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Lisboa e Vale do Tejo na Europa das Regiões

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Projeto Gestão Estratégica RLVT 2000-2006, CCRLVT, Junho 2003

Text of Lisboa e Vale do Tejo na Europa das Regiões

  • Gesto Estratgica da Regio de Lisboa e Vale do Tejo

    LISBOA E VALE DO TEJO NA EUROPA DAS REGIES

    Junho de 2003

    M CO T A

    INISTRIO DAS IDADES,

    RDENAMENTO DO ERRITRIO E MBIENTE

    Comisso de Coordenao da Regio de Lisboa e Vale do Tejo

  • Ficha Tcnica

    Ttulo Gesto Estratgica da RLVT - Lisboa e Vale do Tejo na Europa das Regies

    Edio Comisso de Coordenao da Regio de Lisboa e Vale do Tejo

    Coordenao Antnio Fonseca Ferreira

    Coordenao Operacional Isabel Sousa Lobo Joo Afonso

    Equipa Interna Antnio Marques Isabel Carvalho Moura de Campos

    Equipa Externa / Peritos Augusto Mateus Ctia Fernandes Isabel Guerra Joo Ferro Joo Paulo Bessa Manuel Laranja Paulo Madruga Vanessa de Sousa

    Design e Paginao Ana Garcia

    Apoio Edio Gabinete de Apoio Presidncia

    Comisso de Coordenao da Regio de Lisboa e Vale do Tejo

    Morada Rua Artilharia Um, 33 . 1269-145 Lisboa Telefone 21 383 71 00

    Fax 21 383 12 92

    Endereo Internet www.ccr-lvt.pt

    Impresso Comisso de Coordenao da Regio de Lisboa e Vale do Tejo Tiragem 100 exemplares Data Junho de 2003 Preo 30 ISBN 972-9163-94-4 Depsito Legal 198473/03

  • NDICE

    A INTRODUO 7 B A REGIO DE LISBOA E VALE DO TEJO NO CONTEXTO DAS REGIES DA EUROPA DOS 27:

    UMA TIPOLOGIA 11

    B.1 A Europa das Regies e o Alargamento a Leste 13 B.2 Metodologia de Anlise 14 B.3 Resultados 16

    ndice de Figuras 31

    C MONITORIZAO DA REGIO DE LISBOA E VALE DO TEJO: UMA VISO A PARTIR DA EUROPA ALARGADA DAS REGIES 33 C.1 Dois Indicadores Chave De Enquadramento: PIB e Educao 35

    C.1.1 PIB per capita 37

    C.1.2 Educao 40 ndice de Figuras 46 C.2 Domnio Territrio 47

    C.2.1 Introduo 49 C.2.2 Condies de Mobilidade e Atraco 50 C.2.3 Qualidade de Vida 57

    C.2.4 Sntese do Domnio 64

    ndice de Figuras 65 C.3 Domnio Pessoas 67

    C.3.1 Introduo 69

    C.3.2 Contexto Demogrfico 70 C.3.3 Recursos Humanos 80 C.3.4 Qualidade de Vida: Sade 102

    C.3.5 Sntese do Domnio 106

    ndice de Figuras 108

    C.4 Domnio Organizaes 111

    C.4.1 Competitividade e Internacionalizao 113 C.4.1.1 Introduo 115 C.4.1.2 Dinmica Econmica 116 C.4.1.3 Competitividade Internacional 125 C.4.1.4 Factores de Crescimento 130

    C.4.1.5 Sntese do Domnio 135 C.4.2 Inovao 137 C.4.2.1 Introduo 139

    C.4.2.2 Actividades de I&D 141

    ndice de Figuras 145 D SNTESE FINAL 147 E A REGIO DE LISBOA E VALE DO TEJO FACE EUROPA: METAS PARA O FUTURO 153 F ANEXO - QUADRO SNTESE DOS INDICADORES 159

  • A INTRODUO

  • A - INTRODUO

    9

    A maior parte das anlises da Regio de Lisboa e Vale do Tejo feita com base em indicadores mdios,

    cujos valores de referncia so de mbito nacional. Ora, sendo avaliada no contexto do Pas, os

    resultados obtidos tendem a generalizar a imagem de uma regio com uma situao globalmente

    favorvel ou at privilegiada. A actual posio de phasing out, singular em termos nacionais, contribui

    para reforar esta viso particularmente positiva da regio portuguesa mais desenvolvida.

    Contudo, o contexto nacional h muito deixou de ser o referencial exclusivo ou at essencial para avaliar

    o desempenho de qualquer regio. Por outro lado, sabe-se bem que os valores mdios obtidos para o

    conjunto de um determinado territrio podem ocultar a existncia de disparidades internas relevantes.

    Num mundo crescentemente interactivo, as regies tornam-se mais vulnerveis a presses externas do

    mais diverso tipo. Por outro lado, a actual sociedade da informao e do conhecimento impe nveis de

    exigncia mais elevados no que se refere s capacidades e competncias das pessoas e das

    organizaes. Finalmente, tambm a apreciao da qualidade do ambiente e do bem-estar dos cidados

    obedece, hoje, a padres de maior exigncia.

    A avaliao da Regio de Lisboa e Vale do Tejo no pode, por isso, deixar de ser efectuada a um nvel

    supra-nacional, com prioridade para o espao europeu. O alargamento a leste da Unio Europeia

    reforar, alis, a necessidade de atribuir um peso crescente ao conceito de co-evoluo em qualquer

    anlise sobre as condies de desenvolvimento e o futuro posicionamento internacional das vrias

    regies da Europa.

    Este documento procura caracterizar a Regio de Lisboa e Vale do Tejo luz de um olhar europeu,

    averiguando o seu actual posicionamento no contexto das regies da Unio Europeia a 27. Esta viso de

    fora para dentro permite desenhar uma imagem mais ntida das potencialidades e dificuldades da

    Regio. E sublinha, ao mesmo tempo, a necessidade de a RLVT adoptar um modelo de desenvolvimento

    capaz de a transformar numa plataforma de intermediao estratgica entre o mundo externo e Portugal,

    isto , um modelo que procura um reposicionamento internacional mais competitivo e slido como

    condio para se desenvolver a si prpria e ao pas.

    O documento encontra-se organizado em trs seces.

  • A - INTRODUO

    10

    Na primeira seco constri-se uma tipologia das 266 regies da Unio Europeia dos 27 a partir de 25

    indicadores representativos de seis domnios analticos: demografia, instruo, mercado de trabalho,

    emprego, riqueza e inovao. A informao disponibilizada pelo Eurostat a nvel espacial 4 (NUT II)

    permite identificar 9 classes de regies, integrando a RLVT numa classe com um perfil bastante prximo,

    mas ainda aqum da mdia da UE dos 15.

    Na segunda seco aplica-se a abordagem desenvolvida no Guia para a Gesto Estratgica da Regio

    de Lisboa e Vale do Tejo (2002). Num primeiro captulo, efectua-se uma breve contextualizao da RLVT

    no quadro da Europa das Regies no que se refere a dois indicadores-chave: nveis de instruo e PIB

    per capita. Nos captulos seguintes procede-se, para cada uma das reas de monitorizao Territrio,

    Pessoas e Organizaes apreciao dos indicadores regionais disponveis mais relevantes por

    domnio e subdomnio de anlise. Os resultados desses indicadores so sistematicamente comparados

    com dois conjuntos de referncia regies capitais e regies perifricas e ainda com as respectivas

    mdias ao nvel da Unio Europeia e de Portugal. Estes vrios nveis de comparao permitem uma

    avaliao multidimensional e, por isso mais, rica e rigorosa, do posicionamento relativo da Regio de

    Lisboa e Vale do Tejo no espao europeu.

    Finalmente, na terceira seco identificam-se, tendo por base os resultados das anlises comparativas

    anteriormente efectuadas, algumas metas a que a RLVT dever aspirar no seu futuro prximo.

  • B

    A REGIO DE LISBOA E VALE DO TEJO NO CONTEXTO DAS REGIES

    DA EUROPA DOS 27:

    UMA TIPOLOGIA

  • B.1 - A EUROPA DAS REGIES E O ALARGAMENTO A LESTE

    13

    O alargamento a leste da Unio Europeia torna o espao comunitrio simultaneamente mais heterogneo

    e assimtrico. Por um lado, haver maior diversidade nos mais diversos domnios, da cultura religio ou

    aos sistemas institucionais. Por outro lado, as disparidades de riqueza, qualidade de vida e bem-estar

    tendero, inevitavelmente, a agravar-se.

    Simultaneamente, a mobilidade intra-europeia ser mais fcil, pelo que o velho continente ser mais

    interactivo e, por isso, mais pequeno.

    Finalmente, o reforo da Europa, como comunidade imaginada, tender a aproximar os europeus em

    torno de um nmero crescente de causas e reptos colectivos.

    A intensificao dos processos de segmentao e de co-evoluo no seio do espao europeu torna-se,

    por isso, inevitvel, condicionando de forma decisiva o futuro das pessoas, organizaes, regies e

    pases.

