Jornal sincor janeiro 2015

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    07-Apr-2016

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Jornal Sincor JANEIRO 2015

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  • N 216 - JANEIRO DE 2015

    A IMPORTNCIA DO SINCOR/CE NO DESENVOLVIMENTO DA CATEGORIA ESTAR SEMPRE AO LADO DO CORRETOR DE SEGUROS E DOS SEGURADOS

    EDITORIAL: CONTRIBUIO SINDICAL 2015O SINCOR/CE j comeou a emitir as guias de recolhimento da contribuio sindical 2015.

    Todos os corretores de seguros do estado do Cear, pessoas fsicas ou jurdicas, devem colocar

    em dia o recolhimento da Contribuio Sindical para o exerccio da profisso. Os Corretores de

    Seguros (Pessoa Fsica e Pessoa Jurdica), que no estiverem em dia com o Recolhimento da

    Contribuio Sindical, que obrigatrio por lei, tero suas comisses de corretagem retidas pelas

    Empresas atuantes no mercado de seguros at a regularizao do tributo. Alm de previsto em

    CLT, a contribuio tambm definida como obrigatria nos termos do art. 5, alnea b da Lei

    4.594/64 (PGINA 02)

    A liberao dos recursos do seguro rural, que esto atrasados desde o ano passado,

    pode sair em breve. A assessoria de imprensa do Ministrio da Agricultura

    informou reportagem que a ministra da pasta, Ktia Abreu, est otimista quanto

    liberao de R$ 300 milhes. A ministra avalia que as conversas dentro do

    governo tm evoludo bem e que o dinheiro deve sair rapidamente.

    Ktia Abreu tem sido pressionada pelas seguradoras e pela Frente Parlamentar da

    Agropecuria (FPA) a liberar os recursos. Esse dinheiro deveria ter chegado s

    instituies financeiras ainda em 2014, como parte de subsdios que somavam, no

    total, R$ 700 milhes, referentes subveno ao prmio do seguro rural.

    (PGINA 03)

    DPVAT: O SEGURO DE

    TODOS OS BRASILEIROS

    (PGINA 04)

    TERMINA O PRAZO

    PELA OPO

    PELO SIMPLES

    (PGINA 05)

    O Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e

    de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear -

    SINCOR/CE.,recebeu no ms de janeiro de 2015, a visita do Sr. Robrio

    Henrique Costa Gerente Regional Nordeste do Centro de Integrao Empresa-

    Escola. (PGINA 03)

  • 2Manoel Nsio

    DIRETORIA EFETIVOS

    PRESIDENTE: MANOEL NSIO SOUSA

    TESOUREIRO: FRANCISCO PEREIRA DE SOUSA

    SUPLENTES

    ALEXANDRE AKSAKOF PEREIRA DE SOUSA

    FERNANDO MOREIRA DE CARVALHO

    CONSELHO FISCAL EFETIVOS

    MARIA RAIMUNDA LOPES FERNANDES

    SECRETRIA: SILVIA HELENA PEREIRA DE SOUSA

    LSIAS BARBOSA PEREIRA DE SOUSA

    CARLOS ALBERTO PONTES DE ARAJO

    SIRLANE ABREU DE ARAJO

    SUPLENTES

    MARIA ALICE FERNANDES PIMENTEL

    DIEGO CARVALHO PEREIRA

    GERUSA BEZERRA DE SOUSA

    DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO FENACOR

    EFETIVOS

    1 DELEGADO - MANOEL NSIO SOUSA

    2 DELEGADO - LSIAS BARBOSA PEREIRA DE SOUSA

    SUPLENTES

    1 SUPLENTE - SILVIA HELENA PEREIRA DE SOUSA

    2 SUPLENTE - ALEXANDRE AKSAKOF PEREIRA DE SOUSA

    O MERCADO DE SEGUROS SACODE O NORDESTE

    SEREMOS FORTES,

    SE FORMOS UNIDOS!

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS DO SEGURO DPVAT VIGENTE NO MS DE JANEIRO DE 2015

    NOS TERMOS DA RESOLUO CNSP N 274, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012

    Janeiro 2015

    CONTRIBUIO SINDICAL 2015

    O SINCOR/CE j comeou a

    emitir as guias de recolhimento da

    contribuio sindical 2015. Todos

    os corretores de seguros do estado

    do Cear, pessoas fsicas ou

    jurdicas, devem colocar em dia o

    recolhimento da Contribuio

    Sindical para o exerccio da

    profisso.

    Os Corretores de Seguros

    (Pessoa Fsica e Pessoa Jurdica),

    que no estiverem em dia com o Recolhimento da Contribuio

    Sindical, que obrigatrio por lei, tero suas comisses de

    corretagem retidas pelas Empresas atuantes no mercado de

    seguros at a regularizao do tributo. Alm de previsto em

    CLT, a contribuio tambm definida como obrigatria nos

    termos do art. 5, alnea b da Lei 4.594/64. Em 09 de agosto de

    2012, a SUSEP editou a Circular 447/2012 publicada no DOU

    (Dirio Oficial da Unio) em 09/08/2012, que em seu artigo

    deixa claro que as empresas que atuam no mercado de seguros,

    capitalizao, previdncia privada complementar aberta e

    resseguros devero exigir dos respectivos corretores a

    comprovao do recolhimento da contribuio ou imposto

    sindical. E, se uma empresa corretora pretende concorrer em

    licitao de empresas estatais e/ou de economia mista, ela

    dever estar em dias com sua contribuio sindical.

