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Kênia de Vasconcelos 1º E 2º REINADO

1º e 2º Reinado

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Kênia de Vasconcelos

1º E 2º REINADO

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1º REINADO

Tendo Dom Pedro I, mais conhecido como boêmio da Corte, abdicado de sua liderança, se instala no Brasil uma série de regências, até seu filho Pedro de Alcântara poder assumir. De acordo com a Constituição da época, um líder

somente poderia ser “instalado”, se tivesse acima de 18 anos. Então o Golpe da Maioridade acontece, sendo então este colocado no poder com apenas 15 anos.

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2º REINADO

Possuindo várias contradições em relação ao comando, este reinado se manteve por 59 anos, sendo regido por Dom Pedro II.

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DOM PEDRO II

Tendo começado sua jornada de estudos aos cinco anos, após seu pai abdicar de seu posto como líder do 1 Reinado, com a ajuda de José Bonifácio, se tornou aos 15 anos, uns dos líderes com maior influência e estoque de conhecimentos, tendo

sido treinado para ser um líder perfeito.

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59 ANOS DE LIDERANÇA

Além de iluminista, maçom, e com grandes conhecimentos sobre filosofia e seus derivados, se mostrou um grande líder que apesar de qualquer contradição

popular, conseguia contorná-la e fazer o governo voltar ao seu “normal”.

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Apesar de sua liderança perspicaz, movimentos foram se mostrando contraditórias a esta, tendo como principais:

•Balaiada;

•Sabinada;

•Malês;

•Cabanagem;

•Farroupilha;

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Esta última tendo dado maior trabalho para o líder, tendo envolvido dois estados, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tendo como principal motivo o aumento de

impostos consideravelmente maior neste último estado.

Por ter conseguido ir mais a frente, instalou-se a República do Piratini, em Porto Alegre, e a República Juliana, em Santa Catarina.

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IMPASSES ENFRENTADOS

Apesar de ter conseguido conter todas as revoluções, havia outro impasse: a Igreja.

Com a ideia de que Dom Pedro II era maçom, começaram a condenar a maçonaria, colocando esta como na verdade a venda de sua alma ao demônio.

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Além da Igreja, havia também a Inglaterra que pressionava cada vez mais o mundo para ir de encontro ao abolicionismo. Então, para deixar qualquer pressão diminuir,

instalou a Lei Eusébio de Queiroz, que acabava com qualquer comércio de escravos.

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PARAGUAI

Junto com o abolicionismo, estava o Paraguai, que após 40 anos depois de sua independência, já tinham mais da metade de sua população era alfabetizada, e sua

industrialização estava se igualando ao país de origem desta. O que o tornou obstáculo ao país centro da época, Inglaterra.

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GUERRA DO PARAGUAI

Vendo como somente um fantoche para acabar com o avanço do Paraguai, começa uma aliança entre os principais países ao redor do país alvo, Brasil,

Argentina e Uruguai. Esta aliança ficou conhecida como Tri Aliança, o que não parou por aí.

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Tendo os principais países com contato com a Bacia do Prata contra ele, o Paraguai se viu em maus lençóis. Com armas e preparativos para a Guerra

cedidas pela Inglaterra, aos poucos o Paraguai estava destruído, e até os dias atuais isso se mantem.

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Os principais soldados usados pelo Brasil eram apenas escravos, que tinham como garantia sua alforria, se voltassem vivos.

Estas 3 questões, foram os principais motivos para a saída de Dom Pedro II e o início de uma nova era, a República.