    Neste contexto, importa entender e acompanhar o modo como a Regio de Lisboa e Vale do Tejo se

    posiciona face ao conjunto das regies dos 27 pases que iro brevemente partilhar o grande clube

    comunitrio. Tendo em vista este objectivo, a anlise que se segue define uma tipologia das regies da

    Europa dos 27 e procura identificar o lugar ocupado pela RLVT no seio deste universo.

  • B.2 METODOLOGIA DE ANLISE

    14

    A partir da informao regional do Eurostat, construiu-se uma base de dados para o nvel espacial 4 (NUT

    II) das regies da Europa dos 27.

    A informao disponvel permitiu considerar 25 indicadores, organizados em 6 blocos analticos:

    demografia; instruo; mercado de emprego; estrutura do emprego; riqueza e inovao (Quadro 1). Para

    cada um destes indicadores, consideraram-se 5 categorias de respostas, sequencialmente definidas a

    partir das respectivas mdias. Essas categorias encontram-se graficamente assinaladas por uma escala

    em que os resultados acima da mdia esto representados pelo smbolo + (muitssimo superior: +++;

    bastante superior: ++; ou superior: +); as que se situam abaixo da mdia pelo smbolo (bastante

    inferior: - -; ou inferior: -) e, finalmente, os valores em torno da mdia pelo smbolo =.

    A partir da matriz 25 indicadores (desdobrados em 5 categorias) x 266 regies, efectuou-se uma anlise

    de correspondncias mltiplas, seguida de uma classificao tipolgica dos indivduos (regies) em

    classes relativamente homogneas.

    A descrio do perfil-tipo de cada uma das classes efectuada tendo como referncia as categorias

    sobre-representadas em cada caso face ocorrncia no universo considerado. Com esse objectivo,

    retiveram-se as categorias que correspondem s trs situaes seguintes:

    - categorias presentes em mais de 2/3 das regies da classe e que tm ndices de sobre-

    representao1 superiores a 2: permitem identificar caractersticas muito predominantes;

    - categorias presentes entre metade e 2/3 das regies da classe e que tm ndices de sobre-

    representao superiores a 3: permitem identificar caractersticas predominantes;

    - categorias presentes num nmero significativo embora no maioritrio (entre 1/3 e metade) de

    regies da classe mas que tm ndices de sobre-representao bastante elevados (superiores a

    4,5): permitem identificar caractersticas distintivas, isto , caractersticas relativamente pouco

    expressivas no conjunto dos universos em anlise, mas muito concentradas nestas classes.

    1 Grau de sobre-representao de uma categoria: diferena entre o valor da ocorrncia no grupo e o valor da ocorrncia no universo ponderado pelo nmero global de indivduos (regies)

  • B.2 METODOLOGIA DE ANLISE

    15

    Quadro 1 Indicadores considerados

    BLOCOS

    ANALTICOS INDICADORES ESCALES CONSIDERADOS

    Demografia

    . Densidade populacional (UE27=113,3 hab / km2)

    . % populao 64 anos (UE27=15,6%)

    >2000 (+++); 500-2000 (++); 200-500 (+); 100-200 (=); 20 (++); 18-20 (+); 16-18 (=); 14-16 (-); 70 (++); 68-70 (+); 66-68 (=); 64-66 (-); 19 (++); 17-19 (+); 15-17 (=); 13-15 (-); 60 (++); 40-60 (+); 25-40 (=); 15-25 (-); 70 (++); 60-70 (+); 40-60 (=); 30-40 (-); 30 (++); 25-30 (+); 15-25 (=); 10-15 (-); 20 (+++); 15-20 (++); 10-15 (+); 5-10 (=); 20 (+++); 15-20 (++); 10-15 (+); 5-10 (=); 60 (++); 50-60 (+); 40-50 (=); 30-40 (-); 20 (++); 12,5-20 (+); 7,5-12,5 (=); 5-7,5 (-); 40 (++); 25-40 (+); 15-25 (=); 10-15 (-); 75 (++); 65-75 (+); 60-65 (=); 50-60 (-); 70 (++); 60-70 (+); 50-60 (=); 40-50 (-); 80 (++); 75-80 (+); 65-75 (=); 55-65 (-); 4 (++); 2-4 (+); -2-+2 (=); -2- -4 (-); 30 (++); 20-30 (+); 10-20 (=); 5-10 (-); 40 (++); 35-40 (+); 25-35 (=); 20-25 (-); 80 (++); 70-80 (+); 60-70 (=); 50-60 (-);

  • B.3 RESULTADOS

    16

    a) Anlise global

    A tipologia construda permitiu identificar 9 classes principais de regies, referenciadas de A a I no

    dendrograma da Figura 1.

    Figura 1 Tipologia das regies da Unio Europeia dos 27

    Uma leitura descendente do dendrograma permite verificar o modo como esses 9 grupos se posicionam

    entre si:

    a um nvel mais geral, as vrias classes agregam-se em dois grandes grupos: o Grupo I, que engloba 6 classes (de A a F), inclui as regies com nveis e dinmicas de desenvolvimento

    idnticos ou mais favorveis que a mdia comunitria; pelo contrrio, no Grupo II, encontram-

    -se as classes (G, H e I) que renem as regies com resultados claramente inferiores mdia;

    no interior de cada um destes dois grupos, as classes dispem-se, grosso modo, de forma sequencial: quanto mais direita se posicionam no dendrograma, mais negativa a sua

    situao;

    Grupo I Grupo II

    A B C D E F G H I (EU 27) (RLVT) (PORT)

  • B.3 RESULTADOS

    17

    a classe D integra as regies com um perfil mais prximo da mdia comunitria (UE15 e UE27), pelo que as classes sua esquerda (C, B e, sobretudo, A) correspondem s regies

    europeias em situao mais favorvel, enquanto que as classes mais prximas (E e F)

    incluem regies com resultados no muito inferiores mdia e, finalmente, as classes

    restantes (G, H e, sobretudo, I) agregam as regies mais problemticas;

    a ttulo ilustrativo, registe-se que a Regio de Lisboa e Vale do Tejo faz parte da classe E, enquanto que o conjunto do Pas, assim como todas as outras regies NUT II portuguesas, se

    integram na classe G, isto , o conjunto em situao menos desfavorvel (tipicamente, as

    actuais regies de Objectivo 1) do Grupo mais problemtico.

    A identificao do perfil-tipo de cada uma das 9 classes permite estabelecer a seguinte classificao e

    est representada no seguinte mapa (ver Figura 2):

    Classe A Regies-Motor

    Classe B Regies Prsperas

    Classe C Regies Laboriosas

    Classe D Regies Intermdias Consolidadas

    Classe E Regies Intermdias em Consolidao

    Classe F Regies Intermdias em Reestruturao

    Classe G Regies Perifricas de Baixa Densidade

    Classe H Regies em Crise

    Classe I Regies Pobres

  • B.3 RESULTADOS

    18

    Tipologia das Regies da Europa dos 27

    Regies Motor

    Regies LaboriosasRegies Intermdias ConsolidadasRegies Intermdias em ConsolidaoRegies Intermdias em ReestruturaoRegies Perifricas de Baixa DensidadeRegies em CriseRegies Pobres

    Regies Prsperas

    N

    Figura 2 Mapa da Tipologia das regies da UE27

  • B.3 RESULTADOS

    19

    Apresentemos, brevemente, cada uma destas classes:

    Classe A: Regies-Motor Esta classe inclui 12 regies de natureza urbana, a maioria com o estatuto de capital nacional,

    caracterizadas, essencialmente, por valores de PNB per capita muito superiores mdia europeia e com

    uma trajectria divergente de sentido positivo no perodo 1998-2000.

    Regies includas nesta classe:

    Oberbayern (Munique), Bremen, Hamburgo e Darmstadt Alemanha; Viena ustria; Bruxelas Blgica;

    Ile de France (Paris) Frana; Luxemburgo; Utrecht Holanda; Uusimaa (Helsnquia) Finlndia;

    Londres Reino Unido; e Estocolmo Sucia.

    Quadro 2

    Classe A: Perfil-tipo

    CLASSE A (12 REGIES;

    4,51 %)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % populao 15-64 anos: +

    Instruo Nveis elev. instr. pop. 25-29 anos: + + Mercado de

    trabalho

    Emprego Emprego agricultura 2001: -

    Riqueza

    PNB/cap EU15 2000: + + PNB /cap EU15 evol. 98-00: + + PNB /cap EU25 2000: + + PNB/cap EU15 1995: + +

    Inovao

  • B.3 RESULTADOS

    20

    Classe B: Regies Prsperas

    As 22 regies que integram esta classe destacam-se por conciliar valores de PNB per capita superiores

    mdia, com dinmicas de mercado de trabalho particularmente positivas, visveis atravs da ocorrncia

    de taxas de desemprego muito baixas, em especial no que diz respeito aos jovens e ao sexo feminino.

    Regies includas nesta classe:

    Destaca-se um conjunto mais ou menos contguo de regies distribudas pela Alemanha, norte de Itlia e

    oeste da ustria, e ainda algumas reas da Blgica (Anturpia e Vlaams Brabant, a regio que inclui

    Bruxelas, excepto o centro da cidade), Holanda (Groningen), Irlanda (regio que engloba Dublin) e

    Repblica Checa (Praga).