    O profissional ou a empresa que no tiver recolhido a

    contribuio pode regularizar a situao, mas com a aplicao

    de multas e juros mensais.

    Como os demais estados da Federao, o SINCOR/CE

    utiliza a tabela da CNC (Confederao Nacional do Comrcio),

    sendo que anualmente os sindicatos enviam as guias com os

    respectivos valores a todos os profissionais cadastrados para

    operaes em nosso Estado. A Contribuio Sindical nos

    exatos termos do que dispem os arts. 578 a 580 da CLT e 149 da

    CF/88 devida ainda que o integrante da categoria econmica

    ou profissional no esteja filiado entidade de representao de

    classe. Tal situao decorre do fato do encargo ser compulsrio,

    de natureza parafiscal, exigvel de todos que pertencem a

    determinada categoria profissional (AC 2004.000753-1, 1

    Cmara de Direito Pblico, julgamento em 2004).

    Os valores arrecadados permitem que as entidades

    sindicais tenham recursos para a preservao da sua autonomia,

    fortalecendo a sua atuao em defesa da categoria.

    Do total da arrecadao apurada, 80% so destinados

    para o sistema de entidades representativas da categoria, sendo

    60% para o Sindicato, 15% para a Federao e 5% para a

    Confederao. Outros 20% seguem para a Conta Especial

    Emprego e Salrio administrada pelo Ministrio do Trabalho.

    A tabela para o clculo da Contribuio Sindical est

    d i s p o n v e l n o s i t e d a F E N A C O R :

    www.fenacor.org.br/contribuicao-Sindical-2015.asp

    Havendo dvidas e necessidade de consultar os dbitos

    existentes (aps o recadastramento em 2008), favor entrar em

    contato com o SINCOR/CE pelo telefone (85) 3226 1328 ou

    pelo email .

    Reafirme o seu compromisso com o sindicato

    representativo de sua categoria profissional, ou seja, o Sincor de

    seu estado. Para isto, no basta estar em dias com sua

    Contribuio Sindical. Frequente o sindicato, intere-se,

    participe, associe-se!

    sincorce@sincorce.com.br

  • 3Janeiro 2015

    Corretor que no atualiza dados cadastrais pode sofrer

    penalidades severas

    s corretores de seguros e as sociedades corretoras de seguros

    devem manter atualizadas suas informaes cadastrais perante a OSuperintendncia de Seguros Privados (Susep) a fim de evitar transtornos e prejuzos.

    Caso corretores e sociedades corretoras de seguros tenham realizado alteraes

    contratuais, como alterao de endereo, nmero de telefone ou demais dados

    cadastrais, tais informaes devem ser atualizadas junto Susep,

    encaminhando, por meio digital, o formulrio prprio e a documentao

    pertinente, observando-se os seguintes prazos, contados a partir da data de sua

    ocorrncia: I 30 dias, se corretor; e II 60 dias, se sociedade corretora,

    conforme determina a Circular Susep n 429, de 2012.

    Lembramos, ainda, que as alteraes contratuais ou estatutrias da sociedade

    corretora de seguros devero ser encaminhadas com a devida comprovao de

    arquivamento no registro competente, conforme a referida norma.

    Fonte: Assessoria Jurdica do Sincor-GO

    J est vigorando uma das novas entre 39 e 43 anos receber penso por

    regras anunciadas pelo governo para a 15 anos. Quem tiver idade entre 33 e

    penso por morte. A partir de agora, s 38 anos obter o valor por 12 anos. O

    ter direito ao benefcio quem tiver cnjuge com 28 a 32 anos ter penso

    pelo menos dois anos de casamento por nove anos. Quem tiver entre 22 e

    ou unio estvel. A legislao anterior 27 anos receber por seis anos. E o

    no estabelecia um prazo mnimo cnjuge com 21 anos ou menos

    para a unio. receber penso por apenas trs anos.

    As mudanas na penso por morte A minirreforma previdenciria

    fazem parte de um pacote de medidas anunciada em dezembro inclui

    provisrias anunciadas pelo governo tambm mudanas no seguro-

    no final do ano passado para tornar desemprego, abono salarial, auxlio-

    mais rigoroso o acesso da populao a doena e seguro-defeso, que

    u m a s r i e d e b e n e f c i o s comeam a valer nos prximos

    previdencirios. As mudanas no meses.

    afetam quem j recebe o benefcio.Com as novas regras, que entram em

    J no dia 30 de dezembro, entrou em vigor em maro, o trabalhador que

    vigor a alterao que estabelece que solicitar o benefcio pela primeira

    deixa de ter penso o dependente vez, ter de ter trabalhado por 18

    condenado pela prtica de crime que meses nos 24 meses anteriores. Na

    tenha resultado na morte do segurado. segunda solicitao do benefcio, ele

    ter de ter trabalhado por 12 meses Outras regras para o benefcio

    nos 16 meses anteriores e, a partir da entraro em vigor a partir de 1 de

    terceira solicitao, ter de ter maro. Uma delas estabelece um

    trabalhado, pelo menos, por seis prazo de "carncia" de 24 meses de

    meses ininterruptos nos 16 meses contribuio do segurado para que o

    anteriores.dependente obtenha os recursos.

    Atualmente, no exigido tempo De acordo com o Ministrio da

    mnimo de contribuio para que os Fazenda, na primeira solicitao, o

    dependentes tenham direito ao trabalhador poder receber quatro

    benefcio, mas necessrio que, na parcelas se ti