NORMA PARA CERTIFICA‡ƒO E HOMOLOGA‡ƒO DE N597.pdf  VI. CONAMA Resolu§£o N 401/2008 - Estabelece limites mximos de chumbo, cdmio e mercrio e os

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  • NORMA PARA CERTIFICAO E HOMOLOGAO DE ACUMULADORES CHUMBO-CIDO

    ESTACIONRIOS VENTILADOS

    1 Objetivo

    Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliao da conformidade de acumuladores

    chumbo-cido estacionrios ventilados, que operem nos regimes de alta, mdia e baixa intensidades de

    descarga, para efeito de certificao e homologao junto Agncia Nacional de Telecomunicaes -

    Anatel, quando utilizados como fonte de energia para alimentao de sistemas de telecomunicaes.

    2 Abrangncia

    Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-cido estacionrios ventilados, montados como

    elementos de 2 V ou monoblocos de qualquer tenso nominal e utilizados em todos os servios de

    telecomunicaes regulados pela Agncia.

    3 Referncias

    Para fins desta Norma, so adotadas as referncias a seguir.

    Para referncias datadas, aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias no datadas, aplicam-

    se as edies mais recentes do referido documento, incluindo emendas.

    I. Regulamento para Certificao e Homologao de Produtos para Telecomunicaes, emitido pela

    Anatel;

    II. ABNT NBR 14197 - Acumulador chumbo - cido estacionrio ventilado - Especificao;

    III. ABNT NBR 14198 - Acumulador chumbo - cido estacionrio ventilado - Terminologia;

    IV. ABNT NBR 14199 - Acumulador chumbo - cido estacionrio ventilado - Ensaios;

    V. ABNT NBR 14200 - Acumulador chumbo-cido estacionrio ventilado para sistema fotovoltaico -

    Ensaios;

    VI. CONAMA Resoluo N 401/2008 - Estabelece limites mximos de chumbo, cdmio e mercrio e os

    critrios e padres para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portteis, das

    baterias chumbo-cido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroqumicos

    nquel-cdmio e xido de mercrio;

    VII. IEC 60896-11 - Stationary lead-acid batteries - Vented types - General requirements and methods of

    tests;

    VIII. IEC 61427 - Secondary cells and batteries for photovoltaic energy systems (PEVS) - General

    requirements and methods of test;

    IX. IEC 62040-11 - Uninterruptible Power Systems (UPS) -

    Part 1: General and Safety requirements for UPS;

    X. IEEE 1361 - Guide for Selection, Charging, Test, and Evaluation of Lead-Acid Batteries Used in Stand-

    Alone Photovoltaic (PV) Systems;

    XI. IEEE Std 450 , IEEE Recommended Practice for Maintenance, Testing, and Replacement of Vented

    Lead-Acid Batteries for Stationary Applications;

    XII. IEEE Std 484 , IEEE Recommended Practice for Installation Design and Installation of Vented Lead-

    Acid Batteries for Stationary Applications.

    4. Definies

    Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definies:

    I. Acumulador eltrico: dispositivo capaz de transformar energia qumica em energia eltrica e vice-versa,

    em reaes quase completamente reversveis, destinado a armazenar sob a forma de energia qumica, a

    energia eltrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condies determinadas.

    II. Acumulador estacionrio: acumulador que, por natureza do servio, funciona imvel, permanentemente

    conectado a uma Fonte de corrente contnua.

  • III. Acumulador cido de chumbo-antimnio: acumulador cido no qual a grade uma liga constituda

    principalmente por chumbo e antimnio.

    IV. Acumulador cido de chumbo-clcio: acumulador cido no qual a grade uma liga constituda

    principalmente por chumbo e clcio.

    V. Acumulador cido de chumbo-puro: acumulador cido no qual a grade constituda de chumbo puro.

    VI. Acumulador chumbo-cido: acumulador eltrico no qual os materiais ativos so o chumbo e seus

    compostos, e o eletrlito uma soluo aquosa de cido sulfrico.

    VII. Acumulador chumbo-cido ventilado: acumulador chumbo-cido com livre escape de gases e que

    permite a reposio de gua.