    Quadro 3 Classe B: Perfil-tipo

    CLASSE B

    (22 REGIES; 8,27%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia Instruo

    Mercado de trabalho

    Evol. taxa desemp. 91-01: = T. desemprego 2001: - T. desemprego 1991: - T. desemprego jovens 2001: - -

    T. empr. masc. 15-64 anos 2001: +

    T. desemprego feminina 2001: - - T. emprego 15-64 anos 2001: +

    Emprego Emprego aqricultura 2001: -

    Riqueza

    PNB/cap EU15 2000: + PNB /cap EU15 evol. 98-00: + PNB/cap EU15 1995: + PNB /cap EU25 2000: + PNB /cap EU15 evol. 95-00: =

    Inovao

  • B.3 RESULTADOS

    21

    Classe C: Regies Laboriosas

    Esta classe engloba regies demograficamente jovens e densas, com um mercado de trabalho dinmico

    (elevadas taxas de emprego e reduzidas taxas de desemprego), sobretudo no domnio dos servios e

    nveis mdios de riqueza.

    Regies includas nesta classe:

    Maioria das regies da Holanda e do Reino Unido, e ainda algumas reas dos pases escandinavos.

    Quadro 4 Classe C: Perfil-tipo

    CLASSE C

    (36 REGIES; 13,53 %)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % pop. < 15 anos: + Densidade populacional: +

    Instruo Nveis mdios instr. pop. 25-29 anos: =

    Mercado de trabalho

    T. desemprego feminina 2001: - - T. emp. masc 15-64 anos 2001: + + T. desemprego 2001: - Evol. taxa desemp. 91-01: - T. empr. fem. 15-64 anos 2001: + T. desemprego jovens 2001: - - T. desemprego 1991: -

    Des. longa durao 2001: - -

    T. empr. masc. 15-64 anos 2001: + +

    Emprego Emprego agricultura 2001: - Emprego servios 2001: +

    Riqueza PNB/cap EU15 1995: =

    PNB/cap EU15 2000: = PNB /cap EU15 evol. 98-00: =

    Inovao Patentes 1998-2000: =

  • B.3 RESULTADOS

    22

    Classe D: Regies Intermdias Consolidadas

    O perfil-tipo desta classe reproduz, com grande fidelidade, os valores mdios do universo em anlise.

    Regies includas nesta classe:

    Primeira coroa perifrica ao ncleo central do espao europeu: i) a sul, a esmagadora maioria das regies

    francesas, o centro de Itlia, as reas mais desenvolvidas de Espanha (regies do Nordeste, Madrid,

    Catalunha, Baleares) e ainda, as pequenas ilhas de Chipre e Malta; ii) a norte, um nmero muito

    significativo de regies inglesas, a parte oeste da Irlanda e alguns casos pontuais da Alemanha, Blgica,

    ustria e Finlndia; iii) a leste, a regio de Kozep-Magyaroroszg (Budapeste) Hungria.

    Quadro 5 Classe D: Perfil-tipo

    CLASSE D

    (49 REGIES; 18,05%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % populao 15-64 anos: -

    Instruo Nveis md. instr. pop. 25-29 anos: = Nveis elev instr. pop. 25-29 anos: =

    Mercado de trabalho

    T. desemprego 2001: = T. empr. masc. 15-64 anos 2001: =

    T. empr. femin. 15-64 anos 2001: =

    T. desemprego jovem 2001: = T. desemprego feminina 2001: = T. emprego 15-64 anos 2001: =

    Taxa desemprego 1991: + Des. longa durao 2001: -

    Emprego Emprego indstria 2001: = Empr. servios 2001: =

    Riqueza PNB/cap EU15 evol. 95-00: = PNB /cap EU25 2000: = PNB /cap EU15 evol. 98-00: -

    Inovao Patentes 1998-2000: =

  • B.3 RESULTADOS

    23

    Classe E: Regies Intermdias em Consolidao

    Revelando um perfil-tipo bastante prximo da mdia, esta classe destaca-se pelas dinmicas do mercado

    de trabalho: elevada taxa de emprego da populao em idade activa em 2001, mas agravamento da taxa

    de desemprego entre 1991 e 2001.

    Regies includas nesta classe:

    Ncleo central de incidncia no arco Blgica flamenga Alemanha ustria, grande parte da Sucia

    rural e algumas regies dispersas por vrios pases, com destaque para duas capitais de localizao

    perifrica, Lisboa e Bratislava (Eslovquia).

    Quadro 6 Classe E: Perfil-tipo

    CLASSE E

    (36 REGIES; 14,29%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % populao 15-64 anos: = % populao < 15 anos: =

    Instruo

    Nveis baixos instr. pop. 25-29 anos: =

    Nveis mdios instr. pop. 25-29 anos: + Nveis elevados instr. pop. 25-29 anos: =

    Mercado de trabalho

    T. emprego 15-64 anos 2001: + T. empr. masc. 15-64 anos 2001: =

    Evol. taxa desemp. 91-01: + T. desemprego 2001: = T. desemprego jovens 2001: - -

    Emprego Emprego aqricultura 2001: -

    Riqueza PNB /cap EU15 evol. 98-00: = PNB /cap EU25 2000: = PNB/cap EU15 1995: =

    PNB /cap EU25 2000: =

    Inovao

  • B.3 RESULTADOS

    24

    Classe F: Regies Intermdias em Reestruturao

    As regies integradas nesta classe revelam nveis de riqueza abaixo da mdia e uma populao em

    idade activa considervel e relativamente instruda, mas a sofrer as consequncias de processos de

    reestruturao produtiva tpicos de reas com uma forte tradio industrial (aumento de desemprego,

    nomeadamente de longa durao).

    Regies includas nesta classe:

    Regies da antiga Repblica Democrtica Alem, da Repblica Checa e da Eslovnia; regies que

    incluem as capitais de dois outros pases de leste: Mazowieckie/Varsvia Polnia e Bucareste

    Romnia; e ainda, Nyugat-Dunntl, a regio onde se localiza a 2 cidade da Hungria, Gyor.

    Quadro 7 Classe F: Perfil-tipo

    CLASSE F

    (21 REGIES; 7,89%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % populao 15-64 anos: +

    % populao 15-64 anos: + + % populao > 64 anos: -

    Instruo

    Nveis baixos instr. pop. 25-29 anos: - - Nveis mdios instr. pop. 25-29 anos: +

    Mercado de trabalho

    T. empr. fem. 15-64 anos 2001: = T. desemprego jovens 2001: =

    Des. longa durao 2001: + T. desemprego feminina 2001: +

    Evol. taxa desemp. 91-01: + +

    Emprego Emprego indstria 2001: + +

    Riqueza

    PNB /cap EU25 2000: - PNB/cap EU15 1995: - PNB /cap EU15 evol. 98-00: - PNB /cap EU25 2000: -

    Inovao

  • B.3 RESULTADOS

    25

    Classe G: Regies Perifricas de Baixa Densidade

    Esta classe engloba regies com as caractersticas tpicas das zonas perifricas (rurais) de baixa

    densidade: pobreza relativa e ausncia de capacidade de inovao tecnolgica, num contexto

    globalmente marcado por baixos nveis de instruo, avano do desemprego (em particular de jovens e

    mulheres) e envelhecimento demogrfico. As regies desta classe, assim como as das que se seguem,

    encontram-se maioritariamente em processos de divergncia face mdia europeia, conforme se pode

    confirmar pelo agravamento relativo do PNB per capita (UE15=100) entre 1998 e 2000.

    Regies includas nesta classe:

    Periferia europeia sul (excepto 3 regies da Blgica e uma da Finlndia), com particular incidncia na

    Grcia (todas as regies), Portugal ( excepo da RLVT) e Espanha (reas do Noroeste, Centro e Sul),

    mas incluindo ainda algumas regies mediterrneas da Frana e da Itlia.

    Quadro 8 Classe G: Perfil-tipo

    CLASSE G

    (39 REGIES;

    14,66%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia Densidade populacional: - % populao > 64 anos: + +

    Instruo

    Nveis mdios instr. pop. 25-29 anos: - - Nveis baixos instr. pop. 25-29 anos: +

    Nveis baixos instr. pop. 25-29 anos: + +

    Mercado de trabalho

    T. desemprego jovens 2001: + T. desemprego 2001: + T. emprego 15-64 anos 2001: -

    T. empr. fem. 15-64 anos 2001: - - T. empr. fem. 15-64 anos 2001: - T. desemprego femin. 2001: +

    Emprego Emprego agricultura 2001: +

    Riqueza

    PNB/cap EU15 2000: - PNB /cap EU15 evol. 98-00: - PNB /cap EU25 2000: - PNB/cap EU15 1995: -

    Inovao Patentes 1998-2000: -

  • B.3 RESULTADOS

    26

    Classe H: Regies em Crise

    Encontram-se includas nesta classe regies cujos mercados de trabalho se encontram em profunda

    crise, algumas h mais de uma dcada, com traduo evidente nas elevadas taxas de desemprego que

    aqui se verificam. A ausncia de capacidade tecnolgica e a inexistncia de uma base industrial mnima

    contribuem, entre outros factores, para a ocorrncia destes resultados preocupantes.

    Regies includas nesta classe:

    Sul da Itlia (englobando a Siclia e a Sardenha) e ainda territrios extra-europeus, tanto de Espanha

    (Ceuta-Melilha), com de Frana (Departamentos de alm-mar Guadalupe, Martinica, Guiana e

    Reunio).

