Curso Gabarito Macroeconomia - . Antonio Carlos Assumpção Site: Bibliografia Macroeconomia : Blanchard,

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Curso Gabarito

Macroeconomia

Introduo

Prof.: Antonio Carlos Assumpo

Prof. Antonio Carlos Assumpo

Site: acjassumpcao77.webnode.com

Bibliografia

Macroeconomia : Blanchard, O. 5 ed.

Macroeconomia : Dornbusch, R. , Fischer, S. , e Startz, R. 10 ed.

Macroeconomia : Mankiw, G. 7 ed.

Macroeconomia : Sachs, J. e Larrain, F. 2 ed.

Macroeconomia : Simonsen, M.H. e Cysne, R.P. 4 ed.

Contedo Edital FCC Fiscal de Rendas 2013 Economia.

Tpicos 1 at 16 Microeconomia

Macroeconomia

17. Conceitos bsicos de contabilidade nacional.

18. Deflacionamento do produto.

19. Contas nacionais do Brasil.

20. Balano de Pagamentos e relaes com o resto do mundo.

21. Noes sobre economia do setor pblico.

22. Polticas fiscal, monetria e cambial.

Finanas Pblicas

23. Efeitos da atuao do Estado na economia.

24. Sistema Tributrio como instrumento de distribuio de renda.

25. Princpios de tributao.

26. Impostos regressivos e progressivos.

27. Impostos sobre consumo em cascata e sobre valor adicionado.

28. Impacto da carga tributria na atividade econmica e na distribuio derenda.

29. Incidncia do imposto sobre vendas no mercado de concorrncia perfeita.

Contedo Programtico do Curso

Introduo

Sistemas de Contas Nacionais, Balano de pagamentos e OfertaMonetria.

Determinao do Produto (Modelos Agregativos de Curto Prazo) Modelo Clssico. Modelo Keynesiano. Modelo IS-LM e IS-LM-BP.

Poltica Econmica Curva de Phillips e o Modelo AS-AD com Expectativas

Adaptativas e Racionais.

Dez Princpios de Economia

1) Como as Pessoas Tomam Decises

Princpio 1 : As pessoas enfrentam trade-offs

Uma hora a mais dedicada ao estudo significa uma hora a menosdedicada ao trabalho.

Pais tem de alocar seus recursos entre finalidades mutuamenteexcludentes. Por exemplo, eles podem investir em sua prpriaaposentadoria, na educao de seus filhos e, inclusive, no nmero deseus filhos.

A sociedade enfrenta um trade-off entre equidade e eficincia.Polticas que aumentam a eficincia da economia frequentementeagravam a desigualdade social. Esse conflito pode ser traduzido pelafamosa frase de Delfim Netto: preciso fazer o bolo crescer antes dedistribu-lo.

Princpio 2 : O custo de alguma coisa quanto voc tem de sacrificar

para obt-la (custo de oportunidade)

Como as pessoas enfrentam trade-offs, elas devem calcular oscustos e benefcios de suas decises.

As pessoas racionais calculam os custos de uma deciso econmicacom base em seu custo de oportunidade, ou seja, no valor sacrificadopara obter o que desejam. O custo de oportunidade no coincidenecessariamente com o custo contbil de uma deciso.

Princpio 3 : Pessoas racionais fazem clculos econmicos na

margem.

Definio: mudanas marginais envolvem mudanas incrementais em

um plano existente de ao.

Muitas decises econmicas importantes envolvem mudanasmarginais. Em situaes desse tipo, agentes econmicos racionaiscomparam benefcios marginais com custos marginais.

Diferena Entre Deciso na Margem e Deciso na Mdia

Quanto custa produzir uma unidade tpica (custo mdio) do programa denavegao na internet da Microsoft, o Internet Explorer ?

Quanto custa produzir uma unidade adicional (custo marginal) do InternetExplorer ?

Resposta : O custo marginal do internet explorer bem mais baixo que o seucusto mdio, j que uma unidade adicional no incorre em custos fixos, aocontrrio de uma unidade tpica do produto. O preo do produto determinadopelo custo marginal.

Os princpios 1 , 2 , e 3 podem ser resumidos na

seguinte proposio:

Os agentes econmicos racionais maximizam seus objetivos

sujeitos a restries.

Indivduos maximizam seu bem-estar (utilidade) sujeitos a uma restrio

oramentria.

Firmas maximizam lucro sujeitas a uma restrio tecnolgica.

Princpio 4 : indivduos respondem a incentivos (se os termos do

trade-off mudam, as escolhas tambm mudam).

Se o preo de um bem se eleva, a quantidade demandada pelo bem cai(lei da demanda)

Se o preo de um bem se eleva, a quantidade ofertada do bem se eleva(lei da oferta)

2) Como as Pessoas Interagem

Princpio 5 : Trocas aumentam o bem-estar

Ao contrrio de competies esportivas, todas as partes envolvidasem uma troca se beneficiam, j que elas podem especializar-se noque fazem melhor.

