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Português Enem

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Text of Português Enem

  • 1. LINGUAGENS, CDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

2. POR QUE PRESTAR O ENEM? 3.

  • O bom desempenho no Enem pode ajudar com pontos extras, facilitando o ingresso em quase mil faculdades em todo o Brasil.
  • A nota do Enem s ser usada para aumentar a mdia do candidato; do contrrio, ser descartada.
  • O Enem contribui para que o estudante possa obter uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni).

4. O QUE O ENEM? 5.

  • Enem o Exame Nacional do Ensino Mdio. Foi criado pelo Ministrio da Educao e Cultura (MEC) em 1998.
  • Tem um perfil diferente do perfil da maioria dos vestibulares. Via de regra, as questes tm carter interpretativo. Para abord-las, o candidato deve ter o domnio dos contedos bsicos do ensino mdio e estar munido de conhecimentos gerais da atualidade.

6.

  • Inclui, nas questes, com freqncia, elementos da resposta, privilegiando o candidato que l com ateno e articula diversas idias para obter a resposta.
  • O modelo de exame valoriza a combinao de oito disciplinas: Biologia, Fsica, Geografia, Histria, Arte, Lngua Portuguesa, Matemtica e Qumica.

7.

  • Aestrutura do Enem toma como base a verificao de cinco competncias e vinte e uma habilidades do candidato. Cada questo testa, no mnimo, trs das cinco competncias. Cada uma das habilidades avaliada em trs questes da prova; por isso, so sessenta e trs questes ao todo.
  • A s cinco competncias avaliadas so: 1. dominar linguagens; 2. compreender e interpretar fenmenos; 3. solucionar problemas; 4. construir argumentao; 5. elaborar propostas.

8. Quatro habilidades so objetivo de reflexo neste encontro de agora:

  • Identificar variveis . Consiste em identificar as informaes relevantes em um texto ou ilustrao e selecionar os meios necessrios para sua interpretao (competncias testadas: 1,2,3,).

9. 2. Transformar linguagens . Diante de uma situao-problema, apresentada na linguagem de certa rea do conhecimento, identificar a mesma formulao em outras linguagens por exemplo, em texto e grfico (competncias testadas (1,3,4). 3.Identificar o contexto de literatura e arte . Apontar o contexto histrico, social, poltico e cultural de textos literrios selecionados e concepes artsticas apresentadas (competncias testadas: 1,4,5). 4.Conhecer as funes da linguagem.Com base em um texto, analisar funes da linguagem, reconhecer variantes lingsticas e estabelecer relaes entre as linguagens coloquial e formal (competncias testadas: 1,2,4). 10.

  • Exemplo de Questes do ENEM

11. 12. CUITELINHO Cheguei na beira do porto Onde as ondas se espaia As gara d meia vorta E senta na beira da praia E o cuitelinho no gosta Que o boto da rosa caia. 13. Quando eu vim da minha terra Despedi da parentaia Eu entrei no Mato Grosso Dei em terras paraguaia L tinha revoluo Enfrentei fortes bataia. 14. A tua saudade corta Como ao de navaia O corao fica aflito Bate uma a outra faia E os io se enche dgua Que at a vista se atrapaia. (msica do folclore de Minas Gerais) 15. CUITELINHO Cheguei beira do porto Onde as ondas se espalham As garas do meia volta E assentam na beira da praia E o cuitelinho no gostaQue o boto da rosa caia. Cheguei na beira do porto Onde as ondas se espaia As gara d meia vorta E senta na beira da praia E o cuitelinho no gosta Que o boto da rosa caia. Quando eu vim da minha terra Despedi da parentaia Eu entrei no Mato Grosso Dei em terras paraguaia L tinha revoluo Enfrentei fortes bataia. Quando eu vim da minha terra Despedi da parentalha Eu entrei no Mato Grosso Dei em terras paraguaias L havia revoluo Enfrentei fortes batalhas. A tua saudade corta Como ao de navaia O corao fica aflito Bate uma a outra faia E os io se enche dgua Que at a vista se atrapaia. A tua saudade cortaComo ao de navalha O corao fica aflito Bate uma a outra falha E os olhos se enchem dgua Que at a vista se atrapalha. 16. 17. Macunama aproveitava a espera se aperfeioando nas duas lnguas da terra, o brasileiro falado e o portugus escrito. (Macunama Mrio de Andrade) 18. VCIO DA FALA Para dizerem milho dizem mio Para melhor dizem mi Para pior pi Para telha dizem teia Para telhado dizem teiado E vo fazendo telhados (Oswald de Andrade) 19. AULA DE PORTUGUS A linguagem na ponta da lngua to fcil de falar e de entender. 20. A linguagem na superfcie estrelada de letras, sabe l o que quer dizer? 21. Professor Carlos Gis, ele quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorncia Figuras de gramtica, esquipticas, atropelam-me, aturdem-me, seqestram-me. 22. J esqueci a lngua em que comia, em que pedia para ir l fora, em que levava e dava pontap, a lngua, breve lngua entrecortada do namoro com a priminha. O portugus so dois, o outro, mistrio. (Carlos Drummond de Andrade) 23. (ENEM- 2006) Explorando a funo emotiva da linguagem, o poeta expressa o contraste entre marcas de variao de usos da linguagem em: a)situaes formais e informais b)diferentes regies do pas c)escolas literrias distintas d)textos tcnicos e poticos e)diferentes pocas 24.