    Quadro 9 Classe H: Perfil-tipo

    CLASSE H

    (11 REGIES; 4,14%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia Instruo

    Mercado de trabalho

    T. emprego 15-64 anos 2001: - - T. desemprego femin. 2001: + + T. empr. fem. 15-64 anos 2001: - - T. desemprego 2001: + + T. desemprego jovens 2001: + +

    Des. longa durao 2001: + + T. emp. masc 15-64 anos 2001: -

    T. desemprego 1991: + +

    Emprego Emprego indstria 2001:- -

    Riqueza

    PNB /cap EU25 2000: - PNB/cap EU15 2000: - PNB/cap EU15 1995: - PNB /cap EU15 evol. 98-00: - PNB /cap EU15 evol. 95-00: =

    Inovao Patentes 1998-2000: -

  • B.3 RESULTADOS

    27

    Classe I: Regies Pobres

    As 39 regies englobadas nesta ltima classe correspondem s reas europeias de maior pobreza. Os

    baixssimos nveis de PNB per capita e a reduzida capacidade de criao de emprego no deixam de se

    relacionar com o predomnio de estruturas econmicas marcadas por uma presena muito dbil das

    actividades tercirias.

    Regies includas nesta classe:

    Maior parte dos novos candidatos a pases-membros da Unio Europeia: todas as regies da Bulgria,

    Estnia, Letnia, Litunia; todas, excepto as respectivas capitais, no caso da Eslovquia, Polnia e

    Romnia; todas excepto as regies que englobam as duas principais aglomeraes urbanas, Budapeste

    e Gyor, no caso da Hungria.

    Quadro 10 Classe I: Perfil-tipo

    CLASSE I

    (39 REGIES; 14,66%)

    CARACTERSTICAS MUITO PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS PREDOMINANTES

    CARACTERSTICAS DISTINTIVAS

    Demografia % populao 15-64 anos: + Densidade populacional: - % populao > 64 anos: - -

    Instruo Nveis elev. instr. pop. 25-29 anos: -

    Mercado de trabalho

    T. emp. masc 15-64 anos 2001: - T. empr. fem. 15-64 anos 2001: - T. emprego 15-64 anos 2001: -

    T. desemprego jovens 2001: + +

    Emprego Emprego servios 2001: - Emprego servios 2001: - -

    Riqueza

    PNB/cap EU15 1995: - - PNB /cap EU15 evol. 98-00: - - PNB/cap EU15 2000: - - PNB /cap EU25 2000: - -

    Inovao

    A tipologia apresentada permite salientar quatro aspectos cruciais da geografia europeia do

    desenvolvimento regional:

    - o predomnio de um padro territorial de tipo centro-periferia, em que a rea central coincide

    grosso modo com o pentgono Londres Paris Milo Munique Hamburgo;

    - a persistncia da tradicional clivagem existente entre as periferias norte, sul e leste;

    - a importncia do efeito nacional;

  • B.3 RESULTADOS

    28

    - o destaque positivo, nos pases mais perifricos, das regies que possuem uma forte base

    urbana (capitais nacionais e, secundariamente, cidades de maior dimenso) e/ou regies que

    reestruturaram precocemente uma base produtiva tradicionalmente industrial.

    b) A RLVT face diversidade regional da Europa

    No Quadro 11 pode ver-se a distribuio das 266 regies europeias pelas 9 classes identificadas na

    tipologia anteriormente apresentada. As classes D (Regies intermdias consolidadas) e E (Regies

    intermdias em consolidao) so as mais heterogneas, incluindo regies com trajectrias de

    desenvolvimento bastante distintas: antigas reas industriais, que h muito procederam reestruturao

    da base econmica tradicional; reas rurais, cujo actual elevado nvel de vida se deve, em boa medida,

    manuteno de quadros de vida qualificados do ponto de vista ambiental e patrimonial; regies urbano-

    metropolitanas de localizao perifrica, face ao centro do espao europeu.

    Quadro 11 Distribuio das regies pelas vrias classes

    Pases

    A Regies motor

    B Regies

    prsperas

    C Regies

    laboriosas

    D Regies interm.

    consolid.

    E R.interm.

    em consol.

    F R.interm.

    em reest.

    G R.perif. baixa

    densid.

    H Regies

    em crise

    I Regies pobres TOTAL

    Alemanha 4 6 1 19 10 40 ustria 1 3 1 4 9 Blgica 1 2 2 3 3 11 Dinamarca 1 1 Espanha 6 11 1 18 Finlndia 1 1 2 1 1 6 Frana 1 17 1 3 4 26 Grcia 13 13 Holanda 1 1 10 12 Irlanda 1 1 2 Itlia 8 4 2 6 20 Luxemburgo 1 1 Portugal 1 6 7 Reino Unido 1 23 11 2 37 Sucia 1 1 6 8 Bulgria 6 6 Chipre 1 1 Eslovquia 1 3 4 Eslovnia 1 1 Estnia 1 1 Hungria 1 1 5 7 Letnia 1 1 Litunia 1 1 Malta 1 1 Polnia 1 15 16 Rep. Checa 1 7 8 Romnia 1 7 8

    TOTAL 12

    (4.51%) 22

    (8.27%) 36

    (13.53%) 48

    (18.49%) 38

    (14.29%) 21

    (7.89%) 39

    (14.66%) 11

    (4.14%) 39

    (14.66%) 266

    (100.00%)

  • B.3 RESULTADOS

    29

    No caso da classe E, em que a Regio de Lisboa e Vale do Tejo se integra, as regies de Alscia

    (Frana), Cumbria (Reino Unido) e Bratislava (Eslovquia) ilustram as trs situaes identificadas no

    pargrafo anterior. Esta diversidade interna na mesma classe significa que, de um ponto de vista de

    posicionamento estratgico internacional e de benchmarking, as referncias mais significativas para a

    RLVT no sero muitas das regies tambm includas na classe E, mas sim regies litorais e/ou

    aglomeraes metropolitanas de localizao perifrica includas nas classes contguas, tanto superiores

    (D e C) como imediatamente inferior (F). Assim, parece particularmente relevante estabelecer

    comparaes directas com as seguintes regies:

    Classe C: Regies laboriosas

    Dinamarca (constitui uma nica regio); Noord Holland (Amsterdam) Holanda; Gloucestershire (engloba

    Bristol) Reino Unido.

    Classe D: Regies intermdias consolidadas

    Madrid e Catalunha (Barcelona) Espanha; Provence-Alpes-Cte dAzur (Marselha) e Aquitaine

    (Bordus) Frana; Umbria (Perugia) e Marche (Ancona) Itlia; Greater Manchester, West Midlands

    (Birmingham) e West Wales (Cardiff) Reino Unido; Kozep-Magyarorszg (Budapest) Hungria.

    Classe E: Regies intermdias em consolidao

    Hannover Alemanha; Vstsverige (Gotemburgo) Sucia; South Western Scotland (Glasgow) Reino

    Unido; Bratislava Eslovquia.

    Classe F: Regies intermdias em reestruturao

    Nyugat-Dunantul (Gyor) Hungria; Bucareste Romnia; Mazowieckie (Varsvia) Polnia; Eslovnia

    (constitui uma nica regio).

    A este conjunto parece ainda aconselhvel adicionar duas regies que incluem capitais nacionais de

    localizao perifrica integradas na classe B: Southern and Eastern Ireland (Dublin) Irlanda; Praga

    Repblica Checa.

  • B.3 RESULTADOS

    30

    A listagem acima indicada permite sublinhar o facto de, no contexto da periferia europeia oeste, sul e

    leste, existirem as seguintes regies (cidades) numa posio mais favorvel que a Regio de Lisboa e

    Vale do Tejo:

    Vrias regies da fachada atlntica que contm cidades mdias, com destaque para Bristol, Manchester, Birmingham e Cardiff Reino Unido e Bordus - Frana;

    Vrias regies da fachada mediterrnea que contm cidades mdias, com destaque para Barcelona - Espanha e Marselha - Frana;

    Quatro regies de pases perifricos que englobam as respectivos capitais nacionais: Dublin Irlanda, Madrid Espanha, Praga Repblica Checa e Budapeste Hungria.

    A este conjunto de regies (cidades), cuja evoluo a RLVT dever vigiar de perto, juntam-se ainda as

    regies (cidades) das classes E e F que venham a revelar uma trajectria positiva de desenvolvimento,

    nomeadamente as que se localizam em pases do leste europeu (Bratislava, Lubliana e Varsvia, por

    exemplo).

    Na Figura 3 apresenta-se o perfil da RLVT face mdia da Europa dos 25. Conforme se torna patente, a

    regio apresenta uma situao particularmente vulnervel nos domnios da inovao e da instruo da

    populao em idade activa.

    Figura 3

    Perfil da RLVT face UE 25

    -100,0 -50,0 0,0 50,0 100,0 150,0 Densidade populacionalEducao baixa (pop. 25-59 anos)Taxa de emprego feminina 15-64 anos 2001Taxa de emprego 15-64 anos 2001PNB/cap eu15 98-00Taxa de emprego masculina 15-64 anos 2001Pop. >64 anos

    SERVIOS emprego 2001Pop. 15-64 anosPNB/cap eu15 1995PNB/cap eu25 2000PNB/cap eu15 2000INDUSTRIA emprego 2001Pop.

