sua inten-o de adeso ao Programa atravs de formulrio Solicitao Prvia para Avaliao da Concesso do Benefcio Ateno Do-miciliar;

    II Atravs da convocao pela Operadora, aps deteco por busca ativa.

    Art. 9 Devero ser verificadas as condies abaixo para fins de per-mitir a oferta do benefcio e a adeso ao Programa:

    I Apresentao de relatrio do mdico assistente, contendo diagnstico, proposta teraputica e prognstico;

    II Avaliao, dimensionamento do atendimento e aprovao pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa;

    III Condies psicossociais da famlia para assumir o paciente em seu domiclio, inclusive com a identificao prvia do respon-svel perante a Operadora;

    IV Concordncia expressa do titular ou havendo impossibilidade

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    clnica comprovada, do seu representante legal;

    V Estrutura fsica do domiclio compatvel com a infraestrutura necessria para os cuidados domiciliares;

    VI Disponibilidade de prestador do servio, para a localidade.

    1 Em qualquer hiptese, para retorno do beneficirio ao Pro-grama de Ateno Domiciliar, devero ser respeitados os critrios estabelecidos neste Regulamento.

    2 O pra