  • 02) No poema, a referncia variedade padro da lngua est espressa
  • no seguinte trecho:
  • A linguagem / na ponta da lngua.
  • Alinguagem / na superfcie estrelada de letras.
  • (a lngua) em que pedia para ir l fora.
  • (a lngua) em que levava um pontap.
  • (a lngua) do namoro com a priminha.

25. ARRUME NAMORADO 26. Arrumar. [ Do fr. Arrumer] V.t.d. 1. Pr em ordem; arranjar, compor (...). 2. Dar determinado rumo a; dirigir para; rumar. 3. Dar posio ou ocupao profissional; colocar, empregar: (...). 4. Encontrar, conseguir, obter: (...). 5. Conceber, imaginar, inventar: (...) T.d.e i. 6. Atirar, arrojar, arremessar: (...). T.i. 7. Pr de lado; acabar com, liquidar (...). P. 8. Estabelecer-se, empregar-se, colocar-se (...). 9. Conseguir boa situao, sob o aspecto financeiro, sentimental, etc; arranjar-se (...). 10. Acomodar-se, arranjar-se, ajeitar-se (...). 11.. Avir-se (...). 12. Fam. Vestir-se, aprontar-se. 27. ARRUME SEU NAMORADO 28. 29. 30. UNICAMP 01-A ambigidade da histria provocada pela fala da personagem logo no primeiro quadrinho. Isso porque ela a) no concluiu a primeira frase.b) no concluiu a segunda frase.c) juntou ao s palavras.d) concluiu mal a segunda frase.e) concluiu mal a primeira frase. 31.

  • 02- Conforme, portanto, a resposta ao item anterior, pode-se concluir que a ambigidade foi provocada pela
  • anttese.
  • elipse.
  • silepse
  • metfora.
  • pleonasmo.

32. 03- A ambigidade tambm foi causada porque o interlocutor/ouvinte, no primeiro quadrinho a) no percebeu a polissemia da palavra cabea.b) no prestou atenoexpresso "Veja".c) confundiu e no entendeu perfeitamente os possessivos minha e sua.d) confundiu os auxiliares verbais poder e dever.e) no percebeu que o presente do verbo tinha valor de futuro. 33. 04- O ltimo quadrinho mostraa) arrependimento.b) irritao pela burrice alheia.c) incompreenso violenta.d) auto crtica consciente. e)compreenso bem-humorada. 34. 35. ENEM 2007 SIMULADO 36. 01) A palavra grafiteoriginria do italiano (graffiti, plural de graffito) e significa marca ou inscrio feita em um muro. A palavrautilizada desdeoImprio Romano, porm podemos encontrar inscries em paredes na Pr-Histriaenas civilizaes grega, etrusca romana, entre outras.Na dcada de 1970, esse movimento volta a ter um lugar de destaque, por meio das pichaes poticas e ,depois, com a stencil art, desenhos moldados em mscaras de papelo com reproduo seriada. Ganha inmeros adeptos, gerando forte influncia na capital paulista e em todo o Pas. J na dcada de 1980, alguns trabalhos foram expostos na Bienal Internacional de Arte de So Paulo, alcanando grande publicidade.A anlise das imagens e do texto nos permite concluir que 37. a) a pintura feita em murais, apesar de presente em toda a histria da humanidade, sempre foi motivo de controvrsias, oposies e inmeras represses, na medida em que suja as cidades, contribuindo para a poluio visual.b) a pintura feita em murais remonta mais distante antigidade e, apesar do uso de tcnicas diferenciadas, como o uso de grafismos figurativos, retrata o cotidiano atravs da expresso livre e consciente do artista que a elabora.c) a arte sempre esteve presente na vida dos seres humanos, porm s foi reconhecida como forma de representao da histria de vida dos povos a partir da poca moderna e seguindo severas restries que no permitem a incluso da arte de rua.d) a arte representa a histria de vida dos seres humanos na medida em que retrata apenas temas e movimentos ocorridos na histria oficial.e) no existe relao entre a arte de rua e o cotidiano da sociedade moderna; essa manifestao foi proibida uma vez que suja a cidade e depreda o patrimnio pblico.