  • B NDICE DE FIGURAS

    31

    Quadro n. Designao Pg

    1 Indicadores considerados 15

    2 Classe A: Perfil-tipo das Regies Motor 19

    3 Classe B: Perfil-tipo das Regies Prsperas 20

    4 Classe C: Perfil-tipo das Regies Laboriosas 21

    5 Classe D: Perfil-tipo das Regies Intermdias Consolidadas 22

    6 Classe E: Perfil-tipo das Regies Intermdias em Consolidao 23

    7 Classe F: Perfil-tipo das Regies Intermdias em Reestruturao 24

    8 Classe G: Perfil-tipo das Regies Perifricas de Baixa Densidade 25

    9 Classe H: Perfil-tipo das Regies em Crise 26

    10 Classe I: Perfil-tipo das Regies Pobres 27

    11 Distribuio das regies pelas vrias classes 28

    Figura n. Designao Pg

    1 Tipologia das regies da Unio Europeia dos 27 16

    2 Mapa da Tipologia das regies da EU 27 18

    3 Perfil da RLVT face EU 25 30

  • C

    MONITORIZAO DA REGIO DE LISBOA E VALE DO TEJO:

    UMA VISO A PARTIR DA EUROPA ALARGADA DAS REGIES

  • C.1

    DOIS INDICADORES CHAVE DE ENQUADRAMENTO:

    PIB e EDUCAO

  • C.1.1 PIB per CAPITA

    37

    A anlise comparativa da competitividade da Regio de Lisboa e Vale do Tejo face s regies europeias

    seleccionadas deve, quando analisada de acordo com uma ptica de resultado, recorrer utilizao de

    um dos indicadores que melhor traduz o nvel de vida das regies (o PIB per capita).

    A Regio de Lisboa e Vale do Tejo apresentava em 2000 um nvel de PIB per capita que, apesar de

    superior mdia nacional, ficava bastante aqum da mdia da UE. De facto, no contexto das regies

    capitais, a RLVT ocupa uma posio intermdia, sendo o seu nvel aproximado a algumas regies da

    Europa de Leste, como Bratislava (Figura1), e a algumas regies perifricas (Figura 2).

    Figura 1

    Diferena do PIB per capita nas regies capitais face UE15 (1995/2000)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    -100

    -50

    0

    50

    100

    150

    Reg.

    Bru

    xelle

    s-Ca

    p. B

    EL

    Luxe

    mbo

    urg

    LUX

    ?le

    de F

    ranc

    e FR

    A

    Sto

    ckho

    lm S

    WE

    Lon

    don

    UK

    Uusim

    aa F

    IN

    Sout

    hern

    and

    Eas

    tern

    IRL

    Prah

    a CH

    E

    Danm

    ark

    DEN

    Lazio

    ITA

    Com

    unid

    ad d

    e M

    adrid

    Noor

    d-Ne

    derla

    nd N

    ED

    Brat

    islav

    sk?

    SVK

    Berli

    n G

    ER

    Lisb

    oa e

    Val

    e do

    Tej

    o PO

    R

    Attik

    i GRE

    Kypr

    os C

    HI

    Kz

    p-M

    agya

    rors

    zg

    HUN

    Portu

    gal P

    OR

    Slov

    enija

    SLO

    Maz

    owie

    ckie

    PO

    LM

    alta

    MAL

    Buca

    rest

    e RO

    M

    Eest

    i EST

    Liet

    uva

    LIT

    Yugo

    zapa

    den

    BUL

    Latv

    ija L

    ET

    1995 2000

    Wie

    n AU

    S

  • C.1.1 PIB per CAPITA

    38

    Figura 2 Diferena do PIB per capita nas regies perifricas face UE 15 (1995/2000)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    Apesar de a Regio de Lisboa e Vale do Tejo apresentar um diferencial positivo face mdia nacional, a

    verdade, que quando comparada com outras regies capitais europeias, o destaque assumido pela

    Regio de Lisboa e Vale do Tejo bastante mais tnue. Isto deve-se ao facto de o grau de afastamento

    do PIB per capita regional, face respectiva mdia nacional, se encontrar entre os menos significativos.

    -30

    -20

    -10

    0

    10

    VstsverigeSWE

    CataluaSPA

    Lisboa e Valedo Tejo POR

    Provence-Alpes-Cted'Azur FRA

    AquitaineFRA

    GreaterManchester

    UK

    Leipzig GER

    1995 2000

  • C.1.1 PIB per CAPITA

    39

    Figura 3 PIB per capita Diferenas das regies capitais face s mdias nacionais (1995/2000)

    -20

    0

    20

    40

    60

    80

    100

    120

    140

    Prah

    a CH

    E

    Brat

    islav

    sk

    SVK

    Bucu

    rest

    i RO

    M

    Reg.

    Bru

    xelle

    s-Ca

    p. B

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    ance

    FRA

    Kz

    p-M

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    rors

    zg

    HUN

    Maz

    owie

    ckie

    PO

    L

    Lon

    don

    UK

    Sto

    ckho

    lm S

    WE

    Uusim

    aa F

    IN

    Wie

    n AU

    S

    Com

    unid

    ad d

    e M

    adrid

    Lisb

    oa e

    Val

    e do

    Tej

    o PO

    R

    Yugo

    zapa

    den

    BUL

    Attik

    i GRE

    Lazio

    ITA

    Sout

    hern

    and

    Eas

    tern

    IRL

    Noor

    d-Ne

    derla

    nd N

    ED

    Berli

    n G

    ER

    1995 2000

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.1.2 EDUCAO

    40

    ao nvel da qualificao dos Recursos Humanos que a Regio de Lisboa e Vale do Tejo se demarca

    mais pela negativa, no se aproximando de qualquer capital europeia e no havendo mesmo qualquer

    comparabilidade com as outras regies no metropolitanas. A comparao ainda mais alarmante

    quando confrontada com outras regies semelhantes e no capitais, ou mesmo com os pases do actual

    alargamento europeu.

    Possuindo acima de 2/3 da populao com o mais baixo nvel de escolaridade e pouco mais de 10% da

    populao com o nvel 3 de escolaridade, o Pas e a Regio demarcam-se claramente do conjunto de

    capitais e regies europeias. A comparao pode ser realizada, sobretudo, com os pases da Europa do

    Sul Espanha, Grcia e Itlia que apesar de registarem melhores indicadores que a RLVT,

    manifestam tambm uma grande distncia em relao ao conjunto europeu.

    A comparao faz ainda ressaltar os pases de leste, que no apresentando nveis muito elevados de

    escolaridade superior, tm, no entanto, uma escolarizao mdia muito significativa.

    a) Os nveis de instruo

    Portugal apresenta-se como o pas com o nvel de instruo mais baixo entre os pases europeus

    considerados neste estudo, detendo quase 80% de populao com o nvel inferior de escolaridade. Os

    pases com maior proximidade, esto, ainda assim, muito longe dos valores portugueses, como o caso

    da Espanha (57,6%) e da Grcia (44,6%). Torna-se, pois, evidente, que a populao com o nvel mais

    elevado de escolaridade reduzida. Portugal detm 9% de populao com nvel 3 de escolaridade, a

    Grcia 18,5% e a Espanha quase atinge trs vezes o nvel de Portugal com 25%. de salientar que os

    novos pases da adeso, se nem sempre reflectem fortes percentagens no nvel 3 de escolarizao,

    apresentam, no entanto, nveis mdios muito elevados .

    A RLVT, sendo a regio mais escolarizada do pas, reflecte melhores nveis de instruo, mas, mesmo

    assim, esses nveis esto muito abaixo dos nveis mdios europeus e das regies europeias

    seleccionadas para comparao. O peso relativo da populao de nvel menos escolarizado de 72% e

    o de nvel 3 de 13,3%.

    No grupo mais restrito de regies em anlise, Portugal e a RLVT no tm par no domnio das

    qualificaes da sua populao. As regies que imediatamente se seguem RLVT apresentam nveis

  • C.1.2 EDUCAO

    41

    bem mais elevados (situando-se em 20% da populao com nvel 3 por oposio aos 13% registados

    para a RLVT) e so as regies Aquitania e Provence. As regies com nveis mais elevados neste

    indicador so as capitais: Helsnquia Finlndia e Londres Reino Unido.

