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LINGUAGEM: TODO SISTEMA DE SINAIS QUE SERVE DE MEIO DE COMUNICAÇÃO ENTRE OS INDIVÍDUOS ESSE SISTEMA DE SINAIS POSSUI CARÁTER ARBITRÁRIO OU CONVENCIONAL

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  • LINGUAGEM:

    TODO SISTEMA DE SINAIS QUE SERVE DE MEIODE COMUNICAÇÃO ENTRE OS INDIVÍDUOS

    ESSE SISTEMA DE SINAIS POSSUI CARÁTERARBITRÁRIO OU CONVENCIONAL

  • LÍNGUA:

    SISTEMA GRAMATICAL PERTENCENTE A UM GRUPO DE INDIVÍDUOS.

    EXPRESSÃO DA CONSCIÊNCIA DE UMA COLETIVIDADE, A LÍNGUA É O MEIO PELO QUAL ELA CONCEBE O MUNDO QUE A CERCA E SOBRE ELE AGE.

    A LÍNGUA VIVE UMA PERPÉTUA EVOLUÇÃO.

  • DISCURSO:

    É A LÍNGUA NO ATO, NA EXECUÇÃO INDIVIDUAL.

    ATRAVÉS DO DISCURSO, CONHECEMOS O GOSTO, O POSICIONAMENTO, O PENSAMENTO DE ALGUÉM (IDIOSSINCRASIA).

  • ESTILO:

    ESCOLHA PARTICULAR QUE SE FAZ DENTRE OS VÁRIOS MEIOS DE EXPRESSÃO OFERECIDOS PELO REPERTÓRIO DA LÍNGUA.

    O ESTILO SE LIGA À FORMA.

  • “DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES,DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA, DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA, DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TERVERGONHA DE SER HONESTO...”

    RUI BARBOSA

  • VARIAÇÕES LINGUÍSTICASI- VARIAÇÃO DIATÓPICA:

    DIFERENÇAS NO ESPAÇO GEOGRÁFICO (FALARES LOCAIS, VARIANTES REGIONAIS OU ATÉ INTERCONTINENTAIS). EXXEMPLOS:

    PIPA (SP) X PANDORGA (RS)

    MANDIOCA (SUL) X MACAXEIRA (NORDESTE)

    AB

    ABÓBORA (SUL) X JERIMUM (NORDESTE)

    ABICHORNADO (RS) X ABORRECIDO (SP)

    PRENDA (RS) X MOÇA BONITA (SP)

  • II - VARIAÇÃO DIASTRÁTICA:

    DIFERENÇAS ENTRE AS CAMADAS CULTURAIS (NÍVEL CULTO, LÍNGUA PADRÃO, LÍNGUA COLOQUIAL ETC).

    “NÓIS VAI” X NÓS VAMOS

    “É MEMO” X É MESMO

    “OS MENINO CHEGARO” X OS MENINOS CHEGARAM

    “MANO” X AMIGO, PARCEIRO

  • III – VARIAÇÃO DIAFÁSICA:

    DIFERENÇAS ENTRE OS TIPOS DE MODALIDADE EXPRESSIVA ( LÍNGUA FALADA, LÍNGUA ESCRITA, LÍNGUA LITERÁRIA, JARGÕES, LINGUAGEM DOS HOMENS, LINGUAGEM DAS MULHERES, GÍRIAS ETC).

  • FORMA X CONTEÚDO FORMA:

    REFERE-SE ÀS ESTRUTURAS FÍSICAS, CONCRETAS, VISÍVEIS DA LINGUAGEM

    EXEMPLOS: FIGURAS DE LINGUAGEM, SOM DAS PALAVRAS, RIMAS, MÉTRICA.

  • CONTEÚDO:

    TRATA-SE DO SENTIDO DA MENSAGEM, POSSUINDO VALOR ABSTRATO; É OBTIDO PELA ANÁLISE INTERPRETATIVA DO TEXTO.

  • GÊNESE DA LÍNGUA PORTUGUESAPENÍNSULA IBÉRICA: LUSITÂNIA

    RESQUÍCIO DE LÍNGUAS PRÉ-ROMÂNICAS (CELTAS, IBEROS, PÚNICO-FENÍCOS): POUQUÍSSIMAS PALAVRAS.

    “ARROIO”, “BARRO”, “CARRASCO”, “GORDO”,

    “LAMA”, “LANÇA”, “MANTEIGA”, “LOUSA”.

  • RESQUÍCIOS VISIGÓTICOS (409 d.C.): CERCA DE QUARENTA TERMOS, EXCLUINDO OS NOMES PRÓPRIOS.

    “GUERRA”, “ELMO”, “BANDO”, “ALBERGUE”, “ESPORA”, “TRÉGUA”, “ESPETO”, “BRAMAR”, “ARREAR”.

  • CONTRIBUIÇÃO ÁRABE:

    ESTIMA-SE QUE O LÉXICO DE PROVENIÊNCIA ÁRABE, NO PORTUGUÊS , ESTEJA ENTRE QUATROCENTOS E MIL TERMOS.

    “ÁLCOOL”, “ALCACHOFRA”, “ALAÚDE”, “TAMBOR”, “ALFACE”, “ALFAZEMA”, “ALGODÃO”, BERINJELA”.

  • CONSTITUIÇÃO BÁSICA:

    LATIM VULGAR: LATIM FALADO PELOS SOLDADOS ROMANOS E PELOS POVOS DE TODO O IMPÉRIO ROMANO.

    NA PENÍNSULA IBÉRICA, O LATIM VULGAR EVOLUIU PARA O ROMANÇO IBÉRICO.

  • Odi et amo

    Quaere id faciam?

    Fortasse requiris

    Nescio

    Sed fieri sentio et excrucior.

    (Catulo)

  • Ai, flores, ai flores do verde pinoSe sabedes novas do meu amigo,Ai, Deus, e u é?

    Ai, flores, ai flores do verde ramo,Se sabedes novas do meu amado,Ai, Deus, e u é?

  • As armas e os barões assinaladosQue da ocidental praia lusitanaPor mares nunca dantes navegadosPassaram ainda além da TaprobanaPor perigos e guerras esforçadosMais do que prometia a força humanaE entre gente remota edificaramNovo reino que tanto sublimaram.

  • O poeta é um fingidorFinge tão completamenteQue chega a fingir que é dorA dor que deveras sente.

    E os que leem o que escreveNa dor lida sentem bemNão as duas que ele teveMas só a que eles não têm.

    E assim nas calhas de rodaGira, a entreter a razão,Esse comboio de cordasQue se chama o coração.

  • Língua – Caetano Veloso

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