    VIII. Acumulador chumbo-cido regulado por vlvula: acumulador chumbo-cido que tem como princpio

    de funcionamento o ciclo do oxignio, apresenta eletrlito imobilizado e dispe de uma vlvula reguladora

    para escape de gases, quando a presso interna do acumulador exceder a um valor pr-determinado.

    IX. Acumulador chumbo-cido regulado por vlvula, com eletrlito absorvido: acumulador chumbo-cido

    regulado por vlvula, que apresenta o eletrlito constitudo por uma soluo aquosa de cido sulfrico,

    absorvido no separador.

    X. Acumulador chumbo-cido estacionrio regulado por vlvula, com o eletrlito da forma de gel:

    acumulador chumbo-cido regulado por vlvula, que apresenta o eletrlito imobilizado na forma de gel,

    constitudo por uma soluo aquosa de cido sulfrico e uma matriz gelificante.

    XI. Altura do elemento ou monobloco: mxima dimenso vertical externa do elemento ou monobloco,

    incluindo os polos e vlvula.

    XII. Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos

    ensaios para fins de Certificao.

    XIII. Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador.

    XIV. Avalanche trmica ("thermal runaway"): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento

    regulado por vlvula, que ocorre quando o mesmo no consegue dissipar o calor gerado no seu interior.

    XV. Barra coletora: pea de interligao a qual esto soldadas as placas de mesma polaridade e o(s)

    polo(s) correspondente(s).

    XVI. Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente.

    XVII. Capacidade em ampres-hora: produto da corrente, em ampres, pelo tempo, em horas, corrigido

    para a temperatura de referncia (25C), fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga,

    at atingir a tenso final de descarga.

    XVIII. Capacidade em watts-horas: produto da potncia pelo tempo, corrigida para a temperatura de

    referncia (25C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, at atingir a tenso

    final de descarga.

    XIX. Capacidade especificada: capacidade em ampre-hora definida para um determinado regime de

    descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado.

    XX. Capacidade indicada: capacidade em ampres-hora, definida para um regime de descarga diferente

    do nominal, em corrente constante, temperatura de referncia (25C), at a tenso final por elemento

    especificada.

    XXI. Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampre-

    hora definida para um regime de descarga de 0,25 hora (15 minutos), em corrente constante,

    temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,60V por elemento.

    XXII. Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampre-

    hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, temperatura de

    referncia (25C), at a tenso final de 1,85V por elemento.

  • XXIII. Capacidade nominal para regime de mdia intensidade de descarga (C10): capacidade em ampre-

    hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de

    referncia (25C), at a tenso final de 1,75V por elemento.

    XXIV. Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em

    ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25

    hora (15 minutos), temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,60V por elemento.

    XXV. Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em

    ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120

    dividido por 120, temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,85V por elemento.

    XXVI. Capacidade real em regime nominal para mdia intensidade de descarga (Cr10): capacidade em

    ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10

    dividido por 10, temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,75V por elemento.

    XXVII. Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri):

    capacidade em ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor

    nominal, temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,60V por elemento.

    XXVIII. Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri):

    capacidade em ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor

    nominal, temperatura de referncia (25C), at a tenso final indicada pelo fabricante no Manual

    Tcnico.

    XXIX. Capacidade real em regime diferente do nominal para mdia intensidade de descarga (Cri):

    capacidade em ampre-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor

    nominal, temperatura de referncia (25C), at a tenso final de 1,75V por elemento.

    XXX. Carga de um acumulador: operao pela qual se faz a converso da energia eltrica em energia

    qumica dentro do acumulador.

    XXXI. Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao

    acumulador.

    XXXII. Carga com tenso constante: carga que se faz mantendo limitada a tenso fornecida ao

    acumulador.

    XXXIII. Carga de equalizao: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalizao da tenso e

    densidade (chumbo-cido ventilados) de todos os elementos, na condio de plena carga.

    XXXIV. Carga de formao: carga aplicada para formao eletroqumica da matria ativa, durante a

    fabricao do acumulador.

    XXXV. Carga de flutuao: carga aplicada visando compensar as perdas por aut