    Figura 4 Nveis de instruo da populao entre 25-59 anos, em 2001, por pases (em % do total)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    0 10 20 30 40 50 60 70 80

    LIETUVA

    FINLANDIA

    ESSTI

    BELGICA

    REINO UNIDO

    CHIPRE

    DINAMARCA

    SUCIA

    ESPANHA

    IRLANDA

    HOLANDA

    ALEMANHA

    FRANA

    EU15

    BULGRIA

    LUXEMBURGO

    GRCIA

    LATIVIJA

    AUSTRIA

    ESLOVNIA

    MAGYARORSZAG

    RLVT

    POLNIA

    REPUBLICA CHECA

    ITALIA

    ROMNIA

    PORTUGAL

    NVEL3

    NVEL2

    NVEL1

  • C.1.2 EDUCAO

    42

    Figura 5 Populao com nvel de instruo 3, em 2001, por regies capitais e perifricas (em %)

    FONTE : REGIONS, EUROSTAT, 2002

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    40,8

    40,7

    35,2

    34,4

    34,3

    33,8

    32,6

    30,4

    29,5

    26,7

    26,6

    26,3

    25,7

    25,7

    24,6

    22,6

    21,5

    21,5

    21,3

    20,3

    20,3

    15,5

    13,8

    13,3

    0 5 10 15 20 25 30 35 40 45

    Uusimas-FIN

    Londres

    Rep.Bruxelas-Cap

    Ile-de-France

    Madrid

    Estocolmo

    Berlin

    Yugozapaden-BUL

    Leipzig

    G.Manchester

    South. E Eastern-IRL

    Catalunha

    Praga

    Vastsverige-SUE

    Bratislava

    Attiki

    Kozep-Magyarorszag

    Provence-Alpes-Cte dAzur

    Acquitania

    Bucareste

    Wien

    Mazowieckie

    Lazio

    RLVT

  • C.1.2 EDUCAO

    43

    b) Distncias na educao A comparabilidade da situao da Regio face s mdias europeias e face s mdias nacionais

    apresenta um resultado inverso. De facto, se por um lado, a comparao entre a RLVT e a mdia

    europeia da populao com nvel 3 de instruo, reflecte bem a distncia que separa a Regio da mdia

    da UE 27. Inversamente, face aos baixos nveis de instruo nacionais, a RLVT apresenta uma distncia

    menor face s mdias de outras regies portuguesas.

    Figura 6

    Distncia mdia europeia de populao, em 2001, com nvel 3 de instruo, por regies (EU15 = 100)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    0 50 100 150 200

    EU15

    RLVT

    Lazio

    Mazowieckie

    Wien

    Bucareste

    Noord-Nederland

    Acquitania

    Provence-Alpes-Cte dAzur

    Kozep-Magyarorszag

    Attiki

    Bratislava

    Vastsverige

    Praga

    Catalunha

    Southern and eastern

    MG, Manchester

    Leipzig

    Yugozapaden

    Berlin

    Estocolmo

    Madrid

    Ile-de-France

    Rep,Bruxelas-Cap

    Londres

    Uusimas

  • C.1.2 EDUCAO

    44

    Figura 7 Distncia s mdias nacionais, em 2001, por regies (Pas = 100)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0

    Noord-Nederland

    Acquitania

    Provence-Alpes-Cte dAzur

    Catalunha

    Yugozapaden

    Rep,Bruxelas-Cap

    Leipzig

    Attiki

    Mazow ieckie

    Estocolmo

    Lazio

    Berlin

    RLVT

    Madrid

    Londres

    Ile-de-France

    Praga

    Bratislava

  • C.1.2 EDUCAO

    45

    Figura 8 Populao entre os 25 e 64 anos com nvel 3 de instruo, por NUTS II em Portugal, 2000

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    9

    45

    6

    78

    9

    12

    0

    2

    4

    6

    8

    10

    12

    Portugal Madeira Aores Algarve Norte Centro Alentejo RLVT

  • NDICE DE GRFICOS

    46

    Figura n Designao Pg

    1 Diferena do PIB per capita nas regies capitais face UE15 (1995/2000) 37

    2 Diferena do PIB per capita nas regies perifricas face UE15 (1995/2000) 38

    3 PIB per capita Diferena das regies capitais face s mdias nacionais (1995/2000) 39

    4 Nveis de instruo da populao entre 25-59 anos, em 2001, por pases (em % do

    total) 41

    5 Populao com nvel de instruo 3, em 2001, por regies capitais e perifricas (em %) 42

    6 Distncia mdia europeia de populao, em 2001, com nvel 3 de instruo, por

    regies (EU15 = 100) 43

    7 Distncia s mdias nacionais, em 2001, por regies (pas = 1000) 44

    8 Populao entre os 25 e 64 anos com nvel 3 de instruo, por NUTS II em Portugal,

    2000 45

  • C.2

    DOMNIO TERRITRIO

  • C.2.1 INTRODUO

    49

    A escassez da informao estatstica disponvel ao nvel das NUTS II no permite comparar as regies

    da UE 27, no que se refere aos vrios aspectos considerados no domnio Territrio.

    A primeira dimenso, Ordenamento do Territrio, no pde mesmo ser ilustrada por qualquer indicador

    relevante nas suas vrias sub-dimenses: conservao e preservao ambiental, conservao e

    preservao patrimonial, organizao do territrio.

    Quanto dimenso Condies de Mobilidade e Atraco, ser analisada atravs de dois indicadores

    densidade de auto-estradas e vtimas mortais de acidentes rodovirios que, pela sua natureza, so de

    certo modo transversais s trs sub-dimenses consideradas: acessibilidades, conectividade e

    atractividade.

    Finalmente, a dimenso Qualidade de Vida ser avaliada a partir de trs indicadores: resduos slidos

    urbanos recolhidos per capita; percentagem de resduos slidos urbanos destinados a lixeiras; consumo

    de gua per capita.

    O Anurio Estatstico das Regies de 2002 editado pelo Eurostat inclui, pela primeira vez, um captulo

    especificamente dedicado a questes ambientais, situao que permitiu avaliar com algum significado a

    sub-dimenso qualidade ambiental geral. J as duas restantes sub-dimenses reas rurais e reas

    urbanas - no podero ser avaliadas, apesar de existir naquele documento um captulo sobre questes

    agrcolas e mesmo, pela primeira vez, um outro sobre questes urbanas. O insuficiente grau de

    desagregao espacial da informao disponibilizada no permite, no entanto, que se efectuem

    comparaes ao nvel das NUTS II.

    As anlises comparativas que se seguem encontram-se estruturadas de forma idntica para cada um dos

    indicadores considerados:

    a) Caracterizao geral da relao que se estabelece para o conjunto das regies NUTS II da EU

    27 entre o indicador em causa e indicadores gerais de desenvolvimento;

    b) Posicionamento relativo da RLVT no contexto europeu, nomeadamente em relao s regies

    com capitais nacionais e a um leque de regies perifricas de referncia;

    c) Posicionamento relativo da RLVT face ao pas.

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    50

    a) Densidade de auto-estradas A densidade de auto-estradas (total de km de auto-estrada por km2) geralmente considerada um

    indicador significativo de competitividade e desenvolvimento regional. Tomando como referncia os

    dados de 2000 relativos s 265 regies NUT II da UE 27 (Figuras 1 e 2), verifica-se, na realidade, que

    existe uma estreita associao estatstica deste indicador, tanto com o PIB per capita (ndice de

    correlao r=+0.54), como com os nveis de escolaridade mais elevados da populao adulta com 25 a

    59 anos (r=+0.35).

    Figura 1 Relao entre PIB per capita, em 2000 (UE15=100)

    e densidade de auto-estradas (Km por Km2), em 2000, nas regies da UE 27

    r = 0,54

    PIB per capita

    Densidade de auto-estradas

    r = 0,54r = 0,54

    PIB per capita

    Densidade de auto-estradas

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    De uma forma genrica, a densidade de auto-estradas correlaciona-se fortemente com a urbanizao e,

    sobretudo, com a metropolizao. No admira (Figura 3), por isso, que o valor atingido pela Regio de

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    51

    Lisboa e Vale do Tejo (4,4) seja superior mdia da UE dos 15 (2,7) e mais de trs vezes superior

    mdia nacional (1,6). tambm esta razo que explica que os resultados obtidos nas regies com

    capitais sejam sistematicamente superiores s respectivas mdias nacionais, embora, no cmputo geral,

    o diferencial no seja dos mais significativos no caso da RLVT.

    No contexto das regies de referncia, o valor da RLVT pode ser considerado mdio-elevado, tanto para

    as regies com capitais nacionais, como para as regies de localizao perifrica.