Princpio 6 : Mercados geralmente so uma boa forma de

organizar a atividade econmica.

Uma economia de mercado aloca recursos atravs das decisesdescentralizadas de muitas firmas e indivduos que interagem emmercados de bens e servios.

Adam Smith (1776) fez a mais famosa observao de toda a teoria

econmica: embora visem somente seu prprio interesse, indivduos e

firmas agem como se fossem guiados por uma mo invisvel de modo a

maximizar o bem-estar social.

Questo : Como funciona a mo invisvel

Os preos so instrumentos atravs dos quais a mo invisvel dirige a

atividade econmica. Os preos refletem tanto o valor que a sociedade

atribui a um bem quanto os custos em que ela incorre para produzi-lo. Como

os indivduos e empresas tomam suas decises com base nos preos que

observam no mercado, eles terminam por levar em conta, involuntariamente,

os benefcios e custos sociais de suas aes. Consequentemente, os preos

encaminham esses tomadores de decises individuais para resultados que,

muitas vezes, maximizam o bem-estar da sociedade como um todo.

Princpio 7 : Polticas governamentais podem aumentar a eficincia

dos mercados.

Diversos tipos de ineficincia podem surgir em uma economia demercado, constituindo falhas de mercado:

Externalidades

Poder de mercado

Assimetrias informacionais

Proviso de bens pblicos

Mercados incompletos

Nesses casos uma interveno do governo no mercado pode

contribuir para um aumento da eficincia da economia.

3) Como a Economia Como um Todo Funciona

Princpio 8 : O padro de vida de uma pas depende da produtividade

do trabalho de seus habitantes.

Definio: produtividade do trabalho a quantidade de bens eservios produzidos por unidade de tempo.

Princpio 9 : Os preos sobem quando o governo emite moeda

demais.

Considere a identidade MV = PY (teoria quantitativa da moeda)

A identidade acima sugere que, se a economia estiver operando emplena capacidade (Ypotencial dado), e se V for constante, um aumento daquantidade de M eleva o nvel geral de preos. Em particular, quantomaior a taxa de crescimento da quantidade de moeda, maior a taxade crescimento dos preos (taxa de inflao).

Princpio 10 : A sociedade enfrenta um trade-off de curto prazo

entre inflao e desemprego (curva de Phillips).

Definio : A curva de Phillips uma relao emprica que mostra queuma reduo da taxa de inflao aumenta o nvel de desemprego nocurto prazo.

Como os formuladores de poltica econmica buscam minimizar

tanto o desemprego como a taxa de inflao, a curva de Phillips cria

um dilema de poltica econmica no curto prazo.

Microeconomia o estudo de como os consumidoresindividuais e as firmas tomam decises e interagemnos mercados.

Macroeconomia o estudo dos agregados econmicos.Estudamos o comportamento de variveis como inflao,

desemprego, consumo, investimento, nvel de produto etc.

Macroeconomia responde as seguintes perguntas:

Por que a renda alta em alguns pases e baixa em outros ?Por que os preos sobem mais rpido em alguns perodos do

que em outros ?Por que a produo se expande em alguns anos e se contrai

em outros ?

Crescimento Econmico X Flutuaes Cclicas

Y

Tempo

Y * = Produto Potencial

Y = Produto real

Objetivo

Recesso

Aquecimento

Fato Estilizado : Comportamento Cclico do Nvel de Atividade Econmica

Flutuaes Cclicas

Desvios do produto real em relao ao seu nvel potencial

Fenmeno de demanda

Ocorrncia condicionada s modificaes nas polticasmonetria, fiscal e cambial

Crescimento Econmico

Aumento na capacidade de gerao de oferta ao longo

do tempo.

Fenmeno de oferta e de longo prazo.

Depende de investimentos transformados em capital.

Definindo Capital

tudo aquilo que pode proporcionar ao seu proprietrio umfluxo de rendimentos ao longo do tempo. I. Fisher

Modalidades de Capital

Fsico: mquinas, equipamentos, instalaes, etc.

Humano: sade, educao, treinamento, etc.

Tecnolgico: pesquisa como fonte de aumento da produtividade.

Privada Capital Humano

Poupana Externa Investimento Capital Fsico Crescimento

Pblica Capital Tecnolgico

Poupana, Investimento e Crescimento

A poupana a parcela da renda que no gasta em consumo.Portanto, a poupana domstica, dada pela renda menos osgastos em consumo das famlias ( C ) e do governo ( G ) .

Logo : ( )DS Y C G= +

Fluxos e Estoques em Macroeconomia

Fluxo: uma magnitude econmica medida como uma taxa por unidade de tempo.

Estoque: uma magnitude econmica medida num determinado ponto do tempo.

A mudana em uma varivel estoque uma varivel fluxo

Poupana e Patrimnio

11 =+= tttttt WWSSWW

A riqueza (W) em um determinado perodo dada pela riqueza no

perodo ante