    Figura 2

    Relao entre nvel de escolaridade elevado (% pop. 25-59 anos), em 2001 e densidade de auto-estradas (Km por Km2), em 2000, nas regies da UE 27

    r = 0,35r = 0,35

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    52

    Figura 3 Densidade de auto-estradas (Km por 100 Km2) 2000 nas regies de referncia

    (capitais e perifricas)

    0,2

    0,3

    0,3

    0,6

    0,7

    0,8

    1,1

    1,7

    1,8

    2,2

    2,4

    2,7

    4,4

    6,7

    7,4

    10,4

    11,6

    15,8

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Lazio ITA

    Mazowieckie POL

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Noord-Holland NED

    Berlin GER

    le de France FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Praha CHE

    Comunidad de Madrid SPA

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Wien AUS

    Bratislavsk SVK

    Attiki GRE

    Stockholm SWE

    Bucuresti ROM

    Uusimaa FIN

    Pas = 1

    0,2

    0,3

    0,3

    0,6

    0,7

    0,8

    1,1

    1,7

    1,8

    2,2

    2,4

    2,7

    4,4

    6,7

    7,4

    10,4

    11,6

    15,8

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Lazio ITA

    Mazowieckie POL

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Noord-Holland NED

    Berlin GER

    le de France FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Praha CHE

    Comunidad de Madrid SPA

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Wien AUS

    Bratislavsk SVK

    Attiki GRE

    Stockholm SWE

    Bucuresti ROM

    Uusimaa FIN

    Pas = 1

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,4

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    1,2

    1,2

    1,4

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,4

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,6

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    1,2

    1,2

    1,4

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    1,2

    1,2

    1,6

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Densidade de auto-estradas 2000 (Km por 100 Km2)

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,4

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,4

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    1,2

    1,2

    1,4

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    1,2

    1,2

    1,4

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,4

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    0,0

    0,1

    0,2

    0,2

    0,4

    0,6

    0,6

    1,6

    1,7

    1,7

    2,0

    2,1

    2,2

    2,7

    2,7

    2,7

    3,7

    4,4

    4,4

    4,6

    4,9

    6,0

    6,9

    7,0

    9,8

    10,6

    Latvija LET

    Mazowieckie POL

    Eesti EST

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Buc uresti ROM

    Lietuva LIT

    Portugal POR

    Kzp- Magyarorszg HUN

    Attiki GRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Danmark DEN

    Uusimaa FIN

    EU15

    Lazi o ITA

    Stockholm SWE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord- Holland NED

    Wien AUS

    1,2

    1,2

    1,4

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    1,2

    1,2

    1,6

    2,4

    2,8

    3,9

    4,5

    12,7

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    EU15

    Catalua SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Greater Manchester UK

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Densidade de auto-estradas 2000 (Km por 100 Km2)Densidade de auto-estradas 2000 (Km por 100 Km2)

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    53

    b) Vtimas mortais de acidentes rodovirios O total de acidentes mortais provocados por acidentes rodovirios constitui um indicador directo da

    segurana nas estradas e um indicador indirecto de nveis de desenvolvimento, numa ptica que abarca

    um conjunto diversificado de factores, desde a qualidade da rede viria, cultura de conduo

    prevalecente. Significativamente (Figuras 4, 5 e 6), a incidncia relativa deste tipo de vtimas mortais

    (total de mortes ocorridas at 30 dias aps o acidente por um milho de habitantes) varia na razo

    inversa da densidade de auto-estradas (r = - 0.42), do PIB per capita (r = - 0.41) e dos nveis mais

    elevados de instruo (r = - 0.39).

    Figura 4

    Relao entre mortes por acidentes rodovirios por milho de habitantes, em 1999 e densidade de auto-estradas (Km por Km2) , em 2000, nas regies da UE 27

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    r = -0,42

    Mortes por acidentes rodovirios

    Densidade de auto-estradas

    r = -0,42r = -0,42

    Mortes por acidentes rodovirios

    Densidade de auto-estradas

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    54

    Figura 5

    Relao entre mortes por acidentes rodovirios por milho de habitantes, em 1999 e PIB per capita, em 2000 (UE15=100), nas regies da UE 27

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    r = -0,41

    Mortes por acidentes rodovirios

    PIB per capita

    r = -0,41r = -0,41

    Mortes por acidentes rodovirios

    PIB per capita

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    55

    Figura 6

    Relao entre mortes por acidentes rodovirios por milho de habitantes, em 1999 e nvel de escolaridade elevado (% pop. 25-59 anos), em 2001, nas regies da UE 27

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    r = -0,39

    Nvel de escolaridade elevado (pop. 25-59 anos)

    Mortes por acidentes rodovirios

    r = -0,39

    Nvel de escolaridade elevado (pop. 25-59 anos)

    Mortes por acidentes rodovirios

  • C.2.2 CONDIES DE MOBILIDADE E ATRACO

    56

    A Regio de Lisboa e Vale do Tejo apresenta, em 1999, um valor superior mdia da UE dos 15 (139 vs.

    124), mas bastante inferior mdia nacional (198). Ainda assim, e se tivermos em linha de conta o facto

    de um nmero significativo de regies com capitais revelarem valores bastante inferiores s respectivas

    mdias nacionais (Figura 7), seria de esperar que a RLVT se demarcasse de forma mais positiva do

    resultado obtido ao nvel do conjunto do pas.

    No contexto das regies de referncia, a RLVT ocupa uma posio mdia-elevada, partilhando valores

    idnticos com vrias regies-capitais da Europa de Leste e com regies perifricas da Europa do Sul.

    Considerando a recta de regresso correspondente a cada uma das correlaes acima identificadas,

    verifica-se que o total de vtimas mortais por acidentes rodovirios em 1999 na RLVT ultrapassa o valor

    expectvel para regies com a mesma densidade de auto-estradas e o mesmo PIB per capita, mas

    curiosamente fica aqum dos resultados esperados para regies com a mesma incidncia relativa dos

    graus mais elevados de instruo.

    Figura 7

    Mortes por acidentes rodovirios por milho de habitantes, em 1999, nas regies de referncia

    -2,6

    -2,1

    -1,6

    -1,4

    -1,1

    -1,1

    -0,8

    -0,7

    -0,6

    -0,4

    -0,3

    -0,2

    -0,2

    -0,2

    0,1

    0,1

    0,2

    Wien AUS

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Stockholm SWE

    Comunidad de Madrid SPA

    le de France FRA

    Uusimaa FIN

    Praha CHE

    Attiki GRE

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Lazio ITA

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Noord-Holland NED

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Bratislavsk SVK

    Mazowieckie POL

    Pas = 1

    -2,6

    -2,1

    -1,6

    -1,4

    -1,1

    -1,1

    -0,8

    -0,7

    -0,6

    -0,4

    -0,3

    -0,2

    -0,2

    -0,2

    0,1

    0,1

    0,2

    Wien AUS

    Berlin GER

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Stockholm SWE

    Comunidad de Madrid SPA

    le de France FRA

    Uusimaa FIN

    Praha CHE

    Attiki GRE

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Lazio ITA

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Noord-Holland NED

    Southern and Eastern IRE

    Yugozapaden BUL

    Bratislavsk SVK

    Mazowieckie POL

    Pas = 1

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    235

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Mortes por acidentes rodoviriospor milho de habitantes 1999

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    235

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    198

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    198

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Mortes por acidentes rodoviriospor milho de habitantes 1999

    --

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    235

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    235

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Mortes por acidentes rodoviriospor milho de habitantes 1999

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    235

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    27

    30

    37

    47

    52

    62

    66

    69

    84

    84

    95

    97

    98

    124

    126

    129

    131

    134

    139

    149

    157

    173

    196

    198

    248

    Stockholm SWE

    Berlin GER

    Wien AUS

    Uusimaa FIN

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    Noord-Holland NED

    le de France FRA

    Comunidad de Madrid SPA

    Praha CHE

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Danmark DEN

    Kzp-Magyarorszg HUN

    EU15

    Bratislavsk SVK

    Yugozapaden BUL

    Atti ki GRE

    Luxembourg LUX

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Eesti EST

    Slovenija SLO

    Lietuva LIT

    Mazowieckie POL

    Portugal POR

    Latvija LET

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    34

    65

    112

    124

    137

    140

    150

    192

    198

    Greater Manchester UK

    Vstsverige SWE

    Lei pzig GER

    EU15

    Provence-Alpes -Cte d' Azur FRA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Aquitaine FRA

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    Mortes por acidentes rodoviriospor milho de habitantes 1999

    --

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    57

    a) Resduos slidos recolhidos (autarquias locais) Existe, tendencialmente, uma correlao positiva entre o total de RSU recolhidos per capita e o PIB per

    capita, dado que, quanto mais economicamente afluente uma regio, mais intensa tende a ser a

    produo de lixo. Contudo, as excepes a esta associao so suficientemente numerosas para impedir

    qualquer tentativa de generalizar este tipo de causalidade (Figura 8). Na realidade, factores como o

    comportamento dos cidados, ou a presena significativa de populao temporria (regies tursticas),

    podem alterar de forma relevante a relao acima sublinhada. A prov-lo est o facto de muitas regies

    alems e suecas revelarem ndices relativos de produo de lixo bastante inferiores ao que seria de

    esperar tendo em conta o seu nvel econmico, passando-se justamente o contrrio em vrias regies da

    Europa do Sul e do Leste.

    Figura 8

    Relao entre PIB per capita, em 2000 (UE15=100) e RSU recolhidos per capita (kg), em 1999, nas regies da UE 27

    r = 0,06

    RSU per capita

    PIB per capita

    r = 0,06r = 0,06

    RSU per capita

    PIB per capita

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    58

    Em 1999 foram recolhidos na RLVT perto de 522 kg. de lixo por habitante, um valor cerca de 15%

    superior mdia do Pas (456) e da UE dos 15 (452).

    O valor apresentado pela RLVT pode ser considerado mdio-elevado, quer no contexto das regies-

    capitais, quer nas regies perifricas, retidas para comparao (Figura 9). No primeiro caso, destacam-

    se, com totais particularmente elevados, algumas das metrpoles europeias mais abertas ao exterior,

    como Paris, Bruxelas ou Londres. No segundo caso, o valor elevadssimo de Provence-Alpes-Cte

    dAzur confirma o impacte das actividades tursticas neste domnio. O efeito conjugado destes dois

    factores (metropolizao e internacionalizao) permite prever que, no futuro prximo, a RLVT tender a

    apresentar valores semelhantes aos que actualmente se verificam nas regies que incluem cidades como

    Dublin ou Madrid. Assinale-se, por ltimo, que neste domnio o comportamento da RLVT se demarca

    pouco da mdia nacional, uma caracterstica que partilha com um nmero significativo de outras regies

    com capitais.

    Figura 9

    RSU recolhidos por ano e per capita (Kg), em 1999, nas regies de referncia

    -1,3

    -0,3

    -0,3

    0,0

    0,0

    0,0

    0,0

    0,1

    0,1

    0,1

    0,2

    0,3

    0,3

    Praha CHE

    Stockholm SWE

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    Noord-Holland NED

    Attiki GRE

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    le de France FRA

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Wien AUS

    -1,3

    -0,3

    -0,3

    0,0

    0,0

    0,0

    0,0

    0,1

    0,1

    0,1

    0,2

    0,3

    0,3

    Praha CHE

    Stockholm SWE

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    Noord-Holland NED

    Attiki GRE

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    le de France FRA

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Wien AUS

    Pas = 1

    -1,3

    -0,3

    -0,3

    0,0

    0,0

    0,0

    0,0

    0,1

    0,1

    0,1

    0,2

    0,3

    0,3

    Praha CHE

    Stockholm SWE

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    Noord-Holland NED

    Attiki GRE

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    le de France FRA

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Wien AUS

    -1,3

    -0,3

    -0,3

    0,0

    0,0

    0,0

    0,0

    0,1

    0,1

    0,1

    0,2

    0,3

    0,3

    Praha CHE

    Stockholm SWE

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    Noord-Holland NED

    Attiki GRE

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    le de France FRA

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Wien AUS

    Pas = 1

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    459

    461

    499

    504

    508

    510

    516

    522

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    Wien AUS

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    343

    440

    452

    508

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU recolhidos por ano e per capita (Kg) 1999

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    459

    461

    499

    504

    508

    510

    516

    522

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    Wien AUS

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    - 459Kzp Magyarorszg HUN

    461Malta MAL

    499Kypros CHI

    504Attiki GRE

    456Portugal POR

    510Wien AUS

    516Lazio ITA

    522Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    343

    440

    452

    508

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    343

    440

    452

    458

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU recolhidos por ano e per capita (Kg) 1999

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    459

    461

    499

    504

    508

    510

    516

    522

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    Wien AUS

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    343

    440

    452

    508

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    343

    440

    452

    508

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU recolhidos por ano e per capita (Kg) 1999

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    459

    461

    499

    504

    508

    510

    516

    522

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    Wien AUS

    Lazio ITA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    184

    252

    280

    286

    384

    388

    391

    426

    452

    537

    538

    541

    566

    626

    643

    654

    723

    Praha CHE

    Latvija LET

    Stockholm SWE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Berlin GER

    Noord- Holland NED

    Lietuva LIT

    EU15

    - 459Kzp Magyarorszg HUN- 459Kzp Magyarorszg HUN 459Kzp Magyarorszg HUN

    461Malta MAL 461Malta MAL

    499Kypros CHI 499Kypros CHI

    504Attiki GRE 504Attiki GRE

    456Portugal POR

    510Wien AUS 510Wien AUS

    516Lazio ITA 516Lazio ITA

    522Lisboa e Vale do Tejo POR 522Lisboa e Vale do Tejo POR

    Bratislavsk SVK

    Comunidad de Madrid SPA

    Southern and Eastern IRE

    London UK

    Danmark DEN

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles -Cap. BEL

    le de France FRA

    343

    440

    452

    508

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    343

    440

    452

    458

    522

    524

    714

    Vstsverige SWE

    Aquitaine FRA

    EU15

    Portugal POR

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence -Alpes -Cte d'Azur FRA

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU recolhidos por ano e per capita (Kg) 1999

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    59

    b) Resduos slidos destinados a lixeiras (autarquias locais) Por razes bem conhecidas, as lixeiras constituem um destino para os RSU recolhidos pelas autarquias

    locais, que tende a ser substitudo por outras solues ambientalmente mais adequadas (incinerao,

    reciclagem, compostagem). Pode, por isso, antever-se a existncia de uma relao globalmente negativa

    entre nveis de desenvolvimento e importncia relativa das lixeiras como destino final dos RSU.

    Na verdade, e excepo das regies da antiga Repblica Democrtica Alem (com uma presena muito

    expressiva de lixeiras para o grau de desenvolvimento que possuem), verifica-se uma associao

    negativa estatisticamente significativa entre os valores regionais de PIB per capita e a intensidade do

    recurso a lixeiras.

    Figura 10

    Relao entre PIB per capita, em 2000 (UE15=100) e RSU destinados a lixeiras (%), em 1999, nas regies da UE 27

    Coeficiente de correlao (r) com excluso das regies alems da ex-RDA = - 0,41

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

    r = -0,39

    RSU sem recolha selectiva

    PIB per capita

    r = -0,39r = -0,39

    RSU sem recolha selectiva

    PIB per capita

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    60

    Em 1999, a percentagem de RSU transportados para lixeiras na RLVT (61%) inferior mdia da UE

    dos 15 e do Pas (72% em ambos os casos). A sua posio relativa , no entanto, negativa, quando

    comparada com as regies da maior parte das capitais da Europa Central e do Norte (Figura 11). Mesmo

    cidades como Bratislava (Europa de Leste) e Atenas (Europa do Sul) revelam situaes bastante mais

    favorveis. J no que se refere s regies perifricas retidas para comparao, a RLVT ocupa uma

    posio intermdia, muito prxima da Catalunha/Barcelona e de Vstsverige/Gotemburgo.

    Figura 11

    RSU destinados a lixeiras (%), em 1999, nas regies de referncia

    3

    11

    15

    17

    22

    22

    23

    41

    43

    50

    55

    61

    72

    72

    74

    83

    87

    91

    96

    97

    100

    100

    Noord-Holland NED

    Danmark DEN

    Wien AUS

    Bratislavsk SVK

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Attiki GRE

    Stockholm SWE

    le de France FRA

    Latvija LET

    Comunidad de Madrid SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    EU15

    Portugal POR

    London UK

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Lietuva LIT

    50

    59

    61

    62

    69

    72

    72

    Aquitaine FRA

    Vstsverige SWE

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence-Alpes-Cte d'Azur FRA

    EU15

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU destinado a lixeiras (%) 1999

    3

    11

    15

    17

    22

    22

    23

    41

    43

    50

    55

    61

    72

    72

    74

    83

    87

    91

    96

    97

    100

    100

    Noord-Holland NED

    Danmark DEN

    Wien AUS

    Bratislavsk SVK

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Attiki GRE

    Stockholm SWE

    le de France FRA

    Latvija LET

    Comunidad de Madrid SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    EU15

    Portugal POR

    London UK

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Lietuva LIT

    3

    11

    15

    17

    22

    22

    23

    41

    43

    50

    55

    61

    72

    72

    74

    83

    87

    91

    96

    97

    100

    100

    Noord-Holland NED

    Danmark DEN

    Wien AUS

    Bratislavsk SVK

    Luxembourg LUX

    Reg. Bruxelles-Cap. BEL

    Attiki GRE

    Stockholm SWE

    le de France FRA

    Latvija LET

    Comunidad de Madrid SPA

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    EU15

    Portugal POR

    London UK

    Kzp-Magyarorszg HUN

    Lazio ITA

    Southern and Eastern IRE

    Praha CHE

    Slovenija SLO

    Eesti EST

    Lietuva LIT

    50

    59

    61

    62

    69

    72

    72

    Aquitaine FRA

    Vstsverige SWE

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence-Alpes-Cte d'Azur FRA

    EU15

    Portugal POR

    50

    59

    61

    62

    69

    72

    72

    Aquitaine FRA

    Vstsverige SWE

    Lisboa e Vale do Tejo POR

    Catalua SPA

    Provence-Alpes-Cte d'Azur FRA

    EU15

    Portugal POR

    Regies com capitais

    Regies perifricas

    RSU destinado a lixeiras (%) 1999

    FONTE: Regions, EUROSTAT, 2002

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    61

    c) Consumo de gua O consumo per capita de gua proveniente da rede de abastecimento pblica traduz um jogo complexo

    de factores. Em termos genricos, o nvel de desenvolvimento acompanhado por uma melhor cobertura

    das redes pblicas de abastecimento (com consequente recuo das formas de auto-abastecimento) e por

    consumos mais intensos, traduzindo-se, por isso, por capitaes mais elevadas. Mas vrios factores

    impedem que se verifique uma relao linear entre desenvolvimento e capitao dos consumos de gua

    proveniente da rede pblica. Por um lado, prticas prudentes de consumo de recursos no renovveis, ou

    graus mais intensos de utilizao de gua engarrafada, podem implicar que regies com nveis de vida

    mais favorveis apresentem consumos per capita mais baixos do que seria de esperar. Em sentido

    oposto, o uso de gua para fins produtivos (agricultura, actividades artesanais e outras desenvolvidas no

    domiclio), ou o impacto do turismo, explicam a ocorrncia de capitaes de consumo relativamente

    elevadas face aos nveis de desenvolvimento existentes, como sucede, por exemplo, em diversas regies

    da Bulgria, da Romnia e, sobretudo, da Grcia.

  • C.2.3 QUALIDADE DE VIDA

    6